Familia México-Colombiana 2

Sou Erika, mãe da Raquel. Tenho 50 anos e ainda sou um perigo do caralho com curvas. Meus peitos são daqueles que fazem os sutiãs se renderem: 38DD naturais, pesados, com mamilos grossos que parecem dedinhos mindinhos, escuros como café queimado e aréolas tão largas que ocupam quase toda a frente de cada teta. Quando ando sem sutiã, eles se mexem sozinhos, pulam, balançam, e os mamilos endurecem só com o atrito do tecido ou quando alguém me olha. Minha bunda é lendária: grande, redonda, firme, com aquele formato de coração invertido que sobe sozinho, sem precisar de academia. E minha buceta… minha buceta é um forno colombiano: sempre molhada, carnuda, com lábios grossos que se abrem sozinhos quando estou com tesão e um clitóris que incha feito um botão de prazer só de roçar. O Héctor, marido da minha irmãzinha Alejandra, me deixa louca desde o primeiro dia. Mexicano quietão, 1,70, magro, mas com tanquinho marcado sob a camisa, braços veiudos, mãos grandes. Não é um galã de revista, mas tem aquele olhar profundo e aquele pau que dá pra ver que é grosso mesmo dentro da calça. Faz anos que eu provoco ele: chamo ele de "cunhado" com voz rouca de puta no cio, roço no pau dele "sem querer" quando a gente se abraça em reunião de família, mando foto minha de calcinha fio dental do banheiro dizendo "imagina isso sentado na sua cara, cunhado?", ligo pra ele às 2h da manhã quando sei que ele tá comendo a Ale e sussurro: "Tá metendo com força nela? Porque eu tô aqui enfiando três dedos pensando em como você racharia meu cu com esse pau…" Ele nunca responde diretamente. Mas responde com silêncio. E esse silêncio me deixa ainda mais molhada. No casamento de um dos nossos primos, eu tava com um vestido verde esmeralda decotado até o umbigo, sem sutiã, os peitos quase escapando toda vez que eu dançava. O Héctor tava sentado numa mesa, sério, tomando cerveja. Cheguei dançando, sentei no colo dele "pra descansar um segundo". Ele ficou duro, mas não me tirou. Senti o pau dele endurecendo debaixo da minha bunda na hora. Cunhado... te incomoda se eu sentar aqui?" sussurrei no ouvido dele, movendo os quadris lentamente em círculos, esfregando-me contra ele. "Erika... tem gente..." "Shhh... ninguém tá olhando. Só sente..." Peguei uma das mãos dele e coloquei na minha coxa, subindo-a aos poucos até roçar a borda da minha calcinha fio-dental. "Quer enfiar os dedos? Tô molhada desde que te vi de terno..." Ele respirava forte contra meu pescoço. Enfiou um dedo por baixo do tecido, roçou meus lábios inchados. Gemi baixinho no ouvido dele. "Mais fundo... toca meu clitóris..." Ele fez. Um dedo dentro, curvado, pressionando bem onde me deixava louca. Me mexi devagar pra cima e pra baixo, dando uma disfarçada no dedo dele enquanto a música abafava meus gemidos. Gozei na mão dele em menos de dois minutos, apertando-o, escorrendo pelos dedos dele. Quando me levantei, limpei a mão dele com a língua disfarçadamente, encarando-o fixamente. "Obrigada pela dança, cunhado" Ele ficou ali, com o pau marcando muito na calça, incapaz de se levantar. Algumas semanas depois, um sábado à tarde, uma daquelas visitas familiares "normais" na casa da Alejandra e do Héctor. A Ale estava na cozinha preparando algo pra comer, e eu tinha chegado com minha bolsa grande, como sempre. Estava com um vestido justinho cor vinho, sem sutiã (meus mamilos marcavam descaradamente), e por baixo uma calcinha fio-dental preta de renda que já estava encharcada desde que saí de casa pensando nele. Enquanto a Ale atendia o telefone, fui ao banheiro de visitas "me retocar". Deixei a porta entreaberta de propósito. Baixei a calcinha devagar, me olhei no espelho com os peitos pra fora do vestido, belisquei meus mamilos até ficarem duros como pedra e toquei meu clitóris um pouco, gemendo baixinho só pro som chegar no corredor se alguém passasse. Gozei rápido, um jato quente que encharcou a calcinha toda: a renda ficou escura, grudenta, cheirando a minha buceta colombiana quente. Em vez de vestir de novo, deixei pendurada no toalheiro, bem visível, como se tivesse esquecido. Saí do banheiro com o vestido, sem calcinha por baixo, a buceta ainda pulsando e molhada roçando nas minhas coxas a cada passo. Voltei