Continuando o relato da Margarita, depois que ela foi embora da minha casa pra voltar a morar com a mãe, mudou o tempo que a gente tinha pra se encontrar. Ela não podia mais dormir comigo, nem se ver com tanta frequência, porque tinha que ajudar a mãe com algumas tarefas em casa, já que ela morava com outras duas filhas (as que ainda eram solteiras e sem filhos): a Adriana, de 22 anos, que tava cursando Medicina, e a Carolina, de 19 anos, que tava fazendo Fisioterapia. Mas isso acabou me servindo, porque me deu mais tempo pras minhas atividades e pra ter encontros com outras mulheres. No dia do meu aniversário, em meados de dezembro, a gente folgou do trabalho e passou o dia junto desde cedo. Ela me convidou pra tomar café da manhã, depois me levou pra almoçar num restaurante de frutos do mar e, mais tarde, na minha casa, me deu meus presentes. Primeiro, me deu uma caixa com uma camisa do meu time de futebol favorito e, depois, me deu uma surpresa que tinha preparado. Ela pediu pra eu deixar ela um tempinho sozinha no meu quarto e disse que me chamaria quando tudo estivesse pronto. Quando voltei, encontrei ela assim.


Eu tinha um conjunto de calcinha fio dental e sutiã preto com transparências que deixavam ver os bicos e a buceta depilada, também tinha umas meias de arrastão pretas. Quando voltei e entrei no quarto, me deparei com um espetáculo. Ela, sorrindo, me disse: "Bom, Juan (esse é meu nome), o que era aquilo que você tanto queria de presente?" Enquanto a mão esquerda dela pousava no meu pescoço, ela me olhava e a mão direita descia, se aproximando cada vez mais da minha virilha. Eu sentia meu pau bem duro, lutando pra sair e rasgar minha cueca e minha calça. Respondi: "Olha, a gente se diverte muito, mas eu queria que você fosse mais ousada na cama e mais complacente." Então Maggy me disse: "Somos adultos, então me diga exatamente o que você quer que eu faça." Ela falava com um sorriso safado, o rosto dela mostrava bem claramente que ela tava muito tesuda, e que tinha decidido me ter como amante pra realizar os desejos dela. Mais do que meu presente ou surpresa, era satisfazer ela com a luxúria descontrolada dela. E continuou dizendo: "Olha… eu acho que isso que a gente faz é uma loucura. Adoro que você seja tão jovem e tão experiente, que me faz gozar, mas agora isso vai mudar. Quero que você me coma como uma puta." Ela tirou primeiro o sutiã, depois se deitou na cama com as pernas pra cima e foi tirando a calcinha fio dental. Subia e descia as pernas, me mostrando com puros movimentos o quanto ela tava impaciente e tesuda pra ser penetrada. Depois, virou de lado e abriu a bunda com uma mão.

Ela dizia: "Vamos, papi! enfia o dedo no meu cu, vamos, faz isso!" ela gritava. Eu fiz, mas primeiro dei uma boa chupada na bunda dela, ela me olhou e parecia uma fera solta, faminta de sexo, possuída pela luxúria e eu era a vítima dela, ela enfiava minha cabeça na bunda gostosa dela. Depois de ficar assim por uns minutos, comecei a enfiar um dedo, depois dois, nessa altura a buceta dela já estava bem molhada. Então ela me mandou parar, foi se ajeitar de quatro e disse: "Quero que você me coma pelo cu, me fode, papi!" ela gritou "nem pensa, me fode de uma vez só, enfia de uma vez! Hoje quero sentir a ardência de você ter aberto meu cu

Eu tirei a roupa o mais rápido que pude, ela abria a bunda com as duas mãos.
