Perdido Pela Mamãe 6: A História do Começo da Sara – Edição 2026
Depois da situação séria que tivemos quando descobri a relação incestuosa da minha mãe com meu avô e como ela me deixou de lado pra dar pra ele, o que gerou uma grande confusão entre nós três, eu, por vingança, comi a esposa dele. Queria que ele soubesse, mas minha mãe fez questão de me impedir de cometer aquela loucura maligna. Ela se entregou pra mim naquela noite pra que eu não comesse de novo a mulher do meu avô e não deixasse tudo exposto, pra que ele não percebesse que, enquanto estava com minha mãe, eu tava comendo a esposa dele. Além disso, teve outros conflitos entre eu e minha mãe, que chegou ao limite de tentar me dedurar pro meu pai e até me largar e me trocar pela Gema, sabendo que ela me odiava. No fim, ela cedeu e me deu o lugar do meu avô, me dando a noite que tanto cobrei. Mas depois que meu avô foi embora, ela voltou com as manias e eu peguei ela de novo no telefone com o velho, brincando com a buceta dela. Isso me deu uma raiva violenta, que me fez dar um tapa nela — me arrependi na hora — mas deixei ela de castigo, ameaçando acabar com tudo. Depois de uns dias, ela mesma me mostrou que eu importo muito pra ela e que nossa relação era muito mais do que só sexo, como eu pensava e jogava na cara dela. Ela chegou antes do trabalho, se despiu na minha frente, com o celular na mão, discou o número do meu avô e terminou com ele pra sempre. Jogou o celular no meu colo pra eu ouvir a voz dele e não achar que era só um truque dela simulando a ligação. Depois disso, a gente transou do jeito mais selvagem, e ela ficou no meu poder. Me prometeu que nenhum homem ficaria com ela, nem mesmo meu pai, só eu ia comer ela, e que eu deveria fazer isso muito — isso ela deixou bem claro. Depois de outra viagem de negócios do meu pai, ela estava na cama depois de começar a preparar o jantar, e eu fiquei encoxando ela por trás. Ela me perguntou se ia deixar ela preparar a janta. Eu respondi que continuasse, que eu não ia parar de cutucar a bunda dela com minha rola. Ela se virou e me disse:—"Perfeito, gatinho, se quiser, vamos pro meu quarto. Esse lugar não é pra esses assuntos. O que cê achou, que eu ia negar tua pica?"
—"Não, pequenininho, eu quero foder e foder com você. Eu exigi e não vou recuar. Quer foder? Vamos foder, e muito. Você vai sair do meu quarto com a língua no chão, isso eu te garanto, seu filho da puta de pica grande."
Ela me disse, me pegando pela roupa, me levou até o quarto dela e fodemos sem parar por três horas. Ela ficou destruída.
—"Que tal a gente pedir alguma coisa e comer na cama? Assim a gente pode continuar depois da pausa do jantar."
Ela me disse, estava muito mais receptiva do que antes, mais disposta ao sexo. Pedimos pizza e comemos na cama. Não conseguíamos colocar um pedaço na boca sem dar um beijo nos lábios. Se não era ela que me beijava, era eu que beijava ela. Terminamos nosso jantar delivery e, depois de jogar tudo no lixo, voltamos pro quarto dela. Já deitado, como se eu fosse o marido dela, ela meio nua vem até mim e, brincando com minha pica com uma mão, me olhando sorrindo, me diz:
—"Quer que eu te conte tudo como começou?"
Ela disse, se referindo ao rolo dela com o avô.
—"Sim."
Respondi.
—"Bom, fica confortável. Isso de quebra vai servir pra manter o fogo aceso depois da história."
Ela me disse, deixando claro que assim que terminasse de me contar a história, a gente foderia como coelhos de novo.
