Perdido com a Mamãe 5 Edição 2026
Quando eles foram embora, começou outra discussão entre a gente sobre o mesmo assunto. Eu acreditei nela até que peguei ela agarrada no telefone. Eram três da manhã, levantei pra beber água, desci pra cozinha e ouvi a voz dela vindo da sala, na verdade, mais os gemidos dela.– Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Issooo! Assiiimmm! Querooo! Assiiim! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!
Eu tava meio dormindo, minha primeira impressão foi de tesão, ao ver minha mãe se masturbando na frente da TV com um filme pornô. Quando percebi o celular e ouvi parte da conversa. Conversa que, sem dúvida, ela tava tendo com o vô, fiquei puto pra caralho. Fui até ela e tirei o aparelho da orelha dela, ela ficou paralisada, com a outra mão ainda brincando com a própria buceta.
– O que cê tá fazendo? – Ela sussurrou.
– Vendo o quão puta e sem vergonha você é, então vou deixar as coisas bem claras.
– Não quero que você ligue mais praquele velho maldito, ou vai me conhecer de verdade, ouviu?!
Larguei minha ameaça contra meu avô, desliguei a chamada e joguei o telefone de lado.
– Mario, isso não é jeito, você não pode me tratar assim. – A raiva me dominou e eu gritei:
– Cala a boca, sua puta do caralho! – E dei um tapa nela.
– Desculpa, mas não aguento mais isso. Você é minha, e só minha. – Me arrependi na hora do gesto.
– Mario, não faz isso de novo. – Ela disse, esfregando o rosto por causa do tapa que eu dei.
Não era meu estilo ficar violento, foi um surto de frustração.
– Não vou fazer de novo, desculpa, mas você me tira do sério, me faz perder a cabeça. Diz como você quer que eu fique? Você me humilha como amante e parceira.
– Não, Mario, isso não é…
– Eu te ouvi, mãe. Não me trata como idiota, eu ouvi bem quando você dizia, entre gemidos, que queria que fosse ele quem te fodesse naquela noite. Eu te fodi, e parece que você só fingiu a noite toda pra me manter contente e calmo.
– Não, filho, isso não é verdade. Naquela noite, eu gozei mais do que em qualquer momento da minha vida. É que eu não consigo evitar, é mais forte…
– Já encheu o saco, Sara. Você me machuca e não tá nem aí. Você tem que tomar uma porra de uma decisão: ou acaba com o vô, ou acaba comigo. Então escolhe, mas escolhe de uma vez. Não me machuca mais. Eu não te fiz nada pra você me tratar desse jeito. Eu te dou tudo que tenho dentro de mim, e você… Você caga nos meus sentimentos, então ou você toma a decisão ou eu tomo, e não vai gostar.
Falei, magoado e muito puto. Fui pro meu quarto. Minha mãe ficou firme no começo, eu ignorei ela completamente, dessa vez ia levar a ameaça até o fim. Ela me pegou de jeito um par de vezes, numa me jogou na cara que eu tinha transado com a Gema, a mulher do vô, que era olho por olho. Não comprei essa, então outra vez partiu pra uma tática passivo-agressiva, me lembrando direto da tal da Promiscuous. Me tirava do sério, mas eu mantinha minha posição, então, furioso, falei pra ela:
– Tanto me lembra dela, vou acabar trazendo ela pro meu quarto pra foder ela de novo, me traz na mente aqueles momentos gostosos quando eu comia ela, mais ainda quando comi ela no carro, ainda lembro de foder ela enquanto eu, pela janela, via vocês talvez conversando na sala, e ao ver você sorrir pro vô naquele instante, gozei dentro daquela buceta perfeita.
Falei de forma lastimosa, ela se enfureceu e gritou comigo:
– Você é um filho da puta, seu merda, te odeio, maldito!
E foi chorando pro quarto dela e nunca mais tocou no assunto da Gema porque sabia que eu era capaz de trazer ela e foder aqui mesmo. Eu mantive minha posição porque eu era o ofendido, dissesse ela o que quisesse. Três dias se passaram e nada de sexo, nem uma punheta eu tinha batido, tava quase cedendo. Mas foi ela quem cedeu. Eu tava em casa, tinha acabado de chegar da faculdade, ainda esperando uma reação de rendição da parte dela. Tive. Quando ela entrou pela porta, umas duas horas antes do horário normal, foi até mim, eu tava na frente da TV. Ela pegou o celular, discou, tudo na minha frente, sem me dar nem um oi, esperou um pouco e falou:
– Pai? Acabou, a gente termina aqui, não vamos mais ficar juntos intimamente, não quero mais nada sexual com você.
Falou assim, do nada. Depois jogou o telefone no meu colo, ouvi a voz do meu avô do outro lado, pedindo... Explicações. Eu tava bem puto, ou melhor, desnorteado, e falei pro velho zoando:
– Game Over, véio! Quer ouvir? E desliguei.
– Espero que você esteja feliz, porque eu não aguento mais, e acho que você também não.
Ela começou a se despir, tava usando o terno e calça que costumava usar pra trabalhar.
– Você me quer só pra você, então tá bom, mas é melhor se comportar como homem, não como criança. Você vai me foder gostoso como fez naquela noite, vamos fazer toda noite e três vezes por dia nos fins de semana. Você vai aprender a atender uma mulher como eu, ou vai crescer uns chifrinhos lindos nessa cabecinha.
Tinha uma certa graça a atitude infantil dela ao me ameaçar daquele jeito.
– Hahahaha, olha quem fala de criança, se comportando como uma quinzeanera imatura!
– O que você quer dizer com isso, maldito?
Perguntou puta porque eu soube enfrentar ela.
– Ora, olha como você age irritada quando quem deveria estar puto era eu. Olha tudo que você me fez e ainda age como se eu tivesse te tirado algo.
– Tá bom, Mário, me desculpa, você tem razão. Eu sou a que tá em dívida com você e quero pagar essa dívida.
Ela disse arrancando o sutiã.
– Não basta isso. Diz que nunca vai ficar com nenhum outro homem, nem o avô, nem o pai, nem ninguém que não seja eu.
Pela primeira vez desde que começamos nossa relação especial, minha mãe tava na minha mão e não o contrário.
– Tá bom, nunca vou ficar com nenhum outro homem, mas você também não com nenhuma gostosa, porque se você quer que eu seja só sua, quero o mesmo de você: que seja só meu.
Ela disse enquanto continuava se despindo, e já tava totalmente pelada, de joelhos na minha frente. Começou a baixar minha calça e depois puxou minha cueca e começou a me chupar ali mesmo. Ela me mamava incrivelmente, e como uma desesperada, enfiava tudo sem diminuir a velocidade, enfiando até a garganta. Era impressionante vê-la assim, pelada, de joelhos na minha frente, engolindo meu pau com uma desesperação tremenda. Depois tirava da boca e lambia desde a base até a ponta. o glande percorrendo toda a base do tronco com a língua até chegar nas minhas bolas, que ele se dedicou a chupar e lamber. nunca tinha sentido ela tão puta. depois de um tempão comendo minhas bolas, ela soltou e voltou a chupar meu pau como uma verdadeira vagabunda de filme pornô. depois de mamar por mais um tempão, ela tira da boca e, me segurando pelos ombros, implorava desesperada:
–Jááá Márioôô, Nãoôô Aguuentoôô Maiiis, Fodeee Meeeee Jááá, Precisooo Queee Vocêêê Metaaa E Me Fodaaa Gostosoo, Atéêê Ficarrr Cheiaaa Deee Leiteeee, Preciso Do Meu Macho Fodedor Fodendooo Miinha Bucetaaa!
Eu pego ela pela mão:
–Vamos pro nosso quarto. Ou não é assim agora? De quem é essa cama de casal?
Falei, levando ela pro quarto dela pra provar meu domínio, e a resposta não demorou:
–Claro que sim, amor, esse vai ser nosso quarto daqui pra frente, e você vai ser o dono dessa cama e desse corpinho.
Disse minha mãe, desenhando a silhueta do corpo dela com as mãos, passando sobre aquelas curvas fabulosas. Subimos pro quarto dela e, assim que entramos, ela me abraçou e me beijou, e com voz melosa me pergunta:
–Como você me quer? Por cima de mim ou de putinha?
Pego ela pela cintura, levando pra cama, e falei:
–Do jeito que for, vou te dar o que você tanto quer, e eu também tô morrendo de vontade de te foder até te deixar sem ar, pra você sentir o homem que tem do teu lado e aprender a valorizar.
E fui deitando ela na cama, e ela mesma acabou escolhendo a posição, porque assim que eu a deitei na cama larga de casal, ela se virou de bruços e começou a se levantar inclinada até ficar de quatro na cama, levantando aquele rabo lindo, deixando ele bem empinado. Eu fui subindo na cama e me coloquei atrás dela, de joelhos, me ajeitei pra meter, peguei ela pela cintura e empurrei com força minha cintura, enterrando todo o meu pau de uma só vez, e de repente o que se ouviu primeiro foi:
–Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Siiim, Fiiinalmenteee! Siiiiim, Aaaaal Fiiiiim Teeee Sintoooooo Dentroooo de Miiiiim Siiiiim
Deus do Cééééu Siiiiim Mário Siiiiim Meeee Fodeee Assiiiiim Siiiiim
Aiii Meu Amoooor Siiiiim
Comooo Eu Gostoooo Queee Meee Fodaaaaa
Tuuaaa Picaaaa Meeee Deixaaaa Loucaaaa
Comooo Tuu Meee Deixaaa Me Fodeee Queee Eu Amoooo Sentiiir Aaa Picaaaa
Doo Meu Filhooo Fodendoooo Meu Bucetaaaão ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh!
A primeira coisa que se ouviu foram seus gemidos altos de prazer, além disso ela começou a rebolar a bunda acompanhando minhas estocadas fortes enquanto não parava de gemer
–¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! Deeeus
Maaais Mário Maaais Me Fodeee Maaais Siiiiim Céééu
Comooo Eu Gostoooo Tuuaaa Picaaaa Céééu Me Fodeee Fodeee a Mamãe Siiiiim Mário
Me Dáááá Forteee Me Fodeee Forteee Siiiiim ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh!
