Cielo Riveros, três professores me enganam pra abusar de mim.
Olá, antes de tudo, é educação se apresentar, me chamo Cielo Riveros e sou uma garota muito educada, prestativa e estudiosa.

Meu corpo é normal, isso sim, bem de menina, magrinha, com uns peitinhos pequenos mas durinhos e uma bunda empinada que faz mais de um virar pra olhar duas vezes.
Pele morena larga, olhos claros e lábios grossos, os caras ficam olhando pra eles quando falam comigo, o que me deixa nervosa.
Não sou nenhuma máquina na cama, mas atraio muito esse tipo de homem mais velho que busca fantasias com garotas jovens e inocentes que eles gostam de abusar.
Normalmente, como aconteceu dessa vez, elas ganham minha confiança com muita simpatia pra depois eu descobrir seus verdadeiros desejos ocultos, que geralmente são me ver de quatro com eles por cima de mim metendo forte e fazendo eu chorar de tão duro que me comem.
Isso aconteceu comigo no segundo ano da faculdade, onde tive a surpresa de rodar na prova final de análise e tirar um triste 4, que me deixou a matéria pendurada, sendo que a prova tinha ido bem pra caralho e eu achava que ia passar fácil.
Dom Antônio, o professor de análise, era um senhor muito gente boa com todos os alunos, e especialmente comigo. Comigo ele era super legal e várias vezes me ajudou com a entrega dos trabalhos práticos, me dando uns conselhos que facilitaram pra caramba a realização deles.
Ele se aproximava de mim direto nas aulas pra perguntar se tava tudo bem e se eu tinha alguma dúvida pra resolver.
O curioso é que eu costumava fazer isso quando usava decote ou blusa apertada, e já tinha pegado ele algumas vezes olhando pro meu decote quando eu levantava o olhar e via como ele desviava na hora pra me dar um sorriso simpático.
O caso é que com meu quatro eu não passava e, embora pudesse ir para as recuperações e passar fácil, decidi ir falar primeiro com ele no final de uma aula.
Bom dia, seu Antônio, fiquei surpreso de tirar um 4 na sua matéria, já que eu tava tão bem nas práticas e fiz uma boa prova, será que dá pra ver a correção?
Claro que sim, meu anjo. A verdade é que foi uma pena, porque você tava indo muito bem, tentei te dar um cinco, mas você cometeu erros bem graves e a nota infelizmente não pode passar do quatro. Mas se quiser, amanhã depois da aula vem no meu escritório que a gente dá uma olhada nos erros pra você não repetir eles na recuperação.
Com meu melhor sorriso, falei pra ela que a gente se via no dia seguinte, e naquele momento eu nunca imaginei o que ia rolar naquele escritório quando a universidade inteira tivesse vazia de alunos.
O dia foi super tranquilo, a única surpresa foi que logo de manhã minha menstruação desceu e eu tava meio fraca. Me vesti com roupa largona, sem sutiã pra ficar confortável e fiz um rabo de cavalo pra prender o cabelo, parecia uma menina boazinha do colégio. Na real… eu era mesmo.
Pensei em me pintar toda pra agradar o professor, mas não achei que fosse precisar, seu Antônio era muito compreensivo e com certeza ia me passar naquela mesma tarde.
Na hora exata, bati na porta dela e vi quando ela abriu.
Me pareceu sentir cheiro de álcool e vi seu Antônio especialmente animado.
Passa aqui, céu Riveros, vamos dar uma olhada nessa prova que já deixei pronta em cima da mesa. Tá com cara feia, e te vejo muito magrinha, como é isso?
Não se preocupa, é que com as provas meu estômago fecha, e é verdade que perdi peso. (na real, naquela época eu tava só o osso, tanto de prova e trabalho final).
A gata, a gata… (ouvi meu professor resmungando).
Quando me aproximei da mesa, vi minha prova e, ao lado, uma régua de madeira. Não entendi pra que meu professor precisava de uma régua ali.
Naquele momento, o tom de dom Antônio mudou de repente, colocando uma expressão séria que eu nunca tinha visto antes.
Senta aí, dona Céu Riveros (o professor nunca tinha falado de você antes, mostrando o tempo todo uma linguagem próxima e amigável).
Tá bom, vou sentar.
Senhorita Cielo Riveros —gritou de repente— estamos numa revisão, isso é um ato acadêmico e a senhora tem que se dirigir a mim como "o senhor" e completar as frases com "professor Dom Antonio".
Eu não acreditava, mas como sou muito obediente, resolvi adotar o tom formal e seguir com a revisão.
Claro que sim, professor Dom Antônio.
Vamos ver, mocinha, notei que você cometeu dois erros graves nos exercícios 2 e 5.
Olhei a prova e só tinha dois erros, bem básicos e de cálculo, resultado de querer gozar em todos os exercícios e tirar uma nota boa.

Mas professor, são dois errinhos sem importância, o resto dos exercícios tá certo e com eles já tiro pelo menos um 6.
Dom Antônio bateu forte com a régua na mesa, e eu pulei de susto.
Senhorita Cielo Riveros, não me contradiga e me trate com respeito, senão esta revista vai acabar e eu vou ter que informar sua atitude pra reitoria.
