A noite do 29º aniversário deEmilia MernesDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.o primeiro depois da separação com o Duki Tava explodindo numa mansão doida nos arredores de Buenos Aires. O lugar era um putero de luxo: jardins super verdes, uma piscina iluminada com luzes LED que mudavam de cor no ritmo dos hits de reggaeton e trap que o DJ tocava sem parar. Emília, a rainha da noite, tava com a juba castanha caindo em ondas perfeitas, um vestido preto que apertava tudo que tinha que apertar, aqueles peitos firmes que balançavam a cada passo, a cintura de pilão e umas cadeiras hipnóticas. Os olhos verdes dela brilhavam por baixo da maquiagem, e aquele sorriso safado era um ímã pra todo mundo.
- Feliz aniversário, eu!, gritavam de todos os lados, e ela respondia com um beijo no ar ou um abraço rápido, mas no fundo, a cabeça dela estava em outro lugar.
A casa estava lotada de gente: cantores, influenciadores, amigos de verdade e uns famosos que tinham voado de Miami só por ela. A música bombava no salão principal, Emilia dançava no meio da pista, rebolando a bunda do jeito que só ela sabe, com aquele flow que deixa todo mundo babando. Mas a mente dela não estava na festa de verdade. Ela tinha convidadoDesculpe, não posso ajudar com essa tradução., um produtor musical com quem eu tinha dividido sessões de estúdio intermináveis, cheias de olhares quentes e toques "acidentais" que nunca iam além. Lucas era um cara alto, moreno, com um queixo que parecia esculpido em pedra e olhos verdes que te perfuravam como adagas.— Esse filho da puta me deixa doida há um tempão.pensou Emilia enquanto tomava um shot de Fernet que uma amiga passou pra ela.- Emi, sua doida! Feliz aniversário, rainha do pop argentino! Toma esse shot, vai, que a noite tá só começando!, disse sua amiga Mica, abraçando ela com força e derramando um pouco de álcool no chão.- Valeu, Mica! Você é foda demais. Essa festa vai ser um puta bagulho louco. Viu quanta gente? Tô me sentindo num videoclipe.— respondeu Emilia, rindo e virando o shot de uma vez só.
O calor do álcool desceu pela garganta dela como fogo, e sentiu um formigamento no corpo todo. Mas os olhos dela continuavam procurando na multidão. Lá estava Lucas, encostado no balcão como se nada fosse, com um copo de uísque na mão, olhando fixo pra ela. Os olhares se cruzaram, e foi como se o ar ficasse carregado de eletricidade.
Lucas não se fez de rogado. Abriu caminho entre o povo, desviando de cotovelos e rabetas em movimento.- Feliz aniversário, Emi. Cê tá... um tesão, sua idiota. Esse vestido preto caiu perfeitamente em você.Ele disse com aquela voz grave que fazia ela arrepiar toda.
Emília mordeu o lábio, sentindo um calor subindo pela barriga dela.- Valeu, Lu. Cê veio me dar os parabéns do jeito certo? Ou só ficar me olhando de longe que nem um otário?
Ele sorriu, com aquela cara de safado que matava ela.- Depende, sua burra. Se quiser um parabéns particular, te mostro meu presente agora mesmo. Mas não aqui, com essa putaria de gente toda. Vamo pra um lugar mais sossegado?
- Vai lá! Me surpreende, mas vamos rápido. Pra cima, pro meu quarto. Ninguém vai perceber que a gente escapou um pouco. A festa continua sem a gente.disse ela, pegando na mão dele e puxando ele escada acima. O coração dele batia a mil, e as pernas estavam meio bambas de nervoso e do álcool.
O quarto da Emilia era a calma no meio do caos: uma cama enorme com lençóis de seda branca que pareciam um carinho, luzes baixas de velas aromáticas que cheiravam a baunilha, e uma sacada com vista pra piscina onde o pessoal continuava dançando, alheio a tudo. Trancaram a porta com chave, e o barulho lá embaixo virou um murmúrio distante.
- Beleza, mano, qual é esse presente misterioso que você me prometeu?perguntou Emilia, virando-se para ele com uma sobrancelha arqueada e as mãos na cintura.
Lucas se aproximou devagar, feito um lobo caçando, e a prensou contra a parede.- Primeiro, um beijo de aniversário como manda o figurino -murmurou, e colou os lábios nos dela.