Peguei um lençol velho que tinha pra evitar que minha cama sujasse, depois coloquei ele embaixo de onde a gente ia trepar. Depois disso, com tudo pronto, cuspi no cu dela, aproveitando que tava ali na minha frente, e coloquei a ponta da minha pica na entrada do ânus dela. Ela mesma guiou pra dentro, e quando a cabeça da minha pica já tava lá dentro, ela disse: "Vai, moleque! Mete de uma vez só, me fode, me fode!" ela gritava. Aí eu falei: "Cê gosta de dor, puta? Vou te ensinar a sentir! E cê vai ver que não sou mais nenhum moleque." Essas palavras me deixaram feito um touro no cio. De uma só tacada, enfiei até o fundo. Ela arqueou as costas e soltou um grito de prazer. Começou a se mexer no meu ritmo, rebolando a cintura e não parava de falar putaria, cheia de luxúria, me incentivando a foder ela mais e mais rápido. Gozou em poucos minutos, mas eu não parei, ela não me deixava parar. Meu corpo suava e minha mente curtia o prazer que aquela mulher me dava. Senti o cu dela se contrair e apertar minha pica, como se tivesse sugando pra dentro. Aí agarrei as nádegas da Maggy e comecei a me mexer rápido, com o objetivo de fazer ela gozar de novo. Separei ainda mais as nádegas dela e comecei a meter com fúria no cu dela, enquanto as lágrimas escorriam de dor, mas ela continuava falando putaria e me xingando. – Continua, pai! Não para agora! Vai, me come mais forte, enfia até o fundo, vai moleque! Eu gosto de dor, sou uma cachorra!
Pedi pra ela me montar agora, então ela se ajeitou e eu sentia como meu pau engrossava a cada frase, a cada sentada que ela dava, a cada grito, a cada soluço que ela soltava, eu ficava mais e mais excitado. Agarrei as bundas dela e cravei minhas unhas nelas, ela se mexia com força no meu pau e o cu dela se sentia cada vez mais dilatado. Maggy começou a gemer e a uivar de prazer, mais do que de dor. Peguei ela pelo cabelo e bombava gostoso no cu dela, que tava cada vez mais quente. Ela se deixou cair pra trás em mim, com a cara virada pro teto, e com uma mão começou a se acariciar o clitóris, enquanto meu pau perfurava sem piedade o cu dela. Aí aproveitei pra agarrar os peitos dela. Ela disse: "Torce meus bicos!" Fiz devagar no começo, mas com os insultos e as obscenidades que ela soltava, apertei com mais força. Me ensaiei neles, fazendo Maggy gozar de novo. Falei: "Tô quase gozando, foxy! Quero que seja na sua boca!" gritei. Tirei meu pau do cu dela e, pegando ela pelo cabelo, deitei ela na cama. Então ela abriu a boca bem na hora pra receber toda a carga de porra que eu tinha pra ela. Ela engoliu tudo e depois se dedicou a deixar meu pau bem limpinho com a língua dela.
Já que terminei, me deitei na cama, bufando e dando os últimos gemidos. Ela ficou abraçada nas minhas pernas, com meu pau já mole do lado do rosto dela. Os olhos dela refletiam uma satisfação enorme, igual aos meus. "Você me surpreendeu, Maggy", falei quando consegui recuperar o fôlego. "Você é uma fera! Foi genial, gostosa!" "É mesmo, né? Você gostou?" Ela respondeu. "Se gostei? Adorei! Quando você ia me xingando e falando o que falava, eu ficava cada vez mais tesuda! Alucinei com esse seu jeito ousado!" – com o Pablo (ex-marido dela) nunca consegui fazer isso, ele é muito tradicional e não curtia esse tipo de coisa. Além disso, ele me comia pouco e mal. Até te conhecer, nunca tinha tido um orgasmo como os que você consegue me dar. Preciso realizar todas as minhas fantasias, preciso me sentir viva!" A única coisa que falei foi: "Você é uma fera, gostosa!" e comecei a pegar minha roupa, que estava espalhada pelo quarto. Aí ela disse: "Posso ficar aqui esta noite? Minha mãe foi pra cidade dela com minhas irmãs e só voltam amanhã à tarde." Respondi: "Adoro a ideia, porque ainda falta eu comer sua buceta