Chegou a vez de enfiar um pauzão no cu dela. Ocupei o lugar dela sentado pra ela me chupar, e ele se posicionou atrás dela, mirando o cu dela.
Tava difícil de entrar. Doía, mas ela não ia desistir, a Alicia queria ser comida no cu a qualquer custo pela maior rola que já tinha visto. A gente já tinha comido ela de cu com dois caras, mas ela queria provar aquela pica. "Tive uma ideia", ela disse. Ela se virou e chupou um pouco mais, enchendo de saliva. Que ideia boa, pra ela. Passou a saliva toda enquanto olhava com tesão nos olhos dele. Ele tava durasso. Ela se virou de novo, botando o cu pra cima. "Me come o cu", falou com uma voz de puta. Ele cuspiu no cu dela. Ela gemeu. E começou a meter.
Enfiou a cabeça da pica de uma vez no cu dela. A rola dele encontrou um buraco apertado, embora menos do que o normal, mas pegajoso e molhado por causa da porra que já tinha lá dentro. Ela se assustou, sem falar nada. Entrou metade da pica no cu dela. Doía, mas ao mesmo tempo ela queria ser comida no cu. Ele tentava enfiar devagar. Não cabia mais, e tinha entrado pouco mais da metade. O cu dela doía e ela se sentia uma verdadeira puta. Pensou em parar por causa da dor.
O pauzão continuava entrando no cu dela. Doía o cu, mas ela adorava saber a pica que tava ali, e parou de chupar minha rola. Ela tinha se rendido à dor. "Você vai rasgar meu cu", reclamou a Alicia.
O cara que tava comendo ela riu, mas não tirou a pica. Ela pediu pra parar, vendo que a dor e o medo venceram a vontade de ser comida no cu. "Seu cu vai se acostumar com minha pica, cala a boca, puta", ele respondeu. Ela olhou pra mim com minha rola na mão, e a dele no cu dela. "Não quero mais", ela disse.
O outro pegou a cabeça da Alicia e enfiou na minha pica pra calar ela. Ao mesmo tempo, o pauzão entrou inteiro no cu dela. Ela tinha 19 cm de pica de um desconhecido no cu, e meus 15 cm na boca. Sentiu uma dor forte no cu, mas era Estranho, não era incômodo. Deixou a rola inteira no cu dela sem mexer.
Alicia: tira ela, por favor.
Eu: Você não queria levar pica no cu? Você mijou na rua com a buceta de fora, chupou minha rola gotejando mijo, andou com o cu pelado, eu te comi, você comeu duas picas, uma gozada e outra no cu, ainda por cima comeu a gozada do seu próprio cu, quer mesmo parar agora?
Ela ficou excitada lembrando de tudo, com a rola no cu, e hesitou. O outro empurrou a cabeça dela de volta contra minha rola, que ela engoliu inteira, e disse “vai, raposinha, faz o que sabe fazer, você não tá em posição de reclamar”. Ela se esquentou ainda mais, se sentiu usada, e estava exatamente como sempre quis. Começou a chupar minha rola hipnotizada, com vontade. O cu dela começou a ser comido devagar, tirando metade da rola e enfiando tudo de novo. A dor foi embora, tudo que antes doía virou um prazer que ela nunca tinha sentido no cu. Enquanto chupava minha rola e levava pica no cu, o outro começou a apalpar a buceta dela de novo. Ela gemia sem parar na minha rola. O prazer era imenso. Ela se entregou por completo. A rola entrava e saía do cu dela. Praquela rola tava apertado, mas o cu dela foi ficando maior. Ele parou de mexer na buceta dela e se colocou na frente, oferecendo a rola dele do lado da minha.
