Aqui vai a terceira parte dessa história.
espero que vocês aproveitem muito
VALEU PELO COMENTÁRIO
OBRIGADO PELOS PONTOS QUE VOCÊS ME PREMIAM
Meu corno manso se formou como putinho com as melhores notas e, desde aquele domingo, virou a empregada do seu Alberto, que vinha nos visitar semana após semana. Num sábado, fui comprar cerveja pro seu Alberto, mas, mais que tudo, queria ver o seu Pedro, o dono do armazém, e saber da Laura, a mulher dele, e da filha dele, a Silvia.
Fala Pedro, bom dia, beleza? Como tão indo as reformas aí na sua casa?
Pedro, tão indo muito bem, embora sejam bem lentos. Era um serviço de quinze dias e já tá indo pra um mês.
É que eles são muito detalhistas.
Pedro, é isso que a Laura me diz. Pra mim, se eles trabalhassem nos fins de semana, iam mais rápido e já teriam terminado.
Falo com eles?
Pedro, isso quem fala é a Laura. Eu tô na correria com o estoque, mal tenho tempo pra jantar com elas à noite, não tenho fim de semana, você sabe como é isso.
Já sei, chega cansado em casa e nem pensar em sexo.
Pedro, sexo? O que é isso? Chego morto, gostosa, e falando disso? E você, como tá nessa área?
Bom, algo parecido com você, Oscarcito já sabe que trabalho até nos fins de semana e a verdade é que sempre me deixa com uma vontade danada.
Pedro, vem aqui, vamos pros fundos da loja e você me conta melhor.
Devem ser várias as clientas que te contam que não é verdade.
Pedro, vem aqui que eu te conto como eu mantenho minha clientela.
Entrei nos fundos, lá tinha um catre preparado, assim que entrei seu Pedro me abraçou e me deu um beijo enquanto esfregava o volume dele na minha barriga.
Pedro, vou te dar o que tá te fazendo falta.
Ah não, seu Pedro, e se meu marido descobre?
Pedro, esse arrombado, tenho certeza que não faz nada. Mas, afinal, por que o corno vai ficar sabendo?
Tá bom, você ganhou.
Não precisei de muito pra me convencer a me ajoelhar na frente do pau dele e dar um boquete gostoso. Rapidinho, o Pedro me jogou no colchão, puxou minha tanga pra fora do caminho e meteu o pau em mim. Como aquele merceeiro comia bem! Tudo foi muito rápido, não dava tempo pra nada — o mercado tava aberto e qualquer um podia entrar. O tesão era grande demais. As estocadas dele eram fundas e fortes, doíam pra caralho, mas quando ele gozou, me senti usada. Na hora ele se afastou de mim e mandou eu sair escondida. Fui pra casa pensando naquele corno que se achava tão machão e nem sabia que os pedreiros arrombavam a esposa dele e a putinha da filha. Aí percebi que tinha esquecido as cervejas. Quis voltar pra buscar, mas primeiro precisava me lavar. Quando me lavei, vi minhas pernas escorrendo porra e pensei: "A mãe puta, será que alguém me viu saindo do mercado assim?" Bom, já tá na hora de todo mundo perceber que sou a nova puta do bairro — e pelo visto, não sou a única. Voltei pro mercado, já passava do meio-dia.
Pedro, você esqueceu as cervejas.
Sim, mas não venho só por isso, quero saber de quantas mais você tira a vontade.
Pedro, vem aqui que vou te contar, dessa vez a gente tem tempo, nesse horário não vem ninguém.
Achei que ele só ia confessar pra quem ele comia nos fundos da loja, que ilusão a minha, me entreguei de novo feito uma boba. Pedro levantou minha saia e disse
Pedro, dá pra ver que você gostou de mim, veio preparadinha, agora é a vez da sua bucetinha.
Não, minha bucetinha não, por favor, o Oscarcito vai perceber.
