Perdido Com a Mamãe 2 Edição 2026

Perdido Com a Mamãe 2 - Edição 2026

Com a tempestade que estava caindo, ninguém conseguia sair da casa da minha avó. A verdade é que não estava tão ruim assim lá, meu tio Paco, o irmão mais velho do meu pai, que também morava na cidade, tinha reformado o lugar há pouco mais de dois anos.
A velha cozinha econômica tinha sido substituída por uma caldeira decente, e isso era uma melhora e tanto. Não passei uma noite ruim, mas demorei para pegar no sono, em parte por causa do meu primo Luis e sua verborragia, e em parte por ficar lembrando do que aconteceu com minha mãe no carro.
Naquela manhã, bem cedo, na casa só estávamos: minha avó, claro, minha tia Paula, irmã mais nova do meu pai, meu primo Luis (filho dela), meus pais e eu.
Minha tia tinha se divorciado há cinco anos, já tinha "tirado o luto", segundo o Luis. De acordo com ele, a mãe dele saía toda semana com um grupo de divorciadas e solteironas. A tia Paula tinha quarenta anos, algumas ruguinhas no rosto, pele morena e cabelo tingido de loiro. Era baixinha, não passava de um metro e sessenta, curvilínea e com bastante peito.
Esse último detalhe tinha me chamado mais atenção durante o aniversário. Como o Luis dizia, ela estava um pouco mais solta e usava uns decotes bem marcantes.
Meu primo levava muito bem essa coisa da mãe querer dar uma virada alegre na vida. Ele também se dava bem com o pai, que tinha se casado de novo, com uma mulher que tinha filhos próprios. Enfim, o Luis era um doido, uma piada constante. Dava pra falar com ele sobre qualquer coisa, por pior que fosse, que você terminava com um sorriso.
Meu primo dizia que a gente tinha que se ver pouco, ele e eu, assim a gente se importava menos em fazer papel de bobo um na frente do outro. Minha tia acompanhou minha avó centenária até a cozinha. Minha mãe e ela tinham preparado o café da manhã. Meu pai estava com o celular em outro cômodo naquele momento.
O Luis fez palhaçada pra avó, arrancou um sorriso desdentado dela e deu dois beijos. Eu também cumprimentei ela com um abraço e uns beijos. Ela disse que tinha ficado preocupada no dia anterior, ela ficou feliz que a gente tava todo ali, depois começou a delirar que seria o último aniversário dela, já fazia quase dez anos que ela tava assim. Depois do café, eu e o Luis nos agasalhamos e nos aventuramos a dar uma volta pelo vilarejo.

Como era janeiro, o lugar tava praticamente deserta, era um povoado pequeno e afastado. Mal dois ou três vizinhos tinham menos de sessenta anos, e um era meu tio Paco, que tinha cinquenta e nove. Ele era prefeito, desse e de tantos outros municípios pequenos, quase vilas da região, agrupados numa associação. O padeiro chegou buzinando e pra lá foram os vizinhos, eu e o Luis encaramos os caminhos da infância. Ele acendeu um cigarro e me ofereceu, recusei.

– Porra, a vovó, cem anos. Ele deu uma tragada.

– Pois é, é coisa do interior.Deve ser isso, mas se te falar a verdade, eu aqui morria em dois dias. Ri da graça dele. – Falo sério, não entendo o cara, nem a Alba.


- O que tem ela? Ela acabou de terminar com o Ade e o mestrado.


Fiquei interessado na vida da minha prima peituda, mais do que qualquer umapara falar de alguma coisa.


Então ela volta para a cidade, com o pai. Ela comentou isso ontem, antes deles chegarem, os irmãos, como são uns babacas completos, ficaram falando mal dela.


-Era assim mesmo, os dois irmãos mais velhos da minha prima estavam bem na vida e adoravam olhar todo mundo de cima pra baixo.


- Também te digo, sabendo que a Alba vai estar aqui, não me importaria de vir mais vezes.


E aí, quem nunca? Lembrando do que tinha acontecido com minha mãe no dia anterior, logo antes de chegar ela falou pra gente ser discreto enquanto estivéssemos com a família toda, me veio uma coisa na cabeça.


- Você transaria com a Alba? Se pudesse, se soubesse que ela quer tanto quanto você.


Pois a verdade é que sim. Não houve um instante de dúvida da parte do Luis.


