Fala, galera! Sou do Sul do México, tenho 28 anos. Quero contar pra vocês o que rolou comigo. Umas 8 anos atrás, conheci uma colega de trabalho chamada Margarita, ela tinha 34 anos na época, divorciada há 1 ano e com uma filha de 6 anos. Vou descrever ela pra vocês: Ela tem 1,70m de altura, pele morena, muito gostosa, adora usar vestidos. O corpo dela é normal, peitos pequenos, pernas bonitas porque malha na academia e uma bunda bem gostosa. Ela tem uns olhos bem expressivos, um olhar doce e um sorriso lindo.
Comecei a lidar com ela todo dia no trabalho, já que a área dela e a minha estavam em contato constante; por causa da convivência no trampo, muitas coisas coincidiam pra gente ir criando uma boa amizade. Os horários de expediente eram os mesmos, das 8h às 17h, e nosso horário de almoço era de 12h às 13h. Com o passar dos meses, viramos bons amigos, almoçávamos juntos na maioria dos dias e conversávamos sobre a vida, o trabalho e planos pro futuro; percebi que tínhamos muitos gostos e coisas em comum. Uns 3 meses depois de nos conhecermos, ela começou a me contar coisas mais pessoais, sobre a filha dela, como foi o casamento e o motivo do divórcio. Um dia, ela me chamou pra tomar um café depois do trabalho, porque a filha não estava com ela e ela se sentia muito triste e pra baixo, queria desabafar comigo (durante a conversa naquele café, fiquei sabendo por que isso tava rolando). Fomos a uma cafeteria que ficava na esquina seguinte de onde a gente trabalhava. Lá, ficamos conversando umas 2 horas sobre o que tava rolando na vida dela, e ela também começou a me contar que o ex-marido nunca a tratou como mulher, que cansada dessa situação decidiu se divorciar. Desde a gravidez, quando os hormônios estavam a mil, ele nunca a procurou, mesmo quando o médico recomendou que transassem com frequência pra ajudar a dilatar e evitar complicações no parto, e também pra os mamilos dela crescerem e ela poder amamentar a bebê sem problemas. Além disso, o ex-marido era muito agressivo, não batia nela, mas maltratava psicologicamente, dizia que na gravidez ela tava feia e gorda (depois do divórcio, ela entrou na academia e começou a fazer dieta pra ficar na melhor versão dela). Disse que, apesar de ter um bom emprego, ele só dava pro gasto da casa, viviam brigando por coisas bestas e isso virou rotina entre os dois. Depois da gravidez, ela me falou que o ex-marido fazia amor com ela muito de vez em quando e que ela não entendia o porquê. já que antes faziam sempre que podiam, essa situação a deixava muito tensa e muitas vezes ela tinha que ir tomar banho de noite pra aliviar o tesão. Depois, o ex-marido preferia ir jogar futebol e encher a cara com os amigos do que ficar com ela, sempre a deixava sozinha, o que fez com que ela decidisse se divorciar. Aí, numa dessas bebedeiras, ele tentou agredir ela fisicamente, e ela não deixou barato, botou ele pra fora de casa e depois pediu o divórcio. No juiz, eles concordaram que a guarda da filha ficava com ela, mas tinha que ser compartilhada, porque o pai pediu assim: uma semana com cada um, e também dividir as despesas da menina.
A conversa começou a me excitar pra caralho, porque eu notei que ela ficava apertando as pernas, foi no banheiro umas duas vezes, e pelo que ela falava, dava pra ver que tava com vontade de transar e tava reprimida. Tava divorciada há um ano e nunca deram pra ela o que ela precisava. Também me disse que tava de folga porque a filha tava com o pai, e justo aquela semana inteira ela tava livre.
