Os dias passaram muito rápido, a semana inteira voou, já que nessa semana só fiz cuidar do meu filho, limpar a casa, cozinhar pra todo mundo e transar, transar muito, não consegui lavar roupa porque nem sujávamos, a gente passava o dia pelado trepando feito animais no cio. Minha buceta e meu culo viveram a semana inteira cheios de porra, porque nem no banho me deixavam de foder meu papi e meu namorado, só faltava a gente transar enquanto dormia pra completar as jornadas pesadas e intensas de sexo que tivemos, mas essa semana acabou, aí minha mãe chegou e eu e Lautaro voltamos pra nossa casa, onde, por incrível que pareça, passamos três dias, três dias inteiros sem transar, eu precisava recuperar as forças depois dessa surra que deram nos meus buracos. Mas isso não ia durar muito, Lautaro é um sátiro, então assim que ele mais ou menos recuperou as energias, eu ia ter que voltar à rotina de viver com ele, que era transar umas duas ou três vezes por dia, já que a gente estava tentando ter um filho, isso caiu como uma luva, e é uma boa desculpa pra vontade incontrolável dele de sexo, mais uma vez a gente continuou e continuou trepando com o passar dos dias, tentando a segunda gravidez, mas a primeira dele. Até que finalmente, depois de uns dias sem menstruar e com umas náuseas e cólicas, fiz o teste e sim, estava grávida de novo, Lautaro me abraçou todo emocionado, me levantou no ar gritando "VOU SER PAI", enquanto quase chorava, eu toda emocionada igual ele, ia ser mãe de novo, a gente se uniu num abraço de alegria enquanto corria pra contar pras nossas famílias essa notícia linda que batia na porta, dessa vez minha família levou diferente, radicalmente diferente, ao contrário da vez passada, dessa vez não era meu pai o engravidador, mas meu homem, meu namorado, meu macho. Então fizemos uma reunião pra comemorar, meu pai com meus tios fizeram o churrasco, teve muita bebida e um domingo longo. cheio de copos, comidas e danças.
Minhas primas, avó, tias e claro, minha mãe correram pra me abraçar enquanto passamos o dia inteiro falando das nossas famílias, já que obviamente eu não era a única prenha. Minha avó, mãe e tias já não estavam mais em idade de ter filhos, mas com minhas primas era diferente.
Clara já tinha tido um filho com meu tio e agora já estava dois meses grávida de novo. Cami tinha tido gêmeos com o Nico, mas por enquanto não estava grávida de novo. E a Estefi também tinha tido um filho, mas agora era ela que estava prestes a ter o segundo, já que tá com 8 meses de gravidez. Depois tem eu, Sofia, com um filho e agora grávida de novo, com apenas 3 semanas e meia do meu segundo filho. Enquanto a gente tava na mesa, batendo papo e rindo, cada uma com os filhos no colo, meu namorado (Lautaro), o namorado da Estefi, o namorado da Clara, o Nico e nossos pais estavam todos na frente da churrasqueira, cada um com uma cerveja, parabenizando o Lautaro por me engravidar, enquanto as piadas meio machistas rolavam soltas e as risadas não faltavam. Depois de uma bela comida e uns drinks, aconteceu o que eu nunca pensei que pudesse rolar: cada um pegou suas coisas e foi pra casa. As reuniões de família antes terminavam com cada um trepando num quarto, mas dessa vez não, era diferente. A gente já tava um pouco mais velha, já éramos mães, nossos filhos tinham entre um e dois anos cada, e quase todas távamos grávidas de novo. O tempo passou, já não terminava comigo num quarto trepando com meu tio ou meu pai ou os dois. Em vez disso, terminou comigo e o Lautaro na nossa casa, colocando o bebê pra dormir.
Mas eu sabia que não ia parar por aí. Assim que o pequeno Thiago dormiu, começou nossa diversão. Lautaro me pegou pela cintura, encostando o volume dele na minha bunda e me dando uns beijos no pescoço, ficando carinhoso e sussurrando no meu ouvido.
Lautaro: (entre um beijo e outro) Espero que você esteja a fim, porque tô muito tarado, preciso do seu carinho.
Eu: Humm, Claro, amor, foi pra isso que me transformaram em mulher e foi por isso mesmo que você me fez sua mulher.
Me levei pra cama, mas dessa vez algo não foi como sempre, como antes, tava vazio, era gostoso, tinha cada centímetro da pica dele dentro da minha buceta tocando o fundo do meu ser, mas algo não era como antes, era chato, sem vida, não sentia faísca, tesão, nada, só um pouquinho de prazer. Meus gemidos não foram reais, eram suaves e quase sem expressão, pela primeira vez eu tava fingindo. Ele percebeu e tentou me ajudar, me dar mais, chupou meus peitos, me enforcou, me deu tapas, palmadas e mandou eu falar que sou a putinha dele, mas nada, foi o mesmo resultado. Pela primeira vez na minha vida, o sexo foi monótono.
