Perdido com a Mamãe 2 Edição 2026
Com o temporal que tava caindo, ninguém saía da casa da minha avó. Na real, nem tava tão ruim assim lá. Meu tio Paco, o irmão mais velho do meu pai, que também morava na vila, tinha reformado o lugar fazia só dois anos.
A velha cozinha econômica tinha sido trocada por uma caldeira decente, e isso era de agradecer. Não passei uma noite ruim, mas demorei pra pegar no sono, em parte por causa do meu primo Luis e sua verborragia, e em parte lembrando do que rolou com a minha mãe no carro.
Naquela manhã, bem cedo, na casa só estávamos: minha avó, claro, minha tia Paula, irmã mais nova do meu pai, meu primo Luis, filho dela, meus pais e eu.
Minha tia tinha se divorciado fazia cinco anos, já tinha tirado o luto, segundo Luis. Pelo que ele dizia, a mãe saía toda semana com um grupo de divorciadas e solteironas. A tia Paula tinha quarenta anos, algumas ruguinhas no rosto, pele morena e cabelo pintado de loiro. Ela é baixinha, não mais que um metro e sessenta, curvilínea e com um peitão bem grande.
Esse último detalhe me chamou mais atenção durante o aniversário. Como o Luis dizia, ela tava um pouco mais soltinha e usava uns decotes bem pronunciados.
Meu primo levava numa boa toda essa história da mãe querer dar uma virada alegre na vida. Ele também se dava bem com o pai, que tinha casado de novo, com uma mulher que já tinha filhos. Enfim, Luis era um doido varrido, uma piada constante. Dava pra falar com ele sobre qualquer coisa, por pior que fosse, que você terminava com um sorriso.
Meu primo dizia que a gente não precisava se ver muito, ele e eu, assim a gente se importava menos em fazer papel de trouxa um na frente do outro. Minha tia acompanhou minha avó centenária até a cozinha, minha mãe e ela tinham preparado o café da manhã. Meu pai tava no celular em outro quarto naquele momento.
Luis fez palhaçada pra avó, arrancou um sorriso banguela dela e deu dois beijos. Eu também cumprimentei ela com um abraço e uns beijinhos. Ela disse que tinha ficado preocupada. No dia anterior, ela tava felizona que a gente tava tudo junto, aí começou a viajar na maionese falando que ia ser o último aniversário dela, já tava nessa fazia uns dez anos. Depois do café, eu e o Luis nos agasalhamos e fomos dar um rolê pela cidade.
Sendo janeiro, o lugar tava praticamente vazio, era uma cidade pequena e isolada. Mal dava uns dois ou três vizinhos com mais de sessenta, e um era meu tio Paco, que tinha cinquenta e nove. Ele era prefeito daquela e de vários outros municípios pequenos, quase vilarejos da região, tudo agrupado num consórcio. O padeiro chegou buzinando e os vizinhos foram tudo pra lá, eu e o Luis partimos pros caminhos da infância. Ele acendeu um cigarro e me ofereceu, recusei.
— Porra, a vó, cem anos. Ele deu uma tragada.
— Pois é, é coisa da cidade.—Deve ser isso, mas pra ser sincero, eu aqui morria em dois dias. Eu ri da piada dele. —Tô falando sério, não entendo o cara, nem a Alba.
—O que que tem ela? Se a Ade terminou com o mestre faz pouco tempo.
Fiquei interessado na vida da minha prima peituda, mais do que qualquer outra coisa pra ter um assunto.
—Bom, ela volta pra cidade, com o pai dela. Ela comentou ontem antes de chegarem, os irmãos, como são uns cuzões de marca maior, botaram ela pra foder.
-É assim mesmo, os dois irmãos mais velhos da minha prima eram bem metidos a besta e adoravam olhar todo mundo de cima pra baixo.
—E também te digo, sabendo que a Alba vai estar aqui, não me importaria de vir mais vezes.
-Pois é, quem não lembraria. Lembrando do que tinha rolado com a minha mãe no dia anterior, bem antes de chegar ela falou pra gente ser discreto enquanto estivesse com a família toda, aí me veio uma coisa na cabeça.
—Você comeria a Alba? Se pudesse fazer isso, se soubesse que ela quer tanto quanto você.
- Pois é, a verdade é que sim. Não teve um segundo de dúvida da parte do Luis.
—Sério mesmo? Ela assentiu com o cigarro nos lábios e as mãos nos bolsos procurando calor.
—E a minha mãe, você comeria ela? Resolvi aumentar a aposta.
—Você vai me dar uma surra se eu falar a verdade?. Me negando.
—Sim, cara, desculpa e tal, mas eu comeria ela, ela é muito gostosa e, como te falei ontem à noite, dessa vez ela tem um não sei o quê muito bonito.
- Eu, na real, também comeria a sua.
-Que se foda essa puta. Brincando, ela fingiu que ia me dar um soco.
—São os peitos, antes ela não mostrava e agora anda praticamente com eles pra fora, te entendo. Ela deu de ombros.
—Você comeria a sua mãe, tô falando da sua mãe, sacou? Ele me olhou estranho.
-Porra, isso, isso não pode, filho da puta. Olhei pra ele com uma cara de pressa fingida pra ele responder.
—Você faria isso?
-Sim, sem dúvida nenhuma. Ele devia ter achado que eu tava brincando, mas eu tava falando a mais pura verdade.
-Vamos imaginar o mesmo cenário que com a Alba, responde.
-Pois é, cara, mesmo que nunca fosse a mesma coisa, acho que sim. Ele ficou pensativo por um segundo.
—Se eu sonhar com alguma coisa estranha essa noite, te mato.Caí na gargalhada, continuamos o passeio até que o frio começou a ficar insuportável. De volta na casa da minha avó, a homenageada estava na cozinha, com o resto das mulheres, minha tia, Alba e minha mãe, e além disso já tinha chegado a esposa do meu tio Paco, Juana. Minha mãe não era muito chegada às tarefas domésticas nem à cozinha, ela trabalhava o dia inteiro, então como ela mesma dizia, não ia continuar se matando ao chegar em casa, tínhamos empregada de qualquer jeito, e eu comia na faculdade, então tanto fazia.
Meu tio Paco estava na sala, com meu pai, falando sobre a cidade e tal. Meus outros primos só apareceriam na hora do almoço, o que era bem bom, também iam vir outros parentes mais distantes. O tédio já começava a matar a gente, a televisão era uma porcaria, o sinal ia e vinha, e pra piorar as coisas, Luis e eu já tínhamos esgotado os assuntos pra conversar. Ele foi ajudar na cozinha, e nessa hora minha mãe aproveitou pra escapar. Meu pai e Paco tinham ido ver umas terras. Ao passar pela sala, ela me deu uma olhadinha e eu segui ela. Subimos pro andar de cima, eu mordia o lábio inferior pra segurar a vontade de agarrar a bunda dela enquanto ela rebolava na minha frente na escada.
Já lá em cima, minha mãe entrou no quarto que dividia com meu pai, eu entrei atrás. Com a porta fechada, não consegui segurar a vontade de me jogar em cima dela, tinha fantasiado a noite inteira. Apalpei o corpo dela por cima da roupa, ela se deixava fazer, normal depois do que rolou ontem. Comecei a chupar o pescoço dela, beijos leves e molhados.
— Para, amor, agora não. — Ela me cortou.
— O que foi? — Perguntei, encarando ela.
— Não podemos fazer nada com todo mundo aqui. Tentei beijar ela, ela me esquivou.
— Que não, Mario. — Me deixou meio desanimado, ela percebeu.
— Olha, eu gostei muito do que a gente fez, e vai rolar de novo, mas não na casa da sua avó, pelo amor de Deus, segura um pouco.
Sentei na cama meio desanimado. Dissesse o que dissesse minha mãe, nas minhas calças tinha algo que... Queria ir contra ela.
—Mario, meu filho. Sentou do meu lado.
—O que a gente começou não terminou, nem de longe, mas essas coisas têm que ser levadas com cuidado, e tato. Passou a mão no meu volume.
—Eu também tô morrendo de vontade de repetir, e fazer algo mais dessa vez, só se segura um pouco, filho.
—Você fala como se soubesse bastante. Falei segurando o pulso dela e impedindo que tirasse a mão.
—De morrer de vontade? Você não faz ideia. Tentou desviar da minha pergunta.
—Da outra coisa, do incesto. Era a primeira vez que eu pronunciava aquela palavra na minha vida. Sério. Esperei uma confissão sombria.
