aqui vai a quinta parte dessa história
Espero que vocês curtam muito.
valeu por ler
e pelos pontos que me premiam
Naquela semana, fui preparando meu corno, toda noite enquanto masturbava ele na cama, contava o que os amigos dele iam fazer comigo, e o corno gozava a jato. Quando chegou sábado, esperei eles com uma saia bem curtinha e uma blusinha bem decotada. Fazia tempo que não tinha uma festinha e, pra ser sincera, tava morrendo de vontade, e o corno sabia disso. Ele me apresentou aos amigos dele. O Oscarcito não tinha mentido: o Carlos era de longe o mais safado. Quando me cumprimentou, me deu um abraço e aproveitou pra passar a mão na minha bunda. No quintal, a churrasqueira já tava pronta. O Oscarcito foi com todos eles fazer o churrasco. Cada um trouxe um presente pra casa; o mais estranho foi o que o Jorge trouxe: um pastor alemão pra cuidar do apartamento. Eu caprichei em atendê-los, servindo cerveja, e quando o churrasco ficou pronto, todos entraram e sentaram à mesa. Claro que, enquanto isso, eu tentava mostrar minha bunda, me abaixando o máximo que podia.
Juan, a verdade é que, mesmo precisando fazer uns ajustes, ele parece bem confortável.
Jorge, a cozinha é pequena, mas quebra um galho.
Eu gosto muito do comedor, é bem espaçoso.
Oscar, ela adora que seja grande assim pode receber visitas.
Miguel e as que ele deve receber quando você não está.
Carlos com essa bunda, como não dar atenção direito pra elas.
Oscar, tu viu o que é aquilo? Se visse ela de legging, ia valorizar mais a rabeta dela.
Miguel, é por isso que não as colocou hoje?
Carlos, se a sua ideia era não chamar atenção com essa saia curta, já todo mundo viu a raba divina que você tem.
Jorge me deixa com tesão desde que entrei.
Juan, eu pagaria pra ver a raba da sua namorada.
E se, em vez de pagar, você nos ajudar com a reforma?
Carlos, cê não tem problema da sua mina mostrar a bunda pra gente?
Oscar, pelo contrário, eu sei que ela adoraria mostrar a raba pra vocês.
Carlos, vamos fazer um negócio: você mostra essa bunda pra gente e na semana a gente começa a reforma.
João, as despesas são por nossa conta.
Querem mesmo ver minha bucetinha pequena? Tá bom, mas nada de encostar, né, amor?
Oscar quase não conseguia falar de tanto tesão que tava, e com uma voz fininha disse que sim. Eu me levantei e me posicionei no meio do salão grande, fiquei de frente.
Bom, se preparem que lá vou eu.
Carlos, espera um momento, não começa ainda, deixa a gente se preparar.
Os quatro tiraram as calças, ficando com os paus de fora, não consegui evitar devorá-los com os olhos e soltar um pequeno gemido.
Juan, acho que sua namorada gosta de ver nossas rolas.
Jorge olha como a putinha ficou.
Eu me virei, tirei a regatinha e depois a saia, ficando só de fio dental.
Assim tá bom? Tá bonito meu rabinho, rapaziada?
Carlos parou, o pau dele estava explodindo igual ao dos outros, passou do lado do Oscarcito e disse:
Carlos, essa putinha tem que tirar a fio dental dela e eu vou tirar. Me desculpa, amigo, mas ela tá morrendo de vontade de alguém tirar, e esse alguém vai ser eu.
