210/2📑Fornikeitor - Parte 2

210/2📑Fornikeitor - Parte 2Sandra não conseguia tirar aquela dúvida da cabeça. A imagem do vizinho andando estranho era suspeita demais.
—Preciso sair dessa curiosidade… —disse para o espelho, passando batom vermelho paixão—. Hoje vou visitá-lo, como amiga… e vou descobrir a verdade.

Bateu na porta e ele, surpreso, abriu com um jeito desconfortável, ainda ressentido do seu "acidente heroico".
—Oi, vizinho —ela disse com um sorriso safado—. Vim ver como você estava… você parecia estranho ontem.

Ele engoliu seco, tentando manter a compostura.
—Tô bem… só me machuquei um pouco treinando na academia.

Sandra sentou no sofá, cruzou as pernas devagar, deixando ver um pouco de renda preta por baixo da saia.
—Olha… eu tava pensando que entre a gente podia rolar algo. Quero te dar uma chance.

Os olhos dele se arregalaram; o pau dele reagiu na hora por baixo da calça.
—Adoraria, Sandra, mas… agora não dá. Tô machucado.

Ela, em vez de se decepcionar, sorriu ainda mais. Abriu a bolsa e tirou um vidrinho de óleo.
—Trouxe justamente algo pra isso. Óleo quente. Relaxa, alivia… e serve pra outras coisinhas.

Ele não aguentou mais. Abaixou a calça, revelando o pau meio duro, ainda marcado pela torcida da noite anterior. Sandra olhou pra ele, abriu a boca com um gemido excitado e disse:
—Sabia! Esse tamanho… esse formato… Você é o Fornikeitor!

Ele suspirou, baixando a cabeça.
—Sim, Sandra… sou eu. Mas você tem que prometer que ninguém vai saber meu segredo.

Ela acariciou ele com suavidade, passando o óleo nas mãos quentes, massageando o pau dele com ternura e safadeza.
—Fica tranquilo, herói… sua identidade tá segura comigo. Mas a gente precisa ver se sua ferramenta ainda tá pronta pra ação.

Ela se levantou, deixou a saia e a blusa caírem no chão, mostrando um corpo gostoso de lingerie. Depois se pelou toda, empurrou ele pro sofá e começou a chupar devagar, suave, como se o óleo e a língua dela fossem o melhor remédio.