- Sério mesmo? - Ela assentiu com o cigarro nos lábios e as mãos nos bolsos, procurando calor.


- E a minha mãe, você comeria ela? Decidi aumentar a aposta.


- Você vai me dar uma surra se eu contar a verdade? Me olhando de cima a baixo.


Sim, mano, desculpa e tal, mas eu comeria ela, que tá muito gostosa e como te falei ontem à noite, dessa vez ela tem um não sei o quê muito atraente.


Eu também comeria a sua, na moral.


Vou cagar na puta. Brincando, ela fez um gesto de me dar um soco.


São os peitos, antes ela não mostrava e agora ela os deixa praticamente de fora, eu te entendo. Ele encolheu os ombros.


- Você Comeria Ela, Sua Mãe, Quer Dizer?. Ele me olhou estranhado.


Caralho, isso aí não dá não, porra. Olhei pra ele com uma pressão fingida pra ver se ele respondia.


- Você faria?


Sim, sem dúvida nenhuma. Ele deve ter achado que eu estava brincando, mas eu estava falando a mais pura verdade.


Vamos imaginar o mesmo cenário que com a Alba, responde.


Bom, cara, mesmo que nunca fosse a mesma coisa, acho que sim. Ele ficou pensativo por um segundo.


Se eu sonhar alguma coisa estranha hoje à noite, te mato.Soltei uma gargalhada alta, e continuamos o passeio até que o frio começou a ficar insuportável. De volta na casa da minha avó, a aniversariante estava na cozinha com o resto das mulheres: minha tia, Alba e minha mãe, e a esposa do meu tio Paco, Juana, já tinha chegado também. Minha mãe não era muito chegada a tarefas domésticas nem à cozinha; ela trabalhava o dia todo, então, como costumava me dizer, não ia ficar labutando ao chegar em casa. A gente tinha empregada de qualquer jeito, e eu comia na faculdade, então tanto fazia.

Meu tio Paco estava na sala com meu pai, conversando sobre a cidade e tal. Meus outros primos só apareceriam na hora da comida, o que era até bom. Outros parentes mais distantes também iam vir. O tédio começava a nos matar, a televisão era um lixo, o sinal ia e vinha, e pra piorar, Luis e eu já tínhamos esgotado os assuntos pra conversar. Ele foi ajudar na cozinha, e nessa hora minha mãe aproveitou pra escapar. Meu pai e Paco tinham saído pra ver umas terras. Passando pela sala, ela me deu uma olhadinha e eu a segui. Subimos pro andar de cima, e eu mordia o lábio de baixo pra conter a vontade de apertar a bunda dela enquanto ela rebolava na minha frente na escada.

Lá em cima, minha mãe entrou no quarto que dividia com meu pai, e eu me enfiei atrás. Com a porta fechada, não aguentei a vontade de me jogar nela — tinha passado a noite toda fantasiando. Apertei o corpo dela por cima da roupa, e ela deixou, normal depois do que aconteceu ontem. Comecei a chupar seu pescoço, beijos leves e molhados.

— Para, amor, agora não. — Ela cortou.
— O que foi? — perguntei, encarando ela.
— Não podemos fazer nada com todo mundo aqui. — Tentei beijá-la, e ela desviou.
— Que não, Mario. — Me deixei ficar meio pra baixo, e ela percebeu.
— Olha, eu gostei muito do que a gente fez, e vai acontecer de novo, mas não na casa da sua avó, pelo amor de Deus, segura a onda um pouco.

Sentei na cama meio desanimado. Independente do que minha mãe dissesse, nas minhas calças tinha algo que não estava nem aí. Eu queria contrariá-la.

- Mário, meu menino. Ela sentou ao meu lado.
- O que começamos não acabou, nem de longe, mas essas coisas têm que ser levadas com cuidado e tato. Passou a mão sobre meu pacote.
- Eu também estou morrendo de vontade de repetir, e algo mais dessa vez, só aguenta um pouco, filho.

