E aí, galera, quanto tempo!
Dessa vez eu trago algo diferente, e acho que até agora foi uma das histórias mais taradas que já me aconteceu, e das que mais curti.
Tô há uns 10 anos nesses jogos, não mostro muito no Poringa, mas em outros lugares podem me encontrar. É só me mandar mensagem.
Vou contar essa história em 2 partes. Primeiro, vou contextualizar vocês.
Meus pais se separaram há muito tempo, cada um seguiu sua vida. Meu pai tem 64 anos, muito estiloso e bem cuidado, e há 15 anos se juntou com a Paula (51 anos). Ela é divina, culta, profissional, 1,65 de altura, se cuidou a vida toda, peitos que meu pai deu de presente, uma bunda incrível resultado de anos e anos de hóquei e academia; ela sempre mostra tudo que tem, decotes, top, minissaias, leggings que desaparecem entre as nádegas e tal, realmente é uma deusa.
Eles têm uma casa de veraneio na costa, em Pinamar, pra qual eu nunca vou porque fica a centenas de km e além disso estou estabelecido há anos em outra cidade por causa de trabalho (tenho 34 agora e desde os 21 moro sozinho).
A questão foi que o verão estava acabando e por causa do meu trampo eu tinha que ir pra região da casa do meu velho, então combinei e fiquei na casa dele, fiquei uns 5 dias com eles e ainda tinha mais 5 pela frente. A Paula, sempre muito safada, não se limitava em nada, mais de uma vez eu a encontrei de fio-dental na sala, ou se a gente ia tomar mate na praia ela sempre deitava de bruços pra conversar enquanto eu preparava o mate. Quando ela ia pro escritório, usava minissaia e salto agulha, garanto que todo mundo ficava de pau duro quando a via.
No sexto dia meu velho teve que ir pra Madrid por causa do trampo dele, e minha volta também foi adiantada em dois dias. Ele foi embora e aos poucos começaram uns rumores muito estranhos sobre essa parada do COVID. Nós três fizemos a mesma coisa, nos confiamos, não demos a importância que merecia. Passam dois dias e me avisam do meu trabalho que não era mais necessário eu voltar, que fizesse home office porque tava vindo coisa séria; passa mais um dia e anunciam a quarentena. Meu velho fora do país, idade de risco, e outras questões, ele nos avisa que só voltava daqui a um ou dois meses, não sabia direito, eu sem poder voltar, Paula lá em casa. No começo foi pura tragédia.
Os primeiros 3 ou 4 dias foram estranhos, mas ela sempre super pilhada, sempre conversando com meu pai e nunca parou de provocar em todos os sentidos. Aos poucos fomos nos soltando, já era normal ela andar de sutiã pela casa, ou que depois de tomar sol ficava de biquíni o dia todo. A casa é bem grande, 2 andares, ambientes amplos, tinha muita liberdade e muitos quartos, são 3 banheiros no total, mas o chuveiro principal e mais confortável fica lá em cima, a gente compartilhava e ela sempre deixava as calcinhas lá penduradas, que quando eu via lembrava daquele rabão da Paula e ficava completamente louco. A gente começou a acostumar com horários normais, andávamos muito de madrugada pela casa.
E nessas madrugadas surgiu o primeiro indício do que ia acontecer. Eu tava num quarto lá em cima jogando Play (é tipo uma sala de jogos) – era umas 3 da manhã. Acho que ela pensou que eu tava dormindo (meu quarto era embaixo). Repito, a casa é muito grande, então se você não fala, não sabe onde a outra pessoa tá. Quando saio do quarto, ando uns 5 metros e tava a escada, mas continuei mais uns 5 metros porque ouvi a Paula falando. Me aproximei devagarinho e encontro a Paula de portaliga, de quatro na frente do celular, com a luz do abajur dava pra ver perfeitão. Ela não me via porque eu tava meio afastado da porta (o quarto deve ter uns 8 por 7 metros, mais ou menos). Tava em videchamada com meu velho, percebi pela voz inconfundível de quem tá batendo uma. Fiquei uns 15 minutos nas sombras vendo a Paula metendo os dedos no cu, na buceta, tinha tipo uma bolinha vibradora, ela tava fazendo um show. Saí de pau durasso.
