aqui trago outra história pra vocês
espero não entediar vocês
já que é bem grande
espero que vocês curtam
OBRIGADO POR COMENTAR
E PELOS PONTOS COM QUE ME PREMIAM
Ah não, don Alberto, não me peça isso, eu amo meu namorado, não posso trair ele assim.
Alberto, seu namorado é um bunda mole perdedor.
A verdade é que ela tem razão, ele é muito burro muitas vezes, mas...
Alberto, mas que puta, hein? Olha como você está toda quente agora. Faz quanto tempo que aquele otário não te toca?
Era incrível, mas ver o don Alberto humilhar meu namoradinho assim me deixava ainda mais excitada. Eu estava diante de um verdadeiro macho e não podia negar que me sentia dominada, com minha vontade totalmente subjugada. Já queria ser a putinha daquele macho, não tinha como evitar. O Oscarcito era tudo para mim, tudo menos um bom macho. Ele mal me comia, e quando comia era um fracasso. Ele sempre foi um perdedor, e o que o don Alberto disse sobre o Oscarcito ser uma bichinha, eu sempre imaginei. Meu perdedor bichinha sendo dominado por um macho daquele... só de imaginar isso me fazia não só ficar encharcada, mas até ter um orgasmo. Sabia que, se o don Alberto quisesse, o Oscarcito acabaria sendo a putinha dele, igual a mim. Mas, mesmo desejando muito, tinha medo de perder o Oscarcito. Foi assim que me entreguei ao don Alberto. Não era a primeira vez que me entregava a outro homem e sabia muito bem que não seria a última. O don Alberto me comeu na mesma cama onde durmo com meu namorado, isso dava mais tesão nele, e com razão. Sentir as picas fortes dele enchendo minha buceta com muita força me fazia gemer e gozar como nunca com o Oscar. Em meia hora, tive dois orgasmos, isso foi tremendo para mim. O don Alberto era quem alugava o apartamento para nós. O Oscarcito não o suportava e por isso pedia que, quando ele viesse cobrar o aluguel, fosse eu quem pagasse. O bom é que naquela tarde consegui um bom desconto. O don Alberto foi embora prometendo voltar logo. Eu sabia que ele morria de vontade de fazer meu cuzinho, mas nem o Oscarcito deixava. Meu cuzinho era sagrado para ele. O bobinho achava que eu era virgem da bunda, o que ele não sabia é que vários caras da academia já tinham estreado. Percebi que transar escondido do Oscarcito me excitava muito. Até aquele momento, ninguém no bairro sabia das minhas aventuras, mas o don Alberto não parecia ser nada discreto, e isso me dava medo. Naquela noite, quando fomos dormir com o Oscarcito, me senti muito suja. Não tinha trocado as lençóis, o cheiro de macho estava neles, assim como os restos da sua lubrificação. Ver meu corno dormindo tão confortável sobre eles me deixou tão excitada que não consegui evitar me tocar, lembrando como o don Alberto me comeu com seu pau lindo. Não consegui ter outro orgasmo, e isso me deixou ainda mais quente. No dia seguinte, durante o café da manhã, o corno me disse:
Oscar, meu sol, que cheiro estranho tinha nos lençóis, amor. Como foi com aquele velho ontem?
Você sabe como ele é chato comigo, gata
Oscar, então aconteceu alguma coisa?
Por enquanto ela não bebe, mas sinceramente não sei o que pode acontecer
Oscar, e o que pode acontecer é ele te dar uma foda impressionante, isso pode acontecer.
É verdade, e ele já está bem perto disso, você conhece o velho
Oscar, meu bem, não, por favor, só de imaginar você nos braços daquele velho babão e nojento, aff, meu céu, sério que não aconteceu nada? Eu sei que ele tá com vontade de você, com certeza você tava com sua legging preta, não é?
Não, amor, as brancas
Oscar as branquinhas? Aquelas que dá pra ver tudo, ufff, o tesão que aquele velho verde deve ter, me diz uma coisa: você gosta de provocar o velho?
É verdade, você não tem ideia de como ele fica chato
Oscar com certeza vai ficar de pau duro vendo esse seu rabinho, gostosa
Se beber, você não tem ideia do volume que isso dá e ainda por cima ele tá cada vez mais sem noção
Oscar, a qualquer momento esse velho nojento acaba te comendo
Oi amor, não fala isso, e olha se acontece
Oscar, se isso acontecer, você tem que me contar tudo com todos os detalhes
Então você quer que eu vá
Oscar, não, não é que eu quero, mas sei que mais cedo ou mais tarde vai acontecer, amor.
Pra mim parece que você até sonha com isso, olha o volume que você tem, me fala a verdade, gata: você quer que o velho tarado me coma?
Oscar, olha, não sei, não sei, a verdade é que você tem razão, essa ideia me deixa muito excitada, amor, talvez você foda melhor que eu
Com certeza, meu bem, semana que vem ele volta, eu falei pra gente dar uns ajustes, sabe de uma coisa? Vou dar pra ele pra parar de encher o saco, vou colocar aquela saia curtinha e deixar ele fazer o que quiser.
Oscar, você viu que você também tá com vontade dela, não esquece que depois você tem que me contar tudo, amor
Se beber, juro que te conto tudo e depois te faço uma punheta
Oscar, a gente não vai transar depois?
Não, amor, aquele velho vai me deixar bem cheia.
Oscar tá bem, mas que use camisinha, hein.
Sem camisinha, amor, não. Quero sentir esse pau, por favor.
Oscar E se você engravidar?
São os riscos que se corre, gata. Mas no fim seria culpa sua mesmo, porque você deixou eu fazer isso.
Oscar foi embora meio chateado, mas a tesão falou mais alto que a razão. Se o otário queria ser corno, ia ser corno de verdade. Agora eu já não conseguia parar. Na semana seguinte, o senhor Alberto voltou e eu estava lá, pronta para transar, mas claro que não me entreguei de graça. Pelo contrário, fiz-me de difícil de novo. Fiquei dizendo que não ia se repetir, que meu namorado estava desconfiado, mas o velho não parava de me perturbar até me pegar na cozinha. Depois de me apalpar, sem ligar para o que eu dizia, me levou para a cama e me comeu com força. Ele tinha o controle e não parava de zoar o Oscarcito. Antes de ir embora, ele disse que ia cuidar de todos os reparos no apartamento. Durante a semana, ia mandar alguns pedreiros para fazer o serviço e me recomendou que não transasse com eles.
