Continuando com o relato anterior, depois de conhecer a Maggy por 3 meses (setembro-dezembro 2019) e transformá-la na minha putinha aos poucos entre janeiro-março 2020, como a gente transava cada vez mais, ela me disse que queria usar um método anticoncepcional e escolheu injeções mensais de hormônios pra evitar engravidar, já que falou que não gostava de usar camisinha e queria aproveitar com liberdade as gozadas na buceta e no cu sem preocupações. Então a prima dela, que é ginecologista, recomendou umas muito boas, e também disse que ela precisava ter bastante atividade física e sexual pra que os hormônios não afetassem o metabolismo e o humor dela. Assim, a história deu uma virada completa e inesperada, porque durante o isolamento da pandemia (abril-junho 2020), nos mandaram ficar em casa por causa da contingência da covid-19. Como a gente trabalhava em hotelaria, trabalhamos até 27 de março de 2020, e nos deram 3 meses de descanso obrigatório que, segundo diziam, "duraria" a pandemia, com salário pago, e a previsão era voltarmos nos primeiros dias de julho pro trabalho. Como foi um problema mundial, tudo parou e mudou. A mãe da Maggy, que também trabalhava — ela no governo do estado —, aproveitou essas "férias" pra ir pra cidade natal dela, que fica na costa sul do estado, e se ofereceu pra levar a filha da Maggy pra lá por um tempo enquanto a contingência passava, já que, por ser mais afastada da cidade, teriam menos problemas de contágio e mais segurança pra menina. Maggy aceitou, e também foi pra lá com eles por 15 dias. Aqui eu faço um parêntese pra explicar que ela teve que voltar sozinha, porque no trabalho nos organizaram pra ir 2 vezes por semana, 2 pessoas de cada área, fazer limpeza/plantão de 6 horas por cada funcionário, pra evitar que as instalações do hotel ficassem abandonadas, sujas ou se deteriorassem. Obviamente, como a gente tinha... Estava indo assistir duas vezes por semana, ela optou por ficar na cidade e foi nessa época que a gente viveu o melhor momento do relacionamento, a gente transava todo dia (só no período dela que a gente não fazia, porque ela sofria de muitos cólicas e dores na barriga). Quando ela voltou da cidade da mãe dela, veio num "urban" (são umas vans que fazem viagens como transporte público, tipo os ADO, mas com menos gente, menores e pra lugares mais específicos/cidades afastadas). Fui buscá-la no terminal, porque ela tava com as malas pesadas, então a espera tensa chegou ao fim. A gente tava até aquele momento há 3 semanas sem sexo (era o maior tempo que a gente ficava sem ação desde que começamos a transar). Do meu carro, vi a silhueta linda e gostosa dela que, rebolando a cintura, se aproxima como uma gata no cio, me olha nervosa e me dá um beijão de língua, me pede pra ajudar a pegar as malas dela que estavam no terminal, acabando de descer, olhando pra todo lado com medo de ser descoberta. Depois de pegar as malas, ela sobe no carro e a gente foi rapidinho pra casa dela. Depois de cinco minutos de estrada, precisei frear num semáforo e a gente aproveitou pra se dar um beijo longo cheio de sensualidade e safadeza, a impaciência dos carros e o som de uma buzina nos faz parar e continuar pra casa dela. No caminho, ela me conta que tá ovulando e que tá super excitada, sente que a buceta dela escorre mel e se abre cada vez mais, desde que saiu da cidade da mãe dela, ela vem pensando na grande foda que vai levar de mim. Lembra que o ex-marido dela por vários anos não deu nenhum tipo de atenção pra ela, o sexo entre eles foi cada vez mais monótono e espaçado, muito pouco pra uma mulher tão fogosa como ela. E eu acordei a puta que ela tinha reprimida por dentro e que aos poucos vou levar ela a viver mais e melhores experiências. Ela vinha com o cabelo ondulado solto, vestia um vestido curto rosa, porque pelo calor da cidade de onde ela vinha e, como era primavera, sentia calor e umidade por todo lado, não dava pra se vestir de outro jeito pra ficar confortável e fresca. Também tava usando umas sandálias de plataforma, cheirava uma delícia de perfume e na cara tinha uma maquiagem leve que deixava ela com uma cara muito gostosa.
