O álcool e as perguntas tinham cumprido seu objetivo, a tensão sexual que raramente senti no ar, para não dizer nunca.
L: Vamos deixar as coisas mais interessantes.
Eu: O que você quer fazer?
L: Vem, me ajuda.
Empurramos um pouco a mesa e colocamos uma poltrona, a alguns metros estava a televisão onde estávamos ouvindo música. Ela me fez tirar a roupa, sentar e vendou meus olhos, desligou a música e foi para o quarto.
Fiquei em silêncio total por alguns minutos, pelado e de olhos vendados, parecia uma tortura. A mente me fazia pensar mil coisas, uma melhor que a outra. Ao longe, com a casa totalmente em silêncio, ouvi um som vindo na minha direção, era de uns saltos altos e quanto mais se aproximava, mais eu ficava excitado. O pau já começava a reagir e eu nem tinha visto nada ainda.
L: Quero que você escute com atenção, deixe as mãos sobre as pernas e não toca na venda até eu dizer.
Eu: Como você mandar, já não aguento mais. Tô muito excitado.
L: Shh, cala a boca.
Começou a tocar uma música de fundo, bem tranquila. Ela se aproximou, eu conseguia sentir o perfume dela, e o som dos saltos no chão acelerava meu coração. Começou a me acariciar com os dedos, da mão esquerda subindo por todo o braço, as costas, e continuou pelo braço direito fazendo o mesmo.
Senti ela na minha frente, acho que estava agachada, e passou as duas mãos dos meus joelhos até a virilha, parou a centímetros do meu pau e freou.
L: Mmm…
Fez o mesmo de novo, começando pela mão esquerda, mas quando chegou nas minhas costas parou, colocou as mãos nos meus ombros e desceu pelo peito, continuou pelo abdômen e de novo parou a centímetros do meu pau.
Senti a língua dela passando pelo meu pescoço até a orelha, ela soltava uns gemidos baixos e meu pau já duro pulsava forte, se mexendo sozinho. Ela fez o mesmo do outro lado, mas dessa vez além de gemer, falou:
L: Que gostoso como seu pau se mexe, se você continuar se comportando vou chupar ele todinho.
Eu: Uff, sim, por favor, não aguento mais… mais. L: Põe a língua pra fora. Obedeci e ela passou dois dedos molhados, era o gosto da sua buceta. L: Você me deixou com muito tesão... quando eu disser você tira a venda, mas não pode tocar em nada, as mãos não podem se mexer. Ouvi os passos dos saltos andando até na minha frente e a música mudou, agora o clima ficou diferente, ela colocou uma música bem conhecida de strip tease. L: Tira a venda e volta a deixar as mãos onde estavam. Ela estava com um vestido justo e salto alto, começou a se mover lentamente acariciando todo o corpo, se virando para mostrar uma parte da sua bunda, mordia os lábios e me olhava com desejo. Se não podia tocá-la, pelo menos queria me tocar, mas não podia. Ela continuou a dança. L: Você gosta? Eu: Adoro. Ela sorriu e sentou em cima do meu pau, agarrei seus quadris e num reflexo ela se virou e me deu um tapa. "Eu disse para não mexer as mãos", não esperava por isso, mas me excitou, queria continuar segurando para que ela me batesse, mas não fiz. Suas nádegas abraçaram meu pau enquanto ela fazia movimentos para cima e para baixo, simulando uma masturbação, estava doendo um pouco e mais ainda quando ela ia fundo, fazendo eu sentir o fio dental que estava escondido no fundo da sua bunda. L: Sua cabeça está roxa, que linda, já está pronta, mas ainda tem que esperar. Ela continuou dançando um pouco mais, até tirar a roupa e ficar só com a lingerie completamente preta. E o que eu sentia era verdade, parecia que a bunda estava nua, só se ela se agachasse bem fundo dava para ver o fio. Ela ficou de quatro a alguns metros de mim, veio rastejando e miando. L: Tem leite para esta gatinha? Eu: Muito, tira tudo, por favor. Ela agarrou meu pau e começou a passar a língua desde a base, perto das minhas bolas. Ia e voltava enquanto eu apertava as pernas, para que minhas mãos não agarassem sua cabeça e fizessem ela engolir meu pau inteiro, me contive e nem sei como. Ela chupou e lambeu, até que subiu em cima e cavalgou um tempo, eu não... Dava mais e também não podia tocá-la, estava totalmente privado de segurar sua bunda para ajudá-la a cravar até o fundo, embora não fosse necessário — ela não deixava nem um centímetro para fora. Segurava a própria bunda, como se a levantasse e abrisse as nádegas, enquanto seus peitos balançavam perto da minha cara.