- Você fala como se soubesse bastante. Eu disse, segurando seu pulso e impedindo que tirasse a mão.
- De morrer de vontade? Você não tem ideia. Ela tentou desviar da minha pergunta.
- Da outra coisa, do incesto. Era a primeira vez que pronunciava essa palavra na minha vida. Sério. Esperei uma confissão obscura.
- Eu leio muito. Balancei a cabeça, um pouco irritado com essa gracinha.
- Tá bom, na verdade é uma fantasia que tenho há um tempo.
- Você queria transar comigo há um tempo? Ela parou de me olhar por um segundo, procurando uma saída, não deixei, agarrei um peito dela.
- Quieto! Ela afastou minha mão.
- Não é isso, é mais uma coisa que estava ali, te vi virar um garoto atraente, um pouco solitário, e bem, tem algo mais, mas prefiro guardar isso para mim. Olhei para ela com urgência.
- Por enquanto pelo menos. Ela me concedeu isso, sabia me manter no anzol.
- Anda, cuida disso. Ela agarrou meu pau através da calça, marcou bem o formato.
- Nem pense em descer assim, você mata a vovó de susto.
- Eu estaria precisando de uma ajudinha.

Agarrei ela pelos quadris assim que se levantou, enfiei meu rosto no ponto onde as costas terminavam e a bunda começava.
- Você não para nem um momento. Ela se soltou de mim, deu mais um passo à frente e se virou.
- Isso serve para você?

Ela levantou o moletom e a camiseta que estava por baixo, estava de novo sem sutiã, já tinha percebido quando agarrei o peito dela antes. Tem que dizer que essa foi a primeira vez que vi os seios dela direito, no carro não consegui contemplar aquelas maçãzinhas precisas em todo o esplendor. Minha mãe tinha um copo pequeno, um oitenta ou coisa assim, mas bem redondinhos ela os tinha.
Os mamilos que no dia anterior me Eram escuros, na verdade rosados, grandes e pontudos. Estiquei a mão livre, a outra já estava dentro da calça, ela afastou com delicadeza e se cobriu. -Se não me obedecer, não ganha nada. Ela recuou mais um passo, suas costas colaram na porta. Agora me mostrou só o peito esquerdo, queria brincar e eu também.Levantei de repente, sem dar tempo dela reagir. Tirei meu pau já duro, encostei a ponta na barriga descoberta dela. Ela tentou me afastar, sem muito esforço - o contato da cabeça do meu pau na pele dela me deixou a mil, só precisava tirar a calça dela, descer um palmo e já estava dentro. Minhas mãos foram direto pra cintura do jeans, ela agarrou com as dela pra me impedir, sussurrando "não" entre risadas nervosas. Abri o botão, o jeans era justo, puxei até a metade da coxa dessas pernas infinitas, suficiente. Peguei meu pau e procurei, olhando pra baixo, afastando a calcinha fio-dental. Ela me beijou, pra me distrair.-Ainda não. Ela sussurrou no meu ouvido. -Aqui não podemos fazer isso. Minha mãe pegou no meu pau, imaginei que pelo menos ela me masturbasse, talvez outra mamada. Ela ficou na ponta dos pés, sua cabeça se elevou acima da minha, levou meu pau entre suas coxas, senti o atrito do tecido da sua calcinha por cima, a carne se fechando dos lados. -Devagar, com cuidado. Ela ordenou. Imprimi movimento aos meus quadris, meu pau deslizava entre suas pernas, não a penetrava mas sentia sua umidade crescente. Era melhor que nada, e em parte era muito excitante, os dois vestidos quase completamente, e quase fodendo mas sem foder. Quis dar-lhe prazer com meus dedos, ela recusou: -Não, porque se eu começar não vou conseguir parar. Ela me disse. -Mãe, quero te dizer que eu adoro isso, tudo, que me deixou desnorteado mas é incrível. Ela sorriu para minha confissão um tanto pueril. -Fico muito feliz, meu menino, eu também gosto, fazia anos que não sentia essa tesão, tanto tempo. Ela mordeu o lábio inferior. Apoiou-se em meus ombros, aproximou-se com a língua do meu ouvido, a cócega me provocou uma cãibra por toda a coluna, a mordida uma pontada de dor. Aumentei o ritmo dos meus quadris, meti minhas mãos sob seu moletom, belisquei seus mamilos em resposta à mordida. Gozei logo em seguida, com o pau preso entre suas coxas perfeitas, jorrei contra a porta, sujei ela um pouco sem conseguir evitar. Minha mãe procurou com o que limpar a porta, me passou uma almofada velha que estava sobre a cama, ela pegou um lenço de papel na bolsa para si, que estava numa cadeira. -Sério mesmo?. Perguntei segurando a almofada diante dela. -É melhor que nada. Ela puxou a calça para cima. -Você me deixou encharcada. Antes de fechá-la, acariciou a calcinha, a umidade marcava no tecido.Isso tem solução. Eu ainda queria mais.- Que nada, pesado. Limpa isso e finge que nada aconteceu.

