Relato cuck: a balada e o velho fortão Tyson 04

Depois daquela noite no bar, com a Lidia chupando meu cogumelo inchado no depósito e eu com meu dedo fodendo a buceta molhada dela até ela gozar feito uma fonte, as coisas esfriaram de repente. As semanas passavam e ela pouco conversava no Facebook, mensagens curtas e nervosas: "O Franky desconfia muito, Tyson... ele pode olhar meu celular a qualquer hora. Não quero risco". Porra, o filho da puta já tava sentindo o chifre crescendo na testa. Respondi que entendia, que não ia pressionar ela, mas por dentro o sangue ferveu. Paramos de falar por semanas inteiras, um silêncio que me deixava batendo punheta pros vídeos dela, lembrando daquela bunda gorda tremendo nas minhas mãos. O Franky – aquele branquelo magrelo e inútil – já tinha feito eu dar a Lidia como perdida. Pensei: "Bom, foi gostoso enquanto durou. Tem mais rabos casados por aí". Fui atrás de outras presas, mas nenhuma tinha aquela bunda obscena, aquela cintura fininha contrastando com um rabo que parecia balão prestes a estourar. Aí, numa sexta à noite, enquanto eu tomava uma cerveja em casa, o celular vibrou. Mensagem da Lidia: "Amanhã sábado, lugar de sempre, mesmo horário. Aniversário de uma amiga, não me manda mensagem". Porra, meu pau pulou na cueca igual mola. Não respondi, como ela pediu, mas tomei meu comprimidinho extra forte naquela mesma noite, pra deixar ele pronto feito barra de aço no dia seguinte. Sabia que isso era o começo da foda de verdade, a que ia deixar ela mancando e pensando em mim toda vez que o Franky tentasse encostar nela.Relato cuck: a balada e o velho fortão Tyson 04Cheguei na balada cedo, com minha jeans apertada marcando o volume monstruoso e uma camisa preta que deixava meus braços veiudos à mostra. O barman, meu parceiro de sempre, me ajudou a preparar o cantinho: enfiamos um sofá velho todo surrado que eu tinha guardado no depósito, colocamos ele encostado na parede de caixas, com um cobertor sujo por cima pra não feder tanto a cerveja velha. "Pra sua rainha, Tyson", ele disse piscando. Eu sorri: "Dessa vez vou rachar ela no meio, irmão". Vi ela entrar: Lídia com um short bege ridiculamente pequeno, daqueles que se enfiam entre as nádegas como se quisessem se esconder, deixando metade daquela bunda gorda e redonda de fora, carne tremendo que quicava a cada passo. Em cima, um top de pedraria brilhante, decotado até o umbigo, marcando os peitos pesados dela que balançavam como gelatina sob as luzes de neon. Cabelo solto, lábios vermelhos, e aquela tatuagem de lobo aparecendo na coxa como um convite pra morder. Veio com quatro amigas: duas gostosas pra caralho – uma morena alta com peitos de silicone e outra loira magra com bunda firme –, e duas frangas, daquelas com maquiagem barata e risada estridente. A morena gostosa, Elisa, me olhou direto e piscou: ela sabia de tudo, era a cafetina, a que cobria Lídia com mentiras. As outras não sabiam porra nenhuma, então a gente tinha que ser discreto, agir como se nada fosse pra elas não desconfiarem.vadiaMe aproximei do grupo como um velho amigo da balada. Saudei a Lidia com um beijo na bochecha, sentindo o perfume dela misturado com o calor da pele, minha mão roçando sutil na cintura fininha dela. "Feliz noite, rainha", sussurrei baixinho. Ela corou, mordendo o lábio, os olhos descendo pro meu pau já latejando. Pedi rodadas pra todas, falando merda com as amigas pra disfarçar. A Elisa me ajudava, distraindo as outras com piadas e shots, enquanto eu e a Lidia nos olhávamos feito bichos no cio. Dançamos em grupo primeiro, mas aos poucos, com a ajuda da Elisa, escapamos pra pista sozinhos. Colei ela em mim, meu pau duro esfregando no shortinho bege dela, sentindo o calor da buceta através do tecido fino. "Vou te foder até você gritar", rosnei no ouvido dela. Ela gemeu: "Sim, Tyson... eu preciso". A Elisa cobriu a gente: "Meninas, vou no banheiro com a Lidia, já volto". As ordinárias concordaram bêbadas, e o barman abriu o depósito pra gente. Lá dentro, porta trancada, a lâmpada amarela iluminando o sofá velho como um altar sujo. Joguei ela lá com um empurrãozinho suave, subi o top de pedraria dela de uma vez, deixando aqueles peitos pesados e perfeitos no ar, os bicos duros feito pedras rosadas. Me joguei neles como um faminto: chupei o esquerdo com força, sugando o bico até ele inchar na minha boca, mordendo de leve a carne em volta, deixando marcas vermelhas. Alternei com o direito, lambendo em círculos, apertando os dois com minhas mãos grandes, sentindo como transbordavam entre meus dedos. Lidia gemia baixinho: "Tyson... seus lábios... me deixam louca". Desci pela barriga dela, lambendo o umbigo, puxando o shortinho bege devagar, revelando a buceta depilada, os lábios inchados e escorrendo sucos claros como mel quente.Ambiente de swing
