Tudo começou por eu me deixar levar e ser confiante demais...
Ela é a Clara, Clarita ou Chikis; minha namorada por 3 anos, quase todo o curso desde que entramos até eu ir morar sozinho com um colega pra economizar grana. Ela, que me visitava direto, acabou virando amiga dos meus amigos, sem falar do Daniel, que era meu roommate na época, e foi ele quem me "tomou" ela.
Ela tem 1,60, peitos meio pequenos mas uma delícia, daqueles que você consegue envolver com a palma da mão e apertar, grandes o bastante pra aparecer e balançar quando ela corria, eu fazia esporte; a bunda dela também, média mas bem firme e empinada, um rabão quando usava certo tipo de roupa, inteligente e bem animada, ajudava todo mundo, fazia todo mundo rir e, em poucas palavras, uma ótima namorada.
Tudo começa quando ela começa a me visitar muito depois das aulas, chegar e conversar com ela enquanto a gente tava lá, e mesmo o Daniel estando naquele apartamento, também não atrapalhava quando eu tava com ela, embora muitas vezes eu tenha visto ele falando quando ia buscar comida ou fazer algum recado, primeiro longe, depois cada vez mais perto, algo que eu achava normal, já que na minha mente eles se davam bem.

Tudo começou numa viagem. Eu não ia voltar pra minha cidade, então a Clara ia ficar uns dias comigo e, bem, com a gente. Ela trouxe algumas coisas dela e a gente tentou se virar, porque o lugar não era muito grande: tinha banheiro, sala/cozinha, e um quarto onde ficavam nossas mesas. Pra economizar espaço, eu e o Daniel usávamos um beliche; eu dormia em cima e ele embaixo, algo que funcionava, mas com a chegada da minha mina começou a dar problema.
Nos primeiros dias ela dormia comigo, era confortável até que depois de muitos dias ficou chato, dormíamos muito colados, no meio do verão morríamos de calor, na hora de descer era desconfortável e perigoso.
Até chegamos a brigar por não dormir bem nos últimos dias, ainda mais quando, no meio da noite, o Daniel se masturbava lá embaixo. Não fazia muito barulho, mas fazia a cama balançar. Eu já sabia que ele fazia isso, mas com a Clara ali, não sabia se ela percebia ou se realmente dormia bem e não notava nada.
Num desses dias, Daniel chega depois de uma briga e, sorrindo, tenta acalmar tudo.
Daniel. — Vamos, cara, só deixa eu dormir lá embaixo, não seja cuzão, além disso, é só por mais algumas semanas.
Clara. — É verdade, lá embaixo tem espaço, vai, já tá doendo minhas costas de dormir de lado, o Daniel não liga, e acho que você também não, além disso, você gosta de dormir por cima.
Aquela última parte ela disse com um sorriso, embora não fosse ciumento de verdade, era óbvio que a ideia dela dormir com outra pessoa, mesmo que fosse um amigo, ainda me incomodava. Mas pra não brigar mais, eu aceitei. Depois disso, os dias foram ficando cada vez piores.
Os primeiros dias foram estranhos, eu subia e eles meio quietos se deitavam, tudo normal, noites com desconforto, mas no final eu acabava capotando e dormia até não ver nada, acordando tarde de manhã.
Mas, com o passar dos dias, tudo ficava mais estranho pra mim. Os silêncios desconfortáveis viraram risadas e conversas até mais tarde — primeiro nós três juntos, depois, quando eu descuidava, eles seguiam com outro assunto. Depois, passaram a conversar num tom mais baixo, risadinhas, e eu até ouvia que ele ajudava ela com alguns problemas pessoais. Mais uma semana passou, e eles já se falavam como amigos íntimos. Ela até ficou mais relaxada, usava tops menores ou mais confortáveis, segundo ela. Conversavam mais seguido e riam mais alto, quando antes mal trocavam palavras casuais.