Num momento, não sei por que, fiquei puto com ela e subi minhas calças
- Você é uma puta, uma pau no cu, você vai ver!
Gritei com ela, batendo na parede com um soco. Ela me respondeu antes de sair, me viu irritado, ficou mal e ainda piorou com o que gritei. A cozinha continuava frenética com os preparativos, meu pai e meu tio voltaram, trouxeram com eles um dos cachorros do meu tio.

O pastor alemão, quase um filhote, se tornou minha maior diversão. Luis tinha terminado sua contribuição; descobri que ele tinha estudado confeitaria, não me contou nada, e preparou um bolo para a vovó. Nós dois passamos o tempo até começarem a chegar os familiares, e até depois, jogando uma bola de um lado para o outro para o cachorro.

Meus primos, os imbecis, fizeram ato de presença, um trouxe a namorada, essa garota nunca tinha visto um interior nem em foto, não era tão "pé no chão" como a pobre coitada achava. A comida começou com um parabéns para a vovó de parte de toda a mesa.

Depois entramos no assunto principal, a comida era pesada, batatas com chouriço de primeiro e cordeiro assado de segundo. Os primos estávamos todos em uma ponta da mesa, Luis fazia besteiras, eu ria das graças dele, a vovó, que não estava longe também, a mãe dele chamava a atenção. Alba, que tinha se sentado ao nosso lado, na verdade à minha esquerda, também ria, embora timidamente.

Como já disse, a característica mais marcante da minha prima são seus peitos, enormes, mas além disso eu diria que ela é uma garota um tanto insegura, é inteligente e legal, mas por ser meio gordinha e baixinha acho que tem mais complexos do que imaginamos, a Luis e a mim agradava do mesmo jeito.

A sobremesa se estendeu até quase cinco horas, a vovó adormeceu por volta das quatro, entre minha tia e outra parente a levaram para o quarto. As pessoas foram se despedindo gradualmente, os primeiros foram meus primos e a namorada, que mal tinha comido.

Num momento em que me levantei, para ir ao banheiro, Luis... Ela ocupou meu lugar ao lado da Alba. Nossa prima já estava há um tempo rindo das graças dela e bebendo bastante tinto, eu também tinha tomado minha dose e rido bastante, imaginei que as duas coisas estavam conectadas. Dirigi-me ao banheiro do primeiro andar, entrei sem bater nem nada, e meus olhos ficaram do tamanho de pratos. Minha tia estava deitada na pia, sem blusa, só de sutiã, com seus dois peitões balançando, por causa do movimento de esfregar a roupa que ela estava tentando limpar.

Ela se virou ao me ver na porta, e largou a blusa na pia para se cobrir com os braços, mas pouco conseguia esconder. Eu não me contive em olhar, não depois do que aconteceu com minha mãe, não depois do seu desafio e não depois do tesão que eu estava com uma mistura de vinho e tudo mais.

- Merda, tia, desculpa. Disse enquanto entrava e fechava a porta atrás de mim.

- Desculpa? Perguntou com um tom provocador.

- Mas sai, melão, você não tá vendo como eu tô?

- Porra, e como tô vendo. Respondi, com duplo sentido.

- Você tá doido, sai, tô te dizendo. Eu ignorei, sem parar de olhar para ela.

- É que não tô aguentando mais, e preciso usar o banheiro.

Respondi, levando uma mão até o pacote, os olhos dela seguiram o gesto. Talvez eu tivesse sorte com a tia Paula.

- Vai, deixa eu sair. Ela pegou a blusa.

- Não, mulher, continua no seu que eu só preciso mijar. Além do mais, você é minha tia, não vai ver nada de outro mundo.

Avancei até o vaso, tentando passar perto dela no caminho curto.

- Você não vai ser capaz...

Ela calou ao me ver tirar o pau pra fora. Eu, que sou de esquentar rápido, já estava com ele bem inchadinho só de ver os peitos dela balançando, e o tesão que minha mãe tinha citado de manhã fazia o resto. Minha tia não sabia onde se esconder, me olhou fixamente por alguns segundos, ela divorciada e, segundo o Luis, procurando confusão, era uma boa combinação.

