Oi, como vocês estão?
Fiquei sumida por um tempão, desculpa, tive uns rolos pessoais pra resolver, mas sempre tive vontade de terminar meu conto, que, aliás, faltam 2 partes, essa e mais uma, pelo menos dentro dessa história em particular.
Pra quem não tem o contexto, é recomendável ler elas, e depois continuar nesse conto.https://www.poringa.net/posts/relatos/5410069/Mi-primera-infidelidad.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/5416408/Mi-primera-infidelidad-Parte-2.html

Dejo mi cafecito y onlyfans por aca (only todavía en proceso y esta gratis por ahora).
https://cafecito.app/zuley9573
https://onlyfans.com/zuley9573
https://www.instagram.com/zuley9573/Bom, resumindo um pouco, eu sou a "ANA", tava há 3 anos num relacionamento tóxico, tudo muito desgastado e monótono, eu tinha uns 22 ou 23 anos na época (época de SMS, pra vocês terem uma ideia), e tinha um filho com menos de 1 ano (lembro que ele já engatinhava, acho, sei lá, passou tanto tempo que tô confusa). Conheci um cara que vou chamar de "PABLO", com quem tive 2 sessões de beijos intensos, mas não rolou mais nada (eu queria pra caralho, mas tem que segurar certos impulsos).
Depois do segundo encontro, ele deixou a bola do meu lado, eu tinha que mostrar interesse ou iniciativa. Eu tinha os dois, o que não tinha era tempo. Lembrando que, mesmo não trabalhando e dependendo financeiramente do meu parceiro, eu ficava em casa cuidando do meu filho, fazendo tarefas domésticas intermináveis: passando, lavando, limpando, preparando café da manhã, almoço e jantar pra ele. Vocês já sabem como é, e se não sabem, podem imaginar.
Daí, conseguir tempo pra sumir sozinha por 2 ou 3 horas, sem meu filho, e com alguma desculpa convincente pro meu parceiro, era muito, muito difícil. Mas a ideia não saía da minha cabeça.
Conheci o Pablo fazia menos de 1 semana e já tava super entregue, todo tipo de pensamento obsceno passava pela minha cabeça, tudo muito filme pornô. Acho que esses pensamentos tão na maioria das cabeças das mulheres, só que a gente é ensinada a não mostrar ou não falar sobre eles, por causa do que a sociedade ou os outros vão pensar. E convenhamos, quando a gente é mais nova, a chama pega mais fácil; e acho que meu caso era pior, porque eu tinha uma chama quase apagada pra minha idade, então não foi difícil reacender.
Desculpa, tô me perdendo nos detalhes.
Mesmo meu marido (lembrando que a gente morava junto, não era casado) não me dar muita atenção, isso não quer dizer que ele não fosse controlador. Eu não podia sumir do nada, sem dar nenhuma explicação.
Por diferentes... Trocas de SMS, eu sabia que Pablo chegava 19h em casa, que os fins de semana eram relativamente tranquilos pra ele, e que ele morava só com o irmão mais velho, que muitas vezes não tava em casa.
Eu, pra conseguir sair sozinha, dependia dos meus sogros, e nem sempre era fácil de coordenar. Também dava pra levar meu filho pra casa de algum irmão ou irmã, mas eles não moravam perto, e aí tudo ficava mais complicado.
Lembrando que eu não tava numa situação financeira boa, e não dava pra escolher um lugar pra gente se ver, tipo um lugar com parquinho ou brinquedos infantis, pra levar meu filho enquanto eu via o Pablo. Tinha que ser um lugar mais público, tipo uma praça ou um parque. Essas eram boas opções, porque eu já fazia esses passeios com meu filho regularmente.
Enfim, decidi ver ele de novo, num fim de semana, à tarde, com a desculpa de que ia pro parque/praça. Meu marido geralmente não me acompanhava nesses passeios, e eu podia ficar a tarde toda, desde que desse tempo de chegar em casa e fazer o jantar.
Mandei um SMS pro Pablo, expliquei minha situação, que tava com vontade de ver ele, mas que a maior parte do tempo tava com meu filho. Sugeri irmos matear num parque ou numa praça. Ele disse pra eu não me preocupar, que isso não incomodava ele, topou a ideia do rolê, mas me ofereceu de novo ir na casa dele, falando que o irmão não ia estar lá o fim de semana inteiro.
