Aqui trago outra história pra vocês.
espero não entediar vocês
já que é extensa
Espero que vocês aproveitem.
VALEU POR COMENTAR
E PELOS PONTOS QUE ME PREMIAM
Ai não, seu Alberto, não me peça isso, eu amo meu namorado, não posso trair ele assim.
Alberto, teu namorado é um viadinho perdedor.
A verdade é que ela tem razão, ele é muito burro muitas vezes mas
Alberto, mas que puta, olha como você tá gostosa agora, quanto tempo que esse otário não te toca?
Era inacreditável, mas ver o dom Alberto humilhar meu namoradinho assim me deixava ainda mais excitada. Eu estava diante de um verdadeiro macho e não podia negar que me sentia dominada, com minha vontade totalmente subjugada. Já queria ser a putinha daquele macho, não conseguia evitar. O Oscarcito era tudo pra mim, menos um bom macho. Mal me comia e quando fazia, era um fracasso. Ele sempre foi um perdedor, e aquilo que dom Alberto disse sobre ele ser um maricas, eu sempre desconfiei. Meu maricas perdedor sendo dominado por um macho daqueles — me imaginar isso me fazia não só ficar toda molhada, mas até gozar. Sabia que, se dom Alberto quisesse, o Oscarcito acabaria sendo a putinha dele igual a mim. Mas, por mais que desejasse muito, tinha medo de perder o Oscarcito. Foi assim que me entreguei a dom Alberto. Não era a primeira vez que me entregava a outro homem e sabia muito bem que não seria a última. Dom Alberto me comeu na mesma cama onde durmo com meu namorado. Isso deixava ele ainda mais tarado, e ele tinha toda razão. Sentir as pirocadas fortes dele enchendo minha buceta com muita força me fazia gemer e gozar como nunca com o Oscar. Em meia hora, tive dois orgasmos. Isso foi tremendo pra mim. Dom Alberto era quem alugava o apartamento pra gente. O Oscarcito não o suportava, por isso me pedia que, quando ele viesse cobrar o aluguel, fosse eu quem pagasse. O bom é que naquela tarde consegui um bom desconto. Dom Alberto foi embora prometendo voltar muito em breve. Eu sabia que ele morria de vontade de fazer meu cuzinho, mas isso nem o Oscarcito deixava. Meu cuzinho era sagrado pra ele. O bobinho achava que eu era virgem de cu, mas não sabia que vários caras da academia já tinham estreado ele. Percebi que gostava muito de transar escondido do Oscarcito. Até aquele momento, ninguém no bairro sabia das minhas aventuras, mas dom Alberto não parecia ser nada discreto, e isso me dava medo. Naquela noite, quando fui dormir com o Oscarcito, me senti muito suja. Não tinha trocado a lençóis, o cheiro do macho tava neles igual os restos do fluido dela, ver meu corno dormindo tão sossegado ali me deixou tão excitada que não consegui evitar de me tocar lembrando como o Dom Alberto me comeu com aquela pica linda dele, não consegui ter outro orgasmo e isso me deixou com tesão, no outro dia no café o corno me disse
Oscar, sol, que cheiro estranho os lençóis tinham, amor. Como foi com aquele velho ontem?
Você sabe o quanto ele é pesado comigo, bebê
Oscar, então rolou alguma coisa?
Por enquanto ela não bebe, mas a verdade é que não sei o que pode rolar.
Oscar, e o que pode acontecer? Ele pode te dar uma fodida impressionante, isso pode acontecer.
A verdade é que sim, e já não falta muito pra isso, cê conhece o véio.
Oscar, tem bebê, não, por favor, só de imaginar você nos braços daquele velho babão e nojento, afff, céus, sério que não aconteceu nada? Eu sei que ele tá de olho em você, certeza que você tava com aquela sua legging preta, não é mesmo?
Sem amor, as brancas.
Oscar, as brancas? Aquelas que tudo aparece, ufff, a tesão que aquele velho tarado devia ter. Me diz uma coisa, você gosta de deixar o velho excitado?
Verdade, você não tem ideia do quanto ele fica chato pra caralho.
Oscar, com certeza o pau dele fica duro vendo sua bunda minúscula, céu.
Se bebe, você não sabe o volume que ela faz e ainda por cima tá cada vez mais tarado.
Oscar, a qualquer momento aquele velho nojento acaba te comendo.
Amor, não fala isso não, e olha se acontece
Oscar, se isso rolar, você tem que me contar tudo com todos os detalhes.
Então você quer que eu passe
Oscar não, não é que eu queira, mas sei que mais cedo ou mais tarde vai rolar, amor.
Pra mim parece que até tu sonha com isso, olha o volume que tu tem, me diz a verdade, bebê, cê quer que o velho tarado me coma?
Oscar, sei lá, não sei, a verdade é que você tem razão, me excita muito essa ideia, amor, talvez você foda melhor que eu.
Isso mesmo, bebê. Semana que vem ele volta aqui, falei pra fazer uns reparos. Sabe o que? Vou dar pra ele pra ele parar de encher o saco. Vou vestir aquela saia curtinha e deixar ele fazer o que quiser.
Oscar, vi que você também tá afim dela, não esquece que depois você tem que me contar tudo, amor.
Se beber, juro que te conto tudo e depois te faço uma punheta.
Oscar, não vamos transar depois?
Não, bebê, esse velho vai me deixar bem cheia.
Oscar tá bem, mas que use camisinha, hein.
Não, amor, sem camisinha não, quero sentir essa rola, por favor
Oscar E se você engravidar?
São os riscos que se corre, amor, mas ainda seria teu porque você me deixou fazer isso.
Oscar foi embora meio irritado, mas o tesão falou mais alto que a razão. Se o otário queria ser corno, ia ser corno de verdade. Agora eu não conseguia mais parar. Na semana seguinte, seu Alberto voltou, e eu esperei por ele pronta pra trepar, mas claro que não me entreguei de bandeja. Pelo contrário, voltei a fazer a difícil, dizia que não ia se repetir, que meu namorado estava desconfiado. Mas o velho não parava de me assediar até que me encurralou na cozinha e, depois de me apalpar sem se importar com o que eu falava, me levou pra cama, onde me comeu com tudo. Ele tinha o controle e não parava de zoar o Oscarzinho. Antes de ir embora, ele disse que ia cuidar de todos os reparos do apartamento. Na semana, mandaria uns pedreiros pra fazer o serviço e me recomendou que não desse pra eles.