—"Antes de começar, deixa eu te dizer uma coisa e te por a par de coisas que você não sabia que aconteciam. E agora que as peças do quebra-cabeça estão se encaixando, eu percebo que tudo isso me levou a você e a te amar como te amo. Eu sinto você mais como meu marido amado do que seu pai. Você é todo meu universo. Bom, deixa eu te contar que, quando me casei, também fodiamos o avô. Sempre em reuniões de família, ele dava um jeito de fazer Gema e seu pai dormirem e me foder em qualquer lugar da casa. Até quando eu tava de namoro com seu pai, no dia que apresentei ele pra sociedade, minha mãe já tinha morrido, meu pai não tava com Gema ainda, e num jantar... Levei ele pra casa pra apresentar pro meu pai. Meu pretendente ficou com ciúmes do teu pai por muito tempo, até aquela janta em que apresentei ele oficialmente pros meus irmãos e pro meu pai. Ele tava estranho, muito sociável com teu pai, não sabia o que tava rolando, mas meu sexto sentido dizia que ele tramava alguma coisa. E, de fato, não sei como ele fez, mas depois que meus irmãos saíram pra farra, meu pai dopou o teu e me comeu pela casa toda. Até o safado me comeu na frente do teu pai dormindo. Eu gemia na cara do teu pai, beijava ele, e o avô parou a foda quando, completamente excitada, eu puxei o pau do teu pai e masturbei ele perto da minha boca enquanto o avô me comia. Isso irritou ele, e ele foi pro quarto dele, me deixando no meio do caminho e com teu pai dormindo que nem uma pedra. Aí veio o momento em que nos distanciamos: foi quando meu pai foi totalmente contra meu casamento com teu pai. O que ele ainda não sabia é que eu casei com teu pai grávida de você, porque naquela noite em que ele me deixou na mão, quando saímos da casa do avô, eu fui com teu pai pra casa dele e comi ele com uma energia sexual que nunca tinha tido com ele. E nessa noite de tesão com teu pai, eu fiquei grávida de você.E agora que tudo vem à minha mente, o amor que eu sentia pelo seu pai era o que eu carregava dentro da minha barriga, porque até você nascer, ele acariciava minha pança sabendo que eu amaria com a alma o que estava crescendo dentro de mim.
No dia da festa do meu casamento com seu pai, seu avô deu um jeito de me puxar de lado e me levar pra um lugar afastado dos convidados. Ele quis me foder, e eu recusei. Falei: "Pai, não é hora, é meu casamento, não vamos fazer isso comigo vestida de noiva e meu marido a poucos metros daqui.– O que eu não queria te contar era que estava grávida de você e que não queria que meu filho corresse riscos desnecessários por causa do jeito que ele estava acostumado a me foder. Ele ficou muito puto, me xingou, saiu da festa e disse pra eu não procurar ele nem aparecer na casa dele nunca mais. Por causa dessa atitude, eu tinha medo que ele descobrisse a nossa história. Mario com certeza ia fazer um escândalo do caralho, e como os dois são, iam acabar na porrada e tudo ia vir à tona por causa da Gema. Ela me disse isso, me deixando a par de como foi a vida dela de namorada e de casada com meu pai — meu avô aproveitou mais do que ele mesmo. Depois dessa briga, seu pai não sabia o que tinha acontecido com meu pai, que saiu puto e bolado da festa. Eu não sabia o que inventar. No fim, falei pro seu pai que ele tinha ficado bravo porque recusei um apartamento que ele me ofereceu. Menti, dizendo que eu tinha falado que a gente queria construir tudo por conta própria. Ele acreditou, e eu respirei aliviada, mas não vi ele por um ano e meio. Ele apareceu quando você tinha quase um ano. Seu pai, muito respeitoso, nos deixou a sós pra gente conversar e, depois de limpar as arestas, a gente acabou fodendo de novo que nem animais, e assim continuou nossa relação. E o que eu disse na cama com ele era verdade: ninguém me fode como ele, até você nos descobrir. Porque eu não sou burra, meu filho. Desde que você me descobriu com o avô, você mudou muito seu jeito de foder, e com certeza a primeira a curtir essa mudança foi aquela promíscua, sempre se metendo com tudo que é meu. Disse ela, morrendo de ciúmes.
– Mas eu sei que agora eu sou sua e você é meu, e espero que continue assim e que você continue me fodendo desse jeito tão selvagem. Você não sabe como me excita você me foder assim, amor. Disse eu, engolindo seco diante da séria advertência.
– Mas as coisas não melhoraram entre a gente quando a relação voltou ao normal. Tinha algo que meu pai não contava: na época do nosso afastamento, ele tinha começado a namorar aquela puta, e começaram os conflitos pesados. Os dois. Eu olhei sério pra ela.
—E foi aí que começou tudo entre nós, quando eles se casaram?
—Não fica enchendo a cabeça com besteira, Mario. Se foi assim, foi, e me levou a algo que é a coisa mais linda que tenho na vida: nosso relacionamento. Te amo, seu bobo! — disse ela.
—Mas enfim, meu amor, agora vou começar a história do começo. — disse minha mãe, montando em cima de mim.