E ao sentir o gozo dela transmitido pelos seus gemidos altos de mulher no cio, aumentei a velocidade das minhas estocadas fazendo sentir naquele quarto o som do choque dos nossos corpos, dava pra ouvir claramente os
¡Plop! , ¡Plop! , ¡Plop! , ¡Plop! , ¡Plop! , ¡Plop!
Enquanto atacávamos nossos corpos um contra o outro, porque quando eu a estocava ela me estocava com a bunda, fazendo uma foda intensa e sincronizada entre nós dois, e aquela foda me venceu e não aguentei mais, ficamos fodendo por mais de meia hora e enfiando fundo, gozo bem no fundo da buceta dela, arrancando dela um orgasmo avassalador
–¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Deeeus Siiiiim Mário Siiiiim Comooo Tuu Me Faz Gozaaaar Sua Porraaa Dentrooo da Minha Bucetaaa ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh!
E finalmente ela cai completamente ofegante sem forças na cama, e eu caio sobre ela ainda com meu pau dentro dela, estávamos os dois tentando recuperar o ar, muito ofegantes, mas me vem à mente o que ela me disse antes de foder: que se eu a queria só pra mim, deveria me comportar como um homem não come como criança, então assim que peguei meu segundo fôlego sem dar tempo dela se recuperar, peguei ela pela cintura e falei –Então quer que eu me comporte como homem? Vou te mostrar, sua putinha, que não sou nenhum moleque! E ela, sabendo o que vinha quando eu falava assim, disse –Ai, meu amor, por que você não dá uma descansadinha, assim me pega mais recuperadinho. E eu olho pra ela por trás e respondo –Não queria um homem? Vou te dar um homem, sua porca vagabunda! E sem dizer mais nada, comecei a meter nela de novo, enfiando e tirando meu pau da buceta dela com a mesma intensidade de antes –Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Meu Deeeus Marioooo De Ondeee Tiraaa Essa Vitalidaaade Papaiii Deeeus Como Fodeee Deeeus Santo Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Comecei a foder ela com muita força, fazia ela gritar que nem louca, nunca tinha visto ela gozar assim, se soubesse que ela curtia esse rolê de foder forte, teria comido ela assim há muito tempo e talvez ela não tivesse caído naquela porra do avô, pela primeira vez via ela se sentindo fodida e completamente satisfeita, então continuei fodendo ela do jeito que ela tanto amava e ela não parava de gemer e pedir mais e mais, que eu fodesse ela, que ela era minha única mulher, então continuei dando sem parar, fodendo ela como se não houvesse amanhã, era como se saciar a fome sexual daquela gostosa dependesse da minha vida, e enquanto eu fodia ela, minha mãe virou a cabeça pra mim e entre gemidos disse –Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Siiim Me Fode Assiiim Meu Sementaaal Assiiim Marioooo Sou Sua Céu Me Fode Sou Sua Putaaa Sua Vadiiiia O Queee Quiser Meu Amooor Quero Tudo Mas Ao Seu Lado e Com Seu Pau Dentro Da Minha Buceta Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Tava quase gozando de novo, mas dessa vez não queria fazer tão cedo, queria durar mais, isso sem contar que já faz mais de 20 minutos que a gente tá fodendo. De novo desde a primeira fodida, assim que parei de meter e esperei um pouco, esperando que ela me implorasse. Talvez também tenha sido meu ego inflado por ter aquela mulher tão desejada por mim nas minhas mãos, e ela não demorou pra implorar pela minha pica, porque rapidamente ouvi a voz dela me dizer:
— Mario, minha vida, por que você parou bem agora que eu tava quase no meu céuzinho, bem na hora que eu ia gozar pela terceira vez desde que você começou a me foder de novo?!
Ela me atualizava sobre os orgasmos que eu tirava dela em cada fodida. Era inacreditável o poder que eu tinha sobre ela, ela tava completamente entregue a mim. Na real, eu parei pra dar uma relaxada antes do que vinha, e fiz questão de avisar:
— Parei um pouco porque precisava de forças, porque agora vem o melhor.
Falei, segurando ela pela cintura e dizendo com voz grave:
— Agora no seu cu, porca!
Falei e fui enfiando devagar até a metade da minha pica dentro do cu dela, e aí enfiei tudo de uma vez, cravando o resto.
— Uyyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Deeeus Mariooo, você me parte, Deeeus, me parte! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy!
Ela gritava numa mistura de dor e prazer. Eu percebia que ela tava gostando porque depois de um tempo começou a rebolar, acompanhando minha metida. Ficamos assim por mais uns 20 minutos, e ela já tava gemendo que nem uma puta, pedindo pica no cu.
— Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Sim, Mariooo, assim, maaais, me dá maaais, assim pelo cuuu, sim, meu machooo, vamos, me dá maaais, que já vou gozar, papai! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh!
Ela gemia, anunciando que tava tendo mais um orgasmo. Já perdi a conta de quantos eu tirei dela desde que começamos a foder, mas como eu gostava quando ela começava a gemir enquanto gozava. Era algo sensacional sentir ela gemir enquanto o corpo todo começava a se eletrificar, presa daquela força do prazer indescritível.
— Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Deeeus, Mariooo, como você me fode, Deeus! Santo Meu, Corro Marioooo
Meu Corroooo ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh!
E poucos segundos depois que o orgasmo dela começou, eu gozo dentro do cu dela, fazendo ela explodir em outro orgasmo seguido, que termina com ela desabando de novo na cama, ofegante, toda agitada, tentando recuperar o fôlego, exausta total. E eu também caí exausto em cima dela, com a pica ainda enfiada no cu dela, ela sentia minha pica perdendo a dureza lá dentro.
– Ahhhh, Meu Deus, Mario, como você me fode, meu amor, me deixa tão satisfeita, vou ser sua pra sempre, nunca mais vou arriscar te perder, você é meu homem, meu tudo, te amo, amor, olha só como fiquei cheia de leite na buceta e no cu, os dois buracos transbordando de leite, e nem vou contar os orgasmos que você arrancou de mim em cada fodida, você é o homem mais cobiçado pelas mulheres e é só meu.
Ela disse isso, se virou pra mim e me beijou os lábios com paixão, a língua dela entrou na minha boca, inquieta, procurando a minha língua pra se enroscar e brincar entre as duas. As mãos dela também não ficaram paradas, acariciaram meu corpo todo, assim como as minhas faziam no corpo dela, era pura paixão entre nós, começávamos uma nova etapa na nossa relação incestuosa.
Depois daquela tarde fodendo com ela, comecei a desenvolver uns gostos mais pesados com ela a partir daquele dia, tipo as metidas no cu, e uns tapas na cara e, principalmente, nas nádegas, até uma linguagem mais obscena. Mas nesse último sentido, sempre preferi chamar ela de mamãe, puta ou coisas assim, mas dessa vez não consegui me segurar e chamei ela de porca, vaca ou puta, porque tava muito excitado e com o ciúme ainda latejando, que foi se dissolvendo naquela sessão de sexo quase selvagem entre nós dois.Foram umas gozadas muito boas aquelas que demos a tarde toda, passamos a tarde transando, com o celular tocando, recebendo ligações sem parar do avô. E nisso, ela, cansada do barulho do celular, atendeu e colocou no viva-voz pra eu ouvir, já que nada mais ficaria escondido entre nós.Mamãe: –Oi, sim, quem tá falando?! Respondeu de mal jeito.
Vovô: –Sou eu, Sara, sou eu. Podemos conversar? Não entendo por que você tá terminando com a gente?
Mamãe: –Simples, pai, a gente terminou porque eu tô com o Mario e quero que continue assim, se for preciso pra sempre, e não só pelo sexo. Eu amo ele loucamente, até o que sinto por ele é muito mais forte do que senti quando me apaixonei pelo meu marido. Eu amo ele de alma e é essencial ter ele por perto pra beijar, acariciar, amar do jeito que só eu sei amar.
Minha mãe respondeu, suavizando tudo que sente por mim.
Vovô: –Qual é, Sara, para de merda, por favor. Vai me dizer que tá perdidamente apaixonada pelo seu filho e que essa tesão – porque é isso que é – vai ser mais forte do que o que vivemos esses anos? Você tá afim do garoto porque ele é jovem e viril, mas não acho que ele te coma como eu, disso tenho certeza. Ninguém consegue igualar tudo que vivemos na cama.
Enquanto meu avô falava tudo isso, o rosto da minha mãe foi se transformando de raiva que tava tomando conta.
Mamãe: –Pai, me escuta primeiro: tesão é no teu cu. Eu amo o Mario de alma e ele também me dá tesão do jeito que me fode com aquela potência que você nunca vai ter nem nunca teve! E segundo, sobre a cama, você tem razão nisso: ele não consegue te igualar…
Ela fez uma pausa, e eu quase desabei, mas quando a tristeza ia voltar a reinar em mim, ouvi a voz salvadora da minha mãe que inflou meu ego como um balão de aniversário.Mamãe:– Você tem razão, ele não te supera na cama, sabe por quê, pai? Porque naquela noite que ele tomou seu lugar, porque o Mario te superou, você não faz ideia de como ele me fode, me fez esquecer de você e de qualquer outro homem. E nem vou falar quando ele me comeu no cu, aquela primeira vez me viciou em sexo anal com aquela pica dura e linda dele!
Ela disse quase gritando de raiva.
Vovô: – Vai pra merda, sua puta maldita!
Meu avô gritou com fúria, e minha mãe me surpreendeu, sem se abalar, devolvendo o insulto.
Mamãe: – Vai você, seu velho impotente, admite logo, sem os comprimidos você não é nada! Vovô: Maldita raposa, você ter feito isso pelo cu com ela e não comigo, isso eu nunca vou te perdoar, Sara!
Gritou o velho, que não conseguia aceitar que minha mãe tivesse me dado a virgindade anal dela.
Mãe: – Não me perdoa? Então, papai, deixa eu te dizer uma coisa: minha buceta não foi a única que o Mario desvirginou naquele dia, seu velho corno.
Ela gritou irritada, desligou na cara dele e me abraçou chorando, e eu a consolei e abracei, enrolando ela nos meus braços.
Eu: – Por que você falou da Gema, sua puta? Perguntei.
– Você ouviu o que aquele maldito velho disse pra mim!