Eu não acreditava, mas não queria mal-entendidos e ter que repetir aquela matéria que claramente já tinha passado.
Sim, desculpa, professor Dom Antônio, acho que o senhor devia dar uma olhada na prova de novo, não acho que mereço uma reprovação. Meus colegas erraram mais que eu e tão aprovados.
A pancada com a régua foi ainda mais forte, e eu comecei a me assustar.
Senhorita Cielo Riveros, pela última vez, não questione seu professor e termine as frases com respeito, dirigindo-se a mim como "professor dom Antônio".
Sim, professor dom Antônio. (Minha surpresa era total e comecei a soltar umas lágrimas de impotência).
Agora você chora pra mim, Céu Riveros? Acha que vai passar na matéria fazendo biquinho de criança? É cada uma que eu tenho que ver.
Desculpa, professor Dom Antônio (eu não sabia nem o que responder e também não queria sair dali reprovada).
Pois a senhora mesma, porque não só vai ter que se recuperar, como também terá que repetir as práticas. Sua atitude é inadmissível.
Não… pelo amor de Deus…. Isso é impossível… pro pro professor dom Antônio.
Você tá acabando com a minha paciência, Cielo Riveros, e eu não quero perder meu tempo com você (nesse momento, vi ela lamber os lábios e olhar pro meu corpo). Já que você tá se comportando como uma menininha, vai levar um castigo de menininha. E como teve boa atitude durante o curso, é possível que eu te aprove no final.
Sim, sim, claro, professor Dom Antônio (já imaginava que ia me mandar copiar algum trabalho fácil ou algo assim).
De frente pra parede e braços abertos, sua safada. Rápido.
Sim, professor dom Antônio. (Eu achava ridículo ficar de cara pra parede, como castigavam crianças pequenas, mas fiz sem reclamar e rapidamente me virei de frente pra parede com os braços esticados em cruz).
Não vai ser tão fácil assim. Vou colocar dois livros nas suas mãos e, se eles caírem, você vai estar reprovada. Enquanto isso, vou usar suas costas como se fossem um quadro-negro e escrever as respostas certas pra você aprender.
Resposta dois, a soma final tem que incluir o x… (com os dedos, ela começou a escrever as soluções nas minhas costas. Apertando forte, fazendo eu me curvar de dor e descendo por toda a espinha).
E assim chegamos à resposta certa, que não é a sua, aluna sabichona… (ela tinha descido tanto que já escrevia na minha bunda, e até escrevia que com a outra mão apertava minha bunda. Eu continuava parada porque aquilo devia acabar logo e eu queria ir embora, e com a aprovação).
Muito bem, agora a segunda solução (e notei que ele se aproximava e, sobre minha bundinha à mostra, apoiava outra coisa que só podia ser o pacote dele, e continuava escrevendo nas minhas costas).
Continue com os livros caindo, senhorita Cielo Riveros. (E ele não hesitou em agarrar meus peitos com as duas mãos enquanto esfregava o volume dele na minha bunda).
Do que rolar aqui, senhorita, ninguém vai ficar sabendo, e a senhora precisa dessa aprovação, e eu quero me divertir um pouco, porque as aulas são muito chatas (já amassava com gosto minhas tetinhas e bombava com o volume dele como se estivesse me comendo gostoso).
Que pezões duros, e nem usa sutiã, mas nem precisa, que duras e empinadas você tem essas tetas, que delícia. (nesse momento, ele apertou com força meus dois bicos e empurrou com força minha bunda com o volume dele, fazendo com que eu soltasse um grito e um dos livros caísse no chão).
Mas tu é tapada, Cielo Riveros? A gente já tava quase terminando e você me derruba um livro? Qual desculpa você vai dar? Que a culpa foi minha, por exemplo? Deita na mesa, braços abertos, e conta na minha ordem. (Eu não acreditava, mas pra ele não continuar passando a mão em mim e eu sentir o volume dele, me deslizei rápido e me apoiei de bruços na mesa, braços abertos.)
Zasssss (a regra ecoou na minha bunda). Conte um, senhorita Cielo Riveros, quando chegar a cinco, estará aprovada.
Um (tinha que aguentar cinco açoites e, mesmo que o primeiro tivesse sido bem bruto, dava pra tankar).
Zasssss. Diz um professor, seu Antônio, então o anterior não vale, que você não pode ser mais burra.
Um professor, Dom Antônio, eu disse soluçando de novo, percebendo que aquele professor encantador estava se comportando como um verdadeiro abusador.
Zasssss… dois, por que o senhor professor Antônio faz isso comigo, aiiii, aiiiiii.
Muito bem, vagabunda, pra você aprender quem manda aqui, vou baixar essa calça pra ver se as palmadas deixaram sua bunda vermelha como você merece.
Zasssss… ahhhgghhh três, professor Dom Antônio (nessa altura, ele ficar olhando pra minha bunda já tanto fazia, só faltavam dois tapas e ir pra casa passar creme pra dor).
Mas que buceta apertada e empinada, pena que agora tá meio vermelha. E parece que você tá menstruada, não se preocupa que isso vai sarar logo.