para a sala. Héctor estava sentado no sofá, quando me viu entrar, seus olhos desceram direto para minhas pernas, e soube que ele tinha percebido que eu não estava usando nada por baixo: a saia era curta e ao me sentar ela abriu um pouco, deixando ver o brilho dos meus lábios inchados. “Cunhado… te incomoda se eu sentar aqui?” falei com voz rouca, sentando ao lado dele, tão perto que minha coxa roçou na dele. Coloquei uma mão no joelho dele “para me acomodar” e subi um pouquinho, roçando na virilha dele. Ele já estava semi-duro. Ele engoliu seco. “Erika… Alejandra está na cozinha.” “Shhh… só estou descansando. Não te incomoda?” Apertei de leve o pau dele por cima da calça, sentindo como ele ficou duro em segundos. “Uy… parece que sim, mas no bom sentido.” Ele me olhou fixo, com aquela cara de mexicano se segurando. “Para… ou eu não respondo.” Eu só sorri, me inclinei para ele como se fosse contar um segredo e sussurrei no ouvido: “No banheiro deixei uma coisa minha… molhada. Se quiser, vai ver. Ainda está com meu cheiro quente.” Seus olhos se abriram por um segundo. Não disse nada, mas se levantou “para pegar gelo” e desapareceu pelo corredor. Eu fiquei no sofá, cruzando e descruzando as pernas, a buceta escorrendo sem calcinha, imaginando o que ele faria. Dentro do banheiro, trancou a porta. A calcinha preta estava lá pendurada, encharcada, o rendado brilhando com meus fluidos. Ele pegou com dedos trêmulos. Aproximou do nariz e inalou fundo: cheiro forte de buceta quente, de excitação, de mim. O pau dele ficou duro como pedra na hora. Abriu o zíper, tirou o pau grosso, venoso, já pingando lubrificante. Enrolou a calcinha no tronco, o rendado molhado grudando na pele quente dele. Começou a se masturbar devagar, apertando o tecido contra a cabeça, sentindo meus fluidos se misturarem com os dele. “Puta que pariu, Erika… que delícia de cheiro…” murmurou baixinho, acelerando o ritmo. Imaginou minha boca no seu pau, meus peitos enormes balançando enquanto eu enfiava ele fundo. Imaginou abrindo minha bunda com a mesma calcinha enfiada na minha boca como mordaça. Apertou mais forte, o tecido escorregadio esfregando na cabeça sensível do pau. Gemeu abafado, mordendo o lábio. A calcinha estava tão molhada que pingava nas suas bolas. Ele gozou forte: jatos grossos, brancos, quentes, encharcando a renda preta, misturando com meus fluidos. O tecido ficou destruído, pegajoso, cheirando a sexo proibido. Se limpou rápido, respirando ofegante. Deixou a calcinha lá, agora com a porra dele em cima dos meus fluidos, e saiu como se nada tivesse acontecido. Quando voltou para o sofá, eu olhei firme para ele. Sabia exatamente o que tinha acontecido: o rosto vermelho, a respiração pesada, o pau ainda meio duro marcando na calça. Sorri para ele, naquela noite, quando a Alejandra dormiu cedo, mandei uma mensagem: “Gostou do meu presentinho, cunhado? Se masturbou com minhas calcinhas molhadas?” A noite da festa de aniversário da Raquel tudo explodiu. A casa estava cheia de gente. Depois foram ficando com sono ou foram embora. A Alejandra tinha ficado bêbada e discutido com o Héctor; se trancou no quarto gritando que “não queria ver ninguém”. Eu fiquei limpando, com um vestido preto de lycra tão curto que se eu me abaixasse dava para ver a bunda inteira, sem calcinha por baixo porque queria sentir o ar na buceta encharcada. Os mamilos perfuravam o tecido, duros como pedras. Héctor entrou na cozinha para pegar água. Eu estava de costas, lavando louça, a bunda empinada, o vestido subido até a metade das nádegas. Não me mexi. Só virei a cabeça e falei baixinho: “Cunhado… não brinco mais. Ou você me fode agora mesmo ou vou ao banheiro gozar sozinha pensando em você de novo.” Ele ficou parado por dois segundos. Depois trancou a porta da cozinha. O clique soou como um tiro. Veio direto. Agarrou meu cabelo com uma mão, puxou minha cabeça para trás e enfiou a língua até a garganta. Beijo sujo, agressivo, com dentes. Com a outra mão, ele levantou meu vestido e enfiou dois dedos direto na minha buceta sem avisar. Eu estava encharcada; os dedos entraram até o fundo com um som obsceno. "Puta que pariu, Erika... você tá molhada faz tempo, né?" "Desde que te vi entrar com aquela cara de 'não me olha