e deixar todo o meu leite dentro." Me deitei na cama, depois de foder. Ela acariciava meu peito, completamente nua, enquanto me dava beijinhos suaves nas coxas. Como quase sempre, eu tinha acabado de gozar na boca dela. Eu acariciava o cabelo dela, e depois ela começou a lamber minhas bolas com a língua, enquanto as mãos dela acariciavam meu pau com suavidade. "O que você tá fazendo?" – perguntei. Ela disse: "Hoje eu só quero ser sua rabuda, aquela que você usa pra descarregar seu leite. É isso que quero ser pra você. Quero ser sua puta! Quero que você me use, que me coma como comeria uma puta de rua. Quero ser fodida, comida como uma puta e amanhecer nos seus braços. Quero ser uma rabuda! Quero ser sua rabuda!" Eu alucinava com a Maggy e ela continuava falando. "Quero que você me xingue, que me humilhe, que me use do seu jeito, que seu fantasias, hoje você realiza comigo, que me machuque, se tiver vontade de fazer, sou sua foxy! Hoje só quero te agradar em tudo! e agora quero que ele suba, porque estou com vontade de chupar ele" Como sempre, Maggy e eu falávamos com clareza, cada um expressando seus desejos mais íntimos, ela disse "Você me dá o que preciso, então é normal que eu te procure como uma puta, afinal, é o que sou, não é verdade?" ela disse enquanto passava a língua na cabeça da minha pica, "Como você é foxy às vezes!" Eu disse sorrindo "Sim, né?" ela disse antes de engolir minha pica inteira até o fundo da garganta e começar a mover a cabeça pra cima e pra baixo. Coloquei minha mão na cabeça dela e comecei a guiar o boquete com ela, Maggy fechou os olhos e soltou um gemido abafado, enquanto a língua dela se enrolava na minha pica me dando um prazer imenso. "Continua assim, foxy, adoro quando você chupa minha pica" eu disse enquanto soltava a cabeça dela e levava minha mão até as nádegas dela, dando um tapa que fez ela aumentar o ritmo do boquete. Enfiei minha mão entre as nádegas dela e acariciei o cu dela, onde minutos antes tinha metido minha pica e já tinha voltado ao tamanho normal, enfiei um dedo e tirei, continuando minha exploração até a buceta dela, Maggy mudou de posição sem parar de chupar minha pica, variando o ritmo pra atrasar meu orgasmo. Meus dedos chegaram na buceta dela que estava completamente molhada, procurei o clitóris dela e acariciei com a ponta do meu dedo excitando ela ainda mais, Maggy soltou uns gemidos bem gostosos e engoliu minha pica de novo até o fundo, com uma mão agarrei o cabelo dela, enquanto os dedos da outra mão entravam na buceta dela e ao mesmo tempo pressionavam o clitóris. Eu dizia: "Você é uma verdadeira puta, acabei de te foder e você já quer de novo. Você é uma verdadeira foxy" eu dizia enquanto minha mão empurrava a cabeça dela pra engolir minha pica, também pressionava o cu dela com meu polegar pra enfiar, aquilo fez Maggy enlouquecer, ela começou a lamber meus ovos enquanto com a mão dela me masturbava furiosamente, querendo tirar até a última gota de sêmen, puxei o cabelo dela e olhei ameaçador, enquanto mexia mais rápido meus dedos na buceta dela, pra que ela gozasse na minha mão, ela tentava não gozar, mas pela cara dela, sabia que o orgasmo dela tava perto, que não ia aguentar por muito mais tempo, tirei os dedos e agarrei o clitóris dela entre meus dedos, torcendo ele, aquilo foi demais pra ela, ela gozou dando gemidos altos e depois enfiou meu pau na boca, chupando ele enquanto, com olhos implorando, me pedia pra gozar, mas eu já tinha gozado antes, e sabíamos que ia ser difícil tirar de novo o prêmio que meu pau ansiava. Afastei ela do meu pau e pedi "Agora quero que você monte em mim, foxy, quero curtir sua buceta, quero ver sua cara enquanto gozo dentro de você" Maggy obedeceu e montou no meu pau, deixou a bunda cair e