Isso aconteceu quando eu tinha 15 anos. Minha família tinha organizado uma reunião porque uns primos e tios iam se mudar do país. Tava tudo bem, entre risadas, nostalgia e tal. A gente, os primos, foi pro quintal e começou a beber. Os adultos sabiam, mas como estávamos em família, só falaram pra não exagerar, já que pra muitos de nós era a primeira vez bebendo (foi a minha primeira vez). Lembro bem que estávamos tomando tequila. Os adultos já estavam podres de tanto álcool, muitos já tinham dormido, especialmente meus pais. Os pais do meu primo tinham ido pra casa deles, então ele ia dormir aqui. Cansados de ficar fora, cada um foi pro seu quarto, e eu fui com meu primo pro meu.
(Preciso deixar claro que sou bi e, naquela época, já sabia enfiar coisas no cu e ver pornô gay. Meu primo tinha 17.)
Continuando: meu primo, bêbado e sem ter trazido pijama, ficou só de cueca pra dormir. Eu coloquei meu pijama, mas sem cueca, porque durmo assim. A gente tava conversando, quando sem querer fui pegar a caixa dos meus óculos, estiquei a mão e peguei na pica dele. Meu primo se assustou, mas não tirou minha mão. Eu fiquei em choque, porque era a primeira pica que eu tocava. Depois de um tempo, soltei e começamos a jogar verdade ou desafio. As coisas esquentaram, ele já tava sem cueca e com a pica meio mole. Ele percebeu que eu ficava olhando, e, sem vergonha nenhuma, se jogou pra trás na cama, mostrando a pica toda no esplendor dela. Aí, sem nenhum escrúpulo, fui lá e comecei a cheirar. Cheirava delicioso pra mim, uma mistura de cheiros que me deixava bobão. Quando senti a mão do meu primo na minha cabeça, ele fez pressão contra o pau dele, e a parte de baixo, com as bolas, ficou na altura da minha boca, e a cabeça na minha testa. Ele começou a se mexer, como se estivesse se masturbando com a minha cara. Eu tava a mil, sem... Pensando nisso, tirei minha língua e comecei a lamber ele. Ele gemia baixinho e soltou minha cabeça, mas continuava com o movimento. Passou um tempo e eu comecei a chupar o pau dele com um pouco de nervosismo, já que era minha primeira vez. Ficamos assim por um tempo, às vezes eu engasgava com o pau dele, mas era gostoso. Depois, ele me colocou de quatro e começou a comer meu cu e a me bater uma. Eu me sentia nas nuvens quando, de repente, sinto ele colocar a cabeça do pau no meu cu e enfiar de uma vez, deixando lá. Eu só agarrei com força as cobertas e mordi um bichinho de pelúcia que estava ali. Sentia uns movimentos pequenos, e cada vez doía menos. Ele parecia perceber e enfiava o pau mais fundo, até que entrou tudo. Ele beijava minhas costas e meu pescoço, e eu tinha a cabeça enterrada no pelúcia pra ninguém ouvir meus gemidos. Ficamos assim uns 10 minutos transando de mansinho, até que ele deu um tapa na minha bunda e começou a meter mais forte. Eu não sabia o que fazer. Ele me pegou pela cabeça e fez eu levantar, e eu vi meu reflexo na TV desligada. Eu parecia uma putinha aguentando o pau todo dele. Nisso, minha mãe bateu na porta. Me vesti rápido e fui abrir. Ela perguntou o que a gente tava fazendo. Eu disse que estávamos jogando e que paguei a TV de reação pelo barulho da batida dela. Convenci minha mãe, que deixou a luz apagada e foi embora. Assim que fechei a porta, senti meu primo atrás de mim. Ele me encurralou contra a porta e começou a me comer ali mesmo. Minha mãe voltou e perguntou o que foi aquele barulho. Eu disse que bati na cama procurando minha caixa de óculos, e ela foi embora. Ele tava me comendo com força atrás da porta, e eu só segurava os gemidos. Ele me fez ficar de quatro no chão e colocar a cabeça debaixo da cama. Eu tava à mercê dele. Sentia cada centímetro do pau dele entrando e saindo. Às vezes ele tirava o pau e eu sentia um buraco no meu cu, e aí ele enfiava de novo de uma vez. Me colocava nas posições que ele queria, a última posição foi na janela, fez eu colocar o corpo pra fora e alguns carros que passaram viram como eu tava sendo comida. Nisso, ele gozou dentro de mim e tirou a pica, se masturbou nas minhas nádegas pra limpar a pica e foi dormir. Ele ia dormir num colchão de espuma no chão, mas deitou na minha cama e me fez dormir naquele colchão. Não me disse nada depois disso a noite toda, eu dormi no chão. No dia seguinte, acordei com aquela sensação pegajosa no cu, tinha manchado o colchão inteiro com a porra que escorria de mim. Saí do quarto, ele estava na mesa tomando café, me viu, só levantou, se despediu da minha mãe e foi embora. Eu me senti usada e desde aquele dia não o vi mais, porque ele foi embora do país, até que há três anos voltou de férias, mas não tocamos no assunto e não rolou nada entre nós.