A gente deitou porque já tava cansado, a vida adulta como pais responsáveis é pesada. Na manhã seguinte, tivemos uma conversa intensa, sobre nós, nosso relacionamento e como íamos seguir a vida. Concordamos que faltava algo e que íamos ter que reacender a chama da relação.
Deixamos o Thiago com meus pais e alugamos uma cabana em Bariloche pra passar um fim de semana como casal, focados na nossa relação.
A viagem foi espetacular, conversamos muito, como nunca, diria. Mate e estrada por quase 20 horas, pra chegar e cair na cama de tão cansados. No outro dia ia ser o interessante. Tivemos um encontro como há muito não tínhamos, jantamos, caminhamos pela rua, ele me comprou uma bugiganga e terminamos na frente do lago, enquanto nos beijávamos. Foi outro tipo de beijo, totalmente diferente de qualquer um que tivemos até aquele. Entre um beijo e outro, começamos a nos agitar, ele apalpou minha bunda enquanto eu o agarrava e sussurrava que me amava e que naquela noite ia me fazer dele como nunca antes, e assim foi.
Assim que chegamos, ele se jogou na cama, se despiu e ficou lá com o pau já bem duro. Eu me despi no banheiro e me aproximei devagar dele, tudo era intenso, eu estava com a buceta quente e pulsando. Me joguei na cama como uma puta no cio e comecei a chupar ele, de quatro, enquanto ele, deitado, segurava minha cabeça e curtia a vista, enquanto eu engolia ele inteiro. Precisava daquele pau, queria ele dentro de mim, sentir cada milímetro na minha boca, roçar cada veia com minha língua enquanto levava até o fundo da garganta, e ele, com aquele olhar de prazer e uns gemidos leves, me dizia que hoje ia me deixar sem andar e com mais um filho.
Não aguentei nem 2 minutos chupando, ele me afastou, não queria desperdiçar as forças nisso, queria ir direto ao prato principal.
Ele me jogou na cama, deitada de bruços, e subiu em cima de mim. Enquanto empurrava com toda a força, começou a meter bem forte, plaf plaf plaf, as estocadas ecoavam na minha bunda. Eu estava completamente imobilizada pelos seus pesados 80 quilos me pressionando, sem forças, me deixei foder com muita brutalidade. Dessa vez, era minha vez de ser a submisso que se deixava penetrar enquanto segurava firme diante das suas múltiplas e profundas enfiadas. Ele acelerou o ritmo e começou a cavalgar mais forte e rápido, empurrando até o fundo do meu útero, onde ia soltar uma carga bem potente.
Depois disso, fui para o chuveiro me limpar. Estava suada, coberta de suor meu e dele, e do meu ventre ainda escorria o esperma dele. Queria tomar um bom banho, mas ele não deixou.
Ainda tava pulsando minha virilha, quando ela se aproximou, me encostou no corpo dela e começou a me beijar, com muita paixão, enquanto a amiga dela se levantava e pressionava minha buceta ainda latejante e meus peitos roçavam no peito dela e endureciam com o domínio dela sobre mim. Não demorou nem dois segundos de beijo pra me esquentar de novo, fazia tempo que a gente não tinha essa intensidade de relação.
Ele me tirou do chuveiro e tirou a cueca dele de novo pra ficarmos peladinhos, e como se não bastasse, dessa vez me levantou e começou a me comer enquanto me segurava no colo, e eu só continuei beijando ele enquanto gemia. Ele quis mostrar toda a masculinidade dele me comendo como se eu fosse um saco de batata que não pesasse nada, me sacudindo pra lá e pra cá, e conseguiu. Eu tava mais molhada impossível, queria que ele me engravidasse ali mesmo. Nos braços do meu homem enquanto ele me comia gostoso de novo e a gente se beijava como adolescentes com hormônios à flor da pele, a noite era longa e a gente já tinha transado 3 vezes, e em todas ele encheu meu útero com as cargas grossas e abundantes de porra dele.
Mas aquela semana não foi só transar, claro, também tivemos muitos encontros, momentos mágicos, onde a gente se reencontrou, no amor mais puro e intenso que já tivemos. Mas a gente não tinha ido pra isso, queríamos reacender a chama e ele queria um filho dele, então eu ia conceder. Ele levou uns Viagra e tava tomando vitaminas pra aquela semana me deixar a buceta transbordando de porra.