meu pau sumiu dentro da pussy dela, começou a se mover pra frente e pra trás, devagar, aproveitando cada centímetro do meu pau enterrado nela, as mãos dela, apoiadas nos meus ombros, os peitos dela subindo e descendo ritmicamente, os olhos semi-cerrados, a boca entreaberta, soltando gemidos, enquanto eu, agarrava a bunda dela tentando dirigir os movimentos, que aos poucos iam acelerando, eu comecei a suar, sentindo meu orgasmo chegando, com Maggy era a mesma coisa, os movimentos de quadril dela tinham virado circulares, e muito rápidos, então ela tava prestes a gozar, as unhas dela se cravavam na minha pele, vi ela morder o lábio inferior, tentando segurar o grito que ia anunciar o orgasmo dela. Eu bufava e gemia enquanto gozávamos os dois ao mesmo tempo, ela, entre gemidos de prazer, cheia do meu sêmen e eu exausto pela cavalgada intensa, ela deitou exausta do meu lado na cama, abraçados, bufando, aos poucos, fomos pegando no sono, num momento me mexi levemente e Maggy percebeu, se afastou De mim um pouco pra me dar liberdade de movimento e descansar tranquilo. Depois desse puta aniversário, a Maggy me contou que tinha outros fetiches e fantasias que tava descobrindo e que queria que eu ajudasse ela a realizar. Da minha parte, enquanto tava com a Maggy, transei mais vezes, algumas com minas da minha idade, outras com mulheres milf que nem ela. Mesmo que a Maggy nunca exigiu que eu só comesse ela, com o tempo descobri que ela tinha uma fantasia de me ver comendo outra mina, e por isso ela me incentivava direto a pegar outras mulheres. Ela queria ver fotos e, se desse, vídeos de como eu tava comendo elas, principalmente com minas da minha idade. Ela adorava o tesão de ver peitos e bucetas. No começo, eu não dei bola, porque não queria que depois ela usasse isso de desculpa pra deixar de ser minha. Eu falava pra ela que ela me completava e satisfazia todos os meus desejos, até porque achava estranho ela querer esse tipo de relação. Com o tempo, ela confessou que também queria participar de um menage MHM comigo e outra mina, e que eu gravasse ela tendo sexo lésbico. Ela dizia que queria chupar uma buceta e saber como era fazer tesoura com outra mulher.
No fim, ficou mais pervertida do que eu. Continua...



Eu tinha um conjunto de calcinha fio dental e sutiã preto com transparências que deixavam ver os bicos e a buceta depilada, também tinha umas meias de arrastão pretas. Quando voltei e entrei no quarto, me deparei com um espetáculo. Ela, sorrindo, me disse: "Bom, Juan (esse é meu nome), o que era aquilo que você tanto queria de presente?" Enquanto a mão esquerda dela pousava no meu pescoço, ela me olhava e a mão direita descia, se aproximando cada vez mais da minha virilha. Eu sentia meu pau bem duro, lutando pra sair e rasgar minha cueca e minha calça. Respondi: "Olha, a gente se diverte muito, mas eu queria que você fosse mais ousada na cama e mais complacente." Então Maggy me disse: "Somos adultos, então me diga exatamente o que você quer que eu faça." Ela falava com um sorriso safado, o rosto dela mostrava bem claramente que ela tava muito tesuda, e que tinha decidido me ter como amante pra realizar os desejos dela. Mais do que meu presente ou surpresa, era satisfazer ela com a luxúria descontrolada dela. E continuou dizendo: "Olha… eu acho que isso que a gente faz é uma loucura. Adoro que você seja tão jovem e tão experiente, que me faz gozar, mas agora isso vai mudar. Quero que você me coma como uma puta." Ela tirou primeiro o sutiã, depois se deitou na cama com as pernas pra cima e foi tirando a calcinha fio dental. Subia e descia as pernas, me mostrando com puros movimentos o quanto ela tava impaciente e tesuda pra ser penetrada. Depois, virou de lado e abriu a bunda com uma mão.