A gente também conversou sobre a minha vida. Nessa hora, ela me perguntou como eu era na cama. Eu falei que era normal, nada fora do comum, sexo duas ou três vezes por semana com umas amigas, porque não tava namorando sério na época. De repente, ela começou a dar umas indiretas que tava muito quente e com muita vontade de transar. Eu, com toda aquela conversa, tava a mil, e de vez em quando eu me tocava no pau por baixo da mesa pra aliviar a ansiedade. Quero deixar claro que tenho um pau bom, um pouco maior que o normal, 18 centímetros e grosso.
Assim que a gente terminou de conversar, pagamos a conta e fomos embora. Ofereci pra levar ela até a casa dela no meu carro. Ela entrou e a gente foi conversando mais um pouco. Ela tava usando um vestido meio curto e umas sapatilhas. Eu percebia que ela via que eu tava olhando as pernas dela, que são bonitas porque, como eu disse, ela vai pra academia. Depois de alguns minutos... Conversando, ela me confessou algo que me deixou sem palavras. Ela disse: "Sério, essa conversa me excitou muito, por favor, me toca aqui embaixo", apontando pra bucetinha dela. Eu, sinceramente, não sabia se devia ou não, até que ela pegou minha mão e colocou por cima da calcinha dela, que já estava bem molhada. Num sinal vermelho, comecei a beijar ela e massagear a bucetinha dela por cima da calcinha, e ela correspondia tanto aos meus carinhos quanto aos meus beijos. Quando enfiei a mão, percebi que ela tinha uma buceta cheia de pelos, que até escapavam por um lado da calcinha. A coisa começou a esquentar, e ela disse pra irmos pra um lugar mais tranquilo. Então sugeri um motel, e ela topou, porque os vizinhos dela eram muito fofoqueiros. Como ela alugava um apartamento com vizinhos em cima e embaixo, não queria que ficassem falando dela. Fomos pra um motel perto de onde estávamos. Chegando lá, entramos e começamos a nos despir. Aí pude ver que ela tinha bastante pelo, mais do que imaginei quando acariciei a buceta dela no carro. Mesmo assim, eu beijava e acariciava ela por todo lado. Os peitos dela eram pequenos, mas os bicos pareciam torres, de tão empinados que estavam. Até que ela pediu pra eu deitar de bruços, porque queria chupar meu pau.
Ao fazer isso, ela confessou que eu tinha o pau maior que o do ex-marido dela, que gostava muito e que queria realizar várias fantasias. Ela ficou me chupando o pau e, puta merda, era uma delícia. Ela descia até minhas bolas e as metia na boca, chupava a cabeça do meu pau como se fosse um doce. Ficou nessa até quase me fazer gozar. Na pressa, não levei camisinha, e isso não incomodou ela — disse que queria fazer assim, sem preservativo, mas que não queria que eu gozasse dentro da buceta dela, pra não escapar. Ela subiu em cima de mim e, aos poucos, começou a enfiar o pau na bocetinha dela, que tava super molhada. Subia e descia, e eu comecei a perguntar se ela tava gostando do meu pau, e ela dizia que sim. Depois, deitei ela e montei em cima, com as pernas dela nos meus ombros, e comecei a meter. Perguntava se ela tava gostando do jeito que eu fazia, e ela dizia que sim. Depois de um tempo assim, ela ficou de quatro e pediu pra eu começar a chupar a buceta dela. De vez em quando, eu dava uma lambida no cu dela. Como ela tava super quente e molhada, não reclamava, e fui enfiando um dedo na buceta e depois dois. Quando tentei enfiar um dedo no cu dela, ela recusou, porque disse que até aquele momento era virgem do cu e que queria aproveitar pela buceta. Continuei chupando a xota dela até ela gozar, nos beijamos e segui penetrando ela de quatro.