Olha só, seu Alberto, eu não sou nenhuma puta não, hein? Espero que você não esteja espalhando isso por aí. Se estiver, lembre que sua esposa pode ficar sabendo.
Alberto, fica tranquila, gata. Eu só tô te avisando pra tomar cuidado com eles. Eles já pegaram umas quantas, e eu não quero que a véia descubra nada.
Quando o Oscar chegou e viu a cama, percebeu que já estava com uns belos e grandes chifres.
Oscar, no final você comeu o velho?
A verdade é que não foi minha intenção, ele me pegou, aquele velho que você não pode ver me fez dele e te venceu, sim amor, te venceu, você não sabe como ele curtia estar comendo sua garotinha e fazendo de você um corno.
Oscar, posso até imaginar, mas ele te comeu melhor que eu?
Se eu beber, ele me enche todinha e quase faz meu cuzinho de velho
Oscar, a bucetinha não, a bucetinha não, quero que seja só minha
Ah não, amor, eu prometi pra ele, já te falei. Aquele velho nojento te venceu, queridinho, até enfiou os dedinhos na minha bunda, amor.
Oscar, mas você nunca me deixou fazer isso.
Bom, amor, agora ele é meu dono na cama, meu céu. Vamos dormir e eu te ajudo a bater uma enquanto conto como aquele velho nojento e sujo me comeu.
Oscar, mas antes troca os lençóis, amor.
Não, minha vida, ele quer que você sinta a porra de um macho de verdade no seu corpo, toma cuidado porque me parece que ele também quer te comer, meu amor.
Entramos no banheiro e enquanto eu batia uma punheta pro corno, contei como ele me levou pra cama e como me comeu, me dizendo o quanto ele era um cuck perdedor. Nem terminei de contar que o Oscarcito gozou como nunca tinha gozado antes. Depois disso, fiz ele limpar minha mão cheia de porra com a boca dele. O mariconzinho estava dando os primeiros passos. No dia seguinte, continuei contando no café da manhã.
Sabe que essa semana vão vir os pedreiros, o velho paga tudo, meu bem. No final das contas, o que aconteceu ontem não foi tão ruim assim. Imagina a grana que você vai economizar.
Oscar, a única coisa que espero é que você não coma eles também.
Ai, meu amor, você está igual ao don Alberto, como se eu fosse uma puta no cio. Claro que não vou pegar eles, mas e se eu pegar, e daí?
Oscar, não me fala isso
Você sabe que eu nunca fiquei com dois caras ao mesmo tempo
Oscar, nossa, que putinha você virou, gostosa.
Você me fez uma putinha, amor, eu não era assim, mas fica tranquilo que não vou fazer isso.
Oscar tá de boa, bebê, eu confio em você
E a verdade é que ele tinha razão, eu não queria ser a puta do bairro. Por isso, na quinta-feira quando eles vieram, me vesti com um vestido longo, nada provocante. Lá estavam don Ramón, um homem mais velho, já grisalho, e para minha surpresa, Alex, seu ajudante negro que não parava de me olhar. Ofereci um café enquanto conversávamos.
Ramón, que café gostoso, senhora, muito obrigado
Não foi nada, fico feliz que vocês tenham gostado. Meu marido adora e pensei que vocês também iam curtir.
Alex, que inveja do seu marido, dona
Por quê?
Alex, que sorte a dele ter uma mulher como você
Você não tem uma? Acho que você bem que poderia ter uma mulher assim
Ramón é que não tem muita mulher que aguenta ele
Nossa, como é que vão aguentar? Dá pra ver que ele é um homem de verdade
Ramón é bom demais, mas vamos deixar isso de lado e me diga o que temos que fazer.
Bom, na verdade a cozinha precisa de reparos, olha só como estão essas paredes
Alex, deixa isso com a gente.
Ramón, aqui vamos ter que quebrar várias coisas
Por mim tudo bem, contanto que não me fodam.
Ramon Alex com certeza arrasaria demais
Não sei se vou gostar disso, o que será que meu marido diria depois, encontrar a mulher dele toda arrebentada
Alex está rodando, mas muito feliz.
Alex já estava tão perto de mim que se eu me mexesse um pouco mais com certeza encostaria nele, minha buceta já estava encharcada, era a primeira vez que um negro dava em cima de mim.
Acho que sim, mas não acho que ela vá curtir muito.
Alex, talvez ele não, mas você, tenho certeza que sim.
Virei de costas para ele, me posicionei de frente para o don Ramón que me olhava com um sorriso, naquele mesmo momento senti o Alex se encostar em mim, aquela rola era enorme, me inclinei sem dizer nada, segurando meu gemido, abri uma porta do armário embaixo da pia e como se nada tivesse acontecido disse ao don Ramón que ali também tinha muita umidade, o Alex esfregou a rola na minha bunda
Tem cuidado, por favor, não é a hora, melhor eu deixar vocês trabalharem enquanto eu tomo um banho
Alex, e se o banho for depois e agora ela continuar se mostrando pra gente?
Alex me agarrou pela cintura e me apertou contra ele, sentir o volume dele na minha bunda me fez imaginar um pau enorme, mas tentei resistir, só fechei os olhos e enquanto meu corpo não resistia e acompanhava os movimentos dele, eu dizia para ele me soltar, que aquilo estava errado,
Alex, sério, isso tá errado?
Ahhhh sim, isso tá muito bommmm, o que meu marido vai dizer, ahhh ahhh
Alex realmente quer que eu pare
Alex levantou meu vestido e claro, ele percebeu que eu nem estava usando uma calcinha, ele podia fazer o que quisesse. Naquele mesmo momento, don Ramón tirou o pau pra fora, pegou minha cabeça e me inclinou em direção a ele. O pau do don Ramón é muito maior que o do Oscarcito, eu só deixei ele colocar na minha boca aberta enquanto eu dizia
Por favor, não façam isso não, não, não
Eu até dizia isso, mas meu corpo não me obedecia, o pau sujo do don Ramón entrou na minha boca, era uma delícia e ao mesmo tempo senti o pau do Alex procurando minha buceta, só abri mais as pernas, quando aquela barra negra entrou, me fez ver estrelas, Alex enfiou até o fundo sem nenhuma compaixão, por mais que ele tentasse não entrava tudo, mas mesmo assim ele começou a me comer enquanto eu, a cada investida, me agarrava no don Ramón para não cair, sem oferecer nenhuma resistência, pelo contrário, comecei a gemer, não conseguia parar.