Isso me arrepiou toda, porque é uma casa vazia, porque numa casa não tem olhares indiscretos de terceiros, porque são outras possibilidades, porque tem mais intimidade. Eu sei que ia estar com meu filho, mas não me julguem, é assim que certas coisas acontecem, o corpo é o corpo. Tudo era muito confuso em mim, na minha casa eu tinha pensamentos de puta, de puta safada, queria TUDO! Agora, quando surgia uma chance de algo, o medo me pegava, eu recuava, tudo me dava um "receio". É super difícil de explicar.
Depois de uma pequena troca de SMS, aceitei, e a ideia era a gente se ver, acho que num sábado ou domingo, 15h. É. Minha desculpa, já expliquei antes. Quando contei pro meu marido, ele nem ligou, acho que falou "sorte, divirtam-se" e continuou vendo TV como se nada fosse. Bom, chegou o sábado, tomei banho, me perfumei e vesti uma roupa pra ir na praça ou no parque, acho que não tava com intenção de nada, porque não lembro de ter me depilado, mesmo que geralmente eu esteja bem depiladinha, tendo ou não tendo ação.😉Peguei o carrinho ou a nenê, verdade, não lembro, e fomos embora.
Bato na campainha, a gente se cumprimenta, sem beijo na rua, por via das dúvidas. Entro, ele cumprimenta meu filho, e em mim um beijo na bochecha, achei de boa, dada a situação.
Ele me perguntou se queria tomar algo, me oferece várias bebidas, falo que “não”, já começo a ficar tímida. Mesmo assim, ele me traz um copo de água gelada, e a gente senta na sala, tinha um tapete, então deixei meu filho ali, na hora ele traz uns carrinhos pro meu filho, um gesto bonito que já tinha rolado da última vez.
Já comentei que ele tinha uma casa bonita, grande, tudo muito arrumado e organizado, típico de quem não tem bebês/filhos. Era de uma família classe média, parecia, classe trabalhadora.
A gente sentou de frente, longe, com a mesinha de centro no meio. Conversamos, ele perguntou coisas sobre mim, eu perguntei sobre ele, a família dele, o trabalho, nada demais, de vez em quando eu olhava pro lábio dele (Ele confessou depois que também fazia o mesmo), meu filho brincava sossegado, tinha música de fundo, ele fez uns mates, e assim foi passando um tempo. De vez em quando eu dava uma olhada no celular, como se meu marido fosse perguntar alguma coisa, mas nunca perguntava, por que ia ser hoje? Mas sei lá, deviam ser os nervos, ou a sensação de que tava fazendo algo errado.
O tempo todo foi normal, uma conversa, mesmo eu querendo devorar ele de beijos. Se eu levantava pra cuidar do meu filho, acho que ele dava uma olhada na minha bunda, como comentei num post anterior, eu tinha uma bunda linda naquela época, empinada, durinha, maravilhosa, de revista, e ainda usava um jeans meio apertado que marcava ainda mais, sim, minha bundinha era meu ponto forte fisicamente e algo que eu podia exibir.
Nisso, meu filho, ou entediado ou cansado, começa a fazer manha, acho que tava com sono. Falo que talvez ele quisesse dormir um pouco. Pablo me diz: “se quiser, lá em cima no quarto tem TV, podemos colocar um filme lá e assistir”, ele tinha baixado uns filmes, incluindo infantis (sim, na época em que se baixava os filmes). filmes e gravavam em CD ou Pendrive). Confesso, não pensei nada demais, depois me toquei que pra homem ver um filme não significa ver um filme, mas naquela época eu ainda não sabia disso. Tô fazendo isso incrivelmente longo, desculpa, não sei narrar de outro jeito. Então, desculpa, mas melhor a outra parte, a gente deixa pra próxima…https://www.poringa.net/posts/relatos/6263238/Mi-primera-infidelidad-Parte-3---2-2.htmlAqui meu primeiro vídeozinho:https://www.poringa.net/posts/videos/6264720/Primer-mini-videito.html
Fiquei sumida por um tempão, desculpa, tive uns rolos pessoais pra resolver, mas sempre tive vontade de terminar meu conto, que, aliás, faltam 2 partes, essa e mais uma, pelo menos dentro dessa história em particular.