Ele gemia, sentindo o pau ereção voltava à vida a cada lambida. —Já tá duro de novo… —murmurou Sandra, lambendo os lábios—. Vou sentar em você com cuidado.vadiaEla subiu devagar em cima dele, enfiando a rola na buceta com um gemido profundo. Mexia os quadris num ritmo sensual, sem violência, acariciando o peito dele e beijando ele. —Assim… devagarzinho, pra você não se machucar… mas mesmo assim vai gozar como nunca. Ele segurava os quadris dela, ofegante, chupava os peitos dela, enquanto ela cavalgava suave, molhada, selvagem nos olhos mas meiga nos movimentos. —Sandra… você é única… —murmurou ele, entregue, deixando o prazer curá-lo mais rápido que qualquer remédio. A manhã entrava morna pela janela quando Fornikeitor abriu os olhos. Do lado dele, nua debaixo dos lençóis, estava Sandra, com um sorriso safado. A mão dela já brincava com a rola dele, acariciando até endurecer. —Bom dia, herói… —sussurrou com voz rouca—. Parece que você já sarou por completo. Ele soltou um grunhido, fechando os olhos por um segundo ao sentir o sangue encher a rola dele. —Já não sinto dor… parece que sim, Sandra. Mas preciso confirmar. Agarrou ela com força, colocou ela debaixo dele e meteu de uma vez. Sandra gritou de prazer, enroscando as pernas na cintura dele enquanto ele bombava na buceta com potência renovada.Parodia—Ahhh, sim! Esse é meu herói! — ela gemia, arranhando as costas dele. Fornikeitor a virou, colocou ela de quatro e, com um empurrão certeiro, meteu no cu dela. Ela soltou um grito abafado, apertando os dentes, mas logo começou a rebolar, recebendo ele com safadeza. —Meu Deus, Fornikeitor! Assim…! — ela gritava com lágrimas de prazer nos olhos. Ele comeu ela sem piedade até que, com um rugido, tirou e gozou nos peitos dela, cobrindo ela com o leite quente. Caiu na cama ofegante, com um sorriso de vitória.pau grande—Voltei —disse ele, feliz, se acomodando ao lado dela. Sandra, com os dedos molhados de porra, levou-os à boca devagar, lambendo-os com tesão. Olhou pra ele com os olhos acesos e, pela primeira vez, com uma certa ternura. —Fica comigo… —pediu num sussurro—. Não quero mais que você seja o herói do bairro. Quero que seja meu herói, só meu. Ele beijou ela devagar, sentindo a doçura do pedido, mas ao se separar falou com voz grave e firme: —Sandra… meu dever não acaba aqui. Tem outras mulheres, abandonadas como você, que precisam de mim. Eu tenho que estar pra todas. Ela olhou pra ele com raiva e tesão misturados, sabendo que dividi-lo com outras ia deixá-la louca. Mas no fundo, sabia que Fornikeitor não era um homem comum: era um herói com uma missão… e isso a excitava ainda mais. Sandra tinha aceitado a verdade: Fornikeitor era um herói pra todas. Antes de ir embora naquela manhã, beijou ele e sussurrou no ouvido: —Tá bom… sei que é seu dever. Vou ser mais uma. Naquela noite, o chamado foi duplo. Duas calcinhas fio dental iguais penduradas na mesma sacada, sinal de que as donas eram irmãs. Fornikeitor não se fez de rogado. Subiu pelo prédio e, ao entrar, foi recebido por duas mulheres com corpos ardentes, ansiosas e molhadas.Relatos eroticos— Queremos ver se você é mesmo um super-herói… — disse uma.
— Mas pras duas ao mesmo tempo — completou a outra, puxando a fantasia dele pra baixo.
E ele cumpriu seu dever: primeiro uma na cama, lambendo e comendo ela até fazer gritar, enquanto a outra sentava na cara dele. Depois trocaram de posição, e no fim ele ficou com as duas nuas, suadas e satisfeitas.
— Missão cumprida — falou, beijando elas, enquanto ajustava a máscara pra ir embora.muito gostosaMas antes de chegar na janela, um assobio metálico encheu o quarto. ZÁS! Uma rede caiu sobre ele, prendendo ele.
—Que porra é essa…?
Da sombra apareceram dois caras fortões, com os punhos cerrados e cara de poucos amigos.
—Finalmente te pegamos, seu desgraçado! —rosnou um deles.
—Você comeu nossas esposas, e agora vai pagar! —completou o outro.
Amarraram ele numa cadeira, apertando cordas nos braços e pernas. Fornikeitor se debateu, mas não conseguiu se soltar.
—Vamos arrancar sua máscara e te entregar pra polícia. Ninguém zoa da gente…
Quando um deles esticou a mão pra máscara, a porta se escancarou. Uma silhueta feminina invadiu o quarto: Sandra, com uma máscara dourada, botas altas e uma roupa de couro justa que marcava cada curva do corpo dela.
—Pera aí! —gritou com voz firme—. Se querem o Fornikeitor… vão ter que passar por mim.
—E você quem caralhos é? —cuspou um dos maridos.
Sandra sorriu, puxando um chicote do cinto.
—Sou a Fornikadora, a parceira dele.
Ela se ajoelhou na frente deles sem aviso, e antes que pudessem reagir, baixou a calça. Com a boca começou a chupar a pica de um, enquanto com a mão batia uma pro outro. Os dois ficaram tensos, tremendo, sem conseguir resistir.relatos quentes— O que cê tá fazendo? —ofegou um, mas o corpo dele já traía.
Sandra se virou, levantou a bunda e deixou eles meterem nela ao mesmo tempo: um pela buceta, o outro pelo cu. Ela gemia solta, se contorcendo de prazer, enquanto os maridos achavam que tavam dominando ela, sem perceber que era ela quem tava devorando os dois com aquele sexo insaciável.

Ela meteu neles sem pena, fazendo os dois gozarem rápido, exaustos, desabando no chão que nem bonecos.

— Patéticos… —disse Sandra, subindo o zíper do macacão de couro—. São fracos, não aguentam uma Fornikadora.

Ela correu até o Fornikeitor, cortou as cordas e soltou ele. Ele, ainda chocado, olhou ela de cima a baixo, excitado com aquela faceta nova.

— Sandra… o que cê fez?

Ela beijou ele com tudo, apertando o corpo contra o dele.

— Te salvei. Porque você é meu herói… e agora eu sou sua heroína.

Fornikeitor sorriu por baixo da máscara, tocando o chicote que ela carregava na cintura.

— Bem-vinda à liga, Fornikadora.