– Sim, mãe, é porque foi isso que você foi pra ele todo esse tempo. Por algo ele não conseguiu entender o que você sente por mim, nem o que nós dois sentimos quando estamos juntos.
Falei, e quando ia beijá-la, fui surpreendido pelos lábios dela se fundindo aos meus, e a língua dela invadiu minha boca pra se enroscar na minha língua, e então ela disse:
– Te amo, Mario. Como lamento ter caído naquela tarde nas mãos daquele velho e ter te machucado. Ainda bem que naquela noite você me disputou até o fim e acabou ficando comigo. Nunca vou esquecer aquela noite em que você me comeu em cima da escrivaninha do seu quarto, sem nos importarmos com nada nem ninguém, só éramos eu e você. Você não sabe como estou feliz de estar nos seus braços, Mario.
Depois disso, eu sei que ela cortou todos os laços, e que é fiel a mim num sentido quase pervertido da palavra. Sei que sou o único com quem ela transa e que meu pai voltou a ficar desconfiado por causa da seca sexual, mas não me importo. Desde então, ela é só minha. Mas, além de saber que era só minha, eu queria acertar as contas com meu avô, e isso aconteceu sem querer, porque quando eu estava pensando em ligar pra Gema, recebi uma ligação dela bem na hora em que minha mãe acabava de sair do banho e ouviu claramente a voz da Gema no celular quando ela disse:
– Oi, garanhão, sabe que ontem à noite sonhei com você, com o tesão que a gente passou no provador e como você me comeu dentro do carro? Acordei toda molhadinha, tive que ir no banheiro me trocar e me aliviar. porque me deu uma certa vergonha ter sonhado com um machão como você e acordar do lado de um velhaco como o Eduardo Jijiji.
– Não me bastavam os dedos pra simular o tamanho do seu pau.
E a mãe, completamente furiosa, veio na minha direção com uma cara que não trazia nada de bom, apoiou o celular na orelha e ouviu o seguinte da Gema:
– Mario, eu sei que é uma loucura, mas quero que você me foda de novo, preciso de você, ninguém me come como você.
– Me escuta, sua puta Promíscua, esse lugar tá ocupado, então vai cuidar do meu pai e deixa o Mario em paz, ou vai me conhecer de verdade, me ouviu?
Ela disse, puta da vida de um jeito terrível, desligou, jogou meu celular no sofá e, me encarando, disse:
– E o que você tem a me dizer sobre isso?
– Sara, é que ela ligou.
– E você não desligou? Queria inflar o ego com as putarias que essa rabuda tava falando? – disse ela, ciumenta.
– Para de me chamar pelo meu nome, caralho, que me faz sentir todo esse teu ressentimento toda vez que te ouço me chamar assim, me destrói. Vamos fazer alguma coisa, ainda falta tempo pro teu pai chegar, então vamos pro meu quarto e me chama como sempre, mas com teu pau dentro de mim. Mario, me excita quando você me chama de mãe enquanto me fode forte como um macho, e quero sentir quando você gozar dentro, que o macho que me enche de leite é meu filho.
– Eu sei que essa Promíscua vai te procurar até te foder de novo. Se eu descobrir ou te pegar, corto suas bolas, me ouviu? Agora vamos, que preciso mais do meu homem antes que eu termine castrando ele.
Ela disse, rindo, me levando pro quarto dela. No quarto, ela se despiu completamente, veio até mim, me despiu, me pegou pela mão, me levou até a cama e lá me empurrou com uma das mãos no meu peito. Caí na cama e ela subiu de quatro, depois se ajoelhou na cama apontando a bunda linda dela na direção do meu rosto. Eu não resisti e enfiei meu rosto na racha dela e comecei a chupar a buceta e o cu dela de um jeito que a fazia enlouquecer e dar gritos desesperados. –Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Meu Deeeeeus Marioooo Siiiiim Assiiim Aiiii Siiiiim Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii!
Continuei chupando a buceta dela sem parar, dava umas lapadas enormes – Você vai me negar essa bucetinha de novo, mamãe? Eu perguntava e enfiava a língua na buceta dela, fazendo ela explodir.
–Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeeus Nããão Marioooo Como Ééé Que Vou Te Negar Issoooo Siiiiim Você Tááá Me Comendoooo Assiiim Céuuuu Vamoooos Amor Continuaaaa Siiim Continuaaaa Assiiim Que Tôóó Pertooo Papaiiiii Tôóó Quase Gozandoooo Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gritava sem parar de gemer, anunciando o orgasmo dela, o orgasmo dela tava tão perto que eu nem percebi que de repente minha mãe explodiu gemendo sem parar.
–Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeeus Santooo Filhoooo Tôóó Morrendo Deeee Prazerrrr Meu Deeeeus Tôóó Gozandoooo Tôóó Gozandoooo Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Depois do orgasmo, ela se joga na cama de bruços, vira a cabeça e olha pra mim – Tá esperando o quê, acha que vou me contentar com você só comendo minha buceta? Sobe em cima de mim e me fode logo, preciso de você dentro de mim, amor. Ela falou entre mandona e carinhosa ao mesmo tempo, eu não me fiz de rogado, mas não fiz do jeito que ela queria. Virei ela bruscamente de quatro, fui encaixando a pica e enfiei no cu, cravando com força.
– Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Meu Deeeus, Filho da Puuuta, Dóiiii, Assiiim Nããão, Márioooo! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii!
Ela reclamou de dor, e quando vi que doeu de verdade, diminuí o ritmo e comecei a meter devagar, mas ela continuava reclamando muito. Então tive que enfiar na buceta dela, aí sim peguei o ritmo e ela começou a gemer.
– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeus, Issooo, Agoraaa Simmm, Continuaaa Assiiim, Amoooor, Me Fodeee Assiiim! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gemia ao sentir eu estourando a buceta dela, mas meu rosto não estava completamente feliz, e ela percebeu, sabia o motivo daquela tristeza. Ela tirou minha pica da buceta dela com a mão, me empurrando quando eu desencravei, e pediu pra eu deitar – Mario, quero que você foda meu cu, mas eu vou ditar o ritmo, senão você vai me destruir. Ela disse subindo em cima de mim, pegou minha pica com a mão e guiou pro cu dela, depois começou a descer devagar.
– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Viu, amor, assim sim, fode meu cu, viu como eu gozo pra você, gostoso? Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gemia se movendo, marcando o ritmo da foda, e eu, já cansado de ficar passivo aos desejos dela, peguei ela pela cintura. Ela se assustou porque pensou que eu ia foder com força.—Não espera, amor, vai passar da mão, vai me machucar, papai.
Ele me dizia, mas eu ignorei, tava muito tarado e comecei a meter devagarzinho nela. Ela aceitou, abrindo mais as pernas, e de repente...– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Deeeeus Siiiiii Céuuuuu Assiiim Me Deixaaa Loucaaaa Marioooo Vocêee Éeee O Meelhor Sozinhooo Vocêeee Me Comeee Gostosooo Amoooor Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Ela dizia gemendo que nem porca
– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siiiiii Assiiim Céuuuuu Assiiim Dáiii pra Mamãe Assiiim Comeeee a Mamãe Assiiim Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!



Ela dizia gemendo, entrando num orgasmo que se intensificou quando fiquei duro, ela sabia que eu tava chegando, ia gozar, e explodi que nem um cavalo dentro do cu dela, fazendo ela gritar e ofegar.



– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeus Siiiiim Siiiiim Siiiiim Gooza Deeeenntro Do Meu Cú Siiiiim Siiiiim Meu Machooo Siiiiim Do Jeiito Que Eu Gooosto De Fooodar Cooom Meu Filhooo Ele É Meu Machooo Meu Únicoooo Machooo Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gritava, se desmanchando de tanto gozar junto comigo, caiu na cama, virou, me puxou pelo pescoço, montou em cima de mim e devorou minha boca num beijo de língua apaixonado que durou até os dois caírem na cama sem ar, ofegantes. Depois, ela apoiou a cabeça no meu peito, me dando beijinhos, e começou uma conversa gostosa.
– Meu Deus, Mario, como você tá agora, hein, filho? Transa como um garanhão. – Ela disse, sorrindo.
– Gostou? – Perguntei, olhando fixo pra ela. Ela ficou um tempinho em silêncio até que...
– Meu Deus, se gostei? Você me pergunta se gostei, Mario? Você me tem escravizada pra você, amor. Ninguém nunca me fez sentir o que você acabou de me fazer sentir. – Ela disse. Eu beijei os lábios dela, quis pular em cima dela pra foder de novo, mas já não tinha mais forças.
– Calma, amor, vai com calma, você precisa descansar. Olha, desde que cheguei a gente tá fodendo. Você não é uma máquina. Vou preparar o jantar, não se engana com essa história de juventude, você é um ser humano, tem energia, mas também se cansa. Vai com calma, a gente vai arrumar um tempo pra gente. – Ela disse, e antes de levantarmos, me olhou e perguntou:
– Por que aquela Promiscuous te ligou, te esquentando os ouvidos pra foder? Você não andou esquentando as orelhas dela antes, por acaso?
– Bom, Mãe, vou te falar a verdade. Eu tava mandando mensagem pra ela uns dias atrás, mandava fotos do meu pau, vídeos me masturbando e gozando, porque eu queria comer ela na casa dela pra o vô ver a gente. Assim as contas ficariam acertadas com ele, porque eu tenho ele na mira e quero me vingar do que ele me fez.
