Giuliana: corna e amamentando. Parte 1

Continuação de grávida e infiel. Giuliana, uma mulher casada, mãe de um bebezinho, com um marido que não curte as tetas cheias de leite dela, mas com um amigo dele, que curtiu... e vai curtir de novo? Tudo o que vou contar aconteceu depois dos meus quarenta dias até os dois anos do meu pequeno Jeremias. Naquela última vez que transei com Dante, com aquela toalha de mão entre minhas tetonas pra não molhar ele e ele não sentir a umidade no corpo, foi como se isso me fizesse segurar a vontade de querer transar com ele de novo. Minha vida na maternidade com meu bebezinho era maravilhosa, ele pegava o peito sem problema nenhum, esvaziava um peito inteiro ou às vezes os dois, e quando queria mamar de novo, eu colocava ele naquele que não tinha sugado. Uma vez, eu estava na minha poltrona de amamentar enquanto ele mamava, quando ouvi uma mensagem do pediatra do meu bebê chegando, pra fazer os check-ups por causa dos dois meses. Marquei a consulta pro dia seguinte e coloquei o Jeremias na cadeirinha de balanço depois da mamada pra ver o que ia preparar pra comer. Vi que no freezer minhas irmãs tinham deixado bastante comida pra gente e peguei uma sopa que a minha irmã Mariana fez, que meu pai chamava de "sopa revigorante", porque tinha tanta verdura que até levantava a autoestima. Esquentei numa panela, quando vejo que no meu perfil da rede social, aparecia uma lembrança de um show que a gente tinha ido com Dante uns 3 anos atrás. Eu sorri e compartilhei, colocando um comentário: "Queria muito que a gente pudesse ir de novo num show assim, mas acho que até o Jere crescer mais, não vai rolar. Te amo e obrigada por tudo que você faz por nós". Uns dez minutos depois, vejo a resposta do Dante: "Justamente uma das nossas bandas favoritas vai tocar no estádio do Vélez daqui a uns meses, podia pedir pra vó Magda cuidar do nosso bebê e te levar. Te amo e amo muito vocês". Como ainda faltava um tempão pra isso, mandei uma mensagem privada com um sonoro Sim! Eu estava prestes a... Senta pra comer que eu vi ele chegando no carro dele. Coloquei mais sopa pra esquentar e abri a porta pra ele. Ele entrou com uma felicidade no rosto.
Dante: - Oi, minha linda Yuli.
Eu: - Oi, love... Tô esquentando a sopa aqui.
Dante: - Não, não se preocupa. Já comi...
Eu: - Ah... Tá bom... Eu ainda não comi. E...
Dante: - Vi sua mensagem agora e fiquei tão feliz, porque é verdade, faz tempo desde a última vez que saímos pra um show. A gente podia voltar a fazer isso.
Eu: - Sim, eu até gostaria, mas não sei... Principalmente por causa do nosso filhote, ele ainda é muito pequeno pra deixar.
Dante: - Vamos testando, tipo, a gente podia sair os dois por um tempinho e deixar ele com a minha mãe ou a sua, pra ver. Depois a gente sai pra jantar e, se tudo correr bem, a gente vai pra um show, que aí são umas seis horas ou mais... Sei lá.
Eu: - É, talvez sim... Deixa eu ver como o Jere reage, já que ele só ficou com a gente até agora.
Dante: - Claro!
Terminei de comer, enquanto via o Dante indo até onde o Jeremías estava, bem dormindo. Ele pegou ele no colo e falava num tom suave. Terminei de lavar a louça e vi ele sentado no sofá com o nosso bebê, tirando umas fotos e sorrindo de um jeito incrível enquanto balbuciava pra ele, mesmo o Jeremías sendo tão pequeno que só dormia. Sentei com eles e tirei uma foto dos três, e numa das fotos meus peitos avantajados apareceram demais, e eu fiquei vermelha.
Eu: - Não vai postar essa foto, por favor... Tô morrendo de vergonha de como tô ali...
Dante: - Ah, love... Relaxa. Você tá linda. É uma mamãe muito gostosa...
Eu: - Valeu... Mas evita me chamar assim... Me deixa sem graça.
Dante: - Tá bom...
