Olá, boaas! Aqui vai mais uma história de Dragon Ball. Não sei se continuo com a temática de Dragon Ball ou mudo de anime ou filme. Quero que me digam a opinião de vocês, por favor.
Bulma tinha juntado as Esferas do Dragão de novo, cansada de ver os saiyajins priorizarem o treino em vez do sexo. "Shenlong, desejo equilibrar o poder sexual na família Son pra ficar mais justo e mais gostoso", ela disse com sua arrogância científica de sempre. Mas Shenlong, aquele dragão filho da puta, torceu o desejo do jeito dele: um pulso de ki rosa explodiu por todo lado, invertendo os gêneros de Gohan e Videl na hora. Não tinha volta; o dragão riu e sumiu, deixando uma bagunça hormonal permanente. Agora Gohan era uma mulher saiyajin com peitões enormes, uma buceta sempre escorrendo e uma raba que pedia por uma pica aos berros. Videl, por sua vez, virou um macho musculoso com uma pica grossa, cheia de veias e um saco pesado carregado de porra.
Gohan mulher se olhou no espelho da casa dos Son, aterrorizada no começo. O cabelo preto selvagem cresceu até a bunda, o rosto ficou fino e sensual, com lábios carnudos perfeitos para chupar. As tetas brotaram como balões inflados, pesadas e sensíveis, os bicos duros roçando o giro rasgado. A cintura afinou, os quadris se abriram com um estalo que a fez gemer, e o pau sumiu num segundo, deixando uma rachinha rosada, inchada, escorrendo mel pelos coxões como se estivesse no cio eterno.
—Caralho… me transformaram numa slut saiyajin… —murmurou, tocando a própria pussy nova. Um dedo deslizou pra dentro fácil, e ela soltou um gritinho agudo de prazer—. Ai, merda, que yummy que essa pussy tá!
O Videl macho entrou naquele momento, com a voz grave e rouca, segurando a cock nova que já tava dura que nem pedra, pingando precum grosso.
—Gohan… olha só o que aquele dragão filho da puta fez com a gente. Agora eu tenho essa cock enorme… e você… você é uma foxy de peitão pronta pra arrebentar.
A Gohan mulher se virou, as tetas quicando, e viu a cock do Videl: grossa que nem um braço, veias marcadas, cabeça vermelha inchada. O cheiro de macho bateu nela que nem um kamehameha, e a pussy dela se contraiu sozinha, soltando um jatinho no chão.
—Não… Videl… não podemos… mas… quero essa rola dentro de mim… quero que você estoure minha buceta!
Videl não esperou. Agarrou os peitos dela, apertando forte até Gohan gritar de prazer e dor. Jogou ela na cama, abriu suas pernas musculosas e cuspiu direto na buceta rosada.
—Olha como você escorre, puta saiyajin. Essa buceta nova tá pedindo rola aos berros.
Enfiou de uma vez, metendo metade da rola num só golpe. Gohan gritou que nem uma louca:
—Aaaah! Você tá rasgando minha buceta virgem! Mais, filho da puta, enfia tudo!
Videl bombardeou sem piedade, quadris batendo na bunda perfeita de Gohan, fazendo os peitos pularem que nem loucos. Cada estocada era um chap molhado e obsceno, a buceta apertando a rola como um punho quente. Gohan arranhava as costas de Videl, gritando putarias:
—Isso, assim! Arrebenta essa buceta de puta saiyajin! Quero sentir suas bolas batendo na minha bunda! Enche de porra, macho!
Videl beliscava os bicos dos peitos dela, duros, mordia as tetas deixando marcas vermelhas, enquanto a fodia com mais força. Gohan gozou primeiro: a buceta se apertou brutal, jatos quentes espirrando na pica e na cama. Ela gritou:
—Tô gozando! Tô gozando que nem uma gostosa de peitão! Aaaah, porra!
Videl continuou metendo, virando ela pra ficar de quatro. Deu tapas na bunda vermelha, abrindo as nádegas pra ver a pica entrando e saindo da buceta inchada.
—Que rabo de puta você tem agora, Gohan. Vou gozar dentro e deixar você escorrendo que nem a vagabunda que você é.
Ela explodiu no final: rugiu e esvaziou as bolas em jatos grossos, quentes, enchendo a buceta até transbordar pelas coxas e pelo cu. Gohan tremia, buceta pulsando, porra escorrendo como uma cachoeira suja.
Mas não pararam por aí. Videl tirou a pica, ainda dura, e obrigou ela a chupar: a Gohan chupava com vontade, lambendo a própria gozada misturada com a porra da Videl, engasgando com o tronco cheio de veias.
—Mmm… que pica suja gostosa… enfia no meu cu agora, Videl… quero ser sua puta completa.
Videl colocou ela de barriga pra baixo, cuspiu no cu virgem e empurrou devagar mas firme. Gohan gritou de dor-prazer enquanto a pica abria o cu apertado.
—Tá rasgando meu cu! Isso, porra, fode meu rabo que nem uma puta sayajin!
Ela sodomizou brutal, os peitos da Gohan esmagados na cama, a bunda quicando a cada metida. Gozaram juntas de novo: Videl enchendo o cu de porra quente, Gohan esfregando a buceta até jorrar no chão.
No final, ficaram ofegantes, Gohan com a buceta e o cu inchados, porra escorrendo de todos os lados, um sorriso de puta safada no rosto.
—Isso é culpa do Shenlong… mas eu adoro ser sua puta de peitões —sussurrou.
Videl, limpando o pau nas tetas dela, rosnou:
—E eu, seu macho de pau insaciável. Vamos foder assim todo dia, putinha.