Dei uma bela chupada nela por uns 20 minutos e, depois de várias posições, meti de conchinha até não aguentar mais e soltei toda a porra dentro da buceta dela. Quando gozei, ela deu um gritinho e falou que sentiu o calor do meu gozo, mas que eu não tirasse. Disse que queria ficar assim, com meu pau dentro da buceta dela, esqueceu completamente aquele papo inicial de ter cuidado pra não gozar dentro. Depois que a excitação foi baixando, meu pau escorregou sozinho pra fora da buceta dela, e ela virou e começou a chupar ele, limpando tudo. Sinceramente, meu pau tava muito sensível, então ela parou de chupar e deitou do meu lado. Mas não soltou meu pau, continuou masturbando ele. Quando ficou duro de novo, ela montou em cima de mim e enfiou na buceta dela. Fiquei nessa por um bom tempo, até que tirei ela de cima e comecei a bater uma porque queria dar na boca dela. Ela deixou, e quando gozei, ela engoliu toda a porra que saiu. A gente conversou um pouco e só então descobrimos as idades. Ela confessou que achava que eu tinha uns 27 anos, porque me via bem desenvolvido e forte, não imaginava que eu tinha 20. A mesma coisa comigo: nunca pensei que ela tivesse 34 anos, no máximo chutava 28. E ela fez outra confissão que me deixou muito feliz: disse que era a primeira vez em 16 anos que estava com outro homem que não fosse o ex-marido dela. Que desde os 18 anos conhecia ele e que ele tinha sido o único homem na vida dela, então eu tinha sido o segundo. E que, sinceramente, tinha adorado transar comigo, que amava se sentir desejada por um jovem. Pediu pra manter isso em segredo entre a gente, primeiro pela diferença de idade e pra evitar fofoca com os colegas de trabalho e a família dela. Eu falei que tudo bem, porque no momento não queria nenhum relacionamento sério (ainda mais com uma mãe solteira). A gente tomou banho, e fui deixar ela em casa. Passamos numa farmácia pra comprar a pílula do dia seguinte, nos despedimos e prometemos repetir a dose. Repetir, mas agora na minha casa, aproveitando que a filha dela não estava, tinha tempo livre pra nós. E assim passou a semana. Depois do expediente, eu pegava ela umas quadras abaixo de onde a gente trabalhava e ela vinha comigo pra minha casa. A gente transava igual coelho (agora sim eu me abasteci de camisinha, pra não ficar na mão e ficar com a dúvida). Ela dormia lá todo dia e de manhã eu levava ela na casa dela pra trocar de roupa e se arrumar pro trabalho. Pra evitar que vissem a gente chegando junto, eu deixava ela umas quadras antes e ela ia a pé. A relação no trabalho melhorou ainda mais, a gente arrumava qualquer desculpa pra passar tempo junto, mas na discrição. Desde então, uma semana ela ia pra minha casa e na outra ficava com a filha. Aos poucos fui moldando ela do meu jeito, transformando ela na minha putinha devagar. Ela fazia tudo que eu pedia, como tava vulnerável em vários aspectos, eu controlava ela do meu jeito. Por exemplo, quando era a semana que ela cuidava da filha, pedia fotos safadas depois do banho ou antes de dormir, pra ir testando até que ponto eu tinha controle sobre ela.











Numa dessas vezes que foi lá em casa, falei que queria depilar a bucetinha dela porque ia ficar mais bonita, e foi assim que rolou. Tirei um pouco primeiro, pra ir testando qual estilo ficava melhor.

Um dia da semana em que cuidava da filha dela, ela me ligou umas 4 da tarde e disse que queria me ver porque tinha uma surpresa. Combinamos de nos encontrar num lugar e fomos para um motel. Ela estava vestindo uma calça preta. E trouxe uma bolsa com ela. Quando chegamos no hotel, ela pediu pra eu ir tirando a roupa e entrou no banheiro. Quando saiu, estava usando um salto alto, a calça tinha desaparecido e ela vinha na minha direção com uma tanga e um sutiã preto, tava uma delícia, mas quando tentei tirar a tanga dela, ela disse que ali estava minha surpresa e quando abaixei, percebi que ela tinha depilado a bucetinha e deixado um triângulo de pelos, tava uma gostosa. Ela me contou que a filha dela tinha levado ela pra casa da avó porque tinha aniversário de um dos primos e queriam que a menina ficasse lá, então ela aproveitou aquele momento porque tava super tarada, já que fazia 5 dias que a gente não transava e ela não aguentava mais.
