Perdido na Buceta da Mamãe 3 - 2026

Perdido com a Mamãe 3 Edição 2026

O toque do celular me acordou, como toda segunda-feira de manhã. Mesmo sendo sete e meia, desci animado pra cozinha, minha mãe estava lá, tomando um café. Agarrei ela por trás assim que a vi, ela me afastou um segundo antes do meu pai entrar na cozinha, ajustando a gravata.

O café da manhã foi rápido, e quase ninguém falou. Minha mãe foi a primeira a sair, uns dois minutos depois meu pai. Eu juntei minhas coisas e fui pra estação do trem pra chegar na faculdade. Tinha imaginado que assim que chegássemos em casa, eu e a mamãe poderíamos dar vazão a todos os nossos desejos, mas enquanto o trem chacoalhava nos trilhos, percebi que a rotina ia ser um obstáculo difícil de quebrar.

Antes das oito da manhã, todo mundo já tinha saído de casa. Minha mãe costumava ser a primeira. Depois, eu ficava na faculdade até as três e meia, comia lá e muitas tardes ficava na biblioteca. Não adiantava nada passar a tarde em casa, porque minha mãe só chegava depois das seis, e mais ou menos meia hora depois aparecia meu pai.

Na quarta-feira, eu já tava subindo pelas paredes, mal tinha conseguido roubar uns amassos e beijos da minha mãe. Ela percebeu minha situação e, naquela manhã, antes do despertador tocar, ela me acordou com um carinho.

– Mamãe?

Entreabri meus olhos sonolentos e vi ela. Tava usando uma regata azul bem clara, as alças do sutiã se enroscavam com as da camiseta. Da cintura pra baixo, só vestia uma calcinha, um pouco mais comprida que as dos dias anteriores, cobrindo mais da metade da bunda. Era bonita, amarela.

– O que foi, dormi demais? Me sentei na cama e esfreguei os olhos, tateei o celular em cima da mesinha pra ver as horas, eram seis.

– Não, calma. Ela tirou o telefone da minha mão e colocou de volta no lugar.

– Já que nos últimos dois dias não tivemos um momento só pra gente, resolvi roubar um tempinho do Dia, não vai se importar de acordar cedo? Ela se inclinou sobre mim e me beijou.

— De jeito nenhum. Respondi quando os lábios dela se afastaram, já estava quase acordado de vez, embora achasse que talvez fosse tudo um sonho.

— Papai?

— Seu pai ainda está dormindo, então não podemos fazer barulho. Ela puxou a roupa de cama pra longe de mim. Viu o volume na minha calça de pijama.

— Não sou tão boa assim, então imagino que você acorde sempre desse jeito.

— Bom, já que estamos nessa, vamos aproveitar.

Minhas mãos começaram a explorar o corpo dela, tirei a camiseta e ela ficou só de sutiã, era amarelo, igual à calcinha fio dental.

Ela subiu na cama, sentou sobre os joelhos, em cima das minhas pernas, nos beijamos, foi o beijo mais longo que já tivemos até hoje. Nossas línguas se procuravam, se enroscavam e se separavam, quando nos afastamos quase faltava ar.

Ela baixou um pouco meu pijama, por cima da minha cueca já aparecia meu pau. Quando ficou livre, apontou pro teto, minha mãe lambeu a mão direita e levou até meu rabo, começou a me masturbar devagar.

— Me diz, amor, como você tá lidando? Ela me olhava nos olhos de cima, ficava por cima de mim, mesmo eu estando meio inclinado.

— Isso, muito bem. Eu amava o toque da pele dela, a massagem que ela fazia no meu pau era puro êxtase.

— Tô falando de tudo. Sei que esses dias não consegui ficar com você tanto quanto a gente queria.

Eu concordei, se dependesse de mim, a gente não teria saído da cama.

