Prosseguiram os encontros sexuais lascivos com minha sobrinha, ela chegava em cada um já molhada, esperando ansiosa pra sentir minhas mãos, minha língua e minha pica, ela virou uma verdadeira puta e meu objeto sexual, exatamente como eu queria. Fazia tudo que eu mandava e se deixava fazer o que me viesse na cabeça.
Vicky aprendeu que quando ficamos sozinhos, seja no meu escritório, no carro ou no hotel, a primeira coisa que ela tem que fazer é acariciar minha pica, se ajoelhar, tirar ela pra fora e chupar, a menos que eu mande outra coisa. Ela cumpre tudo perfeitamente e com um tesão do caralho, na real acho que ela tá sempre quente e com vontade de sexo. Mas eu tinha uma obsessão: A BUNDA dela.
Então comecei o caminho paciente pra conseguir que ela me entregasse a bunda dela por vontade própria. Quando íamos pro hotel, eu aproveitava pra escolher um filme de sexo anal, e assim enquanto chupava a buceta dela, ela podia assistir. Essa repetição começou a dar resultado, quando um dia ela perguntou:
- Tio, quando enfiam no cu, não dói?
- Elas já tão acostumadas, no começo pode doer se fizer errado.
- Se fizer errado?
- Sim, se o cu não for preparado, dói.
- E como prepara?
- Bom, acostumando aos poucos, colocando dedos, claro com lubrificante.
A conversa parou por aí.
Nas fodas seguintes, ela não perguntou de novo. Claro que além dos filmes de sexo anal, eu chupava a bunda dela toda vez que a gente se via, cada vez mais tempo, pra excitar ela e dar vontade de ser penetrada no cu. Até que um dia, ela disse:
- Tio, me ensina a preparar meu cu?
- Distraidamente perguntei: seu cu? Pra quê?
- Tô com vontade de você meter no meu cu, mas me promete que não vai doer.
- Bom, olha, o cu é um lugar sujo.
- Eu lavo bem, Tio.
- Sim, mas por dentro não, então a primeira coisa que você tem que fazer é lavar por dentro com uma lavagem intestinal, evacuar, depois usa um gel próprio pro ânus, e pra começar a dilatar, mete um dedo. Brinca um pouco e mete mais um.
- E se eu quiser começar a me preparar em casa?
- Você coloca o enema, gel, e pode meter algo tipo uma cenoura, não muito grande, ou um brinquedo anal que vendem, mas tem que esperar comprar.
- Em casa não tenho gel, Tio, o que posso usar?
- Algum creme de mão, passa no cu, passa no brinquedo, fica de cócoras e começa a meter o brinquedo devagar, para quando sentir dor. No dia seguinte de novo, mas mete um pouco mais, pra sua bunda ir acostumando.
Enquanto a gente conversava, a Vicky ficava acariciando minha pica, que endureceu de novo, ela olhou pra ela, e enquanto me batia uma, chupava meus mamilos, depois me beijando foi descendo, enfiou a pica na boca e começou a chupar sem parar, sugando como se quisesse arrancar ela fora.
Depois de uns minutos, sentou em cima, enfiando a pica na buceta de uma vez, tamanho era o tesão dela, cavalgava, gemia, grunhia, eu amassava os peitos e a bunda dela, continuou cada vez com mais violência, até que deu um grito, seguiu cavalgando, respirava pesado, eu amassava a bunda dela e ela se agarrava nos peitos, não parava, tremia, tinha o olhar perdido, o cabelo bagunçado, até que ficou parada e empurrou como se quisesse meter tudo dentro da buceta dela, e aí eu gozei derramando meu leite dentro da bocetinha dela, a Vicky deu um último tremor e caiu em cima de mim, mole, tentando recuperar o fôlego.
Quando se recuperou, a gente fumou um cigarro e tomou uns goles de uísque.
O alarme do quarto do hotel tocou, avisando que o período de duas horas tinha acabado. A gente não se higienizou, se vestiu e foi embora.
