Minha namorada e os colegas de trabalho (parte 1)

Aqui vai um novo conto com temática cuckold

Minha namorada e os colegas de trabalho (1)
-Estou muito nervosa- Me disse Isa segurando minha mão.
-É normal, é o primeiro dia, mas você vai arrasar- Falei tentando acalmá-la.
A verdade é que eu também estava muito nervoso. Fazia um mês que tinha feito a entrevista para mudar de emprego, o salário era muito melhor, mas significava sair da cidade e me afastar da minha namorada quando só fazia um ano que tínhamos ido morar juntos.
A sorte veio quando, antes de sair da entrevista, ouvi que estavam procurando alguém para a administração nos escritórios. Contei pra Isa e ela mandou o currículo dela. Então hoje era o primeiro dia de trabalho para nós dois. Eu ficaria na oficina e ela no escritório.
A mudança de vida foi brusca, deixamos para trás nossa família e amigos e agora estávamos sozinhos numa cidade onde não conhecíamos ninguém. Tínhamos alugado um apartamento só dois dias antes de começar a trabalhar e ainda nem tínhamos terminado de abrir as caixas da mudança.
-Muita força. Te amo- Me disse Isa
-Eu amo você mais. Você vai se sair bem- Falei e nos despedimos com um beijo antes de nos separarmos.
O primeiro dia passou rápido. Me deram o uniforme, me apresentaram aos colegas (mais de trinta) e me colocaram com o Ernesto, um homem prestes a se aposentar que eu substituiria no trabalho, para ele me ensinar minhas funções.
Isa, pelo que me contou depois, teve um dia parecido, mas no escritório, apresentações e explicações.
-É muito parecido com o que eu fazia antes- Ela disse.
-Sim, tirando que tenho que supervisionar o trabalho desses caras. Mas parecem esforçados- Falei.
A maioria dos colegas de trabalho tinha mais de cinquenta anos, mas tinha três caras colombianos com pouco mais de vinte anos, dos quais o Ernesto era chefe de equipe e, portanto, eu seria quando ele se aposentasse.
Eu tenho 32 anos, cinco a mais que a Isa, e nunca tinha tido gente sob meu comando. Essa era uma das razões do Bom salário que tinham me oferecido nessa empresa.
—Você vai se sair bem — disse Isa me beijando.
Mesmo já estando juntos há cinco anos, a cada dia eu estava mais apaixonado por ela e mais certo de que era a mulher mais linda do mundo. Pequenininha, pouco mais de um metro e cinquenta, e nem cinquenta quilos. Loira, com uma juba quase na altura da bunda redonda e empinada, que pede palmada toda vez que passo do lado dela. E na frente, uns peitos perfeitos, grandes o suficiente para não caberem em uma mão, mas firmes e durinhos. Uma garota muito acima do que eu jamais imaginei que teria ao meu lado.
Eu não me considero feio, mas sou um cara "normal". Tenho 1,70m, corpo trabalhado pelo esporte, mas sem ser muito forte, magro e definido. Isa sempre diz que o melhor que tenho é minha bunda, bem redonda e grande, que até me deixava inseguro por parecer "feminina". Na frente não sou nenhuma maravilha, onze centímetros e mais fina do que grossa, mas nunca tive reclamações de nenhuma das minhas parceiras.

As primeiras semanas passaram voando. Me adaptar ao novo trabalho, terminar a mudança e comprar todas as coisas que precisávamos, conhecer o bairro, procurar academia, supermercado perto e algum restaurante para sair pra jantar.
Quando nossa vida se acalmou e entramos na rotina, já estávamos há dois meses na nossa nova vida. Já tinha pegado confiança com os três moleques sob meu comando, César, Javier e Carlos. Dava pra notar a juventude deles, sempre zoando e alegres, mas eram bons trabalhadores. Tinha mais problemas com o Ernesto, ele tinha um jeito bem desagradável, piadas machistas e racistas com os três garotos. A higiene não era o forte dele, o que fazia ele ter um cheiro ruim pra ter que ficar o dia inteiro perto. Contava os dias para a aposentadoria dele, que ainda faltavam alguns meses.

—Estou entediada — disse Isa numa sexta à tarde em casa.
—O que você quer fazer? — perguntei.
—Não sei. Sinto falta de sair por aí, tomar uns drinks, dançar. Eu nunca fui muito de festa, a Isa costumava sair com as amigas antes da gente se mudar, mas lá a gente não tinha conhecido ninguém fora do trabalho.
— Desculpa, você sente falta das suas amigas?
— Não, tô super bem aqui com você e falo com elas todo dia. Mas tô sentindo falta de uma festinha, e com você não tem jeito.