Pra quem não tem o contexto, é recomendável ler elas, e depois continuar nesse conto.https://www.poringa.net/posts/relatos/5410069/Mi-primera-infidelidad.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/5416408/Mi-primera-infidelidad-Parte-2.html

Dejo mi cafecito y onlyfans por aca (only todavía en proceso y esta gratis por ahora).
https://cafecito.app/zuley9573
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https://www.instagram.com/zuley9573/Bom, resumindo um pouco, eu sou a "ANA", tava há 3 anos num relacionamento tóxico, tudo muito desgastado e monótono, eu tinha uns 22 ou 23 anos na época (época de SMS, pra vocês terem uma ideia), e tinha um filho com menos de 1 ano (lembro que ele já engatinhava, acho, sei lá, passou tanto tempo que tô confusa). Conheci um cara que vou chamar de "PABLO", com quem tive 2 sessões de beijos intensos, mas não rolou mais nada (eu queria pra caralho, mas tem que segurar certos impulsos).
Depois do segundo encontro, ele deixou a bola do meu lado, eu tinha que mostrar interesse ou iniciativa. Eu tinha os dois, o que não tinha era tempo. Lembrando que, mesmo não trabalhando e dependendo financeiramente do meu parceiro, eu ficava em casa cuidando do meu filho, fazendo tarefas domésticas intermináveis: passando, lavando, limpando, preparando café da manhã, almoço e jantar pra ele. Vocês já sabem como é, e se não sabem, podem imaginar.
Daí, conseguir tempo pra sumir sozinha por 2 ou 3 horas, sem meu filho, e com alguma desculpa convincente pro meu parceiro, era muito, muito difícil. Mas a ideia não saía da minha cabeça.
Conheci o Pablo fazia menos de 1 semana e já tava super entregue, todo tipo de pensamento obsceno passava pela minha cabeça, tudo muito filme pornô. Acho que esses pensamentos tão na maioria das cabeças das mulheres, só que a gente é ensinada a não mostrar ou não falar sobre eles, por causa do que a sociedade ou os outros vão pensar. E convenhamos, quando a gente é mais nova, a chama pega mais fácil; e acho que meu caso era pior, porque eu tinha uma chama quase apagada pra minha idade, então não foi difícil reacender.
Desculpa, tô me perdendo nos detalhes.
Mesmo meu marido (lembrando que a gente morava junto, não era casado) não me dar muita atenção, isso não quer dizer que ele não fosse controlador. Eu não podia sumir do nada, sem dar nenhuma explicação.
Por diferentes... Trocas de SMS, eu sabia que Pablo chegava 19h em casa, que os fins de semana eram relativamente tranquilos pra ele, e que ele morava só com o irmão mais velho, que muitas vezes não tava em casa.
Eu, pra conseguir sair sozinha, dependia dos meus sogros, e nem sempre era fácil de coordenar. Também dava pra levar meu filho pra casa de algum irmão ou irmã, mas eles não moravam perto, e aí tudo ficava mais complicado.
Lembrando que eu não tava numa situação financeira boa, e não dava pra escolher um lugar pra gente se ver, tipo um lugar com parquinho ou brinquedos infantis, pra levar meu filho enquanto eu via o Pablo. Tinha que ser um lugar mais público, tipo uma praça ou um parque. Essas eram boas opções, porque eu já fazia esses passeios com meu filho regularmente.
Enfim, decidi ver ele de novo, num fim de semana, à tarde, com a desculpa de que ia pro parque/praça. Meu marido geralmente não me acompanhava nesses passeios, e eu podia ficar a tarde toda, desde que desse tempo de chegar em casa e fazer o jantar.
Mandei um SMS pro Pablo, expliquei minha situação, que tava com vontade de ver ele, mas que a maior parte do tempo tava com meu filho. Sugeri irmos matear num parque ou numa praça. Ele disse pra eu não me preocupar, que isso não incomodava ele, topou a ideia do rolê, mas me ofereceu de novo ir na casa dele, falando que o irmão não ia estar lá o fim de semana inteiro.
