Deitei tranquilo, ouvindo elas continuarem conversando, discutindo um pouco. A Luz queria que minha sogra se afastasse, e ela já não queria mais fazer isso. Enquanto isso, eu pensava em esticar aquilo ao máximo. Quem em sã consciência não quer continuar nesse sonho? Alguma coisa vai me ocorrer, pensei, e acabei dormindo.
As duas voltaram a se deitar, e entre o sono eu conseguia senti-las. A Ana nos acordou com o mate pronto, e ninguém falava muito; comentávamos alguma coisinha da TV, mas nada além. O clima estava estranho. Então sugeri conversarmos pra tentar achar uma solução que beneficiasse todo mundo, claro que especialmente a mim, mesmo que eu não dissesse.
Já no meio da conversa, tinha hora que o tom subia entre elas, enquanto eu interferia pra acalmar os ânimos, mas praticamente não falava. A postura da Luz era que a mãe não continuasse, e a da Ana era que queria sim, mas com o tempero de ser bem frequente. Com o tempo, a negociação entre elas piorou, e ficou mais que claro que não tinha como chegar a um bom porto.
Eu: Tenho uma proposta pras duas, e acho que é a melhor.
Elas se calaram e se prepararam pra ouvir com atenção.
Eu: Luz, eu te amo e quero que a gente volte a ficar junto. E que você volte a ser minha namorada.
Com um sorriso debochado, ela olhou pra mãe, como quem diz "eu venci", mas eu continuei falando.
Eu: Acho também que as pretensões da sua mãe não são as melhores.
A Ana me olhou, como quem diz "Você vai me deixar de fora".
Eu: Mas tá claro que, mesmo não sendo a melhor forma que ela escolheu, a gente tá junto e vai continuar junto. Também por ajuda dela, então algum mérito ela tem. Não acha, amor?
Luz: É, verdade.
Eu: Então a proposta é a gente continuar como tá e de vez em quando ela poder vir, passar uma noite, um fim de semana ou algo assim.
Luz: Mas amor, não é normal minha mãe vir...
Eu: Luz, nunca foi normal e você aceitou. Desde o começo, antes de a gente ficar junto, porque agora eu deixei de ser?
Luz: É que eu quero você só pra mim, e não pensei que isso podia escalar tanto..
Eu: Sou seu e isso você devia ter pensado antes também. Acho que é uma proposta mais que justa, pra todo mundo.
Luz: Tá bom, aceito.
Ana: Eu também aceito. Não vou interferir no relacionamento de vocês enquanto cumprirem a parte de vocês.
Eu: Beleza, fechem o trato entre vocês, se abracem e se beijem. No fim das contas, são mãe e filha, não precisam brigar.
Enquanto sorriram e se abraçaram, aproveitei o momento.
Eu: Não me deixem de fora, fechem o trato comigo também.
Quando as duas me olharam, eu já tinha tirado a rola da cueca, ela tava acordando e bem durinha.
Ana: Nossa, não é só você que quer comemorar, pelo visto.
Eu: Não nos deixem de fora, vamos fechar o trato. É tudo pra vocês.
As duas se ajoelharam rapidamente de quatro, aproximando o rosto da rola e a bunda no pé da cama. Ana segurou ela enquanto mordia o lábio e soltou um “Uff”.
Ana: Chupa você primeiro, filha, é toda sua.
Luz: Fica tranquila, mãe, eu vou ter mais tempo que você, aproveita.
Ela enfiou a rola inteira na boca, passava de uma bochecha pra outra e só tirava da boca como se fosse um pirulito gostoso e comprido, chupando com vontade, soltando um barulho alto no quarto quando terminava de sair. Luz observava bem de perto, enquanto acariciava as bolas e de vez em quando me olhava sorrindo.
Ana continuou segurando minha rola dentro, até começarem os engasgos, mas mesmo assim não tirava nem 2 centímetros do meu pau da boca e quando finalmente tirou, já tava dura pra caralho.
Ana: Já preparei pra você, filha, continua você.