— Mas o que você quer que a gente faça, só nós dois?
— Por que não?
— Sei lá. É estranho, né?
— Por quê? A gente é namorado, pode sair e dançar.
— Você sabe que eu não sei dançar — falei.
— Só se deixa levar. Por favor — ela disse, subindo de joelhos em cima de mim no sofá — Me leva pra tomar uns drinks — falou entre beijos.
Não precisei de mais nada pra minha pica ficar dura, só de ter o corpo dela sobre o meu e uns beijinhos.
— Me leva pra festa e depois eu te pago o favor — disse, descendo a mão até meu pacote.
— Uff, Isa, e se a gente for pra cama primeiro?
— Não, porque depois você não me tira de casa — falou, saindo de cima de mim — Vou me arrumar e a gente vai — completou sorrindo, sem esperar minha resposta.
Ajeitei a pica na calça e levantei do sofá, resignado a sair de casa.
Isa demorou quase uma hora pra se preparar, mas valeu cada segundo. Ela vestia um vestido branco com um decote generoso que destacava perfeitamente as tetonas dela e terminava numa saia que cobria pouco abaixo do fim da bunda dela. Uns sapatos de plataforma vermelhos combinando com o batom que ela tinha passado.
— Você tá linda — falei.
— Eu sei — disse sorrindo — Agora me leva pra todo mundo saber como sua namorada é gostosa.
Eu tinha vestido uma calça jeans e uma camisa xadrez. Mesmo que fosse pelado, ninguém repararia em mim do lado de uma pedaço desses. Tiramos uma foto no elevador que destacou o quanto eu era insignificante do lado dela.
— Você também tá muito gato — ela disse, me beijando na saída do portão.
Fomos tomar umas cervejas e jantar num dos poucos restaurantes que conhecíamos na cidade.
— E agora, dançar — ela falou, me puxando pela mão em direção à área dos pubs.
Eu não Costumo beber álcool e, com as cervejas e o vinho, já estava bem alto, muito mais que ela, que tinha mais costume de sair à noite.
Entramos num dos pubs, pedimos uns drinks e minha namorada me puxou pra dançar. Se já sou desengonçado sóbrio, com o álcool minha performance era patética, mal dava três passos sem pisar nos pés da Isa.
— Desculpa —
— Não tem problema. Sei que você não gosta e que faz isso por mim, muito obrigada — disse me beijando — Te amo —
— Eu mais — respondi
Continuamos dançando até acabar a bebida e fomos ao balcão pegar outra.
— Mas, chefe, o que cê tá fazendo aqui? — cumprimentou o César, tocando minhas costas enquanto eu esperava pra pedir.
— Oi — cumprimentei apertando a mão dele — Já te falei pra não me chamar de chefe, ainda mais aqui — respondi animado.
Tinha bastante intimidade com ele e os dois colegas dele, era com quem eu mais passava tempo nos intervalos e eu gostava muito deles.
— Oi, Isabel — cumprimentou dando dois beijos na minha namorada.
— Só Isa, melhor — disse minha namorada sorrindo — Como você tá? — perguntou
— Bem, aqui tomando umas —
Chegaram por trás dele o Javi e o Carlos.
— Boa noite, chefão e chefona — cumprimentou esse último
— Não sou seu chefe — ri
Os dois deram dois beijos na minha namorada e ficamos batendo papo por uns minutos até a Isa me levar de volta pra pista de dança pra continuar passando vergonha com meu nível iniciante.
— Dá pra ver que você é espanhol, não tem um que saiba dançar — disse o César, que tinha chegado do nosso lado — Posso? — perguntou pedindo permissão pra Isa pra dançar.
Ela olhou pra mim e depois concordou.
César agarrou ela pelas costas e a colocou pra dançar. Com certeza não tinha nada a ver com o que eu tava fazendo, eles giravam, mexiam a cintura juntos, seguiam a música perfeitamente. Aos poucos fui dando uns passos pra trás sem parar de olhar minha namorada dançando com meu colega de trabalho. Era hipnótico, era bonito, era excitante.
A música acabou, Isa me procurou com o olhar e me viu quase fora da pista de dança, sorriu pra mim e Ela se agarrou de novo no César pra dançar.
Depois da segunda música, foi o Javi quem pediu a Isa pra dançar, e depois o Carlos fez o mesmo. Os dois que não estavam dançando com ela ficavam por perto. Às vezes, jogavam ela de um pro outro, fazendo minha mina dançar a mesma música com os três.
Ver esses três caras — Javi e Carlos mulatos, e o César preto como carvão — rodeando a minha mina e esfregando o corpo nela me deixou excitado a ponto de ficar duro.