Se você chegou até aqui, é porque gostou da minha história, né? :´(
Bulma tinha juntado as Esferas do Dragão de novo, cansada de ver os saiyajins priorizarem o treino em vez do sexo. "Shenlong, desejo equilibrar o poder sexual na família Son pra ficar mais justo e mais gostoso", ela disse com sua arrogância científica de sempre. Mas Shenlong, aquele dragão filho da puta, torceu o desejo do jeito dele: um pulso de ki rosa explodiu por todo lado, invertendo os gêneros de Gohan e Videl na hora. Não tinha volta; o dragão riu e sumiu, deixando uma bagunça hormonal permanente. Agora Gohan era uma mulher saiyajin com peitões enormes, uma buceta sempre escorrendo e uma raba que pedia por uma pica aos berros. Videl, por sua vez, virou um macho musculoso com uma pica grossa, cheia de veias e um saco pesado carregado de porra.
Gohan mulher se olhou no espelho da casa dos Son, aterrorizada no começo. O cabelo preto selvagem cresceu até a bunda, o rosto ficou fino e sensual, com lábios carnudos perfeitos para chupar. As tetas brotaram como balões inflados, pesadas e sensíveis, os bicos duros roçando o giro rasgado. A cintura afinou, os quadris se abriram com um estalo que a fez gemer, e o pau sumiu num segundo, deixando uma rachinha rosada, inchada, escorrendo mel pelos coxões como se estivesse no cio eterno.
—Caralho… me transformaram numa slut saiyajin… —murmurou, tocando a própria pussy nova. Um dedo deslizou pra dentro fácil, e ela soltou um gritinho agudo de prazer—. Ai, merda, que yummy que essa pussy tá! O Videl macho entrou naquele momento, com a voz grave e rouca, segurando a cock nova que já tava dura que nem pedra, pingando precum grosso.
—Gohan… olha só o que aquele dragão filho da puta fez com a gente. Agora eu tenho essa cock enorme… e você… você é uma foxy de peitão pronta pra arrebentar.
A Gohan mulher se virou, as tetas quicando, e viu a cock do Videl: grossa que nem um braço, veias marcadas, cabeça vermelha inchada. O cheiro de macho bateu nela que nem um kamehameha, e a pussy dela se contraiu sozinha, soltando um jatinho no chão.
—Não… Videl… não podemos… mas… quero essa rola dentro de mim… quero que você estoure minha buceta! Videl não esperou. Agarrou os peitos dela, apertando forte até Gohan gritar de prazer e dor. Jogou ela na cama, abriu suas pernas musculosas e cuspiu direto na buceta rosada.
—Olha como você escorre, puta saiyajin. Essa buceta nova tá pedindo rola aos berros.
Enfiou de uma vez, metendo metade da rola num só golpe. Gohan gritou que nem uma louca:
—Aaaah! Você tá rasgando minha buceta virgem! Mais, filho da puta, enfia tudo!
Videl bombardeou sem piedade, quadris batendo na bunda perfeita de Gohan, fazendo os peitos pularem que nem loucos. Cada estocada era um chap molhado e obsceno, a buceta apertando a rola como um punho quente. Gohan arranhava as costas de Videl, gritando putarias:
—Isso, assim! Arrebenta essa buceta de puta saiyajin! Quero sentir suas bolas batendo na minha bunda! Enche de porra, macho!
Videl beliscava os bicos dos peitos dela, duros, mordia as tetas deixando marcas vermelhas, enquanto a fodia com mais força. Gohan gozou primeiro: a buceta se apertou brutal, jatos quentes espirrando na pica e na cama. Ela gritou: —Tô gozando! Tô gozando que nem uma gostosa de peitão! Aaaah, porra!
Videl continuou metendo, virando ela pra ficar de quatro. Deu tapas na bunda vermelha, abrindo as nádegas pra ver a pica entrando e saindo da buceta inchada.
—Que rabo de puta você tem agora, Gohan. Vou gozar dentro e deixar você escorrendo que nem a vagabunda que você é.
Ela explodiu no final: rugiu e esvaziou as bolas em jatos grossos, quentes, enchendo a buceta até transbordar pelas coxas e pelo cu. Gohan tremia, buceta pulsando, porra escorrendo como uma cachoeira suja.
Mas não pararam por aí. Videl tirou a pica, ainda dura, e obrigou ela a chupar: a Gohan chupava com vontade, lambendo a própria gozada misturada com a porra da Videl, engasgando com o tronco cheio de veias.
—Mmm… que pica suja gostosa… enfia no meu cu agora, Videl… quero ser sua puta completa.
Videl colocou ela de barriga pra baixo, cuspiu no cu virgem e empurrou devagar mas firme. Gohan gritou de dor-prazer enquanto a pica abria o cu apertado.
—Tá rasgando meu cu! Isso, porra, fode meu rabo que nem uma puta sayajin!
Ela sodomizou brutal, os peitos da Gohan esmagados na cama, a bunda quicando a cada metida. Gozaram juntas de novo: Videl enchendo o cu de porra quente, Gohan esfregando a buceta até jorrar no chão.
No final, ficaram ofegantes, Gohan com a buceta e o cu inchados, porra escorrendo de todos os lados, um sorriso de puta safada no rosto. —Isso é culpa do Shenlong… mas eu adoro ser sua puta de peitões —sussurrou.
Videl, limpando o pau nas tetas dela, rosnou:
—E eu, seu macho de pau insaciável. Vamos foder assim todo dia, putinha.
Se você chegou até aqui, é porque gostou da minha história, né? :´(
0 comentários - O desejo torto de Shen Long