Cornudo por obrigação

Olá, porquêros! Sou o Rafael, 41 anos. Que fórum bom acabei de encontrar, um amigo me recomendou, então quis expor minha situação. Isso aconteceu em 2022, estávamos eu e minha esposa convidados pra uma festa pós-batismo do filho do meu cunhado no Trade Sky, em Buenos Aires. Tomamos vários coquetéis com minha esposinha, nos sentíamos em lua de mel porque somos pais de 4 filhos homens, então foi um alívio sair sem eles. Eu notava que uns caras estavam olhando do outro lado do bar, olhavam e olhavam. Minha esposa não é um violão, mas tem uns peitões e uma raba que todo mundo sempre olha, então pra mim era normal, saca? Mas eles eram chatos pra caralho. Numa hora, fui com um amigo porque éramos uns 10 no bar, fomos fazer um after lá. E vejo que um desses moleques se aproxima da minha esposa e, de longe, vejo que eles estão morrendo de rir juntos. Daí a pouco, me aproximo e o amigo vinha de longe pra onde estávamos. Perguntei: "Karen, e esses?" E ela responde: "Cristofer", e ele estende a mão. Falei "oi", e ele disse: "Desculpa, pensei que ela tava sozinha e vim fazer companhia." "De onde são?" Nós da Comuna 3 e eles também. Que gente boa, começamos a conversar. Os caras tinham 20 e 24 anos, eram muito legais, olhavam às vezes pra minha esposa, mas pô, não era nada demais. Chegou uma rodada de Flamming e minha esposa mandou dois seguidos, eu só tomei um pouco de um porque era o motorista. Lá pela 1h, quisemos ir embora. Estávamos nos despedindo quando um solta: "Chama o Uber." E minha esposa fala: "Ei, não, a gente dá carona pra vocês." E eles: "Não, não, fica tranquila." E eu também insisti em levar. No fim, aceitaram e fomos nos despedir. Subiram com a gente. Minha esposa tirou os saltos e foi comigo. Nós tínhamos o porta-malas do SUV lotado, então atrás estavam umas caixas de som e 2 computadores, não pensamos nisso quando convidamos os caras. Aí olhei pra minha esposa e ela disse: "Vamos empurrar pra frente", e ela foi pra trás. E eles começaram a dar o endereço com palavras, tipo... Eles conheciam o lugar, tudo bem no começo até a gente começar a ir muito longe, tipo pra Nova Pompeia. Quem conhece Buenos Aires sabe que é um lugar bem sinistro... E eu falei: "Ó, crianças, vamos deixar vocês aqui, melhor". E eles disseram: "Não, mais na frente, por favor". E eu perguntei: "Onde? Melhor me dar o endereço". Aí começou a ficar um clima tenso, e um deles falou: "Olha, para no posto". A gente parou, e um moleque disse: "Agora desce e tira a grana, seu merda, e deixa o celular aqui". Pelo retrovisor, vi que eles tinham uma faca. Eu, nervoso, desci, deixando minha esposa pra trás, tirei o máximo do caixa eletrônico, desci e falei: "Toma". E o outro cara estava apalpando minha esposa, que estava de olhos fechados e respirando ofegante. Ele disse: "Relaxa, deixa a gente onde a gente falou e pronto". Eles nos levaram dirigindo por 20 minutos, enquanto os dois ficavam apalpando minha esposa, falando coisas que não lembro, mas sobre os peitos dela. Minha esposa ficou o tempo todo em silêncio, só se ouvia ela ofegante. Quando chegamos, nos mandaram ir pra uma rua onde tinha uma casa afastada das outras, e um deles disse: "Vamos tomar um gole, relaxa". Tirou uma garrafinha de uma mochila e falou: "Vai, toma". Pelo tom e pelo jeito, estavam me obrigando a tomar um gole e depois outro. Fizeram minha esposa tomar também, e de repente comecei a me sentir muito tonto. Eles já tinham passado a mão na minha esposa toda e começaram a chupar o pescoço dela, e minha esposa já estava mais no clima, então se deixou. Um deles levantou o vestido preto justo que ela tava usando e disse: "Fica de pé um pouco". E falou pra mim: "Olha só, você é um astro, olha essa bunda". E o amigo dele disse: "Caralho, isso é coisa de porno, irmão, olha, uma calcinha fio dental branquinha". Nisso, o mais novo falou: "Deixa eu ficar um tempinho com ela, por favor". E minha senhora sentou, com o cabelo no rosto, e eu perguntei: "Amor, o que a gente faz?". Ela me olhou com uma cara de "não sei". E o outro cara disse: "Me passa as chaves