Por 3/4 dias o mesmo ritual: eu espiando, ela desfilando em lingerie pro meu velho, e cada vez eu ficava mais e mais tempo. Na Espanha era tipo 8 da manhã, então meu velho queria começar o dia na base da masturbação, por isso sempre chamavam nesse horário. Eu já tinha visto a Paula montando em consolos, dançando com fantasias, e detalhe importante: ela sempre, sempre enfiava alguma coisa no cu, e quando fazia isso meu velho do outro lado explodia, não aguentava, ainda mais que a Paula falava super nojenta/pornô, muito vulgar na hora haha. Cortaram a chamada e a Paula ficou mais 15 minutos brincando com a bunda dela, era insaciável.
Eu sempre ficava pensando em como dar o primeiro passo, porque realmente os dias passavam e nós dois estávamos cada vez mais excitados, tinha uma certa tensão quando a gente conversava e tal. Até que comecei a ver que tinha uns DJs que transmitiam ao vivo, tocando música pra galera esquentar. Teve uma "festa" bem famosa, que era num sábado à noite pela tela haha, aí eu falei pra Paula a gente jantar cedo no sábado e depois a gente ia zoar um pouco com a música que eles tavam transmitindo.
Ela se vestiu para a ocasião, salto agulha, um top decotado que mal segurava os peitos e uma mini que se ela se abaixasse metade da bunda aparecia.
Jantamos, e toda vez que ela se levantava, me mostrava o bumbum, a mini era tão curta e ela tem a bunda tão empinada, que dava pra ver sempre; tomamos alguma coisa, conversamos sobre a quarentena e começou o assunto da festa, já com uma garrafa de vinho em cima, e mais uns tragos. Primeiro bem de boa, separados, zoando, muita risada, uns toques aqui e ali, mão na cintura e coisas assim, até que começaram as músicas que a gente tem que “rebolando”. A gente fazia separados e de frente, gritando, agitando, etc. Depois começamos a segurar as mãos, a rebolando de frente e com minha perna entre as dela, eu sentia na minha coxa como ela apoiava toda a buceta, era tremendo! Ela se esfregava. Ela começou a esticar mais a mão em alguns passos, me tocava no abdômen, na bunda, e mais de uma vez roçou no meu pau, que naquela altura já estava duro, e longe de disfarçar, eu arrumava ele pra que ela percebesse. Coisa que ela fez e muito bem. Naquele momento ela se vira e apoia a bunda toda em mim, conforme a música passava e a gente rebolava bem coladinhos, a mini subia, mas ela não puxava pra baixo, então ela estava apoiando em mim só de calcinha fio-dental, literalmente, meu pau não aguentava mais. Longe de se arrumar, em um momento fiquei contra a parede, ela me apoiando só de fio-dental e vira a cabeça, sorrindo, como aprovando tudo e me diz: – “Tá tudo durinho”.
Eu não sabia o que responder haha, fiquei atônito, mas soltei um "desculpa, é algo que não controlo". E ela me finaliza com um "Sempre tão bom e respeitoso você, mas hoje podemos fazer o que você quiser".
Pronto, começamos a nos pegar, a apalpar toda aquela bunda, muito desesperados os dois, chapados, e não demorou nem dois minutos para ela se ajoelhar, puxar meu pau e começar a me chupar. Quase gozei, um dos melhores boquetes que já recebi, totalmente pirada, me dizendo putarias… Ela falava coisas como “finalmente um pau de verdade”, “você vai comer o cu da sua madrastra, filho da puta”. E começamos, sem camisinha, no pelo com a Paula, foi tremendo! Acho que foi uma hora, pela sala e cozinha toda… Até que em um momento ela me diz “quero sentir no pelo no meu cu”, eu não conseguia acreditar! Estava metendo naquele cuzão lindo, de quatro, no sofá do meu pai. Tudo estava indo perfeito até que o celular dela começa a tocar, e sim, era meu velho, já eram mais de 4 da manhã na Argentina e meu pai queria sua punheta diária. Ela atendeu e, sem tirar meu pau do cu, mandou uma mensagem pra ele, dizendo que estava se arrumando, era puta assim mesmo. Fomos para o chuveiro de cima, e entre mão e sabão, comecei a comer ela de novo pelo cu, em pé contra a parede. E o celular toca de novo, e aí ela me diz: “tiro o leite do seu pai e volto para tirar o seu, gato”. Fechamos o chuveiro, ela se secou e foi para o quarto, eu desci para desligar a música e tudo mais… Comecei a ouvir os gemidos dela e fiquei esperando…
E essa foi a primeira noite, ficamos 3 semanas completamente sozinhos, já vou contar como tudo continuou.
