Capítulo 6: Flor da Tentação
- Ela narra - No dia seguinte, acordei cedo pra chegar no meu novo trampo. Tomei café da manhã com meu namorado, me despedi dele com uns beijos e, quando saí do apartamento, recebi outro e-mail desse tal misterioso.
Mensagem: "Tem certeza de que seu namorado vai ficar em casa enquanto você não está?"
Sem dúvida, era alguém que sabia que ele trabalhava de casa enquanto eu tava fora, mas dessa vez resolvi responder.
Ida: "Tenho toda certeza, confio nele. E você ou vocês aí, arrumem uma vida e parem de nos encher o saco, senão vou denunciar."
- Ela escreve e vai direto pro novo emprego -
Quando cheguei, fui recebida por quem seria meu chefe. Ele me deu um tour pelo lugar todo, me levou até os armários onde podia guardar minhas coisas e minha comida, e me deu um jaleco caso precisasse lidar com algum tipo de medicamento. Me levou até o que seria meu consultório, ao lado de quem seria meu colega e supervisor no trabalho. E quando ele abriu a porta pra nos receber, por uma razão estranha, meu sangue gelou ao ver que era o Victor.
Dom Enrique: Ela vai ser sua nova colega, ajuda ela no que precisar
Victor: Pode deixar, Dom Enrique, a gente já se conhece da faculdade
Ida: Ah... Sim, sim... A gente já se conhece
Dom Enrique: Perfeito, então não vai ter problema serem colegas. Bom, tenho que voltar ao trabalho - ele sai -
Ida: - sussurra - O que você tá fazendo aqui!?...
Victor: Eu trabalho aqui, quem devia perguntar isso sou eu, gata hehe
Ida: Não sabia que você trabalhava aqui!... Se soubesse, não vinha... E saiba que a Rebeca já te superou
Victor: Ah é? Não tô nem aí... Além disso, é uma chance da gente se dar bem - ele aproxima a mão do cabelo dela -
Ida: - se afasta e mostra a mão com o anel - Tô noiva, idiota!... Algo que você nunca vai entender.. Você só vive pulando de uma velha pra outra..
Victor: Ah, qual é hehe, não sabia que você era do tipo que gosta de se prender numa vida de rotina e mesmice
Ida: Não vai usar seus truques comigo, não vou cair nessa e você sabe.. - olha fixo pra ele e sai pro consultório -
Victor: A gente vai ver hehe... - sussurra -
Meu local de trabalho era uma salinha cheia de brinquedos educativos e cores, porque eu fiquei responsável pelas crianças, e isso vai me ajudar quando eu tiver meus próprios pimpolhos. Arrumei algumas coisas do meu jeito e logo atendi minha primeira paciente: uma menina de 12 anos que sofria de aracnofobia severa e não conseguia dormir direito por causa da ansiedade de pensar nisso. Fobias não têm cura, mas dá pra controlar, e junto com ela fizemos uns exercícios com uma aranha de papel pra perder o medo de ver algo parecido. Durante o dia, chegaram mais pacientes. Chegou a hora de ir embora, e eu saí bem antes do Victor porque não queria ter que aturar as besteiras dele. Cheguei em casa e contei pro Nico como foi meu dia, e a gente comemorou com um jantar delicioso e, por que não? Um pouco de coito de sobremesa. Os dias foram passando e eu fui ganhando mais Experiência e confiança em mim mesma, mas como tem coisas boas, também tem ruins, já que meu namorado começou a ter mais trabalho de novo e durava menos do que o suficiente pra me deixar satisfeita. Às vezes eu me masturbava sozinha e, muito raramente, usava o consolo que minhas amigas me deram, mas nunca tive coragem de enfiar ele pra dentro, só ficava esfregando ou chupando enquanto me dedava... Mas aí aconteceu uma coisa que até hoje não consigo tirar da cabeça. Tudo começou numa tarde em que eu estava atendendo a menina com aracnofobia de novo, mas minha caneta tinha ficado sem tinta pra eu poder anotar.
Ida: — Tenta escrever em outra folha... Acabou a tinta...
Flor: — Tá tudo bem, senhora? Fiz algo errado?.. — Ela olhava pra mim enquanto estava deitada no sofazinho com uma aranha de pelúcia.
Ida: — Não, não, pequena, você tá muito bem, viu? Já não tem mais medo da aranha de pelúcia, continua fazendo carinho na cabeça dela — guio ela com um pente — Viu? É macia.
Flor: — Kkk é bem macia.
Ida: — Continua assim enquanto vou pegar uma caneta na outra sala, tá?
Flor: — Acena com a cabeça sorrindo.
