Maria Becerra no Vestuário

Era um domingo à tarde em Buenos Aires, o sol passava pelas janelas do ginásio vazio, aquele cheiro de cloro e suor tomava conta do lugar.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Entrou no vestiário dos homens, com a mochila no ombro, pronto pra dar um mergulho na piscina. O lugar tava vazio, como se todo mundo tivesse resolvido ficar em casa comendo um churrasco ou vendo Netflix.

Mas aí, pela janela que dava pro corredor, ele viu uma gostosa do caralho: peitões enormes que vazavam do top esportivo, e uma raba gigantesca que parecia esculpida por um deus tarado. EraDesculpe, não posso ajudar com essa tradução., a cantora, com o cabelo preto solto e aquela cara de puta que todo mundo conhece dos videoclipes.Maria Becerra no VestuárioEla viu ele olhando pra ela, piscou o olho com malícia e se mandou, deixando Samuel de boca aberta, o coração acelerado e uma meia-bomba começando a crescer dentro da calça.
Samuel balançou a cabeça, tentando focar no que tinha que fazer. Se trocou rápido, vestindo a sunga preta que marcava bem o volume, e guardou a roupa no armário. Bem na hora que ele estava ajustando o elástico na cintura, a porta se abriu de repente.

Era ela, Maria, entrando como se nada fosse, com uma toalha no ombro e um sorriso inocente que não enganava ninguém.- Que porra é essa?pensou ele, mas não disse nada no começo, só olhou ela de cima a baixo, reparando como os peitos dela balançavam a cada passo, quicando suavemente por baixo do tecido apertado.- Uy, mano, me confundi de vestiário -disse ela com voz brincalhona, mas não fez menção de ir embora. Em vez disso, ficou ali, olhando pra ele com olhos que diziam "vem e faz o que quiser comigo".

Samuel a reconheceu na hora, aquela carinha de anjo e de puta ao mesmo tempo, aquela figura explosiva que tinha visto em mil vídeos.- Você é a María Becerra?disse ele, com os olhos cravados nas curvas dela, sentindo o pau começar a endurecer só de imaginar.

Ela riu, uma risada rouca e gostosa que arrepiou a pele dele.- Sim, sou eu. Quer uma foto ou algo? Sem problema, a academia tá vazia, ninguém enche o saco.Samuel, ainda em choque mas excitado, tirou o celular com mãos trêmulas.- Vale, boluda, fotos contigo são um sonho realizado.Pra primeira foto, María se aproximou sem vergonha, colando a bunda enorme dela na pica do Samuel através da malha. O contato foi elétrico, tipo um raio direto no pacote dele; ele sentiu a pica começar a endurecer um pouco, inchando contra aquela carne firme e redonda, pulsando de leve com o calor que saía do corpo dela.

Ela percebeu, mordeu o lábio inferior e murmurou baixinho:— Tá endurecendo por minha causa?Ele ficou vermelho, mas pegou a foto, capturando aquele sorriso safado e aquela bunda esmagada contra ele, sentindo o roçar que o deixava ainda mais excitado.

Pra segunda foto, a Maria pede pra ele sentar num dos bancos, ele obedeceu e se sentou. Ela se acomodou no colo dele. Não satisfeita com isso, a Maria sentou direto em cima da pica dele, se ajeitando como se fosse um assento personalizado. O peso da bunda dela apertou forte, e a pica dele ficou dura que nem pedra, pulsando, empurrando contra a buceta dela que já tava quentinha por baixo da roupa.- Sua puta mãe, como ficou dura, mano. Olha como ela pulsa contra minha buceta.Ela sussurrou, se mexendo um pouco pra se esfregar, um movimento sutil mas intencional que fez Samuel ofegar. Ele tirou a foto rápido, com ela posando como uma deusa pornô, mas a mente dele já estava em outro lugar, imaginando o que viria.
Samuel limpou a garganta, tentando soar casual enquanto o pau dele pulsava exigindo atenção.- Ei, isso aqui é o vestiário dos homens, sua idiota. Mas... não tem ninguém, se quiser trocar de roupa aqui, pode ficar à vontade, sem problema. Eu não olho.María olhou pra ele com olhos brilhando de safadeza.- Ai, que bom. Vou trocar rapidinho, mas não seja otário, me olha se quiser.Ela começou a se despir, tirando a blusa devagar, revelando um sutiã rosa que mal segurava os peitos operados dela, enormes e perfeitos, com os bicos durinhos marcando por baixo do tecido.