Zassss… quaaa…tro professor Dom Antônio (a voz já nem saía)
que mina é minha aluna, mas que rabo bem posto ela tem, e tudo pra eu meter bem forte com a régua.
Zasssssss… o golpe veio com toda força e eu fiquei largada, exausta, em cima da mesa…
Cinco, professor Dom Antônio.
Vi o professor tirar uma garrafa de uísque da mesa dele e servir três doses.

Escuta a voz de Dom Juan, o professor de ética.
Dom Juan: Pois é, queria a aprovação sim, mas vou ter que reportar isso ao reitor.
E ouvi a voz do reitor, um homem velho e gordo, sempre muito sério e respeitoso.
Reitor: já vi tudo, seu Juan, e tenho umas fotos no meu celular. Essa raposinha gostosa vai ter que ser processada e expulsa da universidade.
A culpa não é minha, ele me obrigou…
O reitor me deu um tapa na cara.
Reitor: me trate com respeito, sua vagabunda. Eu sou o senhor reitor.
Zasssss… e você me trata como professor dom Juan, disse ele testando a regra contra minha bunda.
Zasssss, seu dom antonio me bateu nas tetas enquanto ria de mim me chamando de puta.
O reitor me agarrou um mamilo e puxou com raiva. Ou se comporta direito, ou arranco ele fora, puta.
Eu, na hora, comecei a chorar porque vi claramente que estavam armando um circo e que minhas súplicas não iam adiantar nada. Então preferi entrar na deles pra que tudo acabasse logo e parassem de me bater e me tratar mal.
Sim, senhor reitor. Sim, professor dom João. O que vocês decidirem.
Dom Antônio: muito bem, putinha, essa é a atitude (e ele levantou meu queixo com a ponta da régua). Aqui, meus colegas e eu vamos te comer gostoso do jeito que a gente gosta de comer umas novinhas magrinhas igual você. Faz tempo que a gente não se diverte com uma gostosa assim. Você vai ser boazinha? (e ele cuspiu na minha cara)
Sim… professor Dom Antônio… falei eu, humilhada ao máximo e sentindo a saliva dele escorrendo pelo meu rosto.
Reitor: senta aqui, gatinha, fica à vontade e deixa eu tirar essa blusa chata. (sorriram de novo, simpáticos, e os três me colocaram de quatro num sofá, enquanto tiravam minha blusa, deixando só a saia, e cada um aproveitava mais que o outro pra passar a mão nos meus peitos, na minha bunda, na minha cabeça, nas minhas pernas…)
Dom Juan: coitadinha, tá ovulando, mas não se preocupa que a gente vai te tratar bem, não fica com uma má impressão dos seus professores. (e se aproximando de mim, abaixou a braguilha e também cuspiu na minha boca).
Dom Antônio: pare de tremer e comece a chupar o pau do seu querido professor Dom Juan agora mesmo. E se sentir que tá faltando saliva, é só falar que a gente dá um jeito (e, chegando perto da minha orelha, cuspiu de novo na minha cara).
Eu comecei a chorar e implorar pra eles me deixarem, que não queria que fizessem nada comigo.
Reitor: abre essa boca, sua puta safada, você tá morrendo de vontade, para de choramingar. (E o reitor me puxava pelo rabo de cavalo e me fazia enfiar o pau gigante de Dom Juan até o fundo).
Dom Juan: assim mesmo, vadia, chupa até a bola, não tava dizendo que seu estômago fechava com as provas? Então por enquanto eu te ajudo abrindo bem essa boca. E não quero ouvir um pio, mexe a língua, senão vamos ter que usar a régua e acho que sua bunda já tá dolorida o suficiente, né?
Pffiiiii pfiiii (eu já só conseguia concordar e me submeter a chupar os três, porque tava claro que naquela tarde eu ia engolir três paus.)
Dom Antônio: tava morrendo de vontade de te ver chupando um pau gostoso, esse que você tem na boca é só o aperitivo. O meu vai ser o prato principal. Que menina boazinha na aula e que puta pra subir nota.
Dom José: olha só como essa puta é promíscua, engolindo pica sem soltar um gemido. Enfia mais fundo, que parece novata chupando.
Reitor: mocinha, chupa bem gostoso que seus professores vão te dar uma bolsa, isso só as boas alunas fazem, e com as boas alunas a gente se comporta muito bem. (e dizendo isso, ele apertava minha cabeça contra o pau do professor até eu sentir os ovos dele no meu rosto, e para meu horror, começou a enfiar um dedo no meu cu).
Eu não podia acreditar no que tava acontecendo, que aqueles professores tão certinhos estivessem abusando de uma aluna daquele jeito tão perverso, mas o pior de tudo era como eles riam de mim e como davam vazão às perversões deles sem se importar com o que eu pudesse pensar. Tava perdendo minha inocência à força e eles curtiam comigo sem ligar pra nada, se eu tremia, se eu chorava, ou o que tavam me obrigando a fazer.

Reitor: que filho da puta, Juan, como você gosta de enfiar a pica na boca dessas meninas magrinhas até a garganta, que safado você é, deixa ela respirar, vai.