Já quase 3 semanas, de novo aquelas risadinhas baixas e sussurros, como se cada vez mais falassem entre eles e não comigo. Mesmo que eu acabasse dormindo quando não sabia o que eles diziam.
Mas tudo foi pra pior; acordei de madrugada pra ir ao banheiro, enquanto o beliche balançava, pensei que era eu me mexendo ou alguém se ajeitando, e foi quando, antes de pisar na escada, ouvi a Clara sussurrar.
Clara.⸻ Ela já acordou, já se acalma, Dani.
Daniel.⸻ Tá se ajeitando, Chiks...
Fiquei uns segundos paralisado ouvindo ele, pouca gente chamava ele assim, mas só balancei a cabeça pra descer e pular, foi quando ouvi eles se ajeitando rápido. Na penumbra não vi muita coisa, só a Clara no canto e o Daniel de costas, mas era estranho, só escutei a Clara no escuro.
Clara.⸻ Tudo bem, amor? O que aconteceu?...
Ei.⸻ Nada, nada, só ouvi uma coisa, mas acho que tô meio dormindo... Vou no banheiro, até amanhã.
Clara me respondeu com um "até amanhã" igual, fui no banheiro e voltei pra continuar dormindo.
Não demorou pra acontecer de novo, acordei com um movimento, e mesmo só abrindo os olhos pra não ver nada além do teto e das cortinas fechadas, dava pra ouvir. mesmo sem conseguir me mexer.
Daniel. — E aí, o que você acha? Te falei que era melhor, do jeito que você disse.
Clara.⸻ Cala a boca, Dani... Ela vai acordar por causa das tuas besteiras...
Daniel.⸻ São 3 da manhã, esse aí não vai levantar.
Clara não disse mais nada, só ficou ouvindo as respirações um pouco mais pesadas, sentindo o beliche balançar um pouco. Engoliu seco pra pensar direito: se eu me mexer, talvez eles se assustem; se eu ficar aqui, meu peito vai continuar doendo de tanto imaginar o pior, como toda semana eles ficam mais próximos e conversam mais entre si do que comigo. Foi aí que ouvi a voz de Clara confirmando o pior.
Clara.⸻ Para de pegar na buceta dela, já falei que era só uma vez.
Daniel. — Vai logo, Chikis, senão não vou conseguir gozar, já tô quase, vai logo, vai logo.
Clara. — Você é um cara, Danie... Vai lá, mas não me belisca de novo, hein.
Esses sussurros estavam cada vez mais baixos, eu não conseguia me mexer, mas sabia que eles estavam cochichando quase no meu ouvido. Meu peito doía, até queria chorar. Quanto tempo mais ele tinha feito aquilo? A ponto de ela pedir pra ele não beliscar tão forte, ainda mais quando eu via que, há dias, ela estava mais à vontade com roupas menores.
Não ouvi mais nada, só sentia o beliche balançando um pouco, então criei coragem pra espiar. Fui me mexendo devagar, aproveitando que a cama tava se movendo.
Baixei um pouco a cabeça e consegui ver tudo, não só a mão do Daniel amassando a buceta da minha namorada, mas eles se beijando, enquanto ela subia a perna na dele. Vi também quando ela tava batendo uma pra ele, via a mão da minha namorada puxando o pau dele, até a ponta aparecendo. Eram movimentos rápidos enquanto se beijavam e trocavam língua, dava pra ver pelo jeito que as bochechas deles se mexiam.
Não durou muito, porque sei lá há quanto tempo estavam naquilo, só se beijaram enquanto eu sentia e via os espasmos do Daniel gozando na barriga dela. Não enxergava tudo direito, mas percebia aquela quantidade branca no estômago dela, e como os dois estavam ofegantes sem parar de se beijar. Vi a Clara se ajeitar, sem dizer nada, só se mexeu devagar como se ainda tivesse medo de me acordar. Não consegui ver bem, mas vi o cabelo dela se movendo e a cabeça descendo na barriga do Daniel, sabia que ela tava lambendo a porra dele, algo que nunca fez comigo, por que com ele sim? Só ouvi os últimos sussurros antes dela levantar a cabeça e perceber como estavam se acomodando.
Daniel.⸻ Você gosta deles?... No começo nem queria tocar, agora come eles quando saem.
Clara. — Sua porra tá bem quente, hein, e você soltou pra caralho... Mas já, Dani, vamos dormir, ele pode acordar.

