Noelia Vip Bariloche Sensual, Ceci Vip Bairesgirls, Milagros Selfiescorts, Maite BG Bairesgirls, primeira parte. Conheci essa acompanhante em Bariloche em maio de 2012, vi o anúncio dela no hotbariloche, acho, e amei as fotos: morena de cabelo longo e ondulado, corpo bonito, peitos médios (as fotos são depois que ela operou os peitos, que ficaram espetaculares), cintura no jeito, bunda firme e durinha, e um rosto que, no meu gosto, era lindo — me apaixonei na hora. Infelizmente, perdi as fotos que tinha dela daquela época. Foi a primeira acompanhante que comi fora de Buenos Aires. Liguei pra ela num dia de semana de manhã pra perguntar sobre serviço e preço, mas ela não atendeu. Tentei de novo duas horas depois, também sem resposta, e 15 minutos depois ela me mandou um SMS pedindo pra ligar. Liguei e ouvi uma voz agradável: "Desculpa não ter atendido, gato, tava dormindo. O que você precisa?" A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi falar pra ela arrumar o motor do meu Corsa, mas respirei fundo, contei até dez e falei: "Sim, vi seu anúncio em tal site e gostei das suas fotos. Me conta sobre o serviço e os preços, por favor?" Silêncio de 10 segundos, e ela disse mais ou menos assim: "Aaah, sim, gato, me desculpa, ainda tô meio sonolenta. Vou te explicar: ofereço serviço convencional bucovaginal por 300 pesos a hora ou 200 a meia hora. O oral pode ser sem camisinha dependendo da sua higiene. Tenho um banheiro completo. Só peço pontualidade, respeito e limpeza... além do dinheiro." De cara, achei legal o jeito dela falar e o detalhamento do serviço. Perguntei se ela tava livre, e ela pediu meia hora pra tomar um banho e se arrumar. Como eu tava com o tempo bem apertado, perguntei se dava às 17h. Ela confirmou, e marcamos pra esse horário. Mas, enquanto a gente se despedia, ela disse: "Espero que você venha sem pressa, porque quero que a gente converse." Eu pensei: "Que porra é essa? Parece que a gente é um casal em crise." Passei o resto do dia me perguntando se Seria uma boa ou uma má ideia ir ver ela, mas como eu gostava tanto das fotos, decidi ir. Chego no lugar onde ela atendia, um prédio enorme de aparência de tijolo conhecido como Bariloche Center, toco a campainha e nem termino de soltar o botão, ela responde "já vou" como se estivesse sentada do lado do porteiro. Ela chega na porta vestida de civil, com uma calça jeans justa, camisa e uma jaqueta. Vou entrar, mas ela me pega pelo braço e me faz acompanhá-la. Fomos a um mercadinho, ela escolheu um vinho, me pede pra fazer a fila e pagar enquanto ela atravessava pra banca. Eu ainda tava no modo WTF, saio e ela me esperava lá fora fumando um cigarro, me oferece um mas recusei, eu tinha os meus. Acendo um e a gente volta pro prédio. Ela me diz que tinha ficado sem cigarros e sem camisinha e que deu vontade de tomar algo. Terminamos o cigarro, entramos, sento enquanto ela pega uns copos e abre o vinho. Depois de servir e sentar, ela repete que a única coisa que exigia no encontro era respeito, higiene e pontualidade, e começou a detalhar que com respeito se referia primeiro e principalmente que não gostava que chupassem a pussy dela, depois que não pedisse pra fazer coisas que ela mesma não oferecia, nem que a insultasse, e respeitar a privacidade. "Se um dia eu quiser te dar a tiny ass, vou te oferecer eu mesma". Esse comentário me deixou puto de tesão porque ela sorria de um jeito muito sensual ao falar. Ela me pergunta o que eu fazia, de onde era e outras perguntas pra gente se conhecer um pouco mais, e quando eu disse que era de Buenos Aires e que antes de me mudar pra Bariloche a trabalho tinha minha casa em Monte Grande, ela me diz que também era de BSAS e da zona sul, me falou que morava pela área de Berazategui, acho. "Muitas coincidências você e eu, hein, vamos nos dar bem". A gente deve ter conversado pouco mais de uma hora, um papo super agradável acompanhado de um vinho. Assim que terminamos a garrafa, ela me diz que vai tomar um banho rápido primeiro, depois eu vou enquanto ela se prepara, e quando saio e encontro ela sentada na beirada da cama com um baby doll preto translúcido e por baixo dava pra ver uma lingerie clara, não lembro se era azul, amarela ou verde. Ela faz um gesto com o indicador pra eu chegar perto sem se levantar e de uma vez tira a toalha da minha cintura e começa a me bater uma punheta olhando nos meus olhos, enquanto eu amassava os peitos dela por cima da roupa ela começa a chupar meu pau muito bem, dava pra ver que ela manjava pra caralho quando eu percebo ela já tava pelada exceto pela tanga e tira uma camisinha que tinha na cintura presa no fio da tanga, abre, coloca na língua sempre olhando nos meus olhos e num movimento só coloca perfeito, em todos os meus anos com acompanhante ela era a que melhor dominava a arte de colocar camisinha com a boca sem usar as mãos, habilidade foda. Chupa mais um pouco pra deixar bem babado e pergunta como eu quero comer ela, peço pra ela subir, ela monta de uma vez de costas e me dá uma cavalgada gostosa enquanto eu olhava pra bunda dela, começo a massagear as nádegas e abria pra ver bem o cuzinho. Depois de uns minutos assim, ela