Dom Juan: e quem tá falando isso é você enquanto enfia o dedo na bunda dela? Parece que quer meter o braço inteiro, que porco que você é, coitadinha. (ele chamava o reitor de porco, e me chamava de coitadinha enquanto enfiava ainda mais fundo e dava risada às gargalhadas).
Dom Antônio: já chega, amigo, que tô vendo que você vai gozar e não vai querer engasgar a putinha Cielo Riveros com seu leite, vai? Ou vai? (E afastou Dom Juan e eu vi que, tal como ele me ameaçava, o pau dele tinha uma cabeça enorme, sem hesitar em babá-lo e enfiar de novo na minha boca até o fundo da garganta, como não poderia deixar de ser).
Reitor: você vai sufocar ela, tô vendo ela ficar vermelha de vez em quando, deixa eu ajudar enfiando um segundo dedo bem no cu dela, se couber, porque outra coisa nessa menina tão magra duvido que entre sem ela começar a gritar que nem uma porca. Te colocavam supositório quando era pequena, putinha? (e o segundo dedo dele se juntou ao primeiro, atravessando meu cu e se mexendo lá dentro como se estivesse procurando pegar alguma coisa).
Dom Juan: vou mamar também, que tem peitinhos de cordeirinha (e se abaixou pegando um dos meus peitinhos com a mãozona dele e chupando como se fosse uma mamadeira, babando tudo e passando a língua no mamilo enquanto mordia com gosto).
Dom Antônio: cadê a corderita? Cês viram como ela treme toda vez que eu enfio até o fundo? Ela não imaginava que o professor dela tinha essa pica monstra guardada pra ela. Fala alguma coisa, senhorita Cielo Riveros. Tudo bem? (E puxou a rola dura igual pedra, cheia de veias, e esticou a mão pra me bater. Tudo bem, senhorita Cielo Riveros? Quantas vezes eu sonhei em te ter assim, e com a mãozona dele me dando um tapa. Continua assim, senhorita, chupa bem fundo que vai ganhar uma nota bem boa.)
Eu tava chorando e, como não queria levar outro tapa violento que aquela mão ameaçava, respondi na hora… tudo… tudo bem, professor dom Antônio.
Kkkkkkkkkkkkkkkk, a risada dos três homens ecoou no escritório.
Reitor: olha só, elas são umas putinhas e são gostosas nessa idade, e não pesam nem 50 quilos.
Dom Juan: e que peitos mais duros e gostosos, dá vontade de bater a régua neles.
Dom Antônio: não vamos exagerar, com a bunda bem marcada já tá bom demais, vamos aproveitar o corpo dela que essa menininha vai dar pano pra manga essa tarde.
E os três seguiram com a tarefa, dom Antonio enfiando a boca com sua pica terrível, o reitor puxando minha cabeça pelo rabo de cavalo, me afogando contra os ovos, enquanto enfiava dois dedos no meu buraquinho do cu que ardia, e dom Juan chupando e babando nos dois peitos enquanto torcia meus bicos.

Dom Antônio: uffff uffff uffff, que boquinha você tem, foxy. Vou encher ela de porra, uffff uffff uffff chupa, senhorita cielo riveros que tá chegando, ugggg uffff uffff se cair uma gota, te arrebento na reguada.
Dom Juan: termina logo que eu fiquei doidão (e falando isso, ele batia na minha cara com o pau dele). Vai, empurra forte e goza, que resistência danada com essa mamada que você deu.
Dom Antônio: siiiiiiiim, e soltou jatos de porra sem parar, um pouco chegou no meu nariz e saiu por um dos buracos, eu me engasguei e comecei a tossir e cuspir.
Dom Juan: é a minha vez!!! E mesmo me vendo tossindo e cuspindo a porrada de porra que tinham soltado dentro da minha boca, agarrei minhas orelhas e ele meteu de uma vez, fudendo minha boca sem parar e me desejando tudo de bom. Chupa tudo, Promíscua, vou arrebentar sua boca, chupa forte pra eu gozar como nunca, pequenininha. Esse corpo de menina magrinha e essa boca de puta do caralho, que vontade de enfiar até a garganta. Vai, solta essa baba!!! E aguenta que vem rápido… agggggghhhh. E com um grito e me apertando contra a barriga dele, começou a soltar porra da pica, indo direto pro meu estômago de tão encaixado que o pau dele tava na minha garganta.
Aaaaaaahhhh, eu já não tinha mais ar, e tinha recebido mais porra em poucos minutos do que na vida toda. Comecei a cuspir, tossir e ficar tonta, caindo no sofá e, claro, em cima de toda aquela porra acumulada ali.
Dom Antônio: olha só, a senhorita quer lamber o gozo que escapou. Isso é porque não quer seu castigo por ter derramado tudo. Vai lamber, putinha? E dizendo isso, ele pegava meu rabo de cavalo e esfregava minha cara contra a cabeceira do sofá.
Reitor: a pirralha tá menstruada, porque eu queria comer ela. Não tô nem aí… posso?
O sorriso dos amigos dela me deu calafrios, e andando até a mesa com os paus murchos, eles disseram…

Faz o que quiser, você é o reitor.