Acho que pra tentar parecer normal ela voltou ao que estava fazendo, ao esfrega-esfrega, agora eu olhava de lado aquelas tetas que pareciam que iam pular do sutiã a qualquer momento. Claro que isso estava me deixando tão quente, que... A vontade de mijar se transformava em uma ereção de vez em quando. O tempo que eu passava em frente ao vaso sem fazer nada chamou a atenção da minha tia de novo.

- Você não estava com muita pressa? Ela perguntou, mal deu umas olhadas, e meu pau já estava maior do que no começo.

- Às vezes demora, tem um longo caminho a percorrer.

- Era o vinho falando por mim.

- Que cafajeste, igual ao seu primo.

- Igual ou maior? Bendito Rioja que tirava o melhor de mim.

- Já chega, qualquer um que te veja.

Ela ria, mas cada vez olhava mais.

- Qualquer um que nos veja, porque sua tia também está fotogênica.

- Com um sutiã velho e dois peitos caídos, você sabe, nem todas podemos ser sua mãe. Ela ajustou a blusa.

- Algumas não precisam. Joguei a bomba e me virei um pouco, para ver como ela reagia, a ereção já era quase total.Ela olhou pro meu pau, pra onde mais olhar no pequeno banheiro. A porta se abriu, toda a timidez me voltou de repente, virei as costas pra entrada e tentei pensar em algo que baixasse o tesão.-Paula, desculpa. Era a voz da minha mãe.

-E o que ela tá fazendo aqui? Ela perguntou por mim.

-Já viu que eu tava com pressa, os dois já tavam naquele ponto que deviam ter tirado o vinho antes do segundo prato. Minha tia respondeu.

-Pois é, o seu a esse passo casa com a menina. Minha mãe comentou, claramente se referindo ao Luis e à Alba.

-Vou lá embaixo ver o que ele tá fazendo. Minha tia saiu.

-Termina logo que você vai fazer Booty. Ela soltou antes de ir.

Fecharam a porta, ouvi elas conversando, o fato da encrenca ter sido coisa da minha mãe serviu pra manter meu mastro bem reto. A porta abriu de novo.

-¡Ocupado!

Gritei sem me virar.

-Muito ocupado você tava há pouco.

Era minha mãe de novo. Me virei, feliz que fosse ela, com o pau apontando pra ela e as mãos desejando tocar carne.

-O que você tava fazendo com sua tia?

Ela perguntou meio chateada.

-Pois o que você me disse essa manhã.

Respondi e fiquei de boa, com ela não precisava me controlar.

-Vai ser o que.

Ela suspirou irritada, não soube se era sério ou atuação.

-É o que temos, e se eu for e foder o Luis, levo ele pro quarto...

-Não, mãe, não enche.

Interrompi, de repente não suportava imaginar ela com alguém que não fosse eu.

-Pois é isso que tô te dizendo.

Ela tava puta de verdade.

-É o vinho e o tesão, olha como eu tô.

Apontei pro pau duro.

-Você tem dezenove anos, devia saber se masturbar sozinho.

-Mas eu não quero uma punheta, quero te comer.

Encurtei a distância, ela se virou pra porta e pensei que ia embora, ela trancou a fechadura.- Você não vai ficar quieto até que isso aconteça, né?Balanceei a cabeça. -Eu queria que fosse melhor que isso, no banheiro da casa da sua avó. Eu queria fazer numa cama boa, em casa e à vontade. Aqui em cima tá toda a família e seu pai lá embaixo.Ele se aproximou e começou a balançar ela pra mim, cuspiu na mão, espalhou a saliva pelo meu pau.-Mas acho que isso deixa um pouco mais excitante, né?

-Mãe, tô morrendo de vontade. Puxei ela pra mim e, num movimento rápido, coloquei ela em cima da pia.

-Vou ficar com a bunda molhada, bobão.

Ela disse, já toda brincalhona.

-Mais que a bunda vai ficar molhada.

Fiz um sorriso de lobo. Abri o zíper da calça jeans e dessa vez desci até os joelhos, um pouco mais, ela estava usando aquelas botas altas de novo e não dava pra descer mais. A calcinha seguiu o mesmo caminho na hora. A buceta dela brilhava de molhada, me chamando, e eu atendi.