Olha, seu Alberto, eu não sou nenhuma puta, espero que não fique espalhando isso por aí. Se fizer, lembre que a sua esposa pode ficar sabendo.
Alberto, fica tranquila, garota. Só tô te falando pra você se cuidar deles. Já comeram umas quantas por aí e não quero que a velha descubra nada.
Quando o Oscar chegou e viu a cama, percebeu que já tinha uns chifres lindos e enormes.
Oscar, no final das contas você comeu o velho.
A verdade é que não era minha intenção, ele me comeu, aquele velho que você não pode ver me fez dele e te venceu, sim amor, te venceu, você não sabe como eu curtia estar dando pra ele, fodendo sua namoradinha e te fazendo de corno.
Oscar, até consigo imaginar, mas ele te comeu melhor do que eu?
Se beber, eu fico toda cheia e quase que o velho arrombou minha bucetinha apertada.
Oscar, a bunda pequena não, a bunda pequena não, quero que seja só minha.
Ah não, bebê, eu prometi pra ele, já te falei, o velho nojento ganhou de você, meu bem, até enfiou os dedinhos no meu cu, amor.
Oscar, mas você nunca me deixou fazer isso.
Bom, amor, agora ele é meu dono na cama, céu. Agora vamos dormir e eu te faço uma punheta enquanto te conto como aquele velho sujo e nojento me comeu.
Oscar, mas antes troca os lençóis, amor.
Não, minha vida, ele quer que você sinta o gozo de um macho de verdade no seu corpo. Fica esperta, porque me parece que ele também quer te comer, meu amor.
Nós entramos na cama enquanto eu batia uma pra ele e contava como tinha levado ele pra cama e como tinha comido ele, falando como ele era um corno perdedor. Não terminei de contar que o Oscarcito gozou como nunca antes tinha gozado. Depois disso, mandei ele limpar minha mão cheia de porra com a boca dele. O viadinho estava dando os primeiros passos. No dia seguinte, continuei contando no café da manhã.
Sabe que essa semana vão vir os pedreiros, o velho paga tudo, céu. No fim, não foi tão ruim o que aconteceu ontem, sabe a grana que você vai economizar?
Oscar, a única coisa que espero é que você não coma elas também.
Ô meu amor, tu tá igual o seu Alberto, como se eu fosse uma puta no cio. Claro que não vou dar pra eles, mas e se eu der, qual é o problema?
Oscar, não me fala isso.
Sabe que nunca estive com dois homens ao mesmo tempo.
Oscar, cê virou um bebê, hein, sua putinha?
Você me fez virar uma putinha, amor, eu não era assim, mas fica tranquilo que não vou fazer isso.
Oscar tá bem, bebê, eu confio em você.
E a verdade é que ela tinha razão, eu não queria ser a puta do bairro e por isso na quinta-feira quando eles vieram, me vesti com um vestido longo, nada provocante. Lá estava o seu Ramón, um homem mais velho, já com cabelos brancos e, para minha surpresa, o Alex, o ajudante negão dele que não parava de me olhar. Ofereci um café pra eles enquanto a gente conversava.
Ramón, que café gostoso, senhora. Muito obrigado.
Não é nada, fico feliz que vocês tenham gostado. Meu marido adora e pensei que vocês também iam curtir.
Alex, que inveja do marido da dona
Por quê?
Alex, pela sorte que ele tem de ter uma mulher como você.
Você não tem uma? Eu acho que bem que podia ter uma mulher assim.
Ramón é que não tem muitas mulheres que aguentam ele.
Hayyy como se nota que vocês não vão aguentar ele, dá pra ver que é um cara gente boa.
Ramón é bom demais, mas deixa isso de lado e fala pra gente o que tem que fazer.
Bom, na real a gente tem que arrumar a cozinha, olha só o estado dessas paredes.
Alex, deixa isso com a gente.
Ramón, aqui a gente vai ter que quebrar umas paradas.
Por mim tá de boa, contanto que não quebrem eu.
Ramón Alex com certeza arrebentava tudo.
Não sei se vou gostar disso, o que meu marido ia pensar depois, encontrar a mulher dele toda arrombada.
Alex roda, mas muito feliz.
Alex já estava tão perto de mim que, se eu me mexesse um pouco mais, com certeza ia esbarrar nele. Minha buceta já estava toda molhada, pela primeira vez um negão tava me cantando.
Acho que sim, mas não acho que ela vá gostar muito.
Alex, talvez ele não, mas você, tenho certeza que sim.
Me virei e dei as costas pra ele, fiquei de frente pro seu Ramón que me olhava com um sorriso. Na mesma hora senti o Alex se encostando em mim, aquele volume era enorme. Me inclinei sem falar nada, segurando meu gemido, abri uma porta do balcão e, como se nada tivesse acontecendo, falei pro seu Ramón que ali também tinha muita umidade. O Alex esfregou o volume dele na minha bunda.
Cuidado, por favor, não é o momento, melhor deixar eles trabalharem enquanto eu tomo um banho.
Alex, e se ela tomar banho depois e agora continuar nos mostrando?
Alex tinha me pegado pela cintura e me apertou contra ele, sentir o volume dele no meu cu me fez imaginar uma pica enorme, mas tentei resistir, só fechei os olhos e enquanto meu corpo não resistia e acompanhava os movimentos dele, eu dizia pra ele me soltar, que aquilo era errado.
Alex, tá ruim mesmo?
Ahhhh sim, isso tá muito erradooo, o que meu marido vai pensar, ahhh ahhh
Alex realmente quer que eu pare.
Alex levantou meu vestido e claro, percebeu que eu não tava nem de fio dental, podia fazer o que quisesse. Na mesma hora, seu Ramón puxou o pau pra fora, segurou minha cabeça e me inclinou pra ele. O pau de seu Ramón é bem maior que o do Oscarcito. Eu só deixei ele enfiar na minha boca aberta enquanto eu falava.
Por favor, não façam isso, não, não, não
Isso eu dizia, mas meu corpo não me obedecia. A rola suja do seu Ramón entrou na minha boca, era uma delícia e, ao mesmo tempo, senti a rola do Alex procurar minha pussy. Só abri mais minhas pernas, quando aquela barra preta entrou, me fez ver estrelas. O Alex meteu até o fundo sem nenhuma compaixão, por mais que tentasse, não entrava toda, mas mesmo assim começou a me comer enquanto eu, a cada estocada, me agarrava no seu Ramón para não cair, sem oferecer nenhuma resistência. Pelo contrário, comecei a gemer, não conseguia parar.
