Quando terminei de postar o conto de ontem, me levantei da cama pelado e fui andando até a cozinha, onde minha irmã tava fazendo o café da manhã. Ela tava usando um top de alcinha que deixava boa parte dos peitões enormes dela à mostra e um short tão curto que, por causa do tamanho da bunda dela, deixava uma parte das deliciosas nádegas dela aparecendo.
O rabo dela tava uma delícia enquanto cozinhava, ela virou pra mim e pediu pra eu vestir alguma roupa, pra depois ajudar ela a colocar os pratos e copos na bancada onde a gente ia tomar café. Fui pro meu quarto e vesti um short sem cueca nem nada por baixo, o que fazia minha ereção matinal ficar bem visível, mas dessa vez também era por ter escrito o relato do que rolou na noite anterior com minha irmã. Voltei pra cozinha, coloquei os pratos e copos, ela serviu o café e a gente começou a comer enquanto conversava sobre umas coisas sem muita importância, não falamos nada sobre a noite anterior, como quase sempre quando algo rolava entre a gente. Terminamos de comer e eu me ofereci pra limpar a bancada e a louça suja, minha irmã me agradeceu por ser tão bom irmão e me deu um beijo na bochecha, depois foi pro quarto dela se vestir porque ia sair pra comprar umas coisas que queria dar de presente pra minha prima, já que faltam só uns dias pra ela chegar. Terminei de lavar a louça e fui sentar no sofá da sala, depois de uns 30 minutos minha irmã saiu do quarto com um vestido tão curto que com qualquer curvada que ela desse, tinha certeza que a buceta gostosa dela ia aparecer.
Eu: Mana, como tu tá gostosa hoje.
Ela me agradeceu com um sorriso safado no rosto, depois se despediu e saiu de casa. Ficou praticamente o dia inteiro fora, voltou lá pras 8 da noite, entrou em casa e foi direto pro quarto guardar as coisas que tinha comprado. Achei meio estranha a forma misteriosa como ela entrou, mas não liguei muito. Depois de uns 10 ou 15 minutos, saiu do quarto vestindo uma blusa preta e um short jeans bem mais curto que o da manhã. Se com o outro já dava pra ver parte da bunda dela, com esse deixava praticamente metade da bunda à mostra.
Irmã: aah, tô muito cansada, que tal pedir alguma coisa pra jantar?
Eu: claro, o que você tá afim?
Irmã: qualquer coisa, desde que eu não precise cozinhar
Eu: vou pedir uma pizza então
Irmã: tá bom, meus pés tão me matando
Eu: posso te dar uma massagem se quiser, enquanto a comida não chega
Irmã: você sabe fazer massagem?
Eu: não, mas acho que não é tão difícil
Irmã: mmm, tá bom, só porque meus pés tão doendo pra caralho
Ela colocou os pés nas minhas pernas e eu comecei a massagear, ou pelo menos tentar, kkk, mas acho que tava indo bem pelos gemidos que ela dava. Depois de uns 5 minutos massageando os pés dela, mais ou menos, falei:
Eu: não quer que eu te dê uma massagem nas costas?
Irmã: claro, por que não?
Eu: deita de bruços e tira a blusa
Irmã: a blusa?
Eu: sim, pra fazer a massagem direito
Ela ficou pensando um pouco no que eu disse.
Eu: já nos vimos tudo, irmã, não acho que tirar a blusa pra ganhar uma massagem seja tão difícil
Ela riu e concordou, depois tirou a blusa, deixando aquele par de peitos gostosos aparecer.
Ela se deitou de bruços no sofá, me dando uma vista linda da bunda dela.
Eu subi nela, deixando meu pau no cuzinho gostoso dela, aí comecei a fazer massagem, primeiro só massageava as costas dela, mas já com mais confiança comecei a massagear mais perto da bunda dela, também passava a mão na lateral dos peitos dela. Meu pau começou a ficar duro de tesão na hora, então decidi tirar ele pra fora, aproveitando que eu só tava de short, tirei e coloquei no meio das nádegas dela, fazendo uma espécie de hot dog, onde o pão era a bunda deliciosa dela e a salsicha era meu pau.