— Mas com o trabalho e seu pai, não achei que fosse ser tão difícil, pra ser sincera. Mas não se preocupa, vou garantir que a gente se divirta tanto quanto eu prometi.

— Não me importo de acordar cedo todo dia, mãe. Fiz ela rir.

— Acho que não vai ser necessário, mas hoje a gente vai aproveitar.

Ela se inclinou pra trás e, quase em câmera lenta, se dobrou sobre mim, até que a boca dela caiu no meu pau. Fechou os lábios bem antes do primeiro contato, então foi um beijo, depois a língua dela rodeou a ponta num movimento rápido.

Eu me segurava no Gozei com força enquanto ela já engolia meu pau. Minha mãe estava com o cabelo preso num rabo de cavalo, não resisti a passar a mão naquela rabuda enquanto a cabeça dela subia e descia. Não puxei o cabelo dela, nem aumentei o ritmo do boquete, porque até então minha mãe não tinha dado sinais de que curtia sexo pesado e, francamente, eu não queria de jeito nenhum machucá-la sem querer. No entanto, tive que dar um puxãozinho pra avisar que estava prestes a gozar, ela parou o boquete, me olhou.

— Dá pra segurar mais um pouco?

A mão esquerda dela já estava dentro da calcinha há um tempo, mas eu não percebi que ela estava se tocando até ela se sentar de novo.

— Claro, vamos. Fiz menção de me levantar, ela me parou.

— Eu por cima, meu filho. Ela tirou a tanga, eu peguei, levei ao nariz e aspirei o cheiro dela.

— Que porco você é.

Ela se agachou por um segundo, pegou meu pau e apontou, depois foi descendo devagar. A penetração foi mais fundo que na primeira vez, no banheiro da casa da vó, ou pelo menos me deu essa sensação.

Ela se ajoelhou de novo, aquela posição era mais confortável pra ela. Minha mãe procurou minhas mãos, eu tentava tirar o sutiã dela, ela as levou até os quadris.

Ela começou a se mexer, leve, com uma mistura de vai e vem e sobe e desce. Era maravilhoso ter o rebolado hipnótico da minha mãe em cima de mim, acariciei o corpo todo dela.

Ela teve o controle o tempo todo, marcou o ritmo. Quando chegou perto do orgasmo, se mexeu mais rápido, dava pulinhos em cima de mim, a bunda dura dela batia leve nas minhas pernas. Eu gozei primeiro, minha mãe aproveitou minha ereção até o fim, ela continuou se mexendo até chegar ao orgasmo, dessa vez fez mais barulho que na casa da vó, mesmo assim acho que meu pai não nos ouviu.

— Muito bem, meu filho. Ela se debruçou sobre mim e me beijou.

— Vou tomar um banho que estou atrasada. Me deu uns tapinhas no peito. e se levantou.

—Vamos tomar banho juntos? —perguntei sorrindo.

—Outro dia, querido.

Ela se levantou e vestiu a camiseta, esticou até cobrir metade da bunda e use a palavra: buceta, cheia do meu cum. Saiu do meu quarto com cuidado, olhando pra ver se tinha alguém. Deixou a tanguinha no meu quarto, guardei numa gaveta da minha escrivaninha, achei engraçado e excitante ter aquela peça dela guardada pra meu uso e prazer, naquela mesma tarde rolou uma punheta com elas.

Às vezes eu achava mais prazer no jogo do que na ação, embora minha mãe ainda tivesse umas surpresas guardadas pra mim. Meu pai naquele dia foi o último a acordar, não tinha percebido nada. Não me preocupava muito com ele, preferia afastar qualquer pensamento da minha mente, o que eu fazia com minha mãe era uma traição direta a ele, mas não queria parar.

Meu pai, aliás, se chama Juan Carlos, é um cara legal, advogado de carreira, trabalha numa empresa multinacional, no departamento jurídico. O resto do dia foi uma repetição da rotina normal, todos nos encontramos em casa pro jantar.