L: Que pau gostoso você tem, por favor.
Eu: Você gosta, putinha?
L: Ai, eu adoro, fico louca. Não consigo tirar você da minha cabeça, quero te comer o dia todo.
Eu: Vai, me fode bem, usa meu pau direitinho para saciar sua vontade.
L: Não, não quero gozar ainda, quero aproveitar mais, mas estou muito perto.
Eu: Não resiste, ainda temos tempo para continuar te fodendo.
L: Não, não quero, agora quero seu leite, me dá tudo. Me avisa.
Eu: Estava tentando aguentar, mas não consigo mais.
Ela se ajoelhou na minha frente e disse: "Se masturba e goza aqui nas minhas mãos". Ela juntou as duas mãos para fazer uma espécie de tigela, não sei por que queria juntar ali em vez de engolir, não me importei e me toquei até cumprir o pedido. Pela força com que o leite saiu e enquanto eu me tocava, bastante foi para as mãos, mas algumas gotas caíram no chão. Ela ficou me olhando com o leite nas mãos.
L: Você sujou meu chão, agora vou ter que limpar.
Abriu as mãos e deixou o leite cair no chão, passou a língua pelas mãos e, de quatro, erguendo a bunda, começou a lamber o chão, juntando tudo que havia derramado, engolindo e soltando alguns gemidos. Como sempre se diz, a realidade muitas vezes supera a ficção, e o que eu estava vendo nem no melhor filme pornô eu tinha visto.
L: Ficou tudo limpo?
Eu: Não, faltou aqui.
Agarrei-a pelos cabelos e fiz ela passar a língua em algumas pequenas gotas que haviam ficado no chão. Ela ficou sentada no chão entre minhas duas pernas, apoiando a cabeça em uma delas enquanto eu acariciava seu cabelo. Era como ter uma mulher de estimação, praticamente, a situação me excitava demais.
L: Vamos para a caminha?
Eu: Vamos. vamos L: Você me leva? Eu: Sim, claro. Pensei que ela queria que eu a levantasse e levasse, mas não, ela me disse para esperar, que tinha algo para pegar. Quando ela voltou, com o que tinha que ir buscar, entendi que a coisa não tinha acabado ali.
L: Vamos deixar as coisas mais interessantes.
Eu: O que você quer fazer?
L: Vem, me ajuda.
Empurramos um pouco a mesa e colocamos uma poltrona, a alguns metros estava a televisão onde estávamos ouvindo música. Ela me fez tirar a roupa, sentar e vendou meus olhos, desligou a música e foi para o quarto.
Fiquei em silêncio total por alguns minutos, pelado e de olhos vendados, parecia uma tortura. A mente me fazia pensar mil coisas, uma melhor que a outra. Ao longe, com a casa totalmente em silêncio, ouvi um som vindo na minha direção, era de uns saltos altos e quanto mais se aproximava, mais eu ficava excitado. O pau já começava a reagir e eu nem tinha visto nada ainda.
L: Quero que você escute com atenção, deixe as mãos sobre as pernas e não toca na venda até eu dizer.
Eu: Como você mandar, já não aguento mais. Tô muito excitado.
L: Shh, cala a boca.
Começou a tocar uma música de fundo, bem tranquila. Ela se aproximou, eu conseguia sentir o perfume dela, e o som dos saltos no chão acelerava meu coração. Começou a me acariciar com os dedos, da mão esquerda subindo por todo o braço, as costas, e continuou pelo braço direito fazendo o mesmo.
Senti ela na minha frente, acho que estava agachada, e passou as duas mãos dos meus joelhos até a virilha, parou a centímetros do meu pau e freou.
L: Mmm…
Fez o mesmo de novo, começando pela mão esquerda, mas quando chegou nas minhas costas parou, colocou as mãos nos meus ombros e desceu pelo peito, continuou pelo abdômen e de novo parou a centímetros do meu pau.
Senti a língua dela passando pelo meu pescoço até a orelha, ela soltava uns gemidos baixos e meu pau já duro pulsava forte, se mexendo sozinho. Ela fez o mesmo do outro lado, mas dessa vez além de gemer, falou:
L: Que gostoso como seu pau se mexe, se você continuar se comportando vou chupar ele todinho.
