Fala galera, desculpa ter sumido por tanto tempo, mas é que não tinha nada de bom pra contar, porque a construção da obra parou por falta de grana. Aí os pedreiros pararam de vir aqui em casa esse tempo todo, até ontem, que foi quando aconteceu isso. Tava na sala com minha irmã, a gente tava sozinho porque meus pais tavam trabalhando, vendo TV quando ouço baterem na porta. Mandei ela abrir pra poder dar uma olhada na bunda gostosa que ela tem, porque naquele dia ela tava vestida bem putinha: blusa de alcinha curta e decotada e um short de lycra super apertado.
Quando abri a porta, ouvi a voz de seu Pedro dizendo:
Seu Pedro: fala, vagabunda, viemos te comer como combinamos ontem
Irmã: baixa a voz, pai, meu irmão tá em casa, acho que vai ter que ser outro dia
Seu Pedro: qual é, mina, outro dia o quê, já não aguentamos mais ficar sem te comer, né, Martin
Martin: é, vagabunda, já queremos te comer, olha como eu tô
Irmã: também tô doida por uma boa trepada, mas não dá, meu irmão tá em casa
Seu Pedro: então que ele veja a gente trepar, mas daqui não saímos
Eu, ao ouvir isso, levantei e fui até a porta, fingindo não ter escutado nada, e perguntei pra minha irmã:
Eu: quem é, por que você tá demorando tanto? Seu Pedro, Martin, o que vocês tão fazendo aqui? A obra tá parada
Seu Pedro: é, jovem, já sei, mas porra, vou falar a verdade
Eu: que verdade? Do que cê tá falando?
Martin: é que a gente tá comendo sua irmã, mano, e a vagabunda já faz tempo que não nos atende
Eu: o quê? Mas isso não pode ser, minha irmã não é assim
Seu Pedro: olha que é sim, ela é foda, engoliu nossos dois paus ao mesmo tempo, e não foi uma vez só, foram várias
Irmã: não, não dá ouvidos a ele, irmão, isso é mentira
Eu: cala a boca, sua puta — falei fingindo estar puto — seu Pedro, é verdade o que cê tá me dizendo?
Martin: é, mano, mais que isso, aqui tenho as mensagens que a piranha mandou pra gente vir comer ela hoje — me mostrou o celular e, de fato, minha irmã não só pedia, como praticamente implorava pra eles virem
Eu: sua puta — virei pra olhar minha irmã — então se a vagabunda quer pau, vai ter pau, pode entrar, seus arrombados
Irmã: irmão, o que cê tá dizendo?
Eu: cala a boca, puta, e atende bem seus convidados
Ela ficou em choque, parada na porta, mas seu Pedro pegou ela pelo braço e trouxe pra sala
Seu Pedro: sério mesmo, não tem problema se a gente comer ela?
Eu: não, façam o que quiserem com ela, até porque é isso que a vagabunda quer, não é?
Irmã: irmão, deixa eu explicar
Eu: explicar o quê? Que você é uma puta que dá pra qualquer um?
Ela baixou o olhar triste diante da minha suposta raiva. depois peguei o rosto dela e falei: calma, maninha, eu já sabia disso. Irmã: o quê? Eu: isso mesmo, já tinha visto vocês transando, e também já te vi com outros babacas, haha. Minha irmã ficou em silêncio, ainda mais surpresa do que já estava. Dom Pedro e Martin não perderam tempo e começaram a se despir, depois despir minha irmã, deixando ela só com uma minúscula tanga na minha frente.
Depois ela reagiu e, com uma cara de puta gostosa, se ajoelhou e começou a chupar o pau deles olhando nos meus olhos.
Irmã: então você já sabia disso, irmão? Gggkk gkk ahh e o que mais você sabe, me conta?
Eu: não se preocupa com isso agora, só aproveita esses dois filhos da puta e quando eles forem embora a gente conversa sobre o resto.
Dom Pedro: porra, seus porcos do caralho, hahaha, mas sem problema, eu também sou bem tarado.
Ele disse e enfiou o pau na boca da minha irmã.
Depois de um bom tempo chupando a pica delas, Dom Pedro colocou ela de quatro no sofá onde eu estava sentado e começou a meter a pica nela enquanto minha irmã chupava a pica do Martin.