Parece que o Ramón tá caindo nas graças dessa senhora, melhor levar ela pra cama
Alex, como você diria, chefe, essa buceta aperta muito
Assim mesmo, sem pedir minha permissão, me levaram até minha cama onde don Ramón não parou, apesar das minhas súplicas. Ele me deu uma foda enorme, foi tão boa que me fez ter outro orgasmo que não consegui disfarçar. E enquanto eu ainda estava gozando, ele saiu e disse ao Alex que o esperava na cozinha.
Não, de novo não, por favor, estão me matando, o que você tá fazendo, pelo cu não, não, nãoooo aiii filho da puta, tira isso, não aguento mais aiii aiii aiii
Por mais que eu suplicasse, o Alex não estava nem aí. Agora eu entendia porque nenhuma das novinhas aguentava ele. Era impossível não sentir aquela rola me penetrando pelo cu, eu sentia ela me rasgando, e o pior é que eu não tinha forças para impedir. O Oscarcito ia perceber, mas isso já não importava mais. Eu só queria que acabasse. Logo, aguentar o Alex na minha bunda virou um desafio. Apesar da dor que ele me causava, eu queria ser a diferente, a heroína que aguentasse firme. Foi nessa hora que o seu Madruga gritou.
Ramón, vai logo, cara, acaba com essa puta de uma vez, preciso de você aqui.
Alex acelera a metida na minha bunda e me enche, fazendo eu sentir toda a porra dele dentro, para depois tirar de uma vez, deixando minha bunda sentir um vazio imenso.
Alex, isso não acabou, vou com o don Ramón e quando terminar volto. É melhor você estar preparada, já vi que aguentou mais que muitas putas. Agora descansa.
Minhas pernas estavam tremendo, sentia a bunda queimar como se estivesse pegando fogo, não conseguia acreditar no que tinha acontecido, só lamentava que o Oscarcito não tinha visto e ainda queriam continuar me comendo, fiquei assim quase até o meio-dia, tomei um banho longo de água quente, mesmo assim não tinha me recuperado, não sabia o que doía mais, se era a bunda ou a buceta, me troquei e deixei a cama como estava, só vesti um vestidinho bem curtinho, não aguentava ficar de calça, sabia que vestida assim estava pedindo pica aos gritos mesmo sendo a última coisa que eu queria, já tinha tido três orgasmos intensos e no último até tinha mijado, por sorte tinha uns sanduíches legais preparados, servi eles junto com um bom vinho tinto, tinham avançado muito na cozinha, me fizeram sentar no meio deles e eu sabia que não ia conseguir evitar que me comessem de novo
Ramón, a verdade é que nunca tivemos uma cliente como você
Poxa, obrigada! Vocês realmente gostam do jeito que eu cuido de vocês?
Alex, você lembra daquela gordinha?
Ramón, siiim, como esquecer dela, acho que até hoje ela anda mancando
Por que, o que aconteceu, coitadinha?
Ramón não parava de dar em cima da gente, mas sempre escapava na hora H
Como ela fazia? Saía de casa e deixava eles sozinhos?
Alex ficava trancado no quarto o dia todo, mas não adiantou nada
Ramon, no último dia apertamos ela como você na cozinha e a peituda acabou se entregando.
Alex, e de que jeito, a puta pedia por favor, você não tem ideia de como ela gritava quando a gente arrebentou o cu dela
Ramón era virgem, o marido não pedia e adivinha quem tirou a virgindade dela?
Com certeza, Alex, coitadinha
No dia seguinte, o Ramon foi cobrar do marido e quase pegamos ele também.
O Alex, o otário, perguntou o que a gente tinha feito com a esposa dele e quando contamos ele não acreditou, ficou tão excitado que fudemos ela de novo na frente dele, que corno manso da porra.
Vocês fariam isso com meu marido?
Ramón, se você quiser, eu arrebento o cu do corno.
Ah não, coitadinho, se ele descobrir não sei o que pode acontecer
Alex, você quer que a gente dê pra ele também, né? Deve ser muito corno manso.
Não, não, não, acontece que vocês quase que me obrigaram, mas eu não quero mais, por favor acabem de trabalhar, isso não vai se repetir
Alex, você tá falando sério mesmo?
Ai não, não, não, de novo não, por favorrr, ahhhh ahhh, ahhh
Alex me tinha novamente em seus braços, eu estava perdida, sabia que não podia evitar, ele me fez ajoelhar e me deu o pau dele para chupar, mal cabia na minha boca aquela rola
Alex, você é minha, putinha, e vou te comer quantas vezes eu quiser, ouviu bem, putinha?
Dessa vez foi o Ramon que me pegou, ele agarrou minha buceta e me colocou por cima dele. O Alex tirou o pau da minha boca e o Ramon enfiou no meu cu, sabendo o que estava por vir, eu implorei pra eles...
Ai, nãoooo. As duas picas juntas nãoooo, elas vão me matarrrr ahhhh ai ai ai
E eles simplesmente foram lá e fizeram. Demoraram um pouco para pegar o ritmo, mas logo já estavam me cavalgando os dois ao mesmo tempo, deitada no chão da sala. O pau do Ramón, apesar de ser grande, não me fazia sofrer como o do Alex na minha bunda. Logo comecei a gozar e, de repente, veio outro orgasmo e mais outro. Eles estavam me matando, mas aqueles dois paus me faziam gozar como nunca tinha gozado antes. O Ramón demorou muito para gozar, já o Alex gozou duas vezes na minha **buceta**; se eu não tinha engravidado era um milagre. Quando o Oscar chegou, eu já estava na cama. Claro que ele percebeu imediatamente o que tinha acontecido. Naquela noite, eu o punhetei de um jeito, contando como o negro tinha me comido, que deixei os ovos do meu corno secos. Só esperava que no dia seguinte me dessem um pouco de descanso. Eu sabia que o Oscarcito não conseguia tirar da cabeça o pauzão do negro Alex. Se continuasse enchendo a cabeça dele, talvez até conseguisse que o Oscarcito chupasse ele. Esse era agora meu sonho, depois de ouvir o que fizeram com o corno da gorda, que arrebentaram o cu dela. Então, naquela manhã, continuei contando sobre o Alex, claro que exagerando um pouco, mas tinha certeza de que meu corno acreditava em tudo e passaria o dia inteiro pensando no negro. Naquele dia, eles não perdoaram. Não só me comeram, como me trataram como uma empregadinha. Antes de ir embora, o senhor Ramón me disse
Ramón, bom, senhora, amanhã podemos terminar. Seu marido trabalha no sábado? Porque se não trabalhar, ele poderia nos ajudar e assim a gente terminaria amanhã.
