Gesell 2026: Série Gostosa

Vamos com uma nova série. Compartilhem! ValeuGesell 2026: Série GostosaPela a cock e meteu na minha boca, nem olhou pra mim, como se eu fosse algo que tava ali pra usar. Eles conversavam, enquanto o Iván me comia e o chefe me fazia chupar. —Você gostou disso? —Me excitou ser "coisificada"! Villa Gesell, barzinho, vários daiquiris pra ela, e cervejas demais pra mim. Não távamos bêbados, sim alegres, com vontade de algo. —Fala, conta das vezes que você ficou com mais de um cara antes de me conhecer. —Só uma vez, te contei, da balada quando ganhei o balde de frezzitas! —Sim, mas não disse o que rolou, não contou como foi. —Risada —ela ri, envergonhada—. Nada, tava numa balada com minhas primas, do lado do DJ, meio bêbada haha, aí falaram que convidavam as minas que quisessem pra dançar por um balde com 5 frezzitas. Entre a gente zoava que se subisse ganhava e o cara, o DJ, me fala "baixinha, sobe que te faço ganhar". Uma das minhas primas pula e fala "vai sim". E ele, que chamava Iván, me diz: "Se ganhar, vai me agradecer, né?". "Siiim, claro" falei. Dancei com minha prima, nos pegamos no palco e obviamente ganhamos, mas o Iván ajudou porque meteu onda com luzes, aplausos falsos haha. Foi foda! Tomamos os frezzitas e tava haha a todo vapor. Num momento vem outra prima e fala: "o cara do som te chamou". Fui, pensei "vou pegar ele e fica tudo certo pra quando voltar na balada". —O cara era gostoso? —perguntei. —Sei lá, não era meu tipo, ainda mais naquela época. Um cara normal, muito mais velho que eu, magro, tatuado, mas não era minha praia. Tipo, nem a pau. Fui onde ele tava e ele fala "espera terminar essa música". Terminou, me dá a mão e me leva por um corredor pra uma sala que era tipo um depósito, caixas de som, equipamentos, cabos e uns sofás. Entramos e ele me dá um beijo, eu entrei na onda. Ele apalpa minha bunda, eu tava de short jeans bem curto. —E o que ele falava? —Nada, me beijava e apertava minha bunda, e encostava a cock na minha barriga haha. —Beleza, continua aí… Continuamos transando, ele pegou na minha mão e colocou em cima da pica, eu ficava passando a mão por cima da calça. Ele desabotoou meu short e tentou puxar pra baixo, perguntei se tinha camisinha, porque era óbvio que ia me comer. — Ahh e assim, na lata, você falou? — Sim, a gente ia foder, mas sem camisinha não. — Tenho sim — ele disse, tirou meu short, a camiseta, o sutiã, me sentou no sofá e puxou a pica pra eu chupar. — Pica boa? — Normal, de boa, chupei ele, bem de bêbada. Depois me colocou de quatro no encosto do sofá e começou a me comer. Eu tava bem molhadinha, eu que ditei o ritmo, me mexia rápido e forte, ele falou pra ir devagar que ia gozar. Aí eu reduzi um pouco e deixei ele me comer. Nisso, a porta abre e entra um cara mais velho, sei lá, 50 anos, grisalho, cabelo gelado. Gostosão! Meio que fiquei parada, antes de reagir, me cobrir ou algo, eles começaram a conversar como se não tivesse nada rolando! NADA! O Ivan continuava metendo e tirando devagar, com uma mão me segurava pela cintura. Como se eu não existisse, o cara que entrou perguntou algo, foi lá pro fundo, voltou. Começaram a falar de alguém que não tinha ido, coisas do trampo! E eu ali de quatro tomando pica na buceta, sem noção! E eu tipo, fingindo que nada, me fazendo de besta, mas sabe que aquilo me deixou com muito tesão? Eles conversando sobre as coisas deles enquanto eu tava daquele jeito. Ouvir as vozes de homem, que