Faz mais de 10 anos que tive uma namorada muito gostosa. As coisas acabaram e ela casou; sempre mantivemos uma boa relação, tanto que eu fui no casamento dela. Com o marido, fundaram uma empresa e foram embora da cidade.
Por coisas da vida, me ligaram outro dia, porque tinham fechado um negócio aqui na minha cidade e precisavam de uma ajuda; eu me ofereci sem problema, ajudei eles com tudo.
Acontece que no final deu um imprevisto e o marido dela não pôde viajar, ela veio sozinha, eu fui buscá-la e levei ela onde precisava. Notei que ela não tinha mudado muito, continuava do mesmo jeito, gostosa pra caralho, ainda mantinha aquele corpo apesar dos 3 filhos que já tinha. No fim da reunião dela, passei pra buscá-la e levar pra casa dela, mas antes passamos pra tomar uns vinhos, já sabe, aquelas perguntas normais quando a gente não se vê há anos, e claro, umas cantadas minhas bem sutis. Eu tava vestido com um terno preto, isso esquenta qualquer uma.
Ao deixar ela em casa, peguei ela pela cintura, bem sutil, mas ela olhou nos meus olhos e eu dei um beijo rápido, que ela respondeu com um sorriso e me pegou pela mão. Saímos pra casa dela, quando chegamos ela pediu pra eu esperar, queria resolver uma coisa e já voltava. E olha só o que saiu!
Não me conta nada dessa vez," "Só sente. Sente comigo.Como ela já tinha sido minha namorada, sabia o que eu gostava. Sem dizer uma palavra, foi lá, baixou minha calça e cueca de um puxão suave. Meu pau pulou pra fora: grosso, comprido, cheio de veias. Soltei um gemido baixo ao sentir o ar, o quadril se mexendo sem querer pra frente. Ela envolveu meu pau com a mão e começou a masturbar devagar.
— Lembra disso? Até a garganta, olhando nos meus olhos?
Ela se ajoelhou entre as pernas e começou: língua lisa percorrendo todo o comprimento, chupando a cabeça com círculos molhados, descendo até a garganta sem esforço, subindo e descendo num ritmo constante. Joguei a cabeça pra trás no sofá, um gemido longo e fundo saindo do peito, as mãos agarrando o couro com força, nós dos dedos brancos.
Voltaram na minha mente aqueles momentos de quando éramos namorados, meu quadril empurrando de leve pra dentro da boca dela, meu pau pulsando mais duro a cada chupada.
Aí ela desceu pras bolas pesadas, chupando uma por uma com sorvos barulhentos, enfiando a língua entre as rugas.
— Ai, meu Deus... — escapou entre os dentes.
Vamos pro quarto.aí começamos a ter aquele sexo que eu já tinha esquecido como ela se mexia, de cima pra baixo, primeiro devagar, depois suave, com um ritmo impressionante, pra cima e pra baixo, e os gemidos dela enchiam o quarto. logo vieram aquelas lembranças na minha mente, e eu metia com força, minhas cadeiras contra aquela bunda que voltava a ser minha depois de tanto tempo, no começo duro e depois suave.


Continuamos, com aquele sexo descontrolado ela se virou e seguimos naquele galope intenso, me dando uma visão daquela cara linda, que eu não via há muito tempo. Eu tocava o corpo todo dela, aqueles peitos que tanto me agradavam, me colava neles de novo naquele frenesi.



Quando a gente já ia terminar, ela pediu o tempo exato pra eu tirar e gozar na barriga dela, e ela me deu aquela cara de putinha satisfeita que eu tanto adorava.
Por coisas da vida, me ligaram outro dia, porque tinham fechado um negócio aqui na minha cidade e precisavam de uma ajuda; eu me ofereci sem problema, ajudei eles com tudo. Acontece que no final deu um imprevisto e o marido dela não pôde viajar, ela veio sozinha, eu fui buscá-la e levei ela onde precisava. Notei que ela não tinha mudado muito, continuava do mesmo jeito, gostosa pra caralho, ainda mantinha aquele corpo apesar dos 3 filhos que já tinha. No fim da reunião dela, passei pra buscá-la e levar pra casa dela, mas antes passamos pra tomar uns vinhos, já sabe, aquelas perguntas normais quando a gente não se vê há anos, e claro, umas cantadas minhas bem sutis. Eu tava vestido com um terno preto, isso esquenta qualquer uma.
Ao deixar ela em casa, peguei ela pela cintura, bem sutil, mas ela olhou nos meus olhos e eu dei um beijo rápido, que ela respondeu com um sorriso e me pegou pela mão. Saímos pra casa dela, quando chegamos ela pediu pra eu esperar, queria resolver uma coisa e já voltava. E olha só o que saiu!

Não me conta nada dessa vez," "Só sente. Sente comigo.Como ela já tinha sido minha namorada, sabia o que eu gostava. Sem dizer uma palavra, foi lá, baixou minha calça e cueca de um puxão suave. Meu pau pulou pra fora: grosso, comprido, cheio de veias. Soltei um gemido baixo ao sentir o ar, o quadril se mexendo sem querer pra frente. Ela envolveu meu pau com a mão e começou a masturbar devagar.
— Lembra disso? Até a garganta, olhando nos meus olhos?
Ela se ajoelhou entre as pernas e começou: língua lisa percorrendo todo o comprimento, chupando a cabeça com círculos molhados, descendo até a garganta sem esforço, subindo e descendo num ritmo constante. Joguei a cabeça pra trás no sofá, um gemido longo e fundo saindo do peito, as mãos agarrando o couro com força, nós dos dedos brancos.
Voltaram na minha mente aqueles momentos de quando éramos namorados, meu quadril empurrando de leve pra dentro da boca dela, meu pau pulsando mais duro a cada chupada.
Aí ela desceu pras bolas pesadas, chupando uma por uma com sorvos barulhentos, enfiando a língua entre as rugas.
— Ai, meu Deus... — escapou entre os dentes.

Vamos pro quarto.aí começamos a ter aquele sexo que eu já tinha esquecido como ela se mexia, de cima pra baixo, primeiro devagar, depois suave, com um ritmo impressionante, pra cima e pra baixo, e os gemidos dela enchiam o quarto. logo vieram aquelas lembranças na minha mente, e eu metia com força, minhas cadeiras contra aquela bunda que voltava a ser minha depois de tanto tempo, no começo duro e depois suave.



Continuamos, com aquele sexo descontrolado ela se virou e seguimos naquele galope intenso, me dando uma visão daquela cara linda, que eu não via há muito tempo. Eu tocava o corpo todo dela, aqueles peitos que tanto me agradavam, me colava neles de novo naquele frenesi.



Quando a gente já ia terminar, ela pediu o tempo exato pra eu tirar e gozar na barriga dela, e ela me deu aquela cara de putinha satisfeita que eu tanto adorava.
3 comentários - El reencuentro