Ao entrar na casa dela, a gente se abraçou desesperado e se entregou a beijos e carícias que nos excitavam. Minhas mãos deslizavam por baixo do vestido dela e percorriam toda a bunda e as pernas; ela desabotoava os botões da minha camisa e beijava meu peito, a gente ardia de tesão e luxúria, eu tava com o pau bem duro e sem mais tempo a perder, a gente se pelou e eu ajeitei ela de um jeito que os peitos dela ficassem apoiados na cama, deixando a bundinha dela à minha disposição pra que, com minha língua, eu estimulasse cada cantinho da bucetinha gostosa e do cu dela. Ela, como sempre, se entregou e curtiu aquela boa comida de cu; ela gritava e tremia, sempre me disse que adorava como eu dedicava tempo aos peitos dela, mesmo pequenos, tinha uns chocolatinhos lindos de mamilo, eu beliscava os mamilos durinhos dela, acariciando com massagens suaves e circulares. Depois de uma boa gozada na minha boca, ela me beija e então se joga no meu pau duro e comprido, que com devoção engole até o fundo da garganta. Chupa da cabeça até as bolas, conseguiu me deixar em êxtase e fez eu gozar dentro da boca dela. Engole cada gota de porra e deixa meu pau limpinho, bem brilhante e reluzente. Sem cair nenhum resto de sêmen, depois eu ajeito ela sentada no meu pau que, com facilidade, entra na buceta lubrificada dela. Nessa posição, ela começa uma cavalgada louca, se acabando sozinha e aproveitando pra sentir cada centímetro do meu pau, começa a gemer e gritar descontrolada, me diz que sentia falta do meu pau dentro dela, que se sente muito puta e quer que eu seja livre pra fazer o que quiser com ela, então começo a chupar os peitos dela, a mordiscar e beijar, depois coloco ela na posição de putinha, meto mais forte e às vezes mudo o ritmo, é exatamente assim que ela adora comer pau, curto o visual e o cheiro do cu dela, que depois de viajar por 5 horas, vem com aquele cheiro gostoso de suado e quente.
Maggy tá se comportando cada vez mais como uma verdadeira puta no cio, gritava e cravava as unhas no meu corpo toda possuída, gozando do prazer que precisava. Depois de uns 40 minutos de sexo vaginal, ela abriu as nádegas e falou: - Arrebenta meu cu, papai! – quase implorando.
Me separei dela e comecei a dar uma bela linguada no cu dela, ela me ajudava abrindo as nádegas pra eu enfiar a língua bem fundo, já que o cuzinho dela tava ansioso pra receber um belo pedaço de carne. Depois de dilatar bem com dois dedos, cuspi no cu dela e quase não precisei fazer esforço, o rabo dela engoliu sozinho os 18 cm da minha pica, ficamos assim uns 15 minutos até que não aguentei mais e soltei um jorro grosso de porra no cu dela, a safada pediu pra limpar minha pica saindo do cu dela, pra provar a mistura dos sabores dos dois, naquela tarde ela não deixou minha pica descansar, mandamos mais duas gozadas, ficamos tão exaustos que acabei dormindo com ela e de manhã, antes de fazer o café, ela pediu a matinal, fiz tudo que ela pediu, tanto que quando fui mijar, a ponta do meu pau ardia de tão sensível, e ela ficou com a pussy escorrendo de porra.
Depois de ser uma mulher reprimida, comigo ela se sentia completa, satisfeita e feliz. Como homem, isso me fazia muito bem, já que, sendo mais novo que ela, saber tratá-la e agradá-la aumentava meu ego, porque eu provava que era muito bom na cama e que qualquer outra mulher poderia facilmente ser minha putinha e amar meu pau. Durante o café da manhã, conversamos sobre outras coisas e, como a pandemia tinha parado o turismo na nossa cidade e nosso trabalho é em hotelaria, o salário não era suficiente para ela. As gorjetas que os hóspedes nos davam ajudavam bastante com alguns gastos, como internet, luz e gás, assim ela conseguia economizar um pouco para outras despesas maiores. Aqui onde ela morava, pagando aluguel, compras e outras contas que tinha, ela ia ter que tirar das economias com o passar das semanas. Então, quis ajudá-la e ofereci que, enquanto durasse a pandemia e a filha dela estivesse com a avó (mãe da Maggy), ela fosse morar comigo para economizar o aluguel. Assim, eu também teria alguém para lavar minha roupa, limpar a casa, fazer comida e com quem foder quando quisesse. Ela gostou da ideia. Ela falou com a mãe para deixar guardar lá os móveis e coisas que não usaria na minha casa. Como a mãe da Maggy ia ficar na cidade dela até o fim da pandemia, não teve problema. Planejamos a mudança e, em questão de 4 dias, ela já estava instalada na minha casa. Eu morava sozinho desde os 18 anos, quando comecei a trabalhar. Comecei alugando e, depois de um ano economizando e trabalhando, meu pai me ajudou a pegar um crédito do Infonavit. Em vez de pagar aluguel, eu pagava minha casa. O melhor é que ficava perto do trabalho (15 minutos) e, durante a pandemia, o Infonavit estava perdoando o pagamento de juros, e só se quisesse, pagava o principal. Para não alongar a história, a gente se divertiu muito durante a pandemia. Com a convivência diária e milhares de conversas que tínhamos, fui moldando ela do meu jeito. Tratava ela bem para que se apaixonasse e fizesse tudo o que eu pedia sem questionar ou perguntar, a gente transava de manhã, ao meio-dia, à tarde e à noite, toda vez que dava vontade, mas também curtíamos a companhia um do outro, víamos séries, filmes, cozinhávamos juntos, enquanto eu limpava a casa eu dava uns tapas na bunda dela e toda vez que eu queria ela me mostrava a buceta, abria as nádegas, quando íamos fazer a despensa uma vez a cada quinze dias; aí eu aproveitava e pedia pra ela se vestir de forma provocante, como ia de máscara era difícil reconhecer; às vezes a gente saía à noite pra dar uma volta pela cidade, eu gostava que ela se exibisse e tirava fotos dela na rua, enfim, tudo o que eu queria e mandava ela fazia, mais do que minha parceira, ela tava sendo minha escrava sexual.







