Eu era o esquisitão otaku, virjão da sala, ou seja, um fracassado que nunca tinha encostado numa teta na vida. Um puta nerd de manual, vivia trancado jogando videogame, sem vida social, na escola sofria bullying por ser estranho, péssimo em tudo que era atividade física, mas foda pra caralho em matemática. Não conseguia nem chegar perto de uma mina pra conversar, começava a gaguejar e ficava travado de nervoso. Apaixonado por anime, a ponto de colecionar figurinhas e, claro, tinha zerado todos os Call of Duty, onde era um monstro.
Minha vida era bem simples e, até certo ponto, entediante. Quando terminei o ensino médio, não sabia o que fazer, tinha que começar uma faculdade, então escolhi programação. Era tão bom nisso que nem precisava assistir aula, só com o que já sabia e o que aprendia trancado no meu quarto, passava tudo com 9/10. Mas minha vida era um fracasso, na real, chata pra caralho, não tinha nada de especial, meus dias eram um tédio.
Um dia, entrei num torneio de FIFA. Pra ser sincero, achava aquilo um saco, precisa da habilidade de uma criança pra jogar, qualquer um consegue e não sei por que a maioria que joga é extremamente ruim. Só olhar os resultados: fui campeão goleando em todas as partidas, menos na final, que mesmo assim ganhei de 4 a 2 de boa, sem sustos. Foi meio abusivo, todo mundo é muito ruim, demoram pra mexer os dedos e não têm coordenação motora nenhuma. O prêmio pro vencedor era um cheque e ser a cara do torneio. A ideia não me animava muito, mas se eu aceitasse, ia receber parcelas mensais altíssimas de dividendos, dava pra viver de boa sem precisar continuar estudando ou trabalhar, só me dedicar a jogar pelo resto da vida.
Então aceitei, ser a cara do torneio, um torneio especial, a Copa FIFA. Mas quando topei, não imaginava que "ser a cara" era literal, iam me promover com fotos e tudo. Pois é, aí eu quis dar pra trás, mas já era tarde, principalmente porque a letra miúda daquilo era me transformar em mulher. Iam usar uma cirurgia em mim e me usar como promotora do torneio, em vez de contratar uma streamer pra fazer isso. O motivo era óbvio: saía muito mais barato pra eles. Iam me pagar uns 10 mil dólares por mês, mais a cirurgia de 100 mil dólares, e iam ficar com todos os direitos de imagem que eu fosse gerar. Já uma streamer era pagar 5 ou 6 milhões de dólares de entrada, mais 20% dos direitos de imagem dela. Fazendo as contas, comigo iam ganhar uma fortuna, e mais ainda se eu participasse, sendo a adversária de cada copa — algo que tava assinado e, claro, eu ia ganhar, diferente do resto das streamers que são muito ruins jogando.
Não esperava que a cirurgia ficasse tão boa, me transformaram numa mulher realmente muito gostosa, com atributos de dar inveja e uma cara de hegemônica. Fizeram um ensaio fotográfico bem ousado e me promoveram pra atrair o público ideal pra aquela copa. O resultado foi um sucesso absoluto, embora eu não reclame, porque forcei pra triplicarem o que iam me pagar por mês e, depois de verem os ensaios que topei, aceitaram de boa.
Foi assim que me transformei de Emanuel pra Ema, uma jovem gamer que se dedicou completamente ao mundo dos videogames. Até terminei a faculdade, já que não era nada puxada, ganhando uma grana preta sem fazer nada todo mês e sendo a cara da copa. Com a vida resolvida, voltei a me afundar na minha vida de merda, ou pelo menos pensei que sim. Mas não, agora eu era mulher, e a vida das mulheres é bem diferente: elas conseguem pegar geral sem fazer esforço. Sem dificuldade, arrumei vários caras interessados em mim, e por diversão escolhi ficar de namorada com um. Meio chato, ele me tirava de vez em quando pra ter um pouco de vida social e vinha muito na minha casa, já que eu morava num apartamento foda de três cômodos e tinha um BMW irado, que nem usava. Então ele, em especial, passava o tempo todo dirigindo meu carro e se instalando na minha casa. Me insistia pra sair pra jantar de vez em quando e dar um rolê no meu carro, que ele dirigia. A verdade é que era divertido de vez em quando, principalmente quando eu já tava com a vista cansada de tanto jogar videogame. Mas não parava por aí, porque como éramos namorados, a gente foi além também.