Minha mãe tinha preparado alguma coisa, e eu, com a desculpa de ajudar, aproveitando que meu pai tinha que revisar umas coisas do trabalho, fiquei enchendo o saco dela com carinho. Sentei à mesa com um tesão danado, minha mãe na frente, ela também tava animada, porque o pé descalço dela logo começou a subir pela minha perna, dei acesso livre pro meu pacote pra ela ficar apalpando. Meu pai teve que levantar a voz pra gente prestar atenção, tínhamos nos abstraído completamente.

—Então é isso, tenho que ir pra Londres amanhã. Eu tinha perdido o começo da conversa.

—Amanhã já? —Minha mãe rapidamente voltou a atenção, e a cabeça pro meu pai, o pé dela continuava em cima de mim.

—Não tem jeito, o Peláez não pode, então vou ter que assumir eu mesmo.

—Que ruim ser chefe. —comentei sarcástico.

—O ruim é ser chefe e ter um chefe, filho. —me respondeu meu pai.

—O caso é que já que eu Vou ficar lá até sexta, sinto que seja tão corrido, mas não tem outro jeito. Amanhã você me leva no aeroporto e fica com o carro. Ela disse pra mim, eu concordei.

— Podia vir e a gente passar o fim de semana em Londres, querido. Ele estendeu a mão e pegou na da minha mãe, senti uma pontada de ciúme, ela percebeu, ou foi o que me pareceu.

— Não sei, também tenho um monte de coisas pra fazer.

Ela se soltou dele e me olhou, o olhar dela acalmou a expressão de raiva que tinha aparecido no meu rosto. Meu pai pareceu meio abatido pelo resto do jantar, eu, pelo contrário, estava feliz. Sem ele em casa, a gente finalmente podia dar vazão a todas as nossas fantasias, eu e minha mãe. Embora eu não fantasiava além de poder transar com ela quando quisesse, algo me dizia que ela tinha ideias melhores. Na manhã seguinte, minha mãe não apareceu no meu quarto, normal, já que meu pai tinha acordado cedo. Deixei tudo pronto, feliz, levei a mala dele pro carro, tentei me segurar, mas não dava pra evitar estar animado com a partida dele.

Ele continuava calado, mas não dei muita bola. Ele dirigiu até o aeroporto e tirou o sorriso da minha cara com uma pergunta:

— Mario, quando ele me chamava pelo nome, não era bom sinal. Tô meio preocupado…

— Tô indo bem na escola, bom, podia ir melhor, mas passo em tudo com certeza. Cortei ele, convencido de que era por aí que a conversa ia, meu pai cobrava muito nos estudos.

— Não é isso. É sua mãe. Me deu um cagaço.

— Não sei como dizer isso, ele não podia saber de nada.
— Outro dia, quando fomos na casa da vó, você e ela passaram um tempão juntos e…, merda.
— A gente pegou um engarrafamento de manhã, ele olhou nos meus olhos, me deu medo.

— Percebeu alguma coisa estranha nela? Ela ficava muito no celular ou falou com alguém? Neguei.

— É que tô preocupado que ela possa estar com alguém. Você sabe de alguma coisa? Qualquer coisa.

Fiquei uns segundos em silêncio, me acalmando do susto inicial, e pensando numa resposta. Claro que ia mentir pra ela, mas queria fazer do melhor jeito possível.

—Não se preocupa, pai, a mamãe te ama. Olhei pra fila de carros que começava a andar.

—Ela não tá por aí com qualquer um. Isso não era mentira de todo.

—Espero que você esteja certo. A gente se mexia de novo.

—Mesmo assim, quero que você fique de olho esses dias, pode ser paranoia minha, mas agradeceria. Além disso, fico mais tranquilo, cuida da sua mãe e, bom, você sabe.