Isso fez com que eu começasse a chupar a buceta dela na hora. Enquanto fazia isso, ela me pedia pra continuar, que tava gostando e pra eu enfiar os dedos na boceta dela. Isso me excitou e comecei a chamar ela de minha putinha e falar que gostava que ela me satisfizesse. Ela dizia que era minha putinha mesmo e que queria que eu comesse ela do jeito que eu quisesse. Ela falava que tava morrendo pelo meu pau e um monte de outras coisas, o que me deixava ainda mais tesudo, e foi o que eu fiz. Comecei a meter nela gostosão pra caralho, ela tava super molhada e entrava fácil. Como ela tava de quatro, enfiei meu dedão no cu dela e ela falou que agora sim, que queria que enfiassem o pau no cu dela. Isso me deixou excitadíssimo, então tirei o pau, chupei e dilatei o cu dela, e enfiei no rabo. Ela gritou e queria que eu tirasse, mas eu não deixei, falei: "É isso que você quer, putinha? Então toma, agora engole." Depois de um tempo, ela começou a rebolar sozinha e falava que tava muito tesuda, que eu não gozasse rápido, que queria ficar assim o máximo de tempo possível.
Quando eu ia gozar, avisei, tirei do cu dela e ela pegou com a boca pra eu terminar de dar toda a porra na boca dela, e ela engoliu tudo. Quando a gente tava deitado, ela me disse que a excitava muito eu chamar ela de puta e que se sentiu super gostosa. Que imaginava que era uma puta de verdade e que adorou quando enfiei o dedo e a pica no cu dela. A gente ficou conversando um tempo, até que ela disse que tinha que ir, porque ia buscar a filha no aniversário. Então deixei ela perto do local da festa e fui pra casa. No próximo relato, vou contar mais experiências, porque virou um relacionamento de 6 anos. Continua...
Comecei a lidar com ela todo dia no trabalho, já que a área dela e a minha estavam em contato constante; por causa da convivência no trampo, muitas coisas coincidiam pra gente ir criando uma boa amizade. Os horários de expediente eram os mesmos, das 8h às 17h, e nosso horário de almoço era de 12h às 13h. Com o passar dos meses, viramos bons amigos, almoçávamos juntos na maioria dos dias e conversávamos sobre a vida, o trabalho e planos pro futuro; percebi que tínhamos muitos gostos e coisas em comum. Uns 3 meses depois de nos conhecermos, ela começou a me contar coisas mais pessoais, sobre a filha dela, como foi o casamento e o motivo do divórcio. Um dia, ela me chamou pra tomar um café depois do trabalho, porque a filha não estava com ela e ela se sentia muito triste e pra baixo, queria desabafar comigo (durante a conversa naquele café, fiquei sabendo por que isso tava rolando). Fomos a uma cafeteria que ficava na esquina seguinte de onde a gente trabalhava. Lá, ficamos conversando umas 2 horas sobre o que tava rolando na vida dela, e ela também começou a me contar que o ex-marido nunca a tratou como mulher, que cansada dessa situação decidiu se divorciar. Desde a gravidez, quando os hormônios estavam a mil, ele nunca a procurou, mesmo quando o médico recomendou que transassem com frequência pra ajudar a dilatar e evitar complicações no parto, e também pra os mamilos dela crescerem e ela poder amamentar a bebê sem problemas. Além disso, o ex-marido era muito agressivo, não batia nela, mas maltratava psicologicamente, dizia que na gravidez ela tava feia e gorda (depois do divórcio, ela entrou na academia e começou a fazer dieta pra ficar na melhor versão dela). Disse que, apesar de ter um bom emprego, ele só dava pro gasto