Na noite seguinte àquele primeiro encontro brutal na cama, a cabana ainda cheirava a sexo: suor, porra e o cheiro da Nicki. Eles tinham dormido só umas horas, enroscados nos lençóis bagunçados, com o lago refletindo a lua cheia pela janela.NickiAcordou primeiro, com o corpo dolorido nos lugares exatos onde ele tinha marcado: hematomas leves nos quadris, mordidas nos peitos, a sensação pegajosa entre as pernas da porra dele ainda dentro dela. Levantou devagar, pelada, e foi andando até o banheiro. O assoalho de madeira rangia sob seus pés descalços.
Abriu o chuveirão enorme e deixou a água quente cair. O vapor começou a encher o banheiro rapidinho. Entrou debaixo do jato, fechando os olhos, deixando a água lavar o suor e o gozo seco da pele. Passou as mãos pelas tetas, beliscando os bicos ainda sensíveis, e desceu uma mão entre as pernas pra se tocar devagar, lembrando como ele tinha enchido ela.
Não ouviuLucasEntrar. Só sentiu as mãos grandes dele envolvendo a cintura dela por trás, o pau já duro pressionando contra a bunda dela.— Pensei que você tinha fugido.murmurou ele contra o ouvido dela, com voz rouca de sono e desejo.
Nicki sorriu, arqueando as costas para se esfregar nele.- Não ia embora sem provar você de novo. Me lava, mas não me limpa toda… quero continuar sentindo você dentro de mim.
Lucas grunhiu e a virou pra beijar ela debaixo d'água. Lábios abertos, línguas se enrolando, água caindo nos rostos deles. Ele a empurrou contra os azulejos frios, contrastando com o calor da água. Desceu a boca até o pescoço dela, mordendo de leve, depois mais forte, deixando outra marca. As mãos dele desceram pelas laterais dela, apertando os peitos dela com força.- Essas tetas me deixam loucodisse ele, sugando um mamilo enquanto a outra mão descia entre as pernas dela.
Ela gemeu, abrindo mais as pernas.Mete os dedos em mim... quero sentir você me preparando.Lucas enfiou dois dedos de uma vez, curvando-os para cima, bombando rápido enquanto o polegar esfregava o clitóris inchado dela. Nicki soltou um gritinho baixinho, se agarrando nos ombros dele, as unhas cravando na pele.- Mais… três dedos… me abre bem.Ele obedeceu, enfiando um terceiro dedo, esticando ela. A água ajudava, mas ela era tão apertada que cada movimento era um roçar intenso. Nicki começou a rebolar a bunda contra a mão dele, agarrando os dedos dele.- Assim… Deus, você vai me fazer gozar só com isso.
- Ainda não -Ele grunhiu, tirando os dedos de repente. Levantou ela de uma vez contra a parede, pernas em volta da cintura dele. Nicki se agarrou nos ombros dele, unhas cravando. Ele penetrou ela com uma estocada funda, sem preliminares, arrancando um grito que se misturou com o barulho da água.- Filho da puta… isso… assim… enfia tudoEla gemeu, jogando a cabeça pra trás, água escorrendo pelo rosto. Lucas metia com força, cada estocada fazia os peitos dela balançarem contra o peito dele. Uma mão desceu pra esfregar o clitóris dela em círculos rápidos enquanto a outra apertava a bunda dela.- Me diz o quanto você gosta de ser comida assim… me diz que você é minha putinhaEle grunhiu contra o pescoço dela, mordendo a pele.
Nicki gemia, com a voz cortada pelos golpes.- Sou sua putinha… adoro quando você me quebra… adoro sentir você tão fundo… não para… mais forte…Ele acelerou, o som molhado dos corpos se chocando enchia o banheiro. Nicki sentia o orgasmo subir como uma onda imparável. Ela desceu uma mão e esfregou o clitóris com desespero.- Tô gozando… tô gozando já… ahhh, meu Deus!Ela tremeu violentamente. Lucas empurrou mais fundo e gozou dentro dela com um gemido rouco, jatos quentes que a encheram até transbordar e começaram a escorrer pelas coxas dela, misturados com a água.
