Ela estava usando uma coleira com uma corrente e a pega na boca, ajoelhou-se na minha frente como me convidando para passear com ela. Peguei a corrente e ela balançou a bunda feliz, igual quando um animal de estimação sabe que o dono vai levá-lo para passear. Eu não entendia como o marido dela, depois de viver tanto tempo com ela, não conseguiu trazer essa parte puta à tona. Como eu teria me divertido se anos atrás tivesse começado a comer ela, quando ela estava no auge do corpo. Acariciei seu cabelo, seu rosto e um pouco seus peitos, queria ir com calma, mas bom, sou humano e infelizmente tê-la à minha mercê daquela forma me fez virar um pouco animal, assim como ela também estava imitando ser. Empurrei ela pelo rosto como quando você tem um cachorro e quer afastá-lo, comecei a andar devagar olhando para ela enquanto me seguia para o quarto de quatro, se movendo muito sexy, balançando a bunda de um lado para o outro. Aumentei o ritmo para uma caminhada normal e ela teve dificuldade para me acompanhar, já não fazia os movimentos de antes. Nos últimos metros acelerei e praticamente a caminhada dela foi meio arrastada e meio tentando ser o mais rápida possível. Quando chegamos ao lado da cama, olhei para ela, vi que ela estava ofegante e com os olhos meio vidrados, como quando você se engasga comendo ou algo assim. Já tinha visto ela assim antes, a diferença era que naquelas oportunidades ela tinha meu pau na boca. Ela subiu na cama praticamente com um puxão da coleira e eu ajudei com a outra mão na bunda. Ela se virou e me olhou com uma mistura de surpresa e tesão, era como se com o olhar estivesse me pedindo para, por favor, ser mais sutil. Virei ela e ficou de quatro, ela me olhava por cima do ombro enquanto eu aproximava meu rosto daquele rabo delicioso. Beijei como se estivesse dando um beijo na boca dela, com beijinhos e língua, abria a boca e queria comer, o sabor é delicioso e indescritível, e se pudessem sentir o cheiro, garanto que só com isso teriam uma ereção que doeria. Ela relaxou e gemeu até de vez em quando... quando eu empurrava sua bunda pra trás tentando deixar meus beijos mais profundos, sua buceta voltou a emanar aquele cheiro característico de quando está excitada e pronta pra ser penetrada. Ela agarrou meus cabelos e continuou empurrando meu rosto pra dentro da sua bunda, fazendo cada vez mais força trazendo o quadril dela pra mim, praticamente não dava pra respirar mas morrer ali e daquele jeito eu garanto que era uma morte mais que digna, eu fazia todo esforço possível pra enfiar minha língua no mais profundo do seu cu, que já estava bem dilatado e cada vez mais quente. L: Que delícia me chupa o cu por favor. Continuei chupando. L: Poderia te ter assim o dia todo, que prazer. Não para. L: Por favor Nico não aguento mais me arromba de uma vez, me fode pelo amor de Deus. Me levantei e cuspi na mão pra passar a saliva na ponta do pau, foi um ato reflexo porque posso garantir que o cu estava lubrificado e babado como nunca. Apoiei a cabeça na entrada, com uma mão segurava meu pau e com a outra abria uma de suas nádegas. N: Você quer? Assim devagarinho? Enfiei a cabeça completa e tirei, fiz esse movimento sucessivamente. L: Não, quero ele todo. Todo completo, enfia vai. Ela fez um movimento pra trás pra enfiar o pau mais fundo, mas com a mão que estava na sua nádega consegui segurá-la. N: Não faça isso de novo, fica quieta. (Dei um tapa na sua bunda) L: Enfia filho da puta, não aguento mais. Ela tentou fazer o mesmo movimento, mas dessa vez com a argola do colar dei um golpe na sua bunda como se fosse um chicote, doeu porque ela reclamou e tentou se mexer como pra se afastar. N: Te falei pra não fazer mais, agora entendeu? L: Sim sim entendi, desculpa é que estou muito excitada. Brinquei mais duas ou três vezes só com a cabeça, e agora até a metade do pau. Ela quis empurrar mais pra dentro e castiguei de novo, sei que a repreensão foi forte mas necessária do mesmo jeito, porque o gemido foi mais alto, a nádega ficou vermelha na hora e ela me olhou com os vidrados. Não falei, não Era necessário, ela tinha entendido, pois olhou para mim por cima do ombro novamente e, sem falar, balançou a cabeça, reconhecendo seu erro. Falei para ela ficar quieta, não queria que fizesse nada, queria cuidar da sua bunda como achava necessário, ela só precisava manter a posição indicada e aguentar as investidas. Mas ela se comportou mal de novo e não obedeceu, levou outra repreensão. Depois de algumas vezes, era óbvio que ela fazia de propósito para receber a punição, de repente sentir um pouco de dor a excitava e, se formos ver, essa bunda podia aguentar sem problemas. Comecei a meter fundo devagar, mas sem mudar o ritmo, com as mãos ela amassou o estofado e pegou um pedaço com a boca, acho que precisava morder algo, um pouco pela dor e para não gemer tão alto, enquanto com as mãos se segurava para não mudar de posição.