Ela me olhou séria. quase puta da vida –Mario, a única responsável pelo que aconteceu fui eu. Perdi a cabeça pela história que tivemos entre ele e eu, e eu mesma te descartei como um papel higiênico. Ainda bem que sua raiva me fez cair na real e eu consegui raciocinar. Não quero te perder, então decidi escolher você. Ou você não me comeu a noite inteira? Quando acordei, tive que passar pomada na buceta porque ficou vermelha e irritada, ardia. E com tudo que ele era capaz de me foder, isso ele nunca conseguiu. Por isso você é meu homem, meu macho, meu amor. Para de ter esse ressentimento que tá te fazendo tão mal, filho. Vamos aproveitar o nosso ao máximo. Não pensa mais em vingança. Ela me dizia de repente. Minha mãe me olhou fixo nos olhos, ia me dizer alguma coisa, com certeza. Era um olhar estranho. –Mario, me escuta: se você concretizar sua vingança contra o vovô, acha que a gente vai poder ser uma família normal de novo? Ele já sabe da nossa história e talvez a gente possa fazer reuniões de família. Porque, caso você não saiba, eu pedi pra ele não vir mais aqui em casa nem tentar me ver em outro lugar pra evitar problemas com você. E além disso, eu queria ser fiel a você a partir de agora. –Mãe, isso até poderia ser, mas se te machuca saber que vou foder a Gema, deixa pra lá. Já era, esqueço e pronto. Não quero te ver mal. Já sofremos bastante com tudo isso. Mesmo que isso tenha começado com você e seja toda sua culpa, não quero que você sofra. Falei pra ela ver que eu valorizo ela. Ela me abraçou e me beijou apaixonadamente. –Mario, me come de novo, dessa vez pelo cu. Ela disse, toda tesuda. E bem na hora que ela se ajeitava pra enfiar no cu dela, sentimos que meu pai tava vindo. Eu corri pro meu quarto e ela se vestia rápido antes de descer. Quando eu saía do meu quarto, vi minha mãe saindo já vestida com uma calça e uma blusa justa. Ela vem até mim e sussurra no meu ouvido: –Não pense que isso vai ficar assim. Dessa vez nem seu pai te salva. Então à noite fica preparado que vou te fazer uma visita. Ela diz, olha pra todos os lados e, ao não ver meu pai, me dá um beijo na boca e apertou minha pica. Depois desci pra preparar o jantar. Depois de comer, cada um foi pro seu quarto, mas assim que meu pai pegou no sono, senti a porta do quarto principal se abrir e na hora senti os batidinhas suaves da minha mãe na minha porta, me avisando que tava pronta pra terminar o que ficou pendente. Falei pra ela entrar, parar com o mistério e vir buscar o que veio pedir. Quando ela abriu a porta, fechou e se jogou em cima de mim na minha cama.
— Como assim "vir buscar o que tô pedindo"? Cê podia me dar um beijo, meu amor? Tava te esperando.
Ela falou num tom de reproche e depois me beijou nos lábios. Ao me ver sorrir, se meteu na minha cama, me abraçou e, com um tom meloso:
— Querido, sabe que tem uma coisa que a gente não levou em conta quando combinou pra hoje? E não é que eu tô colocando obstáculo, como você sempre fala, e nem que não quero fazer com você — morro de vontade — mas se você me der pelo cu, vai me fazer gritar muito e pode acordar o moscão. Ela disse se referindo ao meu pai.
— Não vai me dar seu buraquinho? Falei num tom lamentoso.
— Já, amor, a gente vê como faz amanhã. Amanhã a gente tem mais tempo. Por favor, não fica chateado.
Ela falou me implorando pra não ficar bravo. Peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim. Ela, como um robô, abriu as pernas e, me olhando fixo, levou uma mão até a entrepernas, afastou a calcinha fio dental e pegou minha pica pra encaixar na entrada da buceta dela.
— Sim, papai. Agora, amor, me dá seu pau. Me fode que eu te desejo loucamente.
Ela falou toda safada e, sem mais espera, empurrei minha pica com força, penetrei ela toda.
— Aaahhhhh! Aaahhhhh! Aaahhhhh! Aaahhhhh! Deeus, Mário, seu filho da puta! Não tão forte! Que me faz gritar, filho da puta! Aaahhhhh! Aaahhhhh! Aaahhhhh! Aaahhhhh!
Ela disse sem conseguir segurar um gemido alto, e na segunda enfiada, a puta gozou pela primeira vez. Continuei fodendo ela. Ela se jogou em cima de mim com a boca no meu ouvido, gemia, mordia minha orelha. Tava perto do segundo orgasmo e ela, liberada, perdia mais, muito mais, até que... bem baixinho, ele gemia no meu ouvido e dizia:
–Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Siim Papaii Assiim Me Fode Bemm Siim Me Dá Seu Leite Dá Pra Mamãe Dá Carinho Dá Que Tô Gozando De Novoo Tô Gozando Papaii Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh!
Ela começou a atacar minha pica com socos de buceta, batia com a buceta dela na minha pica enquanto mordia os lábios pra não gritar, e conseguiu o que queria quando no último soco de buceta que ela deu, meu gozo jorrou tudo no útero dela, arrancando um gemido profundo enquanto o corpo dela tremia igual gelatina, ela tava gozando como nunca.
–Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! DeusVocê é incrível Mario, como pude te deixar um segundo por ele Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ela dizia gemendo, abafando o gemido devorando minha boca. Depois me olha nos olhos
–Amor, nunca mais vamos brigar, papai. Depois quero te pedir uma coisa íntima porque quero que a gente amplie nosso vínculo, quero que isso seja mais intenso, mais profundo. Ela dizia me dando beijos nos lábios
–Beleza, céu, tenho que voltar pro meu quarto pra seu pai não desconfiar. Deus, que idiota fui, desperdicei aquele fim de semana juntos, porra. Ela reclamava
–Já já, mamãe, a gente vai ter outro momento pra gente.
Falei calmando ela, ela me beija os lábios, tira a pica da buceta, arruma a fio dental e sai me mandando beijos. Assim passou mais uma noite onde a gente recuperou nossa relação, essa seria definitiva, pelo menos.
Eu tava saindo das minhas aulas quando recebo uma mensagem dela.
–Oi, gostosão, cadê você? Ela perguntava toda melosa —Saindo da minha última aula e indo pra casa. Respondi.
—Ah, beleza, amor, tô indo pra casa também, te vejo lá e te conto uma coisa, bebê. Te amo.
Ela disse e uma hora depois a gente se cruzou em casa. Ela me abraçou e comeu minha boca num beijo de língua, depois me levou pros sofás da sala. Eu sentei na poltrona e ela sentou no meu colo, abraçada no meu pescoço.
—Amor, seu pai viaja na quinta de novo. Disse ela.
—Quer que a gente faça uma viagenzinha íntimos, só nós dois, pra te compensar do fim de semana?
Ela falou me acariciando com carinho, e eu beijei ela apertando os peitos dela. Ela mordia meu ombro, abafando os gemidos.
—Quando a gente sairia e pra onde iria? Perguntei. – Seu pai vai embora quinta-feira antes do meio-dia, então a gente vai logo depois que ele for.
– Eu queria que a gente fosse pra praia, mas tá no inverno, então consegui uma cabana linda no meio do mato, é maravilhosa, amor. A gente vai quinta-feira depois que seu pai for e volta segunda-feira à tarde, depois do meio-dia. Eu já pedi folga no trabalho.
Ela disse, já tendo tudo planejado pra gente dar uma escapadinha romântica e compensar tudo que rolou quando o avô veio. Com a mãe, ajeitamos tudo da viagem e na quarta-feira já tínhamos feito as malas e escondido no quarto de hóspedes pra que o pai não desconfiasse. Chegou quinta-feira e, assim que meu pai foi pro aeroporto com a mãe, começamos a tirar as malas do quarto de hóspedes e a empacotar tudo que era necessário em umas sacolas. Ela colocou carnes congeladas e tudo que era comida em uma, e em outra pôs tudo de higiene pessoal e da casa.
Depois começamos a carregar tudo no carro dela e, quando tínhamos tudo dentro, partimos viagem. Passamos quatro dias só no sexo, não nos privamos de nada. No primeiro dia, assim que chegamos, tirei um cochilo e ela me acordou chupando minha pica. Quando abri os olhos, vi ela com minha pica na boca e meu leite escorrendo pelos cantos dos lábios dela. Não hesitei, peguei ela pela cintura, puxei pra perto de mim e comi ela até gozar. E dali em diante não paramos, era só foder e foder e foder até cair mortos de cansaço. Os últimos dois dias foram exclusivamente sexo anal. Me dediquei inteiramente ao cu dela e bati uma pirocada atrás da outra por dois dias. Enquanto voltávamos pra casa, vi que ela estava meio desconfortável sentada dirigindo.
– O que foi, mãe?
Perguntei, e ela me olhou com um sorriso, depois ficou séria e sorriu de novo.
– Alguém com uma pica de cavalo passou dois dias me comendo pelo cu. O que você acha que tá rolando comigo?
Falou num tom de brincadeira, rindo.
– Tá doendo, putinha?
Sussurrei no ouvido dela e comecei a beijar o pescoço dela. Seenojo porque vinha dirigindo
—Porra, tô dirigindo. Quer que a gente se mate? —ela disse, e eu pedi desculpa. Sabia que ela tinha razão, e depois ela se arrependeu do tom tão severo que usou e parou o carro no acostamento.
—Me desculpa, bebê! —disse, e veio me dar um beijo, e a gente ficou de língua por um bom tempo.
—Adoro sentir aquela dorzinha no cu, adoro saber que foi você quem me faz voltar pra casa com a bunda em chamas. Se voltasse atrás, deixaria você arrebentar meu cu de novo por você. Adoro, bebê, e tive meu primeiro orgasmo anal, gozei pela primeira vez enquanto você me comia o cu! —ela disse, e a gente se beijou de novo e seguiu viagem pra casa. Enquanto viajávamos, eu acariciava ela, e ela segurava minha mão com uma das mãos e me acariciava, enquanto com a outra segurava o volante. Quando chegamos em casa, depois de arrumar tudo, nós dois sentimos o desgaste daqueles dois dias que dedicamos a foder o cu dela. Tava mó cansado, os dois, e quando eu ia deitar no meu quarto, ela me pegou pela mão, me parou, balançou a cabeça dizendo que não e me arrastou até o quarto dela, e a gente se deitou pra passar a noite como um casal. No meio da noite, meu pai ligou pra dizer que ia ficar mais uma semana. Aproveitamos aquela interrupção no nosso descanso e fodemos bem gostoso antes de dormir de novo abraçados. Já na semana, a gente acabou ficando sozinhos de novo e foi aí que a gente trepou como nunca antes, onde ela mesma pedia pra eu comer o cu dela ou, no meio da foda, ela mesma levava meu pau pro cu dela. E foi quando, depois de transar, ela resolveu me contar a história dela com o avô.