Dessa vez eu trago algo diferente, e acho que até agora foi uma das histórias mais taradas que já me aconteceu, e das que mais curti.
Tô há uns 10 anos nesses jogos, não mostro muito no Poringa, mas em outros lugares podem me encontrar. É só me mandar mensagem.
Vou contar essa história em 2 partes. Primeiro, vou contextualizar vocês.
Meus pais se separaram há muito tempo, cada um seguiu sua vida. Meu pai tem 64 anos, muito estiloso e bem cuidado, e há 15 anos se juntou com a Paula (51 anos). Ela é divina, culta, profissional, 1,65 de altura, se cuidou a vida toda, peitos que meu pai deu de presente, uma bunda incrível resultado de anos e anos de hóquei e academia; ela sempre mostra tudo que tem, decotes, top, minissaias, leggings que desaparecem entre as nádegas e tal, realmente é uma deusa.
Eles têm uma casa de veraneio na costa, em Pinamar, pra qual eu nunca vou porque fica a centenas de km e além disso estou estabelecido há anos em outra cidade por causa de trabalho (tenho 34 agora e desde os 21 moro sozinho).
A questão foi que o verão estava acabando e por causa do meu trampo eu tinha que ir pra região da casa do meu velho, então combinei e fiquei na casa dele, fiquei uns 5 dias com eles e ainda tinha mais 5 pela frente. A Paula, sempre muito safada, não se limitava em nada, mais de uma vez eu a encontrei de fio-dental na sala, ou se a gente ia tomar mate na praia ela sempre deitava de bruços pra conversar enquanto eu preparava o mate. Quando ela ia pro escritório, usava minissaia e salto agulha, garanto que todo mundo ficava de pau duro quando a via.
No sexto dia meu velho teve que ir pra Madrid por causa do trampo dele, e minha volta também foi adiantada em dois dias. Ele foi embora e aos poucos começaram uns rumores muito estranhos sobre essa parada do COVID. Nós três fizemos a mesma coisa, nos confiamos, não demos a importância que merecia. Passam dois dias e me avisam do meu trabalho que não era mais necessário eu voltar, que fizesse home office porque tava vindo coisa séria; passa mais um dia e anunciam a quarentena. Meu velho fora do país, idade de risco, e outras questões, ele nos avisa que só voltava daqui a um ou dois meses, não sabia direito, eu sem poder voltar, Paula lá em casa. No começo foi pura tragédia.
Os primeiros 3 ou 4 dias foram estranhos, mas ela sempre super pilhada, sempre conversando com meu pai e nunca parou de provocar em todos os sentidos. Aos poucos fomos nos soltando, já era normal ela andar de sutiã pela casa, ou que depois de tomar sol ficava de biquíni o dia todo. A casa é bem grande, 2 andares, ambientes amplos, tinha muita liberdade e muitos quartos, são 3 banheiros no total, mas o chuveiro principal e mais confortável fica lá em cima, a gente compartilhava e ela sempre deixava as calcinhas lá penduradas, que quando eu via lembrava daquele rabão da Paula e ficava completamente louco. A gente começou a acostumar com horários normais, andávamos muito de madrugada pela casa.
E nessas madrugadas surgiu o primeiro indício do que ia acontecer. Eu tava num quarto lá em cima jogando Play (é tipo uma sala de jogos) – era umas 3 da manhã. Acho que ela pensou que eu tava dormindo (meu quarto era embaixo). Repito, a casa é muito grande, então se você não fala, não sabe onde a outra pessoa tá. Quando saio do quarto, ando uns 5 metros e tava a escada, mas continuei mais uns 5 metros porque ouvi a Paula falando. Me aproximei devagarinho e encontro a Paula de portaliga, de quatro na frente do celular, com a luz do abajur dava pra ver perfeitão. Ela não me via porque eu tava meio afastado da porta (o quarto deve ter uns 8 por 7 metros, mais ou menos). Tava em videchamada com meu velho, percebi pela voz inconfundível de quem tá batendo uma. Fiquei uns 15 minutos nas sombras vendo a Paula metendo os dedos no cu, na buceta, tinha tipo uma bolinha vibradora, ela tava fazendo um show. Saí de pau durasso.