Claro que também experimentamos um pouco, no meio da luxúria eu aproveito meu lado mais submisso e ele assume o controle total de tudo, claro que eu não reclamei nem um pouquinho, amei esse lado dominante e controlador dele. Ele comprou umas algemas e uma corrente e usou bem, me masturbando ali, enquanto eu estava algemada na cabeceira da cama, com as pernas abertas, sem poder fechá-las, senão ele me castigava, esfregando minha buceta, enquanto eu gemia e com minha cara mais obscena pedia por favor que ele me desse o pau.
Claro que ele não ia aguentar muito, me derrubou rápido na cama e começou a me comer, enquanto eu não conseguia me mexer, dessa vez nem um centímetro, literalmente. Então não me restou outra opção a não ser gemer aos berros enquanto pedia mais e me deixava levar pelo momento, enquanto ele me enfiava, aproveitando a vista de me ter completamente imobilizada à mercê dele.
Tudo isso terminou em quê? Igual todas as refeições que ele me deu na minha buceta cheia de porra dele. Foram uns 20 creampies que ele fez em mim, bem na parte mais fértil do meu ciclo. Era realmente impossível não ter engordado depois daquela semana maravilhosa, onde a gente não só recuperou nosso amor, mas outro vai florescer. Fim.
Continua???
Minhas primas, avó, tias e claro, minha mãe correram pra me abraçar enquanto passamos o dia inteiro falando das nossas famílias, já que obviamente eu não era a única prenha. Minha avó, mãe e tias já não estavam mais em idade de ter filhos, mas com minhas primas era diferente.
Clara já tinha tido um filho com meu tio e agora já estava dois meses grávida de novo. Cami tinha tido gêmeos com o Nico, mas por enquanto não estava grávida de novo. E a Estefi também tinha tido um filho, mas agora era ela que estava prestes a ter o segundo, já que tá com 8 meses de gravidez. Depois tem eu, Sofia, com um filho e agora grávida de novo, com apenas 3 semanas e meia do meu segundo filho. Enquanto a gente tava na mesa, batendo papo e rindo, cada uma com os filhos no colo, meu namorado (Lautaro), o namorado da Estefi, o namorado da Clara, o Nico e nossos pais estavam todos na frente da churrasqueira, cada um com uma cerveja, parabenizando o Lautaro por me engravidar, enquanto as piadas meio machistas rolavam soltas e as risadas não faltavam. Depois de uma bela comida e uns drinks, aconteceu o que eu nunca pensei que pudesse rolar: cada um pegou suas coisas e foi pra casa. As reuniões de família antes terminavam com cada um trepando num quarto, mas dessa vez não, era diferente. A gente já tava um pouco mais velha, já éramos mães, nossos filhos tinham entre um e dois anos cada, e quase todas távamos grávidas de novo. O tempo passou, já não terminava comigo num quarto trepando com meu tio ou meu pai ou os dois. Em vez disso, terminou comigo e o Lautaro na nossa casa, colocando o bebê pra dormir.
Mas eu sabia que não ia parar por aí. Assim que o pequeno Thiago dormiu, começou nossa diversão. Lautaro me pegou pela cintura, encostando o volume dele na minha bunda e me dando uns beijos no pescoço, ficando carinhoso e sussurrando no meu ouvido.
Lautaro: (entre um beijo e outro) Espero que você esteja a fim, porque tô muito tarado, preciso do seu carinho.
Eu: Humm, Claro, amor, foi pra isso que me transformaram em mulher e foi por isso mesmo que você me fez sua mulher.
Me levei pra cama, mas dessa vez algo não foi como sempre, como antes, tava vazio, era gostoso, tinha cada centímetro da pica dele dentro da minha buceta tocando o fundo do meu ser, mas algo não era como antes, era chato, sem vida, não sentia faísca, tesão, nada, só um pouquinho de prazer. Meus gemidos não foram reais, eram suaves e quase sem expressão, pela primeira vez eu tava fingindo. Ele percebeu e tentou me ajudar, me dar mais, chupou meus peitos, me enforcou, me deu tapas, palmadas e mandou eu falar que sou a putinha dele, mas nada, foi o mesmo resultado. Pela primeira vez na minha vida, o sexo foi monótono.A gente deitou porque já tava cansado, a vida adulta como pais responsáveis é pesada. Na manhã seguinte, tivemos uma conversa intensa, sobre nós, nosso relacionamento e como íamos seguir a vida. Concordamos que faltava algo e que íamos ter que reacender a chama da relação.
Deixamos o Thiago com meus pais e alugamos uma cabana em Bariloche pra passar um fim de semana como casal, focados na nossa relação.
A viagem foi espetacular, conversamos muito, como nunca, diria. Mate e estrada por quase 20 horas, pra chegar e cair na cama de tão cansados. No outro dia ia ser o interessante. Tivemos um encontro como há muito não tínhamos, jantamos, caminhamos pela rua, ele me comprou uma bugiganga e terminamos na frente do lago, enquanto nos beijávamos. Foi outro tipo de beijo, totalmente diferente de qualquer um que tivemos até aquele. Entre um beijo e outro, começamos a nos agitar, ele apalpou minha bunda enquanto eu o agarrava e sussurrava que me amava e que naquela noite ia me fazer dele como nunca antes, e assim foi.