No caminho de volta, paramos no parque pra fumar um cigarro de boa, ouvindo música suave. Num certo momento, a Vicky começou a acariciar minha pica por cima da calça (como tinha instrução pra fazer), abriu meu zíper, tirou ela pra fora e começou a... Chupar, meu pau era um tronco duro que a Vicky chupava e olhava com gula. Ela parou de chupar, olhou pra fora, não tinha ninguém. Tirou a tanga e montou em mim com as costas apoiadas no volante do carro, cavalgava feito louca, o carro balançava no ritmo das fodas, até que me beijou na boca, língua profunda, me abraçou forte e teve outro orgasmo. Saiu de cima de mim, se limpou, vestiu a tanga e fomos embora.
Passaram três dias, de manhã cedo recebi a mensagem "Quero", dizia minha sobrinha Vicky, respondi "OK". Nos encontramos e fomos direto pro hotel.
No caminho - como tinha que ser - ela amassava meu pau e chupava quando dava. Num trecho eu falei: - Bate uma. - Sim, Tio. Ela abriu as pernas, meteu a mão na buceta e começou a se masturbar. Assim chegamos no hotel. Lá dentro, apalpei ela toda, chupei ela, isso deixou ela ainda mais tesuda. - Tio, me dá teu rabo. - Pega, é teu, falei. Ela se ajoelhou, agarrou meu pau que já tava pra fora da calça e começou a chupar me olhando nos olhos, como se buscasse minha aprovação. Fui me despindo, a Vicky baixou minha calça sem parar de chupar, tirou ela, tirei o pau da boca dela, mandei ela levantar, apalpei ela de novo e a despi.
Fomos pra cama, fizemos um 69, quando percebi que ela não aguentava mais, coloquei ela de quatro, abri as nádegas dela e chupei a buceta e o cu por um bom tempo, com a Vicky gemendo e se mexendo, abrindo as próprias nádegas. - Tio, quero que você veja uma coisa, disse minha sobrinha. Parei de chupar o cu dela, ela se levantou, foi até a bolsa e tirou um pote de creme e uma cenoura, fiquei chocado, ela deve ter percebido minha reação, sorriu safada e disse: Surpresa! - Espera, Vicky, que eu tenho a minha também. Fui até minha mala e peguei o Gel anal e dois tubos de enema. - Agora sim, vamos pro banheiro.
No banheiro, mandei a Vicky ficar de quatro, passei Gel no cu dela, introduzi a cânula do tubo no rabo dela, apertei devagar até esvaziar, e tirei. Ela se ajoelhou de pé e sentou no vaso.
Esperei do lado de fora, até ela chamar.
Repetimos a operação com o segundo tubo de enema.
Voltamos pra cama, ela passou gel no cu, passou na cenoura de tamanho normal, se agachou e foi enfiando devagar no rabo.
— Viu, tio, que em casa eu fui me preparando pra você? Agora vem que eu vou te chupar.
Fiquei na frente, com uma mão ela pegou minha pica e começou a chupar, enquanto com a outra mão segurava a cenoura. Assim por uns dez minutos, aí parou de chupar e, se segurando em mim, foi se levantando devagar, levemente inclinada pra frente, tirou suavemente a cenoura enfiada no cu. Tinha entrado mais ou menos uns 15 cm.
— Agora é sua vez, tio.
— Vai, fica de quatro.
Ela ficou de quatro e abriu a própria bunda. O cu tava dilatado, mas mesmo assim passei gel nos dedos, primeiro enfiei um, fazendo círculos, entrou suave, enfiei mais um, escorregaram pra dentro da tripa da minha sobrinha, que mexia a bunda pra frente e pra trás. Tirei os dedos e falei: — Vicky, escuta bem, eu não vou meter a pica em você. Você tem que fazer de conta que seu cu é uma boca, que você abre e engole, come minha pica.
— Sim, tio.
Passei gel na pica, apontei a cabeçona pro cu, empurrei um pouco e enfiei só a cabeça, dizendo: — Agora você tem que me comer, abre bem o cu e empurra pra trás.