Parece que o Ramón agradou muito essa senhora, melhor levar ela pra cama.
Alex, como o senhor quiser, chefe. Essa buceta aperta muito.
Assim como eu estava, sem me pedir permissão, me levaram pra minha cama, onde o dom Ramón não parou, apesar dos meus pedidos. Ele me deu uma grande foda, foi tão boa que me arrancou outro orgasmo que não consegui disfarçar. E enquanto eu tava gozando, ele foi embora e disse pro Alex que o esperava na cozinha.
Não, de novo não, por favor, tão me matando, o que cê tá fazendo, pelo cu não, não, nãoooo aiiiiii filho da puta, tira issoooo, não aguentoooo aiiii aiiii aiiii
Por mais que eu implorasse pro Alex, ele não tava nem aí. Agora eu entendia por que nenhuma gostosa aguentava ele. Impossível não sentir aquela pica enfiada no meu cu, sentia ela rasgando tudo, e o pior é que eu não tinha forças pra impedir. O Oscarcito ia perceber, mas isso já não importava mais, só queria que acabasse logo. Aguentar o Alex no meu cu virou um desafio, apesar da dor que ele me causava, eu queria ser a diferente, a heroína que dava conta. Tava nessa quando o seu Ramão gritou.
Ramón, dá logo nessa puta e acaba com isso de uma vez, que eu preciso de você aqui.
Alex acelerou a metida no meu cu e encheu ele todo, me fazendo sentir toda a porra dele dentro, pra depois tirar de uma vez, deixando meu cu sentir um vazio imenso.
Alex, isso não acabou. Vou com o Dom Ramón e quando terminar volto. É melhor você estar preparada, já vi que aguentou mais que muita puta. Agora descansa.
Minhas pernas tremiam, sentia a bunda queimando como se tivesse pegando fogo, não conseguia acreditar no que tinha acontecido, só lamentava que o Oscarcito não tivesse visto e ainda queriam continuar me comendo. Fiquei assim quase até o meio-dia, tomei um banho longo de água quente, mesmo assim não tinha me recuperado, não sabia mais o que doía mais, se era a bunda ou a buceta. Me troquei e deixei a cama como estava, só vesti um vestidinho bem curto, não aguentava calcinha, sabia que assim vestida estava pedindo pica aos berros, mesmo que fosse a última coisa que eu queria. Já tinha tido três orgasmos enormes e no último até tinha mijado. Por sorte tinha uns sanduíches gostosos prontos, servi eles com um bom vinho tinto. Eles tinham avançado bastante na cozinha, me fizeram sentar no meio deles e eu sabia que não ia conseguir evitar que me comessem de novo.
Ramón, pra ser sincero, nunca tivemos uma cliente como você.
Ah, valeu mesmo, vocês tão gostando de como eu atendo vocês?
Alex, lembra daquela gorda?
Ramón, simmm, como vou esquecer ela, acho que até hoje ela manca.
Por que, o que foi, coitadinha
O Ramón não se cansava de dar em cima da gente, mas vivia escapando o tempo todo.
Como é que ela fazia? Saía de casa e deixava eles sozinhos?
Alex se trancava no quarto o dia inteiro, mas não adiantou de nada.
Ramón, no último dia a gente apertou ela igual você na cozinha e a peituda acabou se entregando.
Alex e de que jeito, a puta pedia por favor, você não sabe como ela gritava quando a gente arrombou a bunda dela.
Ramón era virgem, o marido não pedia e adivinha quem tirou a virgindade dela.
Com certeza, alex, coitadinha
Ramón, no outro dia fomos cobrar o marido e quase pegamos ele também.
O Alex, o otário, perguntou pra gente o que a gente tinha feito com a esposa dele. Quando contamos, ele não acreditou, ficou tão excitado que a gente comeu ela de novo na frente dele. Putaria do caralho, o corno.
Vocês fariam isso com meu marido?
Ramón, se você quiser, eu arrebento a bunda do corno.
Ah não, coitadinho, se ele ficar sabendo, não sei o que pode acontecer.
Alex, você quer que a gente dê pra ele também, não é verdade? Ele deve ser muito viado, o corno.
Não, não, não, é que vocês quase me obrigaram, mas não quero mais, por favor, terminem o serviço, isso não vai se repetir.
Alex, sério mesmo, cê tá falando isso?
Ai não, não, não, de novo não, pelo amorrr, ahhhh ahhh, ahhh
Alex me segurava de novo entre os braços dele, eu tava perdida, sabia que não conseguia evitar. Ele me fez ajoelhar e me deu o pau dele pra eu chupar, mal cabia na minha boca aquela porra.
Alex, você é minha, sua puta, e vou te comer quantas vezes eu quiser, ouviu bem, sua vadia?
Dessa vez foi o Ramón que pegou na minha buceta e me colocou em cima dele, o Alex tirou o pau da minha boca e o Ramón meteu no meu cu, sabendo o que vinha, eu implorei pra eles.
Aiiii nãooo. As duas rola juntas nãooo, vão me matarrrr ahhhh aiiii aiiii aiiii
E eles fizeram isso mesmo, demoraram um pouco pra entrar no ritmo, mas logo os dois já estavam me cavalgando ao mesmo tempo, eu deitada no chão da sala de jantar. A pica do Ramón, mesmo sendo grande, não me fazia sofrer igual a do Alex no meu cu. Logo comecei a gozar e, de repente, veio mais um orgasmo e outro depois. Eles estavam me matando, mas aquelas duas picas me faziam gozar como nunca tinha gozado antes. O Ramón demorou muito pra gozar, já o Alex gozou duas vezes na minha pussy. Se eu não tinha engravidado, era só milagre. Quando o Oscar chegou, eu já estava na cama. Claro que ele percebeu na hora o que tinha rolado. Naquela noite, eu o punhetei de um jeito, contando como o negão tinha me comido, que deixei os colhões secos do meu cuckold. Só esperava que no dia seguinte me dessem um pouco de descanso. Eu sabia que o Oscarcito não conseguia tirar da cabeça a pica enorme do negão Alex. Se eu continuasse enchendo a cabeça dele, talvez conseguisse que o Oscarcito chupasse aquela pica. Esse era agora meu sonho, depois de ouvir o que fizeram com o cuck da gorda que teve o cu arrombado. Então, naquela manhã, continuei contando sobre o Alex, claro que exagerando um pouco, mas tinha certeza de que meu cuckold acreditava em tudo e passaria o dia inteiro pensando no negão. Naquele dia, eles não perdoaram: não só me comiam, como me tratavam como uma sirventinha. Antes de ir embora, o senhor Ramón me disse
Ramón, beleza, senhora. Amanhã a gente pode terminar. Seu marido trabalha no sábado? Porque se ele não trabalhar, podia dar uma força e aí a gente finaliza amanhã.
