Aqui estou eu, com a calcinha na altura do joelho, tá; do jeitinho que você me deixou, e ainda sinto o calor do que rolou há minutos atrás. Minha raba tá aberta, minha buceta linda… e não consigo evitar um sorriso por dentro, brincando com a ideia de quem tá me olhando imaginar tudo.
Você bateu na porta e eu te vi pelo olho mágico, cê tava ali, magrelo, pivete com esses cachos caindo na testa, lindo!
Abro a porta e você entrou como quem vem me assaltar.. por um segundo pensei que vinha roubar o dinheiro do dia, até você passar a mão na minha bunda e me chamar de puta, vim por isso!!
Me aliviei, falei, pelo menos vem trepar, e enquanto pensava você me virou e levantou a saia, e puxou minha calcinha até as meias, como quem examina o que vai comer. Me encostou na geladeira e enfiou a língua no meu cu, nãooo pensei, que gostoso mas que tenso também, não sei se me deixei, mas sentir que não podia fazer nada, cê era mais forte que eu, e não tô falando do teu peito, mas do tesão…
Deixei você me explorar, tua língua parecia uma escavadeira, que maravilha, entrando e saindo do meu cu, tua boca teu nariz e tuas mãos me dando a atenção que eu precisava naquela manhã. De vez em quando tua língua se molhava com os sucos da minha buceta quando sem querer escorregava pra dentro dela. Eu tava totalmente à mercê.
Você me fez andar assim até a cama, me entregou um maço de notas que nem contei… tirou a pica e mostrou pra mim, dura, cheia de veia, cabeçuda.. que delícia pensei e sem querer me molhei… te perguntei pela camisinha e você falou que com papai não, que não usava, que tem claustrofobia.. achei engraçado mas perigoso também, e enquanto eu falava você me virou e enfiou no meu cu, filho da puta deixa eu passar óleo, não esperou, cravou fundo. Nesse ponto era mais fácil meter mais fundo do que tirar, meu cu sabia que ia ser penetrado e se abriu com aquela manha que só nós putas experientes conhecemos.. me Salivei os dedos e tocava no teu pau toda vez que saía, cheirava os dedos por via das dúvidas... a gente nunca sabe...
Mas tava limpo, o pau parecia o virabrequim de um carro novo... mesmo que meu cu parecesse o buraco negro do desejo...
Cara, sem camisinha não te dá medo?
Não, puta, deixa eu arrebentar teu cu mais arrebentado ainda...
Te pedi pra parar e me dar pela buceta dessa vez... só mais um pouco... você tirou o pau molhado do meu cu e, do jeito que tava, enfiou na minha boca... nunca tinha chupado meus próprios sucos... era gosto de pau e cu ao mesmo tempo.
Sinceramente, pensei que seria pior, mas meu cu tava limpo.
Quando já tava começando a saborear teu pau, você me virou, levantou minha perna, me pegou pela meia de rede e enfiou na minha buceta me olhando...
Como pode ser tão filho da puta, pensei... esse moleque fode como se não houvesse amanhã...
E ali tava você me dando pau feito um campeão... eu, nunca tão submissa.
Desde aquele momento, decidi que também queria te comer.
Fica com teu dinheiro, não quero, te falei, mas você não aceitou, quero que seja puta, não minha namorada...
Me jogou num mundo vazio e sem sentido, meio nua, molhada, com cheiro de pau e, sim, o cu aberto e dilatado...
Parece que a merda não quis sair de tanto medo...
Meu cu tava tão aberto que parecia um cinzeiro, uma taça, dava pra comer dentro de mim...
Gozou dentro enquanto eu me molhava tendo um orgasmo...
A puta tem orgasmo? você perguntou tirando sarro de mim... balancei a cabeça que sim.
E você começou a meter mais forte... te pedi pra me dar pela buceta e você disse que por ali não gostava... implorei.
Tava tão dura, não baixava com nada... depois de uns minutos bombando minha buceta, você começou a castigar meu cu de novo, um tempo na buceta, um tempo no cu, um tempo na buceta... sua indecisão me preenchia por todos os lados... enfiava o pau e um dedo, a Pau e dois dedos... viu meu vibrador e enfiou em mim, usou a porra da minha buceta pra eu não reclamar enquanto me comia pelo cu, que já não ia mais fechar depois do dia inteiro.
Me inclino um pouco, mexo a cintura com cuidado, deixo a luz acariciar minha pele, e curto como cada curva e cada gesto meu fala por mim. Tudo é um jogo: ousado, safado, cheio de tensão e segredo. Me sinto viva, divertida, e dona desse momento só meu, batendo uma pensando no que você fez comigo.
Não me disse seu nome, não soube como te chamar pra te nomear nos meus sonhos.