O beijo começou suave, mas em dois segundos virou um incêndio: línguas se enroscando, mordidinhas no lábio inferior. Emilia gemeu baixinho, sentindo as mãos dele na cintura, descendo até apertar a bunda dela com força.- Ah, caralho, Lu... desde que terminei com o Mauro meses atrás, só penso em você, mano. Toda vez que a gente se via no estúdio, morria de vontade de te tocar.ela confessou, rompendo o beijo para respirar, com a voz trêmula.- Eu também, Emi. Te vejo no palco, rebolando essa bunda gostosa, e fico doido. Você é uma explosão.respondeu ele, beijando o pescoço dela, chupando a pele sensível bem debaixo da orelha.
Emília inclinou a cabeça, dando mais espaço, enquanto as mãos dela subiam pelo peito dele, desabotoando a camisa com dedos trêmulos.- Tira essa merda, vai. Quero te ver inteiro.ordenou ela, puxando o tecido com impaciência.
Lucas tirou a camisa de uma vez, mostrando um torso definido, com músculos que se destacavam sob a pele bronzeada. Emilia passou as unhas nele, arranhando de leve.- Você é perfeito, mano. Olha esses abdominais... me dá vontade de passar a língua em você todinho.Se beijaram de novo, mais selvagem, e caíram na cama entre risadas e gemidos. Lucas rolou pra ficar por cima, dominando, e as mãos dele exploraram o vestido preto.— Esse vestido te faz parecer uma deusa, Emi, mas quero tirar ele agora. Quero te ver pelada.disse, tirando-o.
Emilia arqueou as costas pra ajudar, e o vestido caiu no chão, deixando à mostra os peitos perfeitos dela e uma calcinha fio-dental de renda preta que sumia entre as curvas.- Porra, Emi... você é mais gostosa do que eu imaginava. Esses peitos... perfeitosLucas grunhiu, com os olhos brilhando de desejo.
Beijou a clavícula dela, descendo até os peitos livres, com os mamilos rosados já durinhos como pedrinhas. Lucas os pegou na boca, um por um, chupando forte, girando a língua ao redor, mordiscando na medida certa pra fazer ela gemer.- Ahh... isso, Lu, bem aí. Chupa mais forte, caralho, não fica mole agora não.gemeu Emilia, enroscando os dedos no cabelo dele e puxando de leve.
Ele obedeceu, chupando como se quisesse devorá-la, alternando com mordidinhas suaves que mandavam raios de prazer direto pra buceta dela. Ela sentia como se molhava cada vez mais, a calcinha fio dental encharcada grudada na pele quente.
Lucas continuou descendo, beijando a barriga lisa dela, lambendo o umbigo com a ponta da língua.- Quero provar você, Emi. Quero te comer todinha.murmurou contra a pele dela, com a voz rouca de tesão.- Faz isso, vai... não me faz esperar mais, mano. Tô toda molhada por você, porra.suplicou ela, abrindo as pernas.
Lucas puxou a tanga para o lado, expondo a buceta depilada, rosada e brilhante.- Olha como você tá... toda molhada pra mim. Você é uma deusa.disse, antes de mergulhar a língua nas dobras dela.
Emília gritou de prazer, arqueando as costas.- Lucas! Ai, sua puta mãe… sua língua é mágica. Chupa meu clitóris, vai, continua assim.Ele obedeceu, lambendo em círculos rápidos, chupando enquanto enfiava um dedo lá dentro, curvando ele pra tocar aquele ponto G que deixava ela louca.- Mais... enfia mais um dedo, caralho. Enfia mais dedos, vai.pediu ela, ofegante.
Lucas adicionou um segundo dedo, depois um terceiro, bombeando forte enquanto a boca dele não parava.- Você gosta disso, não é, Emi? Gosta que eu coma sua buceta no seu aniversário.perguntou, erguendo o olhar para vê-la se contorcendo.- Sim... adoro, Lu. Não para... vou gozar já, porra.respondeu ela, com a voz abafada.
O orgasmo bateu forte: o corpo dela se contorceu, as pernas tremendo, gritando enquanto os fluidos molhavam o rosto dele. Lucas lambeu tudo, limpando ela, até que ela o empurrou, sensível demais.- Pará, mano... tu me matou.
Agora era a vez dela. Emilia se levantou com um sorriso malicioso, os olhos brilhando.- Adoro meu presente de aniversário... agora vou te dar um também, mano. Vou te chupar até você implorar por misericórdia.Empurrou ele de costas e desabotoou a calça dele, liberando o pau duro como pedra, grosso, cheio de veias, com a cabeça brilhando.- Mmm, olha só isso... tão dura e grande pra mim. Adoro.disse ele, lambendo os lábios.