Pedro, qual é o problema? Será que tu não quer saber com quem eu dei uma foda nos fundos da loja?
Me ajoelhei de quatro na cama suja, resignada a dar minha buceta pro depravado do armazeneiro, sabia bem que pra um macho escroto é um puta troféu comer a esposa de um corno, e olha se o filho da puta não fez isso, enquanto me arrebentava a buceta ele ficava falando
Pedro foi assim que arrombou a Júlia, a Estela, e a Sandra, a filhinha dela, a coitadinha tinha bem fechado, também a Romina, a Laura, a da esquina, e a Ramona. Cê gosta, putinha? Cê gosta de como eu arrebento sua buceta? Aposto que seu marido não pode fazer isso com você, não é, putinha?
Ahhh simmm, ele eu não largo por cuck ahhhh ahhhh ahhhh, me enche todinhaaa ahhhh
E enchi mesmo, depois disso entrou alguém, ele se ajeitou e me disse
Pedro, fica aqui que eu já volto.
Na segunda vez que voltei, o garoto da entrega já estava com a pica na mão.
Pedro, essa puta tá com muita fome. Acabei de arrebentar a buceta dela, mas tenho certeza que quer mais. Agora vai você.
O cara não hesitou em enfiar o pau no meu cu e começar a meter forte, de repente eu tava em cima do cara e o Dom Pedro metendo o pau na minha buceta, uma festa deliciosa que, pelo tamanho das picas deles, só me dava prazer, mesmo eles não sabendo. Gostei tanto que deixei eles trocarem de lado e assim continuaram me comendo, os dois me enchendo de porra. Acho que sequei eles, e tive um orgasmo longo. Os dois se arrumaram e me deixaram sozinha nos fundos. Não tinha nada pra me limpar, então ajeitei meus pelos e minha saia curta. Tava pronta pra voltar pra casa com as cervejas que não paguei nada, e de quebra ainda levei um fernet e uma coca.
espero que vocês aproveitem muito
VALEU PELO COMENTÁRIO
OBRIGADO PELOS PONTOS QUE VOCÊS ME PREMIAM
Meu corno manso se formou como putinho com as melhores notas e, desde aquele domingo, virou a empregada do seu Alberto, que vinha nos visitar semana após semana. Num sábado, fui comprar cerveja pro seu Alberto, mas, mais que tudo, queria ver o seu Pedro, o dono do armazém, e saber da Laura, a mulher dele, e da filha dele, a Silvia.
Fala Pedro, bom dia, beleza? Como tão indo as reformas aí na sua casa?
Pedro, tão indo muito bem, embora sejam bem lentos. Era um serviço de quinze dias e já tá indo pra um mês.
É que eles são muito detalhistas.
Pedro, é isso que a Laura me diz. Pra mim, se eles trabalhassem nos fins de semana, iam mais rápido e já teriam terminado.
Falo com eles?
Pedro, isso quem fala é a Laura. Eu tô na correria com o estoque, mal tenho tempo pra jantar com elas à noite, não tenho fim de semana, você sabe como é isso.
Já sei, chega cansado em casa e nem pensar em sexo.
Pedro, sexo? O que é isso? Chego morto, gostosa, e falando disso? E você, como tá nessa área?
Bom, algo parecido com você, Oscarcito já sabe que trabalho até nos fins de semana e a verdade é que sempre me deixa com uma vontade danada.
Pedro, vem aqui, vamos pros fundos da loja e você me conta melhor.
Devem ser várias as clientas que te contam que não é verdade.
Pedro, vem aqui que eu te conto como eu mantenho minha clientela.
Entrei nos fundos, lá tinha um catre preparado, assim que entrei seu Pedro me abraçou e me deu um beijo enquanto esfregava o volume dele na minha barriga.
Pedro, vou te dar o que tá te fazendo falta.
Ah não, seu Pedro, e se meu marido descobre?
