A gente comeu alguma coisa, mas não deixei elas se vestirem, ficaram só de calcinha fio-dental. Na verdade, eu também não me vesti e fiquei só de boxer. Quando terminamos, Ana foi ao banheiro, trocou de roupa e saiu vestida normalmente.
Ana: Bom, pessoal, vou deixar vocês em paz. Já cumpri minha parte.
Eu: Você não pode ir ainda. Eu expliquei direitinho o acordo.
Ana: Mas já cumpri, fiz minha parte.
Eu: Tá bom, então leva a Luz também.
Luz: Eu tenho culpa? Eu quero ficar.
Eu: Se sua mãe não cumpre o acordo, eu também não cumpro.
Luz: Mãe tem razão, fica.
Ana: Não, filha, eu já cumpri.
Eu: Eu nem te comi ainda. E te falei que a noite só estava começando. Se você for, leva a Luz.
Luz: Vai, mãe, eu quero ficar e você sabe disso. Não faz isso comigo.
Ana: E o que eu digo pro seu pai?
Luz: Não sei, se vira. Inventa alguma coisa.
Eu: Fala que você vai ficar aqui com a Luz pra ter uma noite de garotas e que eu vou trabalhar.
Luz: É uma boa ideia, fala isso.
Ana sabia que era uma boa desculpa e me olhou com cara de ódio. Sabia que não tinha escolha.
Ana: Tá bom. Enquanto vocês limpam isso aqui, eu vou no quarto buscar uma coisa e já volto.
Eu tinha trazido uma bolsa e deixei do lado do sofá. A gente conversou um pouco e, quando parecia que o clima tinha ficado um pouco mais tranquilo — mesmo dando pra ver que Ana odiava ficar e sabia, lá no fundo, que coisas piores estavam por vir do que só passar meu gozo de boca em boca com a filha —, ela tentou relaxar um pouco.
Eu: Na bolsa tem um presente. Um pra cada. Escolham. Eu espero vocês no quarto. Antes de entrar, batam e esperem eu dizer pra entrar.
Luz me olhou toda animada, porque eu tinha dado um presente, mesmo sem saber o que era. Mas a Ana não mudou a expressão. Ela sabia que era algo pra ela pagar a dívida.
Entrei no quarto e sentei pra esperar numa poltrona que tenho lá — daquelas que só cabe uma pessoa. No dia a dia, uso pra me vestir ou praticamente como cabide, sou meio desorganizado. Mas dessa vez o quarto estava impecável e preparado pra executar a próxima fase do meu plano. Esse era o prato principal. realmente. Do quarto, eu ouvia baixinho que abriram os pacotes, mas para a surpresa deles, não tinham nome. Abriram o primeiro "ai, que lindo" disse Luz, abriram o segundo e de novo foi ela que se ouviu "apaa, esse é mais ousado". Ana: Eu não vou vestir nenhum dos dois, vocês estão loucos. Dessa vez, a raiva da filha ficou ainda mais evidente com ela. Luz: Tudo isso começou por sua culpa, então você vai fazer o que mandarmos e vai colocar sua melhor cara, não quero perder meu namorado, então vamos lá, vista esse aqui e mude essa atitude. Não ouvi resposta da mãe, só silêncio e logo em seguida barulho de sacolas e roupas, como se estivessem se trocando. Poucos minutos depois, para minha surpresa, foi Ana quem perguntou se podíamos entrar. Eu: Podem entrar. Eu estava sentado no sofá, só de cueca, e uma luminária fraca iluminava o quarto. A primeira que vi foi Ana, apoiando a mão alta no batente da porta e caminhando muito sexy na minha direção. Ambos os presentes eram fantasias, e ela estava com a de anjo. Meias altas brancas, saia branca na metade do bumbum, um corpete combinando com umas asas nas costas, e por último uma espécue de tiara com detalhes. Ela entrou e me beijou, apoiando uma mão no meu abdômen "Gostaria de ver minha filha?", "Estou esperando por ela com tanta vontade" respondi. "Vem, filha" disse a mãe, chamando-a. Ela começou a mostrar sua figura aos poucos, até que a vi por completo e não podia acreditar como a fantasia ficava boa nela. Ela caminhava devagar, mas com decisão na minha direção, sem tirar os olhos dos meus enquanto fazia gestos de desejo. Ela tinha escolhido a de diabinha, saia vermelha bem curta com um fio dental que tinha a particularidade de que, de cima do bumbum, saía uma cauda longa, vermelha e pontuda. Corpete vermelho, mas transparente, tiara com chifres e