da casa, viviam brigando por coisas bestas e isso virou rotina entre os dois. Depois da gravidez, ela me falou que o ex-marido fazia amor com ela muito de vez em quando e que ela não entendia o porquê. já que antes faziam sempre que podiam, essa situação a deixava muito tensa e muitas vezes ela tinha que ir tomar banho de noite pra aliviar o tesão. Depois, o ex-marido preferia ir jogar futebol e encher a cara com os amigos do que ficar com ela, sempre a deixava sozinha, o que fez com que ela decidisse se divorciar. Aí, numa dessas bebedeiras, ele tentou agredir ela fisicamente, e ela não deixou barato, botou ele pra fora de casa e depois pediu o divórcio. No juiz, eles concordaram que a guarda da filha ficava com ela, mas tinha que ser compartilhada, porque o pai pediu assim: uma semana com cada um, e também dividir as despesas da menina.A conversa começou a me excitar pra caralho, porque eu notei que ela ficava apertando as pernas, foi no banheiro umas duas vezes, e pelo que ela falava, dava pra ver que tava com vontade de transar e tava reprimida. Tava divorciada há um ano e nunca deram pra ela o que ela precisava. Também me disse que tava de folga porque a filha tava com o pai, e justo aquela semana inteira ela tava livre.
A gente também conversou sobre a minha vida. Nessa hora, ela me perguntou como eu era na cama. Eu falei que era normal, nada fora do comum, sexo duas ou três vezes por semana com umas amigas, porque não tava namorando sério na época. De repente, ela começou a dar umas indiretas que tava muito quente e com muita vontade de transar. Eu, com toda aquela conversa, tava a mil, e de vez em quando eu me tocava no pau por baixo da mesa pra aliviar a ansiedade. Quero deixar claro que tenho um pau bom, um pouco maior que o normal, 18 centímetros e grosso.
Assim que a gente terminou de conversar, pagamos a conta e fomos embora. Ofereci pra levar ela até a casa dela no meu carro. Ela entrou e a gente foi conversando mais um pouco. Ela tava usando um vestido meio curto e umas sapatilhas. Eu percebia que ela via que eu tava olhando as pernas dela, que são bonitas porque, como eu disse, ela vai pra academia. Depois de alguns minutos... Conversando, ela me confessou algo que me deixou sem palavras. Ela disse: "Sério, essa conversa me excitou muito, por favor, me toca aqui embaixo", apontando pra bucetinha dela. Eu, sinceramente, não sabia se devia ou não, até que ela pegou minha mão e colocou por cima da calcinha dela, que já estava bem molhada. Num sinal vermelho, comecei a beijar ela e massagear a bucetinha dela por cima da calcinha, e ela correspondia tanto aos meus carinhos quanto aos meus beijos. Quando enfiei a mão, percebi que ela tinha uma buceta cheia de pelos, que até escapavam por um lado da calcinha. A coisa começou a esquentar, e ela disse pra irmos pra um lugar mais tranquilo. Então sugeri um motel, e ela topou, porque os vizinhos dela eram muito fofoqueiros. Como ela alugava um apartamento com vizinhos em cima e embaixo, não queria que ficassem falando dela. Fomos pra um motel perto de onde estávamos. Chegando lá, entramos e começamos a nos despir. Aí pude ver que ela tinha bastante pelo, mais do que imaginei quando acariciei a buceta dela no carro. Mesmo assim, eu beijava e acariciava ela por todo lado. Os peitos dela eram pequenos, mas os bicos pareciam torres, de tão empinados que estavam. Até que ela pediu pra eu deitar de bruços, porque queria chupar meu pau.