Assim ficaram por uns 10 minutos até que Martin disse a seu Pedro que era a vez dele. Seu Pedro tirou a pica da minha irmã, e Martin a colocou de pé para deitar no sofá e fazê-la montar, enquanto seu Pedro pegava na boca dela e ele mordia os bicos dos peitos.
Assim ficaram mais um tempão, até que seu Pedro pediu vez, mas o Martin não queria sair de cima da minha irmã, então começaram a discutir um pouco, mas rapidinho eu entrei pra acalmar a situação.
Eu: Não briga, seu Pedro, enfia no cu dela, cê sabe que a putinha adora, não é, irmãzinha?
Irmã: Ahh sim, sim, ahh enfia no meu cu, papai, ahh
Seu Pedro foi pra trás e começou a comer ela pelo cu, enquanto o Martin metia na buceta dela.
Eu, ao ver aquilo, não aguentei mais, tirei a pica pra fora e enfiei na boca da minha irmã.
Irmã: glk gkk gggkk ahhh o que que cê tá fazendo, irmão?
Eu: cala a boca, puta, e continua chupando.
Segurei a boca dela enquanto o Dom Pedro arrebentava o cu dela e o Martin metia na buceta. Ficamos assim até os três quererem gozar, e aí colocamos ela de joelhos pra receber todo o nosso leite na cara de puta barata que ela tem.
Nós três gozamos na cara dela, banhando ela de porra como ela sempre sonhou (sei porque uma vez vi o histórico dela e era só pornô de bukkake). Depois, Dom Pedro e Martin se vestiram pra ir embora, mas antes disso eu falei: "Se vocês querem continuar comendo minha irmã, primeiro têm que apagar toda conversa com ela e, segundo, vão começar a trabalhar de graça na construção, estamos combinados?" Eles se olharam, e Dom Pedro, com a voz calma, respondeu: "A parte das mensagens tá de boa, apaga elas, Martin, e mostra pra ele." — Martin fez isso, me mostrando que não tinha mensagem nenhuma — "mas a outra parte não, pô, não vamos trabalhar de graça. Mas a gente dá um desconto pro seu pai pelas fodas tão gostosas que a gente deu na sua irmã, que tal?" Eu aceitei e falei que ia contar pro meu pai que o desconto era porque ele tava sem trampo e queria ganhar uma grana, mesmo que pouca, pra não ficar tão suspeito. Apertamos as mãos e eles combinaram de vir amanhã pra falar com meu pai e contar isso.
Quando abri a porta, ouvi a voz de seu Pedro dizendo: Seu Pedro: fala, vagabunda, viemos te comer como combinamos ontem
Irmã: baixa a voz, pai, meu irmão tá em casa, acho que vai ter que ser outro dia
Seu Pedro: qual é, mina, outro dia o quê, já não aguentamos mais ficar sem te comer, né, Martin
Martin: é, vagabunda, já queremos te comer, olha como eu tô
Irmã: também tô doida por uma boa trepada, mas não dá, meu irmão tá em casa
Seu Pedro: então que ele veja a gente trepar, mas daqui não saímos
Eu, ao ouvir isso, levantei e fui até a porta, fingindo não ter escutado nada, e perguntei pra minha irmã:
Eu: quem é, por que você tá demorando tanto? Seu Pedro, Martin, o que vocês tão fazendo aqui? A obra tá parada
Seu Pedro: é, jovem, já sei, mas porra, vou falar a verdade
Eu: que verdade? Do que cê tá falando?
Martin: é que a gente tá comendo sua irmã, mano, e a vagabunda já faz tempo que não nos atende
Eu: o quê? Mas isso não pode ser, minha irmã não é assim
Seu Pedro: olha que é sim, ela é foda, engoliu nossos dois paus ao mesmo tempo, e não foi uma vez só, foram várias
Irmã: não, não dá ouvidos a ele, irmão, isso é mentira
Eu: cala a boca, sua puta — falei fingindo estar puto — seu Pedro, é verdade o que cê tá me dizendo?
Martin: é, mano, mais que isso, aqui tenho as mensagens que a piranha mandou pra gente vir comer ela hoje — me mostrou o celular e, de fato, minha irmã não só pedia, como praticamente implorava pra eles virem
Eu: sua puta — virei pra olhar minha irmã — então se a vagabunda quer pau, vai ter pau, pode entrar, seus arrombados
Irmã: irmão, o que cê tá dizendo?