N: Você gosta, putinha?
L: Mmja
N: Responde, putinha. Você gosta?
L: Mmja
Não entendia nada, porque ela não parava de morder aquele pedaço de tecido para poder me responder. Bati nela de novo com a correia, mas é que ela me deixou um pouco irritado. Parei o movimento para falar com ela, deixando minha pica no fundo do seu cu.
N: Tira isso da boca. Fiz uma pergunta.
L: Sim, eu adoro que você me coma assim.
N: Fala mais alto, quero te ouvir.
L: Eu adoro, papai, como você arromba meu cu.
N: Não tampa a boca de novo, quero ouvir você gritar e me responder quando falo com você.
Não esperei sua resposta, simplesmente peguei a correia e de forma bruta puxei ela para mim, fazendo com que levantasse a cabeça, quase se engasgando, enquanto voltava a comê-la, mas dessa vez colocando meus pés ao lado dos joelhos dela. Era como se eu estivesse em pé na cama e só abaixasse a cintura para enfiar a pica no seu cu. Agora sim, ela estava de quatro, com a bunda o mais empinada possível, e eu a segurando pela correia. De vez em quando, ela ficava um pouco sufocada, mas não podia me culpar, afinal, ela que trouxe esse acessório. Investi e investi sem piedade naquela bunda, de vez em quando eu tirei o pau e cuspi pra lubrificar, abri suas nádegas e curti a vista - seu cu estava aberto, bem aberto e pulsando, isso me deixou louco. Comecei a meter rápido e fundo mantendo um ritmo constante, ela só gemía e gritava, não parava mesmo quando eu perguntava algo, esses barulhos eram constantes entre palavras e palavras, ela também tinha começado a tocar o clitóris de um jeito desesperado.
N: Você gosta assim?
L: AhhhhSssssiiahhh
N: Quer que eu pare?
L: AaaahNnnnoaaaayyyy
N: Você é minha putinha?
L: Sssi aaaah
N: Fala, quero ouvir você, gritar
L: SiiiiSou tuaputaaaa
N: Grita, eu disse (Bati nela de novo)
L: SOU TUAPUTAAA AAAAHHH NÃO AGUENTO MAAAIS, SOU TUA putinha NICO SOU TUA putinha ARROMBA MEU cu
Enquanto gritava tudo isso ela gozou e molhou um pouco a cama, era como se tivesse feito um pouco de xixi, só um choro e eu também, vendo aquilo, enchi o cu dela completamente de porra, fiquei sem forças enquanto mexia só um pouco o quadril tentando espremer até a última gota que me restava, a coleira dela tinha um fecho "quick release" - era um sistema que apertando um botãozinho soltava. Caí exausto nos travesseiros e com as últimas forças que me restavam tentei ajudá-la a deitar comigo "vem" eu disse, nos deitamos e ela encostou as costas no meu peito e as nádegas no meu pau, a abracei e dormimos.
No dia seguinte acordamos bem tarde, e bastante satisfeitos sexualmente falando. Só curtimos o último tempo que nos restava antes que eu tivesse que ir, lembramos do fim de semana que passamos, especialmente a noite, também tivemos algumas ideias do que gostaríamos de experimentar e coisas para repetir, ajudei com a bagunça da casa, juntei minhas coisas e estava prestes a ir, antes de sair ela se ajoelhou, tirou meu pau e chupou um pouco. Ela disse "Para não sentir saudade, cuida bem dele que logo logo vou precisar" então respondi "Quando quiser, já sabe que ele tá aqui para te dar tudo o que você imaginar" e fui embora.