“Queria ver o cu dela aberto recebendo um pauzão”, falei. Ela gemeu superexcitada. “Grava o cu dela”, falei, oferecendo meu celular. A raposinha desbocada da minha namorada largou minha rola e se jogou na outra que tinha gosto do cu dela. O do pauzão tirou a rola do cu dela de uma vez. Ela abafou um gemido na rola dele. Começou a gravar o cu dela pelado. Como já falei, é um rabão, queria que todo mundo pudesse ver, era incrível. Restos de porra em volta, e o cu bem aberto. “Vou te comer o cu, raposinha”, ele disse e enfiou de novo no cu dela, dessa vez fácil.
Ela curtia ver minha namorada assim, mas ela curtia mais ainda. A gêmea sendo penetrada na boca e no cu por aquele pauzão. Ainda sendo filmada. A rola entrava e saía do cu dela quase inteira, pro vídeo.
Alicia com voz doce de puta, tirando a rola de outro da boca, e enquanto batia uma pra ele disse: “Me fode o cu, mete em mim, quero que me fodam o cu”.
– “O que você é?” – ele perguntou –
Alicia: “Sou sua puta”. Disse que era a puta dele. Isso me deixou louco, eu sempre tinha dito que ela era uma puta e ela dizia que era minha puta, mas eu respondia que era de qualquer um. Essa era a confirmação dela, ela tava se revelando como puta, e a gente adorava. “Sou sua puta, sua puta, sou sua puta, arrebenta meu cu por favor” disse com voz doce entre gemidos.
Eu: Que puta que você é, rabuda nojenta, finalmente tem o que merece
Alicia: “Pois quero mais”, disse ela gemendo, e voltando a chupar a rola.
O vídeo do cu dela tava ficando do caralho. Ela tava engolindo aquele pauzão no cu como se fosse nada. A vista de quem tava fodendo ela era maravilhosa. “Que cu de puta” ele disse. “Fode, fode, fode ele” – disse Alicia com voz doce e provocante. Ela me olhou, e disse “sou a puta dele”, e me beijou na boca com gosto de rola, porra e o próprio cu dela. Ficamos muito excitados eu e ela.
O prazer que ela sentia no cu e o quanto se sentia puta fazia ela ser capaz de qualquer coisa e queria tudo. Quem tava fodendo a boca dela queria humilhar ela, e colocou o cu na cara dela na minha frente. “Chupa meu cu, puta” ele disse. Ela adorou, enfiou a cara entre as nádegas dele. O cu cheirava a suor, e isso deixava ela doida. Tinha um pauzão no cu, um cu na cara dela e minha rola na reserva. Ela chupava desesperada aquele cu.
Ela parou de chupar o cu e pegou na minha rola. Enquanto o pauzão acelerava a foda. Metia e tirava inteira rápido e forte. Ela chupava minha rola possessa, como se a vida dela dependesse disso. Ela teria chupado qualquer um que passasse, não ligava, só queria chupar rolas e ser usada. A rola entrava e saía do cu dela. Inteirão, forte, rápido e inteiro. Ela revirou os olhos, tirou minha pica da boca e começou a gemer alto no parque. Sentia um prazer imenso que nunca tinha sentido antes e estava tesuda pra caralho como nunca. Tava chorando de prazer, as lágrimas escorrendo. "Tô me mijando" disse a Alicia gemendo bem alto. E, de fato, um jato saía da buceta dela enquanto ela gemia gritando. "A putinha se mijou, enquanto tão fodendo o cu dela, a vagabunda, puta merda", disse o outro.
A pica saiu do cu dela e se colocou debaixo do jato, molhou ela com os fluidos pra meter de novo. Ela chegou no auge da excitação, molhou a mão e levou à boca provando a própria gozada, gemendo alto. Gritou como nunca sem se importar de estar na rua, até porque às 3 da manhã não ia dar nada. Nunca tinha sentido aquele prazer, caiu desabada nas minhas pernas, enquanto a pica ainda tava no cu dela, precisava descansar uns minutos, mas a pica não dava trégua.