Levamos nosso bebê pro quarto pra trocar ele, porque ele tinha feito cocô, e ouço meu celular tocar com aquele som específico de notificação das redes sociais. Depois de deitar o Jere na cadeira de balanço, vou ver meu celular. Meus olhos se arregalaram de um jeito enorme ao ver que o Dante tinha postado a foto que ele acabou de tirar de mim, e também que a A notificação era do Salvador, uma mensagem privada: "Oi, Yulita, linda da minha vida. Como você tá gostosa nessa foto que o 'amigo' postou... Não tô vendo muito bem seu bebezinho aí, mas deve ser lindo igual você. Me conta um pouco de vocês. Eu te conto que tô lidando com tudo isso. A Irene ainda tem uns três meses mais ou menos, e tomara que passem voando, já que ela não deixa eu provar as tetas dela, igual fazia com você. Segundo ela, sente nojo, talvez passe quando o bebê nascer. Te mando muitos beijos. Se cuida e cuida bem do seu pequeno." Quando terminei de ler, fiz uma careta leve de aprovação e suspirei. Não respondi. Quando voltei pro nosso quarto, o Dante tava meio deitado, mas mais sentado pra ver a série que ele tava assistindo com atenção, com as pernas cruzadas e um braço segurando o travesseiro. Eu me aproximei dele, andando de boa e sexy, mas ele nem notou. Sentei perto dele, e ele tentou se endireitar mais porque não tava enxergando direito, e tentou me puxar pro peito dele pra poder ver melhor. Dante: — Não me deixa ver, love... Fica assim ou deita aqui do meu lado. Eu: — Não, é que queria te mostrar uma coisa. — Ele continuava vidrado na série. Dante: — Dá pra mostrar mais tarde? Quero aproveitar pra descansar e ver algo, porque daqui a pouco tenho que ir... Eu: — Tá bom... Mas não esquece que amanhã tenho consulta com o pediatra do Jere. Dessa vez você vai comigo? Dante: — Não, acho que não... Porque amanhã tenho um trampo muito importante, é o fechamento desse negócio do Elías e também do Gerardo. Então não vou poder ir com vocês, mas me manda o que o médico dele falar. Eu: — Sim... — Eu passei a mão na perna dele, levantei e fui pra sala, onde tava meu notebook de trabalho, e comecei a ver uns e-mails e umas novidades pra fazer no futuro e apresentar nos meus trampos. Quando vejo o Dante vindo com o Jeremías chorando. Dante: — Não sei o que aconteceu, eu espirrei e parece que ele se assustou e fez cocô. Eu: — Tinha trocado ele, então! Olhei com cuidado pelo body dele e não notei que tivesse sujado, mas dava pra ver que ele estava incomodado com gases e cólicas. Ajeitei ele e fiz massagens enquanto apoiava meu celular em cima do meu notebook.
Dante: — Preciso ir... Tenho que levar uns trabalhos e de lá vou ver minha tia.
Eu: — Ok, sorte — falei num tom enjoado.
Dante: — Te amo, minha gostosa.
Eu: — E eu você... — ele me deu um beijo suave, juntou a pasta, o notebook, a chave do carro e o celular, e saiu.
Eu suspirei mais relaxada. E me concentrei em fazer massagens no meu bebê. Depois que soltou todos os gases, ele se acalmou. E procurava desesperado pelo meu peito. Ajeitei ele, levantei minha blusa e soltei o botão do meu sutiã, e sem precisar prender, ele mamou sem problema. Num momento enquanto ele mamava, senti a língua dele fazendo mais pressão do que de costume, e isso fez minha mente puxar a lembrança do Salvador e o vício dele nas minhas tetas. Pensei: "Assim como o Jeremias, ele estaria, chupando sem parar, me comendo, me fazendo sentir bem, a gente se curtindo. Como eu queria sentir tudo aquilo de novo com ele."
E parecia que meus pensamentos foram ouvidos. Recebi uma mensagem no meu celular, no e-mail, e era o Salvador: "Oi, Yulita linda. Como você tá? Queria saber de vocês, quero conhecer seu bebezinho e ver você, que deve estar uma gostosa. Sabe de uma coisa? Um dos meus irmãos que tem umas amigas ilegais, quer dizer, amantes casuais (ele colocou um emoji de risada), me falou de um aplicativo chamado Telegram e achei ótimo pra você ter e a gente poder conversar, já que ninguém veria nossas conversas porque tem a opção de apagar um ou os dois participantes. Assim a gente não corre risco, principalmente você por causa do seu marido. Se você topar, esse é meu número e meu nome de usuário. Sou o único com esse apelido e tenho meu cachorro nas fotos da galeria e acho que também tem uma minha com ele. Te mando muitos beijos."