—Leio muito. Balancei a cabeça, meio irritado com aquela desculpa.
—Tá bom, na verdade é uma fantasia que tenho há um tempo.
—Você queria me comer desde há um tempo? Ela desviou o olhar por um segundo, procurando uma saída, não deixei, agarrei um peito dela.
—Quieto! Tirou minha mão.
—Não é isso, é mais uma coisa que tava ali, te vi se transformar num garoto atraente, meio solitário, e bom, tem algo mais, mas prefiro guardar pra mim. Olhei pra ela com urgência.
—Por enquanto pelo menos. Me concedeu isso, sabia como me manter no anzol.
—Anda, cuida disso. Agarrou minha pica através da calça, marcou bem o formato.
—Nem pense em descer assim, senão mata a avó de susto.
—Me faria bem uma ajudinha.
Agarrei ela pela cintura assim que levantou, enfiei a cara no ponto onde terminava as costas e começava a bunda dela.
—Você não para nem um minuto. Se livrou de mim, deu mais um passo pra frente e se virou.
—Serve com isso?
Levantou o moletom e a camiseta que tava por baixo, tava sem sutiã de novo, já tinha percebido quando agarrei o peito dela antes. Vale dizer que foi a primeira vez que vi os peitos dela direito, no carro não consegui contemplar aquelas maçãzinhas perfeitas em todo esplendor. Minha mãe tinha um peito pequeno, um oitenta ou algo assim, mas bem redondinhos eles eram. Os bicos que no dia anterior eu Pareciam escuros, mas eram mais rosados, grandes e pontudos. Estiquei a mão livre, a outra já estava enfiada na calça dela, ela afastou com delicadeza e se cobriu. — Se não me der ouvidos, fica sem nada. Ela deu mais um passo pra trás, as costas encostando na porta. Agora mostrou só o peito esquerdo, queria brincar e eu também.Levantei de repente, sem dar tempo pra ela reagir. Tirei a pica já dura, encostei a ponta na barriga dela, que tava descoberta. Ela tentou me afastar, mas sem muito esforço — o toque da minha glande na pele dela já me deixava louco, só precisava tirar a calça dela, descer um palmo e pronto. Minhas mãos foram na cintura do jeans, ela buscou elas com as dela pra me parar, falando "não" em sussurros e com risadas nervosas. Soltei o botão, a calça tava justa nela, puxei até o meio da coxa daquelas pernas intermináveis, suficiente. Peguei na pica e fui procurar, olhando pra baixo, afastando a calcinha fio dental dela. Ela me beijou, pra me distrair.— Ainda não. Ele sussurrou no meu ouvido.
— Aqui não dá pra fazer isso. Minha mãe assumiu o controle do meu pau, imaginei que pelo menos me daria uma punheta, talvez outro boquete.
Ela ficou na ponta dos pés, a cabeça dela ficou acima da minha, levou meu pau entre as coxas dela, senti o roçar do tecido da calcinha fio dental por cima, a carne se fechando dos lados.
— Mexe, devagar.
Ela ordenou. Comecei a mover meus quadris, minha pica deslizava entre as pernas dela, não penetrava, mas sentia a umidade aumentando. Era melhor que nada, e de certa forma era muito excitante, os dois quase completamente vestidos, e quase fodendo, mas sem foder. Quis agradá-la com meus dedos, ela recusou:
— Não, porque se eu começar, não vou conseguir parar. Ela disse.
— Mãe, quero te dizer que adoro isso, tudo, que me deixou desnorteado, mas é genial.
Ela sorriu para minha confissão meio infantil.
— Fico muito feliz, meu filho, eu também tô gostando, fazia anos que não sentia esse tesão, tanto tempo.
Ela mordeu o lábio inferior. Apoiou-se nos meus ombros, chegou com a língua no meu ouvido, o cócegas me deu um arrepio na espinha toda, a mordida uma pontada de dor. Aumentei o ritmo dos meus quadris, meti minhas mãos por baixo do moletom dela, belisquei os bicos dos peitos dela em resposta à mordida. Acabei gozando logo em seguida, com a pica presa entre as coxas perfeitas dela, jorrei contra a porta, sujei ela um pouco sem conseguir evitar. Minha mãe procurou o que usar pra limpar a porta, me passou uma almofada velha que estava em cima da cama, ela pegou um lenço de papel na bolsa dela, que estava numa cadeira.
— Sério?
Perguntei segurando a almofada na frente dela.
— É melhor que nada.
Ela subiu a calça.
— Você me deixou encharcada.
Antes de fechar a calça, ela passou a mão na calcinha fio dental, a umidade marcou o tecido.-Isso tem solução. Eu continuava querendo mais.-Não exagera. Limpa isso e age como se nada tivesse acontecido.
Num momento, não sei por que fiquei puto com ela, subi as calças
-Você é uma puta provocadora, já vai ver!
Gritei batendo na parede com um murro, respondi antes que ela saísse, ela me viu bravo, ficou mal, e pior ainda com o que gritei. A cozinha continuava frenética com os preparativos, meu pai e meu tio voltaram, trouxeram um dos cachorros do meu tio com eles.
O pastor alemão, quase um filhote, virou minha maior distração. Luis tinha terminado sua contribuição, descobri que ele tinha estudado confeitaria, não me disse nada, e tinha feito um bolo pra vovó. Nós dois passamos o tempo, até começarem a chegar os parentes, e até depois, jogando a bola de um lado pro outro pro cachorro.
Meus primos, os idiotas, apareceram. Um trouxe a namorada, aquela mina nunca tinha visto um povoado nem em foto, não era tão gostosa quanto ela achava, coitada. A comida começou com uma homenagem à vovó de toda a mesa.
Depois entramos no assunto, a comida era pesada, batata com chouriço de primeiro e cordeiro assado de segundo. Os primos estavam todos num canto da mesa, Luis fazia besteiras, eu ria das piadas dele, a vovó, que não estava longe também, a mãe dele chamava a atenção. Alba, que tinha sentado do nosso lado, na verdade à minha esquerda, também ria, embora timidamente.
Como já disse, a característica mais marcante da minha prima é o peito dela, enorme, mas além disso eu diria que ela é uma garota meio insegura, é inteligente e legal, mas por ser um pouco gordinha e baixinha, acho que tem mais complexos do que imaginamos, Luis e eu adorávamos ela do mesmo jeito.
A sobremesa se estendeu até quase cinco horas, a vovó dormiu lá pelas quatro, entre minha tia e outra parente levaram ela pro quarto. As pessoas foram indo embora aos poucos, os primeiros foram meus primos e a namorada, que mal tinha comido.
Num momento que levantei pra ir ao banheiro, Luis Ocupei meu lugar junto com a Alba. Nossa prima já tava há um tempinho rindo das graças dela e bebendo um bom vinho tinto, eu também tinha tomado o meu e rido pra caralho, supus que as duas coisas estavam ligadas. Fui pro banheiro do primeiro andar, entrei sem bater nem nada, e meus olhos quase pularam das órbitas. Minha tia tava deitada na pia, sem blusa, só de sutiã, com aquelas duas tetonas pulando pra fora por causa do movimento de esfregar a roupa que ela tentava limpar.
Ela se virou ao me ver na porta, largou a blusa no lavatório pra se cobrir com os braços, mas não dava pra esconder quase nada. Eu não me segurei em olhar, não depois do que rolou com a minha mãe, não depois do desafio dela e não depois do tesão que eu tava, entre o vinho e o resto.
— Porra, tia, desculpa. Falei enquanto entrava e fechava a porta atrás de mim.
— Desculpa? — perguntou com um tom debochado.
— Mas sai, otário, cê não vê como eu tô?
— Caralho, se vejo. Respondi, com duplo sentido.
— Cê é idiota, sai, tô falando. Ignorei ela, sem parar de olhar.
— É que não aguento mais, e preciso usar o banheiro.
Respondi, levando uma mão no volume, os olhos dela acompanharam o gesto, quem sabe eu tinha sorte com a tia Paula.
— Anda, deixa eu sair. — pegou a blusa.
— Não, mulher, continua aí que eu só vou mijar. Além do mais, cê é minha tia, não vou ver nada de outro mundo.
Avancei até o vaso, tentando passar perto dela no caminho curto.
— Cê não vai ser capaz...