Imediatamente ele ficou ao meu lado, pegou a tanga pelas laterais e a puxou pra baixo enquanto me dizia
Assim vai ficar melhor essa bucetinha minúscula, uffa, parece que tá pedindo uma linguadinha
Ahhh ahhh ahhh desculpa amor, desculpa, mas é, minha bunda pequenininha tava precisando de uma linguinha
Ao mesmo tempo, os outros três se jogaram em cima de mim enquanto o corneteiro não parava de bater punheta vendo como me colocavam de joelhos e me faziam engolir as picas deles, que eu chupava com muito tesão. Tudo tinha ido pro caralho. Logo em seguida, me enfiaram por todos os lados enquanto me chamavam de puta que eu era, e eu, além de gemer, dizia que eles tinham razão e pedia pra não pararem de me foder. De vez em quando, pedia desculpas pro Oscarcito, que já tinha gozado tantas vezes que já tinha se esgotado. Foi assim que nenhum dos quatro ficou com vontade de arrebentar minha bunda, e quando se cansaram, me largaram no chão e foram tomar mais uma cerveja que o Oscarcito serviu pra eles.
Carlos, amigo, tua mina é uma maravilha mesmo, viu como ela aguentou as quatro rolas? Vamos deixar ela bem cheia, você continua na sua.
Jorge, por que você não vai ajudar ela? Dá uma cerveja pra ela se recuperar.
Miguel, dá uma limpada aí pra gente continuar se divertindo.
Se o love vier, me traz uma cerveja, céu.
O Oscarcito veio pra cima de mim e quando me deu a cervejinha, eu beijei ele. A gente tomou e logo fomos cercados pelos quatro amigos dele, que começaram com o apalpação. Assim me levaram pra cama e me encheram de pica de novo, com o Oscarcito do lado se tocando. Então encheram minha buceta e me deixaram na cama. Abri minhas pernas e falei pro corno.
Amor, por favor, limpa com a língua, minha buceta tá ardendo muito.
Oscarcito não duvidei, ele se jogou em cima de mim, usou a palavra: buceta e começou a fazer sua mágica com a língua, sem se importar que os amigos dele estivessem vendo.
Miguel, acho que meu amiguinho, além de ser corno, é viado pra caralho.
Jorge, olha como ela come a nossa porra.
Carlos não disse nada, só passou a pica no cu do Oscarcito, que logo parou. Carlos abriu as nádegas dele e meteu no cu, na hora começou a comer ele gostoso.
Carlos, esse puto quer pica, vocês não sabem o quão arrombado ele tá.
Juan, vou deixar essa buceta igual a um ralador.
Oscarcito não conseguia gemer nem reclamar de como o amigo dele tava comendo ele, porque eu mantinha a cara dele enterrada na minha buceta. Carlos meteu forte, mas não encheu ele de porra. Depois de um tempão, ele tirou a pica e Juan tomou o lugar dele, já que o cu do corno tava dado e queria mais. Assim foram passando um por um todos os amigos dele, que além de arrebentar o cu do corno, faziam ele limpar a pica igual eu, pra depois largar ele no chão todo dolorido.
Carlos, agora vaza, viado. Se comporta, traz algo pra gente beber e a gente continua te dando.
Miguel, agora entendo sua namorada, coitadinha, ela tá com muita fome de pica e eu ainda quero continuar dando pra ela.
Parecia que não estavam cansados de transar, de novo tomaram conta da minha buceta enquanto o Oscarcito ia de gatinhos do quarto pra cozinha, o coitadinho tava todo quebrado pra andar. Quando ele voltou com as últimas cervezas pro quarto, eu já tava enfiada por três paus. O Juan recebeu ele com o dele e, depois de obrigar ele a chupar, mandou ele sair do quarto. Quando finalmente se cansaram e os paus não aguentavam mais, começaram a beber, me deixando na cama toda melada de leite. Aí chamaram o corno pra lamber toda a porra do meu corpo e um por um foram tomar banho. O sol já tinha saído fazia tempo, e quando o Oscarcito terminou o serviço dele, pedi pra fazer o mesmo. Entramos no banheiro pra tomar uma ducha e os quatro entraram atrás da gente. O Carlos mandou a gente sentar na banheira, eu já sabia na hora o que ele queria fazer. Os quatro ao mesmo tempo começaram a mijar na gente com desprezo, apontando todos os jatos quentes pro Oscarcito, e depois foram embora prometendo voltar.