Ele pediu meu corpo e eu aceitei, era suposto que namorados fizessem isso e eu, como namorada, agora tinha que entregar meu corpo e me deixar comer, mesmo não tendo gostado. Foi realmente muito doloroso, ele não teve pena e meteu com tudo na minha buceta virgem, me arrebentou tanto que nunca mais quis transar. Eu jogada na cama sendo penetrada pelo pau dele perfurando e esticando minha vagina, com estocadas fortes e brutais, pulando na cama pra se impulsionar com mais força e bater com muita brutalidade no meu útero. Me deixou com dor abdominal por uma semana inteira. Foi uma experiência horrível, onde apesar dos meus gritos de dor e pedidos pra ele parar, ele não parou e me comeu até gozar dentro de mim.
Depois de passar por aquilo, sinceramente não curti, mas fazer o quê, ele gostava e, como eu era a namorada, deixava. Mas claro que não ia largar os videogames pra fazer aquilo, então ele aproveitava e me comia de quatro enquanto eu jogava. Era muito difícil me concentrar com uma rola dentro da minha buceta, mas o prodígio dos games, ou seja, eu, conseguia. Praticamente fazia mágica pra vencer entre as estocadas de pau que ele metia, os gemidos dele, minha capacidade de atenção e o movimento constante do meu corpo — era tudo muito complicado, mas tinha que agradar meu namorado.
Com o tempo e as investidas, comecei a gostar um pouco dessa parada de sexo. Eu me considerava meio assexual, mas era óbvio que era porque as primeiras vezes doem. Depois de um tempo, começou a dar um certo prazer, e li que ajudava a desestressar, então era o melhor jeito de continuar jogando por horas e horas sem parar.
Por isso, toda vez que o estresse dos videogames subia, eu queria transar. Chegou um ponto em que eu me concentrava melhor com uma pica dentro, então, quando jogava partidas de alto nível contra os tops globais, precisava fazer isso com a pica do meu namorado dentro de mim, bem fundo. Montar na vara dele me ajudava a focar, mesmo que fosse meio contraproducente em certo ponto ter que segurar meu prazer, porque meus gemidos não deixavam eu ouvir o headset, do mesmo jeito que meu namorado tinha que aguentar meus movimentos sem fazer barulho.
Embora nem tudo fosse pra mim, ele era um doente sexual e, como eu não dedicava tanto tempo a ele, ele me pegava enquanto eu jogava. Não era só sexo vaginal; ele também me fez praticar minhas habilidades com a boca, aproveitando que eu não ia tirar ele de lá, e começava a foder minha boca enquanto eu tava ocupada jogando shooters. A verdade é que não me desagradava, mas também não era algo que eu amasse. Já pra ele, sim, ele adorava receber boquetes, então eu melhorei minhas habilidades. Não era complicado — como um gênio prodígio em habilidades motoras que sou, movimentos com a língua, garganta e sucção eram simples, mas extremamente prazerosos. Por isso, quando eu não tava jogando algo muito exigente, deixava ele foder minha boca do jeito que quisesse.
Meu namorado não era bom em videogames, mas se medir contra mim, uma das melhores do mundo, fez ele melhorar pra caralho. Ele adorava me desafiar nos jogos pra ver se conseguia me vencer, e um dia ele simplesmente ganhou de mim — mas trapaceou.
Porque enquanto a gente jogava, ele baixou minha calça e enfiou o pau direto no meu cu, claro que eu me desconcentrei, doeu, ele começou a me meter no cu, enquanto eu comecei a gritar e parei de prestar atenção no jogo, literalmente ele tava me arrombando, aí ele aproveitou e me ganhou duas vezes, no jogo e me comendo pelo cu, se ele tivesse pedido eu teria aceitado dar pra ele, não achava que era grande coisa, mas o filho da puta fez de propósito porque sabia que não conseguia me vencer de outro jeito, na real essa foi a primeira e última vez que ele me ganhou nos meus jogos, ele tentou repetir uma vez mais mas não causou o mesmo impacto e obviamente eu ganhei dele.
Por causa dos eventos da FIFA, às vezes eu tinha que fazer cosplay, me fantasiar, me maquiar, colocar perucas, tirar fotos provocantes, de ângulos estranhos, jogar enquanto mostrava os pés toda hora e uns fetiches desse tipo, meio bizarros, mas por sorte ele não ligava muito pra essas coisas, mas ele ia dar um jeito de se aproveitar.
