Confissão da Jorgelina - Parte 2

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seguimos com as confissões de Jorgelina a pedido de
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.


ESPERO QUE VOCÊS CURTAM TANTO QUANTO EU


OBRIGADO POR ME LER


POR COMENTAR


E PELOS PONTOS










Bom, o que eu não te contei é que tenho uma filha do meu relacionamento anterior, ela se chama Silvia e, assim como eu, é bem putinha. E, igual a mim, mantém as aparências. Agora ela tá saindo com um cara chamado Fernando, mais velho que ela, uns trinta anos. Como a Silvia finge ser uma santinha pelo jeito de se vestir, o Fer não tira os olhos da minha bunda toda vez que a gente se encontra. Sabia que o babaca até batia uma punheta pensando na minha raba. E claro, a Silvia, que não é boba nem nada, percebeu na hora. Por isso, um dia ela veio me visitar.


Silvia, sua velhota, tá brincando com o Fernando, é? Quer dar pra ele, sua gostosa?


Ah não, gatinha, como é que você pensa isso, eu já tenho quem me coma, são os três caras do escritório.


Silvia e Marcelo não desconfiam de nada?


Acho que o corno desconfia de algo, mas não fala nada. Na verdade, acho que ele curte a ideia de ser cuck. Mas por que você tá perguntando sobre o Fer? Aconteceu alguma coisa?


Silvia, você tá deixando ele louco, toda vez que a gente se vê você não para de mostrar essa buceta pra ele, não faz ideia de como ele fica.


Bom, que bom então, com certeza quando eu for embora você vai ter sua bela recompensa.


Silvia, você não sabe como me fode, mas eu conheço ele, bem. Faz uns dias que ele parou de me ver, acho que ele tá atrás de você.


Atrás de mim? Mas como? Faz tempo que não vejo ele, com certeza tá atrás de outra, mas não sou eu, isso é certeza.


Silvia, então esse filho da puta tá me traindo.


E se ela fode tão bem como vocês dizem, com certeza sim. Por que não traz ela pra casa um dia?


Silvia, o que você vai fazer? Vai comer ele?


Sim, gatinha, se você tá tão excitada com a minha bunda, temos que aproveitar isso.


Silvia, e eu, o que eu ganho com isso?


Que pare de ficar procurando outra gostosa por um tempo, pelo menos.


Silvia, tá bom, mas se você der pra esse Fer, eu vou foder com os seus problemas.


Aos três?


Silvia sim, para os três, não pense que vou comer o corna.


Sim, claro, o corno é um desastre na cama.


Silvia não é puta, não? Não conheço macho que goste de ser corno.


Bom, agora você conhece um, embora eu não ache que ele seja viado, acho mais que ele é um grande punheteiro e babaca.


Silvia, sério, ela não desconfia de nada?


Você sabe muito bem como eu me cuido, me deixa com isso, traz ele pra casa que depois da foda que eu vou dar nele, não vai dar vontade de sair procurando outra.


Silvia, mas cê já sabe, depois vai me entregar pros seus males, se o Fer tá me chifrando, eu também vou chifrar ele.


Te garanto que vão te deixar manca.


Foi assim que na sexta à tarde eles chegaram em casa. Eu tinha vestido uma leggins meio transparente com uma tanguinha vermelha por baixo, sabia muito bem que dava pra ver através e assim minha raba não passava despercebida, ainda mais pro Fer. O corno se preparava pra partida de futebol de sempre, quando voltasse a gente já teria jantado. A Silvia merecia um Oscar pela atuação de inocente, mas quando fui pra cozinha, ela ficou com o corno e o Fer não hesitou em vir atrás de mim.


Fer, você me deixa com tesão, Jorgelina.


O quão gostosa eu te deixo? Você seria capaz de fazer uma loucura?


Fer, te partiria ao meio aqui mesmo.


Hayyy siii, já entendi, mas tudo tem um preço.


Fer, eu pago, sem problema.


Para de chifrar a Silvia e vai morar junto de uma vez, ahhh, ahhh, olha que essa buceta gostosa eu não dou nem pro meu marido


Fer me deixou apoiada na mesa e esfregava a bunda no pau dele, o cara tinha potência mesmo, tinha que acalmar ele ou não ia conseguir ir pra mesa. Me virei, baixei a calça jeans dele e chupei o pau dele, em dois minutos já tinha a boca cheia, engoli tudo e falei pra ele.


Agora sim, pode ir pra mesa.


Fer, não me deixa assim.


Por enquanto sim, quando o corno for embora a gente continua, mas tu já sabe.


Fé sim, já sei, por isso não tem problema.


Quero ser a única com quem você pode meter chifre na minha filha. Agora vai pra mesa pra o corno não desconfiar de nada, toma, leva isso pra lá.


Dei uma tábua com uma picada que já tinha pronta, ele levou pra mesa e em minutos eu saí com as cervejas, coloquei na mesa e sentei do lado do meu corno, tava segura que ele não desconfiava de nada do que tinha rolado na cozinha, dei um gole na cerveja mais pra enxaguar a boca e beijar meu corno, foi aí que o Fer disse pra Silvia que já era hora dela se mudar com ele, ficou de levar as coisas pro apê dele no sábado de manhã, foi uma alegria tão grande que todo mundo comemorou e claro que a Silvia falou que não aguentava até sábado, queria ir naquela noite mesmo, aí como o corno tinha futebol deixaram pra sábado, o Fer tava obcecado em arrombar minha buceta e isso jogava a meu favor, por isso ficaram pra dormir em casa, quando o Marcelo foi embora a Silvia foi arrumar as coisas e o Fer na hora veio pra cima de mim, deixei ele me dominar e acabamos na minha cama, verdade seja dita, ele comia muito bem, agora entendia porque a Silvia cuidava tanto dele e sim, ele arrombou minha buceta, foi uma delícia e quando ele tava me comendo de quatro a Silvia saiu do quarto dela e chamou ele, cortou o sexo na hora, rapidinho nos vestimos e encontramos ela na cozinha, tomamos um drink e ela foi dormir.


Silvia, beleza? Parece que o Marcelo tá demorando pra voltar, vou dormir.


Fer, anda, que eu espero. Quero falar com você.


Assim que a Silvia foi embora, voltamos pro quarto pra continuar trepando. Ela não me dava trégua, me deixou exausta. Foi aí que, quando o Marcelo chegou, o corno nem percebeu que os chifrinhos tinham crescido um pouco mais. Tomamos uma cerveja e depois fomos pra cama. O Marce tava moído. No sábado, a Silvia foi embora de casa com um sorriso nos lábios. A vida continuava normal pra mim e pro Marcelito também, embora agora ele ficasse me esfregando na cara do José e começou a trazer ele pra casa direto, deixando abertamente que ele paquerasse comigo na frente dele. E é aqui que começa outra história.

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