Era uma cena deliciosa, minha irmã com a parte de cima nua e eu com meu pau entre as nádegas dela enquanto massageava parte dos peitos dela. Ela soltava gemidos leves, o que me deixava mais excitado do que já estava, e aí, por causa do tesão, comecei a esfregar as nádegas dela por cima do short, apertava e amassava as nádegas fingindo que ainda estava massageando ela. Ao apertar as nádegas dela enquanto meu pau também era apertado por ficar entre elas, minha irmã só continuava soltando gemidos leves enquanto eu me masturbava com as nádegas dela. Tava no limite do tesão, então parei de massagear e comecei a descer o short dela.
deixando sua bunda linda totalmente nua, já que a putinha não tava usando nada por baixo do short, a buceta dela tava encharcada, tanto que quando tirei o short formaram uns fios transparentes com os fluidos dela, comecei a pegar nas nádegas nuas dela
Quando comecei a fazer, ela virou e me disse: "Irmã, o que você tá fazendo, irmão?" Eu: "Fica tranquila, irmã, é parte da massagem..." Nem terminei de responder, afundei meu rosto naquela bunda gostosa pra começar a chupar ela.
O som dos gemidos dela começou a ficar mais alto e combinava perfeitamente com o barulho que meus dedos faziam na buceta molhada dela. Continuei assim por uns minutos até que ouvi ela falar baixinho: Irmã: me enfia a pica ahh me enfia ela por favor ahh. Quase enlouqueci quando ouvi minha irmã implorando pra eu meter, então me ajoelhei atrás dela, apontei minha pica pra entrada da buceta dela, e ela levantou um pouco a bunda.
Eu tava prestes a enfiar nela quando de repente a campainha tocou. Pra mim, tanto fazia, mas aquele som fez minha irmã cair na real e sair do transe em que tava, toda esquentada por causa do momento. Ela se afastou de mim quando eu já ia meter a pica e falou:
**Irmã:** A la la pizza, a pizza chegou
**Eu:** Que espere
**Irmã:** Melhor tu ir abrir — ela levantou do sofá, pegou a roupa do chão e foi pra cozinha
Eu, com a pica quase explodindo, não tive escolha a não ser subir o short e ir atender o maldito entregador inoportuno. Abri a porta, peguei as pizzas e paguei sem dar gorjeta, por ter estragado uma das melhores chances de comer minha irmã mais velha que eu já tive até agora.
Levei as pizzas pra cozinha, onde minha irmã tava sentada esperando. Deixei as pizzas na mesa e tentei continuar o que a gente tava fazendo, mas o momento já tinha passado.
**Irmã:** Senta, irmão, vamos comer antes que a pizza esfrie
**Eu:** Dá pra esquentar depois, melhor a gente terminar o que a gente tava fazendo
**Irmã:** Não, não tava rolando nada, você só tava me dando uma massagem que saiu um pouco do controle, só isso
**Eu:** Qual é, irmã, cê sabe que qui…
**Irmã:** FALEI QUE NÃO — ela levantou da cadeira e foi pro quarto dela
Eu segui ela, mas ela trancou a porta. Então não me restou outra opção a não ser bater uma punheta pra aliviar um pouco a vontade que tinha ficado. Depois de algumas horas, ouvi a porta do quarto dela abrir. Eu tava no meu quarto, então saí pra falar com ela. Ela tava na cozinha esquentando a pizza que nenhum de nós dois tinha tocado. Quando me viu, falou:
**Irmã:** O que que cê qué?
**Eu:** Queria te pedir desculpa, me deixei levar pelo calor do momento e…
**Irmã:** Não, quem tem que te pedir desculpa sou eu. Fui eu que me deixei levar e te pedi pra meter. E de verdade, eu queria que você fizesse, só que quando ouvi a campainha, caí na real e lembrei que é errado
**Eu:** Mas por quê? Por quê? Seria errado?
Irmã: Porque somos irmãos
Eu: E daí? Os dois queremos isso
Irmã: Isso não significa que devemos fazer
Me aproximei dela, abraçando-a por trás, encostando minha rola na bunda dela e sussurrei no ouvido
Eu: Tá bom, irmã, não vou insistir mais — dei um beijo no pescoço dela, fazendo ela soltar um gemido leve — sei que você mesma vai vir me pedir pra te comer como a putinha submissa que é
Ela não respondeu, nem pra me xingar ou falar algo por chamá-la de putinha. Me afastei, peguei um pedaço de pizza e fui pro meu quarto, deixando ela sozinha na cozinha. Hoje, quando acordei, não fui atrás dela; ela mesma veio no meu quarto perguntar se eu queria tomar café com ela. Disse que sim, levantei da cama e fui pra cozinha só de boxer, com a pica dura de toda manhã. Quando cheguei, ela estava de costas, vestindo uma minissaia tão curta que deixava quase toda a bunda dela de fora. Ela se virou, mordendo o dedo de um jeito safado e putão.