Lucas olhou para ela, hipnotizado.Chupa minha rola, Emi. Quero sentir essa boquinha quente tua, vai, dá pra dentro.Ela envolveu os lábios em volta da cabeça, chupando de leve no começo, saboreando. Depois desceu mais, engolindo tudo que conseguia, a garganta relaxada pela prática. A língua dela dançava em volta do tronco, enquanto uma mão massageava as bolas pesadas dele.- Filha da puta... você é uma expert, caralho. Mais fundo... isso, assim, engasga com meu pauEle gemeu, agarrando os lençóis.
Emília enfiou ele até o fundo, engasgando um pouco mas adorando, os olhos lacrimejando de prazer e esforço. Chupou ele no ritmo, alternando com lambidas longas da base até a ponta, chupando as bolas também pra deixar ele louco.- Para... vou gozar na sua boca jáLucas ofegou, puxando-se para cima dela.- Quero te comer agora, Emi. Quero meter tudo em você.Ela se colocou sobre ele, guiando o pau dele pra entrada molhada dela.
- Isso... enfia em mim, porra. Me enche todinha - falou, descendo devagar.
Os dois gemeram juntos quando entrou tudo. Emilia começou a se mexer, cavalgando devagar no começo, depois mais rápido, os peitos dela balançando a cada pulada.- Deus, é tão grande... você estica toda a minha buceta, adoro.Lucas agarrou os quadris dela, cravando os dedos.Monta em mim mais forte, Emi. Quero te ver gozar de novo. Vai, putinha, quica no meu pau.Ela acelerou, o som de pele contra pele enchendo o quarto, suor escorrendo pelos corpos deles.
Mudou de posição: Lucas colocou ela de quatro, admirando a bunda redonda dela.- Como você fica gostosa assim, sua idiota. Essa bunda é minha hoje à noite.disse ele, dando-lhe um tapa forte, deixando uma marca vermelha.
Emília gemeu de prazer.- Mais... me bate mais forte. Eu gosto quando você me trata como uma puta, ainda mais no meu aniversário.Ele obedeceu, batendo enquanto a penetrava por trás, fundo e rápido.- Você gosta da minha pica dentro de você, não é? Me diz, Emi, quer que eu encha você de porra?
- Sim... goza dentro de mim, porra. É meu aniversário, me dá todo o seu leite, vai.Ela respondeu, empurrando de volta pra encontrá-lo.
Chegaram ao clímax juntos: Lucas rugiu, jorrando quente dentro dela, enquanto Emilia se contraía em volta, gritando de êxtase, as unhas cravadas nos lençóis.
Desabaram exaustos, respirando ofegantes.- É o melhor presente da história, mano. Tu é um animal.murmurou Emilia, beijando ele suavemente.
Lucas riu, acariciando o cabelo dela.- E a noite tá só começando, sua puta.Emília apoiou a cabeça no peito dele, ouvindo o coração batendo a mil. Passou os dedos pela barriga, descendo devagar até roçar aquela pica que, mesmo tendo acabado de gozar, já começava a endurecer de novo só com o toque.- Olha só… já quer mais, hein, filho da puta?murmurou ela com voz rouca, sorrindo safada enquanto pegava com a mão e apertava de leve, sentindo como crescia de novo entre os dedos.
Lucas soltou uma risada baixa, grave.- É culpa sua, Emi. Com esse corpo e essa cara de putinha satisfeita… como é que eu não vou querer continuar? Além disso, é seu aniversário. Ainda não te dei a sobremesa.Ela mordeu o lábio e se levantou um pouco, apoiando-se num cotovelo pra encarar ele bem nos olhos.- Então me dá a sobremesa, Lu. Quero que você me arrebente a noite toda. Mas dessa vez… quero que você me faça gritar mais alto que a música lá embaixo.Lucas não precisou de mais convite. Agarrou ela pela cintura e virou de bruços, com a bunda pra cima. Deu um tapa forte que ecoou no quarto, deixando uma marca vermelha perfeita naquela raba redonda e firme.- Ahh, merda…!- gemeu Emilia, arqueando as costas.- Mais uma, vai. Me bate como se eu fosse sua.
- Você é minha hoje à noite, rainha. Toda essa bunda é minha.Ele grunhiu, dando outra palmada mais forte, depois outra, alternando tapas com carícias até que a pele ficou ardente e rosada. Emilia enterrou o rosto no travesseiro para abafar um grito, mas ainda assim escapavam gemidos abafados.