Assim que chegamos, ele se jogou na cama, se despiu e ficou lá com o pau já bem duro. Eu me despi no banheiro e me aproximei devagar dele, tudo era intenso, eu estava com a buceta quente e pulsando. Me joguei na cama como uma puta no cio e comecei a chupar ele, de quatro, enquanto ele, deitado, segurava minha cabeça e curtia a vista, enquanto eu engolia ele inteiro. Precisava daquele pau, queria ele dentro de mim, sentir cada milímetro na minha boca, roçar cada veia com minha língua enquanto levava até o fundo da garganta, e ele, com aquele olhar de prazer e uns gemidos leves, me dizia que hoje ia me deixar sem andar e com mais um filho.Não aguentei nem 2 minutos chupando, ele me afastou, não queria desperdiçar as forças nisso, queria ir direto ao prato principal.
Ele me jogou na cama, deitada de bruços, e subiu em cima de mim. Enquanto empurrava com toda a força, começou a meter bem forte, plaf plaf plaf, as estocadas ecoavam na minha bunda. Eu estava completamente imobilizada pelos seus pesados 80 quilos me pressionando, sem forças, me deixei foder com muita brutalidade. Dessa vez, era minha vez de ser a submisso que se deixava penetrar enquanto segurava firme diante das suas múltiplas e profundas enfiadas. Ele acelerou o ritmo e começou a cavalgar mais forte e rápido, empurrando até o fundo do meu útero, onde ia soltar uma carga bem potente.Depois disso, fui para o chuveiro me limpar. Estava suada, coberta de suor meu e dele, e do meu ventre ainda escorria o esperma dele. Queria tomar um bom banho, mas ele não deixou.
Ainda tava pulsando minha virilha, quando ela se aproximou, me encostou no corpo dela e começou a me beijar, com muita paixão, enquanto a amiga dela se levantava e pressionava minha buceta ainda latejante e meus peitos roçavam no peito dela e endureciam com o domínio dela sobre mim. Não demorou nem dois segundos de beijo pra me esquentar de novo, fazia tempo que a gente não tinha essa intensidade de relação.
Ele me tirou do chuveiro e tirou a cueca dele de novo pra ficarmos peladinhos, e como se não bastasse, dessa vez me levantou e começou a me comer enquanto me segurava no colo, e eu só continuei beijando ele enquanto gemia. Ele quis mostrar toda a masculinidade dele me comendo como se eu fosse um saco de batata que não pesasse nada, me sacudindo pra lá e pra cá, e conseguiu. Eu tava mais molhada impossível, queria que ele me engravidasse ali mesmo. Nos braços do meu homem enquanto ele me comia gostoso de novo e a gente se beijava como adolescentes com hormônios à flor da pele, a noite era longa e a gente já tinha transado 3 vezes, e em todas ele encheu meu útero com as cargas grossas e abundantes de porra dele.Mas aquela semana não foi só transar, claro, também tivemos muitos encontros, momentos mágicos, onde a gente se reencontrou, no amor mais puro e intenso que já tivemos. Mas a gente não tinha ido pra isso, queríamos reacender a chama e ele queria um filho dele, então eu ia conceder. Ele levou uns Viagra e tava tomando vitaminas pra aquela semana me deixar a buceta transbordando de porra.
Claro que também experimentamos um pouco, no meio da luxúria eu aproveito meu lado mais submisso e ele assume o controle total de tudo, claro que eu não reclamei nem um pouquinho, amei esse lado dominante e controlador dele. Ele comprou umas algemas e uma corrente e usou bem, me masturbando ali, enquanto eu estava algemada na cabeceira da cama, com as pernas abertas, sem poder fechá-las, senão ele me castigava, esfregando minha buceta, enquanto eu gemia e com minha cara mais obscena pedia por favor que ele me desse o pau.
Claro que ele não ia aguentar muito, me derrubou rápido na cama e começou a me comer, enquanto eu não conseguia me mexer, dessa vez nem um centímetro, literalmente. Então não me restou outra opção a não ser gemer aos berros enquanto pedia mais e me deixava levar pelo momento, enquanto ele me enfiava, aproveitando a vista de me ter completamente imobilizada à mercê dele.
Tudo isso terminou em quê? Igual todas as refeições que ele me deu na minha buceta cheia de porra dele. Foram uns 20 creampies que ele fez em mim, bem na parte mais fértil do meu ciclo. Era realmente impossível não ter engordado depois daquela semana maravilhosa, onde a gente não só recuperou nosso amor, mas outro vai florescer. Fim. Continua???
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