Ao fazer isso, ela confessou que eu tinha o pau maior que o do ex-marido dela, que gostava muito e que queria realizar várias fantasias. Ela ficou me chupando o pau e, puta merda, era uma delícia. Ela descia até minhas bolas e as metia na boca, chupava a cabeça do meu pau como se fosse um doce. Ficou nessa até quase me fazer gozar. Na pressa, não levei camisinha, e isso não incomodou ela — disse que queria fazer assim, sem preservativo, mas que não queria que eu gozasse dentro da buceta dela, pra não escapar. Ela subiu em cima de mim e, aos poucos, começou a enfiar o pau na bocetinha dela, que tava super molhada. Subia e descia, e eu comecei a perguntar se ela tava gostando do meu pau, e ela dizia que sim. Depois, deitei ela e montei em cima, com as pernas dela nos meus ombros, e comecei a meter. Perguntava se ela tava gostando do jeito que eu fazia, e ela dizia que sim. Depois de um tempo assim, ela ficou de quatro e pediu pra eu começar a chupar a buceta dela. De vez em quando, eu dava uma lambida no cu dela. Como ela tava super quente e molhada, não reclamava, e fui enfiando um dedo na buceta e depois dois. Quando tentei enfiar um dedo no cu dela, ela recusou, porque disse que até aquele momento era virgem do cu e que queria aproveitar pela buceta. Continuei chupando a xota dela até ela gozar, nos beijamos e segui penetrando ela de quatro.
Dei uma bela chupada nela por uns 20 minutos e, depois de várias posições, meti de conchinha até não aguentar mais e soltei toda a porra dentro da buceta dela. Quando gozei, ela deu um gritinho e falou que sentiu o calor do meu gozo, mas que eu não tirasse. Disse que queria ficar assim, com meu pau dentro da buceta dela, esqueceu completamente aquele papo inicial de ter cuidado pra não gozar dentro. Depois que a excitação foi baixando, meu pau escorregou sozinho pra fora da buceta dela, e ela virou e começou a chupar ele, limpando tudo. Sinceramente, meu pau tava muito sensível, então ela parou de chupar e deitou do meu lado. Mas não soltou meu pau, continuou masturbando ele. Quando ficou duro de novo, ela montou em cima de mim e enfiou na buceta dela. Fiquei nessa por um bom tempo, até que tirei ela de cima e comecei a bater uma porque queria dar na boca dela. Ela deixou, e quando gozei, ela engoliu toda a porra que saiu. A gente conversou um pouco e só então descobrimos as idades. Ela confessou que achava que eu tinha uns 27 anos, porque me via bem desenvolvido e forte, não imaginava que eu tinha 20. A mesma coisa comigo: nunca pensei que ela tivesse 34 anos, no máximo chutava 28. E ela fez outra confissão que me deixou muito feliz: disse que era a primeira vez em 16 anos que estava com outro homem que não fosse o ex-marido dela. Que desde os 18 anos conhecia ele e que ele tinha sido o único homem na vida dela, então eu tinha sido o segundo. E que, sinceramente, tinha adorado transar comigo, que amava se sentir desejada por um jovem. Pediu pra manter isso em segredo entre a gente, primeiro pela diferença de idade e pra evitar fofoca com os colegas de trabalho e a família dela. Eu falei que tudo bem, porque no momento não queria nenhum relacionamento sério (ainda mais com uma mãe solteira). A gente tomou banho, e fui deixar ela em casa. Passamos numa farmácia pra comprar a pílula do dia seguinte, nos despedimos e prometemos repetir a dose. Repetir, mas agora na minha casa, aproveitando que a filha dela não estava, tinha tempo livre pra nós. E assim passou a semana. Depois do expediente, eu pegava ela umas quadras abaixo de onde a gente trabalhava e ela vinha comigo pra minha casa. A gente transava igual coelho (agora sim eu me abasteci de camisinha, pra não ficar na mão e ficar com a dúvida). Ela dormia lá todo dia e de manhã eu levava ela na casa dela pra trocar de roupa e se arrumar pro trabalho. Pra evitar que vissem a gente chegando junto, eu deixava ela umas quadras antes e ela ia a pé. A relação no trabalho melhorou ainda mais, a gente arrumava qualquer desculpa pra passar tempo junto, mas na discrição. Desde então, uma semana ela ia pra minha casa e na outra ficava com a filha. Aos poucos fui moldando ela do meu jeito, transformando ela na minha putinha devagar. Ela fazia tudo que eu pedia, como tava vulnerável em vários aspectos, eu controlava ela do meu jeito. Por exemplo, quando era a semana que ela cuidava da filha, pedia fotos safadas depois do banho ou antes de dormir, pra ir testando até que ponto eu tinha controle sobre ela.











