O relato a seguir é de uma colaboradora muito especial. Oi, me chamo Yack e não é que eu seja uma expert em sexo. Dá até pra dizer que quando tive minha primeira relação, não foi lá essas coisas. Eu tinha acabado de fazer 18 anos (não me julguem, era muito inocente), meus pais quase não me deixavam sair, sempre queriam que eu focasse nos estudos e não perdesse tempo. Quando terminei o segundo ano do ensino médio, comecei a perceber que vários caras estavam afim de mim, mas foi só no fim do terceiro ano (sou de junho, então meus 18 coincidiram com a formatura) que conheci um cara que despertou muita coisa em mim. Ele era mais velho (tinha 20 anos na época) e, mesmo não aparentando fisicamente, no conhecimento do assunto ele era bem avançado comparado a mim. Ele não acreditava que eu ainda era "inocente" e não sabia de muita coisa sobre esses temas; aos poucos foi descobrindo que eu não mentia e isso despertou o pior lado dele. Passamos vários meses e, enquanto eu cursava a faculdade, dava umas escapadas pra vê-lo, mas não passávamos de beijos e carícias. Ele não me pressionava, mas insinuava que podiam rolar outras coisas. Num fim de semana que meus pais foram visitar parentes distantes e eu não pude ir por causa de provas e projetos, combinamos de nos encontrar num ponto intermediário e, depois de um breve cumprimento, ele me levou direto pra um motel. Lembrei ele de que eu não tinha feito nada com ninguém e pedi que fosse gentil comigo. Mesmo sabendo que naquele dia ia rolar intimidade, me preparei com antecedência: comprei lingerie sexy (porque obviamente não tinha) e tomei um banho longo pra mentalizar o que ia fazer. Depois de chegarmos no quarto, ele disse pra eu não me preocupar e que teria muito cuidado comigo. Na minha cabeça, tinha sido uma boa ideia usar uma saia. Deitei na cama e vi ele se aproximando devagar, me dizendo pra relaxar. Ele começou a levantar minha saia aos poucos e viu minha calcinha fio dental nova, já molhada e bem reveladora. Sorriu pra mim e disse que só ia afastar ela de lado, porque... Encantava como ficava em mim. Começou a brincar com o dedo por cima da minha calcinha minúscula e, se já estava completamente excitada, isso me fazia ficar ainda mais molhada — era o sinal dele pra afastar minha roupinha e tocar meu corpo nu por fora, e aos poucos foi enfiando o dedo em mim. Eu só conseguia me mexer de prazer e soltar gemidos baixos enquanto ele se divertia com minha "inocência". Antes de enfiar o dedo inteiro em mim, ele parou e disse que queria colocar o amiguinho dele. Eu só me endireitei e vi o volume na calça dele. Sentei na cama e falei que queria ver antes de qualquer coisa (na real, tava muito nervosa e não sabia o que dizer). Ele simplesmente abaixou o zíper e começou a desabotoar pra liberar o brinquedo. Quando finalmente ficou na minha frente e eu vi ele todo durinho, não conseguia parar de duvidar se ia dar conta do que ele queria. Ele me perguntou (embora já soubesse a resposta) se eu já tinha visto um antes. Só balancei a cabeça que não, sem tirar os olhos do amiguinho dele. Ele disse pra eu pegar com as mãos, e mesmo tendo me aproximado com essa intenção, quando fiquei bem na frente, ele pediu pra eu tentar colocar na boca. Recuei um pouco sem saber o que responder e preferi simplesmente deitar de novo e falar que, se ele tivesse proteção, podia entrar devagar e com cuidado. Ele concordou com a cabeça, virou-se, tirou um pacotinho da jaqueta e disse que eu só precisava relaxar. Abriu um pouco minhas pernas e falou pra eu deixar ele me ajudar a relaxar. Começou a aproximar a boca da minha buceta, afastando minha calcinha, e começou a se divertir enquanto eu, inexperiente, só gemia e agarrava a cabeça dele, me contorcendo de prazer. Por vários minutos, só gemi e me deixei levar. Ele se afastou um pouco e disse que já ia entrar. Mesmo muito nervosa e sem saber o que ia sentir, já tava toda molhada e quente, então só me deixei levar e vi ele começando a... Tentar enfiar o amiguinho dele na minha buceta inexperiente. Eu só tava deitada de barriga pra cima vendo ele tentar me penetrar, obviamente vi que ele trouxe proteção porque não queria acabar com um filho na minha primeira vez. Ele quebrou meu pensamento na hora que enfiou o amiguinho dele, na minha inexperiência senti que era enorme e ainda não tinha entrado tudo, soltei um gritinho que virou um gemido profundo e só fechei os olhos enquanto apertava os lençóis com as mãos. — No momento que você mandar eu paro — ele falou com o meio amigo dele dentro de mim. Só consegui concordar com a cabeça, meio sem jeito, tentando evitar gemer mais, mesmo estando completamente sozinhos num quarto de motel, eu tinha vergonha de alguém me ouvir gemer. De repente ele tirou o pau de dentro de mim e me pegou pela cintura pra me virar, abri os olhos e virei pra olhar ele enquanto levantava meu quadril. — Assim você vai sentir diferente, se não aguentar é só avisar que eu paro — ele levantou um pouco minha saia e afastou minha calcinha fio dental pra enfiar de novo na minha buceta. Primeiro ele foi com muito cuidado e bem devagar, soltei um suspiro leve que foi virando gemido baixo e ele interpretou que podia acelerar e começou a meter o pau mais fundo enquanto me segurava pela cintura com mais força. Como eu sou de pele clara (não pálida, mas também não muito morena), as mãos dele começaram a marcar em mim, eu tava apoiada nos cotovelos e joelhos sentindo as estocadas cada vez mais fortes e rápidas, não aguentei mais e comecei a gemer bem alto, o que mostrava pra ele que eu tava adorando como ele me comia, e aí ele não segurou mais. Meus gemidos aumentaram muito e as estocadas dele ficaram muito fortes, sentia que ele tava me partindo ao meio. Depois de uns minutos senti que tava gozando e minhas pernas bambearam (talvez pelo nível de excitação, não senti dor nenhuma), ele continuou me comendo e como ele me segurava firme, eu não conseguia fazer nada. até que senti o plástico se enchendo de porra dele e ele gozou no amiguinho dele dentro de mim, e eu desabei na cama assim que ele me soltou. Ele ficou parado ali me olhando, vendo que eu tava sem forças na cama, devagar eu virei a cabeça e vi ele com um sorrisão de satisfação. — O que achou da sua primeira vez? — ele soltou tranquilo, me encarando. Não consegui falar nada por causa do cansaço e da euforia que tava sentindo na hora. Ele relaxou por mais alguns minutos e depois me disse que a gente podia ter "outro round", já que o quarto era nosso pelo resto da tarde. Foram umas horas em que ele começou a me "ensinar" tudo sobre esse negócio de sexo, e quando o tempo acabou, ele me levou pra jantar e depois, numa boa, me deixou em casa, se despediu de mim e me deixou sã e salva pra eu poder descansar. Eu me sentia super apaixonada e achava que era o começo do meu sonho ideal, mas tava muito enganada, e aquilo era a prévia de um pesadelo terrível.
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