Um sonho que virou realidade

Saí da faculdade como designer gráfico e não conseguia emprego na minha área. Aí um amigo da minha família tinha um colégio, me ofereceu um trampo lá e eu aceitei sem pensar duas vezes, porque tava precisando da grana. Comecei a trabalhar lá, os primeiros dias foram tensos, porque me lembrou minha época de estudante — eu não era dos mais disciplinados. Mas percebi como as gurias mais velhas me rodeavam nos intervalos, sabe, aquelas já bem desenvolvidas, com aquele sorriso tímido, me cercando em grupinhos. Não reclamava, era uma vista e tanto com aquela saia xadrez, as pernas bem torneadas e essas carinhas inocentes. Mas eu me mantinha sério, só no trabalho e pronto. Além disso, minhas colegas professoras não eram nada feias.Um sonho que virou realidadeSempre tinha uma do grupo que ficava no final do intervalo só pra me olhar, mas não falava nada. Nos primeiros dias, nem percebi. Sendo sincero, estar ali era tipo um castigo. Não conseguir emprego numa empresa era uma decepção enorme pra mim. Entrar em sala de aula, aguentar piadas de adolescente, preencher planilhas, corrigir trabalhos... Mas aquela mina que sempre ficava pra trás começou a perder o medo e puxar conversa comigo, me perguntando sobre a matéria, os trabalhos, as cores, as pranchetas de desenho técnico. Até que um dia, essa mina chegou perto de mim.Carla, que é como vou chamá-la, tinha se sentado e feito algo que já era comum pra mim: cruzar as pernas e me deixar ver aquele espaço entre a barra da saia e a meia, aquele pedaço de perna nem muito fina nem muito grossa, típico da idade dela. Uma mina normal, no fim das contas, mas que não deixava de ser muito gostosa. Fiquei meio perdido olhando pra ela e viajando na maionese.

— O que foi, hein, Alex? — Sim!, tá bom, pode me tratar por "você", sabe, sempre falei pra não me tratarem de "senhor", porque isso meio que tira a confiança, né? — Sim, Alex, é que eu achei que você tava olhando pra "outro lado". Ela, ao dizer "outro", deu uma ênfase especial na voz, o que me fez corar, porque senti que ela tinha me pego olhando pras pernas dela.

— Nãão, bom… Ééé… é que eu tava pensando no tempo livre que tenho pra ver se posso te dar umas aulas. Tava com uns problemas com desenho técnico, claro, não vi nada de errado em dar umas aulas particulares e ganhar uma grana extra, e ela era uma aluna do último ano. Combinamos de nos ver na minha casa, já que não era longe da escola. Desde aquele dia, não conseguia tirar da cabeça a imagem daquelas pernas, daquela saia xadrez. Comecei a ver ela de outro jeito, se é que você me entende.colegialaChegamos na minha casa e ela seguia cada palavra que eu dizia sobre o assunto, o lugar estava vazio, meus pais tinham viajado. Convidei ela pra sentar um pouco…
Num momento, falei: "Como você tá gostosa com esse uniforme, adoro!"
— Sério?
— Sim, sério, você tá muito linda.
Na hora, beijei ela e comecei a acariciar de novo as perninhas brancas dela. Dessa vez, comecei a meter a mão por baixo da saia, a pele dela era tão macia que nem outra, parecia delicada, fria e lisinha, uma sensação maravilhosa pra minha mão grande, morena e peluda.
Sussurrei no ouvido dela se queria brincar mais… ela só sorriu com um olhar de aceitação.
Fui subindo a blusa dela devagar, ela recostada no sofá, fui acariciando a barriga dela, a pançinha, até chegar no sutiã. Terminei tirando a blusa.
Abracei ela, sentir aquele corpo delicado e pequenininho junto ao meu, grande e musculoso, era bem excitante.
Beijei ela e desabotoei o sutiã, e pude descobrir os peitinhos lindos dela, ainda em desenvolvimento, frágeis e branquinhos como neve, e os biquinhos rosados que começavam a endurecer.
Massageei os peitos dela e continuei levantando a saia até a cintura, até ver a calcinha branca. Tirei ela devagar, até tirar tudo, e por fim, tirei os sapatos dela.
O fato de deixar ela só de saia e meias me excitou pra caralho, com a ideia de que ia comer uma colegial de uniforme.

Então, com a saia enrolada na cintura e as meias, continuei acariciando o corpo todo dela. Apertei as coxinhas dela até deixar elas vermelhinhas, eu era fascinado por aquelas pernas. Chupei e beijei os peitinhos dela, era lindo ver como qualquer movimento fazia eles balançarem igual gelatina.Quando pegou ela, só de saia curta e meias, se ajoelhou, meteu meu pau na boca dela e começou a chupar, e era boa mesmo, viu. Ela dava umas reboladas que me deixavam louco, e não só isso, ainda dava uma massageada com a língua, era uma expert.

Professor

aulas particulares

Então eu me despi e coloquei uma camisinha que tava na minha carteira, e falei pra ela que hoje ela ia saber o que é sexo bom. Ela tava mais que excitada, então não pensei duas vezes. Comecei a meter nela, devagar no começo, bem de leve, como ela pedia, e depois fui aumentando o ritmo aos poucos. Ela era fera no boquete e não era virgem, mas dava pra ver que nunca tinha sido comida como Deus manda. Eu falava pra ela: "Mexe a cintura, esquerda, direita". Aí veio a aula de sexo que eu tava dando pra ela. Ela aguentou firme, primeiro deitada, aguentando minhas metidas.

Instituto

Um sonho que virou realidade
Depois coloquei ela de quatro, peguei as mãos dela e mandei colocar no próprio cu, comecei a meter, dessa vez mais forte, dessa vez eu falava: balança pra mim, devagar, depois rápido, não para, sobe a bunda, sobe e desce, agora mexe pra direita, depois pra esquerda, agora em círculos. De cima, eu tinha uma vista impressionante, ela mordendo uma almofada. Ela me deu um boquete foda, agora eu tava dando uma grande fodida nela.colegialaDepois eu montei nela, então falei que esse era o exame final dela. Ela começou a se mexer com liberdade e a velocidade dessa vez quem ditou foi ela. Aprendeu muito rápido porque essa mina se mexia com loucura, parecia uma dançarina, aqueles quadris se moviam com gosto, fazendo uns redemoinhos. Eu só sentei e aproveitei, ela se mexia muito gostosa, aguentei o máximo que pude.Professor

aulas particularesDepois eu a abaixei, coloquei ela de joelhos, tirei a camisinha, ela abriu a boca e eu gozei na cara dela.InstitutoQuando terminamos, nos vestimos, levei ela até a porta, dei um beijo na boca dela, perguntei se ela tinha namorado, ela olhou nos meus olhos e disse: sim, vocêuuuuu…………….

1 comentários - Um sonho que virou realidade

que buena estuvo esa de llevarla para que aprendiera algo nuevo jajajaja que buena se ve!