Cacho segurava ela pelas cadeiras e metia de baixo pra cima, enquanto eu comia ela por trás com tudo.
Sentia a pica do Cacho roçando em mim através da parede fininha, e isso me deixava mais doido ainda. Marta gozou primeiro, tremendo inteira, apertando a gente tão forte que quase fez nós dois gozar.—Tô gozando, tô gozando, seus filhos da puta! Enche eu, enche eu toda!
Cacho não aguentou mais. Rosnou forte e se esvaziou dentro da minha buceta, jorros quentes que eu sentia pulsar. Isso acabou de me quebrar, saí do cu, apontei pra costa dela e joguei toda a porra em cima, pintando o vestido florido de branco. Jorros longos, grossos, que escorriam pela coluna até a bunda.
Marta ficou ali, ofegante, com a buceta gotejando a porra do Cacho e as costas todas manchadas com a minha. Ela se virou devagar, ajoelhou entre nós dois e limpou nossas picas com a língua, uma por uma, olhando fixo pra gente.—Mmm, que gostoso que a gente fica junto… —disse, com um sorriso safado—. E agora? O almoço esfriou, mas eu ainda tô com fome.
Cacho e eu nos olhamos, ainda ofegantes.—Traz a mesa pra sala —falei pra Marta—. Vamo continuar comendo… mas tu vai ser a sobremesa.
Ela riu baixinho, se levantou e foi buscar a mesa, com o vestido levantado e a buceta escorrendo pelas pernas.
A tarde mal tinha começado, Gustavo e Marta ainda não tinham terminado de pedir.
Sentia a pica do Cacho roçando em mim através da parede fininha, e isso me deixava mais doido ainda. Marta gozou primeiro, tremendo inteira, apertando a gente tão forte que quase fez nós dois gozar.—Tô gozando, tô gozando, seus filhos da puta! Enche eu, enche eu toda!
Cacho não aguentou mais. Rosnou forte e se esvaziou dentro da minha buceta, jorros quentes que eu sentia pulsar. Isso acabou de me quebrar, saí do cu, apontei pra costa dela e joguei toda a porra em cima, pintando o vestido florido de branco. Jorros longos, grossos, que escorriam pela coluna até a bunda.
Marta ficou ali, ofegante, com a buceta gotejando a porra do Cacho e as costas todas manchadas com a minha. Ela se virou devagar, ajoelhou entre nós dois e limpou nossas picas com a língua, uma por uma, olhando fixo pra gente.—Mmm, que gostoso que a gente fica junto… —disse, com um sorriso safado—. E agora? O almoço esfriou, mas eu ainda tô com fome.
Cacho e eu nos olhamos, ainda ofegantes.—Traz a mesa pra sala —falei pra Marta—. Vamo continuar comendo… mas tu vai ser a sobremesa.
Ela riu baixinho, se levantou e foi buscar a mesa, com o vestido levantado e a buceta escorrendo pelas pernas.
A tarde mal tinha começado, Gustavo e Marta ainda não tinham terminado de pedir.
1 comentários - Marta y Gustavo y su Vecino parte 2