—Bom, tudo começa quando eu tinha só 17 anos e percebia que meu pai já não me olhava com aquele olhar de pai carinhoso e orgulhoso da beleza da filha. Eu notava que ele sentia desejos safados por mim, transmitia isso pelos olhos, mas até então eu não sentia nada por ele. Até que uma noite acordei de madrugada, com sede, fui pegar um copo d'água e ouvi os gemidos altos da minha mãe: — Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Seu filho da puta, continua assim, vai, me dá, seu cabrão, me dá forte! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! — Naquela época, eu nem sabia o que era sexo direito, até que algo despertou no meu corpo. Por curiosidade, resolvi ir até a porta do quarto dos meus pais e, ao abrir só um pouquinho pra espiar, vi minha mãe de quatro. Aos 55 anos, ela ainda era tão gostosa quanto na juventude, e meu pai montado nela, ela gemendo sem controle. Depois, meu pai saiu de dentro dela. A visão da rola dele, ainda dura, ficou gravada a fogo na minha mente. A partir daí, começou uma obsessão perversa pelo meu pai. Mesmo sendo virgem, o desejo sexual por ele aumentava dia após dia, noite após noite, quando eu sentia minha mãe gozar com ele enquanto eles trepavam. Espiar as fodas deles toda noite virou uma obsessão pra mim, que crescia cada vez mais com o tempo. Meu desejo de experimentar o prazer que minha mãe sentia crescia dia a dia, e cada vez eu queria mais provar a rola do meu pai. Nunca aconteceu nada enquanto minha mãe tava viva, isso é verdade. Nenhum de nós dois teve coragem de cruzar essa linha. Um ano depois disso, aconteceu o que aconteceu. Com a minha mãe, ela ia se encontrar com o avô num restaurante caro que eles tinham reservado pra aquela noite juntos. Devo admitir que o avô amava muito a minha mãe. Ele se atrasou por causa de um contrato que precisava fechar, sim ou sim, porque desse contrato dependia que, quando ele se aposentasse, vivesse sem aperto e muito confortável por várias gerações. O avô ligou pra avó pra ela tirar o carro da oficina e passar pra buscá-lo onde tava a reunião, mas uma merda no conserto fez com que a minha mãe ficasse sem freio e o carro perdesse o controle. Pra evitar um acidente, ela fez uma manobra que fez o carro capotar, o cinto soltou, ela bateu a cabeça no para-brisa, quebrou o pescoço e morreu na hora. Disse a minha mãe com lágrimas nos olhos. Seu avô nunca mais foi o mesmo depois disso. Ele decaiu muito, e a única coisa que o manteve vivo foi fazer aquele filho da puta da oficina pagar. Até destruir o cara, ele não parou. Depois, ele se concentrou em me educar, e eu cuidei dele como se tivesse assumido o lugar da minha mãe.
– A primeira vez que eu transei com ele foi um ano depois do acidente que custou a vida da minha mãe. Foi quando eu tava voltando da escola com meu uniforme. Notei que o papai me olhava com outros olhos, diferentes do que antes. E um dia que a gente tava sozinho, cheguei do colégio, ele me fez sentar no colo dele. Era um dia em que ele ainda tava lembrando da mamãe, e eu tentava animá-lo sem saber como a gente ia terminar. Naquela época, eu tinha acabado de fazer 18 anos, e foi quando tudo começou. Ele, discretamente, acariciava meu corpo, e eu, sabendo das intenções dele, deixava fazer porque na minha mente vinha a imagem da rola dele na buceta da minha mãe, e eu sabia que tava muito perto de provar aquilo também. Bom, começou aquele jogo inocente até que eu senti a rola dele endurecer debaixo das minhas coxas, e aí se soltou tudo. Quando eu mexia com descaro minha bunda em cima dele, ele rapidamente agarrou meus peitinhos por cima da camisa do uniforme, e quando ele levou meu rosto até o dele, me beijou na boca, e aí tudo terminou como já tava pra acontecer. desabotoei a blusa enquanto beijava meu pescoço
e eu me desmontava.
Dizia minha mãe no relato enquanto pegava minha
pica com a mão e me batia uma punheta
– Mmmm com essa pica fica difícil
continuar meu relato.
Ela disse, tesuda, dava pra ver que lembrar de tudo
a excitava.
– Termina de contar ou não tem pica.
A repreendi como uma criança.
– Você é mau, Mario, nem pense que vai sair do meu
quarto sem me foder, se precisar eu te estupro.
Ela disse sorrindo.