Quando eles foram embora, começou outra discussão entre a gente sobre o mesmo assunto. Eu acreditei nela até que peguei ela agarrada no telefone. Eram três da manhã, levantei pra beber água, desci pra cozinha e ouvi a voz dela vindo da sala, na verdade, mais os gemidos dela.– Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Issooo! Assiiimmm! Querooo! Assiiim! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!
Eu tava meio dormindo, minha primeira impressão foi de tesão, ao ver minha mãe se masturbando na frente da TV com um filme pornô. Quando percebi o celular e ouvi parte da conversa. Conversa que, sem dúvida, ela tava tendo com o vô, fiquei puto pra caralho. Fui até ela e tirei o aparelho da orelha dela, ela ficou paralisada, com a outra mão ainda brincando com a própria buceta.
– O que cê tá fazendo? – Ela sussurrou.
– Vendo o quão puta e sem vergonha você é, então vou deixar as coisas bem claras.
– Não quero que você ligue mais praquele velho maldito, ou vai me conhecer de verdade, ouviu?!
Larguei minha ameaça contra meu avô, desliguei a chamada e joguei o telefone de lado.
– Mario, isso não é jeito, você não pode me tratar assim. – A raiva me dominou e eu gritei:
– Cala a boca, sua puta do caralho! – E dei um tapa nela.
– Desculpa, mas não aguento mais isso. Você é minha, e só minha. – Me arrependi na hora do gesto.
– Mario, não faz isso de novo. – Ela disse, esfregando o rosto por causa do tapa que eu dei.
Não era meu estilo ficar violento, foi um surto de frustração.
– Não vou fazer de novo, desculpa, mas você me tira do sério, me faz perder a cabeça. Diz como você quer que eu fique? Você me humilha como amante e parceira.
– Não, Mario, isso não é…
– Eu te ouvi, mãe. Não me trata como idiota, eu ouvi bem quando você dizia, entre gemidos, que queria que fosse ele quem te fodesse naquela noite. Eu te fodi, e parece que você só fingiu a noite toda pra me manter contente e calmo.
– Não, filho, isso não é verdade. Naquela noite, eu gozei mais do que em qualquer momento da minha vida. É que eu não consigo evitar, é mais forte…
– Já encheu o saco, Sara. Você me machuca e não tá nem aí. Você tem que tomar uma porra de uma decisão: ou acaba com o vô, ou acaba comigo. Então escolhe, mas escolhe de uma vez. Não me machuca mais. Eu não te fiz nada pra você me tratar desse jeito. Eu te dou tudo que tenho dentro de mim, e você… Você caga nos meus sentimentos, então ou você toma a decisão ou eu tomo, e não vai gostar.
Falei, magoado e muito puto. Fui pro meu quarto. Minha mãe ficou firme no começo, eu ignorei ela completamente, dessa vez ia levar a ameaça até o fim. Ela me pegou de jeito um par de vezes, numa me jogou na cara que eu tinha transado com a Gema, a mulher do vô, que era olho por olho. Não comprei essa, então outra vez partiu pra uma tática passivo-agressiva, me lembrando direto da tal da Promiscuous. Me tirava do sério, mas eu mantinha minha posição, então, furioso, falei pra ela:
– Tanto me lembra dela, vou acabar trazendo ela pro meu quarto pra foder ela de novo, me traz na mente aqueles momentos gostosos quando eu comia ela, mais ainda quando comi ela no carro, ainda lembro de foder ela enquanto eu, pela janela, via vocês talvez conversando na sala, e ao ver você sorrir pro vô naquele instante, gozei dentro daquela buceta perfeita.
Falei de forma lastimosa, ela se enfureceu e gritou comigo:
– Você é um filho da puta, seu merda, te odeio, maldito!
E foi chorando pro quarto dela e nunca mais tocou no assunto da Gema porque sabia que eu era capaz de trazer ela e foder aqui mesmo. Eu mantive minha posição porque eu era o ofendido, dissesse ela o que quisesse. Três dias se passaram e nada de sexo, nem uma punheta eu tinha batido, tava quase cedendo. Mas foi ela quem cedeu. Eu tava em casa, tinha acabado de chegar da faculdade, ainda esperando uma reação de rendição da parte dela. Tive. Quando ela entrou pela porta, umas duas horas antes do horário normal, foi até mim, eu tava na frente da TV. Ela pegou o celular, discou, tudo na minha frente, sem me dar nem um oi, esperou um pouco e falou:
– Pai? Acabou, a gente termina aqui, não vamos mais ficar juntos intimamente, não quero mais nada sexual com você.
Falou assim, do nada. Depois jogou o telefone no meu colo, ouvi a voz do meu avô do outro lado, pedindo... Explicações. Eu tava bem puto, ou melhor, desnorteado, e falei pro velho zoando:
– Game Over, véio! Quer ouvir? E desliguei.
– Espero que você esteja feliz, porque eu não aguento mais, e acho que você também não.
Ela começou a se despir, tava usando o terno e calça que costumava usar pra trabalhar.
– Você me quer só pra você, então tá bom, mas é melhor se comportar como homem, não como criança. Você vai me foder gostoso como fez naquela noite, vamos fazer toda noite e três vezes por dia nos fins de semana. Você vai aprender a atender uma mulher como eu, ou vai crescer uns chifrinhos lindos nessa cabecinha.
Tinha uma certa graça a atitude infantil dela ao me ameaçar daquele jeito.
– Hahahaha, olha quem fala de criança, se comportando como uma quinzeanera imatura!
– O que você quer dizer com isso, maldito?
Perguntou puta porque eu soube enfrentar ela.
– Ora, olha como você age irritada quando quem deveria estar puto era eu. Olha tudo que você me fez e ainda age como se eu tivesse te tirado algo.
– Tá bom, Mário, me desculpa, você tem razão. Eu sou a que tá em dívida com você e quero pagar essa dívida.
Ela disse arrancando o sutiã.
– Não basta isso. Diz que nunca vai ficar com nenhum outro homem, nem o avô, nem o pai, nem ninguém que não seja eu.
Pela primeira vez desde que começamos nossa relação especial, minha mãe tava na minha mão e não o contrário.
– Tá bom, nunca vou ficar com nenhum outro homem, mas você também não com nenhuma gostosa, porque se você quer que eu seja só sua, quero o mesmo de você: que seja só meu.
Ela disse enquanto continuava se despindo, e já tava totalmente pelada, de joelhos na minha frente. Começou a baixar minha calça e depois puxou minha cueca e começou a me chupar ali mesmo. Ela me mamava incrivelmente, e como uma desesperada, enfiava tudo sem diminuir a velocidade, enfiando até a garganta. Era impressionante vê-la assim, pelada, de joelhos na minha frente, engolindo meu pau com uma desesperação tremenda. Depois tirava da boca e lambia desde a base até a ponta. o glande percorrendo toda a base do tronco com a língua até chegar nas minhas bolas, que ele se dedicou a chupar e lamber. nunca tinha sentido ela tão puta. depois de um tempão comendo minhas bolas, ela soltou e voltou a chupar meu pau como uma verdadeira vagabunda de filme pornô. depois de mamar por mais um tempão, ela tira da boca e, me segurando pelos ombros, implorava desesperada:
–Jááá Márioôô, Nãoôô Aguuentoôô Maiiis, Fodeee Meeeee Jááá, Precisooo Queee Vocêêê Metaaa E Me Fodaaa Gostosoo, Atéêê Ficarrr Cheiaaa Deee Leiteeee, Preciso Do Meu Macho Fodedor Fodendooo Miinha Bucetaaa!
Eu pego ela pela mão:
–Vamos pro nosso quarto. Ou não é assim agora? De quem é essa cama de casal?
Falei, levando ela pro quarto dela pra provar meu domínio, e a resposta não demorou:
–Claro que sim, amor, esse vai ser nosso quarto daqui pra frente, e você vai ser o dono dessa cama e desse corpinho.
Disse minha mãe, desenhando a silhueta do corpo dela com as mãos, passando sobre aquelas curvas fabulosas. Subimos pro quarto dela e, assim que entramos, ela me abraçou e me beijou, e com voz melosa me pergunta:
–Como você me quer? Por cima de mim ou de putinha?
Pego ela pela cintura, levando pra cama, e falei:
–Do jeito que for, vou te dar o que você tanto quer, e eu também tô morrendo de vontade de te foder até te deixar sem ar, pra você sentir o homem que tem do teu lado e aprender a valorizar.
E fui deitando ela na cama, e ela mesma acabou escolhendo a posição, porque assim que eu a deitei na cama larga de casal, ela se virou de bruços e começou a se levantar inclinada até ficar de quatro na cama, levantando aquele rabo lindo, deixando ele bem empinado. Eu fui subindo na cama e me coloquei atrás dela, de joelhos, me ajeitei pra meter, peguei ela pela cintura e empurrei com força minha cintura, enterrando todo o meu pau de uma só vez, e de repente o que se ouviu primeiro foi:
–Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Siiim, Fiiinalmenteee! Siiiiim, Aaaaal Fiiiiim Teeee Sintoooooo Dentroooo de Miiiiim Siiiiim
Deus do Cééééu Siiiiim Mário Siiiiim Meeee Fodeee Assiiiiim Siiiiim
Aiii Meu Amoooor Siiiiim
Comooo Eu Gostoooo Queee Meee Fodaaaaa
Tuuaaa Picaaaa Meeee Deixaaaa Loucaaaa
Comooo Tuu Meee Deixaaa Me Fodeee Queee Eu Amoooo Sentiiir Aaa Picaaaa
Doo Meu Filhooo Fodendoooo Meu Bucetaaaão ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh!
A primeira coisa que se ouviu foram seus gemidos altos de prazer, além disso ela começou a rebolar a bunda acompanhando minhas estocadas fortes enquanto não parava de gemer
–¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! Deeeus
Maaais Mário Maaais Me Fodeee Maaais Siiiiim Céééu
Comooo Eu Gostoooo Tuuaaa Picaaaa Céééu Me Fodeee Fodeee a Mamãe Siiiiim Mário
Me Dáááá Forteee Me Fodeee Forteee Siiiiim ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh! ¡Ahhhhhhh!