Não, ele trabalha o dia inteiro.
Alex, então você vai nos ter aqui na segunda e a gente vai te fazer uma despedida bem gostosa.
Não, por favor, vocês só pensam em me comer mesmo eu não querendo, fazem do mesmo jeito.
Alex, você não vai querer perder essa putaria, tá morrendo por essa pica e com certeza o corno também queria ela bem dentro. Falou, ramon, amanhã a gente traz meu primo.
Ramón, tu quer matar ela?
Alex, fala sério, essa puta aguenta qualquer um.
Não, por favor, não tragam ele, não aguento mais um dia assim, vão me deixar grávida.
Alex, as cachorras não engravidam, ficam prenhas. E se você ficar prenha, o corno que se vire, porque se não resolver, a gente transforma ele num viadinho.
Quando o Oscarcito chegou, contei o que tinham me falado enquanto eu o masturbava de novo. Ele gozou outra vez, e até me atrevi a enfiar um dedo no cu dele enquanto chupava o pau dele. Pela putaria que ele tava, não falou nada — pelo contrário, começou a rebolar como se eu tivesse comendo ele. Tudo isso nos mesmos lençóis que eu tinha usado com os alvenéis sujos. Deixei ele gozar na minha boca e, à força, dei um beijo nele, fazendo ele engolir o próprio leite.
Oscar, você quer me fazer de puto, não é verdade?
Já é, love. E se amanhã você vier mais cedo, com certeza o negão Alex vai te desvirginar a bunda. Eu sei muito bem que você vai adorar.
Contanto que o negão esteja bem, qualquer coisa menos o velho nojento do seu Alberto bebê.
Sério que você deixaria o negão te comer esse cuzinho, céu?
Não me respondeu, mas o pau dele endureceu de novo e eu chupei ele outra vez, dessa vez enfiando três dedos no cu dele, tinha que ouvir os gemidos do meu corno manso.
Mais cedo ou mais tarde, vou fazer amor promíscuo com você.
Nós dormimos abraçados, com certeza os dois pensando em como o negão ia comer a gente no dia seguinte, mas o Oscarcito nunca chegou. Aquele tal primo da Ale se chamava José. Quando recebi os três, impus uma condição: que terminassem o serviço primeiro, e se ficasse perfeito, eu mesma ia recompensar os três. Ainda ardia minha pussy e o cu da grande foda que levei na sexta. O Alex tava disposto a me deixar manca por pelo menos uma semana. Assim vestida como estava, fui comprar umas cervejas e o Pedro, o dono do mercadinho, me disse
Pedro, tem pedreiro aí na sua casa?
Sim, Pedro, hoje vieram três, assim terminam.
Pedro, e aí, como é que vocês trabalham?
A verdade é que é uma maravilha, não tenho do que reclamar, são muito confiáveis e respeitosos.
Pedro, eles cobram muito pelo trabalho deles?
Isso eu não sei, quem paga é o don Alberto, mas a verdade é que eles trabalham tão bem que pelo menos eu fico bem satisfeita, sua mulher vai adorar.
Pedro, se for assim, eu contrataria elas. Ter duas mulheres em casa e deixar estranhos entrarem pra trabalhar é arriscado.
As duas vão ficar bem satisfeitas, é muita coisa que você tem que fazer na sua casa?
Pedro, mais ou menos um mês. E você anda vestida assim na frente deles? Seu marido não te fala nada?
Ah não, seu Pedro, é que tá muito quente esses dias, por isso trouxe umas cervejas pra vocês. Além disso, já te falei, eles não são só de confiança, mas também muito respeitosos. Eles trabalham na cozinha e eu quase nem vejo eles.
Pedro, se for assim, quando terminarem, que venham me ver pra eu pedir o orçamento. Se for baratinho, já contrato vocês.
Ei, Pedro, você conhece o seu Alberto? Se não fossem econômicos, ele não teria me mandado.
Já via a Laura e a Silvia, a mulher e a filha do Pedro, sendo muito comidas por aquelas duas bestas. Pensei que arrumando um trampo pra eles eles iam ser mais delicados comigo, mas me enganei, foi o contrário. Assim que cheguei, ofereci as cervejas e contei sobre o dono do armazém. Eles comeram e beberam cervejas, elogiando meu corpo e prometendo me fazer gozar como nunca. Fui tomar um banho enquanto eles terminavam o serviço. Quando saí, o Seu Ramón me mostrou como a cozinha tinha ficado, uma maravilha. Não tive tempo de falar nada, o José me levantou como se eu fosse uma boneca de pano e me levou pro meu quarto. Do jeito que eu estava, me jogou na cama. Em segundos, três paus apontavam pra minha cara. O Alex me fez ficar de quatro, pedi pra ele ir devagar, mas não me deram bola, pareciam estar com raiva de mim. De novo, chupei dois paus juntos várias vezes, não me soltavam nem me davam trégua. Só pararam quando ficaram cansados. Meu estado era deplorável e assim me levaram pro banheiro. Me meteram na banheira e, em vez de abrir a água, os três mijaram em mim, apontando os jatos pra minha cara. O José puxou meu cabelo e fez eu abrir a boca enquanto o Alex e o Seu Ramón brincavam de meter os jatos dentro dela. Eu dei o gosto pra eles e comecei a procurar os jatos de mijo pra entrar na minha boca. Isso excitou eles ainda mais, tanto que o José fez eu engolir o pau dele enquanto ele ainda estava mijando. Aí me deixaram lá. Eu não queria me mexer com medo de continuarem me comendo. Um por um foram lavando o pau, se trocaram e foram embora. Custou muito pra eu me levantar, mas apesar de me sentir a maior puta, eu estava gozando. Não sabia se tomava um banho ou ficava assim pro meu corno me ver. Mais tarde, finalmente tomei banho. Deixei a cama do jeito que eles deixaram, dava pra ver as poças de porra nos lençóis. Coloquei meu vestidinho curto de novo, tava ansiosa pra contar pro Oscarcito tudo que tinha rolado com os três pedreiros.
espero não entediar vocês
já que é extensa
Espero que vocês aproveitem.