do carro". Eu passei, e ele falou: "Vamos sair, deixa eles conversarem, mas não fazem merda, senão a gente quebra os vidros e tira vocês na porrada". Eles saíram, e eu perguntei: "Amor, o que a gente faz?" Ela... Eu tava quieta e ela me disse "não sei". Falei: "Querem te comer". Ela respondeu: "Eu sei". Aí perguntei: "Você quer?" Ela disse: "Não temos outra escolha, senão talvez façam isso com você". Eu falei: "Faz o melhor que puder, vou sair pra falar com eles". Ela pediu: "Diz pra eles não gozarem dentro de mim, por favor". Nisso, saí e dei o recado. O mais novo, mais bonito fisicamente, respirou fundo e entrou no carro. Não demorou muito e saiu, falou pro outro: "É sua vez". Quando saiu, vi minha esposa de pernas abertas, só esperando. O outro entrou e disse: "Esse pote ainda tem mel, aperta pra caralho". E me chamou: "Vamos olhar?" A gente se aproximou, os vidros estavam embaçando, e vi como ela tinha o vestido levantado, tava de quatro, com a cabeça bem baixa. Esse outro foi pro outro lado, abriu a porta e se colocou onde tava a cabeça da minha esposa, e disse: "Olha aqui, vou deixar leite, limpa". E minha esposa, bem obediente, começou a chupar. Eu entrei no banco do motorista e comecei a ver como o de trás tava comendo ela. O de trás falou: "Vem cá, gostosa, bota essa bunda". Mas não entrava. Aí ele disse: "Pô, solta essa bunda". Ela tirou o pau do outro e falou: "Não consigo, tô relaxando". Ele tentava e não entrava, e dizia: "É crime ter uma bunda tão grande assim". E me chamou: "Vem cá, mete você, talvez você tenha a chave dessa bunda, deixa ela preparada pra mim". Eu falei "não", e ele puxou uma arma e disse: "Vem na boa". Eu fui, cuspi na bunda dela pra lubrificar, e falei: "Desculpa, amorzinho". Mas ela tava chupando o outro e não respondeu. Enfiei o pau, só a cabeça, e ele falou: "Pô, enfia até o fundo". Eu disse: "Ela gosta só até aí, senão dói". Ele respondeu: "Amigo, ela é uma puta, olha". Me tirou, e agora que tava lubrificado, enfiou até o fundo. Minha esposa deu um puta grito, e aí virou tudo. Ele agarrou ela pelo cabelo, puxou pra perto, baixou o vestido, deixou os peitos dela no ar e apertou. Que nem um bicho, segurou ela pela boca. E minha esposa colocou o corpo dela em... Relaxei e comecei a penetrar ela, eufórico, e ela se soltou e teve um orgasmo enorme em cima desse cara, e esse cara também, ele sai e fala: "Nico, experimenta essa bunda, Nico, você tem que provar". E ele fala: "Vamos lá, dona, senta aqui". Ajeita ela e senta ela no pau dele e fala: "Mas se mexe". E minha esposa estava parada, quase sem se mexer, porque quando ela tem um orgasmo, os nervos ficam tensos. No final, ela sentou e começou a rebolar em cima dele, e ele dizia: "Você tem razão, como essa bunda é gostosa, não acredito". E minha mulher já estava bem ousada, pulava em cima dele, e o cara gozou, e ela não parava de se mexer e se tocar no clitóris até gozar de novo. Ele sai, sentam, e ele fala: "Leva a gente na praça, vamos embora". Então eu levei, e no caminho pra lá, eles apalpavam ela, metiam de lado, revezavam. Era uns 20 minutos até lá. Chegamos, deram umas chupadas nos peitos dela, desceram com nossos celulares e dinheiro. Chegamos em casa e decidimos não denunciar por causa da burocracia toda. Esse ano fomos muito honestos um com o outro, porque estávamos muito distantes sexualmente, e ela me disse que não ficava muito excitada desde aquele incidente, e que se tivesse ido sozinha, talvez tivesse transado com o cara com quem estava conversando. Então não foi muito difícil transar com eles. Eu me senti destruído, inclusive fui pra terapia, não entendia a posição dela. Então terminamos. Recentemente estamos voltando, mas ela teve um parceiro, um cara de 27 anos. Mas tudo bem, eu sei que ele comeu ela do jeito que ela queria, porque no fundo era isso que ela queria: ter uns meses de sexo de verdade, diferente do meu, que geralmente é de ladinho, nem de puta eu meto porque tenho medo de machucar ela. Enfim, agora ela tá bem foda e vamos ficar juntos de novo.

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