Imaginava a Isa protagonizando uma cena da Blacked. O pornô que eu mais consumo, e olha que não é pouco, é sempre interracial. Me excita ver mina branca e pequena com caras grandes, pretos e fortes. Não foi difícil imaginar o começo de uma cena com minha namorada dançando com meus três colegas.
Pedi outra dose e fiquei olhando de longe. A Isa me dava um olhar sorridente de vez em quando, mas não chegou perto de mim. O Carlos levou uma dose pra ela, enquanto ela dançava com o César, que a segurava pela cintura, de costas, apertando a bunda da minha mina contra a pélvis dele.
Eu tomava banho com eles quase todo dia e sabia o tamanho do pau dos três e o que a Isa devia estar sentindo entre as nádegas naquele momento.
Ele virou ela de novo, a mão desceu das costas até pousar na bunda. Minha namorada olhou nos olhos dele, por meio segundo pareceu incomodada, mas sorriu e se deixou guiar na dança.
Embora dançasse com os três, era o César quem passava mais tempo nisso e era mais ousado na hora de tocar ou se esfregar demais na minha mina. Mesmo assim, a bunda da Isa roçou nos volumes de todos eles.
— Tô exausta — ela disse finalmente, chegando perto de mim e me beijando.
— Vamos embora? — perguntei.
— Sim, não aguento mais. Não tanko esses sapatos.
— Tá bom — falei, mesmo no fundo querendo continuar curtindo o show que ela tava me dando.
A gente foi até meus colegas pra se despedir, e eu tive que ajeitar o volume pra não deixar aparecer a ereção que eu tava.
— A gente já vai — falei pra eles.
— Sério? Com o tanto que a gente tá se divertindo? Foi massa" — disse César, olhando pra Isa.
"Sim, eu também me diverti pra caralho, mas vocês me deixaram destruída de tanto dançar. Outro dia a gente repete, ok?" — falou Isa com um sorrisão, olhando pros três caras.
"Quando você quiser, gostosa. Se o chefão não tiver problema, claro."
"Imagina. A gente se divertiu pra cacete" — falei.
Era verdade, eu tinha me divertido. Não pela companhia deles, já que praticamente me ignoraram, nem pela música ou pelo clima do pub. Eu me diverti imaginando Isa sendo comida pelos três.
"Foi um prazer, galera" — se despediu Isa, dando dois beijos em cada um.
Os três caras fizeram questão de colar o corpo da minha mina no deles na despedida. César até passou a mão na parte de cima da bunda dela de novo.
"Até mais, chefe e chefa" — se despediram zoando.
Saímos do bar. Nossa casa era relativamente perto, então fomos andando. Mal tínhamos caminhado umas duas ruas, quando Isa me empurrou contra a parede e me beijou com paixão.
"E esse beijo?" — perguntei.
"Por me levar pra dançar e fazer eu me divertir também."
"Bom, na verdade foram eles que te tiraram pra dançar" — falei entre os beijos.
"Sim, mas você estava comigo, e isso eu gostei pra caralho" — disse ela, visivelmente com tesão.
Parecia que eu não era o único que tinha ficado excitado com as danças.
"Eu também gostei pra caralho de te ver" — falei.
"É? Você gostou de me ver dançar?" — disse ela, descendo as mãos pelo meu corpo sem parar de me beijar.
"Sim, pra caralho. Você dança muito bem" — falei, levando minhas mãos pra bunda dela por cima do vestido.
Isa soltou um gemidinho e continuou com os beijos.
"Acho que nunca dancei tanto e me diverti assim."
"Normal, eram três caras e você sozinha."
"E você estava ali... olhando" — disse ela, com a mão procurando meu pau — "Você tá com tesão?"
"Pra caralho" — gemi com o toque da mão dela.
"Por causa dos beijos ou por ver como eu dançava?" — disse ela, mexendo a mão sobre minha calça.
"Os dois" — falei, apertando forte as nádegas dela. — Te excitou ver como eu dançava com três homens? — disse ela, abrindo o botão da minha calça.
— Sim — admiti, suponho que levado pelo álcool.
— Eu fiquei toda molhada sabendo que você estava ali olhando — disse ela.
Ela tirou minha rola pra fora e começou a me masturbar no meio da rua.
— Ah! — gemi — Eu também fiquei muito tesudo vendo você dançar.
— Viu como eles se encostavam em mim? Como se roçavam? — falou no meu ouvido com voz sensual.
— Vi. Vi o César passando a mão na sua bunda.
— E você não fez nada. Continuou olhando enquanto outro homem tocava a bunda da sua namorada.
— Não, não queria parecer um namorado ciumento. E você também não fez nada — falei com a voz cortada pela punheta que eu tava levando.
— Então não queria parecer ciumento? Não será que você gostou que ele fizesse isso?