Ela dizia: "Vamos, papi! enfia o dedo no meu cu, vamos, faz isso!" ela gritava. Eu fiz, mas primeiro dei uma boa chupada na bunda dela, ela me olhou e parecia uma fera solta, faminta de sexo, possuída pela luxúria e eu era a vítima dela, ela enfiava minha cabeça na bunda gostosa dela. Depois de ficar assim por uns minutos, comecei a enfiar um dedo, depois dois, nessa altura a buceta dela já estava bem molhada. Então ela me mandou parar, foi se ajeitar de quatro e disse: "Quero que você me coma pelo cu, me fode, papi!" ela gritou "nem pensa, me fode de uma vez só, enfia de uma vez! Hoje quero sentir a ardência de você ter aberto meu cu

Eu tirei a roupa o mais rápido que pude, ela abria a bunda com as duas mãos.
Peguei um lençol velho que tinha pra evitar que minha cama sujasse, depois coloquei ele embaixo de onde a gente ia trepar. Depois disso, com tudo pronto, cuspi no cu dela, aproveitando que tava ali na minha frente, e coloquei a ponta da minha pica na entrada do ânus dela. Ela mesma guiou pra dentro, e quando a cabeça da minha pica já tava lá dentro, ela disse: "Vai, moleque! Mete de uma vez só, me fode, me fode!" ela gritava. Aí eu falei: "Cê gosta de dor, puta? Vou te ensinar a sentir! E cê vai ver que não sou mais nenhum moleque." Essas palavras me deixaram feito um touro no cio. De uma só tacada, enfiei até o fundo. Ela arqueou as costas e soltou um grito de prazer. Começou a se mexer no meu ritmo, rebolando a cintura e não parava de falar putaria, cheia de luxúria, me incentivando a foder ela mais e mais rápido. Gozou em poucos minutos, mas eu não parei, ela não me deixava parar. Meu corpo suava e minha mente curtia o prazer que aquela mulher me dava. Senti o cu dela se contrair e apertar minha pica, como se tivesse sugando pra dentro. Aí agarrei as nádegas da Maggy e comecei a me mexer rápido, com o objetivo de fazer ela gozar de novo. Separei ainda mais as nádegas dela e comecei a meter com fúria no cu dela, enquanto as lágrimas escorriam de dor, mas ela continuava falando putaria e me xingando. – Continua, pai! Não para agora! Vai, me come mais forte, enfia até o fundo, vai moleque! Eu gosto de dor, sou uma cachorra!
Pedi pra ela me montar agora, então ela se ajeitou e eu sentia como meu pau engrossava a cada frase, a cada sentada que ela dava, a cada grito, a cada soluço que ela soltava, eu ficava mais e mais excitado. Agarrei as bundas dela e cravei minhas unhas nelas, ela se mexia com força no meu pau e o cu dela se sentia cada vez mais dilatado. Maggy começou a gemer e a uivar de prazer, mais do que de dor. Peguei ela pelo cabelo e bombava gostoso no cu dela, que tava cada vez mais quente. Ela se deixou cair pra trás em mim, com a cara virada pro teto, e com uma mão começou a se acariciar o clitóris, enquanto meu pau perfurava sem piedade o cu dela. Aí aproveitei pra agarrar os peitos dela. Ela disse: "Torce meus bicos!" Fiz devagar no começo, mas com os insultos e as obscenidades que ela soltava, apertei com mais força. Me ensaiei neles, fazendo Maggy gozar de novo. Falei: "Tô quase gozando, foxy! Quero que seja na sua boca!" gritei. Tirei meu pau do cu dela e, pegando ela pelo cabelo, deitei ela na cama. Então ela abriu a boca bem na hora pra receber toda a carga de porra que eu tinha pra ela. Ela engoliu tudo e depois se dedicou a deixar meu pau bem limpinho com a língua dela.