Ela calou a boca quando me viu puxar o pau pra fora. Eu, que acendo rápido, já tava com ele meio duro só de ver as tetas balançando, e o tesão que minha mãe tinha mencionado de manhã fazia o resto. Minha tia não sabia onde se meter, me encarou por uns segundos, ela divorciada e, segundo o Luis, caçando briga, era uma combinação boa.
Acho que pra tentar fingir normalidade, ela voltou pro que tava fazendo, esfrega que esfrega, e agora eu olhava de canto aquelas tetonas que pareciam que iam pular do sutiã a qualquer momento. Claro que tava me deixando tão excitado, que A vontade de mijar se transformava numa ereção de vez em quando. O tempo que eu tava na frente do vaso sem fazer nada chamou a atenção da minha tia de novo.
— Não tava com tanta pressa? — Ela perguntou, assim que deu umas olhadinhas, meu pau já tava maior do que no começo.
— É que às vezes demora, tem um caminho longo.
— Era o vinho falando por mim.
— Que sem-vergonha, igualzinho ao seu primo.
— Igual ou maior? Bendito Rioja que tira o melhor de mim.
— Já chega, qualquer um que te veja.
Ela ria, mas cada vez olhava mais.
— Qualquer um que nos veja, porque sua tia também é uma gostosa.
— Com um sutiã velho e dois peitos caídos, tá bom, nem todo mundo pode ser sua mãe. Ela ajeitou a blusa.
— Algumas não precisam. Soltei a bomba e me virei um pouco pra ver a reação, a ereção já tava quase total.Ela olhou pra minha pica, pra onde mais olhar no banheiro pequeno. A porta abriu, todo o pudor voltou de uma vez, virei as costas pra entrada e tentei pensar em algo que fizesse o bagulho baixar.— Paula, desculpa. Era a voz da minha mãe.
— E isso o que tá fazendo aqui? Perguntou por mim.
— Já viu que tava com pressa, os dois tão num estado que era melhor ter tirado o vinho antes do segundo prato. Respondeu minha tia.
— Pois o teu, desse jeito, vai casar com a menina. Comentou minha mãe, claramente se referindo ao Luís e à Alba.
— Vou lá pra baixo ver o que ele tá fazendo. Minha tia saiu.
— Termina logo que você vai fazer Booty. Ela soltou antes de ir.
Fecharam a porta, eu as ouvi conversando; o fato de ter sido pego pela minha mãe só manteve meu mastro bem ereto. A porta se abriu de novo.
— Ocupado!
Gritei sem me virar.
— Muito ocupado você tava há pouco.
Era minha mãe de novo. Me virei, feliz por ser ela, com a pica apontando pra ela e as mãos loucas pra tocar carne.
— O que você tava fazendo com sua tia?
Ela perguntou meio irritada.
— Ué, o que você me disse hoje de manhã.
Respondi na maior cara de pau, com ela não precisava me preocupar.
— Seu danado.
Suspirou com raiva, não soube se era sério ou uma encenação.
— É assim, então? E se eu for e der pra tu fuder o Luís, levo ele pro quarto...
— Não, mãe, para de encher o saco.
Interrompi, de repente não aguentava imaginá-la com alguém que não fosse eu.
— Pois é o que eu tô te dizendo.
Ela tava puta de verdade.
— Deve ser o vinho e o tesão, olha como eu tô.
Apontei pro meu pau duro.
— Você tem dezenove anos, já devia saber bater uma punheta sozinho.
— Mas é que eu não quero uma punheta, quero te foder.
Diminui a distância, ela se virou pra porta e pensei que ia embora, trancou o ferrolho.—Você não vai ficar tranquila até que isso passe, vai?Balancei a cabeça.
—Queria que fosse melhor que isso, no banheiro da casa da sua avó. Eu queria fazer numa cama boa, em casa e à vontade. Aqui em cima tá toda a família e seu pai lá embaixo.Ela se aproximou e começou a bater uma pra mim, cuspiu na mão, espalhou a saliva dela pelo meu pau.— Mas acho que isso torna tudo um pouco mais excitante, não é?
— Mãe, tô morrendo de vontade. Puxei ela pra mim e, num movimento rápido, coloquei ela em cima da pia.
— Vou molhar a bunda, seu bobinho.
Ela disse, já brincalhona.
— Mais que isso você vai molhar.
Esbocei um sorriso de lobo. Desabotoei a calça jeans e, dessa vez, puxei até os joelhos, um pouco mais, mas ela ainda usava as botas altas e não dava pra descer mais. A calcinha foi junto na hora. A buceta dela brilhava molhada, me chamando, e eu respondi.
Já tinha feito aquilo antes, com uma namorada do colégio, uma garota que ou eu comia tudo ou não tinha graça pra mim, no final acabei pegando gosto. Aquela mina tinha a buceta bem fechadinha, os lábios quase pra dentro, já a minha mãe não, os dela eram pra fora, grandes e com aquele formato característico de flor. Enfiei minha boca ali, com o nariz roçando por cima do clitóris, brinquei um pouco com aquilo pra acariciar o botãozinho de prazer com a ponta. Peguei minha mãe de surpresa, que se esticou e procurou apoio ao me sentir ali, num olhar pra cima vi ela mordendo a mão esquerda pra não gemer.Por sorte pra ela, a direita encontrou uma toalha, ela levou até a boca. Os dedos dela começaram a cavar no meu cabelo. Não conseguia abrir bem as pernas dela por causa da calça, tive que tirar as botas dela, e depois a calça. A calcinha eu troquei pela toalha, ela mordeu com tesão. Agora sim eu separei as pernas dela, a bunda dela quase caiu toda na pia molhada. Eu tava me deliciando chupando a buceta dela quando ela puxou meu cabelo pra cima.- Para! Vamos transar. Isso você faz comigo quando tivermos mais tempo.
Respirava pesado. Tirou o moletom e a camiseta, estava totalmente nua, fui imitá-la.—Não, deixa a roupa, por via das dúvidas se alguém aparecer. Não perde mais tempo, enfia essa pica toda em mim.Enfiei minha pica na entrada da buceta dela.
— Assim, sem mais? E o tal de fazer algo especial?
— Quando chegarmos em casa, juro que a gente faz algo especial, agora a mamãe quer sua pica.
Ela puxou meu pescoço pela gola da camisa e me trouxe pra perto pra me dar um beijão.
— Não tinha que ter ficado tão tarado, olha como me deixou.
Eu adorava como ela estava, ficava louco vendo ela tão excitada. Com minha pica na mão, acariciei a entrada da buceta dela, passei a rola pelos lábios grandes, devagar, esquentando ela mais. Ela me cutucou com um chute de calcanhar na minha bunda, minha mãe queria que eu enfiasse logo.Eu também tava morrendo de vontade. Coloquei a cabeça da minha rola na entrada, saboreando a umidade dela com a ponta do meu pau. Enfiei devagar, com um movimento lento de quadril, ela se jogou pra trás, me recebendo, contra o espelho.– Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Deus Siiii Asiiii Papaiii Asiiii Me Fodeee Asiiii Continuaaa Amor Continuaaa Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!
Soltei um gemido que não consegui segurar e comecei com uma bombada suave, quase com medo de quebrá-la, ou melhor, pra que aquilo nunca acabasse. Minha mãe suspira e me olhava direto nos olhos, os braços fechados ao redor do meu pescoço. Ela tava molhada e quente, não muito aberta, a buceta dela apertava minha pica. A gente se mexia no mesmo ritmo, em cima da pia, levei minhas mãos pra bunda dela, pra levantá-la um pouco mais e puxá-la pra perto de mim. Terminamos colados, os peitos dela contra meu peito, os bicos dos peitos espetando em mim. Eu a segurava de pernas abertas, suspensa no ar, dei um passo pra trás, longe da pia agora. No meio do banheiro, com minha mãe toda pelada e pendurada em mim, foi assim que a gente gozou, quase ao mesmo tempo.
Minha mãe gozou primeiro, não foi com gritos terríveis e fogos de artifício, foi com gemidinhos, suspiros e um tremor característico, que tensionava as costas dela, apertou os lábios contra meu ombro direito enquanto soltava o último pedaço de prazer, terminou cravando os dentes.
– Uhhhh! Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh!Eu gozei na hora depois, fiquei meio sem graça de gozar dentro dela, transando no pelo. —Mãe... Comecei enquanto gozava, não tirei e gozei com tudo.
- Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh! Calma, gostoso, não tem nada não... mete tudo dentro, enche tudo de leite... Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh! Ela gemia enquanto me beijava na boca.—Foi muito bom, agora me dá a roupa, que a gente tá com pressa.