Sabia perfeitamente qual era a intenção dela, mas mesmo sendo difícil resistir a uma provocação tão clara, consegui. Ela me viu, mas não disse nada por eu estar só de cueca, mas notei que, ao ver minha ereção, ela mordeu um pouco os lábios, talvez como parte do jogo dela ou porque realmente ficou com vontade do meu pau. O fato é que sentamos pra tomar café da manhã sem falar nada sobre o que aconteceu na noite anterior. Ela nem me cobrou por ter chamado ela de puta submisso nem por nada do que rolou.
Terminamos de comer e, dessa vez, não me ofereci pra recolher ou lavar a louça como sempre fazia. Só levantei da cadeira e fui me jogar no sofá pra ver TV, deixando claro que meu papel de irmão bonzinho tinha acabado. Pensei que ela fosse falar alguma coisa, mas não. Ela só levantou e começou a limpar sem dizer uma palavra. Terminou de limpar, foi pra sala, pediu pra eu afastar um pouco os pés pra ela sentar. Eu fiz isso e ela sentou.
Ficamos vendo TV quase a manhã toda. Na hora do almoço, foi a mesma rotina. Ela perguntou se eu queria comer, eu disse que sim. Ela levantou do sofá e foi preparar a comida enquanto eu continuava deitado vendo TV. Depois me chamou pra comer. Sentei sem colocar os pratos e copos como sempre fazia, então ela não teve escolha senão fazer tudo sozinha. Colocou os pratos, nos servimos e comemos. Quando terminei, levantei, fui pra sala e me deitei de novo no sofá pra ver TV. Ela também se levantou, recolheu a mesa e lavou a louça, depois foi sentar do meu lado. Ficamos assim o resto da tarde até eu me levantar e ir pro meu quarto.
Agora ainda tô no meu quarto deitado. Quis escrever isso porque é mais uma atualização da relação com a minha irmã mais velha, e também pra perguntar o que devo fazer agora: continuar com meu papel de cafajeste até fazer ela vir me procurar pra eu meter o pau, ou entrar no quarto dela e meter logo de uma vez? Além disso, minha prima chega amanhã. Então vou ter uma puta pra foder, sim ou sim, a única que não vai ter rola é minha irmã, e acho que isso vai ser um fator importante pra fazer ela pedir pra eu comer ela. Mas enfim, vocês me digam o que faço hoje à noite, espero ou meto o foda-se? Vou ler os comentários de vocês pra decidir o que fazer.
O rabo dela tava uma delícia enquanto cozinhava, ela virou pra mim e pediu pra eu vestir alguma roupa, pra depois ajudar ela a colocar os pratos e copos na bancada onde a gente ia tomar café. Fui pro meu quarto e vesti um short sem cueca nem nada por baixo, o que fazia minha ereção matinal ficar bem visível, mas dessa vez também era por ter escrito o relato do que rolou na noite anterior com minha irmã. Voltei pra cozinha, coloquei os pratos e copos, ela serviu o café e a gente começou a comer enquanto conversava sobre umas coisas sem muita importância, não falamos nada sobre a noite anterior, como quase sempre quando algo rolava entre a gente. Terminamos de comer e eu me ofereci pra limpar a bancada e a louça suja, minha irmã me agradeceu por ser tão bom irmão e me deu um beijo na bochecha, depois foi pro quarto dela se vestir porque ia sair pra comprar umas coisas que queria dar de presente pra minha prima, já que faltam só uns dias pra ela chegar. Terminei de lavar a louça e fui sentar no sofá da sala, depois de uns 30 minutos minha irmã saiu do quarto com um vestido tão curto que com qualquer curvada que ela desse, tinha certeza que a buceta gostosa dela ia aparecer.
Eu: Mana, como tu tá gostosa hoje. Ela me agradeceu com um sorriso safado no rosto, depois se despediu e saiu de casa. Ficou praticamente o dia inteiro fora, voltou lá pras 8 da noite, entrou em casa e foi direto pro quarto guardar as coisas que tinha comprado. Achei meio estranha a forma misteriosa como ela entrou, mas não liguei muito. Depois de uns 10 ou 15 minutos, saiu do quarto vestindo uma blusa preta e um short jeans bem mais curto que o da manhã. Se com o outro já dava pra ver parte da bunda dela, com esse deixava praticamente metade da bunda à mostra.
Irmã: aah, tô muito cansada, que tal pedir alguma coisa pra jantar? Eu: claro, o que você tá afim?