E ao sentir o gozo dela transmitido pelos seus gemidos altos de mulher no cio, aumentei a velocidade das minhas estocadas fazendo sentir naquele quarto o som do choque dos nossos corpos, dava pra ouvir claramente os
¡Plop! , ¡Plop! , ¡Plop! , ¡Plop! , ¡Plop! , ¡Plop!
Enquanto atacávamos nossos corpos um contra o outro, porque quando eu a estocava ela me estocava com a bunda, fazendo uma foda intensa e sincronizada entre nós dois, e aquela foda me venceu e não aguentei mais, ficamos fodendo por mais de meia hora e enfiando fundo, gozo bem no fundo da buceta dela, arrancando dela um orgasmo avassalador
–¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Deeeus Siiiiim Mário Siiiiim Comooo Tuu Me Faz Gozaaaar Sua Porraaa Dentrooo da Minha Bucetaaa ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhhhhhhhhhh!
E finalmente ela cai completamente ofegante sem forças na cama, e eu caio sobre ela ainda com meu pau dentro dela, estávamos os dois tentando recuperar o ar, muito ofegantes, mas me vem à mente o que ela me disse antes de foder: que se eu a queria só pra mim, deveria me comportar como um homem não come como criança, então assim que peguei meu segundo fôlego sem dar tempo dela se recuperar, peguei ela pela cintura e falei –Então quer que eu me comporte como homem? Vou te mostrar, sua putinha, que não sou nenhum moleque! E ela, sabendo o que vinha quando eu falava assim, disse –Ai, meu amor, por que você não dá uma descansadinha, assim me pega mais recuperadinho. E eu olho pra ela por trás e respondo –Não queria um homem? Vou te dar um homem, sua porca vagabunda! E sem dizer mais nada, comecei a meter nela de novo, enfiando e tirando meu pau da buceta dela com a mesma intensidade de antes –Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Meu Deeeus Marioooo De Ondeee Tiraaa Essa Vitalidaaade Papaiii Deeeus Como Fodeee Deeeus Santo Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Comecei a foder ela com muita força, fazia ela gritar que nem louca, nunca tinha visto ela gozar assim, se soubesse que ela curtia esse rolê de foder forte, teria comido ela assim há muito tempo e talvez ela não tivesse caído naquela porra do avô, pela primeira vez via ela se sentindo fodida e completamente satisfeita, então continuei fodendo ela do jeito que ela tanto amava e ela não parava de gemer e pedir mais e mais, que eu fodesse ela, que ela era minha única mulher, então continuei dando sem parar, fodendo ela como se não houvesse amanhã, era como se saciar a fome sexual daquela gostosa dependesse da minha vida, e enquanto eu fodia ela, minha mãe virou a cabeça pra mim e entre gemidos disse –Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Siiim Me Fode Assiiim Meu Sementaaal Assiiim Marioooo Sou Sua Céu Me Fode Sou Sua Putaaa Sua Vadiiiia O Queee Quiser Meu Amooor Quero Tudo Mas Ao Seu Lado e Com Seu Pau Dentro Da Minha Buceta Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Tava quase gozando de novo, mas dessa vez não queria fazer tão cedo, queria durar mais, isso sem contar que já faz mais de 20 minutos que a gente tá fodendo. De novo desde a primeira fodida, assim que parei de meter e esperei um pouco, esperando que ela me implorasse. Talvez também tenha sido meu ego inflado por ter aquela mulher tão desejada por mim nas minhas mãos, e ela não demorou pra implorar pela minha pica, porque rapidamente ouvi a voz dela me dizer:
— Mario, minha vida, por que você parou bem agora que eu tava quase no meu céuzinho, bem na hora que eu ia gozar pela terceira vez desde que você começou a me foder de novo?!
Ela me atualizava sobre os orgasmos que eu tirava dela em cada fodida. Era inacreditável o poder que eu tinha sobre ela, ela tava completamente entregue a mim. Na real, eu parei pra dar uma relaxada antes do que vinha, e fiz questão de avisar:
— Parei um pouco porque precisava de forças, porque agora vem o melhor.
Falei, segurando ela pela cintura e dizendo com voz grave:
— Agora no seu cu, porca!
Falei e fui enfiando devagar até a metade da minha pica dentro do cu dela, e aí enfiei tudo de uma vez, cravando o resto.
— Uyyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Deeeus Mariooo, você me parte, Deeeus, me parte! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy!
Ela gritava numa mistura de dor e prazer. Eu percebia que ela tava gostando porque depois de um tempo começou a rebolar, acompanhando minha metida. Ficamos assim por mais uns 20 minutos, e ela já tava gemendo que nem uma puta, pedindo pica no cu.
— Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Sim, Mariooo, assim, maaais, me dá maaais, assim pelo cuuu, sim, meu machooo, vamos, me dá maaais, que já vou gozar, papai! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh!
Ela gemia, anunciando que tava tendo mais um orgasmo. Já perdi a conta de quantos eu tirei dela desde que começamos a foder, mas como eu gostava quando ela começava a gemir enquanto gozava. Era algo sensacional sentir ela gemir enquanto o corpo todo começava a se eletrificar, presa daquela força do prazer indescritível.
— Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Deeeus, Mariooo, como você me fode, Deeus! Santo Meu, Corro Marioooo
Meu Corroooo ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh!
E poucos segundos depois que o orgasmo dela começou, eu gozo dentro do cu dela, fazendo ela explodir em outro orgasmo seguido, que termina com ela desabando de novo na cama, ofegante, toda agitada, tentando recuperar o fôlego, exausta total. E eu também caí exausto em cima dela, com a pica ainda enfiada no cu dela, ela sentia minha pica perdendo a dureza lá dentro.
– Ahhhh, Meu Deus, Mario, como você me fode, meu amor, me deixa tão satisfeita, vou ser sua pra sempre, nunca mais vou arriscar te perder, você é meu homem, meu tudo, te amo, amor, olha só como fiquei cheia de leite na buceta e no cu, os dois buracos transbordando de leite, e nem vou contar os orgasmos que você arrancou de mim em cada fodida, você é o homem mais cobiçado pelas mulheres e é só meu.
Ela disse isso, se virou pra mim e me beijou os lábios com paixão, a língua dela entrou na minha boca, inquieta, procurando a minha língua pra se enroscar e brincar entre as duas. As mãos dela também não ficaram paradas, acariciaram meu corpo todo, assim como as minhas faziam no corpo dela, era pura paixão entre nós, começávamos uma nova etapa na nossa relação incestuosa.
Depois daquela tarde fodendo com ela, comecei a desenvolver uns gostos mais pesados com ela a partir daquele dia, tipo as metidas no cu, e uns tapas na cara e, principalmente, nas nádegas, até uma linguagem mais obscena. Mas nesse último sentido, sempre preferi chamar ela de mamãe, puta ou coisas assim, mas dessa vez não consegui me segurar e chamei ela de porca, vaca ou puta, porque tava muito excitado e com o ciúme ainda latejando, que foi se dissolvendo naquela sessão de sexo quase selvagem entre nós dois.Foram umas gozadas muito boas aquelas que demos a tarde toda, passamos a tarde transando, com o celular tocando, recebendo ligações sem parar do avô. E nisso, ela, cansada do barulho do celular, atendeu e colocou no viva-voz pra eu ouvir, já que nada mais ficaria escondido entre nós.Mamãe: –Oi, sim, quem tá falando?! Respondeu de mal jeito.
Vovô: –Sou eu, Sara, sou eu. Podemos conversar? Não entendo por que você tá terminando com a gente?
Mamãe: –Simples, pai, a gente terminou porque eu tô com o Mario e quero que continue assim, se for preciso pra sempre, e não só pelo sexo. Eu amo ele loucamente, até o que sinto por ele é muito mais forte do que senti quando me apaixonei pelo meu marido. Eu amo ele de alma e é essencial ter ele por perto pra beijar, acariciar, amar do jeito que só eu sei amar.
Minha mãe respondeu, suavizando tudo que sente por mim.
Vovô: –Qual é, Sara, para de merda, por favor. Vai me dizer que tá perdidamente apaixonada pelo seu filho e que essa tesão – porque é isso que é – vai ser mais forte do que o que vivemos esses anos? Você tá afim do garoto porque ele é jovem e viril, mas não acho que ele te coma como eu, disso tenho certeza. Ninguém consegue igualar tudo que vivemos na cama.
Enquanto meu avô falava tudo isso, o rosto da minha mãe foi se transformando de raiva que tava tomando conta.
Mamãe: –Pai, me escuta primeiro: tesão é no teu cu. Eu amo o Mario de alma e ele também me dá tesão do jeito que me fode com aquela potência que você nunca vai ter nem nunca teve! E segundo, sobre a cama, você tem razão nisso: ele não consegue te igualar…
Ela fez uma pausa, e eu quase desabei, mas quando a tristeza ia voltar a reinar em mim, ouvi a voz salvadora da minha mãe que inflou meu ego como um balão de aniversário.Mamãe:– Você tem razão, ele não te supera na cama, sabe por quê, pai? Porque naquela noite que ele tomou seu lugar, porque o Mario te superou, você não faz ideia de como ele me fode, me fez esquecer de você e de qualquer outro homem. E nem vou falar quando ele me comeu no cu, aquela primeira vez me viciou em sexo anal com aquela pica dura e linda dele!
Ela disse quase gritando de raiva.
Vovô: – Vai pra merda, sua puta maldita!
Meu avô gritou com fúria, e minha mãe me surpreendeu, sem se abalar, devolvendo o insulto.
Mamãe: – Vai você, seu velho impotente, admite logo, sem os comprimidos você não é nada! Vovô: Maldita raposa, você ter feito isso pelo cu com ela e não comigo, isso eu nunca vou te perdoar, Sara!
Gritou o velho, que não conseguia aceitar que minha mãe tivesse me dado a virgindade anal dela.
Mãe: – Não me perdoa? Então, papai, deixa eu te dizer uma coisa: minha buceta não foi a única que o Mario desvirginou naquele dia, seu velho corno.
Ela gritou irritada, desligou na cara dele e me abraçou chorando, e eu a consolei e abracei, enrolando ela nos meus braços.
Eu: – Por que você falou da Gema, sua puta? Perguntei.
– Você ouviu o que aquele maldito velho disse pra mim!