– Bom, se quer pica, continua. Promíscua, dá pra ver
que te excita lembrar daquele velho maldito.
Falei, mostrando um pouco do meu ciúme.
– Bom, mas não fica assim, te disse que serei
sua e vou cumprir minha palavra, porra.
Ela disse, meio irritada com minha atitude.
– Então continua. Falei
– Auuuhhh, tá bom, tá bom. Ela disse dando um pulinho,
meti bruscamente dois dedos no cu dela, que a fez pular
– Bom, depois de me deixar assim, só de saia
escolar, ele me levou pro quarto dele, beijou meus lábios e percorreu cada milímetro do meu
corpo, lambendo até elevar ao máximo a temperatura do meu corpo, depois se deitou
nu, me puxou pra perto dele e já em cima da cama me fez subir em cima dele e
começou a brincar com minha buceta até sentir ela bem molhada, depois me fez descer
devagar, quase em câmera lenta, e comecei a sentir a pica dele entrando dentro
da minha buceta e quando chegou no meu hímen, aí começou o pior, estava prestes a quebrar
a virgindade da filha dele, eu naquela época tinha acabado de começar o namoro
com seu pai e com meu ex-namorado tinha brigado porque ele queria me levar
pra cama e naquela época não era tão fácil como agora, e naquele momento estava
transando com o homem que me gerou, todos esses pensamentos se
apagaram quando senti a pica dele avançar dentro de mim e levar minha pureza,
arrancando de mim fortes gritos de dor, mas quando a pica entrou completa, meu
pai ficou parado e depois a dor já tinha desaparecido e quando ele começou
a se mover, tudo foi prazer, comecei a me mover também, ficamos fodendo um tempo até
ele gozar, naquele dia ele me fodeu 4 vezes. Às vezes mais, e a gente fazia todo dia, já que ele sempre tinha uma casinha disponível. Ele passava me buscar na escola e a gente ia foder. Cortamos isso por uns anos quando minha mãe morreu, por respeito a ela, de ambas as partes, mas o tesão e tudo que a gente sentia foi mais forte e voltamos ao velho hábito até que finalmente casei com seu pai pra ir morar com ele e aí cortamos um pouco. A gente se via de vez em quando e transava, mas ficou tudo parado quando ele se mudou pra Marselha e casou com a Gema. Isso me deixou muito mal e cortei contato com ele por muito tempo, nem fui no casamento dele. A gente resolveu as tretas há um ano e tudo voltou a ser como antes, e quando ele veio em casa foi por isso, de a gente ter ficado muito tempo afastado, é que não consegui me segurar e aconteceu o que aconteceu com você, mas ele nunca pensou em encontrar uma oponente como você, tão teimosa. Disse no final do relato.
— Teimoso eu?
Falei incrédulo. Ela veio pra cima de mim sem me responder, arrancou a cueca e começou a chupar meu pau. Ficou um bom tempo chupando até que tirou da boca e, me olhando nos olhos com cara de safada:
— Me fode, Mario, e me dá duro no cu. Me fode o cu, filho da puta, quero ele já bem duro. Essa é sua cama e eu sou sua mulher.
Disse se ajoelhando de quatro na cama, levantando a bunda empinada. Fiquei atrás dela, meti sem cerimônia e comecei a foder o cu dela selvagemente, e ela gritava que nem uma puta, pedia mais, se mexia junto comigo. Ficamos assim uns 20 minutos até que ambos gozamos juntos, alcançando pela primeira vez aquele choque dos dois clímax, que foi fantástico pra nós dois. Fodemos como loucos todo esse tempo a sós. Ela me prometeu de novo que seria minha. Cada dia era terrível; durante a semana a gente transava à noite na cama dela, depois dormíamos, e no outro dia de manhã eu ia pra minhas aulas e ela pro trabalho, mas nos fins de semana era descontrole, onde os dois fodíamos em cada canto da casa sem limite algum. Se eu não procurava ela, era ela quem me procurava ou me provocava pra foder ela, e essa foi a primeira vez que isso aconteceu, porque sempre era eu quem tomava a iniciativa. Mas tudo mudou desde nossa última briga, onde consegui a exclusividade da minha mãe. Voltando aos acontecimentos que afetaram mais diretamente minha vida, pra ser exato, ao momento em que quase tudo foi pro ralo. Esse momento foi quando meu primo Luis nos pegou, eu e minha mãe. Estávamos no final de fevereiro, nosso relacionamento já durava um mês, era meu aniversário, eu convidei ele, foi culpa minha.