VALEU POR COMENTAR
E PELOS PONTOS QUE ME PREMIAM
Ai não, seu Alberto, não me peça isso, eu amo meu namorado, não posso trair ele assim.
Alberto, teu namorado é um viadinho perdedor.
A verdade é que ela tem razão, ele é muito burro muitas vezes mas
Alberto, mas que puta, olha como você tá gostosa agora, quanto tempo que esse otário não te toca?
Era inacreditável, mas ver o dom Alberto humilhar meu namoradinho assim me deixava ainda mais excitada. Eu estava diante de um verdadeiro macho e não podia negar que me sentia dominada, com minha vontade totalmente subjugada. Já queria ser a putinha daquele macho, não conseguia evitar. O Oscarcito era tudo pra mim, menos um bom macho. Mal me comia e quando fazia, era um fracasso. Ele sempre foi um perdedor, e aquilo que dom Alberto disse sobre ele ser um maricas, eu sempre desconfiei. Meu maricas perdedor sendo dominado por um macho daqueles — me imaginar isso me fazia não só ficar toda molhada, mas até gozar. Sabia que, se dom Alberto quisesse, o Oscarcito acabaria sendo a putinha dele igual a mim. Mas, por mais que desejasse muito, tinha medo de perder o Oscarcito. Foi assim que me entreguei a dom Alberto. Não era a primeira vez que me entregava a outro homem e sabia muito bem que não seria a última. Dom Alberto me comeu na mesma cama onde durmo com meu namorado. Isso deixava ele ainda mais tarado, e ele tinha toda razão. Sentir as pirocadas fortes dele enchendo minha buceta com muita força me fazia gemer e gozar como nunca com o Oscar. Em meia hora, tive dois orgasmos. Isso foi tremendo pra mim. Dom Alberto era quem alugava o apartamento pra gente. O Oscarcito não o suportava, por isso me pedia que, quando ele viesse cobrar o aluguel, fosse eu quem pagasse. O bom é que naquela tarde consegui um bom desconto. Dom Alberto foi embora prometendo voltar muito em breve. Eu sabia que ele morria de vontade de fazer meu cuzinho, mas isso nem o Oscarcito deixava. Meu cuzinho era sagrado pra ele. O bobinho achava que eu era virgem de cu, mas não sabia que vários caras da academia já tinham estreado ele. Percebi que gostava muito de transar escondido do Oscarcito. Até aquele momento, ninguém no bairro sabia das minhas aventuras, mas dom Alberto não parecia ser nada discreto, e isso me dava medo. Naquela noite, quando fui dormir com o Oscarcito, me senti muito suja. Não tinha trocado a lençóis, o cheiro do macho tava neles igual os restos do fluido dela, ver meu corno dormindo tão sossegado ali me deixou tão excitada que não consegui evitar de me tocar lembrando como o Dom Alberto me comeu com aquela pica linda dele, não consegui ter outro orgasmo e isso me deixou com tesão, no outro dia no café o corno me disse
Oscar, sol, que cheiro estranho os lençóis tinham, amor. Como foi com aquele velho ontem?
Você sabe o quanto ele é pesado comigo, bebê
Oscar, então rolou alguma coisa?
Por enquanto ela não bebe, mas a verdade é que não sei o que pode rolar.
Oscar, e o que pode acontecer? Ele pode te dar uma fodida impressionante, isso pode acontecer.
A verdade é que sim, e já não falta muito pra isso, cê conhece o véio.
Oscar, tem bebê, não, por favor, só de imaginar você nos braços daquele velho babão e nojento, afff, céus, sério que não aconteceu nada? Eu sei que ele tá de olho em você, certeza que você tava com aquela sua legging preta, não é mesmo?
Sem amor, as brancas.
Oscar, as brancas? Aquelas que tudo aparece, ufff, a tesão que aquele velho tarado devia ter. Me diz uma coisa, você gosta de deixar o velho excitado?
Verdade, você não tem ideia do quanto ele fica chato pra caralho.
Oscar, com certeza o pau dele fica duro vendo sua bunda minúscula, céu.
Se bebe, você não sabe o volume que ela faz e ainda por cima tá cada vez mais tarado.
Oscar, a qualquer momento aquele velho nojento acaba te comendo.
Amor, não fala isso não, e olha se acontece
Oscar, se isso rolar, você tem que me contar tudo com todos os detalhes.
Então você quer que eu passe
Oscar não, não é que eu queira, mas sei que mais cedo ou mais tarde vai rolar, amor.
Pra mim parece que até tu sonha com isso, olha o volume que tu tem, me diz a verdade, bebê, cê quer que o velho tarado me coma?
Oscar, sei lá, não sei, a verdade é que você tem razão, me excita muito essa ideia, amor, talvez você foda melhor que eu.
Isso mesmo, bebê. Semana que vem ele volta aqui, falei pra fazer uns reparos. Sabe o que? Vou dar pra ele pra ele parar de encher o saco. Vou vestir aquela saia curtinha e deixar ele fazer o que quiser.
Oscar, vi que você também tá afim dela, não esquece que depois você tem que me contar tudo, amor.
Se beber, juro que te conto tudo e depois te faço uma punheta.
Oscar, não vamos transar depois?
Não, bebê, esse velho vai me deixar bem cheia.
Oscar tá bem, mas que use camisinha, hein.
Não, amor, sem camisinha não, quero sentir essa rola, por favor
Oscar E se você engravidar?
São os riscos que se corre, amor, mas ainda seria teu porque você me deixou fazer isso.
Oscar foi embora meio irritado, mas o tesão falou mais alto que a razão. Se o otário queria ser corno, ia ser corno de verdade. Agora eu não conseguia mais parar. Na semana seguinte, seu Alberto voltou, e eu esperei por ele pronta pra trepar, mas claro que não me entreguei de bandeja. Pelo contrário, voltei a fazer a difícil, dizia que não ia se repetir, que meu namorado estava desconfiado. Mas o velho não parava de me assediar até que me encurralou na cozinha e, depois de me apalpar sem se importar com o que eu falava, me levou pra cama, onde me comeu com tudo. Ele tinha o controle e não parava de zoar o Oscarzinho. Antes de ir embora, ele disse que ia cuidar de todos os reparos do apartamento. Na semana, mandaria uns pedreiros pra fazer o serviço e me recomendou que não desse pra eles.