Lucas se ajoelhou atrás dela, separando as nádegas com as duas mãos. A buceta dela ainda estava inchada, brilhando de porra e umidade, com o cu rosado e apertado bem em cima. Ele se inclinou e passou a língua devagar por todo o comprimento, desde o clitóris até o buraco traseiro, saboreando a mistura dos dois.- Lucas, sua puta mãe…! O que cê tá fazendo…?Ela gemeu, tremendo toda.— Te limpo, sua puta… e te preparo pro que vem.respondeu ele, enfiando a língua na buceta primeiro, lambendo fundo, depois subindo até rodear o cu com a ponta, molhando tudo. Emilia se contorcia, empurrando pra trás, pedindo mais sem palavras.—Enfia um dedo aí… devagar, eusuplicou, com a voz embargada.
Lucas obedeceu. Cuspiu no dedo indicador e pressionou de leve contra o cu, entrando só a primeira falange. Emilia soltou um gemido longo, mistura de prazer e surpresa.— Mais… mete outro em mim, Lu. Quero me sentir cheia por todos os lados.Enfiou o segundo dedo, movendo devagar, abrindo ela aos poucos enquanto com a outra mão esfregava o clitóris em círculos rápidos. Ela já estava no limite de novo, as pernas tremendo, a bunda levantada como oferenda.- Agora quero sua pica, mano… mas devagar no começo.disse ela, olhando por cima do ombro com os olhos vidrados de tesão.
Lucas se ajeitou, a cabeça grossa da pirocada pressionando contra o cu lubrificado.- Relaxa, Emi… respira fundo. Vou meter tudo, mas bem devagar.Empurrou devagar, entrando centímetro por centímetro. Ela ofegava forte, mordendo o braço pra não gritar muito alto.- Ahhh… sim… você tá rasgando minha buceta!Ela gemeu quando já tinha a metade dentro. Lucas ficou parado por um segundo, deixando ela se acostumar, e depois continuou empurrando até que as bolas encostaram na buceta empapada dela.- Deus… você tá apertadíssima… vai me fazer gozar em dois minutos se continuar apertando assimEle grunhiu, começando a se mover devagar, entrando e saindo com cuidado.
Emília se adaptou rápido. Começou a empurrar pra trás, pedindo ritmo.- Mais rápido, Lu… enfia no meu cu com força. Quero sentir você me arrebentando.Ele acelerou, agarrando ela pelos quadris, metendo com força. O som de pele contra pele era obsceno, misturado com os gemidos dela e os grunhidos dele. Com uma mão desceu pra esfregar o clitóris dela, e com a outra enfiou dois dedos na buceta, comendo ela pelos dois buracos ao mesmo tempo.- Vou gozar… vou gozar assim mesmo, porra…!gritou a Emília, o corpo se contorcendo.
Lucas não aguentou mais.- Vou gozar, Emi… vou gozar no teu cu… toma tudo!Rugiu, empurrando fundo uma última vez e se derramando dentro em jatos quentes. Ficou parado, tremendo, até sair devagar, vendo como o esperma branco escapava do cu aberto e descia pelas coxas dela.
Caíram os dois de novo, exaustos. Mas Emilia, ainda ofegante, se virou e beijou ele de língua, saboreando o gosto dos dois na boca dela.- Ainda não terminamos, eusussurrou contra os lábios dela.- Quero experimentar algo mais… quero que você faça eu esguichar enquanto chupo sua pica de cabeça pra baixo.Lucas sorriu, com os olhos brilhando de novo.- Tu é insaciável, sua safada. Vai, senta em cima… 69 mas com você por cima. Vou fazer você gozar como nunca.
Emília subiu, abrindo as pernas sobre o rosto dele, com a pussy bem em cima da boca dele. Ela abaixou a cabeça e pegou a cock meio dura na boca de novo, chupando com gosto enquanto Lucas enfiava três dedos na pussy dela e lambia o clitóris sem parar.Dobra os dedos… bem aí… mais fortepediu ela entre chupadas.
Lucas obedeceu, bombeando rápido, pressionando aquele ponto G uma vez atrás da outra. Emilia começou a tremer, a boca cheia de pau, gemendo em volta do tronco. De repente, um jorro quente saiu dela, molhando a cara e o peito de Lucas. Ela gritou, tirando o pau um segundo pra ofegar:- Tô gozando… você tá me fazendo esguichar, a buceta da sua mãe…!Lucas não parou, continuou lambendo e enfiando os dedos até ela gozar de novo, encharcando os lençóis e a cara dele. Só então a abaixou, virou ela de costas e meteu de novo na buceta dela, comendo devagar dessa vez, beijando o pescoço dela.—Eu te amo assim, Emi… toda molhadinha, toda minha…murmurou.