Eu: cala a boca, puta, e atende bem seus convidados
Ela ficou em choque, parada na porta, mas seu Pedro pegou ela pelo braço e trouxe pra sala
Seu Pedro: sério mesmo, não tem problema se a gente comer ela?
Eu: não, façam o que quiserem com ela, até porque é isso que a vagabunda quer, não é?
Irmã: irmão, deixa eu explicar
Eu: explicar o quê? Que você é uma puta que dá pra qualquer um?
Ela baixou o olhar triste diante da minha suposta raiva. depois peguei o rosto dela e falei: calma, maninha, eu já sabia disso. Irmã: o quê? Eu: isso mesmo, já tinha visto vocês transando, e também já te vi com outros babacas, haha. Minha irmã ficou em silêncio, ainda mais surpresa do que já estava. Dom Pedro e Martin não perderam tempo e começaram a se despir, depois despir minha irmã, deixando ela só com uma minúscula tanga na minha frente.
Depois ela reagiu e, com uma cara de puta gostosa, se ajoelhou e começou a chupar o pau deles olhando nos meus olhos.
Irmã: então você já sabia disso, irmão? Gggkk gkk ahh e o que mais você sabe, me conta? Eu: não se preocupa com isso agora, só aproveita esses dois filhos da puta e quando eles forem embora a gente conversa sobre o resto.
Dom Pedro: porra, seus porcos do caralho, hahaha, mas sem problema, eu também sou bem tarado.
Ele disse e enfiou o pau na boca da minha irmã.
Depois de um bom tempo chupando a pica delas, Dom Pedro colocou ela de quatro no sofá onde eu estava sentado e começou a meter a pica nela enquanto minha irmã chupava a pica do Martin.
Assim ficaram por uns 10 minutos até que Martin disse a seu Pedro que era a vez dele. Seu Pedro tirou a pica da minha irmã, e Martin a colocou de pé para deitar no sofá e fazê-la montar, enquanto seu Pedro pegava na boca dela e ele mordia os bicos dos peitos.
Assim ficaram mais um tempão, até que seu Pedro pediu vez, mas o Martin não queria sair de cima da minha irmã, então começaram a discutir um pouco, mas rapidinho eu entrei pra acalmar a situação. Eu: Não briga, seu Pedro, enfia no cu dela, cê sabe que a putinha adora, não é, irmãzinha?
Irmã: Ahh sim, sim, ahh enfia no meu cu, papai, ahh
Seu Pedro foi pra trás e começou a comer ela pelo cu, enquanto o Martin metia na buceta dela.
Eu, ao ver aquilo, não aguentei mais, tirei a pica pra fora e enfiei na boca da minha irmã.
Irmã: glk gkk gggkk ahhh o que que cê tá fazendo, irmão? Eu: cala a boca, puta, e continua chupando.
Segurei a boca dela enquanto o Dom Pedro arrebentava o cu dela e o Martin metia na buceta. Ficamos assim até os três quererem gozar, e aí colocamos ela de joelhos pra receber todo o nosso leite na cara de puta barata que ela tem.
Nós três gozamos na cara dela, banhando ela de porra como ela sempre sonhou (sei porque uma vez vi o histórico dela e era só pornô de bukkake). Depois, Dom Pedro e Martin se vestiram pra ir embora, mas antes disso eu falei: "Se vocês querem continuar comendo minha irmã, primeiro têm que apagar toda conversa com ela e, segundo, vão começar a trabalhar de graça na construção, estamos combinados?" Eles se olharam, e Dom Pedro, com a voz calma, respondeu: "A parte das mensagens tá de boa, apaga elas, Martin, e mostra pra ele." — Martin fez isso, me mostrando que não tinha mensagem nenhuma — "mas a outra parte não, pô, não vamos trabalhar de graça. Mas a gente dá um desconto pro seu pai pelas fodas tão gostosas que a gente deu na sua irmã, que tal?" Eu aceitei e falei que ia contar pro meu pai que o desconto era porque ele tava sem trampo e queria ganhar uma grana, mesmo que pouca, pra não ficar tão suspeito. Apertamos as mãos e eles combinaram de vir amanhã pra falar com meu pai e contar isso.
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