Ela empurrava devagar contra mim, a pica entrava bem, eu segurava ela pela cintura, puxava pra trás e me adiantava um pouco. Assim foi entrando, escorregando na tripa até onde a cenoura tinha ido, mas ficou um pedaço de pica pra fora. Nesse ponto ela parou, segurando ela pela cintura comecei a bombar devagar, a cada empurradinha entrava um pouco mais. Ela respirava fundo, como eu tinha mandado. Fui penetrando suave, até que ela enfiou toda.
Aí fiquei comendo ela devagar, Vicky reclamava baixinho:
— Ahh... ahh... ahh...
— Tio, tá doendo um pouco. Mas é linda.
A enrabada durou um tempão. Vicky gemia a cada estocada, eu não acreditava no que via, aquele culo lindo e firme aberto no meio, se movendo no ritmo das minhas enfiadas, e não acreditava no que sentia, a pica enfiada na barriga da minha sobrinha, que apertava ela como uma luva.
Tirei o pau, passei mais gel, no cu e no tronco, mirei e meti com mais força, aí ela soltou um grito rouco, exclamando:
— Aiii tio, você tá rasgando meu cu!
— Não gosta?
— Gosto sim, tio, faz o que quiser comigo, sou sua, sou sua putinha como você queria...
Essas palavras deixaram meu pau ainda mais duro, se é que era possível, mas eu senti como se ele aumentasse, continuei comendo ela por mais um tempo, entre suspiros e gemidos roucos da minha sobrinha. Tirei de novo, passei mais gel enquanto observava o cu dela aberto como um olho preto enorme, e enfiei de uma vez, ela gritou, bombeei um pouco e repeti a manobra várias vezes, a cada enfiada ela gritava, mordia o travesseiro, mas ao mesmo tempo mexia a bunda gulosamente. Começou a se esfregar no clitóris com uma mão.
— Tio, a cada estocada sinto uma coisa estranha, não sei o que é.
A bombada era cada vez mais forte, alternadamente eu metia fundo e ficava lá, Vicky mexia a bunda em círculos, tinha a barriga totalmente aberta.
— Tio, me empurra forte, que essa sensação me faz sentir muito, vou gozar assim.
Depois dessas palavras, comi ela selvagemente, agarrando pelos cabelos, ela gemia, se contorcia, grunhia roucamente: — Tio, não aguento mais...
Eu sentia a pica prestes a explodir.
— Tio, fica dentro...
Enfiei fundo, fiquei lá, ela continuava mexendo a bunda em círculos, até que soltou um grito longo e rouco, na mesma hora eu gozei, parecia que não parava de sair porra, ela se levantou um pouco sobre os braços, ofegante e agitada, foi desabando aos poucos, caiu de bruços, eu fiquei de joelhos com o pau pra fora, me deitei por cima dela, e ficamos assim um tempo, nos recuperando.
— Tio, tá saindo uma coisa do meu cu.
Me levantei, ela Abri as nádegas, o cu tinha fechado um pouco, mas ainda saía porra grossa dela.
- É minha porra, Vicky, tá saindo do teu cu.
Ela se tocou e passou um dedo no ânus, tirando ele, e viu que o que saía era minha porra.
- Cara, não queria que sua porra escapasse.
- Impossível.
- Meu cu ficou aberto.
- Depois vai fechar, falei.
Passou um tempo, a gente se higienizou, e voltamos pra cama. Vicky acendeu um cigarro, e enquanto fumava devagar, acariciava meu pau. - Cara, tava com medo de doer e eu não gostar, mas foi maravilhoso. Você vai fazer de novo comigo?
- Hoje não, tem que ir se acostumando aos poucos.
Vicky me punhetava, babava meu pau e continuava punhetando, até conseguir o que queria: que eu ficasse duro de novo.
Quando meu pau ficou duro que nem um mastro, Vicky - minha sobrinha - montou de pernas abertas, pegou ele e apontou pra bucetinha dela, desceu um pouco enfiando a cabeça, desceu mais, e de uma só vez, enterrou tudo.
- Ahhhhhhhhh, foi a reação dela, e ficou parada respirando fundo.