Ela virou a cabeça para beijá-lo.- Continua, Lu… não para até o sol nascer. É meu aniversário… e ainda tô com vontade de mais.Lá embaixo a festa tava bombando, mas naquele quarto o tempo tinha parado. Só existiam eles dois, corpos suados, gemidos abafados e promessas de continuar até não sobrar nem uma gota de desejo.

- Feliz aniversário, eu!, gritavam de todos os lados, e ela respondia com um beijo no ar ou um abraço rápido, mas no fundo, a cabeça dela estava em outro lugar.
A casa estava lotada de gente: cantores, influenciadores, amigos de verdade e uns famosos que tinham voado de Miami só por ela. A música bombava no salão principal, Emilia dançava no meio da pista, rebolando a bunda do jeito que só ela sabe, com aquele flow que deixa todo mundo babando. Mas a mente dela não estava na festa de verdade. Ela tinha convidadoDesculpe, não posso ajudar com essa tradução., um produtor musical com quem eu tinha dividido sessões de estúdio intermináveis, cheias de olhares quentes e toques "acidentais" que nunca iam além. Lucas era um cara alto, moreno, com um queixo que parecia esculpido em pedra e olhos verdes que te perfuravam como adagas.— Esse filho da puta me deixa doida há um tempão.pensou Emilia enquanto tomava um shot de Fernet que uma amiga passou pra ela.- Emi, sua doida! Feliz aniversário, rainha do pop argentino! Toma esse shot, vai, que a noite tá só começando!, disse sua amiga Mica, abraçando ela com força e derramando um pouco de álcool no chão.- Valeu, Mica! Você é foda demais. Essa festa vai ser um puta bagulho louco. Viu quanta gente? Tô me sentindo num videoclipe.— respondeu Emilia, rindo e virando o shot de uma vez só.
O calor do álcool desceu pela garganta dela como fogo, e sentiu um formigamento no corpo todo. Mas os olhos dela continuavam procurando na multidão. Lá estava Lucas, encostado no balcão como se nada fosse, com um copo de uísque na mão, olhando fixo pra ela. Os olhares se cruzaram, e foi como se o ar ficasse carregado de eletricidade.
Lucas não se fez de rogado. Abriu caminho entre o povo, desviando de cotovelos e rabetas em movimento.- Feliz aniversário, Emi. Cê tá... um tesão, sua idiota. Esse vestido preto caiu perfeitamente em você.Ele disse com aquela voz grave que fazia ela arrepiar toda.
Emília mordeu o lábio, sentindo um calor subindo pela barriga dela.- Valeu, Lu. Cê veio me dar os parabéns do jeito certo? Ou só ficar me olhando de longe que nem um otário?
Ele sorriu, com aquela cara de safado que matava ela.- Depende, sua burra. Se quiser um parabéns particular, te mostro meu presente agora mesmo. Mas não aqui, com essa putaria de gente toda. Vamo pra um lugar mais sossegado?
- Vai lá! Me surpreende, mas vamos rápido. Pra cima, pro meu quarto. Ninguém vai perceber que a gente escapou um pouco. A festa continua sem a gente.disse ela, pegando na mão dele e puxando ele escada acima. O coração dele batia a mil, e as pernas estavam meio bambas de nervoso e do álcool.
O quarto da Emilia era a calma no meio do caos: uma cama enorme com lençóis de seda branca que pareciam um carinho, luzes baixas de velas aromáticas que cheiravam a baunilha, e uma sacada com vista pra piscina onde o pessoal continuava dançando, alheio a tudo. Trancaram a porta com chave, e o barulho lá embaixo virou um murmúrio distante.

- Beleza, mano, qual é esse presente misterioso que você me prometeu?perguntou Emilia, virando-se para ele com uma sobrancelha arqueada e as mãos na cintura.
Lucas se aproximou devagar, feito um lobo caçando, e a prensou contra a parede.- Primeiro, um beijo de aniversário como manda o figurino -murmurou, e colou os lábios nos dela.
O beijo começou suave, mas em dois segundos virou um incêndio: línguas se enroscando, mordidinhas no lábio inferior. Emilia gemeu baixinho, sentindo as mãos dele na cintura, descendo até apertar a bunda dela com força.- Ah, caralho, Lu... desde que terminei com o Mauro meses atrás, só penso em você, mano. Toda vez que a gente se via no estúdio, morria de vontade de te tocar.ela confessou, rompendo o beijo para respirar, com a voz trêmula.- Eu também, Emi. Te vejo no palco, rebolando essa bunda gostosa, e fico doido. Você é uma explosão.respondeu ele, beijando o pescoço dela, chupando a pele sensível bem debaixo da orelha.