Inverteram os papéis, agora minha sogra curtia a vista enquanto a filha tentava aguentar minha rola inteira na boca, ela tinha muito mais dificuldade, mas com um pouco de treino com certeza conseguiria. Ela se levantou e falou pra Ana: “Me ajuda, mãe”. A intenção era sentar em cima de mim e enquanto se acomodava, minha sogra segurava minha pica reta pra cima pra que a filha dela só precisasse se agarrar a mim, ela guiava pra que pudesse ficar completamente dentro da filha dela.
Quando conseguiu, ela reclamou um pouco, mas em 2 segundos já estava cavalgando que nem uma louca, enquanto a mãe dela tinha se ajoelhado atrás dela e me dava o show de apertar os peitos e os bicos da própria filha, pra minha cabeça explodir de safadeza e tesão.
Eu: Tô perto de gozar, bebê, já já. Não vou aguentar muito mais.
Segurei os quadris dela e tirei ela de cima, ela fez força pra ficar, mas expliquei que queria outra coisa.
Eu: Quero que as duas gozem juntas. Vem, senta no meu peito. Quero chupar sua buceta até você gozar na minha boca. E que sua mãe goze na minha pica.
As duas curtiram o plano e na hora colocaram em prática. Luz se apoiava um pouco em mim e no encosto da cama, enquanto Ana se mexia sem parar em cima da minha pica.
Ana: Tô tão perto, como isso me excita.
Luz: Eu também, ele tá chupando minha buceta de um jeito incrível.
Eu: Pega nos peitos dela como antes, ordenei pra Ana.
E enquanto ela fazia isso, Luz deixou as costas caírem contra o peito da mãe.
Eu: Puxa os bicos, forte.
Ana não parava de se mexer, enquanto Luz estava exaltada de tanto prazer, a nuca dela estava no ombro da mãe, ela revirava os olhos e o único final possível era que eu enchesse a boca com os sucos dela. Mas aconteceu algo mais, por causa do tesão do momento.
Ana: Você não sabe como a pica do seu namorado tá dura, não aguento mais.
Luz: Eu também não aguento.
Ana: Você não podia ser tão ruim e não me emprestar de vez em quando.
Antes que Luz pudesse responder, a mãe dela beijou ela e ela correspondeu com língua, bem fundo. Aquelas bocas gigantes, lábios carnudos e línguas molhadas cheias de saliva e gosto da minha pica, faziam que só com aquela vista qualquer homem não demorasse pra gozar, e eu não era diferente. exceção.
Ana parou de beijá-la só pra me avisar que eu tava enchendo ela de porra.
Ana: Tô enchendo a buceta dela de porra, filha, tá queimando.
Ao ouvir isso, espasmos fortes e furiosos, como se outra pessoa estivesse sacudindo o corpo da minha namorada, apareceram. E enquanto os olhos dela continuavam brancos e o corpo se contorcendo, ela encheu minha boca e quase todo meu rosto com os sucos dela.
Ana continuou, mas não aguentou por muito mais tempo. Teve poucos segundos de diferença entre o clímax de cada um. Ficamos nos segurando por um minuto assim, tentando nos recuperar. Rimos meio sem graça, mais pela putaria gostosa que a gente tinha feito do que por qualquer outra coisa.
Elas foram tomar banho. Ana esperava meu sogro vir buscá-la, e a Luz tinha que ir com ela. No dia seguinte ela tinha faculdade, mas não tinha roupa nem nada do que precisava. Então Ana, como uma boa sogra, se ofereceu pra buscar tudo que a filha precisava e trazer pra ela poder passar a noite comigo.
Terminamos o dia e a noite super bem com minha namorada. A gente tava morto, mas antes de dormir a gente transou de novo. Dessa vez foi devagar, manso e com carinho, já que nada disso tinha rolado no fim de semana.
Antes de dormir, fiquei pensando: quanta gentileza tinha de repente no ar, e quanto sexo bom eu ia ter daqui pra frente. Quantas fantasias e putarias de tanta gente eu tinha realizado em um único fim de semana? Mas além disso, que outras fantasias eu poderia realizar daqui em diante? A resposta era muitas, claro. Não só a Luz era minha propriedade, mas minha sogra também.