Irmã: qualquer coisa, desde que eu não precise cozinhar
Eu: vou pedir uma pizza então
Irmã: tá bom, meus pés tão me matando
Eu: posso te dar uma massagem se quiser, enquanto a comida não chega
Irmã: você sabe fazer massagem?
Eu: não, mas acho que não é tão difícil
Irmã: mmm, tá bom, só porque meus pés tão doendo pra caralho
Ela colocou os pés nas minhas pernas e eu comecei a massagear, ou pelo menos tentar, kkk, mas acho que tava indo bem pelos gemidos que ela dava. Depois de uns 5 minutos massageando os pés dela, mais ou menos, falei:
Eu: não quer que eu te dê uma massagem nas costas?
Irmã: claro, por que não?
Eu: deita de bruços e tira a blusa
Irmã: a blusa?
Eu: sim, pra fazer a massagem direito
Ela ficou pensando um pouco no que eu disse.
Eu: já nos vimos tudo, irmã, não acho que tirar a blusa pra ganhar uma massagem seja tão difícil
Ela riu e concordou, depois tirou a blusa, deixando aquele par de peitos gostosos aparecer.
Ela se deitou de bruços no sofá, me dando uma vista linda da bunda dela.
Eu subi nela, deixando meu pau no cuzinho gostoso dela, aí comecei a fazer massagem, primeiro só massageava as costas dela, mas já com mais confiança comecei a massagear mais perto da bunda dela, também passava a mão na lateral dos peitos dela. Meu pau começou a ficar duro de tesão na hora, então decidi tirar ele pra fora, aproveitando que eu só tava de short, tirei e coloquei no meio das nádegas dela, fazendo uma espécie de hot dog, onde o pão era a bunda deliciosa dela e a salsicha era meu pau.
Era uma cena deliciosa, minha irmã com a parte de cima nua e eu com meu pau entre as nádegas dela enquanto massageava parte dos peitos dela. Ela soltava gemidos leves, o que me deixava mais excitado do que já estava, e aí, por causa do tesão, comecei a esfregar as nádegas dela por cima do short, apertava e amassava as nádegas fingindo que ainda estava massageando ela. Ao apertar as nádegas dela enquanto meu pau também era apertado por ficar entre elas, minha irmã só continuava soltando gemidos leves enquanto eu me masturbava com as nádegas dela. Tava no limite do tesão, então parei de massagear e comecei a descer o short dela.
deixando sua bunda linda totalmente nua, já que a putinha não tava usando nada por baixo do short, a buceta dela tava encharcada, tanto que quando tirei o short formaram uns fios transparentes com os fluidos dela, comecei a pegar nas nádegas nuas dela
Quando comecei a fazer, ela virou e me disse: "Irmã, o que você tá fazendo, irmão?" Eu: "Fica tranquila, irmã, é parte da massagem..." Nem terminei de responder, afundei meu rosto naquela bunda gostosa pra começar a chupar ela.
O som dos gemidos dela começou a ficar mais alto e combinava perfeitamente com o barulho que meus dedos faziam na buceta molhada dela. Continuei assim por uns minutos até que ouvi ela falar baixinho: Irmã: me enfia a pica ahh me enfia ela por favor ahh. Quase enlouqueci quando ouvi minha irmã implorando pra eu meter, então me ajoelhei atrás dela, apontei minha pica pra entrada da buceta dela, e ela levantou um pouco a bunda.
Eu tava prestes a enfiar nela quando de repente a campainha tocou. Pra mim, tanto fazia, mas aquele som fez minha irmã cair na real e sair do transe em que tava, toda esquentada por causa do momento. Ela se afastou de mim quando eu já ia meter a pica e falou:**Irmã:** A la la pizza, a pizza chegou
**Eu:** Que espere
**Irmã:** Melhor tu ir abrir — ela levantou do sofá, pegou a roupa do chão e foi pra cozinha
Eu, com a pica quase explodindo, não tive escolha a não ser subir o short e ir atender o maldito entregador inoportuno. Abri a porta, peguei as pizzas e paguei sem dar gorjeta, por ter estragado uma das melhores chances de comer minha irmã mais velha que eu já tive até agora.
Levei as pizzas pra cozinha, onde minha irmã tava sentada esperando. Deixei as pizzas na mesa e tentei continuar o que a gente tava fazendo, mas o momento já tinha passado.