Fui passando a roupa pra ela, enquanto ela, com um pedaço de papel higiênico, limpava a bucetinha, que escorria um pouco do meu sêmen. Eu saí primeiro do banheiro, não tinha ninguém na área, ela saiu um minuto depois. Roupa no lugar, cabelo bem penteado, como se nada tivesse acontecido. Não tinha sido a foda do século, só uns quinze minutinhos, algo a mais. Não tinha sido sexo selvagem onde a gente rasgasse a roupa e uivasse igual bicho.
Tinha sido uma primeira vez, de novo, com alguns cuidados e com mais tesão pelo morbo da nossa relação de mãe e filho do que pelo ato em si de foder. Minha mãe e eu passamos mais um tempo a sós, no primeiro andar, conversamos mais, eu listava um monte de coisas que queria fazer com ela, ela pedia um pouco de calma, íamos nos divertir muito juntos, dizia, mas precisava ter cuidado.
Combinamos que não podia ter mais surtos daqueles enquanto estivéssemos na casa da vó, eu tava mais calmo e aceitei, meio sem convicção. A família continuava na sobremesa, com suas histórias, piadas e debates. Minha tia Paula tinha começado a jogar cartas com a vó e outras velhas da família distante. Ela me deu uma risadinha quando me viu, mas mais que isso, notei que tinha algo diferente no jeito dela me olhar.
Depois de transar com minha mãe, eu tava solto, me excitou muito a ideia de levar minha tia pelo mesmo caminho que minha mãe e eu tínhamos começado a trilhar há pouco, embora algo me dissesse que minha mãe tinha muita experiência prática nessas relações proibidas. O fato é que todo mundo tava nos seus grupinhos, e Luis e Alba tinham sumido. Minha mãe sentou perto das mulheres que jogavam cartas, e eu, me vendo sozinho, decidi sair pra fora. O pastor alemão do meu tio roía um osso, quando me viu começou a abanar o rabo, largou o osso e veio na minha direção com a bola na boca.Fiquei lá, brincando com o bicho por um bom tempo, preferia estar brincando com a minha mãe, mas fazer o quê, por outro lado era estranho estar com toda a família depois da trepada. Minha tia Paula apareceu de repente no jardim, vestindo um casaquinho por cima da blusa. Eu já tinha me acalmado, mas estava meio envergonhado do momento banho, embora a exuberância da minha tia ainda me atraísse. Ela ficou um tempo em silêncio, me olhando jogar a bola de tênis cheia de baba do cachorro.— Mario,
Ela começou e ficou meio corada, talvez por causa do frio.
— Espero não ter te metido numa enrascada com a sua mãe.
— Nada disso, eu é que devia me desculpar, foi coisa do vinho e...
— E de que eu tinha ficado bem excitada depois do que minha mãe me adiantou naquela manhã. Ainda bem que agora já estava relaxada e focada. Além disso, acho que o ciúme teve um papel importante pra fazer minha mãe ceder.
— Só isso? Bom, então que não se repita.
Ela disse, divertida, sem nenhuma convicção.
— Sabe pra onde o Luis foi?
Neguei. Se ele tinha ido com a Alba, já imaginava o que rolava, nada bom. Sorri ao pensar nos meus primos enroscados, igual a mim e minha mãe — bom, na real não tinha muita comparação.
— Você sabe de algo. Ela me pegou.
— Bom, eles já são grandinhos, e todo mundo já fez isso. Depois você se arrepende, e nos almoços em família nem se olham.
Minha tia falava por experiência própria.
Adorava essas confissões que elas soltavam, quase de passagem, com inocência, tanto minha mãe quanto agora minha tia. Sabia que minha mãe tinha experiência nesses assuntos que escondia de mim, e tinha acabado de descobrir que minha tia também. Ela se virou pra dentro quando eu resolvi puxar a língua dela.
— Quem foi? — Ela se virou, estranhando.
— Aquele com quem você se envolveu.
— E eu achando que a sua onda já tinha passado. Por que o interesse?
— Sei lá, curiosidade, e tô morrendo de tédio. Talvez se eu tiver algo suculento pra pensar, o tempo passe mais rápido.
— Em parte era verdade, em parte eu queria saber se ela também tinha derrubado essa barreira do tabu.
— Suculento? As farras da sua tia.
Concordei. Ela olhou pro chão e sorriu.
— Então, um primo, na real. Um filho do tio que foi pras Américas durante a guerra.
Fiz um sinal pra ela continuar contando.
— Era um cara bonito, com sotaque de lá, e me levou pra cama. Fim de história. Não tem muito suco, acho eu.
— Te deixou com tesão por ser da família?
Ela torceu o nariz. Eu tinha passado do ponto.
— Sei onde você quer chegar. Tira isso da cabeça. cabeça. Ela ficou muito séria de repente.
— Não vá pensar que por me mostrar a pica vou fazer uma loucura com meu sobrinho.
— Não era essa a intenção.
Menti em parte.
— Tá bom, o teatrinho de antes e agora isso.
Realmente tinha batido de frente com minha tia, um erro de julgamento. — Uma coisa é a brincadeira e tal, mas a outra...
— Desculpa, tia.
Falei sem graça.
— Sério, não tentei nada, foi um mal-entendido.
— Olha, vou deixar passar e esquecer essa conversa.
Eu olhava pro chão, sentia os olhos severos dela cravados em mim.
— Vai buscar seus primos e traz eles pra casa.
Aceitei a tarefa meio cagado de medo, que mancada enorme. Fui um idiota ao me imaginar o protagonista de um pornô que come todas. A bronca da minha tia deixou claro que o assunto entre minha mãe e eu tinha que ser tratado com todo cuidado. Ela me cortou tanto que comecei a pensar em tudo que aconteceu, se alguém descobrisse, a gente ia se foder.Dava um certo frio na barriga fazer algo tão tabu, mas quando você começava, não tinha como parar, pelo menos no meu caso e no da minha mãe, ela também era bem viciada. Por sorte, o Luís apareceu pra me animar, peguei ele no meio do caminho até o lugar onde eu sabia que tinha levado a Alba. Era o que a gente chamava de nosso barraco de moleques, meio afastado da vila, na beira de uma estrada entre umas árvores onde o chão cedia e a gente tinha uns sofás empoeirados que encontramos largados há anos. Quando éramos adolescentes, a gente só tinha ido lá uma vez ou outra, se tivesse alguma mina na vila e a gente tivesse sorte, a gente levava ela pra lá.-Esse primo aí.
Me deu um tapa no peito, veio todo felizão.—O que você fez, seu filho da puta?
— O que você acha? — Sorria de orelha a orelha. — Não acredito, cê tá me zoando. Cadê ela?
- Fui pra casa, deixei ela morta.
-Fardó.
—Você está mentindo.- E um caralho. Além disso, a culpa é sua, que me provocou hoje de manhã. Passou o braço no meu pescoço.
- Bendita provocação. Como já disse, meu primo tinha um talento nato para me animar, e conseguiu.
Ele me contou com todos os detalhes, e algum exagero, como tinha sido o assunto com a Alba. Ouvir ele me reavivou a vontade, que não tinha se apagado, nem de longe, de seguir em frente com a minha mãe. O Luís não parou de falar da Alba nem quando fomos dormir, era a última noite que passávamos e ele me contou pela enésima vez como eram as tetas da nossa prima, descreveu com exatidão uma marca na pele e continuou me contando ainda mais. Eu já pensava na volta, nas promessas da minha mãe de mais diversão juntos.
Esquecia o mau momento com a tia Paula, só lembrava das tetonas dela balançando e das olhadas pro meu pau, além do que ela me contou, melhor focar nas coisas boas. Todas essas distrações junto com o Luís fizeram com que eu dormisse tarde.
Na manhã seguinte, foi hora das despedidas, beijos aqui e ali, abraços e apertos de mão. Meu pai disse pra minha mãe que era melhor eu dirigir o carro dela e eles voltarem no dele. Ela ficou brava e disse que eu podia dirigir, mas que vinha comigo. Levamos meu pai na frente o caminho todo até em casa, minha mãe com a mão esquerda no meu volume grande parte da viagem, também desligou o aquecedor e os bicos dos peitos ficaram marcados. Avisei que íamos bater se ela continuasse assim. Assim que estacionamos, meu pai colocou o carro na garagem, eu deixei o da minha mãe na entrada, aquela noite ele dormiria ao relento. Ela sussurrou no meu ouvido antes de sair:-Agora começa a parte boa.