assim'... sim, seu fdp. Vem pegar o que é seu." Ele me virou de repente, me empurrou contra a geladeira. O frio nas costas me fez gemer. Ele puxou as alças do vestido de uma vez; meus peitos saltaram livres, pesados, balançando. Ele agarrou com as duas mãos, apertou forte, afundou os dedos na carne macia até deixar marcas vermelhas. Apertou meus mamilos tão forte que eu gritei baixinho, arqueando as costas. "Esses peitos me deixam louco desde o primeiro dia..." Ele baixou a boca e enfiou um mamilo inteiro. Chupou com força, mordeu, puxou com os dentes até deixar vermelho e inchado. Mudou pro outro. Eu agarrei a cabeça dele e empurrei mais pra dentro, esfregando os peitos na cara dele enquanto gemia: "Chupa como se fossem seus... me morde... mais forte..." Enquanto devorava meus peitos, ele abriu minhas pernas com o joelho. Enfiou três dedos na minha buceta e começou a bombar rápido, curvando pra acertar o ponto G. O squirt veio quase imediatamente: um jato quente encharcou a mão dele, a calça, o chão. Gemi como uma puta no cio. "Isso... assim... você me faz squirtar como adolescente, filho da puta..." Ele se ajoelhou. Abriu minha buceta com os polegares, separando os lábios grossos. Meu clitóris estava inchado, vermelho, pulsando. Ele prendeu com a boca e chupou como se fosse um pirulito. Língua rápida, sucções fortes, depois enfiou dentro e comeu com a língua enquanto metia dois dedos no meu cu sem lubrificante extra, só com minha própria umidade. Gozei de novo na boca dele. Gozei na cara dele. Ele se levantou com o queixo brilhando e me beijou pra eu provar de mim mesma. "Você tem gosto de pura tesura colombiana..." Me virou de costas de novo, me inclinou sobre a bancada. Me abriu as peguei as nádegas com as duas mãos e cuspi direto no meu cu. Senti a saliva quente escorrendo pelo ânus. Depois ele enfiou a língua lá, fundo, me abrindo, me preparando. Gemi alto, empurrando pra trás. “Me come pelo cu, cuñis… quero tudo dentro…” Ele abaixou a calça. O pau saltou livre: grosso, venoso, a cabeça roxa e inchada, pingando lubrificante. Ele esfregou ele entre minhas nádegas, lubrificando com meu squirt e a saliva dele. Mirou o ânus e empurrou devagar no começo. A cabeça entrou com um estalo. Gritei baixinho, mordendo meu antebraço. “Porra… que apertado… que gostoso você aperta, puta…” Ele empurrou mais. Centímetro a centímetro foi abrindo meu cu até que as bolas bateram contra minha buceta. Ele ficou parado um segundo, curtindo como meu ânus apertava ele feito um punho. Depois começou a bombar. Devagar no início, fundo. Cada enfiada arrancava um gemido rouco de mim. “Mais forte… arrebenta meu cu, cabrão… quero te sentir até o estômago…” Ele acelerou. As bolas batiam no clitóris a cada enfiada. Ele pegou meus peitos por trás, apertou como se quisesse ordenhá-los. Me beliscava os mamilos no ritmo das metidas. O som era obsceno: carne contra carne, minha buceta encharcada, o pau dele entrando e saindo do cu com um som molhado. “Vou gozar… vou gozar no seu cu, Erika…” “Não… dentro da buceta… quero sentir como você enche meu útero…” Ele tirou o pau do cu de repente, me virou, me levantou nos braços como se eu não pesasse nada e me enfiou no pau dele. Entrou até o fundo da buceta de uma só vez. Gritei contra o pescoço dele. Ele começou a me foder no ar, forte, profundo, meus peitos batendo no peito dele. “Vou gozar… vou gozar dentro de você…” Senti os primeiros jatos quentes batendo no fundo. Um, dois, três… tantos que transbordaram e começaram a escorrer pelas minhas coxas. Gozei junto com ele: o orgasmo me fez apertar tão forte que quase expulsei ele de dentro. Meus jatos misturados com os dele, caindo no chão em poças. Ficamos assim, ele ainda dentro, eu tremendo, com as pernas em volta da cintura dele, os peitos esmagados contra o peito dele, suando, ofegante. Mordi a orelha dele e sussurrei: "Isso aqui só tá começando, cuñis. Da próxima vou te cavalgar na cama da minha irmã enquanto ela dorme do lado... e você vai ter que tapar minha boca pra eu não gritar seu nome." Ele só sorriu, com aquele jeito de mexicano que já sabe que tá fudido... mas que adora estar assim. E eu... eu não fantasio mais. Agora eu planejo.

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