Já tinha feito aquilo outras vezes, com uma namorada do colégio, uma mina que ou eu chupava tudo ou não tinha graça pra mim, no fim peguei gosto. Aquela garota tinha a buceta bem fechadinha, os lábios quase pra dentro, minha mãe não, ela os tinha pra fora, grandes e com aquela forma característica de flor. Enterrei minha boca lá, com o nariz roçando por cima do clitóris, brinquei um pouco com isso pra acariciar o botãozinho do prazer com a ponta. Peguei minha mãe de surpresa, que se esticou e buscou algo pra se segurar ao me sentir ali, num olhar pra cima pude ver como ela mordia a mão esquerda pra não gemer.Por sorte, a mão direita dela encontrou uma toalha, e ela levou à boca. Seus dedos começaram a cavar no meu cabelo. Ela não conseguia abrir bem as pernas por causa da calça, tive que tirar as botas dela, e depois a calça. Troquei a calcinha dela pela toalha, e ela a mordeu com desejo. Agora sim, abri suas pernas, sua bunda quase escorregou completamente na pia molhada. Eu estava me deliciando chupando sua buceta quando ela puxou meu cabelo para cima.- Para! Vamos transar. Você faz isso comigo quando tivermos mais tempo.

Ela respirava pesado. Tirou o moletom e a camiseta, ficando totalmente nua. Fui imitá-la.-Não, deixa a roupa, caso alguém apareça. Não perde mais tempo, me dá com isso, enfia ela todinha.Enfiei meu pau na entrada da sua buceta.

- Assim, do nada? E o lance de tornar especial?

- Quando chegarmos em casa, juro que faremos algo especial. Agora, mamãe quer seu pau.

Ela puxou minha gola e me puxou para um beijo quente.

- Não devia ter sido tão insistente, olha como me deixou.

Eu adorava vê-la assim, me deixava louco vê-la tão excitada. Com meu pau na mão, acariciei a entrada da sua buceta, passei a rola pelos grandes lábios, devagar, esquentando ela ainda mais. Ela me cutucou com um golpe de calcanhar na minha bunda, minha mãe queria que eu enfiasse logo.Eu também estava morrendo de vontade, coloquei a cabeça do pau na entrada, saboreando a umidade dela com a ponta do meu pau. Fui entrando devagar, com um movimento lento de quadril, ela se jogou pra trás, me recebendo, contra o espelho.– Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Deus siiim Assimiii Papaiii Assimiii Me fodeee Assimiii Continuaaa Amor Continuaaa Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!

Soltou um gemido que não conseguiu segurar e comecei com uma bombada suave, quase com medo de machucá-la, ou melhor, para que aquilo nunca acabasse. Minha mãe suspira e me olhava diretamente nos olhos, seus braços fechados em volta do meu pescoço. Ela estava molhada e quente, não muito aberta, sua buceta apertava meu pau. Nos movíamos no mesmo ritmo, sobre a pia, levei minhas mãos à sua bunda, para levantá-la um pouco mais e aproximá-la de mim. Terminamos colados, seus seios contra meu torso, seus mamilos cravando em mim. Eu a segurava de pernas abertas, suspensa no ar, dei um passo para trás, longe da pia. No meio do banheiro, com minha mãe totalmente nua e pendurada em mim, foi assim que chegamos, quase ao mesmo tempo.

Minha mãe gozou primeiro, não foi com gritos terríveis e fogos de artifício, foi com gemidinhos, suspiros e um característico tremor, que tensionava suas costas, ela apertou seus lábios contra meu ombro direito enquanto exalava o último pedaço de prazer, terminou cravando os dentes.

– Uhhhh ¡Ahhhh! ¡Ahhhh! ¡Ahhhh! ¡Ahhhh!Eu gozei na hora, deu uma certa tensão de fazer dentro dela, transando no pelo. - Mãe... Comecei a falar no momento que tava gozando, não tirei e jorrei com vontade.


- Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh! Calma, meu amor, não tem problema...
Me dá por dentro, enche tudo! Ahhhh! Ahhhh! Ahhhh!
Ela gemeu enquanto me beijava na boca.
-Foi muito bom, agora me dá a roupa, que estamos com pressa.