Ida: — Levanto e saio do quarto, indo pro consultório do Victor — (Só pego uma caneta e vou embora).
Minha surpresa ao chegar na porta foi ouvir gemidos e batidas.
Ida: — Que porra é essa?.. — Chego mais perto e encosto o ouvido na porta.
Voz: — Aaah sim~... Doutor~... Mais~!..
Ida: —!!!? Que merda... — Sussurro e abro a porta com cuidado, ficando imóvel vendo o que tava rolando lá dentro.
Victor: — Segurando a bunda dela enquanto metia com força, ajustando o jaleco — Quer mais pica~? É isso que quer~?
Victoria: — Sim, papai, me dá mais~!... Sou sua~!... Me faz esquecer, por favor, sim~!.. — Apoiada de quatro no sofá com o vestido levantado, tentando gemer mais baixo.
ELE TAVA COMENDO A PRÓPRIA PACIENTE!? NO CONSULTÓRIO DELE!
Ida: — Tapo a boca pra não gritar de raiva e de choque, mas minhas pernas não conseguem se mexer, me obrigando a assistir.
Victor: — Mgh~! Vou gozar~! - continua enfiando nela com mais força e rapidez, empurrando o corpo dela contra o sofá -
Victoria: ai sim, papai ~! Por favor, dá na minha boca ~! Mghj~! não pode gozar dentro ~! Não tô me cuidando ahh~!...
Victor: - continua enfiando agressivamente, muito mais rápido, tira o pênis e se masturba com violência e rapidez - vem aqui que vou te dar meu gozo ~
Ida: !!?.... - fica chocada e com um frio no peito ao ver aquele pênis saindo da mulher, era muito mais comprido e grosso que o vibrador dela, até dava pra ver levemente uma veia, nunca viu uma rola morena daquele tamanho -... PORRA... - falou baixinho -
Victoria: - ajeita o vestido como pode e desce do sofá, ajoelhada no chão, abre a boca -
Ida: - continua olhando e esfregando as coxas uma na outra enquanto treme de nervoso por ser descoberta -
Victor: - começa a gozar na boca e na língua da paciente enquanto rosna e geme olhando pra cima - ahh, merda ~...
Ida: - fica vermelha ao ver a quantidade de porra saindo da ponta daquele pênis e finalmente suas pernas reagem, se afasta rápido da porta e sai pra procurar uma caneta em outro lugar -
Depois de ver aquele ato tão grotesco e safado, consegui achar outra caneta e voltei pra minha paciente, atendi ela normalmente, mas não conseguia tirar aquelas imagens da cabeça... Tipo aquelas coisas que você vê e quer esquecer, mas seu cérebro te trai e traz de volta... Assim que a sessão de terapia terminou, como era a última do meu turno, saí voando pro meu apartamento atrás do meu noivo pra ele me ajudar a aliviar esse tesão todo... Mas parecia que os astros estavam contra mim naquele dia, porque quando entrei no escritório dele, ele tava numa ligação com uns clientes, e pelo que ele falava, era só gente importante, então não quis incomodar, mas precisava me livrar dessa tesão de qualquer jeito. Então me tranquei no banheiro, tirei toda a roupa, sentei na tampa do vaso, abri as pernas e peguei o lubrificante da minha bolsa e esfreguei o dildo na minha buceta
Ida: mghhh ahhh ~~...
- continua esfregando mais rápido e enfia a ponta devagar - ahhh~!
- começa a enfiar mais fundo -
Nunca tinha ficado tão louca por pica e naquele momento eu tava lembrando da minha primeira vez com o nico e das vezes que a gente transava escondido na praia ou na varanda..
Ida: mghh~! Nico ~!... love... Me dá mais~!...
- continua se masturbando com o dildo até enfiar até a metade, mas de repente vem a lembrança do Victor -
É isso... Meu cérebro me traiu bem na pior hora e não tô orgulhosa do que aconteceu...
Ida: mghhj~! Ahhhj~!!
- arqueia as costas se apoiando e se masturba mais rápido, enfiando e tirando o dildo até gozar -
AHHHJJ~!!!!... Mghhhj~!!...
Depois disso me acalmei, tirei o dildo e escondi.. Me senti suja por ter gozado com uma lembrança tão nojenta.. Tomei um banho frio e quando saí e vi meu celular, tinha outro e-mail... Pois é, tudo tava dando errado pra mim naquele dia..
E-mail: "tem certeza que seu namorado não voltou a ver a melhor amiga dele desde que tá com você?"
Não tava com paciência naquela hora e respondi já meio estressada
Ida: "sim, tenho toda certeza, para de encher o saco sem ter prova nenhuma"
- escreve -
Algo que eu ia me arrepender...