Com o temporal que tava caindo, ninguém saía da casa da minha avó. Na real, nem tava tão ruim assim lá. Meu tio Paco, o irmão mais velho do meu pai, que também morava na vila, tinha reformado o lugar fazia só dois anos.
A velha cozinha econômica tinha sido trocada por uma caldeira decente, e isso era de agradecer. Não passei uma noite ruim, mas demorei pra pegar no sono, em parte por causa do meu primo Luis e sua verborragia, e em parte lembrando do que rolou com a minha mãe no carro.
Naquela manhã, bem cedo, na casa só estávamos: minha avó, claro, minha tia Paula, irmã mais nova do meu pai, meu primo Luis, filho dela, meus pais e eu.
Minha tia tinha se divorciado fazia cinco anos, já tinha tirado o luto, segundo Luis. Pelo que ele dizia, a mãe saía toda semana com um grupo de divorciadas e solteironas. A tia Paula tinha quarenta anos, algumas ruguinhas no rosto, pele morena e cabelo pintado de loiro. Ela é baixinha, não mais que um metro e sessenta, curvilínea e com um peitão bem grande.
Esse último detalhe me chamou mais atenção durante o aniversário. Como o Luis dizia, ela tava um pouco mais soltinha e usava uns decotes bem pronunciados.
Meu primo levava numa boa toda essa história da mãe querer dar uma virada alegre na vida. Ele também se dava bem com o pai, que tinha casado de novo, com uma mulher que já tinha filhos. Enfim, Luis era um doido varrido, uma piada constante. Dava pra falar com ele sobre qualquer coisa, por pior que fosse, que você terminava com um sorriso.
Meu primo dizia que a gente não precisava se ver muito, ele e eu, assim a gente se importava menos em fazer papel de trouxa um na frente do outro. Minha tia acompanhou minha avó centenária até a cozinha, minha mãe e ela tinham preparado o café da manhã. Meu pai tava no celular em outro quarto naquele momento.
Luis fez palhaçada pra avó, arrancou um sorriso banguela dela e deu dois beijos. Eu também cumprimentei ela com um abraço e uns beijinhos. Ela disse que tinha ficado preocupada. No dia anterior, ela tava felizona que a gente tava tudo junto, aí começou a viajar na maionese falando que ia ser o último aniversário dela, já tava nessa fazia uns dez anos. Depois do café, eu e o Luis nos agasalhamos e fomos dar um rolê pela cidade.
Sendo janeiro, o lugar tava praticamente vazio, era uma cidade pequena e isolada. Mal dava uns dois ou três vizinhos com mais de sessenta, e um era meu tio Paco, que tinha cinquenta e nove. Ele era prefeito daquela e de vários outros municípios pequenos, quase vilarejos da região, tudo agrupado num consórcio. O padeiro chegou buzinando e os vizinhos foram tudo pra lá, eu e o Luis partimos pros caminhos da infância. Ele acendeu um cigarro e me ofereceu, recusei.
— Porra, a vó, cem anos. Ele deu uma tragada.
— Pois é, é coisa da cidade.—Deve ser isso, mas pra ser sincero, eu aqui morria em dois dias. Eu ri da piada dele. —Tô falando sério, não entendo o cara, nem a Alba.
—O que que tem ela? Se a Ade terminou com o mestre faz pouco tempo.
Fiquei interessado na vida da minha prima peituda, mais do que qualquer outra coisa pra ter um assunto.
—Bom, ela volta pra cidade, com o pai dela. Ela comentou ontem antes de chegarem, os irmãos, como são uns cuzões de marca maior, botaram ela pra foder.
-É assim mesmo, os dois irmãos mais velhos da minha prima eram bem metidos a besta e adoravam olhar todo mundo de cima pra baixo.
—E também te digo, sabendo que a Alba vai estar aqui, não me importaria de vir mais vezes.
-Pois é, quem não lembraria. Lembrando do que tinha rolado com a minha mãe no dia anterior, bem antes de chegar ela falou pra gente ser discreto enquanto estivesse com a família toda, aí me veio uma coisa na cabeça.
—Você comeria a Alba? Se pudesse fazer isso, se soubesse que ela quer tanto quanto você.
- Pois é, a verdade é que sim. Não teve um segundo de dúvida da parte do Luis.
—Sério mesmo? Ela assentiu com o cigarro nos lábios e as mãos nos bolsos procurando calor.
—E a minha mãe, você comeria ela? Resolvi aumentar a aposta.
—Você vai me dar uma surra se eu falar a verdade?. Me negando.
—Sim, cara, desculpa e tal, mas eu comeria ela, ela é muito gostosa e, como te falei ontem à noite, dessa vez ela tem um não sei o quê muito bonito.
- Eu, na real, também comeria a sua.
-Que se foda essa puta. Brincando, ela fingiu que ia me dar um soco.
—São os peitos, antes ela não mostrava e agora anda praticamente com eles pra fora, te entendo. Ela deu de ombros.
—Você comeria a sua mãe, tô falando da sua mãe, sacou? Ele me olhou estranho.
-Porra, isso, isso não pode, filho da puta. Olhei pra ele com uma cara de pressa fingida pra ele responder.
—Você faria isso?
-Sim, sem dúvida nenhuma. Ele devia ter achado que eu tava brincando, mas eu tava falando a mais pura verdade.
-Vamos imaginar o mesmo cenário que com a Alba, responde.
-Pois é, cara, mesmo que nunca fosse a mesma coisa, acho que sim. Ele ficou pensativo por um segundo.
—Se eu sonhar com alguma coisa estranha essa noite, te mato.Caí na gargalhada, continuamos o passeio até que o frio começou a ficar insuportável. De volta na casa da minha avó, a homenageada estava na cozinha, com o resto das mulheres, minha tia, Alba e minha mãe, e além disso já tinha chegado a esposa do meu tio Paco, Juana. Minha mãe não era muito chegada às tarefas domésticas nem à cozinha, ela trabalhava o dia inteiro, então como ela mesma dizia, não ia continuar se matando ao chegar em casa, tínhamos empregada de qualquer jeito, e eu comia na faculdade, então tanto fazia.
Meu tio Paco estava na sala, com meu pai, falando sobre a cidade e tal. Meus outros primos só apareceriam na hora do almoço, o que era bem bom, também iam vir outros parentes mais distantes. O tédio já começava a matar a gente, a televisão era uma porcaria, o sinal ia e vinha, e pra piorar as coisas, Luis e eu já tínhamos esgotado os assuntos pra conversar. Ele foi ajudar na cozinha, e nessa hora minha mãe aproveitou pra escapar. Meu pai e Paco tinham ido ver umas terras. Ao passar pela sala, ela me deu uma olhadinha e eu segui ela. Subimos pro andar de cima, eu mordia o lábio inferior pra segurar a vontade de agarrar a bunda dela enquanto ela rebolava na minha frente na escada.
Já lá em cima, minha mãe entrou no quarto que dividia com meu pai, eu entrei atrás. Com a porta fechada, não consegui segurar a vontade de me jogar em cima dela, tinha fantasiado a noite inteira. Apalpei o corpo dela por cima da roupa, ela se deixava fazer, normal depois do que rolou ontem. Comecei a chupar o pescoço dela, beijos leves e molhados.
— Para, amor, agora não. — Ela me cortou.
— O que foi? — Perguntei, encarando ela.
— Não podemos fazer nada com todo mundo aqui. Tentei beijar ela, ela me esquivou.
— Que não, Mario. — Me deixou meio desanimado, ela percebeu.
— Olha, eu gostei muito do que a gente fez, e vai rolar de novo, mas não na casa da sua avó, pelo amor de Deus, segura um pouco.
Sentei na cama meio desanimado. Dissesse o que dissesse minha mãe, nas minhas calças tinha algo que... Queria ir contra ela.
—Mario, meu filho. Sentou do meu lado.
—O que a gente começou não terminou, nem de longe, mas essas coisas têm que ser levadas com cuidado, e tato. Passou a mão no meu volume.
—Eu também tô morrendo de vontade de repetir, e fazer algo mais dessa vez, só se segura um pouco, filho.
—Você fala como se soubesse bastante. Falei segurando o pulso dela e impedindo que tirasse a mão.
—De morrer de vontade? Você não faz ideia. Tentou desviar da minha pergunta.
—Da outra coisa, do incesto. Era a primeira vez que eu pronunciava aquela palavra na minha vida. Sério. Esperei uma confissão sombria.