Olha, seu Alberto, eu não sou nenhuma puta, espero que não fique espalhando isso por aí. Se fizer, lembre que a sua esposa pode ficar sabendo.
Alberto, fica tranquila, garota. Só tô te falando pra você se cuidar deles. Já comeram umas quantas por aí e não quero que a velha descubra nada.
Quando o Oscar chegou e viu a cama, percebeu que já tinha uns chifres lindos e enormes.
Oscar, no final das contas você comeu o velho.
A verdade é que não era minha intenção, ele me comeu, aquele velho que você não pode ver me fez dele e te venceu, sim amor, te venceu, você não sabe como eu curtia estar dando pra ele, fodendo sua namoradinha e te fazendo de corno.
Oscar, até consigo imaginar, mas ele te comeu melhor do que eu?
Se beber, eu fico toda cheia e quase que o velho arrombou minha bucetinha apertada.
Oscar, a bunda pequena não, a bunda pequena não, quero que seja só minha.
Ah não, bebê, eu prometi pra ele, já te falei, o velho nojento ganhou de você, meu bem, até enfiou os dedinhos no meu cu, amor.
Oscar, mas você nunca me deixou fazer isso.
Bom, amor, agora ele é meu dono na cama, céu. Agora vamos dormir e eu te faço uma punheta enquanto te conto como aquele velho sujo e nojento me comeu.
Oscar, mas antes troca os lençóis, amor.
Não, minha vida, ele quer que você sinta o gozo de um macho de verdade no seu corpo. Fica esperta, porque me parece que ele também quer te comer, meu amor.
Nós entramos na cama enquanto eu batia uma pra ele e contava como tinha levado ele pra cama e como tinha comido ele, falando como ele era um corno perdedor. Não terminei de contar que o Oscarcito gozou como nunca antes tinha gozado. Depois disso, mandei ele limpar minha mão cheia de porra com a boca dele. O viadinho estava dando os primeiros passos. No dia seguinte, continuei contando no café da manhã.
Sabe que essa semana vão vir os pedreiros, o velho paga tudo, céu. No fim, não foi tão ruim o que aconteceu ontem, sabe a grana que você vai economizar?
Oscar, a única coisa que espero é que você não coma elas também.
Ô meu amor, tu tá igual o seu Alberto, como se eu fosse uma puta no cio. Claro que não vou dar pra eles, mas e se eu der, qual é o problema?
Oscar, não me fala isso.
Sabe que nunca estive com dois homens ao mesmo tempo.
Oscar, cê virou um bebê, hein, sua putinha?
Você me fez virar uma putinha, amor, eu não era assim, mas fica tranquilo que não vou fazer isso.
Oscar tá bem, bebê, eu confio em você.
E a verdade é que ela tinha razão, eu não queria ser a puta do bairro e por isso na quinta-feira quando eles vieram, me vesti com um vestido longo, nada provocante. Lá estava o seu Ramón, um homem mais velho, já com cabelos brancos e, para minha surpresa, o Alex, o ajudante negão dele que não parava de me olhar. Ofereci um café pra eles enquanto a gente conversava.
Ramón, que café gostoso, senhora. Muito obrigado.
Não é nada, fico feliz que vocês tenham gostado. Meu marido adora e pensei que vocês também iam curtir.
Alex, que inveja do marido da dona
Por quê?
Alex, pela sorte que ele tem de ter uma mulher como você.
Você não tem uma? Eu acho que bem que podia ter uma mulher assim.
Ramón é que não tem muitas mulheres que aguentam ele.
Hayyy como se nota que vocês não vão aguentar ele, dá pra ver que é um cara gente boa.
Ramón é bom demais, mas deixa isso de lado e fala pra gente o que tem que fazer.
Bom, na real a gente tem que arrumar a cozinha, olha só o estado dessas paredes.
Alex, deixa isso com a gente.
Ramón, aqui a gente vai ter que quebrar umas paradas.
Por mim tá de boa, contanto que não quebrem eu.
Ramón Alex com certeza arrebentava tudo.
Não sei se vou gostar disso, o que meu marido ia pensar depois, encontrar a mulher dele toda arrombada.
Alex roda, mas muito feliz.
Alex já estava tão perto de mim que, se eu me mexesse um pouco mais, com certeza ia esbarrar nele. Minha buceta já estava toda molhada, pela primeira vez um negão tava me cantando.
Acho que sim, mas não acho que ela vá gostar muito.
Alex, talvez ele não, mas você, tenho certeza que sim.
Me virei e dei as costas pra ele, fiquei de frente pro seu Ramón que me olhava com um sorriso. Na mesma hora senti o Alex se encostando em mim, aquele volume era enorme. Me inclinei sem falar nada, segurando meu gemido, abri uma porta do balcão e, como se nada tivesse acontecendo, falei pro seu Ramón que ali também tinha muita umidade. O Alex esfregou o volume dele na minha bunda.
Cuidado, por favor, não é o momento, melhor deixar eles trabalharem enquanto eu tomo um banho.
Alex, e se ela tomar banho depois e agora continuar nos mostrando?
Alex tinha me pegado pela cintura e me apertou contra ele, sentir o volume dele no meu cu me fez imaginar uma pica enorme, mas tentei resistir, só fechei os olhos e enquanto meu corpo não resistia e acompanhava os movimentos dele, eu dizia pra ele me soltar, que aquilo era errado.
Alex, tá ruim mesmo?
Ahhhh sim, isso tá muito erradooo, o que meu marido vai pensar, ahhh ahhh
Alex realmente quer que eu pare.
Alex levantou meu vestido e claro, percebeu que eu não tava nem de fio dental, podia fazer o que quisesse. Na mesma hora, seu Ramón puxou o pau pra fora, segurou minha cabeça e me inclinou pra ele. O pau de seu Ramón é bem maior que o do Oscarcito. Eu só deixei ele enfiar na minha boca aberta enquanto eu falava.
Por favor, não façam isso, não, não, não
Isso eu dizia, mas meu corpo não me obedecia. A rola suja do seu Ramón entrou na minha boca, era uma delícia e, ao mesmo tempo, senti a rola do Alex procurar minha pussy. Só abri mais minhas pernas, quando aquela barra preta entrou, me fez ver estrelas. O Alex meteu até o fundo sem nenhuma compaixão, por mais que tentasse, não entrava toda, mas mesmo assim começou a me comer enquanto eu, a cada estocada, me agarrava no seu Ramón para não cair, sem oferecer nenhuma resistência. Pelo contrário, comecei a gemer, não conseguia parar.