Vale mencionar que eu sempre fui sincero e direto com ela, falei que quando a filha dela voltasse, a gente voltaria ao normal, porque eu não queria ter convivência com a menina, principalmente pra não afetar a pequena, atrapalhando a atenção que a mãe dava pra ela, nem emocionalmente quando isso acabasse. Ela aceitou, porque como eu contei no relato anterior, eu controlava do meu jeito o que ela tinha que fazer de uma forma sutil. Ela não conseguiu visitar a filha durante o confinamento porque os condomínios estavam sem serviço por causa das restrições na cidade da mãe dela. Foi assim por quase 4 meses, ela não via a filha pessoalmente, mas todo dia conversavam por videochamada. Depois disso, a gente voltou a trabalhar no hotel no dia 20 de julho de 2020. Primeiro íamos 3 vezes por semana, depois de 1 mês começamos a ir 4 dias e assim aos poucos até que no final de outubro voltamos a trabalhar os 6 dias da semana. No próximo relato, vou contar como foi a relação depois que ela foi morar com a filha na casa da mãe, já que ela disse que não precisava ficar alugando casa. Continua...

Ao entrar na casa dela, a gente se abraçou desesperado e se entregou a beijos e carícias que nos excitavam. Minhas mãos deslizavam por baixo do vestido dela e percorriam toda a bunda e as pernas; ela desabotoava os botões da minha camisa e beijava meu peito, a gente ardia de tesão e luxúria, eu tava com o pau bem duro e sem mais tempo a perder, a gente se pelou e eu ajeitei ela de um jeito que os peitos dela ficassem apoiados na cama, deixando a bundinha dela à minha disposição pra que, com minha língua, eu estimulasse cada cantinho da bucetinha gostosa e do cu dela. Ela, como sempre, se entregou e curtiu aquela boa comida de cu; ela gritava e tremia, sempre me disse que adorava como eu dedicava tempo aos peitos dela, mesmo pequenos, tinha uns chocolatinhos lindos de mamilo, eu beliscava os mamilos durinhos dela, acariciando com massagens suaves e circulares. Depois de uma boa gozada na minha boca, ela me beija e então se joga no meu pau duro e comprido, que com devoção engole até o fundo da garganta. Chupa da cabeça até as bolas, conseguiu me deixar em êxtase e fez eu gozar dentro da boca dela. Engole cada gota de porra e deixa meu pau limpinho, bem brilhante e reluzente. Sem cair nenhum resto de sêmen, depois eu ajeito ela sentada no meu pau que, com facilidade, entra na buceta lubrificada dela. Nessa posição, ela começa uma cavalgada louca, se acabando sozinha e aproveitando pra sentir cada centímetro do meu pau, começa a gemer e gritar descontrolada, me diz que sentia falta do meu pau dentro dela, que se sente muito puta e quer que eu seja livre pra fazer o que quiser com ela, então começo a chupar os peitos dela, a mordiscar e beijar, depois coloco ela na posição de putinha, meto mais forte e às vezes mudo o ritmo, é exatamente assim que ela adora comer pau, curto o visual e o cheiro do cu dela, que depois de viajar por 5 horas, vem com aquele cheiro gostoso de suado e quente.
Maggy tá se comportando cada vez mais como uma verdadeira puta no cio, gritava e cravava as unhas no meu corpo toda possuída, gozando do prazer que precisava. Depois de uns 40 minutos de sexo vaginal, ela abriu as nádegas e falou: - Arrebenta meu cu, papai! – quase implorando.