muda, monta de frente e me agarra pelo pescoço enquanto começa a gemer forte e se esfregava o clitóris com uma mão, não passou nem um minuto e ela começa a gemer mais alto e dar uns gritos enormes enquanto gozava e pedia pra eu meter o pau bem forte. Ela se joga de frente e me beija de língua enquanto tinha os últimos espasmos e sussurra no meu ouvido "faz duas semanas que não me comiam, já não aguentava mais de vontade" eu continuo me mexendo por baixo bem devagar enquanto curto a buceta dela que tava encharcada mas ela me para e pede pra trocar dizendo que tava sensível demais e me pede pra comer de conchinha. A gente se ajeita, abraço ela por trás e sem mirar encosto na buceta dela e aperto pra ir entrando e ela fala com uma voz super sensual enquanto lutava pra respirar "que delícia Você me fez gozar, não sei se foi porque não transava há um tempão ou por quê, mas adorei" — enfiou tudo e começou a se mexer enquanto apertava o pescoço dela bem de leve com uma mão e com a outra apertava uma nádega. Continuei comendo ela assim e depois de um tempo comecei a virá-la para que ficasse de bruços, comigo por cima. Enquanto seguia comendo ela, pedi que abrisse a bunda, queria ver bem aquele rabo. Ela hesitou um pouco, mas depois de umas bombadas abriu bem com uma mão enquanto com um dedo da outra fazia carícias circulares. "Te excita como eu brinco com minha bunda? Gosta de me ver me tocando assim?" "Sim, bebê, me excita pra caralho ver você brincar assim, mas eu ia gostar mais de brincar eu mesmo com esse buraquinho", respondi. "Ah, sim, dá pra ver porque você tá com a pica bem dura, sinto ela toda dura até o fundo. Se você se comportar bem, vou deixar você brincar." Depois de comê-la assim por um tempo, ela disse: "Vamos trocar, deixa eu virar." Se acomodou de barriga pra cima e então fui eu, colocando uma das pernas dela sobre meu ombro e comecei a penetrá-la. Depois de comê-la assim por um tempo, comecei a meter, tirar e dar batidinhas com a pica no clitóris, o que fez ela perder o controle total. Ela abaixou a perna, me envolveu com as duas e me fez comê-la assim no missionário bem colados enquanto me devorava a boca de um jeito desenfreado — excelente beijadora! Depois de umas quantas estocadas assim, ela me apertou forte com braços e pernas e pediu que eu "a macetasse forte" porque estava prestes a gozar. A pressão que ela fazia com a buceta me fez chegar ao orgasmo ao mesmo tempo que ela soltava uns gritos que foram ouvidos no prédio inteiro. Me retirei dela e rapidamente ela pegou um guardanapo, tirou a camisinha de mim e me deu uma limpada pra não sujar a cama. Foi pro banheiro e quando voltou disse: "Quando fico no tesão, fico gritona, hein! ha ha ha" Pediu que eu fosse ao banheiro me limpar de novo, reforçando pra "não sujar a cama", e quando voltei, ela começou a falar de coisas pessoais, dos filhos dela, dos Planos em Bariloche e outras trivialidades, nisso já tinham passado uns 35 minutos desde que começamos a transar. No meio da conversa, ela se aproxima mais um pouco, sempre falando besteira, e pega na minha rola com uma mão, acariciando os ovos e massageando de um jeito estranho, não era uma punheta, era mais uma massagem que fez ela ficar dura que nem pedra de novo. Daí a pouco já estava lá embaixo chupando minha rola de novo e, num momento, para e fala algo tipo: "Não gosto de chupar depois que gozam por causa do gosto da porra, mas a sua tá uma delícia..." Eu não sabia o que dizer, só lembro que ela se ajeitou na cama com a cabeça na borda e pede pra eu comer a boca dela por um tempo. Aguentou bem, apesar de tossir e cuspir um pouco no chão por causa dos engasgos. Depois de um tempo, ela pede pra eu comer ela de quatro, coloca uma camisinha e começo a serrar com toda a energia que me restava. Não aguentei muito e, quando falo que ia gozar, ela me empurra e começa a chupar minha rola. No meio da chupada, vejo que cospe a camisinha e continua chupando até eu encher a boca dela. Tirou até a última gota e foi cuspir no banheiro. Quando volta, fala: "Que porra gostosa que você tem, hein, moleque? Quase engoli." Fui tomar um banho e, quando volto, começo a me vestir enquanto conversávamos. Ela me acompanha até a porta, tinha gente, então fica longe e eu vou embora sozinho. Quando chego em casa, ela manda uma mensagem avisando que meus documentos tinham caído no banheiro, então foi a desculpa perfeita pra visitá-la de novo no dia seguinte. Embora não tenhamos transado, ela me comeu a boca de um jeito, dizendo que tinha ficado com vontade de se despedir direito no dia anterior. A partir daí, eu a visitava uma vez a cada duas semanas no mínimo, ou às vezes ia vê-la uma ou duas vezes na mesma semana. Muita boa puta no começo, depois que colocou silicone nos peitos, ficou mais metida porque tinha ficado mais vadia, mas comigo sempre teve bom serviço. Depois de pouco mais de um ano e meio, ela voltou pra Buenos Aires, então... Tivemos um encontro de despedida que vou contar na próxima história. As fotos são de 2014 a 2016, mais ou menos, depois que ela fez os peitos, quando já estava em Buenos Aires.



















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