Eles ficaram grudados por um tempo, respirando ofegantes. Quando ele saiu, Nicki se ajoelhou debaixo do chuveiro e enfiou o pau ainda sensível dele na boca, lambendo-o com a língua, saboreando a mistura dos dois.
- Mmm… você tem gosto de sexo puro - sussurrou ela, olhando para ele de baixo com os olhos brilhando.
Lucas a levantou e a beijou, compartilhando o gosto num beijo sujo e profundo.
No dia seguinte, o sol tava pegando forte. Resolveram caminhar pela mata até um mirante que o Lucas conhecia, uma trilha escondida entre pinheiros centenários. A Nicki tava de short jeans curtíssimo que deixava ver o começo da bunda, camiseta branca sem sutiã (os bicos marcavam claramente no tecido fino) e tênis. Cabelo solto, óculos escuros e um sorriso no rosto o tempo todo.
Caminharam uma hora num silêncio gostoso, só interrompido por comentários sobre a paisagem ou risadas por besteiras. Quando chegaram num espaço vazio com um tronco caído enorme, a Nicki parou e virou pra ele.- Aqui é perfeito.disse, tirando os óculos.- Não tem ninguém… e eu tô com vontade de novo.Lucas largou a mochila no chão e se aproximou.- O que você quer fazer, gostosa?Nicki tirou a camisa pela cabeça, peitos livres no ar fresco da floresta. Mamilos endureceram na hora com o vento.- Quero que me coma contra uma árvore… mas primeiro, senta aí.apontando para o tronco.- Quero montar em você até doer.Lucas sentou, baixou a calça e a cueca. A pica dele saltou dura, cheia de veias, pronta. Nicki tirou o short e a calcinha fio-dental num movimento só, ficando completamente pelada no meio do mato. Subiu em cima dele, com os joelhos dos lados do quadril dele, e se posicionou. Desceu devagar no começo, sentindo como ele abria ela, depois se deixou cair de uma vez, engolindo ele inteiro.- Deus… como eu amo essa sua pica enorme… você chega lá no fundo -Ela gemeu, começando a se mexer.
Subia e descia devagar, girando o quadril em círculos, apertando com as paredes internas. Lucas agarrou os peitos dela, beliscando os bicos com força.- Monta em mim mais rápido… quero te ver quicando -ordenou ele.
Nicki acelerou, o som da bunda dela batendo contra as coxas ecoava naquele espaço silencioso. Os peitos dela pulavam a cada movimento, suor começando a brilhar na pele dela. Ela mordia o lábio para não gritar demais, mas os gemidos escapavam mesmo assim.- Vou fazer você me gozar… me aperta… isso, assim… que delícia que você táLucas grunhiu, agarrando a bunda dela e ajudando ela a subir e descer com mais força.
Nicki desceu uma mão e esfregou o clitóris em círculos rápidos.- Vou gozar… vou gozar em cima de você… ahhh!Ela tremeu violentamente, orgasmo intenso, os sucos escorrendo pela pica dele e pingando no tronco. Lucas segurou a cintura dela e meteu forte de baixo pra cima, buscando o próprio clímax.- Te encho… por dentro… toma tudo…Ele empurrou fundo e gozou, jatos quentes que encheram ela de novo. Nicki ficou por cima, ofegando, sentindo ele pulsar dentro dela.
Depois desceram devagar. O leite branco escorria pelas coxas dela. Se limparam do jeito que deu com os lencinhos que tinham na mochila e seguiram voltando, rindo baixinho, com as pernas bambas e o sorriso de quem sabe que isso tá só começando.