Fui passando as roupas para ela, enquanto ela, com um pedaço de papel higiênico, limpava a bucetinha, que pingava um pouco do meu sêmen. Eu saí primeiro do banheiro, não tinha ninguém por perto, ela saiu um minuto depois. Roupas no lugar, cabelo bem penteado, como se nada tivesse acontecido, não tinha sido a foda do século, apenas quinze minutinhos, um pouco mais. Não tinha sido sexo selvagem onde arrancamos as roupas e uivamos como animais.

Tinha sido uma primeira vez, de novo, com alguns cuidados e com mais excitação pelo tesão da nossa relação mãe e filho, do que pelo ato de foder em si. Minha mãe e eu passamos mais um tempo sozinhos, no primeiro andar, conversamos mais, eu enumerava as coisas que queria fazer com ela, ela pedia um pouco de calma, íamos nos divertir muito juntos, dizia, mas tinha que ser cuidadosos.

Combinamos que não deveria haver mais surtos como aquele enquanto estivéssemos na casa da vó, eu estava mais sereno e aceitei, não muito convencido. A família continuava à mesa, com suas histórias, graças e debates. Minha tia Paula tinha começado a jogar cartas com a vó e outras senhoras da família distante. Ela soltou uma risadinha ao me ver, mas mais do que isso notei que tinha algo diferente na forma como me olhava.

Depois de fazer com minha mãe, eu estava solto, a ideia de levar minha tia pelo caminho que minha mãe e eu estávamos trilhando há pouco tempo me deixou muito excitado, embora algo me dissesse que minha mãe tinha muita experiência prática nessas relações proibidas. O fato é que todo mundo estava em seus grupinhos, e Luis e Alba tinham sumido. Minha mãe sentou junto às mulheres que jogavam cartas, eu, me vendo sozinho, decidi sair. O pastor alemão do meu tio roía um osso, ao me ver começou a abanar o rabo, largou a ossada e se aproximou de mim com a bola na boca.Lá estava eu, brincando com o animal um bom tempo, teria preferido estar brincando com minha mãe, mas fazer o quê, por outro lado era estranho ficar com toda a família depois da trepada. Minha tia Paula apareceu de repente pelo jardim, usando um casaquinho por cima da blusa. Eu, que tinha acabado de me acalmar, estava meio envergonhado do momento no banheiro, embora a exuberância da minha tia ainda me atraísse. Ela ficou um tempo em silêncio, me observando jogar a bola de tênis cheia de babas do cachorro.-Mario, Ela começou e ficou um pouco corada, talvez por causa do frio. -Espero não ter te colocado numa encrenca com sua mãe. -Nada disso, eu é que devia me desculpar, foi coisa do vinho e... -E de que eu tinha ficado muito excitado depois daquele adianto da minha mãe naquela manhã. Por sorte, agora eu já estava relaxado e focado. Além disso, acho que o ciúme teve um papel importante para fazer minha mãe ceder. -Só isso, bom, então que não se repita. Ela disse divertida, sem nenhuma convicção. -Você sabe onde o Luis foi? Eu neguei. Se ele tinha ido com a Alba, eu tinha uma ideia, nada boa. Sorri ao pensar nos meus primos pegando fogo, como eu e minha mãe... bom, na verdade não tinha muito ponto de comparação. -Você sabe de alguma coisa. Ela me pegou. -Bom, eles são grandinhos, e isso todo mundo já fez, depois você se arrepende e nas reuniões de família nem se olham. Minha tia falava por experiência própria. Eu adorava essas confissões que elas soltavam, quase de passagem, com inocência, tanto minha mãe quanto agora minha tia. Sabia que minha mãe tinha experiência nesses assuntos que ela escondia de mim, e acabava de descobrir que minha tia também. Ela se virou para dentro quando eu resolvi puxar a língua dela. -Quem foi? -Ela se virou estranhada. -Aquele com quem você deu uns pegas. -E eu pensando que a sua brisa tinha passado. Por que te interessa? -Não sei, curiosidade, e tô entediado pra caralho. Talvez se eu tiver algo picante pra pensar, o tempo passe mais rápido. -Em parte era verdade, em parte eu queria saber que ela também tinha derrubado aquela muralha de tabu. -Picante? As aventuras da sua tia. Eu concordei com a cabeça, ela olhou pro chão e sorriu. -Bom, um primo, na verdade. Um filho do tio que foi pras Américas quando a guerra. Fiz um gesto pra ela continuar contando. -Era um garoto bonito, com sotaque de lá e me levou pro mato, fim da história. Não tem muito suco, acho eu. -Te deixou com tesão por ele ser da família? Ela fez uma cara feia, eu tinha passado do ponto. -Eu sei por onde você tá indo, tira isso da cabeça.