Emília inclinou a cabeça, dando mais espaço, enquanto as mãos dela subiam pelo peito dele, desabotoando a camisa com dedos trêmulos.- Tira essa merda, vai. Quero te ver inteiro.ordenou ela, puxando o tecido com impaciência.
Lucas tirou a camisa de uma vez, mostrando um torso definido, com músculos que se destacavam sob a pele bronzeada. Emilia passou as unhas nele, arranhando de leve.- Você é perfeito, mano. Olha esses abdominais... me dá vontade de passar a língua em você todinho.Se beijaram de novo, mais selvagem, e caíram na cama entre risadas e gemidos. Lucas rolou pra ficar por cima, dominando, e as mãos dele exploraram o vestido preto.— Esse vestido te faz parecer uma deusa, Emi, mas quero tirar ele agora. Quero te ver pelada.disse, tirando-o.
Emilia arqueou as costas pra ajudar, e o vestido caiu no chão, deixando à mostra os peitos perfeitos dela e uma calcinha fio-dental de renda preta que sumia entre as curvas.- Porra, Emi... você é mais gostosa do que eu imaginava. Esses peitos... perfeitosLucas grunhiu, com os olhos brilhando de desejo.
Beijou a clavícula dela, descendo até os peitos livres, com os mamilos rosados já durinhos como pedrinhas. Lucas os pegou na boca, um por um, chupando forte, girando a língua ao redor, mordiscando na medida certa pra fazer ela gemer.- Ahh... isso, Lu, bem aí. Chupa mais forte, caralho, não fica mole agora não.gemeu Emilia, enroscando os dedos no cabelo dele e puxando de leve.
Ele obedeceu, chupando como se quisesse devorá-la, alternando com mordidinhas suaves que mandavam raios de prazer direto pra buceta dela. Ela sentia como se molhava cada vez mais, a calcinha fio dental encharcada grudada na pele quente.
Lucas continuou descendo, beijando a barriga lisa dela, lambendo o umbigo com a ponta da língua.- Quero provar você, Emi. Quero te comer todinha.murmurou contra a pele dela, com a voz rouca de tesão.- Faz isso, vai... não me faz esperar mais, mano. Tô toda molhada por você, porra.suplicou ela, abrindo as pernas.
Lucas puxou a tanga para o lado, expondo a buceta depilada, rosada e brilhante.- Olha como você tá... toda molhada pra mim. Você é uma deusa.disse, antes de mergulhar a língua nas dobras dela.
Emília gritou de prazer, arqueando as costas.- Lucas! Ai, sua puta mãe… sua língua é mágica. Chupa meu clitóris, vai, continua assim.Ele obedeceu, lambendo em círculos rápidos, chupando enquanto enfiava um dedo lá dentro, curvando ele pra tocar aquele ponto G que deixava ela louca.- Mais... enfia mais um dedo, caralho. Enfia mais dedos, vai.pediu ela, ofegante.
Lucas adicionou um segundo dedo, depois um terceiro, bombeando forte enquanto a boca dele não parava.- Você gosta disso, não é, Emi? Gosta que eu coma sua buceta no seu aniversário.perguntou, erguendo o olhar para vê-la se contorcendo.- Sim... adoro, Lu. Não para... vou gozar já, porra.respondeu ela, com a voz abafada.
O orgasmo bateu forte: o corpo dela se contorceu, as pernas tremendo, gritando enquanto os fluidos molhavam o rosto dele. Lucas lambeu tudo, limpando ela, até que ela o empurrou, sensível demais.- Pará, mano... tu me matou.
Agora era a vez dela. Emilia se levantou com um sorriso malicioso, os olhos brilhando.- Adoro meu presente de aniversário... agora vou te dar um também, mano. Vou te chupar até você implorar por misericórdia.Empurrou ele de costas e desabotoou a calça dele, liberando o pau duro como pedra, grosso, cheio de veias, com a cabeça brilhando.- Mmm, olha só isso... tão dura e grande pra mim. Adoro.disse ele, lambendo os lábios.
Lucas olhou para ela, hipnotizado.Chupa minha rola, Emi. Quero sentir essa boquinha quente tua, vai, dá pra dentro.Ela envolveu os lábios em volta da cabeça, chupando de leve no começo, saboreando. Depois desceu mais, engolindo tudo que conseguia, a garganta relaxada pela prática. A língua dela dançava em volta do tronco, enquanto uma mão massageava as bolas pesadas dele.- Filha da puta... você é uma expert, caralho. Mais fundo... isso, assim, engasga com meu pauEle gemeu, agarrando os lençóis.