Olá, antes de tudo, é educação se apresentar, me chamo Cielo Riveros e sou uma garota muito educada, prestativa e estudiosa.

Meu corpo é normal, isso sim, bem de menina, magrinha, com uns peitinhos pequenos mas durinhos e uma bunda empinada que faz mais de um virar pra olhar duas vezes.
Pele morena larga, olhos claros e lábios grossos, os caras ficam olhando pra eles quando falam comigo, o que me deixa nervosa.
Não sou nenhuma máquina na cama, mas atraio muito esse tipo de homem mais velho que busca fantasias com garotas jovens e inocentes que eles gostam de abusar.
Normalmente, como aconteceu dessa vez, elas ganham minha confiança com muita simpatia pra depois eu descobrir seus verdadeiros desejos ocultos, que geralmente são me ver de quatro com eles por cima de mim metendo forte e fazendo eu chorar de tão duro que me comem.
Isso aconteceu comigo no segundo ano da faculdade, onde tive a surpresa de rodar na prova final de análise e tirar um triste 4, que me deixou a matéria pendurada, sendo que a prova tinha ido bem pra caralho e eu achava que ia passar fácil.
Dom Antônio, o professor de análise, era um senhor muito gente boa com todos os alunos, e especialmente comigo. Comigo ele era super legal e várias vezes me ajudou com a entrega dos trabalhos práticos, me dando uns conselhos que facilitaram pra caramba a realização deles.
Ele se aproximava de mim direto nas aulas pra perguntar se tava tudo bem e se eu tinha alguma dúvida pra resolver.
O curioso é que eu costumava fazer isso quando usava decote ou blusa apertada, e já tinha pegado ele algumas vezes olhando pro meu decote quando eu levantava o olhar e via como ele desviava na hora pra me dar um sorriso simpático.
O caso é que com meu quatro eu não passava e, embora pudesse ir para as recuperações e passar fácil, decidi ir falar primeiro com ele no final de uma aula.
Bom dia, seu Antônio, fiquei surpreso de tirar um 4 na sua matéria, já que eu tava tão bem nas práticas e fiz uma boa prova, será que dá pra ver a correção?
Claro que sim, meu anjo. A verdade é que foi uma pena, porque você tava indo muito bem, tentei te dar um cinco, mas você cometeu erros bem graves e a nota infelizmente não pode passar do quatro. Mas se quiser, amanhã depois da aula vem no meu escritório que a gente dá uma olhada nos erros pra você não repetir eles na recuperação.
Com meu melhor sorriso, falei pra ela que a gente se via no dia seguinte, e naquele momento eu nunca imaginei o que ia rolar naquele escritório quando a universidade inteira tivesse vazia de alunos.
O dia foi super tranquilo, a única surpresa foi que logo de manhã minha menstruação desceu e eu tava meio fraca. Me vesti com roupa largona, sem sutiã pra ficar confortável e fiz um rabo de cavalo pra prender o cabelo, parecia uma menina boazinha do colégio. Na real… eu era mesmo.
Pensei em me pintar toda pra agradar o professor, mas não achei que fosse precisar, seu Antônio era muito compreensivo e com certeza ia me passar naquela mesma tarde.
Na hora exata, bati na porta dela e vi quando ela abriu.
Me pareceu sentir cheiro de álcool e vi seu Antônio especialmente animado.
Passa aqui, céu Riveros, vamos dar uma olhada nessa prova que já deixei pronta em cima da mesa. Tá com cara feia, e te vejo muito magrinha, como é isso?
Não se preocupa, é que com as provas meu estômago fecha, e é verdade que perdi peso. (na real, naquela época eu tava só o osso, tanto de prova e trabalho final).
A gata, a gata… (ouvi meu professor resmungando).
Quando me aproximei da mesa, vi minha prova e, ao lado, uma régua de madeira. Não entendi pra que meu professor precisava de uma régua ali.
Naquele momento, o tom de dom Antônio mudou de repente, colocando uma expressão séria que eu nunca tinha visto antes.
Senta aí, dona Céu Riveros (o professor nunca tinha falado de você antes, mostrando o tempo todo uma linguagem próxima e amigável).
Tá bom, vou sentar.
Senhorita Cielo Riveros —gritou de repente— estamos numa revisão, isso é um ato acadêmico e a senhora tem que se dirigir a mim como "o senhor" e completar as frases com "professor Dom Antonio".
Eu não acreditava, mas como sou muito obediente, resolvi adotar o tom formal e seguir com a revisão.
Claro que sim, professor Dom Antônio.
Vamos ver, mocinha, notei que você cometeu dois erros graves nos exercícios 2 e 5.
Olhei a prova e só tinha dois erros, bem básicos e de cálculo, resultado de querer gozar em todos os exercícios e tirar uma nota boa.

Mas professor, são dois errinhos sem importância, o resto dos exercícios tá certo e com eles já tiro pelo menos um 6.
Dom Antônio bateu forte com a régua na mesa, e eu pulei de susto.
Senhorita Cielo Riveros, não me contradiga e me trate com respeito, senão esta revista vai acabar e eu vou ter que informar sua atitude pra reitoria.