O vídeo acabou, e ela me devolveu o celular, "hora de trocar" disse. "Vagabunda, fica de joelhos". A puta do caralho obedeceu. "Hora de gozar" ele disse. Nós três ficamos em volta dela como no começo, ela pegou minha pica primeiro e engoliu, olhando nos meus olhos.
-"Onde a gente goza?" perguntaram.
Eu: "Cara ou boca, o que vocês quiserem".
Ela não respondeu, queria as duas opções. Chupava uma pica e batia punheta pras outras duas com uma mão. Nunca tinha se sentido tão puta como naquela noite, tava disposta a tudo. Nunca tinha curtido tanto. Chupava minha pica, eu ia gozar e tirei ela. "Toma" falei. Me afastei um pouco e ela colocou a cara e abriu a boca pra não desperdiçar nada. Gozei como nunca enchendo a cara dela. Ela engoliu o que caiu na boca e sorria. Tava feliz sendo uma puta. Me afastei pra um lado, e ela continuou com a outra pica, deixando a pica grande pro final. Gozou na boca dela, ela mesma mostrou o esperma e engoliu tudo. Ele se afastou deixando uma vista espetacular chupando. O pauzão enquanto meu gozo ainda escorria na cara dela, escorrendo por ela.
Ela chupava aquela rola toda animada, olhava pro pau, pra ele, pra gente… tava feliz. “Tá gostando, putinha?” ele perguntou. Ela concordou com um “ahã” com o pau na boca. Tirou ele da boca.
—“Cê tá gostando do meu pau?”
Alicia: “Eu gosto de todos os paus, mas esse é incrível”.
—“Me convence a deixar você continuar, Vadia.”
Alicia: “Ai, meu Deus, eu preciso chupar esse pau, ele é uma delícia, quero chupar ele, por favor, eu imploro”. Falou de novo com a voz doce de puta.
Alicia: “Eu amo ele no meu cu e na minha boca, sou sua putinha, sua putinha chupadora de pau, preciso dele na minha boca, por favor, deixa eu chupar”.
Ele esfregou o pau nos restos do meu gozo que tinha na cara da Alicia, cuspiu na cara dela e enfiou na boca dela. Ela passava a língua por todo o pau dele olhando nos olhos dele. A cena era foda. A putinha sorriu toda feliz e falou “quero gozo”. Enfiou o pau na boca, não dava pra saber se ele tava fodendo a boca dela, ou a boca dela fodendo o pau dele. A putinha queria o gozo na boca dela, adorava o gosto do gozo e queria provar mais, mas a ideia dele gozar na cara dela no meio da rua, humilhando ela, era excitante, então deixou ele escolher.
Quando ele tava quase gozando, tirou o pau da boca dela, que tavam ligadas por um fio de pré-gozo e saliva, e falou “vou gozar”.
Ela entendeu a mensagem na hora e falou “enche minha cara com seu gozo, por favor” e se posicionou pra receber minha gozada, cabeça inclinada e boca aberta. Tava implorando por uma porrada de gozo na cara, a putinha. Todo mundo tava excitadíssimo com o que ela acabou de falar. Ele descarregou gozo na cara e na boca dela toda, enchendo ela completamente de porra. Entrou uma boa quantidade na boca dela, mas a cara ficou toda melada, sujando o cabelo dela. Ela engoliu o que tava na boca, e depois de um “Ahhh” exausta, agradeceu ele. Ainda por cima, a rabuda de merda limpou o pau dele com a boca, como agradecimento. Ela tinha amado aquele pau. Eu aproveitei. e tirei uma foto dela com o rosto cheio de porra e a boca no pau.