(Preciso deixar claro que sou bi e, naquela época, já sabia enfiar coisas no cu e ver pornô gay. Meu primo tinha 17.)
Continuando: meu primo, bêbado e sem ter trazido pijama, ficou só de cueca pra dormir. Eu coloquei meu pijama, mas sem cueca, porque durmo assim. A gente tava conversando, quando sem querer fui pegar a caixa dos meus óculos, estiquei a mão e peguei na pica dele. Meu primo se assustou, mas não tirou minha mão. Eu fiquei em choque, porque era a primeira pica que eu tocava. Depois de um tempo, soltei e começamos a jogar verdade ou desafio. As coisas esquentaram, ele já tava sem cueca e com a pica meio mole. Ele percebeu que eu ficava olhando, e, sem vergonha nenhuma, se jogou pra trás na cama, mostrando a pica toda no esplendor dela. Aí, sem nenhum escrúpulo, fui lá e comecei a cheirar. Cheirava delicioso pra mim, uma mistura de cheiros que me deixava bobão. Quando senti a mão do meu primo na minha cabeça, ele fez pressão contra o pau dele, e a parte de baixo, com as bolas, ficou na altura da minha boca, e a cabeça na minha testa. Ele começou a se mexer, como se estivesse se masturbando com a minha cara. Eu tava a mil, sem... Pensando nisso, tirei minha língua e comecei a lamber ele. Ele gemia baixinho e soltou minha cabeça, mas continuava com o movimento. Passou um tempo e eu comecei a chupar o pau dele com um pouco de nervosismo, já que era minha primeira vez. Ficamos assim por um tempo, às vezes eu engasgava com o pau dele, mas era gostoso. Depois, ele me colocou de quatro e começou a comer meu cu e a me bater uma. Eu me sentia nas nuvens quando, de repente, sinto ele colocar a cabeça do pau no meu cu e enfiar de uma vez, deixando lá. Eu só agarrei com força as cobertas e mordi um bichinho de pelúcia que estava ali. Sentia uns movimentos pequenos, e cada vez doía menos. Ele parecia perceber e enfiava o pau mais fundo, até que entrou tudo. Ele beijava minhas costas e meu pescoço, e eu tinha a cabeça enterrada no pelúcia pra ninguém ouvir meus gemidos. Ficamos assim uns 10 minutos transando de mansinho, até que ele deu um tapa na minha bunda e começou a meter mais forte. Eu não sabia o que fazer. Ele me pegou pela cabeça e fez eu levantar, e eu vi meu reflexo na TV desligada. Eu parecia uma putinha aguentando o pau todo dele. Nisso, minha mãe bateu na porta. Me vesti rápido e fui abrir. Ela perguntou o que a gente tava fazendo. Eu disse que estávamos jogando e que paguei a TV de reação pelo barulho da batida dela. Convenci minha mãe, que deixou a luz apagada e foi embora. Assim que fechei a porta, senti meu primo atrás de mim. Ele me encurralou contra a porta e começou a me comer ali mesmo. Minha mãe voltou e perguntou o que foi aquele barulho. Eu disse que bati na cama procurando minha caixa de óculos, e ela foi embora. Ele tava me comendo com força atrás da porta, e eu só segurava os gemidos. Ele me fez ficar de quatro no chão e colocar a cabeça debaixo da cama. Eu tava à mercê dele. Sentia cada centímetro do pau dele entrando e saindo. Às vezes ele tirava o pau e eu sentia um buraco no meu cu, e aí ele enfiava de novo de uma vez. Me colocava nas posições que ele queria, a última posição foi na janela, fez eu colocar o corpo pra fora e alguns carros que passaram viram como eu tava sendo comida. Nisso, ele gozou dentro de mim e tirou a pica, se masturbou nas minhas nádegas pra limpar a pica e foi dormir. Ele ia dormir num colchão de espuma no chão, mas deitou na minha cama e me fez dormir naquele colchão. Não me disse nada depois disso a noite toda, eu dormi no chão. No dia seguinte, acordei com aquela sensação pegajosa no cu, tinha manchado o colchão inteiro com a porra que escorria de mim. Saí do quarto, ele estava na mesa tomando café, me viu, só levantou, se despediu da minha mãe e foi embora. Eu me senti usada e desde aquele dia não o vi mais, porque ele foi embora do país, até que há três anos voltou de férias, mas não tocamos no assunto e não rolou nada entre nós.
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