Eu: Uff, sim, por favor, não aguento mais… mais. L: Põe a língua pra fora. Obedeci e ela passou dois dedos molhados, era o gosto da sua buceta. L: Você me deixou com muito tesão... quando eu disser você tira a venda, mas não pode tocar em nada, as mãos não podem se mexer. Ouvi os passos dos saltos andando até na minha frente e a música mudou, agora o clima ficou diferente, ela colocou uma música bem conhecida de strip tease. L: Tira a venda e volta a deixar as mãos onde estavam. Ela estava com um vestido justo e salto alto, começou a se mover lentamente acariciando todo o corpo, se virando para mostrar uma parte da sua bunda, mordia os lábios e me olhava com desejo. Se não podia tocá-la, pelo menos queria me tocar, mas não podia. Ela continuou a dança. L: Você gosta? Eu: Adoro. Ela sorriu e sentou em cima do meu pau, agarrei seus quadris e num reflexo ela se virou e me deu um tapa. "Eu disse para não mexer as mãos", não esperava por isso, mas me excitou, queria continuar segurando para que ela me batesse, mas não fiz. Suas nádegas abraçaram meu pau enquanto ela fazia movimentos para cima e para baixo, simulando uma masturbação, estava doendo um pouco e mais ainda quando ela ia fundo, fazendo eu sentir o fio dental que estava escondido no fundo da sua bunda. L: Sua cabeça está roxa, que linda, já está pronta, mas ainda tem que esperar. Ela continuou dançando um pouco mais, até tirar a roupa e ficar só com a lingerie completamente preta. E o que eu sentia era verdade, parecia que a bunda estava nua, só se ela se agachasse bem fundo dava para ver o fio. Ela ficou de quatro a alguns metros de mim, veio rastejando e miando. L: Tem leite para esta gatinha? Eu: Muito, tira tudo, por favor. Ela agarrou meu pau e começou a passar a língua desde a base, perto das minhas bolas. Ia e voltava enquanto eu apertava as pernas, para que minhas mãos não agarassem sua cabeça e fizessem ela engolir meu pau inteiro, me contive e nem sei como. Ela chupou e lambeu, até que subiu em cima e cavalgou um tempo, eu não... Dava mais e também não podia tocá-la, estava totalmente privado de segurar sua bunda para ajudá-la a cravar até o fundo, embora não fosse necessário — ela não deixava nem um centímetro para fora. Segurava a própria bunda, como se a levantasse e abrisse as nádegas, enquanto seus peitos balançavam perto da minha cara.
L: Que pau gostoso você tem, por favor.
Eu: Você gosta, putinha?
L: Ai, eu adoro, fico louca. Não consigo tirar você da minha cabeça, quero te comer o dia todo.
Eu: Vai, me fode bem, usa meu pau direitinho para saciar sua vontade.
L: Não, não quero gozar ainda, quero aproveitar mais, mas estou muito perto.
Eu: Não resiste, ainda temos tempo para continuar te fodendo.
L: Não, não quero, agora quero seu leite, me dá tudo. Me avisa.
Eu: Estava tentando aguentar, mas não consigo mais.
Ela se ajoelhou na minha frente e disse: "Se masturba e goza aqui nas minhas mãos". Ela juntou as duas mãos para fazer uma espécie de tigela, não sei por que queria juntar ali em vez de engolir, não me importei e me toquei até cumprir o pedido. Pela força com que o leite saiu e enquanto eu me tocava, bastante foi para as mãos, mas algumas gotas caíram no chão. Ela ficou me olhando com o leite nas mãos.
L: Você sujou meu chão, agora vou ter que limpar.
Abriu as mãos e deixou o leite cair no chão, passou a língua pelas mãos e, de quatro, erguendo a bunda, começou a lamber o chão, juntando tudo que havia derramado, engolindo e soltando alguns gemidos. Como sempre se diz, a realidade muitas vezes supera a ficção, e o que eu estava vendo nem no melhor filme pornô eu tinha visto.
L: Ficou tudo limpo?
Eu: Não, faltou aqui.
Agarrei-a pelos cabelos e fiz ela passar a língua em algumas pequenas gotas que haviam ficado no chão. Ela ficou sentada no chão entre minhas duas pernas, apoiando a cabeça em uma delas enquanto eu acariciava seu cabelo. Era como ter uma mulher de estimação, praticamente, a situação me excitava demais.
L: Vamos para a caminha?
Eu: Vamos. vamos L: Você me leva? Eu: Sim, claro. Pensei que ela queria que eu a levantasse e levasse, mas não, ela me disse para esperar, que tinha algo para pegar. Quando ela voltou, com o que tinha que ir buscar, entendi que a coisa não tinha acabado ali.
1 comentários - Gostosa do quiosque 6