—Leio muito. Balancei a cabeça, meio irritado com aquela desculpa.
—Tá bom, na verdade é uma fantasia que tenho há um tempo.
—Você queria me comer desde há um tempo? Ela desviou o olhar por um segundo, procurando uma saída, não deixei, agarrei um peito dela.
—Quieto! Tirou minha mão.
—Não é isso, é mais uma coisa que tava ali, te vi se transformar num garoto atraente, meio solitário, e bom, tem algo mais, mas prefiro guardar pra mim. Olhei pra ela com urgência.
—Por enquanto pelo menos. Me concedeu isso, sabia como me manter no anzol.
—Anda, cuida disso. Agarrou minha pica através da calça, marcou bem o formato.
—Nem pense em descer assim, senão mata a avó de susto.
—Me faria bem uma ajudinha.
Agarrei ela pela cintura assim que levantou, enfiei a cara no ponto onde terminava as costas e começava a bunda dela.
—Você não para nem um minuto. Se livrou de mim, deu mais um passo pra frente e se virou.
—Serve com isso?
Levantou o moletom e a camiseta que tava por baixo, tava sem sutiã de novo, já tinha percebido quando agarrei o peito dela antes. Vale dizer que foi a primeira vez que vi os peitos dela direito, no carro não consegui contemplar aquelas maçãzinhas perfeitas em todo esplendor. Minha mãe tinha um peito pequeno, um oitenta ou algo assim, mas bem redondinhos eles eram. Os bicos que no dia anterior eu Pareciam escuros, mas eram mais rosados, grandes e pontudos. Estiquei a mão livre, a outra já estava enfiada na calça dela, ela afastou com delicadeza e se cobriu. — Se não me der ouvidos, fica sem nada. Ela deu mais um passo pra trás, as costas encostando na porta. Agora mostrou só o peito esquerdo, queria brincar e eu também.Levantei de repente, sem dar tempo pra ela reagir. Tirei a pica já dura, encostei a ponta na barriga dela, que tava descoberta. Ela tentou me afastar, mas sem muito esforço — o toque da minha glande na pele dela já me deixava louco, só precisava tirar a calça dela, descer um palmo e pronto. Minhas mãos foram na cintura do jeans, ela buscou elas com as dela pra me parar, falando "não" em sussurros e com risadas nervosas. Soltei o botão, a calça tava justa nela, puxei até o meio da coxa daquelas pernas intermináveis, suficiente. Peguei na pica e fui procurar, olhando pra baixo, afastando a calcinha fio dental dela. Ela me beijou, pra me distrair.— Ainda não. Ele sussurrou no meu ouvido.
— Aqui não dá pra fazer isso. Minha mãe assumiu o controle do meu pau, imaginei que pelo menos me daria uma punheta, talvez outro boquete.
Ela ficou na ponta dos pés, a cabeça dela ficou acima da minha, levou meu pau entre as coxas dela, senti o roçar do tecido da calcinha fio dental por cima, a carne se fechando dos lados.
— Mexe, devagar.
Ela ordenou. Comecei a mover meus quadris, minha pica deslizava entre as pernas dela, não penetrava, mas sentia a umidade aumentando. Era melhor que nada, e de certa forma era muito excitante, os dois quase completamente vestidos, e quase fodendo, mas sem foder. Quis agradá-la com meus dedos, ela recusou:
— Não, porque se eu começar, não vou conseguir parar. Ela disse.
— Mãe, quero te dizer que adoro isso, tudo, que me deixou desnorteado, mas é genial.
Ela sorriu para minha confissão meio infantil.
— Fico muito feliz, meu filho, eu também tô gostando, fazia anos que não sentia esse tesão, tanto tempo.
Ela mordeu o lábio inferior. Apoiou-se nos meus ombros, chegou com a língua no meu ouvido, o cócegas me deu um arrepio na espinha toda, a mordida uma pontada de dor. Aumentei o ritmo dos meus quadris, meti minhas mãos por baixo do moletom dela, belisquei os bicos dos peitos dela em resposta à mordida. Acabei gozando logo em seguida, com a pica presa entre as coxas perfeitas dela, jorrei contra a porta, sujei ela um pouco sem conseguir evitar. Minha mãe procurou o que usar pra limpar a porta, me passou uma almofada velha que estava em cima da cama, ela pegou um lenço de papel na bolsa dela, que estava numa cadeira.
— Sério?
Perguntei segurando a almofada na frente dela.
— É melhor que nada.
Ela subiu a calça.
— Você me deixou encharcada.
Antes de fechar a calça, ela passou a mão na calcinha fio dental, a umidade marcou o tecido.-Isso tem solução. Eu continuava querendo mais.-Não exagera. Limpa isso e age como se nada tivesse acontecido.
Num momento, não sei por que fiquei puto com ela, subi as calças
-Você é uma puta provocadora, já vai ver!
Gritei batendo na parede com um murro, respondi antes que ela saísse, ela me viu bravo, ficou mal, e pior ainda com o que gritei. A cozinha continuava frenética com os preparativos, meu pai e meu tio voltaram, trouxeram um dos cachorros do meu tio com eles.
O pastor alemão, quase um filhote, virou minha maior distração. Luis tinha terminado sua contribuição, descobri que ele tinha estudado confeitaria, não me disse nada, e tinha feito um bolo pra vovó. Nós dois passamos o tempo, até começarem a chegar os parentes, e até depois, jogando a bola de um lado pro outro pro cachorro.
Meus primos, os idiotas, apareceram. Um trouxe a namorada, aquela mina nunca tinha visto um povoado nem em foto, não era tão gostosa quanto ela achava, coitada. A comida começou com uma homenagem à vovó de toda a mesa.
Depois entramos no assunto, a comida era pesada, batata com chouriço de primeiro e cordeiro assado de segundo. Os primos estavam todos num canto da mesa, Luis fazia besteiras, eu ria das piadas dele, a vovó, que não estava longe também, a mãe dele chamava a atenção. Alba, que tinha sentado do nosso lado, na verdade à minha esquerda, também ria, embora timidamente.
Como já disse, a característica mais marcante da minha prima é o peito dela, enorme, mas além disso eu diria que ela é uma garota meio insegura, é inteligente e legal, mas por ser um pouco gordinha e baixinha, acho que tem mais complexos do que imaginamos, Luis e eu adorávamos ela do mesmo jeito.
A sobremesa se estendeu até quase cinco horas, a vovó dormiu lá pelas quatro, entre minha tia e outra parente levaram ela pro quarto. As pessoas foram indo embora aos poucos, os primeiros foram meus primos e a namorada, que mal tinha comido.
Num momento que levantei pra ir ao banheiro, Luis Ocupei meu lugar junto com a Alba. Nossa prima já tava há um tempinho rindo das graças dela e bebendo um bom vinho tinto, eu também tinha tomado o meu e rido pra caralho, supus que as duas coisas estavam ligadas. Fui pro banheiro do primeiro andar, entrei sem bater nem nada, e meus olhos quase pularam das órbitas. Minha tia tava deitada na pia, sem blusa, só de sutiã, com aquelas duas tetonas pulando pra fora por causa do movimento de esfregar a roupa que ela tentava limpar.
Ela se virou ao me ver na porta, largou a blusa no lavatório pra se cobrir com os braços, mas não dava pra esconder quase nada. Eu não me segurei em olhar, não depois do que rolou com a minha mãe, não depois do desafio dela e não depois do tesão que eu tava, entre o vinho e o resto.
— Porra, tia, desculpa. Falei enquanto entrava e fechava a porta atrás de mim.
— Desculpa? — perguntou com um tom debochado.
— Mas sai, otário, cê não vê como eu tô?
— Caralho, se vejo. Respondi, com duplo sentido.
— Cê é idiota, sai, tô falando. Ignorei ela, sem parar de olhar.
— É que não aguento mais, e preciso usar o banheiro.
Respondi, levando uma mão no volume, os olhos dela acompanharam o gesto, quem sabe eu tinha sorte com a tia Paula.
— Anda, deixa eu sair. — pegou a blusa.
— Não, mulher, continua aí que eu só vou mijar. Além do mais, cê é minha tia, não vou ver nada de outro mundo.
Avancei até o vaso, tentando passar perto dela no caminho curto.
— Cê não vai ser capaz...
Ela calou a boca quando me viu puxar o pau pra fora. Eu, que acendo rápido, já tava com ele meio duro só de ver as tetas balançando, e o tesão que minha mãe tinha mencionado de manhã fazia o resto. Minha tia não sabia onde se meter, me encarou por uns segundos, ela divorciada e, segundo o Luis, caçando briga, era uma combinação boa.