Poxa, não, ele trabalha o dia inteiro.
Alex, bom, então você vai nos ter aqui na segunda e a gente faz uma despedida bem gostosa pra você
Não, por favor, vocês só pensam em me comer mesmo quando eu não quero, fazem do mesmo jeito.
Alex, você não vai querer nada, puta? Você tá morrendo de vontade de rola, e com certeza o corno também queria bem dentro. Vai se foder, Ramon, amanhã a gente traz meu primo.
Ramón, você quer acabar com ela?
Alex, meu velho, essa puta aguenta qualquer um
Não, por favor, não tragam ele, não aguento mais um dia assim, vão me deixar grávida.
Alex, as cachorras não ficam grávidas, elas ficam prenhas. E se você ficar prenha, que o corno se vire, porque se ele não se virar, a gente faz ele de otário.
Quando o Oscarcito chegou, contei pra ele o que tinham me contado enquanto masturbava ele de novo. Ele explodiu em porra de novo e até me atrevi a enfiar um dedo no cu dele enquanto chupava ele. Pela tesão que ele tava, não falou nada, pelo contrário, começou a rebolar como se estivesse me comendo. Tudo isso entre os mesmos lençóis que eu tinha usado com aqueles pedreiros sujos. Deixei ele gozar na minha boca e dei um beijo forçado nele, fazendo ele engolir a própria porra.
Oscar, você quer me fazer de puto, não é verdade?
Já é, amor, e se amanhã você vier mais cedo, com certeza o Alex negro vai desvirginar sua bunda. Eu sei muito bem que você vai adorar.
Enquanto for o negão, tudo bem, qualquer coisa menos o velho nojento do don Alberto bebe
Sério que você deixaria o negão meter na sua bunda minúscula, gostosa?
Ele não respondeu, mas o pau dele ficou duro de novo e eu voltei a chupar, dessa vez enfiando três dedos no cu dele. Dava pra ouvir os gemidos do meu corno.
Cedo ou tarde, eu vou te fazer amor promíscuo.
A gente acabou dormindo abraçados, com certeza os dois pensando em como o negro ia nos comer no dia seguinte, mas o Oscarcito nunca apareceu. Esse tal primo do Ale se chamava José. Quando recebi os três, coloquei uma condição: primeiro terminassem o trabalho e, se ficasse perfeito, eu mesma ia recompensar os três. Ainda estava ardendo minha buceta e o cu da surra de pau que levei na sexta. O Alex estava disposto a me deixar mancando por pelo menos uma semana. Assim vestida como estava, fui comprar umas cervejas e o Pedro, o dono do mercadinho, me disse
Pedro, você tem pedreiros na sua casa?
Sim, Pedro, hoje vieram três e acabaram assim.
Pedro, e aí, como tá o trabalho?
A verdade é que é uma maravilha, não tenho do que reclamar, são muito confiáveis e respeitosos.
Pedro e cobrem muito pelo trabalho deles?
Isso eu não sei, quem paga é o senhor Alberto, mas a verdade é que eles trabalham tão bem que pelo menos pra mim deixam bem satisfeita, sua mulher vai adorar.
Pedro, se for assim eu contrataria elas, ter duas mulheres em casa e deixar estranhos trabalhando é arriscado.
As duas vão ficar bem satisfeitas, tem muita coisa pra fazer na sua casa?
Pedro mais ou menos por um mês... e você anda vestida assim na frente deles? Seu marido não fala nada?
Ah, não, don Pedro, é que tá muito calor nesses dias, por isso eu trouxe umas cervejas pra eles. Além do mais, já falei, eles não só são de confiança, mas também muito respeitosos. Eles trabalham na cozinha e eu quase nem os vejo.
Pedro, se for assim, quando terminarem, venham me ver. Assim eu peço um orçamento e, se for barato, já contrato vocês.
E aí, Pedro, você conhece o dono Alberto, se não fossem baratos, ele não teria me mandado.
Já via Laura e Silvia, a mulher e a filha do Pedro, completamente fodidas por aquelas duas bestas. Pensei que, arranjando trabalho pra eles, seriam mais delicados comigo, mas me enganei. Foi exatamente o contrário. Mal cheguei, ofereci as cervejas e comentei sobre o dono do armazém. Eles comeram e beberam cervejas, elogiando meu corpo e prometendo me fazer gozar como nunca. Fui tomar um banho enquanto eles terminavam o serviço. Quando saí, o senhor Ramón me mostrou como ficou a cozinha, uma maravilha. Não tive tempo de dizer nada. O José me levantou como se fosse uma boneca de pano e me levou pro meu quarto. Assim mesmo, me jogou na cama. Em segundos, tinha três paus apontados pro meu rosto. O Alex me colocou de quatro. Pedi pra ir devagar, mas não me deram ouvidos. Pareciam estar com raiva de mim. De novo, comi dois paus juntos várias vezes. Não me soltavam nem davam trégua. Só pararam quando estavam cansados. Meu estado era deplorável, e assim me levaram pro banheiro. Me colocaram na banheira e, em vez de abrir a água, os três me mijaram, mirando os jatos na minha cara. O José puxou meu cabelo e me fez abrir a boca enquanto o Alex e o senhor Ramón brincavam de enfiar seus jatos dentro dela. Dei o gosto e comecei a buscar os jatos de mijo pra entrarem na minha boca. Isso os excitou ainda mais, tanto que o José me fez engolir o pau dele enquanto ainda estava mijando. Aí me deixaram. Eu não queria me mexer, com medo de que continuassem me fodendo. Um por um, foram lavando o pau, se trocaram e foram embora. Custei muito a me levantar, mas, apesar de me sentir a maior puta, estava gozando. Não sabia se tomava um banho ou ficava assim pro meu corno ver. Um tempinho depois, finalmente tomei banho. Deixei a cama exatamente como eles deixaram, dava pra ver as poças de porra nos lençóis. Voltei a vestir meu vestidinho curto. Estava ansiosa pra contar pro Oscarcito tudo o que aconteceu com os três pedreiros.
espero não entediar vocês
já que é bem grande
espero que vocês curtam
OBRIGADO POR COMENTAR
E PELOS PONTOS COM QUE ME PREMIAM
Ah não, don Alberto, não me peça isso, eu amo meu namorado, não posso trair ele assim.