Isso me arrepiou toda, porque é uma casa vazia, porque numa casa não tem olhares indiscretos de terceiros, porque são outras possibilidades, porque tem mais intimidade. Eu sei que ia estar com meu filho, mas não me julguem, é assim que certas coisas acontecem, o corpo é o corpo. Tudo era muito confuso em mim, na minha casa eu tinha pensamentos de puta, de puta safada, queria TUDO! Agora, quando surgia uma chance de algo, o medo me pegava, eu recuava, tudo me dava um "receio". É super difícil de explicar.
Depois de uma pequena troca de SMS, aceitei, e a ideia era a gente se ver, acho que num sábado ou domingo, 15h. É. Minha desculpa, já expliquei antes. Quando contei pro meu marido, ele nem ligou, acho que falou "sorte, divirtam-se" e continuou vendo TV como se nada fosse. Bom, chegou o sábado, tomei banho, me perfumei e vesti uma roupa pra ir na praça ou no parque, acho que não tava com intenção de nada, porque não lembro de ter me depilado, mesmo que geralmente eu esteja bem depiladinha, tendo ou não tendo ação.😉Peguei o carrinho ou a nenê, verdade, não lembro, e fomos embora.
Bato na campainha, a gente se cumprimenta, sem beijo na rua, por via das dúvidas. Entro, ele cumprimenta meu filho, e em mim um beijo na bochecha, achei de boa, dada a situação.
Ele me perguntou se queria tomar algo, me oferece várias bebidas, falo que “não”, já começo a ficar tímida. Mesmo assim, ele me traz um copo de água gelada, e a gente senta na sala, tinha um tapete, então deixei meu filho ali, na hora ele traz uns carrinhos pro meu filho, um gesto bonito que já tinha rolado da última vez.
Já comentei que ele tinha uma casa bonita, grande, tudo muito arrumado e organizado, típico de quem não tem bebês/filhos. Era de uma família classe média, parecia, classe trabalhadora.
A gente sentou de frente, longe, com a mesinha de centro no meio. Conversamos, ele perguntou coisas sobre mim, eu perguntei sobre ele, a família dele, o trabalho, nada demais, de vez em quando eu olhava pro lábio dele (Ele confessou depois que também fazia o mesmo), meu filho brincava sossegado, tinha música de fundo, ele fez uns mates, e assim foi passando um tempo. De vez em quando eu dava uma olhada no celular, como se meu marido fosse perguntar alguma coisa, mas nunca perguntava, por que ia ser hoje? Mas sei lá, deviam ser os nervos, ou a sensação de que tava fazendo algo errado.
O tempo todo foi normal, uma conversa, mesmo eu querendo devorar ele de beijos. Se eu levantava pra cuidar do meu filho, acho que ele dava uma olhada na minha bunda, como comentei num post anterior, eu tinha uma bunda linda naquela época, empinada, durinha, maravilhosa, de revista, e ainda usava um jeans meio apertado que marcava ainda mais, sim, minha bundinha era meu ponto forte fisicamente e algo que eu podia exibir.
Nisso, meu filho, ou entediado ou cansado, começa a fazer manha, acho que tava com sono. Falo que talvez ele quisesse dormir um pouco. Pablo me diz: “se quiser, lá em cima no quarto tem TV, podemos colocar um filme lá e assistir”, ele tinha baixado uns filmes, incluindo infantis (sim, na época em que se baixava os filmes). filmes e gravavam em CD ou Pendrive). Confesso, não pensei nada demais, depois me toquei que pra homem ver um filme não significa ver um filme, mas naquela época eu ainda não sabia disso. Tô fazendo isso incrivelmente longo, desculpa, não sei narrar de outro jeito. Então, desculpa, mas melhor a outra parte, a gente deixa pra próxima…https://www.poringa.net/posts/relatos/6263238/Mi-primera-infidelidad-Parte-3---2-2.htmlAqui meu primeiro vídeozinho:https://www.poringa.net/posts/videos/6264720/Primer-mini-videito.html
8 comentários - Minha primeira traição Parte 3 - 1/2
Pero los detalles hacen rica a la historia.
Comentar lo que pensás, ayuda a conocerte.
Muy rico y hot tu relato!