Eu não acreditava, mas não queria mal-entendidos e ter que repetir aquela matéria que claramente já tinha passado.
Sim, desculpa, professor Dom Antônio, acho que o senhor devia dar uma olhada na prova de novo, não acho que mereço uma reprovação. Meus colegas erraram mais que eu e tão aprovados.
A pancada com a régua foi ainda mais forte, e eu comecei a me assustar.
Senhorita Cielo Riveros, pela última vez, não questione seu professor e termine as frases com respeito, dirigindo-se a mim como "professor dom Antônio".
Sim, professor dom Antônio. (Minha surpresa era total e comecei a soltar umas lágrimas de impotência).
Agora você chora pra mim, Céu Riveros? Acha que vai passar na matéria fazendo biquinho de criança? É cada uma que eu tenho que ver.
Desculpa, professor Dom Antônio (eu não sabia nem o que responder e também não queria sair dali reprovada).
Pois a senhora mesma, porque não só vai ter que se recuperar, como também terá que repetir as práticas. Sua atitude é inadmissível.
Não… pelo amor de Deus…. Isso é impossível… pro pro professor dom Antônio.
Você tá acabando com a minha paciência, Cielo Riveros, e eu não quero perder meu tempo com você (nesse momento, vi ela lamber os lábios e olhar pro meu corpo). Já que você tá se comportando como uma menininha, vai levar um castigo de menininha. E como teve boa atitude durante o curso, é possível que eu te aprove no final.
Sim, sim, claro, professor Dom Antônio (já imaginava que ia me mandar copiar algum trabalho fácil ou algo assim).
De frente pra parede e braços abertos, sua safada. Rápido.
Sim, professor dom Antônio. (Eu achava ridículo ficar de cara pra parede, como castigavam crianças pequenas, mas fiz sem reclamar e rapidamente me virei de frente pra parede com os braços esticados em cruz).
Não vai ser tão fácil assim. Vou colocar dois livros nas suas mãos e, se eles caírem, você vai estar reprovada. Enquanto isso, vou usar suas costas como se fossem um quadro-negro e escrever as respostas certas pra você aprender.
Resposta dois, a soma final tem que incluir o x… (com os dedos, ela começou a escrever as soluções nas minhas costas. Apertando forte, fazendo eu me curvar de dor e descendo por toda a espinha).
E assim chegamos à resposta certa, que não é a sua, aluna sabichona… (ela tinha descido tanto que já escrevia na minha bunda, e até escrevia que com a outra mão apertava minha bunda. Eu continuava parada porque aquilo devia acabar logo e eu queria ir embora, e com a aprovação).
Muito bem, agora a segunda solução (e notei que ele se aproximava e, sobre minha bundinha à mostra, apoiava outra coisa que só podia ser o pacote dele, e continuava escrevendo nas minhas costas).
Continue com os livros caindo, senhorita Cielo Riveros. (E ele não hesitou em agarrar meus peitos com as duas mãos enquanto esfregava o volume dele na minha bunda).
Do que rolar aqui, senhorita, ninguém vai ficar sabendo, e a senhora precisa dessa aprovação, e eu quero me divertir um pouco, porque as aulas são muito chatas (já amassava com gosto minhas tetinhas e bombava com o volume dele como se estivesse me comendo gostoso).
Que pezões duros, e nem usa sutiã, mas nem precisa, que duras e empinadas você tem essas tetas, que delícia. (nesse momento, ele apertou com força meus dois bicos e empurrou com força minha bunda com o volume dele, fazendo com que eu soltasse um grito e um dos livros caísse no chão).
Mas tu é tapada, Cielo Riveros? A gente já tava quase terminando e você me derruba um livro? Qual desculpa você vai dar? Que a culpa foi minha, por exemplo? Deita na mesa, braços abertos, e conta na minha ordem. (Eu não acreditava, mas pra ele não continuar passando a mão em mim e eu sentir o volume dele, me deslizei rápido e me apoiei de bruços na mesa, braços abertos.)
Zasssss (a regra ecoou na minha bunda). Conte um, senhorita Cielo Riveros, quando chegar a cinco, estará aprovada.
Um (tinha que aguentar cinco açoites e, mesmo que o primeiro tivesse sido bem bruto, dava pra tankar).
Zasssss. Diz um professor, seu Antônio, então o anterior não vale, que você não pode ser mais burra.
Um professor, Dom Antônio, eu disse soluçando de novo, percebendo que aquele professor encantador estava se comportando como um verdadeiro abusador.
Zasssss… dois, por que o senhor professor Antônio faz isso comigo, aiiii, aiiiiii.
Muito bem, vagabunda, pra você aprender quem manda aqui, vou baixar essa calça pra ver se as palmadas deixaram sua bunda vermelha como você merece.
Zasssss… ahhhgghhh três, professor Dom Antônio (nessa altura, ele ficar olhando pra minha bunda já tanto fazia, só faltavam dois tapas e ir pra casa passar creme pra dor).
Mas que buceta apertada e empinada, pena que agora tá meio vermelha. E parece que você tá menstruada, não se preocupa que isso vai sarar logo.