Samuel olhou pro chão no começo, respeitoso, mas o pau dele continuava duro como pedra, traindo ele.- Como é que eu tô, mano? Tá gostando do que vê?ela perguntou, virando um pouco pra mostrar a sua figura.

Samu levantou os olhos e ficou de boca aberta: peitos operados que desafiavam a gravidade, redondos e firmes, bicos duros como diamantes pedindo pra ser chupados, e uma raba impressionante que parecia implorar pra ser agarrada e açoitada.piscina

Here are the translations

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- Você é muito gostosa, Maria, a puta que te pariu. Essa bunda é uma loucura, e esses peitos... me matam.Ele balbuciou, com a voz rouca de desejo, sentindo o pau dele escorrendo líquido pré-seminal na sunga.- Me pediu pra dar uma volta, pra você ver direitinho.sugeriu ela com voz de puta total. Ele engoliu seco, o coração batendo forte.- Vai, dá uma volta, me mostra tudo, gostosaEla se virou devagar, parando com a buceta bem na cara dele, tão perto que Samuel podia sentir o perfume dela misturado com suor fresco e um toque de tesão feminino. A bunda era uma obra de arte, redonda, firme, com marcas de biquíni que a deixavam ainda mais tentadora, pedindo para ser tocada.

De repente, Maria sentou "sem querer" em cima da rola dura dele, esmagando-a com o peso, sentindo a rola pulsar através do tecido. Samuel gemeu alto, o prazer tomando conta, a rola dele pulsando desesperada. Ela se levantou rápido, fingindo surpresa, mas com um sorriso safado:- Ai, mano. Isso é sua pica? Tá dura pra caralho, como se quisesse me arrebentar já.Samuel riu nervoso, mas a excitação dele era óbvia.

Sentou-se do lado dele no banco do vestiário, roçando a coxa na dele.- Vamos brincar de alguma coisa pra passar o tempo, quer? Pedra, papel ou tesoura. Se você ganhar, eu tiro a peça de roupa que você escolher. Se eu ganhar, você tira a sunga, que é a única coisa que você tá vestindo, seu idiota.Samuel, com o pau pulsando, aceitou sem hesitar.- Vamos, bora ver quem tira a roupa primeiroNa primeira rodada, Samuel jogou tesoura, ela jogou papel. Ele ganhou.- Tira a parte de baixo, sua burraDisse com voz mandona, os olhos cravados na virilha dela.

Maria se levantou, fazendo um striptease lento e torturante, tirando a calcinha fio-dental minúscula, rebolando a bunda como num clipe de música, mas mais sujo. Ela encostou a bunda nua no pau dele, se esfregando contra a dureza. Samuel não aguentou e agarrou a bunda dela com as duas mãos, apertando aquela carne macia e firme, os sucos da buceta dela molharam a sunga dele. Depois soltou, ofegante.- Ai, você me pegou bem forte, fez minha buceta toda molhar, boludo.Ela gemeu, já brilhando de tesão.

Na segunda rodada, Samuel tirou papel, ela tesoura. Ele perdeu. Maria, com uma voz de puta total, disse pra ele —Tira essa calcinha. Deixa eu ver essa pica dura que tá me deixando louca.Ela mesma abaixou, liberando a rola do Samuel, grossa e cheia de veias, apontando pro teto igual uma lança.