Isso foi um instante, depois começou a cavalgar devagar enquanto eu amassava os peitos dela e beliscava os biquinhos, agarrei a bunda dela acompanhando cada empurrão dela, assim por um bom tempo, até que ela disse: - Cara, mete de quatro que quero sentir seus empurrões. Ela se levantou e ficou de quatro.
Fiquei atrás, enfiando na buceta dela, dando umas fodas violentas que, ao bater na bunda dela, faziam a carne tremer.
- Cara, cara, ahh..., ahhh..., assim, assim...
Vicky gozava que nem uma puta, se esfregava em mim pra sentir o pau mais fundo, a respiração ficava cada vez mais pesada, até que gritou: AHHHHHHHHHH... AHHHHHHHHH......... MMM.........., AHHHHH..... TÁ ME MATANDO!
Ela se apertou contra mim, e num espasmo longo, teve outro orgasmo enquanto eu gozava enchendo a buceta dela toda de porra quente.
Foram vários encontros onde eu penetrei ela no cu, pelo menos uma vez por semana, e sempre o mesmo ritual: Enemas e dilatação com um dildo que comprei, com uma base larga (é importante pra não perder dentro do cu). Enfiava o dildo, sentava na cama com o brinquedo enfiado no rabo, eu ficava na frente e ela mamava minha pica, até eu enfiar tudo no cu dela.
Depois de uns meses, notei que toda vez que eu fazia um enema nela, ela levantava mais a bunda, então, enquanto apertava devagar o pote, com a outra mão eu acariciava a bucetinha dela.
- Cara, eu tô gostando...
- Do quê?
- De tudo...
- Do enema?
- Sim...
Ela acabou gostando dos enemas também, até me confessou que quando a gente não podia se ver, ela fazia um enema enquanto se masturbava. Ela tava se descontrolando, ou melhor, explorando novas sensações que dessem prazer sexual pra ela. As enfiadas no cu eram mais frequentes, ela gozava tanto ou mais do que quando era comida pela buceta. Até conseguiu enfiar a pica no cu sentando em cima, controlando ela mesma a foda.
O tempo passou e os limites sexuais dela aumentaram, sem eu suspeitar, e minha sobrinha se tornou a melhor escrava sexual com que eu podia sonhar.
Vicky aprendeu que quando ficamos sozinhos, seja no meu escritório, no carro ou no hotel, a primeira coisa que ela tem que fazer é acariciar minha pica, se ajoelhar, tirar ela pra fora e chupar, a menos que eu mande outra coisa. Ela cumpre tudo perfeitamente e com um tesão do caralho, na real acho que ela tá sempre quente e com vontade de sexo. Mas eu tinha uma obsessão: A BUNDA dela.
Então comecei o caminho paciente pra conseguir que ela me entregasse a bunda dela por vontade própria. Quando íamos pro hotel, eu aproveitava pra escolher um filme de sexo anal, e assim enquanto chupava a buceta dela, ela podia assistir. Essa repetição começou a dar resultado, quando um dia ela perguntou:
- Tio, quando enfiam no cu, não dói?
- Elas já tão acostumadas, no começo pode doer se fizer errado.
- Se fizer errado?
- Sim, se o cu não for preparado, dói.
- E como prepara?
- Bom, acostumando aos poucos, colocando dedos, claro com lubrificante.
A conversa parou por aí.
Nas fodas seguintes, ela não perguntou de novo. Claro que além dos filmes de sexo anal, eu chupava a bunda dela toda vez que a gente se via, cada vez mais tempo, pra excitar ela e dar vontade de ser penetrada no cu. Até que um dia, ela disse:
- Tio, me ensina a preparar meu cu?
- Distraidamente perguntei: seu cu? Pra quê?
- Tô com vontade de você meter no meu cu, mas me promete que não vai doer.
- Bom, olha, o cu é um lugar sujo.
- Eu lavo bem, Tio.
- Sim, mas por dentro não, então a primeira coisa que você tem que fazer é lavar por dentro com uma lavagem intestinal, evacuar, depois usa um gel próprio pro ânus, e pra começar a dilatar, mete um dedo. Brinca um pouco e mete mais um.