Continua...
- Ela narra - No dia seguinte, acordei cedo pra chegar no meu novo trampo. Tomei café da manhã com meu namorado, me despedi dele com uns beijos e, quando saí do apartamento, recebi outro e-mail desse tal misterioso.
Mensagem: "Tem certeza de que seu namorado vai ficar em casa enquanto você não está?"
Sem dúvida, era alguém que sabia que ele trabalhava de casa enquanto eu tava fora, mas dessa vez resolvi responder.
Ida: "Tenho toda certeza, confio nele. E você ou vocês aí, arrumem uma vida e parem de nos encher o saco, senão vou denunciar."
- Ela escreve e vai direto pro novo emprego -
Quando cheguei, fui recebida por quem seria meu chefe. Ele me deu um tour pelo lugar todo, me levou até os armários onde podia guardar minhas coisas e minha comida, e me deu um jaleco caso precisasse lidar com algum tipo de medicamento. Me levou até o que seria meu consultório, ao lado de quem seria meu colega e supervisor no trabalho. E quando ele abriu a porta pra nos receber, por uma razão estranha, meu sangue gelou ao ver que era o Victor.
Dom Enrique: Ela vai ser sua nova colega, ajuda ela no que precisar Victor: Pode deixar, Dom Enrique, a gente já se conhece da faculdade
Ida: Ah... Sim, sim... A gente já se conhece
Dom Enrique: Perfeito, então não vai ter problema serem colegas. Bom, tenho que voltar ao trabalho - ele sai -
Ida: - sussurra - O que você tá fazendo aqui!?...
Victor: Eu trabalho aqui, quem devia perguntar isso sou eu, gata hehe
Ida: Não sabia que você trabalhava aqui!... Se soubesse, não vinha... E saiba que a Rebeca já te superou
Victor: Ah é? Não tô nem aí... Além disso, é uma chance da gente se dar bem - ele aproxima a mão do cabelo dela -
Ida: - se afasta e mostra a mão com o anel - Tô noiva, idiota!... Algo que você nunca vai entender.. Você só vive pulando de uma velha pra outra..
Victor: Ah, qual é hehe, não sabia que você era do tipo que gosta de se prender numa vida de rotina e mesmice
Ida: Não vai usar seus truques comigo, não vou cair nessa e você sabe.. - olha fixo pra ele e sai pro consultório -
Victor: A gente vai ver hehe... - sussurra -
Meu local de trabalho era uma salinha cheia de brinquedos educativos e cores, porque eu fiquei responsável pelas crianças, e isso vai me ajudar quando eu tiver meus próprios pimpolhos. Arrumei algumas coisas do meu jeito e logo atendi minha primeira paciente: uma menina de 12 anos que sofria de aracnofobia severa e não conseguia dormir direito por causa da ansiedade de pensar nisso. Fobias não têm cura, mas dá pra controlar, e junto com ela fizemos uns exercícios com uma aranha de papel pra perder o medo de ver algo parecido. Durante o dia, chegaram mais pacientes. Chegou a hora de ir embora, e eu saí bem antes do Victor porque não queria ter que aturar as besteiras dele. Cheguei em casa e contei pro Nico como foi meu dia, e a gente comemorou com um jantar delicioso e, por que não? Um pouco de coito de sobremesa. Os dias foram passando e eu fui ganhando mais Experiência e confiança em mim mesma, mas como tem coisas boas, também tem ruins, já que meu namorado começou a ter mais trabalho de novo e durava menos do que o suficiente pra me deixar satisfeita. Às vezes eu me masturbava sozinha e, muito raramente, usava o consolo que minhas amigas me deram, mas nunca tive coragem de enfiar ele pra dentro, só ficava esfregando ou chupando enquanto me dedava... Mas aí aconteceu uma coisa que até hoje não consigo tirar da cabeça. Tudo começou numa tarde em que eu estava atendendo a menina com aracnofobia de novo, mas minha caneta tinha ficado sem tinta pra eu poder anotar.
Ida: — Tenta escrever em outra folha... Acabou a tinta...
Flor: — Tá tudo bem, senhora? Fiz algo errado?.. — Ela olhava pra mim enquanto estava deitada no sofazinho com uma aranha de pelúcia.
Ida: — Não, não, pequena, você tá muito bem, viu? Já não tem mais medo da aranha de pelúcia, continua fazendo carinho na cabeça dela — guio ela com um pente — Viu? É macia.
Flor: — Kkk é bem macia.
Ida: — Continua assim enquanto vou pegar uma caneta na outra sala, tá?
Flor: — Acena com a cabeça sorrindo.