Assenti, e com um tapinha no ombro, tranquilizador, apunhalei meu pai, virei um Édipo completo. Me despedi dele no terminal e, dirigindo, fui até a universidade. Era o único dos meus colegas sem carro, principalmente porque meus pais achavam que era uma responsabilidade que eu tinha que merecer. Quando me viram chegar, na berlina de luxo do meu pai, um amigo aplaudiu sarcasticamente.

—Como você se vira, larga duas e ganha um carrão.

Ri da piada do Adrian.

—Pois é, menos. Saí me achando.

—É o carro do meu pai. Admiti.

—Imagino. Vamos pra dentro.

Segui ele pra um dia de aula sonolento. Pareceu eterno, só olhando pro relógio, morria de vontade de voltar pra casa. Finalmente deu a hora de sair, meus amigos me chamaram pra tomar umas cervejas, recusei o convite. Dirigi direto pra casa, meu pai tinha me escrito umas duas horas antes pra dizer que já tinha chegado. Me encontrei sozinho em casa, sozinho e com tesão, bati uma punheta com a calcinha fio dental da minha mãe, aquela noite tinha dormido debaixo do meu travesseiro, ainda tava lá.

Minha mãe demorou mais de uma hora pra chegar, assim que entrou em casa, caí em cima dela. Tinha acabado de ouvir a porta, me apressei pro andar de baixo, pulei os três últimos degraus, podia ter pulado todos. Peguei ela pela cintura e praticamente levantei. Busquei os lábios dela, e encontrei, junto com a língua. Deixei ela no chão, ela se pendurou no meu pescoço. Ficamos uns dois minutos comendo as bocas um do outro feito adolescentes. Comecei a colocar minhas mãos por baixo da roupa dela, apalpando seu corpo firme.

– Deixa um pouco pra depois. Ela se afastou de mim por um segundo.

– Vamos com calma, que a gente tem dois dias.

– Tô com muita vontade, mãe. Avancei na direção dela.

– Tá bom, me dá pelo menos um segundo, que eu preciso respirar. Ela deixou a jaqueta no cabideiro.

– Acabei de chegar do trabalho, preciso descansar um pouco, vou tomar um banho e a gente continua.

Ela me deu um beijinho e subiu as escadas. Me lançou um olhar que era praticamente um convite pra eu segui-la.

Subi as escadas atrás dela, entramos no banheiro principal, onde ficava a única banheira da casa, além de um chuveiro de hidromassagem. Ela me pediu pra ajudá-la a se despir. A primeira coisa que fez foi tirar os saltos, nossas alturas se igualaram, e agora eu ficava um pouco mais alto. Ela começou a desabotoar a blusa, eu só olhava até aquele momento.

– Me ajuda com a calça.

Me abaixei e abri a calça dela. Estava bem justinha, como já disse, minha mãe era uma mulher de poucas curvas, magra e com cara de modelo, mas a roupa que usava sempre ficava colada no corpo, e assim, com um pouco de esforço, fui deixando suas pernas longas no ar. Quando a calça ficou amassada nos tornozelos, ela só deu um passo pro lado, já estava com a blusa totalmente desabotoada, mas ainda a vestia.

– Continua. Ela disse com uma voz melosa.

Minhas mãos subiram acariciando a pele dela, até ficarem de novo na altura do quadril. Ela tava usando uma tanga, preta, de fio, algo me dizia que ela tinha escolhido aquilo pra mim. Do jeito que deu, peguei e puxei, salivei diante da imagem da buceta dela, aqueles lábios grandes que eu adorava. Não resisti e dei um beijo, bem molhado.

– Não começa, que eu só quero tomar um banho. Ela mentia e brincava comigo.

– Deixa eu te limpar com lambidas.

– Não, quero tomar um banho relaxante, depois a gente brinca.