Fiquei na dúvida se respondia, mas eu... Morria de curiosidade sobre aquele telegram, já tinha lido sobre ele em algum artigo que falava desse aplicativo. Baixei. Não sabia que nome colocar, mas a primeira coisa que fiz foi tirar o número do meu celular pra não ser fácil algum amigo do Dante me encontrar. Escolhi um apelido com letras maiúsculas e minúsculas misturadas, sem expor meu nome, só um apelido que me chamavam quando era criança. Escrevi pro Salvador e achei ele rápido. Achei que não ia me responder. Apoiei meu celular no sofá enquanto fui pegar a cadeira de balanço pra colocar meu bebê, quando ouço o som de uma notificação e me apresso a colocar o Jere na cadeirinha e volto a sentar no sofá, olho meu celular e era o Salvador. Meu coração batia que nem louco ao ver ele ali, fiz uma careta enorme de felicidade ao ver ele. Oi Salva — escrevi. Oi minha linda Yulita... como cê tá? — respondeu. Bem bem, tudo bem, em casa com o Jere. E você? — Bem na casa dos meus pais. Cê tá sozinha? Sim... Como sempre... — e coloquei um emoticon de resignado — cê já sabe como é seu amigo. Se você quiser, a gente pode conversar por aqui — Bom... Depois disso ouvi ele me chamando e meu coração batia desesperado e pra não acordar o Jere, atendi rápido. Eu: — Oi Salva... Oi de novo — sorri. Salva: — Oi minha linda... Me deixa te ver? Eu: — Sim! — depois da minha resposta ele mudou pra videochamada e eu vi ele, pra mim ele tava até mais gostoso do que eu lembrava — aí te vejo... Salva: — Eu também e olha, cê tá linda pra caralho! — eu ri nervosa e fiquei vermelha — Deus... Amo ouvir você rir e ficar vermelha assim! Eu: — Não fala mais nada senão eu não consigo falar de tanto nervoso e a... — ri — e a sua sinceridade... Salva: — Mas meu amor... Seu marido com certeza deve falar isso direto. Então cê deve estar acostumada — eu caí na risada. Eu: — Ai pelo amor de deus... Seu amigo, o capitão gelo! — dessa vez foi o Salvador que caiu na risada. Salva: — Ai pelo amor de deus... Cê é demais, amor... Foi assim que ele disse uma vez. vez minha mãe quando foi na minha casa quando éramos crianças e um dia era o aniversário dela, minha mãe tentou dar um abraço nele pra cumprimentar e dar um presentinho que ele tinha dado e ele ficou parado, imóvel, sem reação. Daí em diante ela lembrava dele como o "capitão gelo". - Dessa vez nós dois rimos - mudando de assunto. Quero ver seu bebezinho, me deixa ver? - sem responder, movi devagar meu celular pra onde ele dormia. Eu: - Tá vendo? Tá bonito, Salva? Salva: - Ai meu amor... É precioso... Parabéns mesmo - trouxe meu celular de volta pra mim e sem perceber, dessa vez na videochamada ficava mais à vista minhas tetonas - ufffff é lindo tudo que eu vejo! - quando percebi, senti a necessidade de me soltar, só apontava contra minhas tetas e com uma mão enquanto segurava meu celular, a outra ia acariciando devagar minhas tetas que, mesmo por cima da roupa, já estavam durinhas. Longe de me inibir, fiquei excitada e continuei. Apoiei o celular no meu notebook e tirei a camiseta, e minhas tetas de lactante pularam de um jeito que só ouvia Salvador murmurando e, sem abrir os olhos, continuei. Fui me tocando, passando a mão de cima pra baixo, e uma das minhas mãos acariciava meu pescoço enquanto a outra beliscava ao redor dos meus bicos duros. De tanta excitação e tesão, minhas tetas começaram a soltar umas gotinhas de leite. Salvador, vendo aquilo: Salva: - Agggggghhh... Puta merda, gostosa... Como eu queria estar aí chupando essas tetas lindas - eu, numa nuvem de tesão, peguei uma das minhas tetas com a mão e levei até minha boca, passando a língua em volta pra tirar as gotinhas que saíam - ayyyyy... Agghhhhhh caralho... Vou gozar... Eu: - Queria que você gozasse aqui - enquanto mostrava minhas tetas Salva: - Aaaaghhhhhhhh... Mmmmmmmmm... Issooo... Vou encher essas tetas de leite... - enquanto eu via ele gozar e eu mordia meus lábios e passava a língua, sentindo minha boca e meus lábios muito secos - puta merda, gostosa... Se você fosse minha mulher, não passaria um único dia sem te comer e chupar essas tetas...
Eu: – E eu deixaria você fazer isso!
Salva: – É verdade o que você tá me dizendo??
Eu: – Sim, claro... É que desde aquela vez que a gente passou, ainda fantasio e sonho em fazer tudo aquilo de novo.
Salva: – Eu também... A gente devia fugir e fazer isso. Podíamos voltar pro sítio dos meus avós e passar um fim de semana lá.
Eu: – Tô com medo... Tô na dúvida... Por causa do Jeremias e...
Salva: – Traz ele. Traz tudo que é dele e do resto eu cuido. Mas tomara que seja logo...
Eu: – Amanhã tenho consulta com o pediatra dele, a gente podia ver e...
Salva: – Ah, beleza... Então amanhã, leva umas coisas do seu bebezinho e a gente vai. Ou você vai, eu te passo o endereço agora e a gente passa uns dias incríveis.
Eu: – Bom... Deixa eu falar com minha irmã ou minha mãe e depois te aviso.
Salva: – Me escreve aqui, love...
Eu: – Ok... Vou trabalhar.
Salva: – Vou tomar um banho. Isso que fiz me deixou bem sujo – eu sorri – beijos, gostosa.
Eu: – Um beijo... Desligamos. Ele me deixou com um tesão desgraçado. Não queria criar muita expectativa sobre o que seria se a gente se visse amanhã. Tentei focar no trabalho, mas qualquer coisa me lembrava o que a gente podia fazer amanhã. CONTINUA...

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