Terminamos aqui e seguimos com outra saga ou querem mais?
As duas voltaram a se deitar, e entre o sono eu conseguia senti-las. A Ana nos acordou com o mate pronto, e ninguém falava muito; comentávamos alguma coisinha da TV, mas nada além. O clima estava estranho. Então sugeri conversarmos pra tentar achar uma solução que beneficiasse todo mundo, claro que especialmente a mim, mesmo que eu não dissesse.
Já no meio da conversa, tinha hora que o tom subia entre elas, enquanto eu interferia pra acalmar os ânimos, mas praticamente não falava. A postura da Luz era que a mãe não continuasse, e a da Ana era que queria sim, mas com o tempero de ser bem frequente. Com o tempo, a negociação entre elas piorou, e ficou mais que claro que não tinha como chegar a um bom porto.
Eu: Tenho uma proposta pras duas, e acho que é a melhor.
Elas se calaram e se prepararam pra ouvir com atenção.
Eu: Luz, eu te amo e quero que a gente volte a ficar junto. E que você volte a ser minha namorada.
Com um sorriso debochado, ela olhou pra mãe, como quem diz "eu venci", mas eu continuei falando.
Eu: Acho também que as pretensões da sua mãe não são as melhores.
A Ana me olhou, como quem diz "Você vai me deixar de fora".
Eu: Mas tá claro que, mesmo não sendo a melhor forma que ela escolheu, a gente tá junto e vai continuar junto. Também por ajuda dela, então algum mérito ela tem. Não acha, amor?
Luz: É, verdade.
Eu: Então a proposta é a gente continuar como tá e de vez em quando ela poder vir, passar uma noite, um fim de semana ou algo assim.
Luz: Mas amor, não é normal minha mãe vir...
Eu: Luz, nunca foi normal e você aceitou. Desde o começo, antes de a gente ficar junto, porque agora eu deixei de ser?
Luz: É que eu quero você só pra mim, e não pensei que isso podia escalar tanto..
Eu: Sou seu e isso você devia ter pensado antes também. Acho que é uma proposta mais que justa, pra todo mundo.
Luz: Tá bom, aceito.
Ana: Eu também aceito. Não vou interferir no relacionamento de vocês enquanto cumprirem a parte de vocês.
Eu: Beleza, fechem o trato entre vocês, se abracem e se beijem. No fim das contas, são mãe e filha, não precisam brigar.
Enquanto sorriram e se abraçaram, aproveitei o momento.
Eu: Não me deixem de fora, fechem o trato comigo também.
Quando as duas me olharam, eu já tinha tirado a rola da cueca, ela tava acordando e bem durinha.
Ana: Nossa, não é só você que quer comemorar, pelo visto.
Eu: Não nos deixem de fora, vamos fechar o trato. É tudo pra vocês.
As duas se ajoelharam rapidamente de quatro, aproximando o rosto da rola e a bunda no pé da cama. Ana segurou ela enquanto mordia o lábio e soltou um “Uff”.
Ana: Chupa você primeiro, filha, é toda sua.
Luz: Fica tranquila, mãe, eu vou ter mais tempo que você, aproveita.
Ela enfiou a rola inteira na boca, passava de uma bochecha pra outra e só tirava da boca como se fosse um pirulito gostoso e comprido, chupando com vontade, soltando um barulho alto no quarto quando terminava de sair. Luz observava bem de perto, enquanto acariciava as bolas e de vez em quando me olhava sorrindo.
Ana continuou segurando minha rola dentro, até começarem os engasgos, mas mesmo assim não tirava nem 2 centímetros do meu pau da boca e quando finalmente tirou, já tava dura pra caralho.
Ana: Já preparei pra você, filha, continua você.
Inverteram os papéis, agora minha sogra curtia a vista enquanto a filha tentava aguentar minha rola inteira na boca, ela tinha muito mais dificuldade, mas com um pouco de treino com certeza conseguiria. Ela se levantou e falou pra Ana: “Me ajuda, mãe”. A intenção era sentar em cima de mim e enquanto se acomodava, minha sogra segurava minha pica reta pra cima pra que a filha dela só precisasse se agarrar a mim, ela guiava pra que pudesse ficar completamente dentro da filha dela.