- E se eu quiser começar a me preparar em casa?
- Você coloca o enema, gel, e pode meter algo tipo uma cenoura, não muito grande, ou um brinquedo anal que vendem, mas tem que esperar comprar.
- Em casa não tenho gel, Tio, o que posso usar?
- Algum creme de mão, passa no cu, passa no brinquedo, fica de cócoras e começa a meter o brinquedo devagar, para quando sentir dor. No dia seguinte de novo, mas mete um pouco mais, pra sua bunda ir acostumando.
Enquanto a gente conversava, a Vicky ficava acariciando minha pica, que endureceu de novo, ela olhou pra ela, e enquanto me batia uma, chupava meus mamilos, depois me beijando foi descendo, enfiou a pica na boca e começou a chupar sem parar, sugando como se quisesse arrancar ela fora.
Depois de uns minutos, sentou em cima, enfiando a pica na buceta de uma vez, tamanho era o tesão dela, cavalgava, gemia, grunhia, eu amassava os peitos e a bunda dela, continuou cada vez com mais violência, até que deu um grito, seguiu cavalgando, respirava pesado, eu amassava a bunda dela e ela se agarrava nos peitos, não parava, tremia, tinha o olhar perdido, o cabelo bagunçado, até que ficou parada e empurrou como se quisesse meter tudo dentro da buceta dela, e aí eu gozei derramando meu leite dentro da bocetinha dela, a Vicky deu um último tremor e caiu em cima de mim, mole, tentando recuperar o fôlego.
Quando se recuperou, a gente fumou um cigarro e tomou uns goles de uísque.
O alarme do quarto do hotel tocou, avisando que o período de duas horas tinha acabado. A gente não se higienizou, se vestiu e foi embora.
No caminho de volta, paramos no parque pra fumar um cigarro de boa, ouvindo música suave. Num certo momento, a Vicky começou a acariciar minha pica por cima da calça (como tinha instrução pra fazer), abriu meu zíper, tirou ela pra fora e começou a... Chupar, meu pau era um tronco duro que a Vicky chupava e olhava com gula. Ela parou de chupar, olhou pra fora, não tinha ninguém. Tirou a tanga e montou em mim com as costas apoiadas no volante do carro, cavalgava feito louca, o carro balançava no ritmo das fodas, até que me beijou na boca, língua profunda, me abraçou forte e teve outro orgasmo. Saiu de cima de mim, se limpou, vestiu a tanga e fomos embora.
Passaram três dias, de manhã cedo recebi a mensagem "Quero", dizia minha sobrinha Vicky, respondi "OK". Nos encontramos e fomos direto pro hotel.
No caminho - como tinha que ser - ela amassava meu pau e chupava quando dava. Num trecho eu falei: - Bate uma. - Sim, Tio. Ela abriu as pernas, meteu a mão na buceta e começou a se masturbar. Assim chegamos no hotel. Lá dentro, apalpei ela toda, chupei ela, isso deixou ela ainda mais tesuda. - Tio, me dá teu rabo. - Pega, é teu, falei. Ela se ajoelhou, agarrou meu pau que já tava pra fora da calça e começou a chupar me olhando nos olhos, como se buscasse minha aprovação. Fui me despindo, a Vicky baixou minha calça sem parar de chupar, tirou ela, tirei o pau da boca dela, mandei ela levantar, apalpei ela de novo e a despi.
Fomos pra cama, fizemos um 69, quando percebi que ela não aguentava mais, coloquei ela de quatro, abri as nádegas dela e chupei a buceta e o cu por um bom tempo, com a Vicky gemendo e se mexendo, abrindo as próprias nádegas. - Tio, quero que você veja uma coisa, disse minha sobrinha. Parei de chupar o cu dela, ela se levantou, foi até a bolsa e tirou um pote de creme e uma cenoura, fiquei chocado, ela deve ter percebido minha reação, sorriu safada e disse: Surpresa! - Espera, Vicky, que eu tenho a minha também. Fui até minha mala e peguei o Gel anal e dois tubos de enema. - Agora sim, vamos pro banheiro.