Não dormi muito naquela noite, mas acabei apagando de vez quando não aguentei mais; quando acordei, já não os vi, então me troquei antes de sair, foi quando os vi conversando bem juntinhos, e ela de bom humor enquanto tomavam café da manhã sem terem me acordado.
Clara.⸻ Bom dia, amor... Não te acordamos porque você tava bem dormindo.
Daniel. — Já te falei, mano, para de dormir tarde.
Ambos riram antes de vê-la, ela sorria, ria, até dava uns tapinhas, como se nada tivesse acontecido naquela madrugada.
Já era a última semana e eu não dormia bem por ficar espiando eles. Quando eu chegava das compras, os dois saíam do banheiro rápido, ou de madrugada tinham a sessão de beijos deles. Também a roupa que ela usava era pouca, sempre com a desculpa de estar com calor. Eu sabia que por baixo não tinha nada, só umas marquinhas vermelhas de beliscões.



Minha namorada nessa altura já não falava comigo como antes, a gente ria e tudo, mas ela ficava distante quando a Dani chegava ou quando ela voltava de fazer as coisas dela, perguntava mais por ele do que por mim. Também via como cada vez se incomodavam menos em me levantar, e saíam os dois juntos só pra eu ver eles voltando de comer ou tomar café.
Um dia eu resolvi ver eles e parar de imaginar tudo de cima, vendo ou ouvindo o pouco que eles falavam. Deixei as janelas abertas pra entrar a luz de fora e falei que tava me sentindo muito mal, que se eles podiam me ajudar a descer o colchão pra eu não cair. Eles toparam na hora que ouviram que eu tava doente, ainda mais quando falei que tinham me receitado remédios pra baixar a febre. A Clara deu um pulo e sorriu felizona, ela sabia que quando eu ficava doente, os remédios e a doença me "derrubavam" de tão fortes que eram. Então, sorrindo, ela concordou, me deu uns beijinhos nas bochechas e virou pra olhar pro Daniel, que também parecia feliz, mas fazia uma cara de preocupação.
Naquela noite jantamos, cada um tomou seu banho, vimos um filme, mas no meio dele eu falei que tava me sentindo mal, então levantei e fingi que tava tomando alguma coisa, com um copo d'água.
Ei. ⸻ Vejam o filme, eu já tô me sentindo mal, boa noite.
Clara.⸻ Com calma, meu amor, a gente só termina isso e já vai dormir.
Consegui ver como eles se juntaram rápido, apaguei as luzes e me escondi atrás do batente da porta pra espiar; não demorou pra começarem a se beijar, uns beijos de língua bem safados que dava pra ouvir mesmo com a TV ligada. Vi a Clara tirar a blusa sem nada por baixo, o Danielk atacou os peitos dela assim que viu ela nua, aí não consegui ver mais porque o encosto do sofá tampava, mas dava pra ouvir os gemidinhos suaves da minha mina, sabia muito bem que ele tava chupando os peitos dela ou talvez passando a mão na buceta por cima da calcinha; só conseguia imaginar.
Tive que correr quando vi eles pararem no meio dos beijos, os dois já pelados, então corri pra me deitar no colchão, me cobri olhando na direção da cama, de um jeito que dava pra ver.
Daniel fechou o quarto, enquanto ela se jogava na cama abrindo as pernas como se esperasse por ele com paciência. Dava pra ver tudo porque eu deixei as cortinas abertas.
Clara.⸻ Vem aqui, meu amor, já enfia em mim, Dani. A gente não conseguia fazer isso desde que ela não sai do apartamento. Não vai acordar com a febre e o remédio.
Ambos riram enquanto viam Daniel se jogar de novo pra lamber a buceta dela, dava até pra ouvir ele chupando de um jeito tarado, como se quisesse que todo mundo escutasse ainda mais.