Se você tá lendo isso, te peço: volta... me deixou com vontade de mais!






Você bateu na porta e eu te vi pelo olho mágico, cê tava ali, magrelo, pivete com esses cachos caindo na testa, lindo!
Abro a porta e você entrou como quem vem me assaltar.. por um segundo pensei que vinha roubar o dinheiro do dia, até você passar a mão na minha bunda e me chamar de puta, vim por isso!!
Me aliviei, falei, pelo menos vem trepar, e enquanto pensava você me virou e levantou a saia, e puxou minha calcinha até as meias, como quem examina o que vai comer. Me encostou na geladeira e enfiou a língua no meu cu, nãooo pensei, que gostoso mas que tenso também, não sei se me deixei, mas sentir que não podia fazer nada, cê era mais forte que eu, e não tô falando do teu peito, mas do tesão…
Deixei você me explorar, tua língua parecia uma escavadeira, que maravilha, entrando e saindo do meu cu, tua boca teu nariz e tuas mãos me dando a atenção que eu precisava naquela manhã. De vez em quando tua língua se molhava com os sucos da minha buceta quando sem querer escorregava pra dentro dela. Eu tava totalmente à mercê.
Você me fez andar assim até a cama, me entregou um maço de notas que nem contei… tirou a pica e mostrou pra mim, dura, cheia de veia, cabeçuda.. que delícia pensei e sem querer me molhei… te perguntei pela camisinha e você falou que com papai não, que não usava, que tem claustrofobia.. achei engraçado mas perigoso também, e enquanto eu falava você me virou e enfiou no meu cu, filho da puta deixa eu passar óleo, não esperou, cravou fundo. Nesse ponto era mais fácil meter mais fundo do que tirar, meu cu sabia que ia ser penetrado e se abriu com aquela manha que só nós putas experientes conhecemos.. me Salivei os dedos e tocava no teu pau toda vez que saía, cheirava os dedos por via das dúvidas... a gente nunca sabe...
Mas tava limpo, o pau parecia o virabrequim de um carro novo... mesmo que meu cu parecesse o buraco negro do desejo...
Cara, sem camisinha não te dá medo?
Não, puta, deixa eu arrebentar teu cu mais arrebentado ainda...
Te pedi pra parar e me dar pela buceta dessa vez... só mais um pouco... você tirou o pau molhado do meu cu e, do jeito que tava, enfiou na minha boca... nunca tinha chupado meus próprios sucos... era gosto de pau e cu ao mesmo tempo.
Sinceramente, pensei que seria pior, mas meu cu tava limpo.
Quando já tava começando a saborear teu pau, você me virou, levantou minha perna, me pegou pela meia de rede e enfiou na minha buceta me olhando...
Como pode ser tão filho da puta, pensei... esse moleque fode como se não houvesse amanhã...
E ali tava você me dando pau feito um campeão... eu, nunca tão submissa.
Desde aquele momento, decidi que também queria te comer.
Fica com teu dinheiro, não quero, te falei, mas você não aceitou, quero que seja puta, não minha namorada...
Me jogou num mundo vazio e sem sentido, meio nua, molhada, com cheiro de pau e, sim, o cu aberto e dilatado...
Parece que a merda não quis sair de tanto medo...
Meu cu tava tão aberto que parecia um cinzeiro, uma taça, dava pra comer dentro de mim...
Gozou dentro enquanto eu me molhava tendo um orgasmo...
A puta tem orgasmo? você perguntou tirando sarro de mim... balancei a cabeça que sim.
E você começou a meter mais forte... te pedi pra me dar pela buceta e você disse que por ali não gostava... implorei.
Tava tão dura, não baixava com nada... depois de uns minutos bombando minha buceta, você começou a castigar meu cu de novo, um tempo na buceta, um tempo no cu, um tempo na buceta... sua indecisão me preenchia por todos os lados... enfiava o pau e um dedo, a Pau e dois dedos... viu meu vibrador e enfiou em mim, usou a porra da minha buceta pra eu não reclamar enquanto me comia pelo cu, que já não ia mais fechar depois do dia inteiro.
Me inclino um pouco, mexo a cintura com cuidado, deixo a luz acariciar minha pele, e curto como cada curva e cada gesto meu fala por mim. Tudo é um jogo: ousado, safado, cheio de tensão e segredo. Me sinto viva, divertida, e dona desse momento só meu, batendo uma pensando no que você fez comigo.
Não me disse seu nome, não soube como te chamar pra te nomear nos meus sonhos.
Se você tá lendo isso, te peço: volta... me deixou com vontade de mais!







1 comentários - Me deixou de calcinha na mão