Me separei dela e comecei a dar uma bela linguada no cu dela, ela me ajudava abrindo as nádegas pra eu enfiar a língua bem fundo, já que o cuzinho dela tava ansioso pra receber um belo pedaço de carne. Depois de dilatar bem com dois dedos, cuspi no cu dela e quase não precisei fazer esforço, o rabo dela engoliu sozinho os 18 cm da minha pica, ficamos assim uns 15 minutos até que não aguentei mais e soltei um jorro grosso de porra no cu dela, a safada pediu pra limpar minha pica saindo do cu dela, pra provar a mistura dos sabores dos dois, naquela tarde ela não deixou minha pica descansar, mandamos mais duas gozadas, ficamos tão exaustos que acabei dormindo com ela e de manhã, antes de fazer o café, ela pediu a matinal, fiz tudo que ela pediu, tanto que quando fui mijar, a ponta do meu pau ardia de tão sensível, e ela ficou com a pussy escorrendo de porra.
Depois de ser uma mulher reprimida, comigo ela se sentia completa, satisfeita e feliz. Como homem, isso me fazia muito bem, já que, sendo mais novo que ela, saber tratá-la e agradá-la aumentava meu ego, porque eu provava que era muito bom na cama e que qualquer outra mulher poderia facilmente ser minha putinha e amar meu pau. Durante o café da manhã, conversamos sobre outras coisas e, como a pandemia tinha parado o turismo na nossa cidade e nosso trabalho é em hotelaria, o salário não era suficiente para ela. As gorjetas que os hóspedes nos davam ajudavam bastante com alguns gastos, como internet, luz e gás, assim ela conseguia economizar um pouco para outras despesas maiores. Aqui onde ela morava, pagando aluguel, compras e outras contas que tinha, ela ia ter que tirar das economias com o passar das semanas. Então, quis ajudá-la e ofereci que, enquanto durasse a pandemia e a filha dela estivesse com a avó (mãe da Maggy), ela fosse morar comigo para economizar o aluguel. Assim, eu também teria alguém para lavar minha roupa, limpar a casa, fazer comida e com quem foder quando quisesse. Ela gostou da ideia. Ela falou com a mãe para deixar guardar lá os móveis e coisas que não usaria na minha casa. Como a mãe da Maggy ia ficar na cidade dela até o fim da pandemia, não teve problema. Planejamos a mudança e, em questão de 4 dias, ela já estava instalada na minha casa. Eu morava sozinho desde os 18 anos, quando comecei a trabalhar. Comecei alugando e, depois de um ano economizando e trabalhando, meu pai me ajudou a pegar um crédito do Infonavit. Em vez de pagar aluguel, eu pagava minha casa. O melhor é que ficava perto do trabalho (15 minutos) e, durante a pandemia, o Infonavit estava perdoando o pagamento de juros, e só se quisesse, pagava o principal. Para não alongar a história, a gente se divertiu muito durante a pandemia. Com a convivência diária e milhares de conversas que tínhamos, fui moldando ela do meu jeito. Tratava ela bem para que se apaixonasse e fizesse tudo o que eu pedia sem questionar ou perguntar, a gente transava de manhã, ao meio-dia, à tarde e à noite, toda vez que dava vontade, mas também curtíamos a companhia um do outro, víamos séries, filmes, cozinhávamos juntos, enquanto eu limpava a casa eu dava uns tapas na bunda dela e toda vez que eu queria ela me mostrava a buceta, abria as nádegas, quando íamos fazer a despensa uma vez a cada quinze dias; aí eu aproveitava e pedia pra ela se vestir de forma provocante, como ia de máscara era difícil reconhecer; às vezes a gente saía à noite pra dar uma volta pela cidade, eu gostava que ela se exibisse e tirava fotos dela na rua, enfim, tudo o que eu queria e mandava ela fazia, mais do que minha parceira, ela tava sendo minha escrava sexual.







Vale mencionar que eu sempre fui sincero e direto com ela, falei que quando a filha dela voltasse, a gente voltaria ao normal, porque eu não queria ter convivência com a menina, principalmente pra não afetar a pequena, atrapalhando a atenção que a mãe dava pra ela, nem emocionalmente quando isso acabasse. Ela aceitou, porque como eu contei no relato anterior, eu controlava do meu jeito o que ela tinha que fazer de uma forma sutil. Ela não conseguiu visitar a filha durante o confinamento porque os condomínios estavam sem serviço por causa das restrições na cidade da mãe dela. Foi assim por quase 4 meses, ela não via a filha pessoalmente, mas todo dia conversavam por videochamada. Depois disso, a gente voltou a trabalhar no hotel no dia 20 de julho de 2020. Primeiro íamos 3 vezes por semana, depois de 1 mês começamos a ir 4 dias e assim aos poucos até que no final de outubro voltamos a trabalhar os 6 dias da semana. No próximo relato, vou contar como foi a relação depois que ela foi morar com a filha na casa da mãe, já que ela disse que não precisava ficar alugando casa. Continua...
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