Ana, Luz e Eu 10

Lá pelas 3 ou 4 da madrugada, o quarto tava escuro pra caralho, só entrava um clarão da rua pelos buracos da persiana. Ouvi a Ana falando baixinho comigo e me cutucando de leve pra eu acordar. Abri os olhos e ela tava parada do lado da cama, dava pra ver só a silhueta dela, nada mais. Ana: "Shh, não acorda a Luz, vai pra sala que a gente precisa conversar." Ela saiu do quarto enquanto eu tentava me desvencilhar devagar da filha dela, sem acordar ela. Vi a luz do banheiro acesa, então passei reto e fui pra onde ela pediu. Sentei no sofá esperando, pensando no que ela queria falar. Talvez quisesse parar com tudo isso, botar um limite, se arrepender de tudo que fez desde o começo ou me xingar de tudo quanto é nome por ser um filho da puta igual a ela, na real. Ela abriu a porta do banheiro só uma fresta e falou baixo. Ana: "Tá aí?" Eu: "Tô, no sofá." Ana: "Sozinho?" Eu: "Sim, a Luz tá dormindo." Ela abriu a porta do banheiro de vez e eu senti que vinha na minha direção. Do sofá não dava pra ver a porta do banheiro. Quando chegou perto de mim, eu vi ela e percebi que não queria conversar, queria era foder. Na mão dela, a calcinha fio dental que a Luz tinha usado há pouco, rebolando aquela bunda de diabinha que tinha na fantasia, a tiara com chifrinhos e a saia vermelha. Se na Luz já era curta, imagina nela, que tem a raba maior. Ana: "Sabe o quê... Fiquei com vontade de usar essa fantasia. A de anjinho não serve em mim, mas essa acho que combina mais comigo. O que cê acha?" Eu: "Depende." Ana: "Do quê?" Eu: "Cê já viu o que sua filha fez com essa fantasia. Acha que consegue superar ela?" Ana: "É um desafio?" Eu: "Mais uma aposta." Ana: "O que a gente aposta?" Eu: "O que você quiser." Ana: "Se eu superar a Luz, quero que vocês continuem me chamando de vez em quando pra passar pelo menos uma noite com vocês." Eu: "E se você perder?" Ana: "Faço o que você quiser." Eu: "Qualquer coisa?" Ana: "O que você quiser, não tô nem aí. Tenho certeza que não vou perder." Eu: "Então fechou. Subiu em cima de mim e começou a me beijar, com os cotovelos juntava os peitos e os aproximava do meu rosto, enquanto eu segurava a bunda dela. A pica começou a pulsar forte, tinha acordado e ela sentiu, roçava a calcinha fio dental contra minha cueca e se mexia devagar. Começamos a ficar com calor, ofegávamos e as poucas palavras que dizíamos era em voz baixa, ela queria ter tempo a sós comigo e não queria me dividir com a filha, tinha ficado com vontade de ser comida por mim também e eu achava justo.
Ana: Adorei que antes você me fez chupar sua pica, do jeito que você queria.
Eu: E se você é uma puta, claro que adora.
Ana: Fala assim comigo, sujo, que eu me molho toda.
Eu: Ah é?
Ana: Fala sujo comigo, me trata mal, quero ser sua puta.
Eu: Serve pra alguma coisa e para de falar, puxa a borracha, puta.
Ela pulou de cima de mim pra se ajoelhar e começar a chupar pica desesperadamente, engolia, cuspia, batia punheta com as mãos e de vez em quando com os peitos, terrível como minha pica se sentia ali.
Ana: Você gosta?
Eu: Tá fazendo bem, tem que ensinar um pouco mais pra Luz.
Ana: Ela vai aprender com mais prática, chupar uma pica assim não é fácil e menos ainda engolir inteira... Ela enfiou até o fundo da garganta e um pouco mais, quando tirava da boca, engasgava e tentava tossir baixinho.
Eu: Que boquete gostoso.
Ana: Você gosta assim? Que eu seja comida só pela boca?
Eu: Sim, continua assim. Ainda tô pensando onde quero gozar.
Ana: Acho que daqui a pouco você vai ter certeza de onde fazer isso. Deixa comigo, tenho uma surpresinha a mais.
Eu: Para de falar e chupa, puta.