Aquela semana foi puro fogo: banhos que terminavam em sexo selvagem e sujo, caminhadas que acabavam em árvores ou na areia escondida, noites perto da fogueira onde ele a colocava de quatro e comia devagar e fundo enquanto olhavam as chamas. Nicki Nicole, no sul do seu país, não só descansou: se entregou por completo ao prazer, intenso e libertador que a deixou tremendo de tanto gozar.
Abriu o chuveirão enorme e deixou a água quente cair. O vapor começou a encher o banheiro rapidinho. Entrou debaixo do jato, fechando os olhos, deixando a água lavar o suor e o gozo seco da pele. Passou as mãos pelas tetas, beliscando os bicos ainda sensíveis, e desceu uma mão entre as pernas pra se tocar devagar, lembrando como ele tinha enchido ela.
Não ouviuLucasEntrar. Só sentiu as mãos grandes dele envolvendo a cintura dela por trás, o pau já duro pressionando contra a bunda dela.— Pensei que você tinha fugido.murmurou ele contra o ouvido dela, com voz rouca de sono e desejo.
Nicki sorriu, arqueando as costas para se esfregar nele.- Não ia embora sem provar você de novo. Me lava, mas não me limpa toda… quero continuar sentindo você dentro de mim.
Lucas grunhiu e a virou pra beijar ela debaixo d'água. Lábios abertos, línguas se enrolando, água caindo nos rostos deles. Ele a empurrou contra os azulejos frios, contrastando com o calor da água. Desceu a boca até o pescoço dela, mordendo de leve, depois mais forte, deixando outra marca. As mãos dele desceram pelas laterais dela, apertando os peitos dela com força.- Essas tetas me deixam loucodisse ele, sugando um mamilo enquanto a outra mão descia entre as pernas dela.
Ela gemeu, abrindo mais as pernas.Mete os dedos em mim... quero sentir você me preparando.Lucas enfiou dois dedos de uma vez, curvando-os para cima, bombando rápido enquanto o polegar esfregava o clitóris inchado dela. Nicki soltou um gritinho baixinho, se agarrando nos ombros dele, as unhas cravando na pele.- Mais… três dedos… me abre bem.Ele obedeceu, enfiando um terceiro dedo, esticando ela. A água ajudava, mas ela era tão apertada que cada movimento era um roçar intenso. Nicki começou a rebolar a bunda contra a mão dele, agarrando os dedos dele.- Assim… Deus, você vai me fazer gozar só com isso.
- Ainda não -Ele grunhiu, tirando os dedos de repente. Levantou ela de uma vez contra a parede, pernas em volta da cintura dele. Nicki se agarrou nos ombros dele, unhas cravando. Ele penetrou ela com uma estocada funda, sem preliminares, arrancando um grito que se misturou com o barulho da água.- Filho da puta… isso… assim… enfia tudoEla gemeu, jogando a cabeça pra trás, água escorrendo pelo rosto. Lucas metia com força, cada estocada fazia os peitos dela balançarem contra o peito dele. Uma mão desceu pra esfregar o clitóris dela em círculos rápidos enquanto a outra apertava a bunda dela.- Me diz o quanto você gosta de ser comida assim… me diz que você é minha putinhaEle grunhiu contra o pescoço dela, mordendo a pele.
Nicki gemia, com a voz cortada pelos golpes.- Sou sua putinha… adoro quando você me quebra… adoro sentir você tão fundo… não para… mais forte…Ele acelerou, o som molhado dos corpos se chocando enchia o banheiro. Nicki sentia o orgasmo subir como uma onda imparável. Ela desceu uma mão e esfregou o clitóris com desespero.- Tô gozando… tô gozando já… ahhh, meu Deus!Ela tremeu violentamente. Lucas empurrou mais fundo e gozou dentro dela com um gemido rouco, jatos quentes que a encheram até transbordar e começaram a escorrer pelas coxas dela, misturados com a água.
Eles ficaram grudados por um tempo, respirando ofegantes. Quando ele saiu, Nicki se ajoelhou debaixo do chuveiro e enfiou o pau ainda sensível dele na boca, lambendo-o com a língua, saboreando a mistura dos dois.