um tridente de plástico. Ela fez o mesmo que a mãe, se aproximou e me beijou, mas agarrou bem firme no meu pau "primeiro você cuida de mim, e quando terminar, continua com a anjinha". Agora ela queria dar ordens, o dono do jogo. Fui eu, mas vamos ver como continua, pensei. Eu: Ah é? Tão terrível assim? Luz: Muito, quero tirar todo o seu leite. Eu: E o que você vai fazer com tanto leite que eu tenho? Luz: Talvez engula tudo, ou me venha outra ideia, não sei. Ana: E pra mim não deixa nada, garota? Luz: Vou ver, se você se comportar talvez eu compartilhe um pouco. Ana: Vou me comportar bem, não seja má com sua mãe. Olha tudo que eu faço por você... Luz: Fala a verdade, não é só por mim. Sei que você adora o pau do meu namorado. Ana sorriu e não respondeu, estava sentada no braço do sofá à minha direita. E ambos tínhamos o prazer de ver como sua filha tinha se ajoelhado na minha frente, para puxar minha cueca de uma vez e chupar meu pau como uma louca. Ela me olhou nos olhos e começou a me beijar, com minha mão esquerda toquei seus seios grandes e desci até poder tocar sua buceta que já tinha começado a ficar molhada. Minha mão direita rodeou seu corpo e foi até suas nádegas volumosas, me perdia entre aquelas duas bundas. Ela se levantou um pouco do braço do sofá para puxar a calcinha branca, sentou de novo e pegou minha mão levando meus dedos até seu ânus. Entendi o que ela queria, cuspi nos meus dedos e fui acariciando, até que com uma mão ela separou suas nádegas e duas falanges entraram direto no seu ânus, ela gemeu de prazer e dor, mas não parei, molhava e voltava, até que entrei um dedo completo. Luz: O que você tá fazendo com a minha mãe? Ana: Ele meteu um dedo na minha bunda, filha, que gostoso. Luz: E comigo, não faz nada? Eu: Sim, vou calar sua boca, puta. Com a mão esquerda agarrei seus cabelos como pude e de um jeito meio brusco, guiei ela até meu pau e fiz ela enfiar bem fundo, tossindo e cuspindo. Ana: Não seja tão brusco com minha filha. Luz: Você queria que sua filha tivesse um macho e agora ela tem. Ana: Como você me deixa excitada, meu Deus. Disse, enquanto fazia movimentos pra cima, pra baixo e circulares, agora tinha dois dedos no fundo da sua bunda. Chega, ordenei. Me levantei e ainda segurando Luz pelos cabelos, olhei para sua mãe. e eu falei: "Senta no sofá, se você levantar e eu não pedir, isso acaba aqui".
Ana: Bom, pessoal, vou deixar vocês em paz. Já cumpri minha parte.
Eu: Você não pode ir ainda. Eu expliquei direitinho o acordo.
Ana: Mas já cumpri, fiz minha parte.
Eu: Tá bom, então leva a Luz também.
Luz: Eu tenho culpa? Eu quero ficar.
Eu: Se sua mãe não cumpre o acordo, eu também não cumpro.
Luz: Mãe tem razão, fica.
Ana: Não, filha, eu já cumpri.
Eu: Eu nem te comi ainda. E te falei que a noite só estava começando. Se você for, leva a Luz.
Luz: Vai, mãe, eu quero ficar e você sabe disso. Não faz isso comigo.
Ana: E o que eu digo pro seu pai?
Luz: Não sei, se vira. Inventa alguma coisa.
Eu: Fala que você vai ficar aqui com a Luz pra ter uma noite de garotas e que eu vou trabalhar.
Luz: É uma boa ideia, fala isso.
Ana sabia que era uma boa desculpa e me olhou com cara de ódio. Sabia que não tinha escolha.
Ana: Tá bom. Enquanto vocês limpam isso aqui, eu vou no quarto buscar uma coisa e já volto.
Eu tinha trazido uma bolsa e deixei do lado do sofá. A gente conversou um pouco e, quando parecia que o clima tinha ficado um pouco mais tranquilo — mesmo dando pra ver que Ana odiava ficar e sabia, lá no fundo, que coisas piores estavam por vir do que só passar meu gozo de boca em boca com a filha —, ela tentou relaxar um pouco.
Eu: Na bolsa tem um presente. Um pra cada. Escolham. Eu espero vocês no quarto. Antes de entrar, batam e esperem eu dizer pra entrar.
Luz me olhou toda animada, porque eu tinha dado um presente, mesmo sem saber o que era. Mas a Ana não mudou a expressão. Ela sabia que era algo pra ela pagar a dívida.