Emília enfiou ele até o fundo, engasgando um pouco mas adorando, os olhos lacrimejando de prazer e esforço. Chupou ele no ritmo, alternando com lambidas longas da base até a ponta, chupando as bolas também pra deixar ele louco.- Para... vou gozar na sua boca jáLucas ofegou, puxando-se para cima dela.- Quero te comer agora, Emi. Quero meter tudo em você.Ela se colocou sobre ele, guiando o pau dele pra entrada molhada dela.
- Isso... enfia em mim, porra. Me enche todinha - falou, descendo devagar.
Os dois gemeram juntos quando entrou tudo. Emilia começou a se mexer, cavalgando devagar no começo, depois mais rápido, os peitos dela balançando a cada pulada.- Deus, é tão grande... você estica toda a minha buceta, adoro.Lucas agarrou os quadris dela, cravando os dedos.Monta em mim mais forte, Emi. Quero te ver gozar de novo. Vai, putinha, quica no meu pau.Ela acelerou, o som de pele contra pele enchendo o quarto, suor escorrendo pelos corpos deles.
Mudou de posição: Lucas colocou ela de quatro, admirando a bunda redonda dela.- Como você fica gostosa assim, sua idiota. Essa bunda é minha hoje à noite.disse ele, dando-lhe um tapa forte, deixando uma marca vermelha.
Emília gemeu de prazer.- Mais... me bate mais forte. Eu gosto quando você me trata como uma puta, ainda mais no meu aniversário.Ele obedeceu, batendo enquanto a penetrava por trás, fundo e rápido.- Você gosta da minha pica dentro de você, não é? Me diz, Emi, quer que eu encha você de porra?
- Sim... goza dentro de mim, porra. É meu aniversário, me dá todo o seu leite, vai.Ela respondeu, empurrando de volta pra encontrá-lo.
Chegaram ao clímax juntos: Lucas rugiu, jorrando quente dentro dela, enquanto Emilia se contraía em volta, gritando de êxtase, as unhas cravadas nos lençóis.
Desabaram exaustos, respirando ofegantes.- É o melhor presente da história, mano. Tu é um animal.murmurou Emilia, beijando ele suavemente.
Lucas riu, acariciando o cabelo dela.- E a noite tá só começando, sua puta.Emília apoiou a cabeça no peito dele, ouvindo o coração batendo a mil. Passou os dedos pela barriga, descendo devagar até roçar aquela pica que, mesmo tendo acabado de gozar, já começava a endurecer de novo só com o toque.- Olha só… já quer mais, hein, filho da puta?murmurou ela com voz rouca, sorrindo safada enquanto pegava com a mão e apertava de leve, sentindo como crescia de novo entre os dedos.
Lucas soltou uma risada baixa, grave.- É culpa sua, Emi. Com esse corpo e essa cara de putinha satisfeita… como é que eu não vou querer continuar? Além disso, é seu aniversário. Ainda não te dei a sobremesa.Ela mordeu o lábio e se levantou um pouco, apoiando-se num cotovelo pra encarar ele bem nos olhos.- Então me dá a sobremesa, Lu. Quero que você me arrebente a noite toda. Mas dessa vez… quero que você me faça gritar mais alto que a música lá embaixo.Lucas não precisou de mais convite. Agarrou ela pela cintura e virou de bruços, com a bunda pra cima. Deu um tapa forte que ecoou no quarto, deixando uma marca vermelha perfeita naquela raba redonda e firme.- Ahh, merda…!- gemeu Emilia, arqueando as costas.- Mais uma, vai. Me bate como se eu fosse sua.
- Você é minha hoje à noite, rainha. Toda essa bunda é minha.Ele grunhiu, dando outra palmada mais forte, depois outra, alternando tapas com carícias até que a pele ficou ardente e rosada. Emilia enterrou o rosto no travesseiro para abafar um grito, mas ainda assim escapavam gemidos abafados.
Lucas se ajoelhou atrás dela, separando as nádegas com as duas mãos. A buceta dela ainda estava inchada, brilhando de porra e umidade, com o cu rosado e apertado bem em cima. Ele se inclinou e passou a língua devagar por todo o comprimento, desde o clitóris até o buraco traseiro, saboreando a mistura dos dois.- Lucas, sua puta mãe…! O que cê tá fazendo…?Ela gemeu, tremendo toda.— Te limpo, sua puta… e te preparo pro que vem.respondeu ele, enfiando a língua na buceta primeiro, lambendo fundo, depois subindo até rodear o cu com a ponta, molhando tudo. Emilia se contorcia, empurrando pra trás, pedindo mais sem palavras.—Enfia um dedo aí… devagar, eusuplicou, com a voz embargada.