– Sim, mãe, é porque foi isso que você foi pra ele todo esse tempo. Por algo ele não conseguiu entender o que você sente por mim, nem o que nós dois sentimos quando estamos juntos.
Falei, e quando ia beijá-la, fui surpreendido pelos lábios dela se fundindo aos meus, e a língua dela invadiu minha boca pra se enroscar na minha língua, e então ela disse:
– Te amo, Mario. Como lamento ter caído naquela tarde nas mãos daquele velho e ter te machucado. Ainda bem que naquela noite você me disputou até o fim e acabou ficando comigo. Nunca vou esquecer aquela noite em que você me comeu em cima da escrivaninha do seu quarto, sem nos importarmos com nada nem ninguém, só éramos eu e você. Você não sabe como estou feliz de estar nos seus braços, Mario.
Depois disso, eu sei que ela cortou todos os laços, e que é fiel a mim num sentido quase pervertido da palavra. Sei que sou o único com quem ela transa e que meu pai voltou a ficar desconfiado por causa da seca sexual, mas não me importo. Desde então, ela é só minha. Mas, além de saber que era só minha, eu queria acertar as contas com meu avô, e isso aconteceu sem querer, porque quando eu estava pensando em ligar pra Gema, recebi uma ligação dela bem na hora em que minha mãe acabava de sair do banho e ouviu claramente a voz da Gema no celular quando ela disse:
– Oi, garanhão, sabe que ontem à noite sonhei com você, com o tesão que a gente passou no provador e como você me comeu dentro do carro? Acordei toda molhadinha, tive que ir no banheiro me trocar e me aliviar. porque me deu uma certa vergonha ter sonhado com um machão como você e acordar do lado de um velhaco como o Eduardo Jijiji.
– Não me bastavam os dedos pra simular o tamanho do seu pau.
E a mãe, completamente furiosa, veio na minha direção com uma cara que não trazia nada de bom, apoiou o celular na orelha e ouviu o seguinte da Gema:
– Mario, eu sei que é uma loucura, mas quero que você me foda de novo, preciso de você, ninguém me come como você.
– Me escuta, sua puta Promíscua, esse lugar tá ocupado, então vai cuidar do meu pai e deixa o Mario em paz, ou vai me conhecer de verdade, me ouviu?
Ela disse, puta da vida de um jeito terrível, desligou, jogou meu celular no sofá e, me encarando, disse:
– E o que você tem a me dizer sobre isso?
– Sara, é que ela ligou.
– E você não desligou? Queria inflar o ego com as putarias que essa rabuda tava falando? – disse ela, ciumenta.
– Para de me chamar pelo meu nome, caralho, que me faz sentir todo esse teu ressentimento toda vez que te ouço me chamar assim, me destrói. Vamos fazer alguma coisa, ainda falta tempo pro teu pai chegar, então vamos pro meu quarto e me chama como sempre, mas com teu pau dentro de mim. Mario, me excita quando você me chama de mãe enquanto me fode forte como um macho, e quero sentir quando você gozar dentro, que o macho que me enche de leite é meu filho.
– Eu sei que essa Promíscua vai te procurar até te foder de novo. Se eu descobrir ou te pegar, corto suas bolas, me ouviu? Agora vamos, que preciso mais do meu homem antes que eu termine castrando ele.
Ela disse, rindo, me levando pro quarto dela. No quarto, ela se despiu completamente, veio até mim, me despiu, me pegou pela mão, me levou até a cama e lá me empurrou com uma das mãos no meu peito. Caí na cama e ela subiu de quatro, depois se ajoelhou na cama apontando a bunda linda dela na direção do meu rosto. Eu não resisti e enfiei meu rosto na racha dela e comecei a chupar a buceta e o cu dela de um jeito que a fazia enlouquecer e dar gritos desesperados. –Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Meu Deeeeeus Marioooo Siiiiim Assiiim Aiiii Siiiiim Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii! Aaaaiiiiiii!
Continuei chupando a buceta dela sem parar, dava umas lapadas enormes – Você vai me negar essa bucetinha de novo, mamãe? Eu perguntava e enfiava a língua na buceta dela, fazendo ela explodir.
–Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeeus Nããão Marioooo Como Ééé Que Vou Te Negar Issoooo Siiiiim Você Tááá Me Comendoooo Assiiim Céuuuu Vamoooos Amor Continuaaaa Siiim Continuaaaa Assiiim Que Tôóó Pertooo Papaiiiii Tôóó Quase Gozandoooo Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gritava sem parar de gemer, anunciando o orgasmo dela, o orgasmo dela tava tão perto que eu nem percebi que de repente minha mãe explodiu gemendo sem parar.
–Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeeus Santooo Filhoooo Tôóó Morrendo Deeee Prazerrrr Meu Deeeeus Tôóó Gozandoooo Tôóó Gozandoooo Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Depois do orgasmo, ela se joga na cama de bruços, vira a cabeça e olha pra mim – Tá esperando o quê, acha que vou me contentar com você só comendo minha buceta? Sobe em cima de mim e me fode logo, preciso de você dentro de mim, amor. Ela falou entre mandona e carinhosa ao mesmo tempo, eu não me fiz de rogado, mas não fiz do jeito que ela queria. Virei ela bruscamente de quatro, fui encaixando a pica e enfiei no cu, cravando com força. – Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Meu Deeeus, Filho da Puuuta, Dóiiii, Assiiim Nããão, Márioooo! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii!
Ela reclamou de dor, e quando vi que doeu de verdade, diminuí o ritmo e comecei a meter devagar, mas ela continuava reclamando muito. Então tive que enfiar na buceta dela, aí sim peguei o ritmo e ela começou a gemer.
– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeus, Issooo, Agoraaa Simmm, Continuaaa Assiiim, Amoooor, Me Fodeee Assiiim! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gemia ao sentir eu estourando a buceta dela, mas meu rosto não estava completamente feliz, e ela percebeu, sabia o motivo daquela tristeza. Ela tirou minha pica da buceta dela com a mão, me empurrando quando eu desencravei, e pediu pra eu deitar – Mario, quero que você foda meu cu, mas eu vou ditar o ritmo, senão você vai me destruir. Ela disse subindo em cima de mim, pegou minha pica com a mão e guiou pro cu dela, depois começou a descer devagar.
– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Viu, amor, assim sim, fode meu cu, viu como eu gozo pra você, gostoso? Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gemia se movendo, marcando o ritmo da foda, e eu, já cansado de ficar passivo aos desejos dela, peguei ela pela cintura. Ela se assustou porque pensou que eu ia foder com força.—Não espera, amor, vai passar da mão, vai me machucar, papai.
Ele me dizia, mas eu ignorei, tava muito tarado e comecei a meter devagarzinho nela. Ela aceitou, abrindo mais as pernas, e de repente...– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Deeeeus Siiiiii Céuuuuu Assiiim Me Deixaaa Loucaaaa Marioooo Vocêee Éeee O Meelhor Sozinhooo Vocêeee Me Comeee Gostosooo Amoooor Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Ela dizia gemendo que nem porca
– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siiiiii Assiiim Céuuuuu Assiiim Dáiii pra Mamãe Assiiim Comeeee a Mamãe Assiiim Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!



Ela dizia gemendo, entrando num orgasmo que se intensificou quando fiquei duro, ela sabia que eu tava chegando, ia gozar, e explodi que nem um cavalo dentro do cu dela, fazendo ela gritar e ofegar.



– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeus Siiiiim Siiiiim Siiiiim Gooza Deeeenntro Do Meu Cú Siiiiim Siiiiim Meu Machooo Siiiiim Do Jeiito Que Eu Gooosto De Fooodar Cooom Meu Filhooo Ele É Meu Machooo Meu Únicoooo Machooo Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gritava, se desmanchando de tanto gozar junto comigo, caiu na cama, virou, me puxou pelo pescoço, montou em cima de mim e devorou minha boca num beijo de língua apaixonado que durou até os dois caírem na cama sem ar, ofegantes. Depois, ela apoiou a cabeça no meu peito, me dando beijinhos, e começou uma conversa gostosa.
– Meu Deus, Mario, como você tá agora, hein, filho? Transa como um garanhão. – Ela disse, sorrindo.
– Gostou? – Perguntei, olhando fixo pra ela. Ela ficou um tempinho em silêncio até que...
– Meu Deus, se gostei? Você me pergunta se gostei, Mario? Você me tem escravizada pra você, amor. Ninguém nunca me fez sentir o que você acabou de me fazer sentir. – Ela disse. Eu beijei os lábios dela, quis pular em cima dela pra foder de novo, mas já não tinha mais forças.
– Calma, amor, vai com calma, você precisa descansar. Olha, desde que cheguei a gente tá fodendo. Você não é uma máquina. Vou preparar o jantar, não se engana com essa história de juventude, você é um ser humano, tem energia, mas também se cansa. Vai com calma, a gente vai arrumar um tempo pra gente. – Ela disse, e antes de levantarmos, me olhou e perguntou:
– Por que aquela Promiscuous te ligou, te esquentando os ouvidos pra foder? Você não andou esquentando as orelhas dela antes, por acaso?
– Bom, Mãe, vou te falar a verdade. Eu tava mandando mensagem pra ela uns dias atrás, mandava fotos do meu pau, vídeos me masturbando e gozando, porque eu queria comer ela na casa dela pra o vô ver a gente. Assim as contas ficariam acertadas com ele, porque eu tenho ele na mira e quero me vingar do que ele me fez.