Ela ficou muito séria de repente.

- Não vá pensar que por me mostrar a pica você vai me fazer fazer uma loucura com meu sobrinho.

- Não era essa a intenção.

Menti em parte.

- Tá bom, o teatrinho de antes e agora isso.

Realmente tinha pisado na bola com minha tia, um erro de julgamento. - Uma coisa é a brincadeira e tal, mas o outro...

- Desculpa, tia.

Falei acuado.

- Sério, não tava tentando, foi um mal-entendido.

- Olha, vou deixar pra lá e esquecemos essa conversa.

Eu olhava pro chão, sentia os olhos severos dela cravados em mim.

- Vai lá buscar seus primos e traz eles pra casa.

Aceitei a tarefa meio cagado, que cagada enorme. Fui um idiota ao me imaginar o protagonista de um filme pornô que come geral. A bronca da minha tia deixou claro que o assunto entre minha mãe e eu devia ser levado com muito cuidado. Me cortou tanto que comecei a dar voltas em tudo que aconteceu, se alguém descobrisse a gente se fodia.Dava uma certa vertigem fazer algo tão tabu, mas quando você começava não tinha como parar, pelo menos no meu caso e no da minha mãe, ela também tinha muito vício. Por sorte o Luis apareceu pra me animar, peguei ele no meio do caminho do lugar onde eu sabia que ele tinha levado a Alba. Era o que a gente chamava de nosso esconderijo de moleque, um pouco afastado da cidade, na beira de um caminho entre algumas árvores o chão afundava e lá a gente tinha uns sofás empoeirados que encontramos jogados anos atrás. Quando éramos adolescentes a gente já tinha transado lá mais de uma vez, se tinha alguma garota na cidade e a gente tinha sorte, levava ela pra lá.-Aquele primo.

Me deu uma pancada no peito, eu tava felizão.- O que você fez, seu filho da puta?


- O que você acha? - Estava sorrindo de orelha a orelha. - Não acredito, você tá de sacanagem. Cadê ela?


Foi pra casa, deixei ela toda acabada.


Fardou.


Você tá mentindo.- E nada. Além disso, a culpa é sua, que me provocou essa manhã. Ele passou o braço pelo meu pescoço.

- Bendita provocação. Como já disse, meu primo tinha um talento inato para levantar meu ânimo e ele fez isso.

Ele me contou com todos os detalhes, e algum exagero, como tinha sido o lance com a Alba. Ouvir ele reacendeu minhas vontades, que não tinham se apagado, nem de longe, de seguir em frente com minha mãe. O Luis não parou de falar da Alba nem quando fomos dormir, era a última noite que passávamos e ele me contou pela enésima vez como eram os peitos da nossa prima, descreveu com exatidão uma marca na pele e continuou me contando ainda mais. Eu já olhava para a volta, para as promessas da minha mãe de mais diversão juntos.

Esquecia o mal momento com a tia Paula, só lembrava dos peitões enormes balançando e as olhadinhas para meu pau, além do que ela me contou, melhor focar nas coisas boas. Todas essas distrações junto com o Luis fizeram com que eu dormisse tarde.

Na manhã seguinte foram despedidas, beijos aqui e ali, abraços e apertos de mão. Meu pai disse para minha mãe que era melhor se eu dirigisse o carro dela e eles voltassem no dele. Ela ficou brava e disse que eu podia dirigir, mas que vinha comigo. Levamos meu pai na frente o caminho todo até em casa, minha mãe com a mão esquerda no meu pacote grande parte da viagem, também tirou o aquecimento e os mamilos ficaram marcados. Aviso que teríamos um acidente se continuasse assim. Assim que estacionamos, meu pai meteu o carro na garagem, eu deixei o da minha mãe na entrada dela, essa noite dormia ao relento. Ela sussurrou no meu ouvido antes de sair:Agora começa a parte boa.

0 comentários - Perdido Com a Mamãe 2 Edição 2026