Depois de tanto tempo transando várias vezes por semana, minha esposa e meu melhor amigo já tinham se satisfeito bem com a putaria. Os encontros foram ficando esporádicos, ele se acertou com a namorada e pararam de trepar de vez. Uns meses depois, eu já tava sentindo falta daquela adrenalina, daquele tesão. Não queria colocar um obstáculo na frente pra continuar, esperava que ela tomasse a iniciativa, até que um dia, quando voltou do trabalho, me disse: "Você vive me falando pra eu arrumar um cara que eu goste e dar pra ele, então te obedeci. Tem um colega de trabalho que eu quero comer." Eu pulei em cima dela, abracei, beijei enquanto apalpava a bunda dela, e acabamos transando. Depois perguntei quem era o sortudo, ela me contou: era um moleque de 19 anos, Andrés, que vivia olhando pra ela, mas como sabia que era casada, nunca falou nada.
A gente ia sair de férias, então sem perder tempo pra não esfriar, falei pra ela me apresentar quando fosse buscá-la no trabalho. Foi assim: quando fui buscá-la, eles estavam na calçada conversando, ela me apresentou. Ela sugeriu a gente ir tomar alguma coisa porque tava com sede. Aí descobri que ele também ia sair de férias na mesma data e a 30 km de onde a gente ia, com mais dois amigos. Me ofereci pra dar carona, com a desculpa de que ele economizava a passagem. No começo ele recusou, dizendo que viajava com os amigos, mas ela deu um jeito de convencê-lo. Naquela noite em casa, a gente conversou sobre tudo. É muito excitante planejar com sua esposa como fazer pra outro comer ela. Chegou o dia da viagem, ela de top de lycra de algodão sem sutiã, com uma minissaia combinando, deixava até morto de pau duro. Saímos na estrada, entre conversas e risadas, parei o carro e ela passou pro banco de trás. Falei pra ele:
— Ela tem uma fantasia: transar no carro enquanto a gente viaja, e escolheu você pra realizar. Topa?
Ele riu nervoso, e pra completar... Ela, toda bobinha, diz:
— Vai realizar minha fantasia ou vou ter que esperar as próximas férias?
Ele topou o desafio, beijou ela, ela devorava a boca dele, dava pra ver que tava com muita vontade. Em 5 minutos já tava de peitos de fora, deitada, ele de calça arriada. Pelo espelho vi ela colocando a camisinha nele. Ele se ajeitou por cima dela, meteu — não vi direito — mas ela começou a gemer e suspirar. Pensei: "Mais um que fez ela sua, já tá dentro dela, tomando posse da buceta dela". Não demorou muito pra gozar gritando feito louca, como sempre. Meu pau pulsava dentro da calça, enquanto eu apertava o cu pra me segurar e não gozar.
Continuaram conversando, se beijando, rindo. A gente conversava com ele numa boa, como se o que tivesse rolado fosse a coisa mais normal. Pouco depois, já estavam se beijando apaixonadamente, ele chupando os peitos dela, enquanto ela, pelo movimento, tava batendo uma pra ele. Ela montou nele e começou a cavalgar. Tavam tão na deles que nem perceberam que eu cheguei no pedágio. Estacionei bem na frente e abaixei o vidro de trás pro cara da cabine ver o show. Na hora ele olhou pra trás, se espantou, me encarou, me deu o ticket sem tirar o olho do vidro de trás. Exatamente nessa hora ela começou a pular que nem doida e gozou aos berros. Não ligou nem pro pedágio nem pro cara vendo. Esperei ela terminar pro cara da cabine ficar bem excitado. O de trás buzinou, arranquei. Imagino como aquele cara deve ter ficado. E ainda acho que a câmera de segurança da cabine filmou tudo.
Paramos num posto. Quando ela foi no banheiro, falei pra ele:
— Você realizou sua fantasia de comer sua chefe, realizou a fantasia dela. Agora, se quiser continuar comendo ela, realiza a minha. Queria que fosse uma suruba com vários caras. Quero que ela se divirta e depois venha me contar. Ela se cuida, então não precisa usar camisinha — enche ela bem de porra.
Combinamos que ela ia até onde ele estava. Com os amigos e que fizessem de tudo com ela, mas sem saber que era colega de trabalho dela, e silêncio absoluto no emprego, senão tudo acabava. Deixamos ela no destino dela e fomos pro nosso. Dois dias depois, ele já tava ligando pra ela, convidando pra sair pra dançar, tomar alguma coisa, que queria ficar com ela, que pensava nela todo dia. Só na segunda semana ela aceitou ir. Falei pra ela que não tinha problema com o tempo, que voltasse no outro dia, que dormisse com ele se quisesse. O que não contei é que tava mandando ela pro matadouro pra ser curtida. Ele veio buscá-la, ficou com eles de sábado à noite até domingo à noite, quando voltou de carro de aplicativo. Mais tarde ela me contou: foram a um pub, e depois ele levou ela pro apartamento que alugavam. Daí a pouco chegaram os dois amigos dele, apresentou todo mundo, todos caras entre 19 e 21 anos (ela, 34). Teve álcool, fizeram ela fumar maconha pela primeira vez na vida, ela nunca tinha fumado nem cigarro comum.