Continua…
Depois da situação séria que tivemos quando descobri a relação incestuosa da minha mãe com meu avô e como ela me deixou de lado pra dar pra ele, o que gerou uma grande confusão entre nós três, eu, por vingança, comi a esposa dele. Queria que ele soubesse, mas minha mãe fez questão de me impedir de cometer aquela loucura maligna. Ela se entregou pra mim naquela noite pra que eu não comesse de novo a mulher do meu avô e não deixasse tudo exposto, pra que ele não percebesse que, enquanto estava com minha mãe, eu tava comendo a esposa dele. Além disso, teve outros conflitos entre eu e minha mãe, que chegou ao limite de tentar me dedurar pro meu pai e até me largar e me trocar pela Gema, sabendo que ela me odiava. No fim, ela cedeu e me deu o lugar do meu avô, me dando a noite que tanto cobrei. Mas depois que meu avô foi embora, ela voltou com as manias e eu peguei ela de novo no telefone com o velho, brincando com a buceta dela. Isso me deu uma raiva violenta, que me fez dar um tapa nela — me arrependi na hora — mas deixei ela de castigo, ameaçando acabar com tudo. Depois de uns dias, ela mesma me mostrou que eu importo muito pra ela e que nossa relação era muito mais do que só sexo, como eu pensava e jogava na cara dela. Ela chegou antes do trabalho, se despiu na minha frente, com o celular na mão, discou o número do meu avô e terminou com ele pra sempre. Jogou o celular no meu colo pra eu ouvir a voz dele e não achar que era só um truque dela simulando a ligação. Depois disso, a gente transou do jeito mais selvagem, e ela ficou no meu poder. Me prometeu que nenhum homem ficaria com ela, nem mesmo meu pai, só eu ia comer ela, e que eu deveria fazer isso muito — isso ela deixou bem claro. Depois de outra viagem de negócios do meu pai, ela estava na cama depois de começar a preparar o jantar, e eu fiquei encoxando ela por trás. Ela me perguntou se ia deixar ela preparar a janta. Eu respondi que continuasse, que eu não ia parar de cutucar a bunda dela com minha rola. Ela se virou e me disse:—"Perfeito, gatinho, se quiser, vamos pro meu quarto. Esse lugar não é pra esses assuntos. O que cê achou, que eu ia negar tua pica?"
—"Não, pequenininho, eu quero foder e foder com você. Eu exigi e não vou recuar. Quer foder? Vamos foder, e muito. Você vai sair do meu quarto com a língua no chão, isso eu te garanto, seu filho da puta de pica grande."
Ela me disse, me pegando pela roupa, me levou até o quarto dela e fodemos sem parar por três horas. Ela ficou destruída.
—"Que tal a gente pedir alguma coisa e comer na cama? Assim a gente pode continuar depois da pausa do jantar."
Ela me disse, estava muito mais receptiva do que antes, mais disposta ao sexo. Pedimos pizza e comemos na cama. Não conseguíamos colocar um pedaço na boca sem dar um beijo nos lábios. Se não era ela que me beijava, era eu que beijava ela. Terminamos nosso jantar delivery e, depois de jogar tudo no lixo, voltamos pro quarto dela. Já deitado, como se eu fosse o marido dela, ela meio nua vem até mim e, brincando com minha pica com uma mão, me olhando sorrindo, me diz:
—"Quer que eu te conte tudo como começou?"
Ela disse, se referindo ao rolo dela com o avô.
—"Sim."
Respondi.
—"Bom, fica confortável. Isso de quebra vai servir pra manter o fogo aceso depois da história."
Ela me disse, deixando claro que assim que terminasse de me contar a história, a gente foderia como coelhos de novo.