Meu peito tava doendo, mas tava bem duro, mesmo sem conseguir tocar, eu sentia a ponta molhada, enquanto via ela levantando a bunda com o oral que eu tava dando. Ela foi com calma até que, sei lá, deve ter enjoado.
Ele se recostou enquanto ela se movia pra montar nele; nem se deu ao trabalho de colocar camisinha, só meteu assim, na base do desespero. Dava pra ver ela gemer e sentar com tudo, de costas pra mim, via a lombar dela curvada, o cabelo preso pra não atrapalhar enquanto Daniel chupava aqueles peitos. Não sei quanto tempo ela passou montando nele, era como ver algo eterno, enquanto a bundinha pequena e empinada dela quicava nas pernas do Daniel.
Clara. — Cê gosta da minha buceta, Dani? Vai, enfia mais fundo, meu amor...
Daniel gemia baixinho, não respondia, só curtia aquela paisagem, enquanto beijava ele.
Eu só via a bunda dela quicando, até como ela se agachava pra sentar com mais força, e ainda via as nádegas dela se separando pra deixar o cu dela aparecer daquela posição.
Continuaram enquanto eu continuava coberto, antes de gozar pude ver como ela ficava de quatro na cama, via o cu do Daniel, mas também as pernas e os pés da Clara enquanto dava um tapa na bunda meio forte que a fazia gemer e soltar um gritinho.

Daniel.⸻ Como eu adoro essa bunda gostosa.
Ela gemia enquanto empurrava os quadris contra ela, o som dos dois corpos se chocando, até as bolas batendo nela. Percebia que ele realmente ganhava dela de longe em resistência, comprimento, grossura, porque c
Quando ele tirava, dava pra ver como aquela buceta tava dilatada, algo que comigo não acontecia.
Os dois pareciam cansados, não sei há quanto tempo estavam naquilo, mas dava pra ver que estavam ofegantes. Ela se deitou de costas, se recostando, enquanto levantava as pernas pra deixar ver aquele cu e aquela buceta inchada, como se quisesse descansar antes de terminar.
Tomaram fôlego enquanto ela levantava as pernas de novo pra ser penetrada.

Ele meteu de novo, com força, fazendo ela gritar. Agora os movimentos eram mais rápidos enquanto mantinha as pernas dela sobre os ombros.
Daniel. — Onde você quer eles, Claritinha...
Clara.⸻ Mete fundo, pai, solta essa porra toda dentro de mim, meu amor, bem fundo.
Não passaram nem dois minutos quando ouvi os gemidos dos dois, e como ficaram grudados igual cachorros uns 10 minutos, não falavam, só beijos enquanto ele tava enfiado nela, até beijos naqueles peitos.
No final, se separaram quando ele já estava mole, com as pernas abertas, ela com os dedos abriu a buceta pra ver todo aquele gozo saindo, como se quisesse ver o troféu ou a vitória dela.
Clara deitada se limpava com papel que Daniel passava pra ela, antes de se levantar com as pernas tremendo pro banheiro, e Daniel atrás dela.
Foi quando eu já não conseguia ver nada, mas eles demoraram e imaginei que tinha rolado mais umas rodadas, porque só dormi quando não aguentei mais os olhos.
Quando acordei, eles já não estavam mais lá, e quando saí em silêncio, pude vê-los se beijando antes de se separarem quando fiz barrado de propósito.
Teve mais vezes em mais noites antes de voltar pras aulas. Percebi que já não era mais minha namorada quando vi o que rolou, mesmo estando comigo, distante e muito próxima do Daniel. Até uns dias depois de entrar, enquanto eu via uns memes que ele tinha guardado, pude ver chegar uma mensagem junto com uma foto da minha mina.
Tô no meu apê, não tem ninguém, vem, papai.

E sem mais, espero que tenham gostado, se tiverem alguma recomendação, tema ou coisa que queiram falar, mandem uma mensagem. 💕
6 comentários - Minha colega de quarto roubou minha namorada