E juntos sumiram na noite, deixando pra trás dois maridos humilhados e duas irmãs ainda gemendo na cama.relatos pornoDe volta ao esconderijo secreto, Sandra ainda tinha a adrenalina correndo nas veias. Tirou a máscara e olhou pra ele com aqueles olhos ardentes que não deixavam dúvidas. —E aí, herói? —sussurrou, roçando o peito dele—. Cê topava que eu fosse sua cúmplice, sua ajudante…? Podia te dar cobertura com os maridos ciumentos, e até dividir uns menage contigo. Fornikeitor observou ela em silêncio por uns segundos. A ideia esquentava ele mais do que queria admitir, mas franziu a testa com uma seriedade fingida. —Adoro a ideia… —falou por fim—. Mas não se empolga, Fornikadora, você deu sorte com esses dois… eram picas curtas, fáceis de cansar. Pra ser minha ajudante de verdade, vai ter que passar no teste de resistência. Ela arqueou uma sobrancelha, mordendo o lábio. —E como é que funciona? Ele tirou a máscara e a fantasia, mostrando o corpo nu e a pica dura. —Em aguentar eu. Sandra se despiu sem medo, deixando o couro brilhando no chão, e se ajoelhou na frente dele. —Então me dá esse teste agora mesmo. Pegou a pica dele com as duas mãos e começou a chupar com vontade, fundo e molhado, fazendo ele gemer. Fornikeitor segurou a cabeça dela e enfiou mais, testando a resistência. —Bem… vejo que cê tem fôlego pra isso… —ofegou, enquanto fazia ela engolir tudo. Quando já tava bem duro, levantou ela e montou de costas contra a parede. Meteu com força, entrando e saindo até arrancar gemidos que ecoavam no quarto. —Isso, assim…! —gritava ela, arqueando as costas. Mas o teste não tinha acabado. Fornikeitor inclinou ela, cuspiu na mão e guiou a pica pro cu dela. —Vamos ver se cê aguenta isso, Fornikadora… Ela abriu a boca, ofegante, e se deixou invadir. Soltou um grito que virou um gemido rouco, enquanto ele metia selvagem. —Aguenta… me mostra que é minha cúmplice! Sandra resistiu, suando, mordendo os lábios e rebolando pra enfiar mais fundo. Quando ele soltou, foi Ela que subiu em cima, cavalgando a pica dele com uma mistura de raiva e prazer, até os dois estarem prestes a explodir.superheroiFornikeitor segurou ela com força, gozando nos peitos dela enquanto ela gemia com os olhos brilhando. Ele olhou pra ela, ofegante, com um sorriso satisfeito. —Fornikadora… agora sim. Você é minha ajudante… e meu refúgio. Ela lambeu os dedos sujos, com um sorriso safado. —Então, herói… que comece a verdadeira missão.putas gostosasNaquela noite, um sinal diferente tremulava no bairro: não uma, mas duas tangas cruzadas na mesma varanda. Fornikeitor e Fornikadora se entreolharam, sabiam que era um chamado especial.
—Parece que alguém precisa de um milagre duplo —disse ele, ajustando a máscara.
—Ou de uma boa sacudida conjugal —riu Sandra, já oficialmente transformada em Fornikadora.
Ao chegar, encontraram um casal na cama, pelados mas entediados, cada um olhando para um lado. A rotina tinha apagado o fogo deles.
—Fiquem tranquilos, cidadãos —disse Fornikeitor com voz solene—, viemos devolver a chama de vocês.
Ele pegou a esposa e a beijou, fazendo-a gemer na hora, enquanto Fornikadora montava no marido, cavalgando com movimentos selvagens que o fizeram lembrar o que era gritar de prazer. Em questão de minutos, o quarto virou um concerto de gemidos, ofegos e suor.
—Isso… isso é o que estava faltando! —gemeu a esposa, montando Fornikeitor sem freio.
—Meu Deus, Fornikadora! Nunca senti nada assim! —rugiu o marido, metendo nela por trás.210/2📑Fornikeitor - Parte 2Era uma bagunça deliciosa: trocas, risadas, clímax um atrás do outro. Quando terminaram, os quatro caíram exaustos na cama, os casais abraçados e gratos, rejuvenescidos como se tivessem anos a menos. Fornikeitor e Fornikadora se vestiram em silêncio e voltaram para o esconderijo. Dessa vez, ao tirarem as máscaras, não havia mais segredos. O desejo os consumia sem disfarces, só eles dois. Se beijaram loucamente, se despiraram de uma vez e se pegaram como animais em cima da mesa, no chão, contra a parede. Ela gemia o nome real dele, ele a possuía sem reservas. Orgasmos em cadeia, suor, pele contra pele… já não eram heróis, eram amantes soltos. No final, exaustos e abraçados, Fornikeitor ergueu os olhos para o teto, ainda ofegante, e murmurou com ironia solene: — Finalmente… a justiça, a paz e a igualdade… prevalecem no bairro. Fornikadora riu entre os braços dele, dando um beijo. — E na nossa cama também.vadia

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