A puta, nua e exausta, sentou no banco, toda melada de sêmen. "Que gostosa que você é", disseram os dois. Ela ficou com vergonha por um momento, mas logo pensou que não era hora pra isso. "Dá pra repetir?", um deles me perguntou. "Por mim, podem foder ela toda semana ou todo dia", respondi. Ela riu, satisfeita, e se levantou. Passou o vestido no rosto pra limpar a porra, enquanto todo mundo se vestia. "Que paus gostosos vocês têm, como me comeram", disse ela, sem nenhuma vergonha. "Você não merece menos", falou o outro. "E o seu cu?" enquanto ela colocava o sutiã e o vestido cheio de porra. "Pô, satisfeito e aberto, do jeito que você deixou…", respondeu contente. Eu e minha namorada nos beijamos, era uma mistura de cheiros e sabores excitante.
Eles iam embora, mas o do pauzão disse que queria levar uma lembrança. Ela, sem pensar, deu a calcinha fedendo a buceta e cu pra ele, e disse: "pra você lembrar de mim e bater uma, porque, caralho, que pau que você tem, é pra aproveitar e fazer ela gozar". Nunca tinha dado a calcinha dela nem saído sem ela na rua, e agora ia fazer isso por outro. Ele cheirou, embriagado, na frente dela, e disse "obrigado", indo embora, e ela respondeu "não, não, obrigada a você".
Eu e minha namorada estávamos felizes, ela tinha virado uma puta gostosa e, a partir dali, sabíamos que íamos nos divertir sem parar.
Eu: Gostou? perguntei.
Alicia: Nossa, amei.
Fiquei tranquilo e pedi se podia chupar o cu dela, que não tinha feito isso a noite toda, ela topou pra alegria dos dois. Tava aberto e o gosto era mais de pau e porra do que de cu. Além disso, tinha ficado bem mais largo que antes.
Depois de aproveitar o cu dela, fomos pro carro. Ela bem comida e com a buceta de fora, sem calcinha. Aproveitei isso no carro a caminho de casa, passando a mão gostoso, e ela até dormiu. Tinha ficado Totalmente destruída. Era normal, naquela noite a gente tinha realizado muitas das nossas fantasias sexuais e era só o começo. Essa história foi a primeira de muitas que a gente compartilhou, curtindo o sexo sem limites.
Tava difícil de entrar. Doía, mas ela não ia desistir, a Alicia queria ser comida no cu a qualquer custo pela maior rola que já tinha visto. A gente já tinha comido ela de cu com dois caras, mas ela queria provar aquela pica. "Tive uma ideia", ela disse. Ela se virou e chupou um pouco mais, enchendo de saliva. Que ideia boa, pra ela. Passou a saliva toda enquanto olhava com tesão nos olhos dele. Ele tava durasso. Ela se virou de novo, botando o cu pra cima. "Me come o cu", falou com uma voz de puta. Ele cuspiu no cu dela. Ela gemeu. E começou a meter.
Enfiou a cabeça da pica de uma vez no cu dela. A rola dele encontrou um buraco apertado, embora menos do que o normal, mas pegajoso e molhado por causa da porra que já tinha lá dentro. Ela se assustou, sem falar nada. Entrou metade da pica no cu dela. Doía, mas ao mesmo tempo ela queria ser comida no cu. Ele tentava enfiar devagar. Não cabia mais, e tinha entrado pouco mais da metade. O cu dela doía e ela se sentia uma verdadeira puta. Pensou em parar por causa da dor.
O pauzão continuava entrando no cu dela. Doía o cu, mas ela adorava saber a pica que tava ali, e parou de chupar minha rola. Ela tinha se rendido à dor. "Você vai rasgar meu cu", reclamou a Alicia.
O cara que tava comendo ela riu, mas não tirou a pica. Ela pediu pra parar, vendo que a dor e o medo venceram a vontade de ser comida no cu. "Seu cu vai se acostumar com minha pica, cala a boca, puta", ele respondeu. Ela olhou pra mim com minha rola na mão, e a dele no cu dela. "Não quero mais", ela disse.