- Mmm… você tem gosto de sexo puro - sussurrou ela, olhando para ele de baixo com os olhos brilhando.
Lucas a levantou e a beijou, compartilhando o gosto num beijo sujo e profundo.
No dia seguinte, o sol tava pegando forte. Resolveram caminhar pela mata até um mirante que o Lucas conhecia, uma trilha escondida entre pinheiros centenários. A Nicki tava de short jeans curtíssimo que deixava ver o começo da bunda, camiseta branca sem sutiã (os bicos marcavam claramente no tecido fino) e tênis. Cabelo solto, óculos escuros e um sorriso no rosto o tempo todo. Caminharam uma hora num silêncio gostoso, só interrompido por comentários sobre a paisagem ou risadas por besteiras. Quando chegaram num espaço vazio com um tronco caído enorme, a Nicki parou e virou pra ele.- Aqui é perfeito.disse, tirando os óculos.- Não tem ninguém… e eu tô com vontade de novo.Lucas largou a mochila no chão e se aproximou.- O que você quer fazer, gostosa?Nicki tirou a camisa pela cabeça, peitos livres no ar fresco da floresta. Mamilos endureceram na hora com o vento.- Quero que me coma contra uma árvore… mas primeiro, senta aí.apontando para o tronco.- Quero montar em você até doer.Lucas sentou, baixou a calça e a cueca. A pica dele saltou dura, cheia de veias, pronta. Nicki tirou o short e a calcinha fio-dental num movimento só, ficando completamente pelada no meio do mato. Subiu em cima dele, com os joelhos dos lados do quadril dele, e se posicionou. Desceu devagar no começo, sentindo como ele abria ela, depois se deixou cair de uma vez, engolindo ele inteiro.- Deus… como eu amo essa sua pica enorme… você chega lá no fundo -Ela gemeu, começando a se mexer.
Subia e descia devagar, girando o quadril em círculos, apertando com as paredes internas. Lucas agarrou os peitos dela, beliscando os bicos com força.- Monta em mim mais rápido… quero te ver quicando -ordenou ele.
Nicki acelerou, o som da bunda dela batendo contra as coxas ecoava naquele espaço silencioso. Os peitos dela pulavam a cada movimento, suor começando a brilhar na pele dela. Ela mordia o lábio para não gritar demais, mas os gemidos escapavam mesmo assim.- Vou fazer você me gozar… me aperta… isso, assim… que delícia que você táLucas grunhiu, agarrando a bunda dela e ajudando ela a subir e descer com mais força.
Nicki desceu uma mão e esfregou o clitóris em círculos rápidos.- Vou gozar… vou gozar em cima de você… ahhh!Ela tremeu violentamente, orgasmo intenso, os sucos escorrendo pela pica dele e pingando no tronco. Lucas segurou a cintura dela e meteu forte de baixo pra cima, buscando o próprio clímax.- Te encho… por dentro… toma tudo…Ele empurrou fundo e gozou, jatos quentes que encheram ela de novo. Nicki ficou por cima, ofegando, sentindo ele pulsar dentro dela.
Depois desceram devagar. O leite branco escorria pelas coxas dela. Se limparam do jeito que deu com os lencinhos que tinham na mochila e seguiram voltando, rindo baixinho, com as pernas bambas e o sorriso de quem sabe que isso tá só começando.
Aquela semana foi puro fogo: banhos que terminavam em sexo selvagem e sujo, caminhadas que acabavam em árvores ou na areia escondida, noites perto da fogueira onde ele a colocava de quatro e comia devagar e fundo enquanto olhavam as chamas. Nicki Nicole, no sul do seu país, não só descansou: se entregou por completo ao prazer, intenso e libertador que a deixou tremendo de tanto gozar.
1 comentários - As Férias Patagônicas da Nicki | Parte 2