Ela continuou chupando minha pica igual uma louca enquanto eu curtia deitado no sofá, segurei o cabelo dela com uma mão e puxei a cabeça dela pra trás, dei um tapa nela "abre bem a boca", cuspi de longe, um pouco entrou e um pouco foi no rosto dela, bati de novo e cuspi no rosto dela de novo, espalhando minha saliva por toda a cara com a mão. E sem aviso, de novo, chupar.
Ana: Quero sentar na sua pica, não aguento mais. Eu: Implora
Ana: Por favor, me deixa sentar no teu pau?
Eu: A Luz pede melhor.
Ana: Deixa eu sentar no teu pau, quero te foder e que você me faça sua puta, por favor.
Eu: Agora sim. Ela subiu em cima e não precisou molhar, use a palavra: buceta, não meu pau, tava completamente encharcada. Suspiro de alívio e começou a cavalgar, começou num ritmo forte direto e cada vez aumentava o máximo que podia.
Ana: Cê gosta como eu te como, genro?
Eu: Cê faz bem, adoraria te dar umas palmadas boas. (Enquanto olhava a bunda dela se mexendo e a calcinha me deixava louco de tesão).
Ana: Me bate.
Eu: Não, sua filha vai acordar.
Ana: Tão forte vai me bater?
Eu: Sim, pra doer, é assim que se trata puta e deixar teu cu vermelho.
Ana: Ai, Deus, então vai, me bate, por favor.
Eu: Te falei que não, a Luz vai acordar.
Ana: Não tô nem aí com a outra surpresinha que tenho, certeza que você não vai aguentar. Ela se levantou e me fez levantar também do sofá pra ficar de quatro.
Ana: Olha meu rabo, cara. Quando me abaixei um pouco, vi algo vermelho brilhante entre as nádegas, um plug anal.
Ana: Cê gosta? Tava preparando pra você..
Eu: Que puta que você é, preferiu se abrir sozinha pra não doer com meu pau.
Ana: Não, meu amor, coloquei seco pra você não demorar tanto pra meter o pau e doer do mesmo jeito. Conhece essa calcinha?
Eu: Vou arrebentar teu cu, não tô nem aí pra calcinha.
Ana: Olha bem.
Eu: É a..
Ana: Aham, é a calcinha que dei pra Luz na primeira vez que você comeu ela. Cê gosta como fica em mim?
Eu: Isso é loucura, como você pode ser tão puta?
Ana: Tinha que ganhar da minha filha, então por que não tira o plug e mete o pau? Devagar, peguei a gema vermelha e fui tirando, ela abaixou a cabeça quase enfiando entre os peitos, mordendo os lábios pra não gritar. “Booop” foi o barulho que o cu dela fez ao tirar o plug.
Ana: Te falei que coloquei seco.
Eu: E meu pau vai entrar do mesmo jeito.
Ana: Não, não, molha um pouco.
Eu: Cala a boca, puta. Corri a tanga e apoiei a pica, começou a entrar devagar, mas como tava seco, apertava minha pica gostoso pra caralho. Dei só um pouquinho assim pra ela sentir bem como eu tava rasgando a bunda dela de verdade. Tirei e juntei os sucos da buceta dela pra passar na pica. Agora sim tava mais lubrificado e a gente curtiu mais. Ana: Cê gosta de rasgar a bunda da sua sogra? Eu: Sim, cê é uma puta. Ana: Cê gosta que eu tô de tanga da minha filha? Te excita? Eu: Sim, cê foi longe demais com isso. Que puta que cê é. Ana: Muito puta, papai, não vai me castigar por me comportar tão mal? Eu tava tão excitado que só queria rasgar o cu dela, castigar ela e que a Luz acordasse, já não me importava mais. Peguei ela pelos cabelos com força, apoiei a cabeça dela no braço do sofá e me levantei um pouco pra meter de cima pra baixo, penetrando mais fundo, e com a mão livre apertava as nádegas dela. A palmada durou várias vezes, os tapas batiam forte e ecoavam pela casa, assim como as estocadas brutas. Os gemidos dela já não eram mais abafados pra filha não acordar, isso já não importava. Enquanto isso, as palavras cruas que ela dizia não deixavam dúvida do que tava rolando. "Rasga minha bunda", "Enche minha bunda de porra", "Me bate, filho da puta", "Me castiga, sou uma sogra muito puta" eram algumas frases que ecoavam na sala. Até que alguma coisa fez a gente parar e ficar em silêncio: o som de uma porta se abrindo e um grito, o da Luz. Luz: QUE PORRA VOCÊS TÃO FAZENDO??

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