O outro pegou a cabeça da Alicia e enfiou na minha pica pra calar ela. Ao mesmo tempo, o pauzão entrou inteiro no cu dela. Ela tinha 19 cm de pica de um desconhecido no cu, e meus 15 cm na boca. Sentiu uma dor forte no cu, mas era Estranho, não era incômodo. Deixou a rola inteira no cu dela sem mexer.
Alicia: tira ela, por favor.
Eu: Você não queria levar pica no cu? Você mijou na rua com a buceta de fora, chupou minha rola gotejando mijo, andou com o cu pelado, eu te comi, você comeu duas picas, uma gozada e outra no cu, ainda por cima comeu a gozada do seu próprio cu, quer mesmo parar agora?
Ela ficou excitada lembrando de tudo, com a rola no cu, e hesitou. O outro empurrou a cabeça dela de volta contra minha rola, que ela engoliu inteira, e disse “vai, raposinha, faz o que sabe fazer, você não tá em posição de reclamar”. Ela se esquentou ainda mais, se sentiu usada, e estava exatamente como sempre quis. Começou a chupar minha rola hipnotizada, com vontade. O cu dela começou a ser comido devagar, tirando metade da rola e enfiando tudo de novo. A dor foi embora, tudo que antes doía virou um prazer que ela nunca tinha sentido no cu. Enquanto chupava minha rola e levava pica no cu, o outro começou a apalpar a buceta dela de novo. Ela gemia sem parar na minha rola. O prazer era imenso. Ela se entregou por completo. A rola entrava e saía do cu dela. Praquela rola tava apertado, mas o cu dela foi ficando maior. Ele parou de mexer na buceta dela e se colocou na frente, oferecendo a rola dele do lado da minha.
“Queria ver o cu dela aberto recebendo um pauzão”, falei. Ela gemeu superexcitada. “Grava o cu dela”, falei, oferecendo meu celular. A raposinha desbocada da minha namorada largou minha rola e se jogou na outra que tinha gosto do cu dela. O do pauzão tirou a rola do cu dela de uma vez. Ela abafou um gemido na rola dele. Começou a gravar o cu dela pelado. Como já falei, é um rabão, queria que todo mundo pudesse ver, era incrível. Restos de porra em volta, e o cu bem aberto. “Vou te comer o cu, raposinha”, ele disse e enfiou de novo no cu dela, dessa vez fácil.
Ela curtia ver minha namorada assim, mas ela curtia mais ainda. A gêmea sendo penetrada na boca e no cu por aquele pauzão. Ainda sendo filmada. A rola entrava e saía do cu dela quase inteira, pro vídeo.
Alicia com voz doce de puta, tirando a rola de outro da boca, e enquanto batia uma pra ele disse: “Me fode o cu, mete em mim, quero que me fodam o cu”.
– “O que você é?” – ele perguntou –
Alicia: “Sou sua puta”. Disse que era a puta dele. Isso me deixou louco, eu sempre tinha dito que ela era uma puta e ela dizia que era minha puta, mas eu respondia que era de qualquer um. Essa era a confirmação dela, ela tava se revelando como puta, e a gente adorava. “Sou sua puta, sua puta, sou sua puta, arrebenta meu cu por favor” disse com voz doce entre gemidos.
Eu: Que puta que você é, rabuda nojenta, finalmente tem o que merece
Alicia: “Pois quero mais”, disse ela gemendo, e voltando a chupar a rola.
O vídeo do cu dela tava ficando do caralho. Ela tava engolindo aquele pauzão no cu como se fosse nada. A vista de quem tava fodendo ela era maravilhosa. “Que cu de puta” ele disse. “Fode, fode, fode ele” – disse Alicia com voz doce e provocante. Ela me olhou, e disse “sou a puta dele”, e me beijou na boca com gosto de rola, porra e o próprio cu dela. Ficamos muito excitados eu e ela.
