Milf da banca 9

Passaram-se alguns dias, a gente mal se falou, só uns mensagens bestas pra ver como o outro tava, nada demais. A real é que, mesmo com vontade de comer ela, não ia falar nada. Até que um dia de semana, depois de umas trocas de mensagens, ela me contou o seguinte:

L: Tenho umas más notícias e outras boas
N: Começa pelas ruins
L: "C" vai tirar férias e quer que a gente vá uns dias pra algum lugar, tipo praia. O ruim é que depois daquele outro dia que eu tava de saia, despertou algum tipo de tesão nele, sei lá.
Eu: Por quê?
L: Ele quis que a gente transasse e, sinceramente, nem gozei, fiquei com um tesão danado. Além disso, queria falar putaria e eu não tava nem um pouco a fim. Talvez se fosse você, eu ficava louca, mas não foi o caso.
Eu: Quer me contar agora ou quando a gente se ver?
L: Vem daqui meia hora que eu fecho o negócio.
Eu: Vou agora, preciso comprar uma coisa.

Fui no negócio, ela esperava que eu beijasse ela ou algo assim, mas não fiz. Me apoiei no balcão expositor e falei: "Conta aí".
L: A real é que não fiz de propósito, mas uso fio-dental o tempo todo. Deitei sem o short e ele começou a me tocar e esfregar a rola. Fingi que tava dormindo e queria tirar ele, mas ele insistiu pra caralho, falando que a gente não transava há muito tempo e mais um monte de coisa, um rapidinho pelo menos, tava com muito tesão, sei lá.
Eu: Ahã, e aí?
L: E aí, tive que ceder numa hora porque ele não me deixava em paz. Então, de ladinho, ele me comeu um pouco e depois me virou pra subir em cima. Queria se fazer de machão que me comia gostoso, mas a verdade é que ele transa horrível. Também ficou falando umas coisas do outro dia, quando os amigos vieram.
Eu: Que coisas?
L: Que eles falavam que eu tava muito gostosa, que ele tinha pegado uma mina sensual pra caralho, que eu tenho uma bunda divina, que da próxima vez não apostasse dinheiro, que apostasse em mim. Coisas assim, tavam todos bêbados.
Eu: E ele, o que disse?
L: Que ia pensar em me apostar, falou também que eu transava muito bem e que tinha uma bunda do caralho. Se fazia de machão como sempre, que talvez apostasse alguma calcinha minha. Ele me falava tudo isso e me comia, depois colocou a pica na minha boca, gozou e mandou eu tomar, então foi isso. Depois dormiu na hora e eu nem gozei, foi mais rápido que um rapidinha. Eu: E pô, fazer o quê. L: Você ficou brava? Eu: Não, nada disso. L: Vem aqui, fica um pouco que já vou fechar. Eu: Pra quê? L: Quero que você me dê uma boa fodida. Eu: Não, não vou facilitar pra você, vai ter que merecer. L: O que você quer que eu faça? Fala e eu faço, sem problema. Eu: Sei lá, usa sua imaginação. L: Visto algo bonito pra você, o que quiser. Eu: Não, muito pouco. L: Chupo sua pica toda e engulo todo o leite. Onde você quiser. Eu: Não. L: Me amarra. Eu: Não, mas tá indo bem. L: Me amarra e arrebenta meu cu todo, faz o que quiser comigo. Nisso entrou uma vizinha pra comprar, eu olhei pra ela com um sorriso safado. Eu: Desculpa, qual foi a última coisa que você disse? L: Que era o que você ia levar? Pedi duas besteiras e falei que depois te transfiro, e já tava indo embora. Claramente ela não queria que eu fosse, então me chamou e disse que precisava de ajuda com uma coisa. Eu: O que precisa? L: Me ajuda com uma parada no computador que não entendo, não tenho a quem perguntar. Eu: Agora vou fazer umas coisas em casa e te ajudo, ou me faz uma videochamada e te dou uma mão, tchau, nos vemos. Fui embora, dois minutos depois ouvi ela baixando a persiana mais forte que o normal. E segundos depois, ela me mandou mensagem. L: O que você quer que eu faça? Eu: Sei lá, você tem que merecer e se eu ficar mandando, fica muito fácil. L: Não quero mais enrolação, deixei a porta destrancada, vou pro sofá ou pra cama me tocar. Se quiser vir, já sabe. Eu: O que você vai vestir? E no que vai pensar? L: Na sua pica me comendo, chupando ela, engolindo seu leite. E se você não vier, fico nua mesmo, agora se vier, visto o que você quiser e te espero do jeito que você quiser. Eu: Tá com tanta vontade da minha pica? Vou te dar uma chance, veste algo pra mim e me mostra, se eu gostar, vou. L: Amo sua pica, e amo esses joguinhos que a gente faz. me espera. (FOTOS) L: Você vem? Eu: Me convence um pouco mais. Claramente eu ia, mas queria tirar mais umas fotos dela. (FOTOS) L: E agora? Não respondi, levantei e fui direto, abri a porta e tranquei, passei pela garagem e entrando na casa dela me deparei com ela, abriu os braços como se fosse me abraçar e beijar, não deixei chegar e a empurrei. "No sofá", ordenei, ela sorriu e foi andando na minha frente, rebolando de um jeito bem provocante, dei um tapa na bunda dela, ela mordeu o lábio e me olhou por cima do ombro, "Ai", disse num tom brincalhão. Ela ficou parada na frente do sofá enquanto eu pegava uma cadeira e colocava de frente pra ela a uns 2 metros, pra sentar confortavelmente e poder curtir o que tinha em mente. Eu: Não pode falar uma palavra, dança pra mim e se despe. Ela se mexeu um pouco de frente, apalpando os peitos por cima da roupa, se