Num momento, Andrés começou a beijar ela, e foi levantando a saia até deixar a bunda dela no ar. Ela sentiu outro beijando as nádegas dela e tirando a calcinha fio dental. Esse mesmo se levantou, pegou ela pela cintura, virou ela e beijou, enquanto Andrés colocava a pica entre as nádegas dela. O outro se aproximou, pegou ela pela mão e levou até ele, abraçou e beijou ela. Enquanto isso, os outros dois tiraram a roupa, depois ele também se despiu. Minutos depois, ela tava de joelhos no meio dos três, saboreando as picas deles.
Entre o que deram pra ela fumar e o álcool, ela tava muito doida e excitada, o que ela via na frente só aumentava a libido dela. Fizeram de tudo com ela, ninguém teve exclusividade, sempre estavam os quatro. Se revezavam pra fazer dupla penetração nela, ela também teve a primeira dupla penetração vaginal e depois a segunda com a outra rola. Colocaram ela de quatro e os três sodomizaram ela, alternando um pouco cada um dentro do cu dela, até que um depois do outro gozaram dentro do ânus dela. Pra sorte de todos, naquele domingo choveu, então foram almoçar e a tarde inteira até de noitinha deixaram ela na cama, dando mais erva pra ela e enchendo ela de rola e porra por todo lado.
Não dá pra explicar o que se sente enquanto sua esposa te conta como foi usada como uma puta e como um depósito pra despejar sêmen durante 24 horas. A pica parecia que ia explodir, doía de tanto que inchava. Por outro lado, eu pensava: "E agora? Como é que você satisfaz ela com 13 cm?" e ter que esperar recarregar, etc., depois de ter ficado com três jovens viris que comeram ela umas 15 vezes, segundo ela me disse. Quem mais contou foi ele, caprichou nos detalhes, principalmente nas duplas penetrações, como se quisesse aumentar ainda mais minha tara e mostrar que fez com sobra o que eu pedi, pra ter carta branca e continuar comendo ela. Ela nunca mais foi a mesma em relação a: "sim e não", "com dois sim, com mais não", "se você não acabou de barbear, me arranha", "se você acabou de gozar, fico sensível e me incomoda continuar levando porrada", "dupla penetração não, porque me incomoda ficar sendo sacudida tanto", etc. Ela não teve mais frescuras nem condições. A partir daquele fim de semana, tava disposta a qualquer jogo sexual, com quem fosse e do jeito que fosse.
A gente ia sair de férias, então sem perder tempo pra não esfriar, falei pra ela me apresentar quando fosse buscá-la no trabalho. Foi assim: quando fui buscá-la, eles estavam na calçada conversando, ela me apresentou. Ela sugeriu a gente ir tomar alguma coisa porque tava com sede. Aí descobri que ele também ia sair de férias na mesma data e a 30 km de onde a gente ia, com mais dois amigos. Me ofereci pra dar carona, com a desculpa de que ele economizava a passagem. No começo ele recusou, dizendo que viajava com os amigos, mas ela deu um jeito de convencê-lo. Naquela noite em casa, a gente conversou sobre tudo. É muito excitante planejar com sua esposa como fazer pra outro comer ela. Chegou o dia da viagem, ela de top de lycra de algodão sem sutiã, com uma minissaia combinando, deixava até morto de pau duro. Saímos na estrada, entre conversas e risadas, parei o carro e ela passou pro banco de trás. Falei pra ele:
— Ela tem uma fantasia: transar no carro enquanto a gente viaja, e escolheu você pra realizar. Topa?
Ele riu nervoso, e pra completar... Ela, toda bobinha, diz:
— Vai realizar minha fantasia ou vou ter que esperar as próximas férias?
Ele topou o desafio, beijou ela, ela devorava a boca dele, dava pra ver que tava com muita vontade. Em 5 minutos já tava de peitos de fora, deitada, ele de calça arriada. Pelo espelho vi ela colocando a camisinha nele. Ele se ajeitou por cima dela, meteu — não vi direito — mas ela começou a gemer e suspirar. Pensei: "Mais um que fez ela sua, já tá dentro dela, tomando posse da buceta dela". Não demorou muito pra gozar gritando feito louca, como sempre. Meu pau pulsava dentro da calça, enquanto eu apertava o cu pra me segurar e não gozar.