Por 3/4 dias o mesmo ritual: eu espiando, ela desfilando em lingerie pro meu velho, e cada vez eu ficava mais e mais tempo. Na Espanha era tipo 8 da manhã, então meu velho queria começar o dia na base da masturbação, por isso sempre chamavam nesse horário. Eu já tinha visto a Paula montando em consolos, dançando com fantasias, e detalhe importante: ela sempre, sempre enfiava alguma coisa no cu, e quando fazia isso meu velho do outro lado explodia, não aguentava, ainda mais que a Paula falava super nojenta/pornô, muito vulgar na hora haha. Cortaram a chamada e a Paula ficou mais 15 minutos brincando com a bunda dela, era insaciável.
Eu sempre ficava pensando em como dar o primeiro passo, porque realmente os dias passavam e nós dois estávamos cada vez mais excitados, tinha uma certa tensão quando a gente conversava e tal. Até que comecei a ver que tinha uns DJs que transmitiam ao vivo, tocando música pra galera esquentar. Teve uma "festa" bem famosa, que era num sábado à noite pela tela haha, aí eu falei pra Paula a gente jantar cedo no sábado e depois a gente ia zoar um pouco com a música que eles tavam transmitindo.
Ela se vestiu para a ocasião, salto agulha, um top decotado que mal segurava os peitos e uma mini que se ela se abaixasse metade da bunda aparecia.
Jantamos, e toda vez que ela se levantava, me mostrava o bumbum, a mini era tão curta e ela tem a bunda tão empinada, que dava pra ver sempre; tomamos alguma coisa, conversamos sobre a quarentena e começou o assunto da festa, já com uma garrafa de vinho em cima, e mais uns tragos. Primeiro bem de boa, separados, zoando, muita risada, uns toques aqui e ali, mão na cintura e coisas assim, até que começaram as músicas que a gente tem que “rebolando”. A gente fazia separados e de frente, gritando, agitando, etc. Depois começamos a segurar as mãos, a rebolando de frente e com minha perna entre as dela, eu sentia na minha coxa como ela apoiava toda a buceta, era tremendo! Ela se esfregava. Ela começou a esticar mais a mão em alguns passos, me tocava no abdômen, na bunda, e mais de uma vez roçou no meu pau, que naquela altura já estava duro, e longe de disfarçar, eu arrumava ele pra que ela percebesse. Coisa que ela fez e muito bem. Naquele momento ela se vira e apoia a bunda toda em mim, conforme a música passava e a gente rebolava bem coladinhos, a mini subia, mas ela não puxava pra baixo, então ela estava apoiando em mim só de calcinha fio-dental, literalmente, meu pau não aguentava mais. Longe de se arrumar, em um momento fiquei contra a parede, ela me apoiando só de fio-dental e vira a cabeça, sorrindo, como aprovando tudo e me diz: – “Tá tudo durinho”.
Eu não sabia o que responder haha, fiquei atônito, mas soltei um "desculpa, é algo que não controlo". E ela me finaliza com um "Sempre tão bom e respeitoso você, mas hoje podemos fazer o que você quiser".
Pronto, começamos a nos pegar, a apalpar toda aquela bunda, muito desesperados os dois, chapados, e não demorou nem dois minutos para ela se ajoelhar, puxar meu pau e começar a me chupar. Quase gozei, um dos melhores boquetes que já recebi, totalmente pirada, me dizendo putarias… Ela falava coisas como “finalmente um pau de verdade”, “você vai comer o cu da sua madrastra, filho da puta”. E começamos, sem camisinha, no pelo com a Paula, foi tremendo! Acho que foi uma hora, pela sala e cozinha toda… Até que em um momento ela me diz “quero sentir no pelo no meu cu”, eu não conseguia acreditar! Estava metendo naquele cuzão lindo, de quatro, no sofá do meu pai. Tudo estava indo perfeito até que o celular dela começa a tocar, e sim, era meu velho, já eram mais de 4 da manhã na Argentina e meu pai queria sua punheta diária. Ela atendeu e, sem tirar meu pau do cu, mandou uma mensagem pra ele, dizendo que estava se arrumando, era puta assim mesmo. Fomos para o chuveiro de cima, e entre mão e sabão, comecei a comer ela de novo pelo cu, em pé contra a parede. E o celular toca de novo, e aí ela me diz: “tiro o leite do seu pai e volto para tirar o seu, gato”. Fechamos o chuveiro, ela se secou e foi para o quarto, eu desci para desligar a música e tudo mais… Comecei a ouvir os gemidos dela e fiquei esperando…
E essa foi a primeira noite, ficamos 3 semanas completamente sozinhos, já vou contar como tudo continuou.
5 comentários - A mulher do meu pai.
Espero sigas contanto
NO SEAS MALO jajaj