Acho que pra tentar fingir normalidade, ela voltou pro que tava fazendo, esfrega que esfrega, e agora eu olhava de canto aquelas tetonas que pareciam que iam pular do sutiã a qualquer momento. Claro que tava me deixando tão excitado, que A vontade de mijar se transformava numa ereção de vez em quando. O tempo que eu tava na frente do vaso sem fazer nada chamou a atenção da minha tia de novo.
— Não tava com tanta pressa? — Ela perguntou, assim que deu umas olhadinhas, meu pau já tava maior do que no começo.
— É que às vezes demora, tem um caminho longo.
— Era o vinho falando por mim.
— Que sem-vergonha, igualzinho ao seu primo.
— Igual ou maior? Bendito Rioja que tira o melhor de mim.
— Já chega, qualquer um que te veja.
Ela ria, mas cada vez olhava mais.
— Qualquer um que nos veja, porque sua tia também é uma gostosa.
— Com um sutiã velho e dois peitos caídos, tá bom, nem todo mundo pode ser sua mãe. Ela ajeitou a blusa.
— Algumas não precisam. Soltei a bomba e me virei um pouco pra ver a reação, a ereção já tava quase total.Ela olhou pra minha pica, pra onde mais olhar no banheiro pequeno. A porta abriu, todo o pudor voltou de uma vez, virei as costas pra entrada e tentei pensar em algo que fizesse o bagulho baixar.— Paula, desculpa. Era a voz da minha mãe.
— E isso o que tá fazendo aqui? Perguntou por mim.
— Já viu que tava com pressa, os dois tão num estado que era melhor ter tirado o vinho antes do segundo prato. Respondeu minha tia.
— Pois o teu, desse jeito, vai casar com a menina. Comentou minha mãe, claramente se referindo ao Luís e à Alba.
— Vou lá pra baixo ver o que ele tá fazendo. Minha tia saiu.
— Termina logo que você vai fazer Booty. Ela soltou antes de ir.
Fecharam a porta, eu as ouvi conversando; o fato de ter sido pego pela minha mãe só manteve meu mastro bem ereto. A porta se abriu de novo.
— Ocupado!
Gritei sem me virar.
— Muito ocupado você tava há pouco.
Era minha mãe de novo. Me virei, feliz por ser ela, com a pica apontando pra ela e as mãos loucas pra tocar carne.
— O que você tava fazendo com sua tia?
Ela perguntou meio irritada.
— Ué, o que você me disse hoje de manhã.
Respondi na maior cara de pau, com ela não precisava me preocupar.
— Seu danado.
Suspirou com raiva, não soube se era sério ou uma encenação.
— É assim, então? E se eu for e der pra tu fuder o Luís, levo ele pro quarto...
— Não, mãe, para de encher o saco.
Interrompi, de repente não aguentava imaginá-la com alguém que não fosse eu.
— Pois é o que eu tô te dizendo.
Ela tava puta de verdade.
— Deve ser o vinho e o tesão, olha como eu tô.
Apontei pro meu pau duro.
— Você tem dezenove anos, já devia saber bater uma punheta sozinho.
— Mas é que eu não quero uma punheta, quero te foder.
Diminui a distância, ela se virou pra porta e pensei que ia embora, trancou o ferrolho.—Você não vai ficar tranquila até que isso passe, vai?Balancei a cabeça.
—Queria que fosse melhor que isso, no banheiro da casa da sua avó. Eu queria fazer numa cama boa, em casa e à vontade. Aqui em cima tá toda a família e seu pai lá embaixo.Ela se aproximou e começou a bater uma pra mim, cuspiu na mão, espalhou a saliva dela pelo meu pau.— Mas acho que isso torna tudo um pouco mais excitante, não é?
— Mãe, tô morrendo de vontade. Puxei ela pra mim e, num movimento rápido, coloquei ela em cima da pia.
— Vou molhar a bunda, seu bobinho.
Ela disse, já brincalhona.
— Mais que isso você vai molhar.
Esbocei um sorriso de lobo. Desabotoei a calça jeans e, dessa vez, puxei até os joelhos, um pouco mais, mas ela ainda usava as botas altas e não dava pra descer mais. A calcinha foi junto na hora. A buceta dela brilhava molhada, me chamando, e eu respondi.
Já tinha feito aquilo antes, com uma namorada do colégio, uma garota que ou eu comia tudo ou não tinha graça pra mim, no final acabei pegando gosto. Aquela mina tinha a buceta bem fechadinha, os lábios quase pra dentro, já a minha mãe não, os dela eram pra fora, grandes e com aquele formato característico de flor. Enfiei minha boca ali, com o nariz roçando por cima do clitóris, brinquei um pouco com aquilo pra acariciar o botãozinho de prazer com a ponta. Peguei minha mãe de surpresa, que se esticou e procurou apoio ao me sentir ali, num olhar pra cima vi ela mordendo a mão esquerda pra não gemer.Por sorte pra ela, a direita encontrou uma toalha, ela levou até a boca. Os dedos dela começaram a cavar no meu cabelo. Não conseguia abrir bem as pernas dela por causa da calça, tive que tirar as botas dela, e depois a calça. A calcinha eu troquei pela toalha, ela mordeu com tesão. Agora sim eu separei as pernas dela, a bunda dela quase caiu toda na pia molhada. Eu tava me deliciando chupando a buceta dela quando ela puxou meu cabelo pra cima.- Para! Vamos transar. Isso você faz comigo quando tivermos mais tempo.
Respirava pesado. Tirou o moletom e a camiseta, estava totalmente nua, fui imitá-la.—Não, deixa a roupa, por via das dúvidas se alguém aparecer. Não perde mais tempo, enfia essa pica toda em mim.Enfiei minha pica na entrada da buceta dela.
— Assim, sem mais? E o tal de fazer algo especial?
— Quando chegarmos em casa, juro que a gente faz algo especial, agora a mamãe quer sua pica.
Ela puxou meu pescoço pela gola da camisa e me trouxe pra perto pra me dar um beijão.
— Não tinha que ter ficado tão tarado, olha como me deixou.
Eu adorava como ela estava, ficava louco vendo ela tão excitada. Com minha pica na mão, acariciei a entrada da buceta dela, passei a rola pelos lábios grandes, devagar, esquentando ela mais. Ela me cutucou com um chute de calcanhar na minha bunda, minha mãe queria que eu enfiasse logo.Eu também tava morrendo de vontade. Coloquei a cabeça da minha rola na entrada, saboreando a umidade dela com a ponta do meu pau. Enfiei devagar, com um movimento lento de quadril, ela se jogou pra trás, me recebendo, contra o espelho.– Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Deus Siiii Asiiii Papaiii Asiiii Me Fodeee Asiiii Continuaaa Amor Continuaaa Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!
Soltei um gemido que não consegui segurar e comecei com uma bombada suave, quase com medo de quebrá-la, ou melhor, pra que aquilo nunca acabasse. Minha mãe suspira e me olhava direto nos olhos, os braços fechados ao redor do meu pescoço. Ela tava molhada e quente, não muito aberta, a buceta dela apertava minha pica. A gente se mexia no mesmo ritmo, em cima da pia, levei minhas mãos pra bunda dela, pra levantá-la um pouco mais e puxá-la pra perto de mim. Terminamos colados, os peitos dela contra meu peito, os bicos dos peitos espetando em mim. Eu a segurava de pernas abertas, suspensa no ar, dei um passo pra trás, longe da pia agora. No meio do banheiro, com minha mãe toda pelada e pendurada em mim, foi assim que a gente gozou, quase ao mesmo tempo.
Minha mãe gozou primeiro, não foi com gritos terríveis e fogos de artifício, foi com gemidinhos, suspiros e um tremor característico, que tensionava as costas dela, apertou os lábios contra meu ombro direito enquanto soltava o último pedaço de prazer, terminou cravando os dentes.
– Uhhhh! Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh!Eu gozei na hora depois, fiquei meio sem graça de gozar dentro dela, transando no pelo. —Mãe... Comecei enquanto gozava, não tirei e gozei com tudo.
- Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh! Calma, gostoso, não tem nada não... mete tudo dentro, enche tudo de leite... Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh! Ela gemia enquanto me beijava na boca.—Foi muito bom, agora me dá a roupa, que a gente tá com pressa.