Ela adorava me negar, manter o controle. Não importava muito o que ela dissesse, tudo aquilo era um jogo. sem fim. Ela virou as costas pra mim, tirei a blusa dela e beijei seu pescoço. Soltei o sutiã, ela abriu a torneira, a água começou a encher a banheira. Peguei nos peitos dela, belisquei os mamilos por trás. A água subia de nível, ela se desvencilhou de mim e colocou o pé direito, com cuidado, testando a temperatura. Devia estar do gosto dela, porque logo entrou completamente, num movimento gracioso, talvez um pouco exagerado, e se afundou.

– Vai ficar aí só olhando? – ela me perguntou.

– Se puder – respondi, com uma ereção bem marcada.

– Faz algo melhor, esfrega minhas costas.

Ela me estendeu a esponja. Fiz isso, arregaçando as mangas, comecei a acariciar as costas dela. Tratei com cuidado o pescoço, afastando o cabelo que já tinha molhado, depois de mergulhar a cabeça na água. Passei para os ombros, que massageei com toda a habilidade que pude, ela gemia de prazer baixinho.

Desci ainda mais, e mais, até esquecer da esponja e começar a sentir as nádegas dela na minha mão, totalmente submersa. Meus dedos chegaram a uma área sensível, a água batia quase no meu ombro, minha mãe estava se levantando, apoiada na banheira, meio que pra me dar acesso ali. Confundi o buraco que procurava, ela se remexeu por um segundo. Molhou minha camiseta.

– Desculpa, querido, mas por aí não é.

Eu ri. Comecei a me despir, num instante fiquei sem roupa. Ela me olhava com uma cara que sabia que me enlouquecia, ainda era minha mãe, mas a expressão era de uma menina inocente, no rosto magnificamente conservado de quarenta anos. Chutei as roupas pra longe e me ajoelhei perto da banheira.

– Nem pense em entrar, não cabe nós dois.

Ela tinha adivinhado minhas intenções. Embora provavelmente coubéssemos, um em cima do outro, não entrei. Em vez disso, procurei um banquinho pequeno que sabia que minha mãe tinha pro chuveiro de hidromassagem. Encontrei e coloquei perto da banheira, a posição era perfeita.

Minha mãe tinha fechado os olhos e se esticado, agora sim dava a impressão de estar só curtindo o banho. Não fosse porque, com... Fingindo, eu entreabria os olhos pra me olhar, podia ter deixado ela em paz. Mas sabia que ela queria que eu continuasse, então minha mão se molhou de novo, dessa vez desci pela frente, acariciando os peitos dela, até encontrar a buceta dela.
Eu a esquentei, ainda sem enfiar os dedos, com tapinhas e carícias, ela ronronava sem olhar. Meu anelar foi o primeiro explorador lá dentro, que tava tão molhado quanto por fora, o ronronar aumentou de volume. Ela não começou a gemer até eu colocar mais um dedo na penetração. Aí ela começou um movimento cadenciado com os quadris, se ajustando ao brinquedo dos meus dedos.
Meu polegar acariciava o clitóris dela e ela gemia com mais vontade, era a vez que eu mais tinha ouvido ela gozar. Ela agarrou minha mão pelo pulso, dentro da água, pra eu não parar de masturbá-la. Ela teve um orgasmo, um sonoro, o primeiro, e ainda durante o clímax, pra me enlouquecer, gritou meu nome. Ela abriu os olhos de novo, pra me olhar, reparou na minha ereção enorme.
Ela tirou a mão dela e me fez uma punheta, gozei na água, e em parte no peito dela. – Pronto, deixa eu terminar o banho. – Ela limpou meu esperma com a mão. Com a outra mão fez um gesto pra eu sair. Saí do banheiro, pegando minha roupa antes de sair. Esperei ela na sala vendo TV, na verdade só olhando sem prestar atenção. Minha mãe apareceu na sala, vestindo o modelito típico de andar em casa, uma camiseta e umas leggings, me baixou um pouco a libido. Sentou do meu lado, sem falar nada, ficou vidrada no programa antes do jornal.