Ela pegou com a mão macia mas firme, batendo uma forte pra ele, subindo e descendo o punho num ritmo de profissional.- Que pauzão que você tem, mano. Olha como ele pulsa na minha mão, tá muito quente.Ele gemeu alto -A puta da mãe, filha da puta, vai, bate mais rápido.Ela acelerou, o som da pele escorregadia enchendo o ar.- Me dá tapas na bunda, não espera eu pedirSamuel deu um tapa forte na bunda dela, o som ecoando no vestiário vazio, deixando uma marca vermelha que a fez gemer de prazer.- Ai sim, mais forte, vai, adoro que me bata como uma putaEle continuou, mas o prazer tomou conta, e ele gozou jatos quentes e grossos nas tetas operadas dela, sujando elas de porra branca que escorria pelos bicos duros.- A puta da mãe, que bem que tu faz, sua vaca.— ele gemeu, vendo como o gozo cobria aquela pele perfeita.- Ai, você sujou toda a minha buceta... enquanto eu me limpo, vamos jogar mais uma rodada -, disse ela, lambendo o sêmen com a língua.

Na terceira rodada, ela perdeu de novo.— Ai, vou ficar pelada, mano —Reclamou de forma brincalhona, mas excitada. Levou as mãos dele para a parte de trás do biquíni, ficando cara a cara.- Desamarra isso, papai, e me toca bem gostoso.Samuel se aproximou, encostando o pau duro na buceta dela, sentindo a umidade quente escorrendo pelo pau, o clitóris inchado roçando na cabeça sensível. Ela pegou o pau dele e passou pela própria buceta, gemendo alto:- Ah sim, roça meu clitóris, tá bem molhadinho por sua causa, porra, enfia um pouquinhoEle tirou o biquíni dela, liberando aqueles peitões enormes que pularam soltos, mamilos duros e eretos, pedindo pra serem chupados.

Ela pegou na mão dele e o levou pra área da piscina, rebolando a bunda nua na frente dele, cada passo fazendo as nádegas balançarem hipnotizantemente. Samuel não conseguia parar de olhar, hipnotizado pelo jeito que ela se mexia, imaginando metendo nela por trás.- Eyy, não fica só olhando minha bunda não, também tenho umas tetas boas, mano.—, disse ela, virando-se um pouco para mostrá-los, quicando com o movimento. Ela cravou os olhos na virilha dele.- Deus, você tem uma porra de uma pica muito boa, grossa e pronta pra arrebentar minha buceta como deve ser.Maria mergulhou na piscina, a água fria contrastando com a pele quente e suada. Pegou uma boia e colocou como sutiã, cobrindo mal as tetonas dela.famosas

Tira uma foto minha assim, pra tu ter de lembrança.Samuel obedeceu, capturando aquela imagem perversa, o pau endurecendo de novo ao vê-la. Depois de tirar a foto, se jogou na água, espirrando nela com risadas.

Começaram a nadar de um lado pro outro e fizeram corridas, mas o jogo era puro pretexto. Num momento, ela parou:- Espera um segundo que eu preciso pegar energia.Ela se aproximou debaixo d'água e agarrou a pica dele, dando uma mini punheta de 5 segundos, subindo e descendo rápido, sentindo como endurecia mais na mão dela, as veias pulsando contra os dedos.

Ele ofegou.- Sua putinha, como você faz bem, continua mais um pouco.Ela soltou ele e nadou rápido pro outro lado, ele foi atrás. Ela chegou no final primeiro, esperando ele com os peitos boiando na superfície tipo boias perfeitas. Samuel chegou, roçando o pau na perna dela debaixo d'água. Agarrou a bunda dela, apertando forte aquele rabo firme, e se inclinou pra chupar os peitos dela, lambendo os bicos duros, sugando com força enquanto a água espirrava pra tudo quanto é lado.

Ela gemeu.- Ai sim, papai, chupa mais, você me faz ficar toda molhada. Depois ele a beijou, um beijo sujo com língua, explorando a boca dela, mordiscando os lábios enquanto as mãos desciam para esfregar o clitóris dela.- Olha o que eu sei fazer.disse ela com safadeza, mergulhando. Debaixo d'água, chupou a pica dele, envolvendo com a boca quente, sugando forte enquanto bolhas subiam, a língua girando em volta da cabeça sensível. Samuel sentiu o prazer intenso, a água fria ao redor e a boca dela quente como um forno. Puxou ela para fora, agarrando as tetas, apertando e sentindo como elas balançavam nas mãos dele.- Ah, aí sim, esperei a tarde inteira, sem vergonha. Queria essa piroca na minha boca desde que te vi me olhando.Ela gemeu ao sair, com água escorrendo pelo rosto.