Alberto, seu namorado é um bunda mole perdedor.
A verdade é que ela tem razão, ele é muito burro muitas vezes, mas...
Alberto, mas que puta, hein? Olha como você está toda quente agora. Faz quanto tempo que aquele otário não te toca?
Era incrível, mas ver o don Alberto humilhar meu namoradinho assim me deixava ainda mais excitada. Eu estava diante de um verdadeiro macho e não podia negar que me sentia dominada, com minha vontade totalmente subjugada. Já queria ser a putinha daquele macho, não tinha como evitar. O Oscarcito era tudo para mim, tudo menos um bom macho. Ele mal me comia, e quando comia era um fracasso. Ele sempre foi um perdedor, e o que o don Alberto disse sobre o Oscarcito ser uma bichinha, eu sempre imaginei. Meu perdedor bichinha sendo dominado por um macho daquele... só de imaginar isso me fazia não só ficar encharcada, mas até ter um orgasmo. Sabia que, se o don Alberto quisesse, o Oscarcito acabaria sendo a putinha dele, igual a mim. Mas, mesmo desejando muito, tinha medo de perder o Oscarcito. Foi assim que me entreguei ao don Alberto. Não era a primeira vez que me entregava a outro homem e sabia muito bem que não seria a última. O don Alberto me comeu na mesma cama onde durmo com meu namorado, isso dava mais tesão nele, e com razão. Sentir as picas fortes dele enchendo minha buceta com muita força me fazia gemer e gozar como nunca com o Oscar. Em meia hora, tive dois orgasmos, isso foi tremendo para mim. O don Alberto era quem alugava o apartamento para nós. O Oscarcito não o suportava e por isso pedia que, quando ele viesse cobrar o aluguel, fosse eu quem pagasse. O bom é que naquela tarde consegui um bom desconto. O don Alberto foi embora prometendo voltar logo. Eu sabia que ele morria de vontade de fazer meu cuzinho, mas nem o Oscarcito deixava. Meu cuzinho era sagrado para ele. O bobinho achava que eu era virgem da bunda, o que ele não sabia é que vários caras da academia já tinham estreado. Percebi que transar escondido do Oscarcito me excitava muito. Até aquele momento, ninguém no bairro sabia das minhas aventuras, mas o don Alberto não parecia ser nada discreto, e isso me dava medo. Naquela noite, quando fomos dormir com o Oscarcito, me senti muito suja. Não tinha trocado as lençóis, o cheiro de macho estava neles, assim como os restos da sua lubrificação. Ver meu corno dormindo tão confortável sobre eles me deixou tão excitada que não consegui evitar me tocar, lembrando como o don Alberto me comeu com seu pau lindo. Não consegui ter outro orgasmo, e isso me deixou ainda mais quente. No dia seguinte, durante o café da manhã, o corno me disse:
Oscar, meu sol, que cheiro estranho tinha nos lençóis, amor. Como foi com aquele velho ontem?
Você sabe como ele é chato comigo, gata
Oscar, então aconteceu alguma coisa?
Por enquanto ela não bebe, mas sinceramente não sei o que pode acontecer
Oscar, e o que pode acontecer é ele te dar uma foda impressionante, isso pode acontecer.
É verdade, e ele já está bem perto disso, você conhece o velho
Oscar, meu bem, não, por favor, só de imaginar você nos braços daquele velho babão e nojento, aff, meu céu, sério que não aconteceu nada? Eu sei que ele tá com vontade de você, com certeza você tava com sua legging preta, não é?
Não, amor, as brancas
Oscar as branquinhas? Aquelas que dá pra ver tudo, ufff, o tesão que aquele velho verde deve ter, me diz uma coisa: você gosta de provocar o velho?
É verdade, você não tem ideia de como ele fica chato
Oscar com certeza vai ficar de pau duro vendo esse seu rabinho, gostosa
Se beber, você não tem ideia do volume que isso dá e ainda por cima ele tá cada vez mais sem noção
Oscar, a qualquer momento esse velho nojento acaba te comendo
Oi amor, não fala isso, e olha se acontece
Oscar, se isso acontecer, você tem que me contar tudo com todos os detalhes
Então você quer que eu vá
Oscar, não, não é que eu quero, mas sei que mais cedo ou mais tarde vai acontecer, amor.
Pra mim parece que você até sonha com isso, olha o volume que você tem, me fala a verdade, gata: você quer que o velho tarado me coma?
Oscar, olha, não sei, não sei, a verdade é que você tem razão, essa ideia me deixa muito excitada, amor, talvez você foda melhor que eu
Com certeza, meu bem, semana que vem ele volta, eu falei pra gente dar uns ajustes, sabe de uma coisa? Vou dar pra ele pra parar de encher o saco, vou colocar aquela saia curtinha e deixar ele fazer o que quiser.
Oscar, você viu que você também tá com vontade dela, não esquece que depois você tem que me contar tudo, amor
Se beber, juro que te conto tudo e depois te faço uma punheta
Oscar, a gente não vai transar depois?
Não, amor, aquele velho vai me deixar bem cheia.
Oscar tá bem, mas que use camisinha, hein.
Sem camisinha, amor, não. Quero sentir esse pau, por favor.
Oscar E se você engravidar?
São os riscos que se corre, gata. Mas no fim seria culpa sua mesmo, porque você deixou eu fazer isso.
Oscar foi embora meio chateado, mas a tesão falou mais alto que a razão. Se o otário queria ser corno, ia ser corno de verdade. Agora eu já não conseguia parar. Na semana seguinte, o senhor Alberto voltou e eu estava lá, pronta para transar, mas claro que não me entreguei de graça. Pelo contrário, fiz-me de difícil de novo. Fiquei dizendo que não ia se repetir, que meu namorado estava desconfiado, mas o velho não parava de me perturbar até me pegar na cozinha. Depois de me apalpar, sem ligar para o que eu dizia, me levou para a cama e me comeu com força. Ele tinha o controle e não parava de zoar o Oscarcito. Antes de ir embora, ele disse que ia cuidar de todos os reparos no apartamento. Durante a semana, ia mandar alguns pedreiros para fazer o serviço e me recomendou que não transasse com eles.