Já que terminei, me deitei na cama, bufando e dando os últimos gemidos. Ela ficou abraçada nas minhas pernas, com meu pau já mole do lado do rosto dela. Os olhos dela refletiam uma satisfação enorme, igual aos meus. "Você me surpreendeu, Maggy", falei quando consegui recuperar o fôlego. "Você é uma fera! Foi genial, gostosa!" "É mesmo, né? Você gostou?" Ela respondeu. "Se gostei? Adorei! Quando você ia me xingando e falando o que falava, eu ficava cada vez mais tesuda! Alucinei com esse seu jeito ousado!" – com o Pablo (ex-marido dela) nunca consegui fazer isso, ele é muito tradicional e não curtia esse tipo de coisa. Além disso, ele me comia pouco e mal. Até te conhecer, nunca tinha tido um orgasmo como os que você consegue me dar. Preciso realizar todas as minhas fantasias, preciso me sentir viva!" A única coisa que falei foi: "Você é uma fera, gostosa!" e comecei a pegar minha roupa, que estava espalhada pelo quarto. Aí ela disse: "Posso ficar aqui esta noite? Minha mãe foi pra cidade dela com minhas irmãs e só voltam amanhã à tarde." Respondi: "Adoro a ideia, porque ainda falta eu comer sua buceta e deixar todo o meu leite dentro." Me deitei na cama, depois de foder. Ela acariciava meu peito, completamente nua, enquanto me dava beijinhos suaves nas coxas. Como quase sempre, eu tinha acabado de gozar na boca dela. Eu acariciava o cabelo dela, e depois ela começou a lamber minhas bolas com a língua, enquanto as mãos dela acariciavam meu pau com suavidade. "O que você tá fazendo?" – perguntei. Ela disse: "Hoje eu só quero ser sua rabuda, aquela que você usa pra descarregar seu leite. É isso que quero ser pra você. Quero ser sua puta! Quero que você me use, que me coma como comeria uma puta de rua. Quero ser fodida, comida como uma puta e amanhecer nos seus braços. Quero ser uma rabuda! Quero ser sua rabuda!" Eu alucinava com a Maggy e ela continuava falando. "Quero que você me xingue, que me humilhe, que me use do seu jeito, que seu fantasias, hoje você realiza comigo, que me machuque, se tiver vontade de fazer, sou sua foxy! Hoje só quero te agradar em tudo! e agora quero que ele suba, porque estou com vontade de chupar ele" Como sempre, Maggy e eu falávamos com clareza, cada um expressando seus desejos mais íntimos, ela disse "Você me dá o que preciso, então é normal que eu te procure como uma puta, afinal, é o que sou, não é verdade?" ela disse enquanto passava a língua na cabeça da minha pica, "Como você é foxy às vezes!" Eu disse sorrindo "Sim, né?" ela disse antes de engolir minha pica inteira até o fundo da garganta e começar a mover a cabeça pra cima e pra baixo. Coloquei minha mão na cabeça dela e comecei a guiar o boquete com ela, Maggy fechou os olhos e soltou um gemido abafado, enquanto a língua dela se enrolava na minha pica me dando um prazer imenso. "Continua assim, foxy, adoro quando você chupa minha pica" eu disse enquanto soltava a cabeça dela e levava minha mão até as nádegas dela, dando um tapa que fez ela aumentar o ritmo do boquete. Enfiei minha mão entre as nádegas dela e acariciei o cu dela, onde minutos antes tinha metido minha pica e já tinha voltado ao tamanho normal, enfiei um dedo e tirei, continuando minha exploração até a buceta dela, Maggy mudou de posição sem parar de chupar minha pica, variando o ritmo pra atrasar meu orgasmo. Meus dedos chegaram na buceta dela que estava completamente molhada, procurei o clitóris dela e acariciei com a ponta do meu dedo excitando ela ainda mais, Maggy soltou uns gemidos bem gostosos e engoliu minha pica de novo até o fundo, com uma mão agarrei