O prazer que ela sentia no cu e o quanto se sentia puta fazia ela ser capaz de qualquer coisa e queria tudo. Quem tava fodendo a boca dela queria humilhar ela, e colocou o cu na cara dela na minha frente. “Chupa meu cu, puta” ele disse. Ela adorou, enfiou a cara entre as nádegas dele. O cu cheirava a suor, e isso deixava ela doida. Tinha um pauzão no cu, um cu na cara dela e minha rola na reserva. Ela chupava desesperada aquele cu.
Ela parou de chupar o cu e pegou na minha rola. Enquanto o pauzão acelerava a foda. Metia e tirava inteira rápido e forte. Ela chupava minha rola possessa, como se a vida dela dependesse disso. Ela teria chupado qualquer um que passasse, não ligava, só queria chupar rolas e ser usada. A rola entrava e saía do cu dela. Inteirão, forte, rápido e inteiro. Ela revirou os olhos, tirou minha pica da boca e começou a gemer alto no parque. Sentia um prazer imenso que nunca tinha sentido antes e estava tesuda pra caralho como nunca. Tava chorando de prazer, as lágrimas escorrendo. "Tô me mijando" disse a Alicia gemendo bem alto. E, de fato, um jato saía da buceta dela enquanto ela gemia gritando. "A putinha se mijou, enquanto tão fodendo o cu dela, a vagabunda, puta merda", disse o outro.
A pica saiu do cu dela e se colocou debaixo do jato, molhou ela com os fluidos pra meter de novo. Ela chegou no auge da excitação, molhou a mão e levou à boca provando a própria gozada, gemendo alto. Gritou como nunca sem se importar de estar na rua, até porque às 3 da manhã não ia dar nada. Nunca tinha sentido aquele prazer, caiu desabada nas minhas pernas, enquanto a pica ainda tava no cu dela, precisava descansar uns minutos, mas a pica não dava trégua.
O vídeo acabou, e ela me devolveu o celular, "hora de trocar" disse. "Vagabunda, fica de joelhos". A puta do caralho obedeceu. "Hora de gozar" ele disse. Nós três ficamos em volta dela como no começo, ela pegou minha pica primeiro e engoliu, olhando nos meus olhos.
-"Onde a gente goza?" perguntaram.
Eu: "Cara ou boca, o que vocês quiserem".
Ela não respondeu, queria as duas opções. Chupava uma pica e batia punheta pras outras duas com uma mão. Nunca tinha se sentido tão puta como naquela noite, tava disposta a tudo. Nunca tinha curtido tanto. Chupava minha pica, eu ia gozar e tirei ela. "Toma" falei. Me afastei um pouco e ela colocou a cara e abriu a boca pra não desperdiçar nada. Gozei como nunca enchendo a cara dela. Ela engoliu o que caiu na boca e sorria. Tava feliz sendo uma puta. Me afastei pra um lado, e ela continuou com a outra pica, deixando a pica grande pro final. Gozou na boca dela, ela mesma mostrou o esperma e engoliu tudo. Ele se afastou deixando uma vista espetacular chupando. O pauzão enquanto meu gozo ainda escorria na cara dela, escorrendo por ela.
Ela chupava aquela rola toda animada, olhava pro pau, pra ele, pra gente… tava feliz. “Tá gostando, putinha?” ele perguntou. Ela concordou com um “ahã” com o pau na boca. Tirou ele da boca.
—“Cê tá gostando do meu pau?”
Alicia: “Eu gosto de todos os paus, mas esse é incrível”.
—“Me convence a deixar você continuar, Vadia.”
Alicia: “Ai, meu Deus, eu preciso chupar esse pau, ele é uma delícia, quero chupar ele, por favor, eu imploro”. Falou de novo com a voz doce de puta.
Alicia: “Eu amo ele no meu cu e na minha boca, sou sua putinha, sua putinha chupadora de pau, preciso dele na minha boca, por favor, deixa eu chupar”.