virou e rebolou apoiando a bunda no sofá, se abaixava, procurava meu olhar mas não encontrava, eu tava perdido na bunda dela. Ela tirou o vestido justo, tipo couro, que tava usando, mas por baixo ainda tinha mais roupa, uma lingerie preta que combinava com o vestido, tinha uma saia transparente que pra tirar, ela se aproximou de mim de costas, cada movimento dela fazia meu pau dar um pulo, uma batida incontrolável dentro da cueca. Continuou com o sutiã, deixando os peitos dela de fora, uns bicos gostosos e duros apareceram, brincou um pouco com a calcinha fio dental até tirar e jogar pra mim. Por último, apoiou os braços no encosto do sofá, ficou de quatro, com a bunda e a buceta no ar, rebolando devagar de um lado pro outro. Eu: Chupa os dedos e se toca na buceta. Comecei a massagear meu pau por cima da calça. Eu: Muito bem assim, olha como você já tá se molhando. Chupa tudo isso que ficou nos dedos sujo. Eu: Enfia dois dedos e continua, cada vez mais forte. Ela gemeu um pouco ao enfiar os dedos, mas se acostumou rápido, apoiou o rosto no encosto e fechou os olhos, o Eu tava adorando. Cada vez ela aumentava mais a velocidade e ficava mais molhada, até que os dedos e a palma da mão começaram a fazer barulho contra a buceta dela, completamente encharcada. Eu: "Agora enfia os dedos no seu cu." Vocês não têm ideia do quanto isso excita ela, ouvir eu falar assim. Ela obedeceu, primeiro devagar, rodeando o cu até ele começar a relaxar, e aí enfiava uma falange de cada vez, chupava e enfiava de novo, cada vez um pouco mais fundo, mas a velocidade era lenta. Eu fiquei sentado onde tava, mas tirei minha pica pra me tocar melhor. Eu: "Olha pra mim, olha como minha pica tá dura. Eu tô te falando pra você se apressar com esse seu cuzinho e molhar bem ele, porque vai ser o primeiro lugar onde eu vou meter minha pica." Quando ela viu, fechou os olhos, mordendo o lábio e colocando uma quantidade enorme de saliva no cu dela. Eu apoiei a cabeça da pica no cu dela, afastei a mão dela e segurei ela pra me firmar e garantir que ela não fizesse nenhum movimento brusco. Com um movimento lento e contínuo, fui abrindo caminho até o fundo do reto, e ela suspirava enquanto sentia. Mesmo não estando perfeitamente lubrificada pra aguentar minhas estocadas, não liguei e comecei o movimento de vai e vem. Agora os suspiros dela viraram gemidos de dor, que aumentavam no mesmo ritmo das minhas estocadas. Com a única mão que tinha livre, ela tentava me afastar pra eu parar, mas pela posição que ela tava e pela minha força, ela tava em desvantagem e não podia fazer nada pra me impedir. Eu: "Não queria que eu te arrebentasse toda o cu?" Enquanto tirava minha pica, cuspia no próprio tronco um pouco antes de meter de novo pra lubrificar. L: "Sim, mas você tá me matando, para, por favor." Eu: "Você pediu, agora aguenta." L: "Você vai me rasgar toda, para, por favor, tá doendo muito." Sim, era verdade que tava doendo, mas também era verdade que ela tava gostando, a voz dela deixava claro. Além disso, a saliva que eu colocava no meu tronco já tinha feito efeito, e o vai e vem passou a ser um movimento mais leve. Agora, com ela de quatro, eu tirava minha pica e abria ela. Nalgas pra contemplar minha obra de arte, tava abrindo a bunda dela de um jeito delicioso. Depois de um tempo, mandei ela levantar pra eu me jogar no sofá e, enquanto segurava a base da minha pica, mexendo ela, convidei a gata pra subir. Com um certo esforço ela conseguiu, verdade seja dita, a bunda dela tava doendo, mas mesmo assim subiu, cavalgou um pouco, mas a ardência no cu limitava ela, então levantei ela segurando no ar e apoiando as coxas dela nos meus braços. Movia ela pra cima e pra baixo, e ela só aguentava minhas estocadas, ecoando nas nalgas dela, e quando dava, algum dedo meu brincava com a buceta dela de novo. Ela só se segurava me abraçando o pescoço com os dois braços e escondendo a cabeça entre eles e meu peito. Depois de mais algumas estocadas, veio o orgasmo dela e um espasmo fodido tomou conta do corpo dela, tirando as poucas forças que sobravam. Pendurada como tava, levei ela pro quarto pra jogar na cama, aproximei minha pica da boca dela e ela só abriu pra receber toda minha porra, tampei um pouco e, exausta como tava, só me olhava com os olhos semiabertos. Eu: "Da próxima vez que quiser me pedir pra arrebentar teu cu, pensa duas vezes." Ela só concordou. Eu: "Mas mesmo assim conseguiu o que queria, dei uma foda do caralho em você." Ela sorriu e concordou de novo, a putinha adorava ter ficado toda quebrada na cama dela. Eu: "Da próxima vez vai pensar duas vezes antes de falar tudo que falou, olha como ficou, vou embora, vou deixar você dormir." Com as últimas forças que sobravam, ela respondeu: "Da próxima vez, vou falar coisas piores." Sorri, pensando: que puta que essa santiaguinha de merda se mostrou ser, e que rabo do caralho que ela tem. Dessa vez o comprovante de pagamento quem recebeu fui eu e dizia "OBRIGADA PELOS SEUS SERVIÇOS, ATÉ A PRÓXIMA".

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