Pedro, esse arrombado, tenho certeza que não faz nada. Mas, afinal, por que o corno vai ficar sabendo?
Tá bom, você ganhou.
Não precisei de muito pra me convencer a me ajoelhar na frente do pau dele e dar um boquete gostoso. Rapidinho, o Pedro me jogou no colchão, puxou minha tanga pra fora do caminho e meteu o pau em mim. Como aquele merceeiro comia bem! Tudo foi muito rápido, não dava tempo pra nada — o mercado tava aberto e qualquer um podia entrar. O tesão era grande demais. As estocadas dele eram fundas e fortes, doíam pra caralho, mas quando ele gozou, me senti usada. Na hora ele se afastou de mim e mandou eu sair escondida. Fui pra casa pensando naquele corno que se achava tão machão e nem sabia que os pedreiros arrombavam a esposa dele e a putinha da filha. Aí percebi que tinha esquecido as cervejas. Quis voltar pra buscar, mas primeiro precisava me lavar. Quando me lavei, vi minhas pernas escorrendo porra e pensei: "A mãe puta, será que alguém me viu saindo do mercado assim?" Bom, já tá na hora de todo mundo perceber que sou a nova puta do bairro — e pelo visto, não sou a única. Voltei pro mercado, já passava do meio-dia.
Pedro, você esqueceu as cervejas.
Sim, mas não venho só por isso, quero saber de quantas mais você tira a vontade.
Pedro, vem aqui que vou te contar, dessa vez a gente tem tempo, nesse horário não vem ninguém.
Achei que ele só ia confessar pra quem ele comia nos fundos da loja, que ilusão a minha, me entreguei de novo feito uma boba. Pedro levantou minha saia e disse
Pedro, dá pra ver que você gostou de mim, veio preparadinha, agora é a vez da sua bucetinha.
Não, minha bucetinha não, por favor, o Oscarcito vai perceber.
Pedro, qual é o problema? Será que tu não quer saber com quem eu dei uma foda nos fundos da loja?
Me ajoelhei de quatro na cama suja, resignada a dar minha buceta pro depravado do armazeneiro, sabia bem que pra um macho escroto é um puta troféu comer a esposa de um corno, e olha se o filho da puta não fez isso, enquanto me arrebentava a buceta ele ficava falando
Pedro foi assim que arrombou a Júlia, a Estela, e a Sandra, a filhinha dela, a coitadinha tinha bem fechado, também a Romina, a Laura, a da esquina, e a Ramona. Cê gosta, putinha? Cê gosta de como eu arrebento sua buceta? Aposto que seu marido não pode fazer isso com você, não é, putinha?
Ahhh simmm, ele eu não largo por cuck ahhhh ahhhh ahhhh, me enche todinhaaa ahhhh
E enchi mesmo, depois disso entrou alguém, ele se ajeitou e me disse
Pedro, fica aqui que eu já volto.
Na segunda vez que voltei, o garoto da entrega já estava com a pica na mão.
Pedro, essa puta tá com muita fome. Acabei de arrebentar a buceta dela, mas tenho certeza que quer mais. Agora vai você.
O cara não hesitou em enfiar o pau no meu cu e começar a meter forte, de repente eu tava em cima do cara e o Dom Pedro metendo o pau na minha buceta, uma festa deliciosa que, pelo tamanho das picas deles, só me dava prazer, mesmo eles não sabendo. Gostei tanto que deixei eles trocarem de lado e assim continuaram me comendo, os dois me enchendo de porra. Acho que sequei eles, e tive um orgasmo longo. Os dois se arrumaram e me deixaram sozinha nos fundos. Não tinha nada pra me limpar, então ajeitei meus pelos e minha saia curta. Tava pronta pra voltar pra casa com as cervejas que não paguei nada, e de quebra ainda levei um fernet e uma coca.
3 comentários - Don Alberto: Terceira Parte
hoy subo la 5