– Já já a gente janta.

Disse ela sem tirar os olhos das notícias que começavam.

– E depois? Perguntei sorrindo que nem um idiota.

– Depois dormir. Respondeu brincando.

– Vamos fazer, na cama de vocês, né?

– Sim, mas fica um pouco calmo, que isso é especial porque seu pai tá fora, quando ele estiver em casa você vai ter que se segurar.

– Já tinha me segurado três dias e não aguentava mais.
– Aliás. Lembrei
– Pai Ele me disse pra ficar de olho em você. Soltei como se fosse nada.

– Como assim? – Ela exclamou irritada, não entendi a reação dela, pra ser sincero.

– É que ele acha que você tá metida em alguma enrascada, hoje de manhã no carro ele deixou isso escapar.

– Filho da puta, então você tem que me vigiar. Ela continuava furiosa.

– Esse homem é um idiota, sou eu que tenho motivos de sobra e ele vem com essa...

Eu ri, minha mãe exagerava na reação, ainda mais sabendo que meu pai estava certo.

– O que te dá tanta graça? – Ela perguntou.

– Porra, mãe, é que a gente se comeu, então, é isso.

– E daí? – A raiva virou pra mim num segundo.

– Eu não sou nenhuma piranha que sai dando pra todo bicho vivo.

– Bom, no carro você soltou a história toda de que tava precisando. Retruquei.

– Imagino que a coisa vem de longe, sendo você uma mulher tão gostosa e tal, eu entendo ele.

– Mario, nunca fui infiel ao seu pai com qualquer um. Ela disse, bem séria.

– O que a gente fez é algo único. E me parece que se você continuar sendo tão idiota, ele vai gozar logo. Ela se levantou e foi em direção à cozinha.

– Mãe, não fica brava. Ela tinha feito a pior ameaça possível.

– Se eu soubesse, não teria te contado nada.

– Não é culpa sua. Ela parou no meio do caminho e se virou pra me olhar.

– Mas não devia ter graça, se seu pai desconfiar de algo, se ele descobrir alguma coisa. Eu assenti.

– Vou preparar o jantar.

Ela se trancou na cozinha, preferi deixá-la em paz por um tempo, tinha pisado na bola. Sempre acontecia quando eu abria a boca, com minha tia na cidade, agora com minha mãe, tinha que aprender quando calar a boca. Minha mãe me avisou quando o jantar ficou pronto, dessa vez não teve pé debaixo da mesa, nem animação nenhuma, nem conversa. Fiquei em silêncio até terminarmos, minha mãe ainda parecia chateada, se desculpou e foi pro quarto.

Eu me joguei, desanimado, na frente da TV, por ter cagado tudo ia ficar sem foder ela. Lá pelas onze, como não tinha nada pra valesse a pena ver, subi as escadas. Passei pela porta fechada do quarto de casal, segui pro meu quarto. Parei antes de chegar e voltei, bati na porta umas duas vezes.
Não houve resposta, era cedo, ou pelo menos não tarde o suficiente pra ela estar dormindo, entrei com cuidado. –Desculpa. –Falei ao mesmo tempo que abria a porta. Minha mãe estava em cima da cama, lendo, com os óculos dela, num conjunto sugestivo de lingerie vermelha. Fiquei besta olhando pra ela, percorrendo o corpo dela com os olhos. O sutiã e a calcinha eram de renda, ela usava também uma cinta-liga combinando com o resto, e meias presas nela.

–Demorou mesmo. Ela comentou.

–Já pensei que não vinha.

–Não tá brava? Perguntei com cuidado.

–Um pouco, mas prefiro não pensar nisso agora. Ela tirou os óculos.

–Tá gostando? Ela perguntou sobre a roupa, eu assenti.

–Seu pai não curte vermelho, prefere preto.

–Pior pra ele. Eu mordia o lábio inferior e esfregava o volume.