interracialAbri as pernas dela no sofá, me ajoelhei e comi a buceta dela igual um selvagem. Primeiro lambi os lábios externos, chupando de leve, provando aquele gosto salgado e doce. Meti a língua pra dentro, fodendo o buraco dela com ela, curvando pra roçar aquele ponto que faz ela tremer. Chupei o clitóris inchado, mordiscando suave, enquanto meus dedos separavam as nádegas gordas dela. "Que buceta gostosa, Lidia... molhada pro meu pauzão". Ela se contorcia, agarrando minha cabeça careca, me empurrando mais fundo: "Come... come mais...". Virei ela, de joelhos no sofá, rabo empinado. Aquele monumento gordo e redondo na minha cara. Separei as nádegas dela com as mãos, admirando o cu rosado e apertado. Meti a língua lá, lambendo em círculos a borda, empurrando pra dentro o que dava, saboreando aquele gosto proibido. "Teu cu... porra, quero comer ele inteiro", rosnei. Ela gemia: "Sim... língua no meu cu... você é um pervertido". Não aguentei mais. Tirei meu pau duro igual pedra, a cabeça roxa inchada ao máximo, veias pulsando. Coloquei camisinha – sempre cuidadoso com casadas –, desenrolei na besta com dificuldade por causa da grossura. Deitei ela de costas no sofá, abri as pernas dela e empurrei devagar. A cabeça abriu a buceta dela igual uma flor, esticando centímetro por centímetro. "É enorme... Tyson... você me rasga", gemeu, mas empurrava a bunda na minha direção, querendo mais. Comecei a foder devagar, estocadas profundas que faziam tremer o rabo gordo dela, a carne ondulando igual ondas. Sem cu, não... só buceta, mas porra, que apertada e quente. Acelerei, batendo forte, minhas bolas batendo nas nádegas dela, o sofá rangendo debaixo da gente. De repente, ela me parou: "Tira... tira a camisinha. Vou tomar a pílula do dia seguinte. Quero sentir você cru, seu leite quente dentro de mim". Porra, meu pau pulsou mais forte. Arranquei ela, entrei de novo com um empurrão, pele com pele, a cabeça inchada roçando as paredes internas dela. Fodi mais forte, agarrando os peitos dela por trás, beliscando os bicos enquanto a empurrava. "Você é minha puta casada… essa buceta é minha". Ela gritava abafado: "Sim… me fode… mais forte".infielNo final, coloquei ela em cima de mim no sofá, ela cavalgando meu pau como uma deusa, a bunda gorda dela quicando nas minhas coxas. Enfiei um dedo na boca dela pra ela molhar, depois deslizei pra trás, empurrando no cu apertado dela enquanto ela subia e descia. "Dedinho no cu, rainha… sente como eu te abro". Isso deixou ela louca: gozou como uma fonte, gritando meu nome, a buceta dela se contraindo no meu pau, mijando um pouco de prazer, molhando o sofá com jorros quentes e claros. Eu explodi ao mesmo tempo, soltando jorros grossos de porra dentro dela, transbordando pelos lados, escorrendo pelas minhas bolas e sujando tudo. O sofá ficou uma bagunça: encharcado de sucos, mijo e porra grossa, cheirando a sexo sujo e proibido.cornudo
EmpacotaNos vestimos rápido, tremendo, ela com a buceta escorrendo meu leite por baixo do short bege. Saímos como se nada tivesse acontecido, Elisa nos cobrindo com um sorriso cúmplice. Lídia voltou pras amigas dela, mas eu sabia que isso era só o começo. O Franky não tava lá, mas a sombra ciumenta dele não importava. As casadas como ela sempre voltam pra mais dessa pica monstruosa. E eu vou estar esperando, pronto pra foder elas. FIM

3 comentários - Relato cuck: a balada e o velho fortão Tyson 04

Azst +1
No sabía lo mucho que necesitaba tus relatos, son una locura cada uno de ellos, mi favorito este, poner imágenes o gifs más morbosos sería la verdadera perfección, como los relatos de cuckoldsex, pero fuera de eso, increíble relato 🙌🏿
Bro porfavor ponles gif cuando follen, no tiene que ser la misma modelo solo describir bien la acción