Quando fiz o cosplay da Bulma, fiquei com o cabelo azul celeste. Como todo hétero básico adora Dragon Ball, ele me pediu pra chupar ele, igual a Bulma chuparia o Vegeta. Então lá estava eu, mamando ele no sofão, enquanto ele jogava FIFA e eu chupando ele, toda maquiada e de peruca do cosplay, engolindo o máximo que dava o pau dele, fazendo um boquete profundo, olhando nos olhos dele com cara de puta pra ele gozar rápido. Mas tenho que admitir que adorei chupar ele, já tinha pegado gosto pelo pau dele, já tinha virado uma putinha completa.
Tão puta que comecei a curtir muito cada bruta foda que ele me dava, principalmente quando enchia meu cu de porra. As fodas dele enquanto eu jogava ficaram cada vez mais frequentes, na verdade já era sempre, não tinha um dia que ele não me comesse, porque o único jeito de me pegar era esse: me macetar enquanto eu jogava, seja no videogame ou no PC. E lá estava eu, de quatro, apoiada na minha cadeira, jogando enquanto ele estourava meu cu de porrada, me comendo sem parar até encher meu cu com o esperma dele, me deixando escorrendo, enquanto eu continuava jogando e ele ia fazer outra coisa, porque ele adorava me ver toda fodida, escorrendo porra, ignorando aquilo e jogando sem me limpar.
Isso era o grande e único fetiche dele, te diria: me ver jogando cheia da porra dele. Ele adorava ver como meu macho (ele) me marcava com o esperma dele e eu ficava horas ali, suja, jogando. O que atraía ele era a mistura do cheiro do meu corpo com o da porra dele.
Por isso, às vezes eu chupava ele, mas em vez de gozar na minha boca, ele tirava e começava a bater punheta, esporrando tudo na minha cara e no meu corpo, enquanto eu ficava parada recebendo aquilo e continuava jogando. Às vezes eu engolia, isso não incomodava ele, também adorava me ver limpando o que sobrava no meu rosto, levando à boca com os dedos e engolindo. Mas o que mais o excitava era me ver toda melada de porra enquanto passava horas jogando até aquilo secar na minha pele. Era um jeito bom de economizar tempo na rotina de skincare, já que, como cara do torneio, eu precisava cuidar muito da pele, e ficar coberta de sêmen era realmente muito benéfico para o meu cuidado facial. Então era vantajoso pros dois: ele ficava excitado e se divertia, e eu economizava tempo com cuidados pra continuar jogando. Os dois saíam ganhando. Fim.
Minha vida era bem simples e, até certo ponto, entediante. Quando terminei o ensino médio, não sabia o que fazer, tinha que começar uma faculdade, então escolhi programação. Era tão bom nisso que nem precisava assistir aula, só com o que já sabia e o que aprendia trancado no meu quarto, passava tudo com 9/10. Mas minha vida era um fracasso, na real, chata pra caralho, não tinha nada de especial, meus dias eram um tédio.
Um dia, entrei num torneio de FIFA. Pra ser sincero, achava aquilo um saco, precisa da habilidade de uma criança pra jogar, qualquer um consegue e não sei por que a maioria que joga é extremamente ruim. Só olhar os resultados: fui campeão goleando em todas as partidas, menos na final, que mesmo assim ganhei de 4 a 2 de boa, sem sustos. Foi meio abusivo, todo mundo é muito ruim, demoram pra mexer os dedos e não têm coordenação motora nenhuma. O prêmio pro vencedor era um cheque e ser a cara do torneio. A ideia não me animava muito, mas se eu aceitasse, ia receber parcelas mensais altíssimas de dividendos, dava pra viver de boa sem precisar continuar estudando ou trabalhar, só me dedicar a jogar pelo resto da vida.
Então aceitei, ser a cara do torneio, um torneio especial, a Copa FIFA. Mas quando topei, não imaginava que "ser a cara" era literal, iam me promover com fotos e tudo. Pois é, aí eu quis dar pra trás, mas já era tarde, principalmente porque a letra miúda daquilo era me transformar em mulher. Iam usar uma cirurgia em mim e me usar como promotora do torneio, em vez de contratar uma streamer pra fazer isso. O motivo era óbvio: saía muito mais barato pra eles. Iam me pagar uns 10 mil dólares por mês, mais a cirurgia de 100 mil dólares, e iam ficar com todos os direitos de imagem que eu fosse gerar. Já uma streamer era pagar 5 ou 6 milhões de dólares de entrada, mais 20% dos direitos de imagem dela. Fazendo as contas, comigo iam ganhar uma fortuna, e mais ainda se eu participasse, sendo a adversária de cada copa — algo que tava assinado e, claro, eu ia ganhar, diferente do resto das streamers que são muito ruins jogando.