Fui passando a roupa pra ela, enquanto ela, com um pedaço de papel higiênico, limpava a bucetinha, que escorria um pouco do meu sêmen. Eu saí primeiro do banheiro, não tinha ninguém na área, ela saiu um minuto depois. Roupa no lugar, cabelo bem penteado, como se nada tivesse acontecido. Não tinha sido a foda do século, só uns quinze minutinhos, algo a mais. Não tinha sido sexo selvagem onde a gente rasgasse a roupa e uivasse igual bicho.
Tinha sido uma primeira vez, de novo, com alguns cuidados e com mais tesão pelo morbo da nossa relação de mãe e filho do que pelo ato em si de foder. Minha mãe e eu passamos mais um tempo a sós, no primeiro andar, conversamos mais, eu listava um monte de coisas que queria fazer com ela, ela pedia um pouco de calma, íamos nos divertir muito juntos, dizia, mas precisava ter cuidado.
Combinamos que não podia ter mais surtos daqueles enquanto estivéssemos na casa da vó, eu tava mais calmo e aceitei, meio sem convicção. A família continuava na sobremesa, com suas histórias, piadas e debates. Minha tia Paula tinha começado a jogar cartas com a vó e outras velhas da família distante. Ela me deu uma risadinha quando me viu, mas mais que isso, notei que tinha algo diferente no jeito dela me olhar.
Depois de transar com minha mãe, eu tava solto, me excitou muito a ideia de levar minha tia pelo mesmo caminho que minha mãe e eu tínhamos começado a trilhar há pouco, embora algo me dissesse que minha mãe tinha muita experiência prática nessas relações proibidas. O fato é que todo mundo tava nos seus grupinhos, e Luis e Alba tinham sumido. Minha mãe sentou perto das mulheres que jogavam cartas, e eu, me vendo sozinho, decidi sair pra fora. O pastor alemão do meu tio roía um osso, quando me viu começou a abanar o rabo, largou o osso e veio na minha direção com a bola na boca.Fiquei lá, brincando com o bicho por um bom tempo, preferia estar brincando com a minha mãe, mas fazer o quê, por outro lado era estranho estar com toda a família depois da trepada. Minha tia Paula apareceu de repente no jardim, vestindo um casaquinho por cima da blusa. Eu já tinha me acalmado, mas estava meio envergonhado do momento banho, embora a exuberância da minha tia ainda me atraísse. Ela ficou um tempo em silêncio, me olhando jogar a bola de tênis cheia de baba do cachorro.— Mario,
Ela começou e ficou meio corada, talvez por causa do frio.
— Espero não ter te metido numa enrascada com a sua mãe.
— Nada disso, eu é que devia me desculpar, foi coisa do vinho e...
— E de que eu tinha ficado bem excitada depois do que minha mãe me adiantou naquela manhã. Ainda bem que agora já estava relaxada e focada. Além disso, acho que o ciúme teve um papel importante pra fazer minha mãe ceder.
— Só isso? Bom, então que não se repita.
Ela disse, divertida, sem nenhuma convicção.
— Sabe pra onde o Luis foi?
Neguei. Se ele tinha ido com a Alba, já imaginava o que rolava, nada bom. Sorri ao pensar nos meus primos enroscados, igual a mim e minha mãe — bom, na real não tinha muita comparação.
— Você sabe de algo. Ela me pegou.
— Bom, eles já são grandinhos, e todo mundo já fez isso. Depois você se arrepende, e nos almoços em família nem se olham.
Minha tia falava por experiência própria.
Adorava essas confissões que elas soltavam, quase de passagem, com inocência, tanto minha mãe quanto agora minha tia. Sabia que minha mãe tinha experiência nesses assuntos que escondia de mim, e tinha acabado de descobrir que minha tia também. Ela se virou pra dentro quando eu resolvi puxar a língua dela.
— Quem foi? — Ela se virou, estranhando.
— Aquele com quem você se envolveu.
— E eu achando que a sua onda já tinha passado. Por que o interesse?
— Sei lá, curiosidade, e tô morrendo de tédio. Talvez se eu tiver algo suculento pra pensar, o tempo passe mais rápido.
— Em parte era verdade, em parte eu queria saber se ela também tinha derrubado essa barreira do tabu.
— Suculento? As farras da sua tia.
Concordei. Ela olhou pro chão e sorriu.
— Então, um primo, na real. Um filho do tio que foi pras Américas durante a guerra.
Fiz um sinal pra ela continuar contando.
— Era um cara bonito, com sotaque de lá, e me levou pra cama. Fim de história. Não tem muito suco, acho eu.
— Te deixou com tesão por ser da família?
Ela torceu o nariz. Eu tinha passado do ponto.
— Sei onde você quer chegar. Tira isso da cabeça. cabeça. Ela ficou muito séria de repente.
— Não vá pensar que por me mostrar a pica vou fazer uma loucura com meu sobrinho.
— Não era essa a intenção.
Menti em parte.
— Tá bom, o teatrinho de antes e agora isso.
Realmente tinha batido de frente com minha tia, um erro de julgamento. — Uma coisa é a brincadeira e tal, mas a outra...
— Desculpa, tia.
Falei sem graça.
— Sério, não tentei nada, foi um mal-entendido.
— Olha, vou deixar passar e esquecer essa conversa.
Eu olhava pro chão, sentia os olhos severos dela cravados em mim.
— Vai buscar seus primos e traz eles pra casa.
Aceitei a tarefa meio cagado de medo, que mancada enorme. Fui um idiota ao me imaginar o protagonista de um pornô que come todas. A bronca da minha tia deixou claro que o assunto entre minha mãe e eu tinha que ser tratado com todo cuidado. Ela me cortou tanto que comecei a pensar em tudo que aconteceu, se alguém descobrisse, a gente ia se foder.Dava um certo frio na barriga fazer algo tão tabu, mas quando você começava, não tinha como parar, pelo menos no meu caso e no da minha mãe, ela também era bem viciada. Por sorte, o Luís apareceu pra me animar, peguei ele no meio do caminho até o lugar onde eu sabia que tinha levado a Alba. Era o que a gente chamava de nosso barraco de moleques, meio afastado da vila, na beira de uma estrada entre umas árvores onde o chão cedia e a gente tinha uns sofás empoeirados que encontramos largados há anos. Quando éramos adolescentes, a gente só tinha ido lá uma vez ou outra, se tivesse alguma mina na vila e a gente tivesse sorte, a gente levava ela pra lá.-Esse primo aí.
Me deu um tapa no peito, veio todo felizão.—O que você fez, seu filho da puta?
— O que você acha? — Sorria de orelha a orelha. — Não acredito, cê tá me zoando. Cadê ela?
- Fui pra casa, deixei ela morta.
-Fardó.
—Você está mentindo.- E um caralho. Além disso, a culpa é sua, que me provocou hoje de manhã. Passou o braço no meu pescoço.
- Bendita provocação. Como já disse, meu primo tinha um talento nato para me animar, e conseguiu.
Ele me contou com todos os detalhes, e algum exagero, como tinha sido o assunto com a Alba. Ouvir ele me reavivou a vontade, que não tinha se apagado, nem de longe, de seguir em frente com a minha mãe. O Luís não parou de falar da Alba nem quando fomos dormir, era a última noite que passávamos e ele me contou pela enésima vez como eram as tetas da nossa prima, descreveu com exatidão uma marca na pele e continuou me contando ainda mais. Eu já pensava na volta, nas promessas da minha mãe de mais diversão juntos.
Esquecia o mau momento com a tia Paula, só lembrava das tetonas dela balançando e das olhadas pro meu pau, além do que ela me contou, melhor focar nas coisas boas. Todas essas distrações junto com o Luís fizeram com que eu dormisse tarde.
Na manhã seguinte, foi hora das despedidas, beijos aqui e ali, abraços e apertos de mão. Meu pai disse pra minha mãe que era melhor eu dirigir o carro dela e eles voltarem no dele. Ela ficou brava e disse que eu podia dirigir, mas que vinha comigo. Levamos meu pai na frente o caminho todo até em casa, minha mãe com a mão esquerda no meu volume grande parte da viagem, também desligou o aquecedor e os bicos dos peitos ficaram marcados. Avisei que íamos bater se ela continuasse assim. Assim que estacionamos, meu pai colocou o carro na garagem, eu deixei o da minha mãe na entrada, aquela noite ele dormiria ao relento. Ela sussurrou no meu ouvido antes de sair:-Agora começa a parte boa.
0 comentários - Perdido com a Mamãe 2 Edição 2026