Entrei no quarto e sentei pra esperar numa poltrona que tenho lá — daquelas que só cabe uma pessoa. No dia a dia, uso pra me vestir ou praticamente como cabide, sou meio desorganizado. Mas dessa vez o quarto estava impecável e preparado pra executar a próxima fase do meu plano. Esse era o prato principal. realmente. Do quarto, eu ouvia baixinho que abriram os pacotes, mas para a surpresa deles, não tinham nome. Abriram o primeiro "ai, que lindo" disse Luz, abriram o segundo e de novo foi ela que se ouviu "apaa, esse é mais ousado". Ana: Eu não vou vestir nenhum dos dois, vocês estão loucos. Dessa vez, a raiva da filha ficou ainda mais evidente com ela. Luz: Tudo isso começou por sua culpa, então você vai fazer o que mandarmos e vai colocar sua melhor cara, não quero perder meu namorado, então vamos lá, vista esse aqui e mude essa atitude. Não ouvi resposta da mãe, só silêncio e logo em seguida barulho de sacolas e roupas, como se estivessem se trocando. Poucos minutos depois, para minha surpresa, foi Ana quem perguntou se podíamos entrar. Eu: Podem entrar. Eu estava sentado no sofá, só de cueca, e uma luminária fraca iluminava o quarto. A primeira que vi foi Ana, apoiando a mão alta no batente da porta e caminhando muito sexy na minha direção. Ambos os presentes eram fantasias, e ela estava com a de anjo. Meias altas brancas, saia branca na metade do bumbum, um corpete combinando com umas asas nas costas, e por último uma espécue de tiara com detalhes. Ela entrou e me beijou, apoiando uma mão no meu abdômen "Gostaria de ver minha filha?", "Estou esperando por ela com tanta vontade" respondi. "Vem, filha" disse a mãe, chamando-a. Ela começou a mostrar sua figura aos poucos, até que a vi por completo e não podia acreditar como a fantasia ficava boa nela. Ela caminhava devagar, mas com decisão na minha direção, sem tirar os olhos dos meus enquanto fazia gestos de desejo. Ela tinha escolhido a de diabinha, saia vermelha bem curta com um fio dental que tinha a particularidade de que, de cima do bumbum, saía uma cauda longa, vermelha e pontuda. Corpete vermelho, mas transparente, tiara com chifres e um tridente de plástico. Ela fez o mesmo que a mãe, se aproximou e me beijou, mas agarrou bem firme no meu pau "primeiro você cuida de mim, e quando terminar, continua com a anjinha". Agora ela queria dar ordens, o dono do jogo. Fui eu, mas vamos ver como continua, pensei. Eu: Ah é? Tão terrível assim? Luz: Muito, quero tirar todo o seu leite. Eu: E o que você vai fazer com tanto leite que eu tenho? Luz: Talvez engula tudo, ou me venha outra ideia, não sei. Ana: E pra mim não deixa nada, garota? Luz: Vou ver, se você se comportar talvez eu compartilhe um pouco. Ana: Vou me comportar bem, não seja má com sua mãe. Olha tudo que eu faço por você... Luz: Fala a verdade, não é só por mim. Sei que você adora o pau do meu namorado. Ana sorriu e não respondeu, estava sentada no braço do sofá à minha direita. E ambos tínhamos o prazer de ver como sua filha tinha se ajoelhado na minha frente, para puxar minha cueca de uma vez e chupar meu pau como uma louca. Ela me olhou nos olhos e começou a me beijar, com minha mão esquerda toquei seus seios grandes e desci até poder tocar sua buceta que já tinha começado a ficar molhada. Minha mão direita rodeou seu corpo e foi até suas nádegas volumosas, me perdia entre aquelas duas bundas. Ela se levantou um pouco do braço do sofá para puxar a calcinha branca, sentou de novo e pegou minha mão levando meus dedos até seu ânus. Entendi o que ela queria, cuspi nos meus dedos e fui acariciando, até que com uma mão ela separou suas nádegas e duas falanges entraram direto no seu ânus, ela gemeu de prazer e dor, mas não parei, molhava e voltava, até que entrei um dedo completo. Luz: O que você tá fazendo com a minha mãe? Ana: Ele meteu um dedo na minha bunda, filha, que gostoso. Luz: E comigo, não faz nada? Eu: Sim, vou calar sua boca, puta. Com a mão esquerda agarrei seus cabelos como pude e de um jeito meio brusco, guiei ela até meu pau e fiz ela enfiar bem fundo, tossindo e cuspindo. Ana: Não seja tão brusco com minha filha. Luz: Você queria que sua filha tivesse um macho e agora ela tem. Ana: Como você me deixa excitada, meu Deus. Disse, enquanto fazia movimentos pra cima, pra baixo e circulares, agora tinha dois dedos no fundo da sua bunda. Chega, ordenei. Me levantei e ainda segurando Luz pelos cabelos, olhei para sua mãe. e eu falei: "Senta no sofá, se você levantar e eu não pedir, isso acaba aqui".
1 comentários - Ana, Luz e Eu 8