Espero que vocês curtam muito.
valeu por ler
e pelos pontos que me premiam
Naquela semana, fui preparando meu corno, toda noite enquanto masturbava ele na cama, contava o que os amigos dele iam fazer comigo, e o corno gozava a jato. Quando chegou sábado, esperei eles com uma saia bem curtinha e uma blusinha bem decotada. Fazia tempo que não tinha uma festinha e, pra ser sincera, tava morrendo de vontade, e o corno sabia disso. Ele me apresentou aos amigos dele. O Oscarcito não tinha mentido: o Carlos era de longe o mais safado. Quando me cumprimentou, me deu um abraço e aproveitou pra passar a mão na minha bunda. No quintal, a churrasqueira já tava pronta. O Oscarcito foi com todos eles fazer o churrasco. Cada um trouxe um presente pra casa; o mais estranho foi o que o Jorge trouxe: um pastor alemão pra cuidar do apartamento. Eu caprichei em atendê-los, servindo cerveja, e quando o churrasco ficou pronto, todos entraram e sentaram à mesa. Claro que, enquanto isso, eu tentava mostrar minha bunda, me abaixando o máximo que podia.
Juan, a verdade é que, mesmo precisando fazer uns ajustes, ele parece bem confortável.
Jorge, a cozinha é pequena, mas quebra um galho.
Eu gosto muito do comedor, é bem espaçoso.
Oscar, ela adora que seja grande assim pode receber visitas.
Miguel e as que ele deve receber quando você não está.
Carlos com essa bunda, como não dar atenção direito pra elas.
Oscar, tu viu o que é aquilo? Se visse ela de legging, ia valorizar mais a rabeta dela.
Miguel, é por isso que não as colocou hoje?
Carlos, se a sua ideia era não chamar atenção com essa saia curta, já todo mundo viu a raba divina que você tem.
Jorge me deixa com tesão desde que entrei.
Juan, eu pagaria pra ver a raba da sua namorada.
E se, em vez de pagar, você nos ajudar com a reforma?
Carlos, cê não tem problema da sua mina mostrar a bunda pra gente?
Oscar, pelo contrário, eu sei que ela adoraria mostrar a raba pra vocês.
Carlos, vamos fazer um negócio: você mostra essa bunda pra gente e na semana a gente começa a reforma.
João, as despesas são por nossa conta.
Querem mesmo ver minha bucetinha pequena? Tá bom, mas nada de encostar, né, amor?
Oscar quase não conseguia falar de tanto tesão que tava, e com uma voz fininha disse que sim. Eu me levantei e me posicionei no meio do salão grande, fiquei de frente.
Bom, se preparem que lá vou eu.
Carlos, espera um momento, não começa ainda, deixa a gente se preparar.
Os quatro tiraram as calças, ficando com os paus de fora, não consegui evitar devorá-los com os olhos e soltar um pequeno gemido.
Juan, acho que sua namorada gosta de ver nossas rolas.
Jorge olha como a putinha ficou.
Eu me virei, tirei a regatinha e depois a saia, ficando só de fio dental.
Assim tá bom? Tá bonito meu rabinho, rapaziada?
Carlos parou, o pau dele estava explodindo igual ao dos outros, passou do lado do Oscarcito e disse:
Carlos, essa putinha tem que tirar a fio dental dela e eu vou tirar. Me desculpa, amigo, mas ela tá morrendo de vontade de alguém tirar, e esse alguém vai ser eu.