Olha só, seu Alberto, eu não sou nenhuma puta não, hein? Espero que você não esteja espalhando isso por aí. Se estiver, lembre que sua esposa pode ficar sabendo.
Alberto, fica tranquila, gata. Eu só tô te avisando pra tomar cuidado com eles. Eles já pegaram umas quantas, e eu não quero que a véia descubra nada.
Quando o Oscar chegou e viu a cama, percebeu que já estava com uns belos e grandes chifres.
Oscar, no final você comeu o velho?
A verdade é que não foi minha intenção, ele me pegou, aquele velho que você não pode ver me fez dele e te venceu, sim amor, te venceu, você não sabe como ele curtia estar comendo sua garotinha e fazendo de você um corno.
Oscar, posso até imaginar, mas ele te comeu melhor que eu?
Se eu beber, ele me enche todinha e quase faz meu cuzinho de velho
Oscar, a bucetinha não, a bucetinha não, quero que seja só minha
Ah não, amor, eu prometi pra ele, já te falei. Aquele velho nojento te venceu, queridinho, até enfiou os dedinhos na minha bunda, amor.
Oscar, mas você nunca me deixou fazer isso.
Bom, amor, agora ele é meu dono na cama, meu céu. Vamos dormir e eu te ajudo a bater uma enquanto conto como aquele velho nojento e sujo me comeu.
Oscar, mas antes troca os lençóis, amor.
Não, minha vida, ele quer que você sinta a porra de um macho de verdade no seu corpo, toma cuidado porque me parece que ele também quer te comer, meu amor.
Entramos no banheiro e enquanto eu batia uma punheta pro corno, contei como ele me levou pra cama e como me comeu, me dizendo o quanto ele era um cuck perdedor. Nem terminei de contar que o Oscarcito gozou como nunca tinha gozado antes. Depois disso, fiz ele limpar minha mão cheia de porra com a boca dele. O mariconzinho estava dando os primeiros passos. No dia seguinte, continuei contando no café da manhã.
Sabe que essa semana vão vir os pedreiros, o velho paga tudo, meu bem. No final das contas, o que aconteceu ontem não foi tão ruim assim. Imagina a grana que você vai economizar.
Oscar, a única coisa que espero é que você não coma eles também.
Ai, meu amor, você está igual ao don Alberto, como se eu fosse uma puta no cio. Claro que não vou pegar eles, mas e se eu pegar, e daí?
Oscar, não me fala isso
Você sabe que eu nunca fiquei com dois caras ao mesmo tempo
Oscar, nossa, que putinha você virou, gostosa.
Você me fez uma putinha, amor, eu não era assim, mas fica tranquilo que não vou fazer isso.
Oscar tá de boa, bebê, eu confio em você
E a verdade é que ele tinha razão, eu não queria ser a puta do bairro. Por isso, na quinta-feira quando eles vieram, me vesti com um vestido longo, nada provocante. Lá estavam don Ramón, um homem mais velho, já grisalho, e para minha surpresa, Alex, seu ajudante negro que não parava de me olhar. Ofereci um café enquanto conversávamos.
Ramón, que café gostoso, senhora, muito obrigado
Não foi nada, fico feliz que vocês tenham gostado. Meu marido adora e pensei que vocês também iam curtir.
Alex, que inveja do seu marido, dona
Por quê?
Alex, que sorte a dele ter uma mulher como você
Você não tem uma? Acho que você bem que poderia ter uma mulher assim
Ramón é que não tem muita mulher que aguenta ele
Nossa, como é que vão aguentar? Dá pra ver que ele é um homem de verdade
Ramón é bom demais, mas vamos deixar isso de lado e me diga o que temos que fazer.
Bom, na verdade a cozinha precisa de reparos, olha só como estão essas paredes
Alex, deixa isso com a gente.
Ramón, aqui vamos ter que quebrar várias coisas
Por mim tudo bem, contanto que não me fodam.
Ramon Alex com certeza arrasaria demais
Não sei se vou gostar disso, o que será que meu marido diria depois, encontrar a mulher dele toda arrebentada
Alex está rodando, mas muito feliz.
Alex já estava tão perto de mim que se eu me mexesse um pouco mais com certeza encostaria nele, minha buceta já estava encharcada, era a primeira vez que um negro dava em cima de mim.
Acho que sim, mas não acho que ela vá curtir muito.
Alex, talvez ele não, mas você, tenho certeza que sim.
Virei de costas para ele, me posicionei de frente para o don Ramón que me olhava com um sorriso, naquele mesmo momento senti o Alex se encostar em mim, aquela rola era enorme, me inclinei sem dizer nada, segurando meu gemido, abri uma porta do armário embaixo da pia e como se nada tivesse acontecido disse ao don Ramón que ali também tinha muita umidade, o Alex esfregou a rola na minha bunda
Tem cuidado, por favor, não é a hora, melhor eu deixar vocês trabalharem enquanto eu tomo um banho
Alex, e se o banho for depois e agora ela continuar se mostrando pra gente?
Alex me agarrou pela cintura e me apertou contra ele, sentir o volume dele na minha bunda me fez imaginar um pau enorme, mas tentei resistir, só fechei os olhos e enquanto meu corpo não resistia e acompanhava os movimentos dele, eu dizia para ele me soltar, que aquilo estava errado,
Alex, sério, isso tá errado?
Ahhhh sim, isso tá muito bommmm, o que meu marido vai dizer, ahhh ahhh
Alex realmente quer que eu pare
Alex levantou meu vestido e claro, ele percebeu que eu nem estava usando uma calcinha, ele podia fazer o que quisesse. Naquele mesmo momento, don Ramón tirou o pau pra fora, pegou minha cabeça e me inclinou em direção a ele. O pau do don Ramón é muito maior que o do Oscarcito, eu só deixei ele colocar na minha boca aberta enquanto eu dizia
Por favor, não façam isso não, não, não
Eu até dizia isso, mas meu corpo não me obedecia, o pau sujo do don Ramón entrou na minha boca, era uma delícia e ao mesmo tempo senti o pau do Alex procurando minha buceta, só abri mais as pernas, quando aquela barra negra entrou, me fez ver estrelas, Alex enfiou até o fundo sem nenhuma compaixão, por mais que ele tentasse não entrava tudo, mas mesmo assim ele começou a me comer enquanto eu, a cada investida, me agarrava no don Ramón para não cair, sem oferecer nenhuma resistência, pelo contrário, comecei a gemer, não conseguia parar.