Quando conseguiu, ela reclamou um pouco, mas em 2 segundos já estava cavalgando que nem uma louca, enquanto a mãe dela tinha se ajoelhado atrás dela e me dava o show de apertar os peitos e os bicos da própria filha, pra minha cabeça explodir de safadeza e tesão.
Eu: Tô perto de gozar, bebê, já já. Não vou aguentar muito mais.
Segurei os quadris dela e tirei ela de cima, ela fez força pra ficar, mas expliquei que queria outra coisa.
Eu: Quero que as duas gozem juntas. Vem, senta no meu peito. Quero chupar sua buceta até você gozar na minha boca. E que sua mãe goze na minha pica.
As duas curtiram o plano e na hora colocaram em prática. Luz se apoiava um pouco em mim e no encosto da cama, enquanto Ana se mexia sem parar em cima da minha pica.
Ana: Tô tão perto, como isso me excita.
Luz: Eu também, ele tá chupando minha buceta de um jeito incrível.
Eu: Pega nos peitos dela como antes, ordenei pra Ana.
E enquanto ela fazia isso, Luz deixou as costas caírem contra o peito da mãe.
Eu: Puxa os bicos, forte.
Ana não parava de se mexer, enquanto Luz estava exaltada de tanto prazer, a nuca dela estava no ombro da mãe, ela revirava os olhos e o único final possível era que eu enchesse a boca com os sucos dela. Mas aconteceu algo mais, por causa do tesão do momento.
Ana: Você não sabe como a pica do seu namorado tá dura, não aguento mais.
Luz: Eu também não aguento.
Ana: Você não podia ser tão ruim e não me emprestar de vez em quando.
Antes que Luz pudesse responder, a mãe dela beijou ela e ela correspondeu com língua, bem fundo. Aquelas bocas gigantes, lábios carnudos e línguas molhadas cheias de saliva e gosto da minha pica, faziam que só com aquela vista qualquer homem não demorasse pra gozar, e eu não era diferente. exceção.
Ana parou de beijá-la só pra me avisar que eu tava enchendo ela de porra.
Ana: Tô enchendo a buceta dela de porra, filha, tá queimando.
Ao ouvir isso, espasmos fortes e furiosos, como se outra pessoa estivesse sacudindo o corpo da minha namorada, apareceram. E enquanto os olhos dela continuavam brancos e o corpo se contorcendo, ela encheu minha boca e quase todo meu rosto com os sucos dela.
Ana continuou, mas não aguentou por muito mais tempo. Teve poucos segundos de diferença entre o clímax de cada um. Ficamos nos segurando por um minuto assim, tentando nos recuperar. Rimos meio sem graça, mais pela putaria gostosa que a gente tinha feito do que por qualquer outra coisa.
Elas foram tomar banho. Ana esperava meu sogro vir buscá-la, e a Luz tinha que ir com ela. No dia seguinte ela tinha faculdade, mas não tinha roupa nem nada do que precisava. Então Ana, como uma boa sogra, se ofereceu pra buscar tudo que a filha precisava e trazer pra ela poder passar a noite comigo.
Terminamos o dia e a noite super bem com minha namorada. A gente tava morto, mas antes de dormir a gente transou de novo. Dessa vez foi devagar, manso e com carinho, já que nada disso tinha rolado no fim de semana.
Antes de dormir, fiquei pensando: quanta gentileza tinha de repente no ar, e quanto sexo bom eu ia ter daqui pra frente. Quantas fantasias e putarias de tanta gente eu tinha realizado em um único fim de semana? Mas além disso, que outras fantasias eu poderia realizar daqui em diante? A resposta era muitas, claro. Não só a Luz era minha propriedade, mas minha sogra também.
Terminamos aqui e seguimos com outra saga ou querem mais?
5 comentários - Luz, Ana e Eu 12