—"Antes de começar, deixa eu te dizer uma coisa e te por a par de coisas que você não sabia que aconteciam. E agora que as peças do quebra-cabeça estão se encaixando, eu percebo que tudo isso me levou a você e a te amar como te amo. Eu sinto você mais como meu marido amado do que seu pai. Você é todo meu universo. Bom, deixa eu te contar que, quando me casei, também fodiamos o avô. Sempre em reuniões de família, ele dava um jeito de fazer Gema e seu pai dormirem e me foder em qualquer lugar da casa. Até quando eu tava de namoro com seu pai, no dia que apresentei ele pra sociedade, minha mãe já tinha morrido, meu pai não tava com Gema ainda, e num jantar... Levei ele pra casa pra apresentar pro meu pai. Meu pretendente ficou com ciúmes do teu pai por muito tempo, até aquela janta em que apresentei ele oficialmente pros meus irmãos e pro meu pai. Ele tava estranho, muito sociável com teu pai, não sabia o que tava rolando, mas meu sexto sentido dizia que ele tramava alguma coisa. E, de fato, não sei como ele fez, mas depois que meus irmãos saíram pra farra, meu pai dopou o teu e me comeu pela casa toda. Até o safado me comeu na frente do teu pai dormindo. Eu gemia na cara do teu pai, beijava ele, e o avô parou a foda quando, completamente excitada, eu puxei o pau do teu pai e masturbei ele perto da minha boca enquanto o avô me comia. Isso irritou ele, e ele foi pro quarto dele, me deixando no meio do caminho e com teu pai dormindo que nem uma pedra. Aí veio o momento em que nos distanciamos: foi quando meu pai foi totalmente contra meu casamento com teu pai. O que ele ainda não sabia é que eu casei com teu pai grávida de você, porque naquela noite em que ele me deixou na mão, quando saímos da casa do avô, eu fui com teu pai pra casa dele e comi ele com uma energia sexual que nunca tinha tido com ele. E nessa noite de tesão com teu pai, eu fiquei grávida de você.E agora que tudo vem à minha mente, o amor que eu sentia pelo seu pai era o que eu carregava dentro da minha barriga, porque até você nascer, ele acariciava minha pança sabendo que eu amaria com a alma o que estava crescendo dentro de mim.
No dia da festa do meu casamento com seu pai, seu avô deu um jeito de me puxar de lado e me levar pra um lugar afastado dos convidados. Ele quis me foder, e eu recusei. Falei: "Pai, não é hora, é meu casamento, não vamos fazer isso comigo vestida de noiva e meu marido a poucos metros daqui.– O que eu não queria te contar era que estava grávida de você e que não queria que meu filho corresse riscos desnecessários por causa do jeito que ele estava acostumado a me foder. Ele ficou muito puto, me xingou, saiu da festa e disse pra eu não procurar ele nem aparecer na casa dele nunca mais. Por causa dessa atitude, eu tinha medo que ele descobrisse a nossa história. Mario com certeza ia fazer um escândalo do caralho, e como os dois são, iam acabar na porrada e tudo ia vir à tona por causa da Gema. Ela me disse isso, me deixando a par de como foi a vida dela de namorada e de casada com meu pai — meu avô aproveitou mais do que ele mesmo. Depois dessa briga, seu pai não sabia o que tinha acontecido com meu pai, que saiu puto e bolado da festa. Eu não sabia o que inventar. No fim, falei pro seu pai que ele tinha ficado bravo porque recusei um apartamento que ele me ofereceu. Menti, dizendo que eu tinha falado que a gente queria construir tudo por conta própria. Ele acreditou, e eu respirei aliviada, mas não vi ele por um ano e meio. Ele apareceu quando você tinha quase um ano. Seu pai, muito respeitoso, nos deixou a sós pra gente conversar e, depois de limpar as arestas, a gente acabou fodendo de novo que nem animais, e assim continuou nossa relação. E o que eu disse na cama com ele era verdade: ninguém me fode como ele, até você nos descobrir. Porque eu não sou burra, meu filho. Desde que você me descobriu com o avô, você mudou muito seu jeito de foder, e com certeza a primeira a curtir essa mudança foi aquela promíscua, sempre se metendo com tudo que é meu. Disse ela, morrendo de ciúmes.
– Mas eu sei que agora eu sou sua e você é meu, e espero que continue assim e que você continue me fodendo desse jeito tão selvagem. Você não sabe como me excita você me foder assim, amor. Disse eu, engolindo seco diante da séria advertência.
– Mas as coisas não melhoraram entre a gente quando a relação voltou ao normal. Tinha algo que meu pai não contava: na época do nosso afastamento, ele tinha começado a namorar aquela puta, e começaram os conflitos pesados. Os dois. Eu olhei sério pra ela.
—E foi aí que começou tudo entre nós, quando eles se casaram?
—Não fica enchendo a cabeça com besteira, Mario. Se foi assim, foi, e me levou a algo que é a coisa mais linda que tenho na vida: nosso relacionamento. Te amo, seu bobo! — disse ela.
—Mas enfim, meu amor, agora vou começar a história do começo. — disse minha mãe, montando em cima de mim.