o cabelo dela, enquanto os dedos da outra mão entravam na buceta dela e ao mesmo tempo pressionavam o clitóris. Eu dizia: "Você é uma verdadeira puta, acabei de te foder e você já quer de novo. Você é uma verdadeira foxy" eu dizia enquanto minha mão empurrava a cabeça dela pra engolir minha pica, também pressionava o cu dela com meu polegar pra enfiar, aquilo fez Maggy enlouquecer, ela começou a lamber meus ovos enquanto com a mão dela me masturbava furiosamente, querendo tirar até a última gota de sêmen, puxei o cabelo dela e olhei ameaçador, enquanto mexia mais rápido meus dedos na buceta dela, pra que ela gozasse na minha mão, ela tentava não gozar, mas pela cara dela, sabia que o orgasmo dela tava perto, que não ia aguentar por muito mais tempo, tirei os dedos e agarrei o clitóris dela entre meus dedos, torcendo ele, aquilo foi demais pra ela, ela gozou dando gemidos altos e depois enfiou meu pau na boca, chupando ele enquanto, com olhos implorando, me pedia pra gozar, mas eu já tinha gozado antes, e sabíamos que ia ser difícil tirar de novo o prêmio que meu pau ansiava. Afastei ela do meu pau e pedi "Agora quero que você monte em mim, foxy, quero curtir sua buceta, quero ver sua cara enquanto gozo dentro de você" Maggy obedeceu e montou no meu pau, deixou a bunda cair e meu pau sumiu dentro da pussy dela, começou a se mover pra frente e pra trás, devagar, aproveitando cada centímetro do meu pau enterrado nela, as mãos dela, apoiadas nos meus ombros, os peitos dela subindo e descendo ritmicamente, os olhos semi-cerrados, a boca entreaberta, soltando gemidos, enquanto eu, agarrava a bunda dela tentando dirigir os movimentos, que aos poucos iam acelerando, eu comecei a suar, sentindo meu orgasmo chegando, com Maggy era a mesma coisa, os movimentos de quadril dela tinham virado circulares, e muito rápidos, então ela tava prestes a gozar, as unhas dela se cravavam na minha pele, vi ela morder o lábio inferior, tentando segurar o grito que ia anunciar o orgasmo dela. Eu bufava e gemia enquanto gozávamos os dois ao mesmo tempo, ela, entre gemidos de prazer, cheia do meu sêmen e eu exausto pela cavalgada intensa, ela deitou exausta do meu lado na cama, abraçados, bufando, aos poucos, fomos pegando no sono, num momento me mexi levemente e Maggy percebeu, se afastou De mim um pouco pra me dar liberdade de movimento e descansar tranquilo. Depois desse puta aniversário, a Maggy me contou que tinha outros fetiches e fantasias que tava descobrindo e que queria que eu ajudasse ela a realizar. Da minha parte, enquanto tava com a Maggy, transei mais vezes, algumas com minas da minha idade, outras com mulheres milf que nem ela. Mesmo que a Maggy nunca exigiu que eu só comesse ela, com o tempo descobri que ela tinha uma fantasia de me ver comendo outra mina, e por isso ela me incentivava direto a pegar outras mulheres. Ela queria ver fotos e, se desse, vídeos de como eu tava comendo elas, principalmente com minas da minha idade. Ela adorava o tesão de ver peitos e bucetas. No começo, eu não dei bola, porque não queria que depois ela usasse isso de desculpa pra deixar de ser minha. Eu falava pra ela que ela me completava e satisfazia todos os meus desejos, até porque achava estranho ela querer esse tipo de relação. Com o tempo, ela confessou que também queria participar de um menage MHM comigo e outra mina, e que eu gravasse ela tendo sexo lésbico. Ela dizia que queria chupar uma buceta e saber como era fazer tesoura com outra mulher.
No fim, ficou mais pervertida do que eu. Continua...
1 comentários - Divorciada carente de pica