Não esperava que a cirurgia ficasse tão boa, me transformaram numa mulher realmente muito gostosa, com atributos de dar inveja e uma cara de hegemônica. Fizeram um ensaio fotográfico bem ousado e me promoveram pra atrair o público ideal pra aquela copa. O resultado foi um sucesso absoluto, embora eu não reclame, porque forcei pra triplicarem o que iam me pagar por mês e, depois de verem os ensaios que topei, aceitaram de boa.Foi assim que me transformei de Emanuel pra Ema, uma jovem gamer que se dedicou completamente ao mundo dos videogames. Até terminei a faculdade, já que não era nada puxada, ganhando uma grana preta sem fazer nada todo mês e sendo a cara da copa. Com a vida resolvida, voltei a me afundar na minha vida de merda, ou pelo menos pensei que sim. Mas não, agora eu era mulher, e a vida das mulheres é bem diferente: elas conseguem pegar geral sem fazer esforço. Sem dificuldade, arrumei vários caras interessados em mim, e por diversão escolhi ficar de namorada com um. Meio chato, ele me tirava de vez em quando pra ter um pouco de vida social e vinha muito na minha casa, já que eu morava num apartamento foda de três cômodos e tinha um BMW irado, que nem usava. Então ele, em especial, passava o tempo todo dirigindo meu carro e se instalando na minha casa. Me insistia pra sair pra jantar de vez em quando e dar um rolê no meu carro, que ele dirigia. A verdade é que era divertido de vez em quando, principalmente quando eu já tava com a vista cansada de tanto jogar videogame. Mas não parava por aí, porque como éramos namorados, a gente foi além também.
Ele pediu meu corpo e eu aceitei, era suposto que namorados fizessem isso e eu, como namorada, agora tinha que entregar meu corpo e me deixar comer, mesmo não tendo gostado. Foi realmente muito doloroso, ele não teve pena e meteu com tudo na minha buceta virgem, me arrebentou tanto que nunca mais quis transar. Eu jogada na cama sendo penetrada pelo pau dele perfurando e esticando minha vagina, com estocadas fortes e brutais, pulando na cama pra se impulsionar com mais força e bater com muita brutalidade no meu útero. Me deixou com dor abdominal por uma semana inteira. Foi uma experiência horrível, onde apesar dos meus gritos de dor e pedidos pra ele parar, ele não parou e me comeu até gozar dentro de mim.
Depois de passar por aquilo, sinceramente não curti, mas fazer o quê, ele gostava e, como eu era a namorada, deixava. Mas claro que não ia largar os videogames pra fazer aquilo, então ele aproveitava e me comia de quatro enquanto eu jogava. Era muito difícil me concentrar com uma rola dentro da minha buceta, mas o prodígio dos games, ou seja, eu, conseguia. Praticamente fazia mágica pra vencer entre as estocadas de pau que ele metia, os gemidos dele, minha capacidade de atenção e o movimento constante do meu corpo — era tudo muito complicado, mas tinha que agradar meu namorado.Com o tempo e as investidas, comecei a gostar um pouco dessa parada de sexo. Eu me considerava meio assexual, mas era óbvio que era porque as primeiras vezes doem. Depois de um tempo, começou a dar um certo prazer, e li que ajudava a desestressar, então era o melhor jeito de continuar jogando por horas e horas sem parar.
Por isso, toda vez que o estresse dos videogames subia, eu queria transar. Chegou um ponto em que eu me concentrava melhor com uma pica dentro, então, quando jogava partidas de alto nível contra os tops globais, precisava fazer isso com a pica do meu namorado dentro de mim, bem fundo. Montar na vara dele me ajudava a focar, mesmo que fosse meio contraproducente em certo ponto ter que segurar meu prazer, porque meus gemidos não deixavam eu ouvir o headset, do mesmo jeito que meu namorado tinha que aguentar meus movimentos sem fazer barulho.