Ele esfregou o pau nos restos do meu gozo que tinha na cara da Alicia, cuspiu na cara dela e enfiou na boca dela. Ela passava a língua por todo o pau dele olhando nos olhos dele. A cena era foda. A putinha sorriu toda feliz e falou “quero gozo”. Enfiou o pau na boca, não dava pra saber se ele tava fodendo a boca dela, ou a boca dela fodendo o pau dele. A putinha queria o gozo na boca dela, adorava o gosto do gozo e queria provar mais, mas a ideia dele gozar na cara dela no meio da rua, humilhando ela, era excitante, então deixou ele escolher.
Quando ele tava quase gozando, tirou o pau da boca dela, que tavam ligadas por um fio de pré-gozo e saliva, e falou “vou gozar”.
Ela entendeu a mensagem na hora e falou “enche minha cara com seu gozo, por favor” e se posicionou pra receber minha gozada, cabeça inclinada e boca aberta. Tava implorando por uma porrada de gozo na cara, a putinha. Todo mundo tava excitadíssimo com o que ela acabou de falar. Ele descarregou gozo na cara e na boca dela toda, enchendo ela completamente de porra. Entrou uma boa quantidade na boca dela, mas a cara ficou toda melada, sujando o cabelo dela. Ela engoliu o que tava na boca, e depois de um “Ahhh” exausta, agradeceu ele. Ainda por cima, a rabuda de merda limpou o pau dele com a boca, como agradecimento. Ela tinha amado aquele pau. Eu aproveitei. e tirei uma foto dela com o rosto cheio de porra e a boca no pau.
A puta, nua e exausta, sentou no banco, toda melada de sêmen. "Que gostosa que você é", disseram os dois. Ela ficou com vergonha por um momento, mas logo pensou que não era hora pra isso. "Dá pra repetir?", um deles me perguntou. "Por mim, podem foder ela toda semana ou todo dia", respondi. Ela riu, satisfeita, e se levantou. Passou o vestido no rosto pra limpar a porra, enquanto todo mundo se vestia. "Que paus gostosos vocês têm, como me comeram", disse ela, sem nenhuma vergonha. "Você não merece menos", falou o outro. "E o seu cu?" enquanto ela colocava o sutiã e o vestido cheio de porra. "Pô, satisfeito e aberto, do jeito que você deixou…", respondeu contente. Eu e minha namorada nos beijamos, era uma mistura de cheiros e sabores excitante.
Eles iam embora, mas o do pauzão disse que queria levar uma lembrança. Ela, sem pensar, deu a calcinha fedendo a buceta e cu pra ele, e disse: "pra você lembrar de mim e bater uma, porque, caralho, que pau que você tem, é pra aproveitar e fazer ela gozar". Nunca tinha dado a calcinha dela nem saído sem ela na rua, e agora ia fazer isso por outro. Ele cheirou, embriagado, na frente dela, e disse "obrigado", indo embora, e ela respondeu "não, não, obrigada a você".
Eu e minha namorada estávamos felizes, ela tinha virado uma puta gostosa e, a partir dali, sabíamos que íamos nos divertir sem parar.
Eu: Gostou? perguntei.
Alicia: Nossa, amei.
Fiquei tranquilo e pedi se podia chupar o cu dela, que não tinha feito isso a noite toda, ela topou pra alegria dos dois. Tava aberto e o gosto era mais de pau e porra do que de cu. Além disso, tinha ficado bem mais largo que antes.
Depois de aproveitar o cu dela, fomos pro carro. Ela bem comida e com a buceta de fora, sem calcinha. Aproveitei isso no carro a caminho de casa, passando a mão gostoso, e ela até dormiu. Tinha ficado Totalmente destruída. Era normal, naquela noite a gente tinha realizado muitas das nossas fantasias sexuais e era só o começo. Essa história foi a primeira de muitas que a gente compartilhou, curtindo o sexo sem limites.
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