**Irmã:** Senta, irmão, vamos comer antes que a pizza esfrie
**Eu:** Dá pra esquentar depois, melhor a gente terminar o que a gente tava fazendo
**Irmã:** Não, não tava rolando nada, você só tava me dando uma massagem que saiu um pouco do controle, só isso
**Eu:** Qual é, irmã, cê sabe que qui…
**Irmã:** FALEI QUE NÃO — ela levantou da cadeira e foi pro quarto dela
Eu segui ela, mas ela trancou a porta. Então não me restou outra opção a não ser bater uma punheta pra aliviar um pouco a vontade que tinha ficado. Depois de algumas horas, ouvi a porta do quarto dela abrir. Eu tava no meu quarto, então saí pra falar com ela. Ela tava na cozinha esquentando a pizza que nenhum de nós dois tinha tocado. Quando me viu, falou:
**Irmã:** O que que cê qué?
**Eu:** Queria te pedir desculpa, me deixei levar pelo calor do momento e…
**Irmã:** Não, quem tem que te pedir desculpa sou eu. Fui eu que me deixei levar e te pedi pra meter. E de verdade, eu queria que você fizesse, só que quando ouvi a campainha, caí na real e lembrei que é errado
**Eu:** Mas por quê? Por quê? Seria errado?
Irmã: Porque somos irmãos
Eu: E daí? Os dois queremos isso
Irmã: Isso não significa que devemos fazer
Me aproximei dela, abraçando-a por trás, encostando minha rola na bunda dela e sussurrei no ouvido
Eu: Tá bom, irmã, não vou insistir mais — dei um beijo no pescoço dela, fazendo ela soltar um gemido leve — sei que você mesma vai vir me pedir pra te comer como a putinha submissa que é
Ela não respondeu, nem pra me xingar ou falar algo por chamá-la de putinha. Me afastei, peguei um pedaço de pizza e fui pro meu quarto, deixando ela sozinha na cozinha. Hoje, quando acordei, não fui atrás dela; ela mesma veio no meu quarto perguntar se eu queria tomar café com ela. Disse que sim, levantei da cama e fui pra cozinha só de boxer, com a pica dura de toda manhã. Quando cheguei, ela estava de costas, vestindo uma minissaia tão curta que deixava quase toda a bunda dela de fora. Ela se virou, mordendo o dedo de um jeito safado e putão.
Sabia perfeitamente qual era a intenção dela, mas mesmo sendo difícil resistir a uma provocação tão clara, consegui. Ela me viu, mas não disse nada por eu estar só de cueca, mas notei que, ao ver minha ereção, ela mordeu um pouco os lábios, talvez como parte do jogo dela ou porque realmente ficou com vontade do meu pau. O fato é que sentamos pra tomar café da manhã sem falar nada sobre o que aconteceu na noite anterior. Ela nem me cobrou por ter chamado ela de puta submisso nem por nada do que rolou.Terminamos de comer e, dessa vez, não me ofereci pra recolher ou lavar a louça como sempre fazia. Só levantei da cadeira e fui me jogar no sofá pra ver TV, deixando claro que meu papel de irmão bonzinho tinha acabado. Pensei que ela fosse falar alguma coisa, mas não. Ela só levantou e começou a limpar sem dizer uma palavra. Terminou de limpar, foi pra sala, pediu pra eu afastar um pouco os pés pra ela sentar. Eu fiz isso e ela sentou.
Ficamos vendo TV quase a manhã toda. Na hora do almoço, foi a mesma rotina. Ela perguntou se eu queria comer, eu disse que sim. Ela levantou do sofá e foi preparar a comida enquanto eu continuava deitado vendo TV. Depois me chamou pra comer. Sentei sem colocar os pratos e copos como sempre fazia, então ela não teve escolha senão fazer tudo sozinha. Colocou os pratos, nos servimos e comemos. Quando terminei, levantei, fui pra sala e me deitei de novo no sofá pra ver TV. Ela também se levantou, recolheu a mesa e lavou a louça, depois foi sentar do meu lado. Ficamos assim o resto da tarde até eu me levantar e ir pro meu quarto.
Agora ainda tô no meu quarto deitado. Quis escrever isso porque é mais uma atualização da relação com a minha irmã mais velha, e também pra perguntar o que devo fazer agora: continuar com meu papel de cafajeste até fazer ela vir me procurar pra eu meter o pau, ou entrar no quarto dela e meter logo de uma vez? Além disso, minha prima chega amanhã. Então vou ter uma puta pra foder, sim ou sim, a única que não vai ter rola é minha irmã, e acho que isso vai ser um fator importante pra fazer ela pedir pra eu comer ela. Mas enfim, vocês me digam o que faço hoje à noite, espero ou meto o foda-se? Vou ler os comentários de vocês pra decidir o que fazer.
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