—Bom, tudo começa quando eu tinha só 17 anos e percebia que meu pai já não me olhava com aquele olhar de pai carinhoso e orgulhoso da beleza da filha. Eu notava que ele sentia desejos safados por mim, transmitia isso pelos olhos, mas até então eu não sentia nada por ele. Até que uma noite acordei de madrugada, com sede, fui pegar um copo d'água e ouvi os gemidos altos da minha mãe: — Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Seu filho da puta, continua assim, vai, me dá, seu cabrão, me dá forte! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! — Naquela época, eu nem sabia o que era sexo direito, até que algo despertou no meu corpo. Por curiosidade, resolvi ir até a porta do quarto dos meus pais e, ao abrir só um pouquinho pra espiar, vi minha mãe de quatro. Aos 55 anos, ela ainda era tão gostosa quanto na juventude, e meu pai montado nela, ela gemendo sem controle. Depois, meu pai saiu de dentro dela. A visão da rola dele, ainda dura, ficou gravada a fogo na minha mente. A partir daí, começou uma obsessão perversa pelo meu pai. Mesmo sendo virgem, o desejo sexual por ele aumentava dia após dia, noite após noite, quando eu sentia minha mãe gozar com ele enquanto eles trepavam. Espiar as fodas deles toda noite virou uma obsessão pra mim, que crescia cada vez mais com o tempo. Meu desejo de experimentar o prazer que minha mãe sentia crescia dia a dia, e cada vez eu queria mais provar a rola do meu pai. Nunca aconteceu nada enquanto minha mãe tava viva, isso é verdade. Nenhum de nós dois teve coragem de cruzar essa linha. Um ano depois disso, aconteceu o que aconteceu. Com a minha mãe, ela ia se encontrar com o avô num restaurante caro que eles tinham reservado pra aquela noite juntos. Devo admitir que o avô amava muito a minha mãe. Ele se atrasou por causa de um contrato que precisava fechar, sim ou sim, porque desse contrato dependia que, quando ele se aposentasse, vivesse sem aperto e muito confortável por várias gerações. O avô ligou pra avó pra ela tirar o carro da oficina e passar pra buscá-lo onde tava a reunião, mas uma merda no conserto fez com que a minha mãe ficasse sem freio e o carro perdesse o controle. Pra evitar um acidente, ela fez uma manobra que fez o carro capotar, o cinto soltou, ela bateu a cabeça no para-brisa, quebrou o pescoço e morreu na hora. Disse a minha mãe com lágrimas nos olhos. Seu avô nunca mais foi o mesmo depois disso. Ele decaiu muito, e a única coisa que o manteve vivo foi fazer aquele filho da puta da oficina pagar. Até destruir o cara, ele não parou. Depois, ele se concentrou em me educar, e eu cuidei dele como se tivesse assumido o lugar da minha mãe.
– A primeira vez que eu transei com ele foi um ano depois do acidente que custou a vida da minha mãe. Foi quando eu tava voltando da escola com meu uniforme. Notei que o papai me olhava com outros olhos, diferentes do que antes. E um dia que a gente tava sozinho, cheguei do colégio, ele me fez sentar no colo dele. Era um dia em que ele ainda tava lembrando da mamãe, e eu tentava animá-lo sem saber como a gente ia terminar. Naquela época, eu tinha acabado de fazer 18 anos, e foi quando tudo começou. Ele, discretamente, acariciava meu corpo, e eu, sabendo das intenções dele, deixava fazer porque na minha mente vinha a imagem da rola dele na buceta da minha mãe, e eu sabia que tava muito perto de provar aquilo também. Bom, começou aquele jogo inocente até que eu senti a rola dele endurecer debaixo das minhas coxas, e aí se soltou tudo. Quando eu mexia com descaro minha bunda em cima dele, ele rapidamente agarrou meus peitinhos por cima da camisa do uniforme, e quando ele levou meu rosto até o dele, me beijou na boca, e aí tudo terminou como já tava pra acontecer. desabotoei a blusa enquanto beijava meu pescoço
e eu me desmontava.
Dizia minha mãe no relato enquanto pegava minha
pica com a mão e me batia uma punheta
– Mmmm com essa pica fica difícil
continuar meu relato.
Ela disse, tesuda, dava pra ver que lembrar de tudo
a excitava.
– Termina de contar ou não tem pica.
A repreendi como uma criança.
– Você é mau, Mario, nem pense que vai sair do meu
quarto sem me foder, se precisar eu te estupro.
Ela disse sorrindo.
– Bom, se quer pica, continua. Promíscua, dá pra ver
que te excita lembrar daquele velho maldito.