Embora nem tudo fosse pra mim, ele era um doente sexual e, como eu não dedicava tanto tempo a ele, ele me pegava enquanto eu jogava. Não era só sexo vaginal; ele também me fez praticar minhas habilidades com a boca, aproveitando que eu não ia tirar ele de lá, e começava a foder minha boca enquanto eu tava ocupada jogando shooters. A verdade é que não me desagradava, mas também não era algo que eu amasse. Já pra ele, sim, ele adorava receber boquetes, então eu melhorei minhas habilidades. Não era complicado — como um gênio prodígio em habilidades motoras que sou, movimentos com a língua, garganta e sucção eram simples, mas extremamente prazerosos. Por isso, quando eu não tava jogando algo muito exigente, deixava ele foder minha boca do jeito que quisesse.Meu namorado não era bom em videogames, mas se medir contra mim, uma das melhores do mundo, fez ele melhorar pra caralho. Ele adorava me desafiar nos jogos pra ver se conseguia me vencer, e um dia ele simplesmente ganhou de mim — mas trapaceou.
Porque enquanto a gente jogava, ele baixou minha calça e enfiou o pau direto no meu cu, claro que eu me desconcentrei, doeu, ele começou a me meter no cu, enquanto eu comecei a gritar e parei de prestar atenção no jogo, literalmente ele tava me arrombando, aí ele aproveitou e me ganhou duas vezes, no jogo e me comendo pelo cu, se ele tivesse pedido eu teria aceitado dar pra ele, não achava que era grande coisa, mas o filho da puta fez de propósito porque sabia que não conseguia me vencer de outro jeito, na real essa foi a primeira e última vez que ele me ganhou nos meus jogos, ele tentou repetir uma vez mais mas não causou o mesmo impacto e obviamente eu ganhei dele.Por causa dos eventos da FIFA, às vezes eu tinha que fazer cosplay, me fantasiar, me maquiar, colocar perucas, tirar fotos provocantes, de ângulos estranhos, jogar enquanto mostrava os pés toda hora e uns fetiches desse tipo, meio bizarros, mas por sorte ele não ligava muito pra essas coisas, mas ele ia dar um jeito de se aproveitar.
Quando fiz o cosplay da Bulma, fiquei com o cabelo azul celeste. Como todo hétero básico adora Dragon Ball, ele me pediu pra chupar ele, igual a Bulma chuparia o Vegeta. Então lá estava eu, mamando ele no sofão, enquanto ele jogava FIFA e eu chupando ele, toda maquiada e de peruca do cosplay, engolindo o máximo que dava o pau dele, fazendo um boquete profundo, olhando nos olhos dele com cara de puta pra ele gozar rápido. Mas tenho que admitir que adorei chupar ele, já tinha pegado gosto pelo pau dele, já tinha virado uma putinha completa.
Tão puta que comecei a curtir muito cada bruta foda que ele me dava, principalmente quando enchia meu cu de porra. As fodas dele enquanto eu jogava ficaram cada vez mais frequentes, na verdade já era sempre, não tinha um dia que ele não me comesse, porque o único jeito de me pegar era esse: me macetar enquanto eu jogava, seja no videogame ou no PC. E lá estava eu, de quatro, apoiada na minha cadeira, jogando enquanto ele estourava meu cu de porrada, me comendo sem parar até encher meu cu com o esperma dele, me deixando escorrendo, enquanto eu continuava jogando e ele ia fazer outra coisa, porque ele adorava me ver toda fodida, escorrendo porra, ignorando aquilo e jogando sem me limpar.Isso era o grande e único fetiche dele, te diria: me ver jogando cheia da porra dele. Ele adorava ver como meu macho (ele) me marcava com o esperma dele e eu ficava horas ali, suja, jogando. O que atraía ele era a mistura do cheiro do meu corpo com o da porra dele.
Por isso, às vezes eu chupava ele, mas em vez de gozar na minha boca, ele tirava e começava a bater punheta, esporrando tudo na minha cara e no meu corpo, enquanto eu ficava parada recebendo aquilo e continuava jogando. Às vezes eu engolia, isso não incomodava ele, também adorava me ver limpando o que sobrava no meu rosto, levando à boca com os dedos e engolindo. Mas o que mais o excitava era me ver toda melada de porra enquanto passava horas jogando até aquilo secar na minha pele. Era um jeito bom de economizar tempo na rotina de skincare, já que, como cara do torneio, eu precisava cuidar muito da pele, e ficar coberta de sêmen era realmente muito benéfico para o meu cuidado facial. Então era vantajoso pros dois: ele ficava excitado e se divertia, e eu economizava tempo com cuidados pra continuar jogando. Os dois saíam ganhando. Fim.
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