O vergalhão do chat

O vergalhão do chatEstava num aplicativo famoso de namoro, tinha acabado de me inscrever e tava explorando, de repente chega um monte de mensagens de algumas pessoas, o clássico "oi" e só, mas uma me chamou a atenção. O cara disse que tava bem perto de mim, mandou fotos — era um cara gostoso, moreno, fortinho, mas principalmente tinha uma p*roca impressionante, que eu achava que tinha uns 20 cm e bem grossa. Até certo ponto, pensei que era conta falsa, mas respondi que tava disponível na hora, que se ele quisesse podia vir me visitar no meu apê. Ele disse que sim, que tava a 5 minutos andando de onde eu tava. Já tava arrumada e tudo, com um conjunto de lingerie vermelha, meia, corset, tanguinha e saltos bem altos, já tava bem maquiada e, como sempre, cheirosa pra caralho. Tava curiosa pra saber se era mesmo o cara das fotos. Esperei uns minutos e vi ele virando a esquina — era ele mesmo, embora parecesse mais forte. Ele avisou que tinha chegado e desci pra abrir. Entramos no meu apê, nos cumprimentamos, era um cara legal, com boa energia. Ofereci água, ele disse que não, que só queria transar. Fomos pro meu quarto, ele me pegou pela cintura e começou a me beijar — uffa, uma delícia sentir um macho assim. Claro, minha mão foi direto na virilha dele, queria saber se aquela coisa das fotos era verdade. Qual não foi minha surpresa? Sim, era enorme. Desabotoei a calça dele e puxei a cueca pra baixo, e sim, um baita pauzão. Me perguntei se realmente ia aguentar aquilo dentro de mim, mas fiquei com tesão de querer tentar. Me ajoelhei na frente dele e comecei a fazer oral nele, tava uma delícia. Ele me puxou pelo cabelo e enfiou até o fundo, tava realmente me engasgando, muito gostoso, na real. Era um prazer sentir aquilo nas mãos e na boca. Ficamos assim um tempo, ele fodia minha boca de um jeito gostoso. Levantei, fui pegar camisinha e lubrificante, mas sim, aquilo ia doer. Coloquei a camisinha nele, lubrifiquei bem aquela p*roca, me posicionei de... Quatro e lubrifiquei minha bunda, pedi pra ele ir devagar, que fosse empurrando aos poucos, e ele fez isso. Senti uma dor do caralho, mas também muito prazer, cada centímetro que ele enfiava parecia que eu ia partir no meio. Sentia que literalmente chegava na minha garganta. Ele começou a se mover devagar, passava mais lubrificante pra me comer melhor, me puxou pelo cabelo falando que eu era uma putinha gostosa, que quase ninguém aguentava aquela piroca e eu tava mandando muito bem. A cada estocada eu quase pedia pra ele tirar porque tava doendo, mas não, como ele dizia, eu tinha que ser uma putinha boa. Aguentei firme, abri mais minha rabeta, chegou num ponto que a dor diminuiu, embora ainda sentisse um pouco de desconforto na minha bundinha pequena, mas o prazer também aumentava. Falei que queria provar um homem de verdade, que me desse o mais forte que pudesse. Acho que não devia ter falado. Ele me puxou pelo cabelo e começou a me comer igual um animal, eu gritava de prazer e dor, mas aguentava gostoso. Passaram cinco minutos e nada, o cara não gozava. Passaram dez e nada, agora sim eu já queria que ele terminasse. Passaram mais dez e nada. Depois de mais de meia hora sem parar, ele falou que tava quase gozando, tirou de dentro de mim, arrancou a camisinha, me puxou pelo cabelo, fez eu abrir a boca pra receber o leite dele na minha garganta. Que gozada do caralho ele me deu, espetacular. Fiquei dolorida por uns dias, mas satisfeita.

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