No banheiro, mandei a Vicky ficar de quatro, passei Gel no cu dela, introduzi a cânula do tubo no rabo dela, apertei devagar até esvaziar, e tirei. Ela se ajoelhou de pé e sentou no vaso.
Esperei do lado de fora, até ela chamar.
Repetimos a operação com o segundo tubo de enema.
Voltamos pra cama, ela passou gel no cu, passou na cenoura de tamanho normal, se agachou e foi enfiando devagar no rabo.
— Viu, tio, que em casa eu fui me preparando pra você? Agora vem que eu vou te chupar.
Fiquei na frente, com uma mão ela pegou minha pica e começou a chupar, enquanto com a outra mão segurava a cenoura. Assim por uns dez minutos, aí parou de chupar e, se segurando em mim, foi se levantando devagar, levemente inclinada pra frente, tirou suavemente a cenoura enfiada no cu. Tinha entrado mais ou menos uns 15 cm.
— Agora é sua vez, tio.
— Vai, fica de quatro.
Ela ficou de quatro e abriu a própria bunda. O cu tava dilatado, mas mesmo assim passei gel nos dedos, primeiro enfiei um, fazendo círculos, entrou suave, enfiei mais um, escorregaram pra dentro da tripa da minha sobrinha, que mexia a bunda pra frente e pra trás. Tirei os dedos e falei: — Vicky, escuta bem, eu não vou meter a pica em você. Você tem que fazer de conta que seu cu é uma boca, que você abre e engole, come minha pica.
— Sim, tio.
Passei gel na pica, apontei a cabeçona pro cu, empurrei um pouco e enfiei só a cabeça, dizendo: — Agora você tem que me comer, abre bem o cu e empurra pra trás.
Ela empurrava devagar contra mim, a pica entrava bem, eu segurava ela pela cintura, puxava pra trás e me adiantava um pouco. Assim foi entrando, escorregando na tripa até onde a cenoura tinha ido, mas ficou um pedaço de pica pra fora. Nesse ponto ela parou, segurando ela pela cintura comecei a bombar devagar, a cada empurradinha entrava um pouco mais. Ela respirava fundo, como eu tinha mandado. Fui penetrando suave, até que ela enfiou toda.
Aí fiquei comendo ela devagar, Vicky reclamava baixinho:
— Ahh... ahh... ahh...
— Tio, tá doendo um pouco. Mas é linda.
A enrabada durou um tempão. Vicky gemia a cada estocada, eu não acreditava no que via, aquele culo lindo e firme aberto no meio, se movendo no ritmo das minhas enfiadas, e não acreditava no que sentia, a pica enfiada na barriga da minha sobrinha, que apertava ela como uma luva.
Tirei o pau, passei mais gel, no cu e no tronco, mirei e meti com mais força, aí ela soltou um grito rouco, exclamando:
— Aiii tio, você tá rasgando meu cu!
— Não gosta?
— Gosto sim, tio, faz o que quiser comigo, sou sua, sou sua putinha como você queria...
Essas palavras deixaram meu pau ainda mais duro, se é que era possível, mas eu senti como se ele aumentasse, continuei comendo ela por mais um tempo, entre suspiros e gemidos roucos da minha sobrinha. Tirei de novo, passei mais gel enquanto observava o cu dela aberto como um olho preto enorme, e enfiei de uma vez, ela gritou, bombeei um pouco e repeti a manobra várias vezes, a cada enfiada ela gritava, mordia o travesseiro, mas ao mesmo tempo mexia a bunda gulosamente. Começou a se esfregar no clitóris com uma mão.
— Tio, a cada estocada sinto uma coisa estranha, não sei o que é.
A bombada era cada vez mais forte, alternadamente eu metia fundo e ficava lá, Vicky mexia a bunda em círculos, tinha a barriga totalmente aberta.
— Tio, me empurra forte, que essa sensação me faz sentir muito, vou gozar assim.
Depois dessas palavras, comi ela selvagemente, agarrando pelos cabelos, ela gemia, se contorcia, grunhia roucamente: — Tio, não aguento mais...