–Pode colocar os óculos de novo? Ela fez isso, olhou pra mim por cima deles.

–Assim você dá um tesão, mãe, estilo professora gostosa. Ela riu.

–Suas preocupações duram pouco, meu filho.

A verdade é que eu já não ligava pra mais nada além dela.

–Vem cá, que vou te passar uns deveres. Eu me aproximei.

–Vai me fazer um cunnilingus, sabe como, igual outro dia, mas dessa vez até o fim.

–Até amanhã se quiser. Falei e me joguei na cama.

–Tira a roupa, bobo, que vamos fazer mais coisas e não quero perder um minuto quando começarmos.

Obedeci minha mãe, em tudo. Fiquei peladão, a buceta tava durona, mas isso não importava na hora. Importava tirar da minha mãe aquela calcinha de renda vermelha linda, soltando a cinta-liga das meias pretas, pra depois que elas passaram, amarrar de novo. Minha mãe perguntou por que eu tava colocando de volta, falei que me dava mais tesão daquele jeito.
Ela tinha a Buceta perfeitamente raspada, sem um único fio de pelo. Comecei beijando a parte interna das coxas dela, subindo bem devagar. Cheguei na buceta dela, acariciei por fora com minha língua, saboreando cada centímetro. Terminei afundando minha cara entre as pernas dela e me dediquei nos dez minutos seguintes a dar todo o prazer que ela pediu, e mais um pouco. Minha mãe gozou, mas mesmo assim continuou apertando minha cabeça contra ela, então eu segui e segui. A segunda vez foi melhor, a buceta dela ficou encharcada pra caralho, e ela puxou meu cabelo pra afastar minha cabeça. No momento em que me separei, uma onda do fluxo dela molhou os lençóis.
– Isso foi muito bom, meu filho.
– Minha mãe se abanou com a mão, estava meio acalorada.

– Agora é sua vez, fica confortável.

Deitei de barriga pra cima na cama, ou melhor, pau pra cima. Já estava quase duro de tudo, não demorei muito pra ter uma ereção de campeão, bastou o roçar dos lábios dela. A língua dela tão incrível quanto no carro, eu tava morrendo de prazer. Ela chupou minhas bolas e ali eu falei chega, gozei. Sujei a cara dela, ela nem se mexeu, continuou me mamando até eu soltar a última gota.

– Porra, mãe, não consegui me segurar. Confessei.

– Calma, querido. Ela levou as gotas que tinha no rosto aos lábios, depois passou a língua.

– Vou te limpar e a gente vai dormir, que amanhã tem que acordar cedo.

Minha mãe deixou meu pau brilhando, e quando terminou eu fiz menção de levantar e ela me parou. Me levou pra debaixo dos lençóis, dormimos abraçados. No meio da noite acordei, meio desorientado, ela tava de costas pra mim, me aproximei, ela ainda estava de lingerie, eu pelado, me esfreguei na bunda dela, demorei pra pegar no sono de novo.

De manhã, me encontrei sozinho na cama quando o despertador tocou, por um segundo achei que tudo tinha sido um sonho. Depois comecei a procurar minha mãe. Encontrei ela no chuveiro, sem dizer nada, entrei junto. Fizemos amor debaixo da água, peguei ela por trás atrás, contra o box do chuveiro, foi uma foda rápida e com o único propósito de sair do banho mais sujos do que entramos.
O resto do dia não teve novidade, até que nos encontramos de novo em casa sozinhos. Deitamos na cama dela, dessa vez pulamos as preliminares pra ir direto ao assunto. No meio da tarde, ela montava em mim como uma amazona, com movimentos fortes de quadril, inundando o quarto de casal com o som do sexo entre mãe e filho. Era a terceira foda do dia, contando a do chuveiro, gozamos quase ao mesmo tempo, começávamos a nos coordenar perfeitamente.