Parece que o Ramón tá caindo nas graças dessa senhora, melhor levar ela pra cama
Alex, como você diria, chefe, essa buceta aperta muito
Assim mesmo, sem pedir minha permissão, me levaram até minha cama onde don Ramón não parou, apesar das minhas súplicas. Ele me deu uma foda enorme, foi tão boa que me fez ter outro orgasmo que não consegui disfarçar. E enquanto eu ainda estava gozando, ele saiu e disse ao Alex que o esperava na cozinha.
Não, de novo não, por favor, estão me matando, o que você tá fazendo, pelo cu não, não, nãoooo aiii filho da puta, tira isso, não aguento mais aiii aiii aiii
Por mais que eu suplicasse, o Alex não estava nem aí. Agora eu entendia porque nenhuma das novinhas aguentava ele. Era impossível não sentir aquela rola me penetrando pelo cu, eu sentia ela me rasgando, e o pior é que eu não tinha forças para impedir. O Oscarcito ia perceber, mas isso já não importava mais. Eu só queria que acabasse. Logo, aguentar o Alex na minha bunda virou um desafio. Apesar da dor que ele me causava, eu queria ser a diferente, a heroína que aguentasse firme. Foi nessa hora que o seu Madruga gritou.
Ramón, vai logo, cara, acaba com essa puta de uma vez, preciso de você aqui.
Alex acelera a metida na minha bunda e me enche, fazendo eu sentir toda a porra dele dentro, para depois tirar de uma vez, deixando minha bunda sentir um vazio imenso.
Alex, isso não acabou, vou com o don Ramón e quando terminar volto. É melhor você estar preparada, já vi que aguentou mais que muitas putas. Agora descansa.
Minhas pernas estavam tremendo, sentia a bunda queimar como se estivesse pegando fogo, não conseguia acreditar no que tinha acontecido, só lamentava que o Oscarcito não tinha visto e ainda queriam continuar me comendo, fiquei assim quase até o meio-dia, tomei um banho longo de água quente, mesmo assim não tinha me recuperado, não sabia o que doía mais, se era a bunda ou a buceta, me troquei e deixei a cama como estava, só vesti um vestidinho bem curtinho, não aguentava ficar de calça, sabia que vestida assim estava pedindo pica aos gritos mesmo sendo a última coisa que eu queria, já tinha tido três orgasmos intensos e no último até tinha mijado, por sorte tinha uns sanduíches legais preparados, servi eles junto com um bom vinho tinto, tinham avançado muito na cozinha, me fizeram sentar no meio deles e eu sabia que não ia conseguir evitar que me comessem de novo
Ramón, a verdade é que nunca tivemos uma cliente como você
Poxa, obrigada! Vocês realmente gostam do jeito que eu cuido de vocês?
Alex, você lembra daquela gordinha?
Ramón, siiim, como esquecer dela, acho que até hoje ela anda mancando
Por que, o que aconteceu, coitadinha?
Ramón não parava de dar em cima da gente, mas sempre escapava na hora H
Como ela fazia? Saía de casa e deixava eles sozinhos?
Alex ficava trancado no quarto o dia todo, mas não adiantou nada
Ramon, no último dia apertamos ela como você na cozinha e a peituda acabou se entregando.
Alex, e de que jeito, a puta pedia por favor, você não tem ideia de como ela gritava quando a gente arrebentou o cu dela
Ramón era virgem, o marido não pedia e adivinha quem tirou a virgindade dela?
Com certeza, Alex, coitadinha
No dia seguinte, o Ramon foi cobrar do marido e quase pegamos ele também.
O Alex, o otário, perguntou o que a gente tinha feito com a esposa dele e quando contamos ele não acreditou, ficou tão excitado que fudemos ela de novo na frente dele, que corno manso da porra.
Vocês fariam isso com meu marido?
Ramón, se você quiser, eu arrebento o cu do corno.
Ah não, coitadinho, se ele descobrir não sei o que pode acontecer
Alex, você quer que a gente dê pra ele também, né? Deve ser muito corno manso.
Não, não, não, acontece que vocês quase que me obrigaram, mas eu não quero mais, por favor acabem de trabalhar, isso não vai se repetir
Alex, você tá falando sério mesmo?
Ai não, não, não, de novo não, por favorrr, ahhhh ahhh, ahhh
Alex me tinha novamente em seus braços, eu estava perdida, sabia que não podia evitar, ele me fez ajoelhar e me deu o pau dele para chupar, mal cabia na minha boca aquela rola
Alex, você é minha, putinha, e vou te comer quantas vezes eu quiser, ouviu bem, putinha?
Dessa vez foi o Ramon que me pegou, ele agarrou minha buceta e me colocou por cima dele. O Alex tirou o pau da minha boca e o Ramon enfiou no meu cu, sabendo o que estava por vir, eu implorei pra eles...
Ai, nãoooo. As duas picas juntas nãoooo, elas vão me matarrrr ahhhh ai ai ai
E eles simplesmente foram lá e fizeram. Demoraram um pouco para pegar o ritmo, mas logo já estavam me cavalgando os dois ao mesmo tempo, deitada no chão da sala. O pau do Ramón, apesar de ser grande, não me fazia sofrer como o do Alex na minha bunda. Logo comecei a gozar e, de repente, veio outro orgasmo e mais outro. Eles estavam me matando, mas aqueles dois paus me faziam gozar como nunca tinha gozado antes. O Ramón demorou muito para gozar, já o Alex gozou duas vezes na minha **buceta**; se eu não tinha engravidado era um milagre. Quando o Oscar chegou, eu já estava na cama. Claro que ele percebeu imediatamente o que tinha acontecido. Naquela noite, eu o punhetei de um jeito, contando como o negro tinha me comido, que deixei os ovos do meu corno secos. Só esperava que no dia seguinte me dessem um pouco de descanso. Eu sabia que o Oscarcito não conseguia tirar da cabeça o pauzão do negro Alex. Se continuasse enchendo a cabeça dele, talvez até conseguisse que o Oscarcito chupasse ele. Esse era agora meu sonho, depois de ouvir o que fizeram com o corno da gorda, que arrebentaram o cu dela. Então, naquela manhã, continuei contando sobre o Alex, claro que exagerando um pouco, mas tinha certeza de que meu corno acreditava em tudo e passaria o dia inteiro pensando no negro. Naquele dia, eles não perdoaram. Não só me comeram, como me trataram como uma empregadinha. Antes de ir embora, o senhor Ramón me disse
Ramón, bom, senhora, amanhã podemos terminar. Seu marido trabalha no sábado? Porque se não trabalhar, ele poderia nos ajudar e assim a gente terminaria amanhã.