Continuaram conversando, se beijando, rindo. A gente conversava com ele numa boa, como se o que tivesse rolado fosse a coisa mais normal. Pouco depois, já estavam se beijando apaixonadamente, ele chupando os peitos dela, enquanto ela, pelo movimento, tava batendo uma pra ele. Ela montou nele e começou a cavalgar. Tavam tão na deles que nem perceberam que eu cheguei no pedágio. Estacionei bem na frente e abaixei o vidro de trás pro cara da cabine ver o show. Na hora ele olhou pra trás, se espantou, me encarou, me deu o ticket sem tirar o olho do vidro de trás. Exatamente nessa hora ela começou a pular que nem doida e gozou aos berros. Não ligou nem pro pedágio nem pro cara vendo. Esperei ela terminar pro cara da cabine ficar bem excitado. O de trás buzinou, arranquei. Imagino como aquele cara deve ter ficado. E ainda acho que a câmera de segurança da cabine filmou tudo.
Paramos num posto. Quando ela foi no banheiro, falei pra ele:
— Você realizou sua fantasia de comer sua chefe, realizou a fantasia dela. Agora, se quiser continuar comendo ela, realiza a minha. Queria que fosse uma suruba com vários caras. Quero que ela se divirta e depois venha me contar. Ela se cuida, então não precisa usar camisinha — enche ela bem de porra.
Combinamos que ela ia até onde ele estava. Com os amigos e que fizessem de tudo com ela, mas sem saber que era colega de trabalho dela, e silêncio absoluto no emprego, senão tudo acabava. Deixamos ela no destino dela e fomos pro nosso. Dois dias depois, ele já tava ligando pra ela, convidando pra sair pra dançar, tomar alguma coisa, que queria ficar com ela, que pensava nela todo dia. Só na segunda semana ela aceitou ir. Falei pra ela que não tinha problema com o tempo, que voltasse no outro dia, que dormisse com ele se quisesse. O que não contei é que tava mandando ela pro matadouro pra ser curtida. Ele veio buscá-la, ficou com eles de sábado à noite até domingo à noite, quando voltou de carro de aplicativo. Mais tarde ela me contou: foram a um pub, e depois ele levou ela pro apartamento que alugavam. Daí a pouco chegaram os dois amigos dele, apresentou todo mundo, todos caras entre 19 e 21 anos (ela, 34). Teve álcool, fizeram ela fumar maconha pela primeira vez na vida, ela nunca tinha fumado nem cigarro comum.
Num momento, Andrés começou a beijar ela, e foi levantando a saia até deixar a bunda dela no ar. Ela sentiu outro beijando as nádegas dela e tirando a calcinha fio dental. Esse mesmo se levantou, pegou ela pela cintura, virou ela e beijou, enquanto Andrés colocava a pica entre as nádegas dela. O outro se aproximou, pegou ela pela mão e levou até ele, abraçou e beijou ela. Enquanto isso, os outros dois tiraram a roupa, depois ele também se despiu. Minutos depois, ela tava de joelhos no meio dos três, saboreando as picas deles.

Entre o que deram pra ela fumar e o álcool, ela tava muito doida e excitada, o que ela via na frente só aumentava a libido dela. Fizeram de tudo com ela, ninguém teve exclusividade, sempre estavam os quatro. Se revezavam pra fazer dupla penetração nela, ela também teve a primeira dupla penetração vaginal e depois a segunda com a outra rola. Colocaram ela de quatro e os três sodomizaram ela, alternando um pouco cada um dentro do cu dela, até que um depois do outro gozaram dentro do ânus dela. Pra sorte de todos, naquele domingo choveu, então foram almoçar e a tarde inteira até de noitinha deixaram ela na cama, dando mais erva pra ela e enchendo ela de rola e porra por todo lado.
Não dá pra explicar o que se sente enquanto sua esposa te conta como foi usada como uma puta e como um depósito pra despejar sêmen durante 24 horas. A pica parecia que ia explodir, doía de tanto que inchava. Por outro lado, eu pensava: "E agora? Como é que você satisfaz ela com 13 cm?" e ter que esperar recarregar, etc., depois de ter ficado com três jovens viris que comeram ela umas 15 vezes, segundo ela me disse. Quem mais contou foi ele, caprichou nos detalhes, principalmente nas duplas penetrações, como se quisesse aumentar ainda mais minha tara e mostrar que fez com sobra o que eu pedi, pra ter carta branca e continuar comendo ela. Ela nunca mais foi a mesma em relação a: "sim e não", "com dois sim, com mais não", "se você não acabou de barbear, me arranha", "se você acabou de gozar, fico sensível e me incomoda continuar levando porrada", "dupla penetração não, porque me incomoda ficar sendo sacudida tanto", etc. Ela não teve mais frescuras nem condições. A partir daquele fim de semana, tava disposta a qualquer jogo sexual, com quem fosse e do jeito que fosse.
13 comentários - Fiz minha esposa ser comida na festa
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