Zassss… quaaa…tro professor Dom Antônio (a voz já nem saía)
que mina é minha aluna, mas que rabo bem posto ela tem, e tudo pra eu meter bem forte com a régua.
Zasssssss… o golpe veio com toda força e eu fiquei largada, exausta, em cima da mesa…
Cinco, professor Dom Antônio.
Vi o professor tirar uma garrafa de uísque da mesa dele e servir três doses.

Escuta a voz de Dom Juan, o professor de ética.
Dom Juan: Pois é, queria a aprovação sim, mas vou ter que reportar isso ao reitor.
E ouvi a voz do reitor, um homem velho e gordo, sempre muito sério e respeitoso.
Reitor: já vi tudo, seu Juan, e tenho umas fotos no meu celular. Essa raposinha gostosa vai ter que ser processada e expulsa da universidade.
A culpa não é minha, ele me obrigou…
O reitor me deu um tapa na cara.
Reitor: me trate com respeito, sua vagabunda. Eu sou o senhor reitor.
Zasssss… e você me trata como professor dom Juan, disse ele testando a regra contra minha bunda.
Zasssss, seu dom antonio me bateu nas tetas enquanto ria de mim me chamando de puta.
O reitor me agarrou um mamilo e puxou com raiva. Ou se comporta direito, ou arranco ele fora, puta.
Eu, na hora, comecei a chorar porque vi claramente que estavam armando um circo e que minhas súplicas não iam adiantar nada. Então preferi entrar na deles pra que tudo acabasse logo e parassem de me bater e me tratar mal.
Sim, senhor reitor. Sim, professor dom João. O que vocês decidirem.
Dom Antônio: muito bem, putinha, essa é a atitude (e ele levantou meu queixo com a ponta da régua). Aqui, meus colegas e eu vamos te comer gostoso do jeito que a gente gosta de comer umas novinhas magrinhas igual você. Faz tempo que a gente não se diverte com uma gostosa assim. Você vai ser boazinha? (e ele cuspiu na minha cara)
Sim… professor Dom Antônio… falei eu, humilhada ao máximo e sentindo a saliva dele escorrendo pelo meu rosto.
Reitor: senta aqui, gatinha, fica à vontade e deixa eu tirar essa blusa chata. (sorriram de novo, simpáticos, e os três me colocaram de quatro num sofá, enquanto tiravam minha blusa, deixando só a saia, e cada um aproveitava mais que o outro pra passar a mão nos meus peitos, na minha bunda, na minha cabeça, nas minhas pernas…)
Dom Juan: coitadinha, tá ovulando, mas não se preocupa que a gente vai te tratar bem, não fica com uma má impressão dos seus professores. (e se aproximando de mim, abaixou a braguilha e também cuspiu na minha boca).
Dom Antônio: pare de tremer e comece a chupar o pau do seu querido professor Dom Juan agora mesmo. E se sentir que tá faltando saliva, é só falar que a gente dá um jeito (e, chegando perto da minha orelha, cuspiu de novo na minha cara).
Eu comecei a chorar e implorar pra eles me deixarem, que não queria que fizessem nada comigo.
Reitor: abre essa boca, sua puta safada, você tá morrendo de vontade, para de choramingar. (E o reitor me puxava pelo rabo de cavalo e me fazia enfiar o pau gigante de Dom Juan até o fundo).
Dom Juan: assim mesmo, vadia, chupa até a bola, não tava dizendo que seu estômago fechava com as provas? Então por enquanto eu te ajudo abrindo bem essa boca. E não quero ouvir um pio, mexe a língua, senão vamos ter que usar a régua e acho que sua bunda já tá dolorida o suficiente, né?
Pffiiiii pfiiii (eu já só conseguia concordar e me submeter a chupar os três, porque tava claro que naquela tarde eu ia engolir três paus.)
Dom Antônio: tava morrendo de vontade de te ver chupando um pau gostoso, esse que você tem na boca é só o aperitivo. O meu vai ser o prato principal. Que menina boazinha na aula e que puta pra subir nota.
Dom José: olha só como essa puta é promíscua, engolindo pica sem soltar um gemido. Enfia mais fundo, que parece novata chupando.
Reitor: mocinha, chupa bem gostoso que seus professores vão te dar uma bolsa, isso só as boas alunas fazem, e com as boas alunas a gente se comporta muito bem. (e dizendo isso, ele apertava minha cabeça contra o pau do professor até eu sentir os ovos dele no meu rosto, e para meu horror, começou a enfiar um dedo no meu cu).
Eu não podia acreditar no que tava acontecendo, que aqueles professores tão certinhos estivessem abusando de uma aluna daquele jeito tão perverso, mas o pior de tudo era como eles riam de mim e como davam vazão às perversões deles sem se importar com o que eu pudesse pensar. Tava perdendo minha inocência à força e eles curtiam comigo sem ligar pra nada, se eu tremia, se eu chorava, ou o que tavam me obrigando a fazer.

Reitor: que filho da puta, Juan, como você gosta de enfiar a pica na boca dessas meninas magrinhas até a garganta, que safado você é, deixa ela respirar, vai.