Ida: — Levanto e saio do quarto, indo pro consultório do Victor — (Só pego uma caneta e vou embora).
Minha surpresa ao chegar na porta foi ouvir gemidos e batidas.
Ida: — Que porra é essa?.. — Chego mais perto e encosto o ouvido na porta.
Voz: — Aaah sim~... Doutor~... Mais~!..
Ida: —!!!? Que merda... — Sussurro e abro a porta com cuidado, ficando imóvel vendo o que tava rolando lá dentro.
Victor: — Segurando a bunda dela enquanto metia com força, ajustando o jaleco — Quer mais pica~? É isso que quer~?
Victoria: — Sim, papai, me dá mais~!... Sou sua~!... Me faz esquecer, por favor, sim~!.. — Apoiada de quatro no sofá com o vestido levantado, tentando gemer mais baixo.
ELE TAVA COMENDO A PRÓPRIA PACIENTE!? NO CONSULTÓRIO DELE!
Ida: — Tapo a boca pra não gritar de raiva e de choque, mas minhas pernas não conseguem se mexer, me obrigando a assistir.
Victor: — Mgh~! Vou gozar~! - continua enfiando nela com mais força e rapidez, empurrando o corpo dela contra o sofá -
Victoria: ai sim, papai ~! Por favor, dá na minha boca ~! Mghj~! não pode gozar dentro ~! Não tô me cuidando ahh~!...
Victor: - continua enfiando agressivamente, muito mais rápido, tira o pênis e se masturba com violência e rapidez - vem aqui que vou te dar meu gozo ~
Ida: !!?.... - fica chocada e com um frio no peito ao ver aquele pênis saindo da mulher, era muito mais comprido e grosso que o vibrador dela, até dava pra ver levemente uma veia, nunca viu uma rola morena daquele tamanho -... PORRA... - falou baixinho -
Victoria: - ajeita o vestido como pode e desce do sofá, ajoelhada no chão, abre a boca -
Ida: - continua olhando e esfregando as coxas uma na outra enquanto treme de nervoso por ser descoberta -
Victor: - começa a gozar na boca e na língua da paciente enquanto rosna e geme olhando pra cima - ahh, merda ~...
Ida: - fica vermelha ao ver a quantidade de porra saindo da ponta daquele pênis e finalmente suas pernas reagem, se afasta rápido da porta e sai pra procurar uma caneta em outro lugar -
Depois de ver aquele ato tão grotesco e safado, consegui achar outra caneta e voltei pra minha paciente, atendi ela normalmente, mas não conseguia tirar aquelas imagens da cabeça... Tipo aquelas coisas que você vê e quer esquecer, mas seu cérebro te trai e traz de volta... Assim que a sessão de terapia terminou, como era a última do meu turno, saí voando pro meu apartamento atrás do meu noivo pra ele me ajudar a aliviar esse tesão todo... Mas parecia que os astros estavam contra mim naquele dia, porque quando entrei no escritório dele, ele tava numa ligação com uns clientes, e pelo que ele falava, era só gente importante, então não quis incomodar, mas precisava me livrar dessa tesão de qualquer jeito. Então me tranquei no banheiro, tirei toda a roupa, sentei na tampa do vaso, abri as pernas e peguei o lubrificante da minha bolsa e esfreguei o dildo na minha buceta
Ida: mghhh ahhh ~~...
- continua esfregando mais rápido e enfia a ponta devagar - ahhh~!
- começa a enfiar mais fundo -
Nunca tinha ficado tão louca por pica e naquele momento eu tava lembrando da minha primeira vez com o nico e das vezes que a gente transava escondido na praia ou na varanda..
Ida: mghh~! Nico ~!... love... Me dá mais~!...
- continua se masturbando com o dildo até enfiar até a metade, mas de repente vem a lembrança do Victor -
É isso... Meu cérebro me traiu bem na pior hora e não tô orgulhosa do que aconteceu...
Ida: mghhj~! Ahhhj~!!
- arqueia as costas se apoiando e se masturba mais rápido, enfiando e tirando o dildo até gozar -
AHHHJJ~!!!!... Mghhhj~!!...
Depois disso me acalmei, tirei o dildo e escondi.. Me senti suja por ter gozado com uma lembrança tão nojenta.. Tomei um banho frio e quando saí e vi meu celular, tinha outro e-mail... Pois é, tudo tava dando errado pra mim naquele dia..
E-mail: "tem certeza que seu namorado não voltou a ver a melhor amiga dele desde que tá com você?"
Não tava com paciência naquela hora e respondi já meio estressada
Ida: "sim, tenho toda certeza, para de encher o saco sem ter prova nenhuma"
- escreve -
Algo que eu ia me arrepender...
Continua...
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