Poxa, não, ele trabalha o dia inteiro.
Alex, bom, então você vai nos ter aqui na segunda e a gente faz uma despedida bem gostosa pra você
Não, por favor, vocês só pensam em me comer mesmo quando eu não quero, fazem do mesmo jeito.
Alex, você não vai querer nada, puta? Você tá morrendo de vontade de rola, e com certeza o corno também queria bem dentro. Vai se foder, Ramon, amanhã a gente traz meu primo.
Ramón, você quer acabar com ela?
Alex, meu velho, essa puta aguenta qualquer um
Não, por favor, não tragam ele, não aguento mais um dia assim, vão me deixar grávida.
Alex, as cachorras não ficam grávidas, elas ficam prenhas. E se você ficar prenha, que o corno se vire, porque se ele não se virar, a gente faz ele de otário.
Quando o Oscarcito chegou, contei pra ele o que tinham me contado enquanto masturbava ele de novo. Ele explodiu em porra de novo e até me atrevi a enfiar um dedo no cu dele enquanto chupava ele. Pela tesão que ele tava, não falou nada, pelo contrário, começou a rebolar como se estivesse me comendo. Tudo isso entre os mesmos lençóis que eu tinha usado com aqueles pedreiros sujos. Deixei ele gozar na minha boca e dei um beijo forçado nele, fazendo ele engolir a própria porra.
Oscar, você quer me fazer de puto, não é verdade?
Já é, amor, e se amanhã você vier mais cedo, com certeza o Alex negro vai desvirginar sua bunda. Eu sei muito bem que você vai adorar.
Enquanto for o negão, tudo bem, qualquer coisa menos o velho nojento do don Alberto bebe
Sério que você deixaria o negão meter na sua bunda minúscula, gostosa?
Ele não respondeu, mas o pau dele ficou duro de novo e eu voltei a chupar, dessa vez enfiando três dedos no cu dele. Dava pra ouvir os gemidos do meu corno.
Cedo ou tarde, eu vou te fazer amor promíscuo.
A gente acabou dormindo abraçados, com certeza os dois pensando em como o negro ia nos comer no dia seguinte, mas o Oscarcito nunca apareceu. Esse tal primo do Ale se chamava José. Quando recebi os três, coloquei uma condição: primeiro terminassem o trabalho e, se ficasse perfeito, eu mesma ia recompensar os três. Ainda estava ardendo minha buceta e o cu da surra de pau que levei na sexta. O Alex estava disposto a me deixar mancando por pelo menos uma semana. Assim vestida como estava, fui comprar umas cervejas e o Pedro, o dono do mercadinho, me disse
Pedro, você tem pedreiros na sua casa?
Sim, Pedro, hoje vieram três e acabaram assim.
Pedro, e aí, como tá o trabalho?
A verdade é que é uma maravilha, não tenho do que reclamar, são muito confiáveis e respeitosos.
Pedro e cobrem muito pelo trabalho deles?
Isso eu não sei, quem paga é o senhor Alberto, mas a verdade é que eles trabalham tão bem que pelo menos pra mim deixam bem satisfeita, sua mulher vai adorar.
Pedro, se for assim eu contrataria elas, ter duas mulheres em casa e deixar estranhos trabalhando é arriscado.
As duas vão ficar bem satisfeitas, tem muita coisa pra fazer na sua casa?
Pedro mais ou menos por um mês... e você anda vestida assim na frente deles? Seu marido não fala nada?
Ah, não, don Pedro, é que tá muito calor nesses dias, por isso eu trouxe umas cervejas pra eles. Além do mais, já falei, eles não só são de confiança, mas também muito respeitosos. Eles trabalham na cozinha e eu quase nem os vejo.
Pedro, se for assim, quando terminarem, venham me ver. Assim eu peço um orçamento e, se for barato, já contrato vocês.
E aí, Pedro, você conhece o dono Alberto, se não fossem baratos, ele não teria me mandado.
Já via Laura e Silvia, a mulher e a filha do Pedro, completamente fodidas por aquelas duas bestas. Pensei que, arranjando trabalho pra eles, seriam mais delicados comigo, mas me enganei. Foi exatamente o contrário. Mal cheguei, ofereci as cervejas e comentei sobre o dono do armazém. Eles comeram e beberam cervejas, elogiando meu corpo e prometendo me fazer gozar como nunca. Fui tomar um banho enquanto eles terminavam o serviço. Quando saí, o senhor Ramón me mostrou como ficou a cozinha, uma maravilha. Não tive tempo de dizer nada. O José me levantou como se fosse uma boneca de pano e me levou pro meu quarto. Assim mesmo, me jogou na cama. Em segundos, tinha três paus apontados pro meu rosto. O Alex me colocou de quatro. Pedi pra ir devagar, mas não me deram ouvidos. Pareciam estar com raiva de mim. De novo, comi dois paus juntos várias vezes. Não me soltavam nem davam trégua. Só pararam quando estavam cansados. Meu estado era deplorável, e assim me levaram pro banheiro. Me colocaram na banheira e, em vez de abrir a água, os três me mijaram, mirando os jatos na minha cara. O José puxou meu cabelo e me fez abrir a boca enquanto o Alex e o senhor Ramón brincavam de enfiar seus jatos dentro dela. Dei o gosto e comecei a buscar os jatos de mijo pra entrarem na minha boca. Isso os excitou ainda mais, tanto que o José me fez engolir o pau dele enquanto ainda estava mijando. Aí me deixaram. Eu não queria me mexer, com medo de que continuassem me fodendo. Um por um, foram lavando o pau, se trocaram e foram embora. Custei muito a me levantar, mas, apesar de me sentir a maior puta, estava gozando. Não sabia se tomava um banho ou ficava assim pro meu corno ver. Um tempinho depois, finalmente tomei banho. Deixei a cama exatamente como eles deixaram, dava pra ver as poças de porra nos lençóis. Voltei a vestir meu vestidinho curto. Estava ansiosa pra contar pro Oscarcito tudo o que aconteceu com os três pedreiros.
3 comentários - don alberto