Dom Juan: e quem tá falando isso é você enquanto enfia o dedo na bunda dela? Parece que quer meter o braço inteiro, que porco que você é, coitadinha. (ele chamava o reitor de porco, e me chamava de coitadinha enquanto enfiava ainda mais fundo e dava risada às gargalhadas).
Dom Antônio: já chega, amigo, que tô vendo que você vai gozar e não vai querer engasgar a putinha Cielo Riveros com seu leite, vai? Ou vai? (E afastou Dom Juan e eu vi que, tal como ele me ameaçava, o pau dele tinha uma cabeça enorme, sem hesitar em babá-lo e enfiar de novo na minha boca até o fundo da garganta, como não poderia deixar de ser).
Reitor: você vai sufocar ela, tô vendo ela ficar vermelha de vez em quando, deixa eu ajudar enfiando um segundo dedo bem no cu dela, se couber, porque outra coisa nessa menina tão magra duvido que entre sem ela começar a gritar que nem uma porca. Te colocavam supositório quando era pequena, putinha? (e o segundo dedo dele se juntou ao primeiro, atravessando meu cu e se mexendo lá dentro como se estivesse procurando pegar alguma coisa).
Dom Juan: vou mamar também, que tem peitinhos de cordeirinha (e se abaixou pegando um dos meus peitinhos com a mãozona dele e chupando como se fosse uma mamadeira, babando tudo e passando a língua no mamilo enquanto mordia com gosto).
Dom Antônio: cadê a corderita? Cês viram como ela treme toda vez que eu enfio até o fundo? Ela não imaginava que o professor dela tinha essa pica monstra guardada pra ela. Fala alguma coisa, senhorita Cielo Riveros. Tudo bem? (E puxou a rola dura igual pedra, cheia de veias, e esticou a mão pra me bater. Tudo bem, senhorita Cielo Riveros? Quantas vezes eu sonhei em te ter assim, e com a mãozona dele me dando um tapa. Continua assim, senhorita, chupa bem fundo que vai ganhar uma nota bem boa.)
Eu tava chorando e, como não queria levar outro tapa violento que aquela mão ameaçava, respondi na hora… tudo… tudo bem, professor dom Antônio.
Kkkkkkkkkkkkkkkk, a risada dos três homens ecoou no escritório.
Reitor: olha só, elas são umas putinhas e são gostosas nessa idade, e não pesam nem 50 quilos.
Dom Juan: e que peitos mais duros e gostosos, dá vontade de bater a régua neles.
Dom Antônio: não vamos exagerar, com a bunda bem marcada já tá bom demais, vamos aproveitar o corpo dela que essa menininha vai dar pano pra manga essa tarde.
E os três seguiram com a tarefa, dom Antonio enfiando a boca com sua pica terrível, o reitor puxando minha cabeça pelo rabo de cavalo, me afogando contra os ovos, enquanto enfiava dois dedos no meu buraquinho do cu que ardia, e dom Juan chupando e babando nos dois peitos enquanto torcia meus bicos.

Dom Antônio: uffff uffff uffff, que boquinha você tem, foxy. Vou encher ela de porra, uffff uffff uffff chupa, senhorita cielo riveros que tá chegando, ugggg uffff uffff se cair uma gota, te arrebento na reguada.
Dom Juan: termina logo que eu fiquei doidão (e falando isso, ele batia na minha cara com o pau dele). Vai, empurra forte e goza, que resistência danada com essa mamada que você deu.
Dom Antônio: siiiiiiiim, e soltou jatos de porra sem parar, um pouco chegou no meu nariz e saiu por um dos buracos, eu me engasguei e comecei a tossir e cuspir.
Dom Juan: é a minha vez!!! E mesmo me vendo tossindo e cuspindo a porrada de porra que tinham soltado dentro da minha boca, agarrei minhas orelhas e ele meteu de uma vez, fudendo minha boca sem parar e me desejando tudo de bom. Chupa tudo, Promíscua, vou arrebentar sua boca, chupa forte pra eu gozar como nunca, pequenininha. Esse corpo de menina magrinha e essa boca de puta do caralho, que vontade de enfiar até a garganta. Vai, solta essa baba!!! E aguenta que vem rápido… agggggghhhh. E com um grito e me apertando contra a barriga dele, começou a soltar porra da pica, indo direto pro meu estômago de tão encaixado que o pau dele tava na minha garganta.
Aaaaaaahhhh, eu já não tinha mais ar, e tinha recebido mais porra em poucos minutos do que na vida toda. Comecei a cuspir, tossir e ficar tonta, caindo no sofá e, claro, em cima de toda aquela porra acumulada ali.
Dom Antônio: olha só, a senhorita quer lamber o gozo que escapou. Isso é porque não quer seu castigo por ter derramado tudo. Vai lamber, putinha? E dizendo isso, ele pegava meu rabo de cavalo e esfregava minha cara contra a cabeceira do sofá.
Reitor: a pirralha tá menstruada, porque eu queria comer ela. Não tô nem aí… posso?
O sorriso dos amigos dela me deu calafrios, e andando até a mesa com os paus murchos, eles disseram…

Faz o que quiser, você é o reitor.
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