Lucas obedeceu. Cuspiu no dedo indicador e pressionou de leve contra o cu, entrando só a primeira falange. Emilia soltou um gemido longo, mistura de prazer e surpresa.— Mais… mete outro em mim, Lu. Quero me sentir cheia por todos os lados.Enfiou o segundo dedo, movendo devagar, abrindo ela aos poucos enquanto com a outra mão esfregava o clitóris em círculos rápidos. Ela já estava no limite de novo, as pernas tremendo, a bunda levantada como oferenda.- Agora quero sua pica, mano… mas devagar no começo.disse ela, olhando por cima do ombro com os olhos vidrados de tesão.
Lucas se ajeitou, a cabeça grossa da pirocada pressionando contra o cu lubrificado.- Relaxa, Emi… respira fundo. Vou meter tudo, mas bem devagar.Empurrou devagar, entrando centímetro por centímetro. Ela ofegava forte, mordendo o braço pra não gritar muito alto.- Ahhh… sim… você tá rasgando minha buceta!Ela gemeu quando já tinha a metade dentro. Lucas ficou parado por um segundo, deixando ela se acostumar, e depois continuou empurrando até que as bolas encostaram na buceta empapada dela.- Deus… você tá apertadíssima… vai me fazer gozar em dois minutos se continuar apertando assimEle grunhiu, começando a se mover devagar, entrando e saindo com cuidado.
Emília se adaptou rápido. Começou a empurrar pra trás, pedindo ritmo.- Mais rápido, Lu… enfia no meu cu com força. Quero sentir você me arrebentando.Ele acelerou, agarrando ela pelos quadris, metendo com força. O som de pele contra pele era obsceno, misturado com os gemidos dela e os grunhidos dele. Com uma mão desceu pra esfregar o clitóris dela, e com a outra enfiou dois dedos na buceta, comendo ela pelos dois buracos ao mesmo tempo.- Vou gozar… vou gozar assim mesmo, porra…!gritou a Emília, o corpo se contorcendo.
Lucas não aguentou mais.- Vou gozar, Emi… vou gozar no teu cu… toma tudo!Rugiu, empurrando fundo uma última vez e se derramando dentro em jatos quentes. Ficou parado, tremendo, até sair devagar, vendo como o esperma branco escapava do cu aberto e descia pelas coxas dela.
Caíram os dois de novo, exaustos. Mas Emilia, ainda ofegante, se virou e beijou ele de língua, saboreando o gosto dos dois na boca dela.- Ainda não terminamos, eusussurrou contra os lábios dela.- Quero experimentar algo mais… quero que você faça eu esguichar enquanto chupo sua pica de cabeça pra baixo.Lucas sorriu, com os olhos brilhando de novo.- Tu é insaciável, sua safada. Vai, senta em cima… 69 mas com você por cima. Vou fazer você gozar como nunca.
Emília subiu, abrindo as pernas sobre o rosto dele, com a pussy bem em cima da boca dele. Ela abaixou a cabeça e pegou a cock meio dura na boca de novo, chupando com gosto enquanto Lucas enfiava três dedos na pussy dela e lambia o clitóris sem parar.Dobra os dedos… bem aí… mais fortepediu ela entre chupadas.
Lucas obedeceu, bombeando rápido, pressionando aquele ponto G uma vez atrás da outra. Emilia começou a tremer, a boca cheia de pau, gemendo em volta do tronco. De repente, um jorro quente saiu dela, molhando a cara e o peito de Lucas. Ela gritou, tirando o pau um segundo pra ofegar:- Tô gozando… você tá me fazendo esguichar, a buceta da sua mãe…!Lucas não parou, continuou lambendo e enfiando os dedos até ela gozar de novo, encharcando os lençóis e a cara dele. Só então a abaixou, virou ela de costas e meteu de novo na buceta dela, comendo devagar dessa vez, beijando o pescoço dela.—Eu te amo assim, Emi… toda molhadinha, toda minha…murmurou.
Ela virou a cabeça para beijá-lo.- Continua, Lu… não para até o sol nascer. É meu aniversário… e ainda tô com vontade de mais.Lá embaixo a festa tava bombando, mas naquele quarto o tempo tinha parado. Só existiam eles dois, corpos suados, gemidos abafados e promessas de continuar até não sobrar nem uma gota de desejo.
2 comentários - Aniversário da Emilia Gostosa