Ela me olhou séria. quase puta da vida –Mario, a única responsável pelo que aconteceu fui eu. Perdi a cabeça pela história que tivemos entre ele e eu, e eu mesma te descartei como um papel higiênico. Ainda bem que sua raiva me fez cair na real e eu consegui raciocinar. Não quero te perder, então decidi escolher você. Ou você não me comeu a noite inteira? Quando acordei, tive que passar pomada na buceta porque ficou vermelha e irritada, ardia. E com tudo que ele era capaz de me foder, isso ele nunca conseguiu. Por isso você é meu homem, meu macho, meu amor. Para de ter esse ressentimento que tá te fazendo tão mal, filho. Vamos aproveitar o nosso ao máximo. Não pensa mais em vingança. Ela me dizia de repente. Minha mãe me olhou fixo nos olhos, ia me dizer alguma coisa, com certeza. Era um olhar estranho. –Mario, me escuta: se você concretizar sua vingança contra o vovô, acha que a gente vai poder ser uma família normal de novo? Ele já sabe da nossa história e talvez a gente possa fazer reuniões de família. Porque, caso você não saiba, eu pedi pra ele não vir mais aqui em casa nem tentar me ver em outro lugar pra evitar problemas com você. E além disso, eu queria ser fiel a você a partir de agora. –Mãe, isso até poderia ser, mas se te machuca saber que vou foder a Gema, deixa pra lá. Já era, esqueço e pronto. Não quero te ver mal. Já sofremos bastante com tudo isso. Mesmo que isso tenha começado com você e seja toda sua culpa, não quero que você sofra. Falei pra ela ver que eu valorizo ela. Ela me abraçou e me beijou apaixonadamente. –Mario, me come de novo, dessa vez pelo cu. Ela disse, toda tesuda. E bem na hora que ela se ajeitava pra enfiar no cu dela, sentimos que meu pai tava vindo. Eu corri pro meu quarto e ela se vestia rápido antes de descer. Quando eu saía do meu quarto, vi minha mãe saindo já vestida com uma calça e uma blusa justa. Ela vem até mim e sussurra no meu ouvido: –Não pense que isso vai ficar assim. Dessa vez nem seu pai te salva. Então à noite fica preparado que vou te fazer uma visita. Ela diz, olha pra todos os lados e, ao não ver meu pai, me dá um beijo na boca e apertou minha pica. Depois desci pra preparar o jantar. Depois de comer, cada um foi pro seu quarto, mas assim que meu pai pegou no sono, senti a porta do quarto principal se abrir e na hora senti os batidinhas suaves da minha mãe na minha porta, me avisando que tava pronta pra terminar o que ficou pendente. Falei pra ela entrar, parar com o mistério e vir buscar o que veio pedir. Quando ela abriu a porta, fechou e se jogou em cima de mim na minha cama.
— Como assim "vir buscar o que tô pedindo"? Cê podia me dar um beijo, meu amor? Tava te esperando.
Ela falou num tom de reproche e depois me beijou nos lábios. Ao me ver sorrir, se meteu na minha cama, me abraçou e, com um tom meloso:
— Querido, sabe que tem uma coisa que a gente não levou em conta quando combinou pra hoje? E não é que eu tô colocando obstáculo, como você sempre fala, e nem que não quero fazer com você — morro de vontade — mas se você me der pelo cu, vai me fazer gritar muito e pode acordar o moscão. Ela disse se referindo ao meu pai.
— Não vai me dar seu buraquinho? Falei num tom lamentoso.
— Já, amor, a gente vê como faz amanhã. Amanhã a gente tem mais tempo. Por favor, não fica chateado.
Ela falou me implorando pra não ficar bravo. Peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim. Ela, como um robô, abriu as pernas e, me olhando fixo, levou uma mão até a entrepernas, afastou a calcinha fio dental e pegou minha pica pra encaixar na entrada da buceta dela.
— Sim, papai. Agora, amor, me dá seu pau. Me fode que eu te desejo loucamente.
Ela falou toda safada e, sem mais espera, empurrei minha pica com força, penetrei ela toda.
— Aaahhhhh! Aaahhhhh! Aaahhhhh! Aaahhhhh! Deeus, Mário, seu filho da puta! Não tão forte! Que me faz gritar, filho da puta! Aaahhhhh! Aaahhhhh! Aaahhhhh! Aaahhhhh!
Ela disse sem conseguir segurar um gemido alto, e na segunda enfiada, a puta gozou pela primeira vez. Continuei fodendo ela. Ela se jogou em cima de mim com a boca no meu ouvido, gemia, mordia minha orelha. Tava perto do segundo orgasmo e ela, liberada, perdia mais, muito mais, até que... bem baixinho, ele gemia no meu ouvido e dizia:
–Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Siim Papaii Assiim Me Fode Bemm Siim Me Dá Seu Leite Dá Pra Mamãe Dá Carinho Dá Que Tô Gozando De Novoo Tô Gozando Papaii Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh!
Ela começou a atacar minha pica com socos de buceta, batia com a buceta dela na minha pica enquanto mordia os lábios pra não gritar, e conseguiu o que queria quando no último soco de buceta que ela deu, meu gozo jorrou tudo no útero dela, arrancando um gemido profundo enquanto o corpo dela tremia igual gelatina, ela tava gozando como nunca.
–Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! DeusVocê é incrível Mario, como pude te deixar um segundo por ele Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ela dizia gemendo, abafando o gemido devorando minha boca. Depois me olha nos olhos
–Amor, nunca mais vamos brigar, papai. Depois quero te pedir uma coisa íntima porque quero que a gente amplie nosso vínculo, quero que isso seja mais intenso, mais profundo. Ela dizia me dando beijos nos lábios
–Beleza, céu, tenho que voltar pro meu quarto pra seu pai não desconfiar. Deus, que idiota fui, desperdicei aquele fim de semana juntos, porra. Ela reclamava
–Já já, mamãe, a gente vai ter outro momento pra gente.
Falei calmando ela, ela me beija os lábios, tira a pica da buceta, arruma a fio dental e sai me mandando beijos. Assim passou mais uma noite onde a gente recuperou nossa relação, essa seria definitiva, pelo menos.
Eu tava saindo das minhas aulas quando recebo uma mensagem dela.
–Oi, gostosão, cadê você? Ela perguntava toda melosa —Saindo da minha última aula e indo pra casa. Respondi.
—Ah, beleza, amor, tô indo pra casa também, te vejo lá e te conto uma coisa, bebê. Te amo.
Ela disse e uma hora depois a gente se cruzou em casa. Ela me abraçou e comeu minha boca num beijo de língua, depois me levou pros sofás da sala. Eu sentei na poltrona e ela sentou no meu colo, abraçada no meu pescoço.
—Amor, seu pai viaja na quinta de novo. Disse ela.
—Quer que a gente faça uma viagenzinha íntimos, só nós dois, pra te compensar do fim de semana?
Ela falou me acariciando com carinho, e eu beijei ela apertando os peitos dela. Ela mordia meu ombro, abafando os gemidos.
—Quando a gente sairia e pra onde iria? Perguntei. – Seu pai vai embora quinta-feira antes do meio-dia, então a gente vai logo depois que ele for.
– Eu queria que a gente fosse pra praia, mas tá no inverno, então consegui uma cabana linda no meio do mato, é maravilhosa, amor. A gente vai quinta-feira depois que seu pai for e volta segunda-feira à tarde, depois do meio-dia. Eu já pedi folga no trabalho.
Ela disse, já tendo tudo planejado pra gente dar uma escapadinha romântica e compensar tudo que rolou quando o avô veio. Com a mãe, ajeitamos tudo da viagem e na quarta-feira já tínhamos feito as malas e escondido no quarto de hóspedes pra que o pai não desconfiasse. Chegou quinta-feira e, assim que meu pai foi pro aeroporto com a mãe, começamos a tirar as malas do quarto de hóspedes e a empacotar tudo que era necessário em umas sacolas. Ela colocou carnes congeladas e tudo que era comida em uma, e em outra pôs tudo de higiene pessoal e da casa.
Depois começamos a carregar tudo no carro dela e, quando tínhamos tudo dentro, partimos viagem. Passamos quatro dias só no sexo, não nos privamos de nada. No primeiro dia, assim que chegamos, tirei um cochilo e ela me acordou chupando minha pica. Quando abri os olhos, vi ela com minha pica na boca e meu leite escorrendo pelos cantos dos lábios dela. Não hesitei, peguei ela pela cintura, puxei pra perto de mim e comi ela até gozar. E dali em diante não paramos, era só foder e foder e foder até cair mortos de cansaço. Os últimos dois dias foram exclusivamente sexo anal. Me dediquei inteiramente ao cu dela e bati uma pirocada atrás da outra por dois dias. Enquanto voltávamos pra casa, vi que ela estava meio desconfortável sentada dirigindo.
– O que foi, mãe?
Perguntei, e ela me olhou com um sorriso, depois ficou séria e sorriu de novo.
– Alguém com uma pica de cavalo passou dois dias me comendo pelo cu. O que você acha que tá rolando comigo?
Falou num tom de brincadeira, rindo.
– Tá doendo, putinha?
Sussurrei no ouvido dela e comecei a beijar o pescoço dela. Seenojo porque vinha dirigindo
—Porra, tô dirigindo. Quer que a gente se mate? —ela disse, e eu pedi desculpa. Sabia que ela tinha razão, e depois ela se arrependeu do tom tão severo que usou e parou o carro no acostamento.
—Me desculpa, bebê! —disse, e veio me dar um beijo, e a gente ficou de língua por um bom tempo.
—Adoro sentir aquela dorzinha no cu, adoro saber que foi você quem me faz voltar pra casa com a bunda em chamas. Se voltasse atrás, deixaria você arrebentar meu cu de novo por você. Adoro, bebê, e tive meu primeiro orgasmo anal, gozei pela primeira vez enquanto você me comia o cu! —ela disse, e a gente se beijou de novo e seguiu viagem pra casa. Enquanto viajávamos, eu acariciava ela, e ela segurava minha mão com uma das mãos e me acariciava, enquanto com a outra segurava o volante. Quando chegamos em casa, depois de arrumar tudo, nós dois sentimos o desgaste daqueles dois dias que dedicamos a foder o cu dela. Tava mó cansado, os dois, e quando eu ia deitar no meu quarto, ela me pegou pela mão, me parou, balançou a cabeça dizendo que não e me arrastou até o quarto dela, e a gente se deitou pra passar a noite como um casal. No meio da noite, meu pai ligou pra dizer que ia ficar mais uma semana. Aproveitamos aquela interrupção no nosso descanso e fodemos bem gostoso antes de dormir de novo abraçados. Já na semana, a gente acabou ficando sozinhos de novo e foi aí que a gente trepou como nunca antes, onde ela mesma pedia pra eu comer o cu dela ou, no meio da foda, ela mesma levava meu pau pro cu dela. E foi quando, depois de transar, ela resolveu me contar a história dela com o avô.
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