–De quatro a próxima. –Falei quando já estava meio recuperado, estávamos largados na cama pelados, numa tarde de sexta.

–Quer me foder como uma putinha?

Ela pegou na minha pica e começou a me masturbar. O celular dela tocou no criado-mudo.

–É seu pai. –Ela mostrou a tela.
–Fica quietinha.

–Sim, putinha.

Eu lati com tom grave enquanto ela atendia.

–Amor, como vai?

Ela ainda segurava minha pica, e tive a ideia de mexer a mão dela pelo pulso.

–Já passou, tá tudo bem. –Ela continuou bombeando, me olhando com cara de promíscua.

–Dando uma força pro Mario com uma coisa, um probleminha, mas parece que tá complicando a cada momento.
Minha pica ficava dura mais rápido a cada segundo que ela mantinha meu pai no telefone.

–Com certeza posso cuidar disso, entre nós dois resolvemos. –Eu assenti rindo em silêncio, tava divertido e com tesão.

–Até terça? Sentimos sua falta, sim, de verdade, não sei o que vamos fazer sem você no fim de semana.

Fiquei tão empolgado que quase comecei a pular na cama, mas em vez disso tive uma ideia pior.

–Fica de quatro.

Sussurrei no ouvido livre da minha mãe. Depois de um segundo de dúvida, ela se colocou na posição que pedi, bom, mais ou menos de três, ainda segurava o telefone. Ela me ofereceu a bunda e eu parti pra beijar aquelas nádegas magníficas, estavam duríssimas e ao mesmo tempo de Uma redondez perfeita. Me apoiei sobre meus joelhos, em cima da cama, e esfreguei meu pau entre as bandas dela, senti a umidade da buceta na primeira passada, mas fiz mais uns movimentos antes de enfiar.
Minha mãe continuava conversando com meu pai, estava mais carinhosa, a gente tinha tido uma conversa bem rápida sobre isso, ela ia tentar afastar as dúvidas do meu pai sobre a fidelidade dela, me lembrou que eu tinha que entrar na onda e não ficar com ciúmes.
Aceitei com uma condição: que todo dia a gente tivesse um tempo só nosso, não importava se meu pai tivesse em casa ou não. Meu pau deslizava dentro da minha mãe sem dificuldade, tava perfeitamente lubrificada, tão quente quanto eu. Fiquei mais ousado conforme a conversa avançava e dei uns tapas nela que fizeram ela virar o rosto pra me olhar.
No calor do momento, me deixei levar, minha mãe ainda tava no telefone e eu tava fodendo ela cada vez mais forte.
Ela desligou apressada, segurando os gemidos, e a gente se entregou ao quarto momento de prazer combinado do dia. Como era sexta, depois de um jantar rápido, a gente foi pra cama de novo. Não conseguíamos parar de foder, achei que não ia sobreviver ao fim de semana, não naquele ritmo.
As coisas não podiam estar melhores, a gente tava se divertindo pra caralho, até meio-dia de sábado. Bateram na porta, por sorte a gente tava numa pausa. Minha mãe foi atender, eu tava na sala, reconheci as vozes. Era meu avô, o pai da minha mãe, Eduardo, e a mulher dele, vinte anos mais nova que ele, da idade da minha mãe, Gema.
Meu avô se abraçou com minha mãe, o cabelo prateado dele aparecia por cima da cabeça dela, ele tava bem conservado pros sessenta e quatro anos. –Mario, como tá meu neto? –Tô bem, vô. Apertamos as mãos, todo mundo fala que pareço com meu avô, olhando ele de frente, tirando os olhos, um pouco mais claros, e umas manchas na pele, além da diferença de idade, era verdade que a gente se parecia. Um par de beijos na Gema, minha mãe e ela estavam tensos. O vovô pegou a mulher dele pela cintura, eu tava com a mão na bunda da minha mãe, todo mundo sorrindo.

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