não falavam de mim, tipo numa situação dessa você espera putaria, fiquei toda molhada. E comecei a me mexer um pouco mais, hahaha. O cara fala: "Se ver ele, fala pra não vir mais! Hoje fica você, amanhã eu resolvo com o Pablo". Os caras falando de trampo e eu com a buceta ardendo haha, foi muito louco. Sem querer, virei a cabeça e olhei pra trás, olhando pros dois, cruzei olhar com o outro cara, voltei a olhar pra frente e empurrava minha bunda com mais força, tava quase gozando. — Bom, atende aí que sua mina tá com tesão — ele falou. — Bailarina nova te agrada? — disse o Ivan. — Isso é problema de vocês, eu cuido do negócio, vocês do espetáculo —disse o cara, claro, ele era o dono! Kkk. —Você não sabe como ela chupa bem —diz o Ivan. —Tá afim de mim, gosta de me ver o pau —diz o cara. —Para, mano, deixa de encher o saco —diz o Ivan. —Parece que sim —nisso ele fica na minha frente, abre a calça e tira um pau grosso, não muito comprido, mas era enorme kkk. Ele pega com a mão e enfia na minha boca. E eu chupei pra caralho kkk, o cara nunca falou nada, eu chupava e mexia a bunda com força, gozei na hora, me afogava com o pau dele, mas ficava louca. O Ivan gozou também na mesma hora. E saiu, me deixando com o pau do chefe, eu ia fazer ele gozar, mas ele não deixou, chupei por uns dois minutos a mais, e ele tirou e guardou. Eu fiquei tipo "que porra é essa?" kkk. O Ivan já tava arrumado e o cara também, eu pelada ali kkk. —Fica tranquila, a gente se vê —disse o Ivan e os dois foram embora. Quando fiquei sozinha, comecei a me vestir e bati uma punheta kkk. Depois fui encontrar minhas primas que estavam me procurando que nem loucas. —O que foi? Ficou brava? —Não, não, fiquei pensando que puta você era. —Kkk, nada a ver, te falei que fiz uma vez só, foi assim. Eu não teria procurado uma situação dessas. Aconteceu, tava meio bêbada, com tesão. Mas vou te confessar uma coisa. Outra vez que fui naquela balada, queria dar pro dono, kkk, nunca achei ele, óbvio, mas sim. Fui com essa intenção kkk. —Ficou com tesão no pau dele, né, rabuda? —Não sei se foi isso, embora ele tivesse um pau bonito, não sei, queria dar pra ele kkk, terminar o que comecei. —Queria a porra do velho kkk fala sério! —E sim… kkk, fora de brincadeira, me deu muito tesão aquilo de ser "coisificada", ser usada, sem nem me dar um oi ou algo, nada, me usou e foi embora. Acabei de me molhar lembrando quando o Ivan me comia e eu chupava o outro, eles conversavam entre si, mas não sobre mim, sobre coisas deles, sei lá, foi estranho, sincero e excitante. —Quero ver o quanto você tá molhada… —Aqui não posso te mostrar. —Vamos pro lado do banheiro. —Haha, beleza. Abracei ela por trás e enfiei a mão por baixo do vestido, com o dedo fui subindo a calcinha fio dental e ela tava encharcada, a buceta dela tava quente, molhada. Tirei a mão, virei ela e a gente se beijou pra disfarçar, que vinha uma mina pro banheiro. —Cê toparia repetir a "coisificação"? —Haha, cê é louco! —Fala sim ou não. —Sim, se soubesse que ia sentir a mesma coisa da outra vez, sim, eu topava! —Vamo fazer um jogo, compra os últimos drinks e vamo pra calçadão, enquanto a gente bebe e vê os grupinhos de caras passando, cê fala com quais cê se animaria, tá? —Tá, tá haha, mas não faz nada, ok? —Sim, ok! Então é isso, galera, não sejam ansiosos que já já a gente posta a continuação, se vocês tão gostando, compartilha pra ficar no topo!

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