— Talvez — gemi — E você?
— Talvez — sussurrou no meu ouvido.
Mesmo que eu consumisse pornô interracial e pudesse ter fantasias com a Isa protagonizando uma cena, nunca tinha me imaginado sendo corno e, muito menos, a gente tinha conversado sobre algo assim. Achei que a bebedeira era a culpada por aquele momento.
Isa sorriu pra mim e guardou minha rola de volta na calça, muito contra minha vontade.
— Vamos pra casa — disse ela.
Seguimos o caminho, nos beijando a cada poucos passos. Isa sempre foi bem safada pra transar e a gente fodia uma ou várias vezes por semana, mas nunca tinha visto ela tão tarada no meio da rua.
— Viu como eles esfregavam o pau na minha bunda? — perguntou já na porta do prédio, em mais uma sequência de beijos.
— Vi, e como você rebolava pra eles.
— Acho que deixei eles bem duros — falou de novo no meu ouvido.
— Eles têm bem grandes — falei enquanto a mão dela esfregava meu pau de novo.
— E como você sabe disso? — disse com um sorriso.
— Vejo eles no vestiário.
— E agora você viu como aqueles três paus enormes se roçavam na bunda da sua namorada. O que sentiu?
— Sei lá. Me deu tesão, me excitou — falei.
Isa pegou minha mão e colocou por baixo do vestido dela.
— Não tá de calcinha? — perguntei ao sentir a buceta molhada dela sem pano nenhum. Meio.
Isa balançou a cabeça.
— E isso? — perguntei enquanto batia uma pra ela.
— Era uma surpresa, um presente por me levar pra dançar. Queria te excitar, no final consegui de outro jeito — disse me beijando. — Só o paninho do meu vestido separava minha bunda das picas enormes dos seus colegas — gemeu, abrindo mais as pernas pra aproveitar minha mão na buceta dela.
— Mmm, já vi — gemi também.
Isa abriu minha calça de novo. Dessa vez, puxou ela pra baixo das minhas nádegas e fez o mesmo com a cueca. Agarrou minha pica e a gente se masturbou um ao outro enquanto se beijava no meio da rua.
— Porra, que tesão que eu tô — ela me disse.
Soltou minha pica e fez menção de se abaixar pra me fazer um boquete ali mesmo.
— Não... Acho que não aguento se você fizer isso — parei ela.
Ela sorriu pra mim, se levantou e me puxou pro hall do prédio. Subimos no elevador entre mais beijos, eu com a calça arriada e Isa com os peitos de fora, que eu tinha libertado pra chupar no elevador.
Entramos no apartamento e ela me guiou pro sofá, me empurrou e sentou em cima de mim sem tirar o vestido. Agarrou minha pica e enfiou até o fundo de uma vez.
— Engoliu ela toda — falei, alucinado com a facilidade que entrou.
— Tô muito molhada. Me fode — gemeu, já quicando em cima de mim.
— Ela realmente te deixou com tesão dançar com eles.
— O que mais me deu tesão foi ver como você olhava enquanto eles me tocavam e encostavam as picas em mim sem você fazer nada — disse entre gemidos.
— Foi incrível — respondi, também gemendo.
— Você gostou de ver minha bunda se mexendo nas picas enormes deles?
— Sim, muito. Fiquei louco.
— Ah, porra! Já já você vai ver na próxima, vai ver como sua namorada se mexe de verdade.
— Mmm, sim, quero ver — gemi.
— Sim, vou deixar essas picas tão duras que vão rasgar as calças.
— Com certeza. Não vão aguentar uma raba como a sua.
— E vou deixar me tocar mais, sentir as mãos deles no meu corpo.
— Porra, Isa, não aguento mais — avisei.
Ela saiu de cima de mim, me deitou no sofá e colocou a buceta dela na minha cara.
— Vai, me come. Come a buceta. Come a buceta que seus colegas deixaram encharcada—
Era uma coisa que a gente fazia sempre. Não posso bancar o durão aguentando muito tempo transando, então era comum gozar assim com a minha boca. E, sinceramente, curto tanto quanto quando meto nela.
— Isso, amor, usa sua boquinha. Pode sentir o cheiro das picas deles—
— Chupa, termina o que os outros começaram. Porra—
— Isso, isso, continua—
— Caralho, sim! Tô gozando!
— gritou, agarrada no meu cabelo com força.
Caiu exausta contra o encosto do sofá. Eu peguei na minha rola e, com umas duas batidas, joguei minha porra na minha barriga.
Isa deu uma olhada pra ver meu gozo no meu corpo e sorriu pra mim.
— Te amo— falou antes de levantar e ir pro banheiro.
— Te amo— respondi.

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