Imediatamente ele ficou ao meu lado, pegou a tanga pelas laterais e a puxou pra baixo enquanto me dizia
Assim vai ficar melhor essa bucetinha minúscula, uffa, parece que tá pedindo uma linguadinha
Ahhh ahhh ahhh desculpa amor, desculpa, mas é, minha bunda pequenininha tava precisando de uma linguinha
Ao mesmo tempo, os outros três se jogaram em cima de mim enquanto o corneteiro não parava de bater punheta vendo como me colocavam de joelhos e me faziam engolir as picas deles, que eu chupava com muito tesão. Tudo tinha ido pro caralho. Logo em seguida, me enfiaram por todos os lados enquanto me chamavam de puta que eu era, e eu, além de gemer, dizia que eles tinham razão e pedia pra não pararem de me foder. De vez em quando, pedia desculpas pro Oscarcito, que já tinha gozado tantas vezes que já tinha se esgotado. Foi assim que nenhum dos quatro ficou com vontade de arrebentar minha bunda, e quando se cansaram, me largaram no chão e foram tomar mais uma cerveja que o Oscarcito serviu pra eles.
Carlos, amigo, tua mina é uma maravilha mesmo, viu como ela aguentou as quatro rolas? Vamos deixar ela bem cheia, você continua na sua.
Jorge, por que você não vai ajudar ela? Dá uma cerveja pra ela se recuperar.
Miguel, dá uma limpada aí pra gente continuar se divertindo.
Se o love vier, me traz uma cerveja, céu.
O Oscarcito veio pra cima de mim e quando me deu a cervejinha, eu beijei ele. A gente tomou e logo fomos cercados pelos quatro amigos dele, que começaram com o apalpação. Assim me levaram pra cama e me encheram de pica de novo, com o Oscarcito do lado se tocando. Então encheram minha buceta e me deixaram na cama. Abri minhas pernas e falei pro corno.
Amor, por favor, limpa com a língua, minha buceta tá ardendo muito.
Oscarcito não duvidei, ele se jogou em cima de mim, usou a palavra: buceta e começou a fazer sua mágica com a língua, sem se importar que os amigos dele estivessem vendo.
Miguel, acho que meu amiguinho, além de ser corno, é viado pra caralho.
Jorge, olha como ela come a nossa porra.
Carlos não disse nada, só passou a pica no cu do Oscarcito, que logo parou. Carlos abriu as nádegas dele e meteu no cu, na hora começou a comer ele gostoso.
Carlos, esse puto quer pica, vocês não sabem o quão arrombado ele tá.
Juan, vou deixar essa buceta igual a um ralador.
Oscarcito não conseguia gemer nem reclamar de como o amigo dele tava comendo ele, porque eu mantinha a cara dele enterrada na minha buceta. Carlos meteu forte, mas não encheu ele de porra. Depois de um tempão, ele tirou a pica e Juan tomou o lugar dele, já que o cu do corno tava dado e queria mais. Assim foram passando um por um todos os amigos dele, que além de arrebentar o cu do corno, faziam ele limpar a pica igual eu, pra depois largar ele no chão todo dolorido.
Carlos, agora vaza, viado. Se comporta, traz algo pra gente beber e a gente continua te dando.
Miguel, agora entendo sua namorada, coitadinha, ela tá com muita fome de pica e eu ainda quero continuar dando pra ela.
Parecia que não estavam cansados de transar, de novo tomaram conta da minha buceta enquanto o Oscarcito ia de gatinhos do quarto pra cozinha, o coitadinho tava todo quebrado pra andar. Quando ele voltou com as últimas cervezas pro quarto, eu já tava enfiada por três paus. O Juan recebeu ele com o dele e, depois de obrigar ele a chupar, mandou ele sair do quarto. Quando finalmente se cansaram e os paus não aguentavam mais, começaram a beber, me deixando na cama toda melada de leite. Aí chamaram o corno pra lamber toda a porra do meu corpo e um por um foram tomar banho. O sol já tinha saído fazia tempo, e quando o Oscarcito terminou o serviço dele, pedi pra fazer o mesmo. Entramos no banheiro pra tomar uma ducha e os quatro entraram atrás da gente. O Carlos mandou a gente sentar na banheira, eu já sabia na hora o que ele queria fazer. Os quatro ao mesmo tempo começaram a mijar na gente com desprezo, apontando todos os jatos quentes pro Oscarcito, e depois foram embora prometendo voltar.
3 comentários - Don Alberto: Quinta Parte