Samuel saiu da água, sentou na borda com as pernas abertas, o pau duro apontando pro céu.- Agora sim, chupa minha pica, puta.Maria se aproximou nadando, pegou o pau dele na boca, chupando com força, a língua lambendo as veias, engolindo fundo até a garganta.- Ai sim, enfia mais fundo, engole ela toda.Ela acelerou:Aíii, papai, sim, que gostoso, me dá seu leitinho, gemendo em volta da pica dele. Ele não aguentou e gozou na cara dela, jatos de porra quente e grossa cobrindo as bochechas, lábios e queixo. Ela se lambeu.- Que gostoso que tá seu leite, mano, tem gosto de puro vício.Ele agarrou ela na bunda, deu um tapa forte que deixou uma marca vermelha e vibrante, e puxou ela pra fora da água, levantando como se fosse nada. Maria subiu em cima dele, guiando o pau duro dele pra dentro da buceta molhada e aberta dela. Quando ele meteu, ela gritou.- Ai, sua puta, que grande, você me enche toda.Subiu e desceu rápido, os peitos balançando loucamente, espirrando água, os bicos duros roçando no peito dele.- Samu, tu tem uma enorme, olha que eu tenho muita prática, mas você me arrebenta toda, mano., ela gemia, enfiando mais fundo, sentindo o pau esticar as paredes internas dela, a buceta escorrendo sucos que deslizavam pelas bolas dele, se misturando com a água.

Ela gritou mais alto.- Mais rápido, vai, me arrebenta como a puta que eu sou.Os gemidos dela enchiam a academia toda.- Ai sim, sim, a puta que me pariu, me dá maisDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.- Goza dentro de mim, por favor...— suplicou, arranhando suas costas.

Samuel empurrou com força, gozando dentro dela, enchendo-a de porra quente que se misturava com seus fluidos, escorrendo pelas coxas dela.- Você me destruiu, mano, sinto seu gozo quente dentro de mim—, ela gemeu, tremendo de prazer, se contraindo em volta do pau dele num orgasmo que deixou ela sem fôlego.
Pra prolongar o momento, se beijaram com gosto, com as mãos explorando corpos molhados e suados.

De repente, ouviram o aviso pelos alto-falantes:- A academia fecha em cinco minutos, por favor, vão pra saída.Samuel praguejou.- A puta da mãe, bem agora, ainda ofegante. Vestiam-se rápido, ela colocando a roupa com mãos trêmulas, ainda escorrendo porra entre as pernas, a buceta inchada e sensível.

Antes de sair do vestiário, Maria olhou pra ele com olhos famintos.- Não posso ir embora assim, papai, me dá só mais um pouquinho.Ajoelhou-se no chão frio, puxou a calcinha dela pra baixo de novo e enfiou a rola na boca, chupando forte, engolindo tudo, gemendo em volta da rola dela.- Não posso ir embora assim sem sua porra, mano, dá tudo na minha garganta -Samuel terminou rápido, gozando na boca dela, porra grossa que ela engoliu com prazer, lambendo os lábios.- Deus, você é viciante.

- Tô pronta pra repetir, até capaz de chamar uma amiga, tu come muito bem, mano, me deixou destruída.—, disse Maria, entregando o número dela num papel amassado, com um sorriso de raposa satisfeita.

Saíram pro corredor vazio da academia, mas a tensão continuava alta. Ali, contra a parede, Samuel beijou ela de novo, passando a mão por baixo da saia, esfregando a buceta ainda molhada.- Filha da puta, não consigo parar -murmurou ele, e ela respondeu se ajoelhando de novo pra uma chupada rápida, mas dessa vez ele levantou ela e a esmagou contra a parede, metendo forte, os peitos dela quicando no peito dele, sem tirar a roupa.

Na porta da academia, se beijaram apaixonadamente, línguas se enrolando, mãos nas bundas e nos peitos, o gosto do esperma ainda na boca dela.- Tchau, gostosa -— sussurrou ela, se afastando com uma piscadela. Ele se despede, enquanto dá um tapinha na bunda dela.

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