Numa dessas vezes que foi lá em casa, falei que queria depilar a bucetinha dela porque ia ficar mais bonita, e foi assim que rolou. Tirei um pouco primeiro, pra ir testando qual estilo ficava melhor.

Um dia da semana em que cuidava da filha dela, ela me ligou umas 4 da tarde e disse que queria me ver porque tinha uma surpresa. Combinamos de nos encontrar num lugar e fomos para um motel. Ela estava vestindo uma calça preta. E trouxe uma bolsa com ela. Quando chegamos no hotel, ela pediu pra eu ir tirando a roupa e entrou no banheiro. Quando saiu, estava usando um salto alto, a calça tinha desaparecido e ela vinha na minha direção com uma tanga e um sutiã preto, tava uma delícia, mas quando tentei tirar a tanga dela, ela disse que ali estava minha surpresa e quando abaixei, percebi que ela tinha depilado a bucetinha e deixado um triângulo de pelos, tava uma gostosa. Ela me contou que a filha dela tinha levado ela pra casa da avó porque tinha aniversário de um dos primos e queriam que a menina ficasse lá, então ela aproveitou aquele momento porque tava super tarada, já que fazia 5 dias que a gente não transava e ela não aguentava mais.
Isso fez com que eu começasse a chupar a buceta dela na hora. Enquanto fazia isso, ela me pedia pra continuar, que tava gostando e pra eu enfiar os dedos na boceta dela. Isso me excitou e comecei a chamar ela de minha putinha e falar que gostava que ela me satisfizesse. Ela dizia que era minha putinha mesmo e que queria que eu comesse ela do jeito que eu quisesse. Ela falava que tava morrendo pelo meu pau e um monte de outras coisas, o que me deixava ainda mais tesudo, e foi o que eu fiz. Comecei a meter nela gostosão pra caralho, ela tava super molhada e entrava fácil. Como ela tava de quatro, enfiei meu dedão no cu dela e ela falou que agora sim, que queria que enfiassem o pau no cu dela. Isso me deixou excitadíssimo, então tirei o pau, chupei e dilatei o cu dela, e enfiei no rabo. Ela gritou e queria que eu tirasse, mas eu não deixei, falei: "É isso que você quer, putinha? Então toma, agora engole." Depois de um tempo, ela começou a rebolar sozinha e falava que tava muito tesuda, que eu não gozasse rápido, que queria ficar assim o máximo de tempo possível.
Quando eu ia gozar, avisei, tirei do cu dela e ela pegou com a boca pra eu terminar de dar toda a porra na boca dela, e ela engoliu tudo. Quando a gente tava deitado, ela me disse que a excitava muito eu chamar ela de puta e que se sentiu super gostosa. Que imaginava que era uma puta de verdade e que adorou quando enfiei o dedo e a pica no cu dela. A gente ficou conversando um tempo, até que ela disse que tinha que ir, porque ia buscar a filha no aniversário. Então deixei ela perto do local da festa e fui pra casa. No próximo relato, vou contar mais experiências, porque virou um relacionamento de 6 anos. Continua...
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