Parece que o Ramón agradou muito essa senhora, melhor levar ela pra cama.
Alex, como o senhor quiser, chefe. Essa buceta aperta muito.
Assim como eu estava, sem me pedir permissão, me levaram pra minha cama, onde o dom Ramón não parou, apesar dos meus pedidos. Ele me deu uma grande foda, foi tão boa que me arrancou outro orgasmo que não consegui disfarçar. E enquanto eu tava gozando, ele foi embora e disse pro Alex que o esperava na cozinha.
Não, de novo não, por favor, tão me matando, o que cê tá fazendo, pelo cu não, não, nãoooo aiiiiii filho da puta, tira issoooo, não aguentoooo aiiii aiiii aiiii
Por mais que eu implorasse pro Alex, ele não tava nem aí. Agora eu entendia por que nenhuma gostosa aguentava ele. Impossível não sentir aquela pica enfiada no meu cu, sentia ela rasgando tudo, e o pior é que eu não tinha forças pra impedir. O Oscarcito ia perceber, mas isso já não importava mais, só queria que acabasse logo. Aguentar o Alex no meu cu virou um desafio, apesar da dor que ele me causava, eu queria ser a diferente, a heroína que dava conta. Tava nessa quando o seu Ramão gritou.
Ramón, dá logo nessa puta e acaba com isso de uma vez, que eu preciso de você aqui.
Alex acelerou a metida no meu cu e encheu ele todo, me fazendo sentir toda a porra dele dentro, pra depois tirar de uma vez, deixando meu cu sentir um vazio imenso.
Alex, isso não acabou. Vou com o Dom Ramón e quando terminar volto. É melhor você estar preparada, já vi que aguentou mais que muita puta. Agora descansa.
Minhas pernas tremiam, sentia a bunda queimando como se tivesse pegando fogo, não conseguia acreditar no que tinha acontecido, só lamentava que o Oscarcito não tivesse visto e ainda queriam continuar me comendo. Fiquei assim quase até o meio-dia, tomei um banho longo de água quente, mesmo assim não tinha me recuperado, não sabia mais o que doía mais, se era a bunda ou a buceta. Me troquei e deixei a cama como estava, só vesti um vestidinho bem curto, não aguentava calcinha, sabia que assim vestida estava pedindo pica aos berros, mesmo que fosse a última coisa que eu queria. Já tinha tido três orgasmos enormes e no último até tinha mijado. Por sorte tinha uns sanduíches gostosos prontos, servi eles com um bom vinho tinto. Eles tinham avançado bastante na cozinha, me fizeram sentar no meio deles e eu sabia que não ia conseguir evitar que me comessem de novo.
Ramón, pra ser sincero, nunca tivemos uma cliente como você.
Ah, valeu mesmo, vocês tão gostando de como eu atendo vocês?
Alex, lembra daquela gorda?
Ramón, simmm, como vou esquecer ela, acho que até hoje ela manca.
Por que, o que foi, coitadinha
O Ramón não se cansava de dar em cima da gente, mas vivia escapando o tempo todo.
Como é que ela fazia? Saía de casa e deixava eles sozinhos?
Alex se trancava no quarto o dia inteiro, mas não adiantou de nada.
Ramón, no último dia a gente apertou ela igual você na cozinha e a peituda acabou se entregando.
Alex e de que jeito, a puta pedia por favor, você não sabe como ela gritava quando a gente arrombou a bunda dela.
Ramón era virgem, o marido não pedia e adivinha quem tirou a virgindade dela.
Com certeza, alex, coitadinha
Ramón, no outro dia fomos cobrar o marido e quase pegamos ele também.
O Alex, o otário, perguntou pra gente o que a gente tinha feito com a esposa dele. Quando contamos, ele não acreditou, ficou tão excitado que a gente comeu ela de novo na frente dele. Putaria do caralho, o corno.
Vocês fariam isso com meu marido?
Ramón, se você quiser, eu arrebento a bunda do corno.
Ah não, coitadinho, se ele ficar sabendo, não sei o que pode acontecer.
Alex, você quer que a gente dê pra ele também, não é verdade? Ele deve ser muito viado, o corno.
Não, não, não, é que vocês quase me obrigaram, mas não quero mais, por favor, terminem o serviço, isso não vai se repetir.
Alex, sério mesmo, cê tá falando isso?
Ai não, não, não, de novo não, pelo amorrr, ahhhh ahhh, ahhh
Alex me segurava de novo entre os braços dele, eu tava perdida, sabia que não conseguia evitar. Ele me fez ajoelhar e me deu o pau dele pra eu chupar, mal cabia na minha boca aquela porra.
Alex, você é minha, sua puta, e vou te comer quantas vezes eu quiser, ouviu bem, sua vadia?
Dessa vez foi o Ramón que pegou na minha buceta e me colocou em cima dele, o Alex tirou o pau da minha boca e o Ramón meteu no meu cu, sabendo o que vinha, eu implorei pra eles.
Aiiii nãooo. As duas rola juntas nãooo, vão me matarrrr ahhhh aiiii aiiii aiiii
E eles fizeram isso mesmo, demoraram um pouco pra entrar no ritmo, mas logo os dois já estavam me cavalgando ao mesmo tempo, eu deitada no chão da sala de jantar. A pica do Ramón, mesmo sendo grande, não me fazia sofrer igual a do Alex no meu cu. Logo comecei a gozar e, de repente, veio mais um orgasmo e outro depois. Eles estavam me matando, mas aquelas duas picas me faziam gozar como nunca tinha gozado antes. O Ramón demorou muito pra gozar, já o Alex gozou duas vezes na minha pussy. Se eu não tinha engravidado, era só milagre. Quando o Oscar chegou, eu já estava na cama. Claro que ele percebeu na hora o que tinha rolado. Naquela noite, eu o punhetei de um jeito, contando como o negão tinha me comido, que deixei os colhões secos do meu cuckold. Só esperava que no dia seguinte me dessem um pouco de descanso. Eu sabia que o Oscarcito não conseguia tirar da cabeça a pica enorme do negão Alex. Se eu continuasse enchendo a cabeça dele, talvez conseguisse que o Oscarcito chupasse aquela pica. Esse era agora meu sonho, depois de ouvir o que fizeram com o cuck da gorda que teve o cu arrombado. Então, naquela manhã, continuei contando sobre o Alex, claro que exagerando um pouco, mas tinha certeza de que meu cuckold acreditava em tudo e passaria o dia inteiro pensando no negão. Naquele dia, eles não perdoaram: não só me comiam, como me tratavam como uma sirventinha. Antes de ir embora, o senhor Ramón me disse
Ramón, beleza, senhora. Amanhã a gente pode terminar. Seu marido trabalha no sábado? Porque se ele não trabalhar, podia dar uma força e aí a gente finaliza amanhã.