Eu sentia a pica prestes a explodir.
— Tio, fica dentro...
Enfiei fundo, fiquei lá, ela continuava mexendo a bunda em círculos, até que soltou um grito longo e rouco, na mesma hora eu gozei, parecia que não parava de sair porra, ela se levantou um pouco sobre os braços, ofegante e agitada, foi desabando aos poucos, caiu de bruços, eu fiquei de joelhos com o pau pra fora, me deitei por cima dela, e ficamos assim um tempo, nos recuperando.
— Tio, tá saindo uma coisa do meu cu.
Me levantei, ela Abri as nádegas, o cu tinha fechado um pouco, mas ainda saía porra grossa dela.
- É minha porra, Vicky, tá saindo do teu cu.
Ela se tocou e passou um dedo no ânus, tirando ele, e viu que o que saía era minha porra.
- Cara, não queria que sua porra escapasse.
- Impossível.
- Meu cu ficou aberto.
- Depois vai fechar, falei.
Passou um tempo, a gente se higienizou, e voltamos pra cama. Vicky acendeu um cigarro, e enquanto fumava devagar, acariciava meu pau. - Cara, tava com medo de doer e eu não gostar, mas foi maravilhoso. Você vai fazer de novo comigo?
- Hoje não, tem que ir se acostumando aos poucos.
Vicky me punhetava, babava meu pau e continuava punhetando, até conseguir o que queria: que eu ficasse duro de novo.
Quando meu pau ficou duro que nem um mastro, Vicky - minha sobrinha - montou de pernas abertas, pegou ele e apontou pra bucetinha dela, desceu um pouco enfiando a cabeça, desceu mais, e de uma só vez, enterrou tudo.
- Ahhhhhhhhh, foi a reação dela, e ficou parada respirando fundo.
Isso foi um instante, depois começou a cavalgar devagar enquanto eu amassava os peitos dela e beliscava os biquinhos, agarrei a bunda dela acompanhando cada empurrão dela, assim por um bom tempo, até que ela disse: - Cara, mete de quatro que quero sentir seus empurrões. Ela se levantou e ficou de quatro.
Fiquei atrás, enfiando na buceta dela, dando umas fodas violentas que, ao bater na bunda dela, faziam a carne tremer.
- Cara, cara, ahh..., ahhh..., assim, assim...
Vicky gozava que nem uma puta, se esfregava em mim pra sentir o pau mais fundo, a respiração ficava cada vez mais pesada, até que gritou: AHHHHHHHHHH... AHHHHHHHHH......... MMM.........., AHHHHH..... TÁ ME MATANDO!
Ela se apertou contra mim, e num espasmo longo, teve outro orgasmo enquanto eu gozava enchendo a buceta dela toda de porra quente.
Foram vários encontros onde eu penetrei ela no cu, pelo menos uma vez por semana, e sempre o mesmo ritual: Enemas e dilatação com um dildo que comprei, com uma base larga (é importante pra não perder dentro do cu). Enfiava o dildo, sentava na cama com o brinquedo enfiado no rabo, eu ficava na frente e ela mamava minha pica, até eu enfiar tudo no cu dela.
Depois de uns meses, notei que toda vez que eu fazia um enema nela, ela levantava mais a bunda, então, enquanto apertava devagar o pote, com a outra mão eu acariciava a bucetinha dela.
- Cara, eu tô gostando...
- Do quê?
- De tudo...
- Do enema?
- Sim...
Ela acabou gostando dos enemas também, até me confessou que quando a gente não podia se ver, ela fazia um enema enquanto se masturbava. Ela tava se descontrolando, ou melhor, explorando novas sensações que dessem prazer sexual pra ela. As enfiadas no cu eram mais frequentes, ela gozava tanto ou mais do que quando era comida pela buceta. Até conseguiu enfiar a pica no cu sentando em cima, controlando ela mesma a foda.
O tempo passou e os limites sexuais dela aumentaram, sem eu suspeitar, e minha sobrinha se tornou a melhor escrava sexual com que eu podia sonhar.
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