Perdão, esqueci, como sempre mandei o famoso comprovante, mas dessa vez transferi uma grana pra ela e falei: "Compra algo bonito pra próxima, putinha".
N: Você gosta, putinha?
L: Mmja
N: Responde, putinha. Você gosta?
L: Mmja
Não entendia nada, porque ela não parava de morder aquele pedaço de tecido para poder me responder. Bati nela de novo com a correia, mas é que ela me deixou um pouco irritado. Parei o movimento para falar com ela, deixando minha pica no fundo do seu cu.
N: Tira isso da boca. Fiz uma pergunta.
L: Sim, eu adoro que você me coma assim.
N: Fala mais alto, quero te ouvir.
L: Eu adoro, papai, como você arromba meu cu.
N: Não tampa a boca de novo, quero ouvir você gritar e me responder quando falo com você.
Não esperei sua resposta, simplesmente peguei a correia e de forma bruta puxei ela para mim, fazendo com que levantasse a cabeça, quase se engasgando, enquanto voltava a comê-la, mas dessa vez colocando meus pés ao lado dos joelhos dela. Era como se eu estivesse em pé na cama e só abaixasse a cintura para enfiar a pica no seu cu. Agora sim, ela estava de quatro, com a bunda o mais empinada possível, e eu a segurando pela correia. De vez em quando, ela ficava um pouco sufocada, mas não podia me culpar, afinal, ela que trouxe esse acessório. Investi e investi sem piedade naquela bunda, de vez em quando eu tirei o pau e cuspi pra lubrificar, abri suas nádegas e curti a vista - seu cu estava aberto, bem aberto e pulsando, isso me deixou louco. Comecei a meter rápido e fundo mantendo um ritmo constante, ela só gemía e gritava, não parava mesmo quando eu perguntava algo, esses barulhos eram constantes entre palavras e palavras, ela também tinha começado a tocar o clitóris de um jeito desesperado.
N: Você gosta assim?
L: AhhhhSssssiiahhh
N: Quer que eu pare?
L: AaaahNnnnoaaaayyyy
N: Você é minha putinha?
L: Sssi aaaah
N: Fala, quero ouvir você, gritar
L: SiiiiSou tuaputaaaa
N: Grita, eu disse (Bati nela de novo)
L: SOU TUAPUTAAA AAAAHHH NÃO AGUENTO MAAAIS, SOU TUA putinha NICO SOU TUA putinha ARROMBA MEU cu
Enquanto gritava tudo isso ela gozou e molhou um pouco a cama, era como se tivesse feito um pouco de xixi, só um choro e eu também, vendo aquilo, enchi o cu dela completamente de porra, fiquei sem forças enquanto mexia só um pouco o quadril tentando espremer até a última gota que me restava, a coleira dela tinha um fecho "quick release" - era um sistema que apertando um botãozinho soltava. Caí exausto nos travesseiros e com as últimas forças que me restavam tentei ajudá-la a deitar comigo "vem" eu disse, nos deitamos e ela encostou as costas no meu peito e as nádegas no meu pau, a abracei e dormimos.
No dia seguinte acordamos bem tarde, e bastante satisfeitos sexualmente falando. Só curtimos o último tempo que nos restava antes que eu tivesse que ir, lembramos do fim de semana que passamos, especialmente a noite, também tivemos algumas ideias do que gostaríamos de experimentar e coisas para repetir, ajudei com a bagunça da casa, juntei minhas coisas e estava prestes a ir, antes de sair ela se ajoelhou, tirou meu pau e chupou um pouco. Ela disse "Para não sentir saudade, cuida bem dele que logo logo vou precisar" então respondi "Quando quiser, já sabe que ele tá aqui para te dar tudo o que você imaginar" e fui embora.
Perdão, esqueci, como sempre mandei o famoso comprovante, mas dessa vez transferi uma grana pra ela e falei: "Compra algo bonito pra próxima, putinha".
1 comentários - Gostosa da banca 7