Falei, mostrando um pouco do meu ciúme.
– Bom, mas não fica assim, te disse que serei
sua e vou cumprir minha palavra, porra.
Ela disse, meio irritada com minha atitude.
– Então continua. Falei
– Auuuhhh, tá bom, tá bom. Ela disse dando um pulinho,
meti bruscamente dois dedos no cu dela, que a fez pular
– Bom, depois de me deixar assim, só de saia
escolar, ele me levou pro quarto dele, beijou meus lábios e percorreu cada milímetro do meu
corpo, lambendo até elevar ao máximo a temperatura do meu corpo, depois se deitou
nu, me puxou pra perto dele e já em cima da cama me fez subir em cima dele e
começou a brincar com minha buceta até sentir ela bem molhada, depois me fez descer
devagar, quase em câmera lenta, e comecei a sentir a pica dele entrando dentro
da minha buceta e quando chegou no meu hímen, aí começou o pior, estava prestes a quebrar
a virgindade da filha dele, eu naquela época tinha acabado de começar o namoro
com seu pai e com meu ex-namorado tinha brigado porque ele queria me levar
pra cama e naquela época não era tão fácil como agora, e naquele momento estava
transando com o homem que me gerou, todos esses pensamentos se
apagaram quando senti a pica dele avançar dentro de mim e levar minha pureza,
arrancando de mim fortes gritos de dor, mas quando a pica entrou completa, meu
pai ficou parado e depois a dor já tinha desaparecido e quando ele começou
a se mover, tudo foi prazer, comecei a me mover também, ficamos fodendo um tempo até
ele gozar, naquele dia ele me fodeu 4 vezes. Às vezes mais, e a gente fazia todo dia, já que ele sempre tinha uma casinha disponível. Ele passava me buscar na escola e a gente ia foder. Cortamos isso por uns anos quando minha mãe morreu, por respeito a ela, de ambas as partes, mas o tesão e tudo que a gente sentia foi mais forte e voltamos ao velho hábito até que finalmente casei com seu pai pra ir morar com ele e aí cortamos um pouco. A gente se via de vez em quando e transava, mas ficou tudo parado quando ele se mudou pra Marselha e casou com a Gema. Isso me deixou muito mal e cortei contato com ele por muito tempo, nem fui no casamento dele. A gente resolveu as tretas há um ano e tudo voltou a ser como antes, e quando ele veio em casa foi por isso, de a gente ter ficado muito tempo afastado, é que não consegui me segurar e aconteceu o que aconteceu com você, mas ele nunca pensou em encontrar uma oponente como você, tão teimosa. Disse no final do relato.
— Teimoso eu?
Falei incrédulo. Ela veio pra cima de mim sem me responder, arrancou a cueca e começou a chupar meu pau. Ficou um bom tempo chupando até que tirou da boca e, me olhando nos olhos com cara de safada:
— Me fode, Mario, e me dá duro no cu. Me fode o cu, filho da puta, quero ele já bem duro. Essa é sua cama e eu sou sua mulher.
Disse se ajoelhando de quatro na cama, levantando a bunda empinada. Fiquei atrás dela, meti sem cerimônia e comecei a foder o cu dela selvagemente, e ela gritava que nem uma puta, pedia mais, se mexia junto comigo. Ficamos assim uns 20 minutos até que ambos gozamos juntos, alcançando pela primeira vez aquele choque dos dois clímax, que foi fantástico pra nós dois. Fodemos como loucos todo esse tempo a sós. Ela me prometeu de novo que seria minha. Cada dia era terrível; durante a semana a gente transava à noite na cama dela, depois dormíamos, e no outro dia de manhã eu ia pra minhas aulas e ela pro trabalho, mas nos fins de semana era descontrole, onde os dois fodíamos em cada canto da casa sem limite algum. Se eu não procurava ela, era ela quem me procurava ou me provocava pra foder ela, e essa foi a primeira vez que isso aconteceu, porque sempre era eu quem tomava a iniciativa. Mas tudo mudou desde nossa última briga, onde consegui a exclusividade da minha mãe. Voltando aos acontecimentos que afetaram mais diretamente minha vida, pra ser exato, ao momento em que quase tudo foi pro ralo. Esse momento foi quando meu primo Luis nos pegou, eu e minha mãe. Estávamos no final de fevereiro, nosso relacionamento já durava um mês, era meu aniversário, eu convidei ele, foi culpa minha.
Continua…
0 comentários - Perdido Con Mama 6 Edición 2026