Não, ele trabalha o dia inteiro.
Alex, então você vai nos ter aqui na segunda e a gente vai te fazer uma despedida bem gostosa.
Não, por favor, vocês só pensam em me comer mesmo eu não querendo, fazem do mesmo jeito.
Alex, você não vai querer perder essa putaria, tá morrendo por essa pica e com certeza o corno também queria ela bem dentro. Falou, ramon, amanhã a gente traz meu primo.
Ramón, tu quer matar ela?
Alex, fala sério, essa puta aguenta qualquer um.
Não, por favor, não tragam ele, não aguento mais um dia assim, vão me deixar grávida.
Alex, as cachorras não engravidam, ficam prenhas. E se você ficar prenha, o corno que se vire, porque se não resolver, a gente transforma ele num viadinho.
Quando o Oscarcito chegou, contei o que tinham me falado enquanto eu o masturbava de novo. Ele gozou outra vez, e até me atrevi a enfiar um dedo no cu dele enquanto chupava o pau dele. Pela putaria que ele tava, não falou nada — pelo contrário, começou a rebolar como se eu tivesse comendo ele. Tudo isso nos mesmos lençóis que eu tinha usado com os alvenéis sujos. Deixei ele gozar na minha boca e, à força, dei um beijo nele, fazendo ele engolir o próprio leite.
Oscar, você quer me fazer de puto, não é verdade?
Já é, love. E se amanhã você vier mais cedo, com certeza o negão Alex vai te desvirginar a bunda. Eu sei muito bem que você vai adorar.
Contanto que o negão esteja bem, qualquer coisa menos o velho nojento do seu Alberto bebê.
Sério que você deixaria o negão te comer esse cuzinho, céu?
Não me respondeu, mas o pau dele endureceu de novo e eu chupei ele outra vez, dessa vez enfiando três dedos no cu dele, tinha que ouvir os gemidos do meu corno manso.
Mais cedo ou mais tarde, vou fazer amor promíscuo com você.
Nós dormimos abraçados, com certeza os dois pensando em como o negão ia comer a gente no dia seguinte, mas o Oscarcito nunca chegou. Aquele tal primo da Ale se chamava José. Quando recebi os três, impus uma condição: que terminassem o serviço primeiro, e se ficasse perfeito, eu mesma ia recompensar os três. Ainda ardia minha pussy e o cu da grande foda que levei na sexta. O Alex tava disposto a me deixar manca por pelo menos uma semana. Assim vestida como estava, fui comprar umas cervejas e o Pedro, o dono do mercadinho, me disse
Pedro, tem pedreiro aí na sua casa?
Sim, Pedro, hoje vieram três, assim terminam.
Pedro, e aí, como é que vocês trabalham?
A verdade é que é uma maravilha, não tenho do que reclamar, são muito confiáveis e respeitosos.
Pedro, eles cobram muito pelo trabalho deles?
Isso eu não sei, quem paga é o don Alberto, mas a verdade é que eles trabalham tão bem que pelo menos eu fico bem satisfeita, sua mulher vai adorar.
Pedro, se for assim, eu contrataria elas. Ter duas mulheres em casa e deixar estranhos entrarem pra trabalhar é arriscado.
As duas vão ficar bem satisfeitas, é muita coisa que você tem que fazer na sua casa?
Pedro, mais ou menos um mês. E você anda vestida assim na frente deles? Seu marido não te fala nada?
Ah não, seu Pedro, é que tá muito quente esses dias, por isso trouxe umas cervejas pra vocês. Além disso, já te falei, eles não são só de confiança, mas também muito respeitosos. Eles trabalham na cozinha e eu quase nem vejo eles.
Pedro, se for assim, quando terminarem, que venham me ver pra eu pedir o orçamento. Se for baratinho, já contrato vocês.
Ei, Pedro, você conhece o seu Alberto? Se não fossem econômicos, ele não teria me mandado.
Já via a Laura e a Silvia, a mulher e a filha do Pedro, sendo muito comidas por aquelas duas bestas. Pensei que arrumando um trampo pra eles eles iam ser mais delicados comigo, mas me enganei, foi o contrário. Assim que cheguei, ofereci as cervejas e contei sobre o dono do armazém. Eles comeram e beberam cervejas, elogiando meu corpo e prometendo me fazer gozar como nunca. Fui tomar um banho enquanto eles terminavam o serviço. Quando saí, o Seu Ramón me mostrou como a cozinha tinha ficado, uma maravilha. Não tive tempo de falar nada, o José me levantou como se eu fosse uma boneca de pano e me levou pro meu quarto. Do jeito que eu estava, me jogou na cama. Em segundos, três paus apontavam pra minha cara. O Alex me fez ficar de quatro, pedi pra ele ir devagar, mas não me deram bola, pareciam estar com raiva de mim. De novo, chupei dois paus juntos várias vezes, não me soltavam nem me davam trégua. Só pararam quando ficaram cansados. Meu estado era deplorável e assim me levaram pro banheiro. Me meteram na banheira e, em vez de abrir a água, os três mijaram em mim, apontando os jatos pra minha cara. O José puxou meu cabelo e fez eu abrir a boca enquanto o Alex e o Seu Ramón brincavam de meter os jatos dentro dela. Eu dei o gosto pra eles e comecei a procurar os jatos de mijo pra entrar na minha boca. Isso excitou eles ainda mais, tanto que o José fez eu engolir o pau dele enquanto ele ainda estava mijando. Aí me deixaram lá. Eu não queria me mexer com medo de continuarem me comendo. Um por um foram lavando o pau, se trocaram e foram embora. Custou muito pra eu me levantar, mas apesar de me sentir a maior puta, eu estava gozando. Não sabia se tomava um banho ou ficava assim pro meu corno me ver. Mais tarde, finalmente tomei banho. Deixei a cama do jeito que eles deixaram, dava pra ver as poças de porra nos lençóis. Coloquei meu vestidinho curto de novo, tava ansiosa pra contar pro Oscarcito tudo que tinha rolado com os três pedreiros.
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